ArcoVerde

14/03


2019

Prefeitura de Garanhuns emite nota sobre funcionários fantasmas

Nota oficial

A Prefeitura Municipal de Garanhuns, por meio da Procuradoria Municipal, vem a público se manifestar acerca da postagem do Blog do Magno “Blog aponta esquema de funcionários fantasmas em Garanhuns”.

A postagem colocada neste conceituado blog trata apenas da citação de uma notícia do ano de 2018, trazida novamente pela oposição ao Governo Municipal.

O assunto em comento é objeto de inquérito civil aberto pelo Ministério Público de Pernambuco – MPPE, ação de praxe em casos dessa natureza.

A procuradoria por sua vez já prestou todas as informações necessárias ao MPPE, comprovando que as pessoas não são "fantasmas" e possuem residência no município de Garanhuns.

As nomeações e exercício de funções políticas são próprias da administração pública. As funções pré-determinadas no âmbito político administrativo são próprias das funções exercidas pelos cargos citados na referida postagem, o que aliás, se demonstrou através das secretarias de Governo e Administração. Quando intimados, os respectivos agentes públicos prestarão todos os esclarecimentos ao digníssimo promotor.

Ainda à época da notícia de fato, como forma de demonstrar a lisura, afastar e preservar o interesse público, determinamos a Controladoria a instauração imediata de processo administrativo com o fito de apurar e verificar, se acaso existisse, a responsabilidade ou não de agentes públicos, a qual, assim que finalizada, será enviada ao MPPE.

A gestão municipal continua à disposição para prestar todas as informações necessárias ao promotor responsável e demais órgãos fiscalizadores.

Prefeitura de Garanhuns


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Asfaltos

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17/03


2019

Humilhação pública do ministro da Educação respinga em Bolsonaro

Presidente dá poder a Olavo de Carvalho enquanto área sensível do governo fica parada

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

Jair Bolsonaro decidiu submeter mais um auxiliar a um espetáculo de humilhação. Nos últimos dias, ele drenou os poderes de Ricardo Vélez (Educação), forçou a demissão de pessoas de sua confiança e deixou o ministro pendurado no cargo como um morto-vivo. A campanha de degradação pública respinga no próprio presidente.

A crise começou quando Vélez resolveu demitir seguidores do ideólogo Olavo de Carvalho, responsável por sua indicação para a pasta. O padrinho não gostou e incitou um motim. Ele atacou militares e técnicos e, a certa altura, propôs que o ministro fosse posto para fora se não seguisse suas recomendações
Bolsonaro interveio e acabou aniquilando Vélez. Primeiro, obrigou o ministro a demitir um assessor próximo que era criticado pelos olavistas. Depois, forçou a saída do número dois da pasta, alvo do mesmo grupo.

Na última semana, Bolsonaro disse que dera “carta branca” aos ministros para formar suas equipes, mas combinou que teria “poder de veto” sobre essas escolhas. Parece que, no caso da Educação, essa competência foi terceirizada para seu guru.

O presidente estendeu cordéis de marionetes entre prédios de Brasília e a casa de Olavo, na Virgínia (EUA). Publicações do ideólogo nas redes sociais se transformaram em portarias do Diário Oficial. Antes de derrubar inimigos no MEC, ele conseguiu que o Itamaraty demitisse um embaixador que o havia atacado.

Convencido de que Bolsonaro precisa destruir seus rivais e promover uma guerra cultural alucinada contra a esquerda, Olavo insiste que o presidente deve preservar o personagem desvairado da campanha eleitoral. Além de rejeitar qualquer moderação política, ele quer reduzir a influência dos militares no governo.

Enquanto a disputa de poder na Educação se desenrola, uma das áreas mais sensíveis do país fica paralisada. Uma compra de obras literárias aprovada no governo passado não foi realizada e um edital para livros do ensino médio, previsto para janeiro, ainda não foi publicado.


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marcos

Lula tá preso mortadela babaca! Ui

Fernandes

Deve ser f... pra quem não tinha bandido de estimação de repente ter uma milícia inteira!

Fernandes

Fascistas.



17/03


2019

O STF quebrou um pé da Lava Jato

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo 

Chamar roubalheiras de políticos de caixa 2 sempre foi um sonho de consumo

Por 6 a 5, o Supremo Tribunal Federal decidiu que os delitos de caixa dois e as práticas que lhes são conexas devem ficar no âmbito da Justiça Eleitoral. Jogo jogado.

