Governo de PE

15/04


2019

Ministra da Agricultura cumpre agenda em Petrolina nesta segunda

Petrolina será a primeira cidade pernambucana a receber a ministra de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. A gestora cumprirá duas agendas no município sertanejo, hoje, na companhia do prefeito Miguel Coelho. O objetivo é conhecer de perto as necessidades dos produtores rurais da região.

Tereza Cristina inicia sua agenda na capital do Sertão do São Francisco em uma reunião com o Sindicato Patronal Rural de Petrolina, onde terá encontro com lideranças ligadas à produção de cana-de-açúcar, frutas e ainda da avicultura e pecuária. À tarde, a ministra cumpre agenda no município vizinho de Juazeiro (BA) para visitar o Distrito de Irrigação de Maniçoba e uma fazenda de produção de frutas e embalagens. Tereza Cristina ainda conhecerá na cidade baiana o Centro de Excelência em Fruticultura, onde se reunirá com produtores do setor, e anunciará investimentos. A última atividade será às 18h, em um encontro com exportadores da região, na Fundação Nilo Coelho, em Petrolina. 

Tereza Cristina é a segunda ministra a visitar Petrolina desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro. Na semana passada, o executivo do Ministério do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou na cidade sertaneja investimentos em pavimentação e o Plano Nacional de Segurança Hídrica. No mês passado, também esteve em Petrolina o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.


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17/07


2019

Debate bravo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, acaba de enviar ao presidente Bolsonaro uma proposta de emenda constitucional que acaba com a inscrição obrigatória na OAB.

Na justificativa, diz que hoje há risco de burocratização pela criação de procedimentos e rotinas que só atendem às corporações.

Medida semelhante atinge ainda outros conselhos profissionais.

No caso da OAB, a medida é controvertida e não será aceita sem resistência da categoria.

Entre outras coisas, se a inscrição na Ordem não for obrigatória, como fica o Exame de Ordem?

Qualquer bacharel que se formar em Direito poderá automaticamente ser advogado?

E a quem recorrer contra maus advogados?


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17/07


2019

Zero três vira o zero um entre Bolsonaros

Eduardo é nome preferido do pai para embaixada em Washington, no lugar de diplomata mais ligado ao grupo de Flavio e a olavistas

Thais Bilenkt – Revista Piauí

O senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) chegou meia hora antes de a cerimônia de posse do novo presidente do BNDES começar no Palácio do Planalto. Cumprimentou um, depois outro, e afinal se sentou na primeira fileira, mas isolado na ponta direita. Minutos depois, alguém percebeu o descuido e o reacomodou, ainda na primeira fileira, mas ao centro da plateia. Seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, ao discursar, mencionou-o, olhando-o nos olhos: “Um senador da República, que, por ser meu filho, tem seus problemas potencializados”, solidarizou-se.

Sua principal aposta política da família em 2018, o Zero Um até agora não teve destaque na cena política nacional, mantendo-se na discrição, envolvido em investigações judiciais. Foi do Zero Três, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), de quem o pai mais falou nesta terça-feira, 16 de julho. 

“Todos vocês lutaram muito para chegar à posição em que chegaram. Muitos fritaram hambúrguer, até porque o pai, apesar de ser deputado federal, não tinha como bancar um aperfeiçoamento dele no intercâmbio, a não ser que ele trabalhasse nos Estados Unidos”, afirmou Bolsonaro. Na semana passada, quando o pai declarou intenção em nomeá-lo embaixador do Brasil em Washington, Eduardo comentou que até “fritou hambúrguer no frio do Maine”, estado norte-americano. 

Assim, entre os problemas de Flavio com seus assessores, e os de Carlos, o Zero Dois, com seus tweets, Eduardo se firma como o filho em quem Bolsonaro faz sua aposta política mais alta até agora. “Nessa juventude, nós acreditamos”, afiançou o presidente da República.  

Observando que o novo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, é amigo de infância dos filhos, Bolsonaro disse que a turma “da rua Dona Maria, 71”, endereço do condomínio onde moravam, teve sucesso na fase adulta. Entre os amigos, “temos também, se Deus quiser, prezado Bezerra, um embaixador na potência mais importante do mundo”, disse o presidente, citando, não à toa, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE) – é nesta Casa que a nomeação de Eduardo para o posto será ou não avalizada.

Leia matéria na íntegra clicando ao lado: Zero Três vira o Zero Um entre Bolsonaros


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17/07


2019

Filhote do espelho meu.