Em 2006, por unanimidade, o mesmo Supremo decidiu que a cláusula de barreira era inconstitucional. Ao fazer isso, as togas dos 11 ministros serviram de cobertura para pequenos partidos que mamavam recursos do fundo partidário e o tempo dos horários gratuito de televisão. Veio a Lava Jato e, com ela, escancarou-se a roubalheira nacional. Graças ao clima que Curitiba criou, o Congresso aprovou uma nova 
modalidade de barreira.

Em 2017, o ministro Gilmar Mendes, que estava na unanimidade de 2006, disse que “hoje muitos de nós fazemos um mea-culpa, reconhecemos que foi uma intervenção indevida, inclusive pela multiplicação de partidos”. (Ele foi o único a fazer o mea-culpa, mas deixa pra lá.)

O 6 a 5 de quinta-feira poderá ser avaliado daqui a anos. Entre a unanimidade de 2006 e o mea-culpa de 2017 passaram-se nove anos.

Chamar de caixa dois as roubalheiras de políticos sempre foi um sonho de consumo. Esse truque saiu da cartola de Lula em 2005, quando surgiu o escândalo do mensalão.

Quando o Supremo matou a cláusula de barreira, os ministros sabiam que, junto com a defesa da liberdade de expressão, abriam a porteira para otras cositas más. Hoje, na estrada do caixa dois há 50 tons de capilés. Numa ponta está o candidato que aceita uma ajuda (monetária ou não) e deixa de registrá-la junto à Justiça Eleitoral. Na outra, está o magnífico Sérgio Cabral. Até bem pouco tempo ele dizia que amealhara dezenas de milhões de dólares valendo-se do desvio de dinheiro eleitoral. 

Era mentira. Num exagero, mandar para a Justiça Eleitoral o processo de um coletor de propinas porque ele diz que tudo era caixa dois seria o mesmo que começar numa Vara de Família o processo do assassino de um casal que deixou quatro filhos, tornando-os órfãos.

Num voto seco, técnico, o ministro Luis Roberto Barroso sintetizou a questão: o que importa não é para onde o dinheiro vai, mas de onde ele vem. Se ele vem de propinas, o delito não é eleitoral, mas corrupção. 
Barroso ficou na minoria.

A sessão do Supremo teve um momento de teatralidade com Gilmar Mendes chamando procuradores de “gângsters”, mas foi ele quem melhor definiu o debate: ”O que se trava aqui é uma disputa de poder”. Saiu satisfeito o lado de quem tenta esconder suas roubalheiras atrás do caixa dois, e quem perdeu foi a turma da Lava Jato. 

O tempo mostrará as consequências do 6 a 5. Em cinco anos, a República de Curitiba destampou a panela da corrupção nacional como nenhum grupo de procuradores ou tribunal conseguiu fazê-lo desde que a Terra dos Papagaios chama-se Brasil. 

A turma da Lava Jato acertou muito e errou pouco, mas tropeçou na soberba.

Sergio Moro não deveria ter divulgado o grampo de uma conversa de Dilma Rousseff com Lula sabendo que ela ocorreu fora do prazo autorizado pela Justiça. Também não deveria ter divulgado um anexo irrelevante e inconclusivo da colaboração do comissário Antonio Palocci no calor da campanha eleitoral do ano passado. Talvez não devesse ter deixado a Vara de Curitiba, e certamente os 12 procuradores signatários do acordo que criaria uma fundação de direito privado com recursos da Petrobras deveriam ter medido melhor os riscos que corriam.

Tanto a turma de Curitiba como os seis ministros do STF acharam que são supremos.


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marcos

Por que a imprensa quer que a Corrupção continue?

marcos

Por que o pt não quer a CPI da lava toga? Já sei Bandido tem medo de justiça.



17/03


2019

Deltan vê STF "desconfortável"

Um dos alvos do inquérito instaurado por ordem do STF para apurar ataques a aos integrantes da Corte, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da da Operação Lava Jato, em Curitiba, diz que sua percepção é que “o Supremo talvez esteja se sentindo desconfortável”.

Em entrevista ao Estadão, Dallagnol fala que há um “clamor social” por transparência.

“A preocupação do Supremo deveria ser de prestar contas à sociedade de suas decisões e não buscar de modo indireto desincentivar agentes públicos de prestar contas e exercerem com a liberdade que a Constituição os assegura o seu direito de manifestação e de crítica.”   (Estadão – BR 18)


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17/03


2019

Venda de alma

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

Enunciando mais um pilar de sua diplomacia paleolítica, o chanceler Ernesto Araújo informou que “nós queremos vender soja e minério de ferro, mas não vamos vender nossa alma”.

Resta saber se alguém quer comprar essa alma.

TESTE

Como ficariam as coisas se:

1) Adélio Bispo, o autor da facada contra Jair Bolsonaro, fosse vizinho de Fernando Haddad no condomínio Vivendas da Barra.

2) Se um delegado informasse que a filha de Adélio namorara um filho de Fernando Haddad.

3) Se Adélio tivesse chegado ao local junto com um 
cidadão filiado ao PT.

4) Se a polícia encontrasse 117 fuzis pertencentes a Adélio na casa de um amigo dele.


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Fernandes

Governo Fracassado. Educação?: Nada Saúde? Muito menos. Segurança? Você pode até 4 armas em casa. Economia? Nada. Geração de emprego? Nada. Fake News e micos? A todo vapor!

Fernandes

Deve ser f... pra quem não tinha bandido de estimação de repente ter uma milícia inteira!

Fernandes

A burguesia trocou o “Anti-Petismo” pelo “Milicianismo” Agora são todos assassinos.

Fernandes

Depois que o PT implantou o comunismo no Brasil ex-PM pode ter casa em condomínio de luxo e ex-motorista pode ficar internado no Albert Einstein. Marx estaria orgulhoso.

Fernandes

Nova Zelândia depois do massacre: Vamos endurecer a venda de armas. Brasil após o massacre Que tal armar os professores e construir de fábricas de armamentos.?



17/03


2019

O aprendiz de twitteiro

A paixão de Jair Bolsonaro por postar polêmicas no Twitter pode enfraquecer sua liderança como presidente — mas ele segue encantado com o feitiço das redes

ÉPOCA – Luís Antônio Giron

A mania de tuitar do presidente Jair Bolsonaro lembra Mickey Mouse no desenho animado “O Aprendiz de Feiticeiro” (1940), de Walt Disney. O rato é deixado sozinho na oficina do mestre. Sua tarefa é fazer a faxina no local. Como não quer dar duro, usa uma mágica que ele não domina e encanta o esfregão para que o utensílio faça o serviço no seu lugar. Mas o esfregão gera caos, arrancando os objetos e móveis e encharcando o chão. Mickey golpeia o esfregão com um machado. Mas este se duplica e se multiplica – e assim a cada golpe. Tudo parece perdido quando o feiticeiro volta para restaurar a ordem.

Também o feitiço virou contra o aprendiz de twitteiro. Bolsonaro se entusiasmou com a mágica do mestre Donald Trump, que lançou a moda de governar pelo microblog. Assim, desde que assumiu o governo ­­— ou “a selva”, como tuitou no dia da posse —, passou a disparar mensagens contra a classe artística, os inimigos políticos, militantes de esquerda e sobretudo contra a imprensa. Insultou jornalistas na velocidade de uma postagem a cada três dias. O mais recente foi contra Constança Marques, correspondente do jornal “O Estado de São Paulo”, a quem acusou de conspirar para derrubar o governo. Como se não bastasse, postou um vídeo pornográfico para condenar os supostos costumes lúbricos em moda no Carnaval. Assim, popularizou o “golden shower” junto à família brasileira.

Dessa forma, nosso bravo noviço aumentou o tom e desferiu machadadas contra o esfregão até que desagradou a todos, inclusive apoiadores e as categorias que votaram nele, como funcionários públicos, policiais, militares e empresários. A pancadaria se instalou nas redes sociais, com repercussões internacionais nada positivas. 

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado: O aprendiz de twitteiro - ISTOÉ Independente


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Fernandes

Governo Fracassado. Educação?: Nada Saúde? Muito menos. Segurança? Você pode até 4 armas em casa. Economia? Nada. Geração de emprego? Nada. Fake News e micos? A todo vapor!

Fernandes

Deve ser f... pra quem não tinha bandido de estimação de repente ter uma milícia inteira!

Fernandes

A burguesia trocou o “Anti-Petismo” pelo “Milicianismo” Agora são todos assassinos.