Coluna Carlos Brickmann

A reforma da Previdência marcha triunfalmente, e se não é a aquela com que o Governo sonhou está dela muito próxima. A reforma tributária, que tem tudo para dar um impulso na economia, segue para o Congresso até o fim do mês. A inflação está abaixo de 4% ao ano, ótimo resultado; a safra foi ótima, a balança comercial tem saldo, o capital estrangeiro vai voltando, há bons projetos de infraestrutura a ser tocados pela iniciativa privada. E Bolsonaro, comemora? Não: prefere desviar o foco das atenções para a escolha de seu filho 03, Eduardo, para a Embaixada em Washington, uma ideia no mínimo controvertida – e com o risco de ser rejeitada no Senado.

Aparentemente, Bolsonaro se irrita quando falam em Governo, e não nele ou em sua família. A cada vez que tem uma vitória, muda o foco da discussão para algo em que os Bolsonaros se tornem o centro das atenções, seja demitindo antigos aliados de política, seja trazendo ao debate assuntos como a defesa do trabalho infantil. Prefere ser malhado a ficar fora do foco, mesmo que seja prejudicado por isso – pois afinal, se o Governo der certo, quem terá louvores não serão ministros ou parlamentares, mas o presidente Bolsonaro.

Mas, garantindo que uma das qualidades do filho para ser embaixador nos EUA é ter fritado muito hambúrguer, proclamando que quem manda é ele, dando ênfase a brigas internas, propondo mudanças ruins para seu Governo no projeto da Previdência, mostra que Narciso acha feio o que não é espelho.


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16/07


2019

PSDB decide se expulsa Aécio no voto

A figura do ex-presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG) poderá passar por um novo desgaste na semana que vem. Na próxima segunda-feira (22), o diretório paulista do partido deverá votar se pede a expulsão do cacique mineiro.

A deputada estadual Carla Morando, líder da bancada tucana na Assembleia Legislativa de São Paulo, contou ao Terra que na segunda (15) houve uma reunião do partido, quando decidiu-se pela necessidade da votação. O Terra apurou que ainda não há uma convocação.

Votarão representantes dos diretórios municipais do partido. O clima entre os tucanos de São Paulo é hostil a Aécio. Sua presença no partido se tornou politicamente tóxica.

Alvo de denúncias de corrupção, ele teve até uma conversa gravada com Joesley Batista. “Tem que ser um que a gente mata antes de fazer delação”, disse Aécio ao empresário, combinando uma suposta transação ilegal que seria efetuada por um primo seu.

As acusações contra o político voltaram à baila em 5 de julho, quando ele virou réu por corrupção e obstrução de Justiça. A denúncia foi aceita pela Justiça Federal em São Paulo.

Prefeito ameça: ou ele ou ele

O diretório do PSDB na capital paulista pediu a expulsão do correligionário também no começo do mês, assim como o de São Bernardo do Campo. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi além: ameaçou sair do partido caso o mineiro fique.

O diretório tucano no Estado de São Paulo não tem poder para expulsar Aécio, essa seria uma decisão nacional do partido - o presidente da legenda é o pernambucano Bruno Araújo.

São Paulo, porém, é o principal Estado da Federação, berço político do PSDB e onde o partido tem mais força. Eventual manifestação do diretório pela expulsão de Aécio tem grande peso.

Principal nome tucano atualmente, o governador de São Paulo, João Doria, não chegou a pressionar publicamente para que o partido expelisse Aécio. Ele advoga, porém, por uma saída espontânea do político.


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16/07


2019

Lavagem: Flávio Bolsonaro pede, ministro Toffoli atende

Coordenador da Lava Jato no RJ diz que decisão de Toffoli sobre Coaf é 'retrocesso sem tamanho'

Procurador Eduardo El Hage diz que praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil podem ser paralisadas. Ministro do STF acolheu pedido de Flávio Bolsonaro (PSL).

Por G1 Rio

O coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio, Eduardo El Hage, criticou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que suspendeu todas as investigações em curso no país que tenham como base dados sigilosos compartilhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e pela Receita Federal sem autorização prévia da Justiça.

A decisão de Toffoli acolhe pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL) e foi publicada na última segunda-feira (15), mas divulgada apenas nesta terça (16). Horas depois, o chefe da Lava Jato fluminense se pronunciou.

"A decisão monocrática do Presidente do STF suspenderá praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil", escreveu El Hage.