Fernandes

Depois que o PT implantou o comunismo no Brasil ex-PM pode ter casa em condomínio de luxo e ex-motorista pode ficar internado no Albert Einstein. Marx estaria orgulhoso.

Fernandes

Nova Zelândia depois do massacre: Vamos endurecer a venda de armas. Brasil após o massacreQue tal armar os professores e construir de fábricas de armamentos.?



17/03


2019

Fraudes: secretária de administração da Paraíba é presa

Estadão Conteúdo

A secretária de administração da Paraíba, Livânia Farias, foi presa neste sábado, 16, no âmbito da Operação Calvário, que mira suposto esquemas de fraudes que envolve R$ 1,1 bilhão em contratos da Saúde. Ela havia sido alvo de busca e apreensão nesta quinta-feira, 14. Também foi decretada a prisão do dirigente da Cruz Vermelha, sede do Rio Grande do Sul, Daniel Gomes.

De acordo com o desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba, que autorizou a prisão de Livânia e Daniel, caso soltos, eles podem obstruir as investigações. O magistrado também mandou bloquear um imóvel e uma BMW, bens atribuídos a Livânia.

Delação

Um ex-assessor do governo da Paraíba afirmou, em depoimento, ter recebido R$ 900 mil em propinas da Cruz Vermelha em nome da secretária de Administração, Livânia Farias. Segundo o ex-funcionário, homem de confiança da chefe da pasta, ela ainda teria comprado uma casa de R$ 400 mil no interior do Estado com o dinheiro.

Leandro Nunes Azevedo ficou preso em todo o mês de fevereiro na Operação Calvário II, deflagrada pelo Ministério Público Estadual contra fraudes em repasses de R$ 1,1 bilhão para contratos da Saúde da Paraíba. Os termos foram firmados com a Cruz Vermelha Brasileira, filial do Rio Grande do Sul e o Instituto de Psicilogia Clínica, Educacional e Profissional. De acordo com as investigações a Cruz Vermelha, que administra o hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, teria firmado contratos superfaturados para viabilizar desvios de verbas recebidas pelo Estado.


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17/03


2019

Rede bolsonarista ‘jacobina’ promove linchamento virtual até de aliados

Como funciona a 'máquina' de difamação operada pela ala mais radical de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais

José Fucs, O Estado de S.Paulo

A repórter do Estado Constança Rezende tornou-se alvo no domingo, 10, de um violento ataque digital. Quando se preparava para sair de casa e almoçar com a família, Constança foi informada por uma de suas fontes via WhatsApp de que um post publicado pelo canal Terça Livre, que reúne militantes bolsonaristas e pupilos do escritor e pensador Olavo de Carvalho, estava provocando uma forte reação contra ela nas redes sociais. A razão: uma suposta tentativa de “arruinar” o presidente Jair Bolsonaro com as reportagens sobre o Caso Queiroz. Constança se dedica a essa cobertura desde o princípio.

A partir da publicação do Terça Livre, com base em declarações distorcidas de Constança divulgadas por um blogueiro belgo-marroquino num site francês, a vida da jornalista virou um tormento. Ela foi xingada, ameaçada e tornou-se tema de memes nas redes. Páginas falsas dela foram criadas na internet. Pior: a certa altura, o próprio presidente compartilhou o post do Terça Livre em suas redes sociais, amplificando os ataques.

O caso de Constança revela, em toda a sua extensão, o funcionamento da máquina de assassinato de reputação operada por grupos bolsonaristas e olavistas, que formam as correntes mais radicais e dogmáticas da chamada “nova direita” do País. Em razão dos ataques virtuais desferidos pela turma, várias vítimas acabam por restringir o acesso a seus perfis e silenciar sobre o tema que deu origem às agressões. Algumas pessoas simplesmente apagam suas páginas, aterrorizadas pela agressividade dos comentários. 


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Fernandes

Depois que o PT implantou o comunismo no Brasil ex-PM pode ter casa em condomínio de luxo e ex-motorista pode ficar internado no Albert Einstein. Marx estaria orgulhoso.


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17/03


2019

É só o TSE que está despreparado?

Apolo da Ailva - Blog Os Diverrgentes

O STF e o STJ também estariam despreparados para julgar os casos originados pela Operação LAVA JATO? Esta é a pergunta necessária diante da reação do ministro Sergio Moro, do Ministério Público SUPERIOR do Panará e da própria intervenção da PGR, Raquel Dodge. Ela chegou a dizer que o TSE não está preparado para julgar casos de Caixa 2, segundo o Ministério Público Superior do Paraná, relacionados a suspeitas de corrupção.

As declarações proclamando a incompetência de um Tribunal são um incentivo à continuidade e recrudescimento aos ataques ao STF e a seus ministros. A decisão do presidente do STF, Dias Tofolli, de investigar agressões e Fake News esbarra no funcionamento da Polícia Federal e das polícias em geral, que costumam investigar o que quiserem, ou os fatos que são cobrados pela opinião pública, como no caso Marielle.

Para o ministro Moro e estes procuradores SUPERIORES só eles têm o direito de julgar os indiciados pela LAVA JATO. Qualquer outra instituição da Justiça é formada por pelegos, cúmplices da corrupção e que vão livrar todos os culpados de condenações e de cumprir suas penas.

Em algum momento os Tribunais Superiores terão de se perguntar: Exercemos nossas funções para fazer Justiça e defender o ESTADO DE DIREITO? Ou para perseguir? Ou para chancelar uma espécie de VALE TUDO!


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16/03


2019

“Toma lá, dá cá” na reforma da Previdência?

O “toma lá, dá cá” parece estar mais próximo do Planalto do que o prometido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com um áudio (Clique aí) que está circulando em Brasília.

Parlamentares têm negociado a indicação de cargos no governo em troca de votos para a reforma da Previdência, de acordo com O Globo.

Segundo reportagem publicada neste sábado, 16, a gravação mostra conversa entre o deputado Guillem Lemos (PSL-PB) e o secretário geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo, Fabio Nobrega Lopes, na qual Lemos afirma que conseguiu junto à Casa Civil a indicação de nomes para cargos de direção na Funasa e no Incra.

Conforme o áudio, Lemos afirma que “logo de cara” vai conseguir indicações para a Funasa e o Incra, mas que também tentará “um terceiro negócio”.

Lemos diz que no áudio “não tem nada que desabone minha conduta, nenhuma conversa que seja não republicana, é uma conversa pessoal a respeito de uma conjuntura política”.

Sobre a busca por um “terceiro espaço”, Lemos não revela que órgão, além da Funasa e do Incra, teria indicações escolhidas por ele.


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16/03


2019

Bolsonaro recebido por Rodrigo Maia em almoço para "governabilidade" no país.

Maia recebe Bolsonaro, Toffoli e Alcolumbre em almoço para melhorar diálogo entre os poderes. Maia disse que se busca um pacto de 'governabilidade' para o país.

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu em um almoço neste sábado (16) o presidente da República, Jair Bolsonaro, e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, além de ministros de estado.

Maia afirmou que o encontro busca uma forma de melhorar o diálogo entre os poderes, o que ajudará na aprovação de reformas necessárias ao país, com prioridade para a da Previdência Social.

Maia acrescentou que em "qualquer país do mundo" parlamentares e poder Executivo "governam juntos".

Ministros

Dos 22 ministros de Estado, 15 participaram do almoço.

Conforme o colunista do G1 Valdo Cruz, há uma "guerra" interna no MEC provocada por desentendimentos entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Há uma pressão de ministros da ala militar para que Vélez deixe o governo.

Após o churrasco, Maia afirmou que sua vontade é ter a reforma pronta para ser analisada pelo plenário da Câmara "no mês de maio".

O almoço ocorreu na véspera da primeira viagem oficial de Bolsonaro como presidente aos Estados Unidos.


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Fernandes

Quantos fascistas.



16/03


2019

Deseja-se apagar Lava Jato para acender o forno

Josias de Souza

Ao longo dos seus cinco anos de existência, a Lava Jato provocou diferentes sensações. Quando realizou suas primeiras prisões, a operação causou um estranhamento no país. Quando obteve as primeiras delações, ateou um receio em Brasília. Quando começou a encarcerar empreiteiros, produziu pânico no PIB e nos subterrâneos do Poder. Quando obteve condenações em série de figurões da oligarquia político-empresarial, a Lava Jato acendeu uma euforia nas ruas 

O impeachment de Dilma e a prisão de Lula deram a Sergio Moro e aos rapazes da força-tarefa de Curitiba uma sensação de invulnerabilidade. Ferida, a aliança que saqueou os cofres públicos impunemente desde a chegada das caravelas passou a se guiar por uma lei que, em Brasília, é conhecida como Lei de Murici, que estabelece no seu artigo primeiro: "Cada um cuida de si". 