O procurador do Ministério Público Federal (MPF) avalia ainda que, ao exigir decisão judicial para a utilização de relatórios do Coaf, o STF "aumenta o já combalido grau de congestionamento do judiciário brasileiro".

O procurador afirma ainda que se trata de um "retrocesso sem tamanho que o MPF espera ver revertido pelo plenário (do STF) o mais breve possível".

O julgamento que irá analisar o tema do compartilhamento de dados por órgãos de fiscalização e controle está marcado para 21 de novembro.

Nota de Eduardo El Hage

“A decisão monocrática do Presidente do STF suspenderá praticamente todas as investigações de lavagem de dinheiro no Brasil. O que é pior, ao exigir decisão judicial para utilização dos relatórios do COAF, ignora o macrossistema mundial de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo e aumenta o já combalido grau de congestionamento do judiciário brasileiro. Um retrocesso sem tamanho que o MPF espera ver revertido pelo plenário o mais breve possível".


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16/07


2019

"Está definido", diz Bolsonaro: Eduardo embaixador

Filho do presidente será indicado para representar país nos EUA

Portal Terra

O presidente Jair Bolsonaro confirmou nesta terça-feira (16) que a indicação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, para o cargo de embaixador nos Estados Unidos está "definida".

Diz Bolsonaro que ainda faltam algumas etapas a serem cumpridas para formalizar a nomeação. "Da minha parte está definido. Conversei com ele anteontem [domingo]. Há interesse. A gente fica preocupado, é uma tremenda responsabilidade. Acho que, se tiverem argumentos contrários, que não seja isso que se fala por aí. Não é nepotismo, tem uma súmula do Supremo nesse sentido", disse Bolsonaro.

Eduardo tem 35 anos recém-completados, idade mínima para ser embaixador, e nenhuma experiência diplomática. O deputado, no entanto, usa como argumentos em sua defesa os fatos de ser presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara desde o início do ano e de ter feito intercâmbio nos EUA.

Seu pai disse que ainda é preciso consultar o governo americano sobre a nomeação. A indicação de Eduardo também necessitará do aval do Senado


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16/07


2019

Eduardo: ”Das pessoas mais capacitadas do Brasil”

Para Damares, Eduardo é ‘uma das pessoas mais capacitadas no Brasil’

Em Miami, em entrevista a uma rádio voltada para a comunidade brasileira, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, defendeu a possível indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos, segundo o Broadcast Político.

“A primeira coisa que nós temos que falar é que não existe nepotismo nessa indicação, tá? Segundo, é possível um civil que não seja da carreira diplomática ser embaixador? Claro que é, a lei prevê isso. Terceiro: e se ele for indicado, o presidente está errando? O presidente está escolhendo uma das pessoas mais capacitadas no Brasil”, afirmou a ministra, em entrevista à Nossa Rádio USA, na noite de segunda-feira, 15.

Ao listar as competências de Eduardo, a ministra afirmou que o deputado é um “menino culto e inteligente”. “Eduardo muito jovem passou no vestibular da UFRJ, que quem é do Rio sabe que é um dos vestibulares mais difíceis de passar. Falaestadão  três idiomas. Passou no concurso da Polícia Federal. Um jovem extremamente preparado. Um menino culto, um menino inteligente, um parlamentar extremamente bem avaliado e hoje na Comissão de Relações Exteriores. Não é uma pessoa que vai entrar nesse universo sem conhecer as relações exteriores, conhece”, disse. Como já declarou, Eduardo fala inglês e espanhol.  (Estadão – BR 18)


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16/07


2019

Rede onde Eduardo trabalhou não vende hambúrguer

ÉPOCA - Guilherme Amado

A rede de lanchonetes para qual trabalhou o deputado federal e filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Eduardo Bolsonaro (PLS-SP), não tem no cardápio hambúrguer. As informações são do colunista Guilherme Amado.

O fato de ter fritado hambúrguer nos Estados Unidos foi uma das justificativas usadas por Eduardo Bolsonaro para ter sido indicado pelo paipara ocupar o cargo de embaixador brasileiro em Washington, no país norte-americano.

No site da lanchonete Popeyes, no entanto, aparecem diferentes pratos com frango frito e frutos do mar, mas nenhum com hambúrguer.

presidente já afirmou que o filho é qualificado para assumir o cargo e, por isso, fará a indicação. Eduardo também já disse que tem experiência para aceitar a função de representar o país nos Estados Unidos.