Desde então, os alvos da Lava Jato e seus aliados jogavam com o tempo. Esperavam pelo dia em que a faxina, por rotineira, virasse um assunto chato. Os adversários da Lava Jato avaliam que a hora do troco chegou. Ironicamente, um tropeço da força-tarefa de Curitiba anima a reação. 

A ideia de abrir uma fundação privada anticorrupção com R$ 2,5 bilhões provenientes de uma punição aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra a Petrobras revelou-se um disparo de míssil contra o pé dos 13 procuradores que celebraram o acordo. Na administração pública, nada do que precisa ser muito explicado cai bem.

Contestado pela própria procuradora-geral da República Raquel Dodge, o acordo sobre a fundação foi suspenso pelo ministro Alexandre Moraes, do Supremo. Foi a segunda paulada na Lava Jato em menos de 24 horas. Na véspera, o plenário da Suprema Corte havia transformado a Justiça Eleitoral no novo foro privilegiado dos políticos. Fez isso ao decidir, por 6 a 5, que processos em que a ladroagem estiver misturada ao caixa dois serão julgados pelo ramo eleitoral do Judiciário, onde vigora, em matéria penal, a impunidade. 

Os corruptos esfregam as mãos, enquanto tramam contra o pacote anticorrupção de Sergio Moro. Está em curso um movimento para apagar a Lava Jato e acender o forno que assa pizzas.


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16/03


2019

Governadores: cargos a irmãs, cunhadas, primos, sobrinhos e ex-mulher

Levantamento da Folha também mostra que houve nomeações de familiares de aliados

João Pedro Pitombo – Folha de S.Paulo

Eleitos em 2018 com um discurso de mudança nas práticas políticas, novos governadores nomearam parentes próprios ou de aliados para cargos estratégicos em suas respectivas gestões.

Levantamento da Folha aponta que governadores deram cargos para mulheres, irmãs, cunhadas, primos, sobrinhos e até ex-mulher.

A maior parte dos casos não é considerado irregular pelo Supremo Tribunal Federal, que não considera nepotismo a indicação de parentes para cargos considerados políticos, caso de secretários de estado, por exemplo.

Leia mais: Governadores dão cargos a irmãs, cunhadas, primos, sobrinhos e até ...


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16/03


2019

A hora da oposição

André Singer – Folha de S.Paulo

Caso Marielle, circulação de armas e decisão do STF contra Lava Jato pedem novas alternativas

Os fatos da semana voltaram a colocar em maus lençóis o projeto que chegou ao governo em outubro passado. 

As possíveis ligações dos suspeitos de matar Marielle Franco (PSOL-RJ), o efeito pernicioso da circulação de armas e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Lava Jato impõem questionamentos aos atuais donos do poder. Falta, porém, uma frente de oposição capaz de apresentar alternativas convincentes a ponto de propiciar a formação de uma nova maioria no país.

No primeiro caso, o problema de fundo refere-se à segurança pública. Foi devido à prolongada incapacidade do Estado brasileiro oferecer garantias às periferias que as milícias cresceram no Rio de Janeiro. A sua expansão parece ter ido ao ponto de simplesmente optar pela eliminação de adversários políticos.

Desde esse ponto de vista, a prisão dos supostos executores da vereadora psolista poderia representar um ponto de partida para a desmontagem do sistema de violência privada que se apoderou de áreas da cidade. No entanto, é preciso saber o que colocar no lugar. O balanço das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e a consequente formulação de propostas que as incorporem e superem é urgente.

Da mesma maneira, o sinistro ataque à escola Raul Brasil na Grande São Paulo, além da indispensável solidariedade às vítimas, às famílias e aos colegas, precisa ser encarado do ponto de vista das políticas públicas. Se a resposta oficial —armar os professores— não é adequada, o que se deve fazer?

Aquilo que os norte-americanos chamam de “school shootting” cresceu muito nos EUA na última década, configurando uma doença social cuja terapêutica precisa ser encontrada. Dificultar o acesso a todos os tipos de arma ajudaria a diminuir o número de casos, afirmam os especialistas. Porém medidas complementares, como abrir canais de escuta para jovens com dificuldade de pertencimento ao meio, parecem igualmente necessárias.

Por fim, a maioria do STF em favor de que a Justiça Eleitoral possa julgar casos de desvios de dinheiro público quando conectados à prática de caixa dois não deve ser compreendida como um voto de leniência. Trata-se de oportunidade para indicar uma estratégia equilibrada de combate à financeirização da atividade partidária. Dificilmente a oposição dará a volta por cima se não recuperar para si as bandeiras republicanas perdidas.

A extrema direita só tem a oferecer mais privatização, difusão da violência e punitivismo seletivo. As respostas que dá às angústias do momento são toscas. Mas, se não forem superadas por um programa oposto, estão fadadas a prevalecer por W.O.


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16/03


2019

"Me deem R$ 1 trilhão pelo amor de Deus!"

Paulo Guedes sobre Previdência

Eduardo Campos – Estado de S.Paulo

O ministro da economia, Paulo Guedes, demostrou renovado otimismo com a aprovação da reforma da Previdência e também com o Pacto Federativo em evento na FGV. A reforma pode ser aprovada ainda no primeiro semestre e ele disse que ainda não encontrou político contrário à revisão do pacto.

Guedes falou por uma hora em evento na FGV e divertiu a plateia com piadas, ironias e algumas duras verdades sobre o processo de retomada da economia brasileira, que, segundo ele, não será rápida nem fácil, "pois foram muitos anos de mentalidade muito diferente".

Evidentemente, disse ele, a recuperação será mais rápida quanto mais efetivas forem as medidas e as aprovações no Congresso, já que o timing das mudanças será dado pela política.

Conta que sobe a 260 votos considerando cerca de 100 votos “velados”, de parlamentares que falam que vão votar, mas não declaram, pois seus partidos têm atritos com alguns pontos da reforma, como a mudança no BPC.

Assim, disse o ministro, faltam de 48 a 50 votos que são uma questão de “opinião pública”. Ainda de acordo com os cálculos políticos da equipe, Guedes disse que a reforma “sai ainda no primeiro semestre”.


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16/03


2019

Partidários de Bolsonaro inflam reação ao Supremo

Parlamentares do PSL comandam ofensiva nas redes sociais contra ministros da Corte após resultado do julgamento sobre caixa 2

Renato Onofre, O Estado de S.Paulo

Parlamentares do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, têm inflado as manifestações contrárias ao Supremo Tribunal Federal nas redes sociais e capitaneado ofensivas contra magistrados no Congresso. A reação foi intensificada após a Corte decidir, nesta quinta-feira, 14, encaminhar casos de caixa 2 associados à corrupção para a Justiça Eleitoral, medida criticada por procuradores e considerada uma derrota para a Lava Jato.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, é um dos que criticaram a decisão. Ele disse nesta sexta-feira, 15, que “há uma revolta muito grande” nas redes sociais com o resultado do julgamento.

“Como representante da população, essa mensagem tem que ser dada: a população não gostou e realmente está pegando mal. Isso aí acaba desgastando um pouco a imagem do Supremo, sim”, afirmou o parlamentar, durante evento em São Paulo.

O próprio presidente já havia se manifestado contra a medida em café com jornalistas nesta quarta-feira, 13, antes da decisão final dos ministros.


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16/03


2019

Toffoli vê "movimento para assassinar reputações"

Vera Rosa, O Estado de S.Paulo

Um dia após anunciar a abertura de inquérito para investigar fake news, ofensas e ameaças dirigidas a integrantes do Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, Dias Toffoli, disse, nesta sexta-feira, 15, que a tecnologia voltada para destruir a honra será combatida a todo custo. Nos últimos dias, o Supremo foi alvo de novos ataques nas redes sociais e recebeu críticas até de procuradores da Lava Jato.

“Esse assassinato de reputações que acontece hoje nas mídias sociais, impulsionado por interesses escusos e financiado sabe-se lá por quem, deve ser apurado com veemência e punido no maior grau possível”, afirmou Toffoli ao Estado. “Isso está atingindo todas as instituições e é necessário evitar que se torne uma epidemia.”

O tema também fará parte do cardápio do almoço de hoje entre os chefes dos três Poderes. A ideia foi do presidente da CâmaraRodrigo Maia (DEM-RJ), que convidou para o encontro o presidente Jair Bolsonaro, Toffoli e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de ministros.


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