“É difícil falar de si próprio, né? Mas não sou um filho de deputado (sic) que está do nada vindo a ser alçado a essa condição, tem muito trabalho sendo feito, sou presidente da Comissão de Relações Exteriores, tenho uma vivência pelo mundo, já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos Estados Unidos, no frio do Maine, estado que faz divisa com o Canadá, no frio do Colorado, em uma montanha lá. Aprimorei o meu inglês, vi como é o trato receptivo do norte-americano para com os brasileiros”, disse.


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16/07


2019

Boquinha para procurador no Beach Park. E cobrou cachê

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

procurador Deltan Dallagnol pediu passagem e hospedagem no parque aquático Beach Park para ele, a mulher e os dois filhos como condição para dar palestra sobre combate à corrupção na Fiec (Federação das Indústrias do Ceará), em julho de 2017. E cobrou cachê.

Ele discutiu o assunto num diálogo com a mulher obtido pelo The Intercept Brasil e analisado pelo site e pela Folha. “Posso pegar [a data de] 20/7 e condicionar ao pagamento de hotel e de passagens pra todos nós”, disse Dallagnol a ela.

Um mês depois, o procurador fez propaganda da Fiec para convencer o então juiz Sergio Moro a aceitar um convite da entidade. 

“Eu pedi pra pagarem passagens pra mim e família e estadia no Beach Park. As crianças adoraram”, disse Dallagnol. “Além disso, eles pagaram um valor significativo, perto de uns 30k [R$ 30 mil]. Fica para você avaliar.”

Na conversa com Moro, Dallagnol festejou ainda o fato de não ter sofrido punição de órgãos de fiscalização por dar palestras. 

“Não sei se você viu, mas as duas corregedorias —[do] MPF [Ministério Público Federal] e [do] CNMP [Conselho Nacional do Ministério Público]— arquivaram os questionamentos sobre minhas palestras dizendo que são plenamente regulares”, disse.


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16/07


2019

Fundaj abre diálogo com setor da agroenergia

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos, reúne-se, amanhã, com o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha, e empresários do setor. O encontro acontece às 9h30, na Sala Gilberto Freyre, campus Casa Forte da Fundaj.

Na pauta, parcerias na área de cultura, pesquisa e educação, seguidas de visita à exposição Assucar, na Sala Mauro Mota, mostra em homenagem aos 80 anos do livro escritor pelo fundador da Casa, Gilberto Freyre.

"Aos 80 anos do livro Assucar , obra de pioneirismo do mestre Gilberto Freyre, estamos abrindo o diálogo com o setor produtivo da agroenergia com a Fundaj, nas áreas de memória e cultura, pesquisa , formação profissional, numa visão contemporânea desse importante setor produtivo com fortes ligações com essa Casa", destacou Antônio Campos. 

Na área de cultura, a Fundação pode abrir as portas para edições de livros  por meio da Editora Massangana. Já a Coordenação-Geral de Estudos da História Brasileira Rodrigo Melo Franco de Andrade (Cehibra), pode atuar no restauro de acervo bibliográfico e/ou artístico que preservam a memória do setor e, a Massagana Multímidia, atuar na produção de documentários. As três estão  sob a coordenação da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca).

Por sua vez, a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes), tem a disponibilidade de realizar avaliações de impacto das políticas públicas voltadas para o setor sucroalcooleiro, como equalização, subvenção à cana e venda direta, além de estudos referentes à questão social. Na área de educação, a Diretoria de Formação (Difor), poderá contribuir com cursos para qualificação dos que trabalham no setor, nas  áreas de gestão e economia.


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16/07


2019

Um serviço muito precário

Estou conhecendo com meus filhos o shopping de Olinda, muito bonito, amplo e moderno. Os serviços, entretanto, deixam muito a desejar. 

Almoçamos no Faaca, que já tem tradição no Estado – Recife e Região Metropolitana. Mas o do shopping olindense não aconselho a ninguém. Nosso pedido saiu com quase duas horas de espera. As carnes não são como as do restaurante do Recife. 

Saímos decepcionados. Fui na estação da Mônica para levar meu caçula João Pedro e, pasmem, apesar da fila mediana, a venda dos tíquetes estava suspensa. 

Mas o shopping tem muitas opções de lazer para a criançada.


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16/07


2019

Bolsonaro: novo procurador-geral vai surpreender

Presidente afirma que pretende confirmar a escolha aos 48 minutos do segundo tempo; prazo termina em setembro

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou a um grupo próximo de parlamentares que só indicará o novo procurador-geral da Repúblicanos 48 minutos do segundo tempo —ou seja, perto do fim do mandato de Raquel Dodge, que vai até setembro.

 Ele disse ainda que já está 90% definido e que as pessoas terão uma surpresa com o nome que vai escolher para comandar a PGR (Procuradoria-Geral da República). Bolsonaro, no entanto, é considerado imprevisível e pode antecipar a indicação.

Os candidatos ao cargo se movimentam para cair nas graças de Bolsonaro. O subprocurador-geral Augusto Aras, por exemplo, ganhou o apoio do ex-deputado federal Alberto Fraga, que liderava a bancada da bala no Congresso.

Aras já esteve com Bolsonaro, com os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

 O subprocurador Paulo Gonet, católico e conservador, tem o apoio de Walton Alencar Rodrigues, ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) e amigo do presidente.

Raquel Dodge tenta a recondução. Os subprocuradores Lauro Cardoso e José Bonifácio de Andrada também sonham com a indicação.


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16/07


2019

Reação à Dilma: “Não aceito ordens de editoriais”

A reação de Jair Bolsonaro às críticas à sua intenção já anunciada de indicar o filho Eduardo embaixador nos EUA fez, mais uma vez, o presidente ser comparado à petista Dilma Rousseff.

Nesta segunda (15), ele disse que, se a imprensa critica sua escolha, é sinal de que o 03 é a pessoa adequada.

Quem acompanha Brasília lembrou imediatamente do dia em que Dilma, após a The Economist publicar texto cobrando a demissão de Guido Mantega da Fazenda, declarou que não aceitava “ordens de editoriais”.  (Painel da Folha)


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16/07


2019

Outra reforma: governadores do Nordeste assanhados

Governadores do Nordeste já começam a se articular pela próxima reforma, a tributária. Gestores da região enviaram mensagens ao presidente da comissão especial que trata do tema, Hildo Rocha (MDB-MA), para marcar reunião e conhecer detalhes do projeto.

Rocha e o relator do projeto, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), se encontram nesta semana, pela primeira vez, para afinar o discurso e delinear o cronograma da reforma tributária na Câmara.

Embora o governo defenda como ponto de partida a unificação dos impostos federais, a visão inicial de Hildo Rocha é a de que o ICMS, arrecadado pelos estados, faliu e, por isso, precisa ser revisto com urgência.

Prevalecendo essa posição, ganha força o projeto do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que vai na direção oposta doidealizado pelo governo Bolsonaro, mas tem o aval e o carimbo do time do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).  (Daniela Lima – Painel FSP)


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16/07


2019

Solidariedade e espírito de corpo a procurador

Mesmo entre os críticos do procurador Dallagnol, há certa solidariedade e espírito de corpo. É comum ouvir de colegas de carreira do procurador que ele é “bem-intencionado” e que ninguém sobreviveria à publicação de três anos de mensagens enviadas em um ambiente de comunicação privado.

ntegrantes do Conselho Federal da OAB devem debater em agosto medidas a respeito das mensagens já publicadas pela imprensa

Advogados que compõem o colegiado defendem provocar tribunais e órgãos de controle para apurar o plano de Dallagnol de criar com um colega uma empresa de palestras no nome de suas mulheres, caso revelado pela Folha e pelo The Intercept.  (Painel – Folha)


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Comentários

Fernandes

A dupla dinâmica tupiniquim é de papel. Dallagnol, fundamentalista, queria ficar rico. Moro, analfabeto, virar Presidente!



16/07


2019

Vazamentos reavivam debates internos no MPF

Reportagem publicada pela Folha e pelo The Intercept, no domingo (14), sobre planos de Dallagnol para lucrar com palestras reavivou debate há muito travado internamente no MPF.

Quando procuradores de Curitiba passaram a aparecer em atos com remuneração, houve desconforto.

Eu avisei - Os membros da PGR que atuavam no gabinete de Rodrigo Janot e os da força-tarefa da Lava Jato do Rio, por exemplo, nunca cobraram por palestras.

As mensagens foram obtidas pelo The Intercept Brasil, que informou ter recebido o material de fonte anônima.

Os procuradores e o hoje ministro da Justiça, Moro, têm atribuído o vazamento à ação de um hacker.  (Painel – FSP)


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