FMO janeiro 2020

14/03


2019

Deputado defende o fortalecimento da cadeia naval

Nos últimos quatro anos, 60 mil trabalhadores perderam o emprego na indústria naval brasileira. Hoje, os estaleiros empregam 25 mil pessoas, número que já chegou a 84 mil em 2014. Uma dura consequência de um novo déficit no setor.  Em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul, que já chegou a gerar 18 mil empregos diretos, emprega atualmente cerca de 3.500 pessoas na conclusão dos últimos navios petroleiros que estarão prontos até meados deste ano. Sem novas encomendas, a previsão não é nada otimista.

No Estaleiro Vard Promar, também localizado no Complexo de Suape em Pernambuco, a situação não é diferente. Apenas nos últimos 18 meses, houve uma redução de 91% na geração de empregos. Nesta semana, o deputado estadual e membro da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Alepe, Romero Sales Filho, esteve no Promar reunido com o diretor presidente, Guilherme Coelho para tratar dos projetos futuros previstos para o estaleiro.

O Vard Promar está entre os finalistas do edital que vai licitar a construção de quatro corvetas para a Marinha. As corvetas são a esperança mais factível de sobrevivência do estaleiro e podem garantir trabalho para o empreendimento por até oito anos.  “A crise no setor naval poderia ser evitada com articulação política entre o governo do estado e o governo federal para que haja a redução do conteúdo local na frota nacional ou a liberação de recursos para a renovação da frota da Marinha. Precisamos de mais articulação para atrair investimentos. Sem novas encomendas, a base industrial desenvolvida em Pernambuco pode vir a fechar”, apontou Romero Sales Filho.

“É preciso que se unam forças, independente de situação ou oposição, para criarmos uma política sólida para que o setor não seja abandonado ao primeiro sinal de crise econômica. Pernambuco ainda tem muito trabalho a prestar nesse segmento, mas precisamos de uma política consistente de incentivos a essa cadeia tão importante para geração de emprego e renda em nosso Estado”, finalizou o deputado.


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Detra maio 2020 CRLV

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01/06


2020

José Múcio e Collor, as lives da semana

Na sequência de entrevistas com personalidades nacionais pelas lives do Instagram do blog, amanhã, o convidado é o presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro. Já na quinta (04), o ex-presidente e senador por Alagoas Fernando Collor (PROS).

Na pauta de ambos, a crise na saúde pública provocada pela pandemia do coronavírus e suas consequências na política e na economia. Sempre às 19h. Se você não segue ainda o Instagram do blog, o endereço é @blogdomagno.


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Abreu e Lima - Maio

01/06


2020

FBC articula R$ 49,8 mi para municípios pernambucanos

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) articulou o repasse de R$ 49,8 milhões do Ministério da Saúde para os municípios de Pernambuco fazerem frente às despesas com a pandemia do coronavírus. Os recursos extraordinários contemplam 18 municípios de todo o estado, inclusive da Região Metropolitana, onde o número de casos de Covid-19 é maior.

“Os recursos que articulamos junto ao Ministério da Saúde é um importante reforço para as prefeituras investirem em leitos e equipamentos de proteção individual e contratarem pessoal. Sabemos que a principal medida para conter o avanço do coronavírus é o distanciamento social, mas os municípios precisam estar preparados para vencer esta primeira onda da pandemia e preservar o maior número de vidas”, afirma o senador.

Fernando Bezerra Coelho lembra que o montante viabilizado junto ao Ministério da Saúde soma-se aos recursos que estão sendo disponibilizados pelo governo federal para o enfrentamento da pandemia em todo o país.

“O governo federal tem feito todo o esforço para ajudar estados e municípios neste momento de dificuldade, inclusive, liberando recursos para aliviar as finanças, que sofreram forte impacto com a perda de arrecadação. Os recursos do pacote de ajuda aprovado pelo Congresso Nacional devem chegar nos próximos dias, a tempo, portanto, do pagamento da folha e assegurando a manutenção de serviços essenciais”.


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Prefeitura do Ipojuca

01/06


2020

Se o vírus Ching-Ling fosse Made in EUA

O que aconteceria se o vírus maledeto fosse imperialista americano de nascença ao invés de ser comunista chinês da gema?! Se fosse Made in USA e não um Ching-Ling?!  Eis o miolo da crônica surrealista do bicho-grilo Adalbertovsky. Lá vai ele: “Se o inseto fosse eleitor do republicano Donald Trump e não do comunista Xi Jinping?! Se falasse inglês e não o Mandarim?!’. 

“Acusado de manipular o monstro nos laboratórios da CIA, o pobrezinho Donald Trump seria denunciado como inimigo da humanidade pela intelligentsia vermelha internacional, sofreria um Impichi e nunca mais pisaria na Casa Branca, nem morto”.

“Breaking news: ao som do hino da Internacional Comunista – “De pé, ó vítimas da fome/ de pé, famélicos da terra” –  Karl Marx ressuscitaria no cemitério capitalista de Highgate em London city, para proclamar a falência do sistema capitalista e  implantar o paraíso comunista neste vale de lágrimas e de dólares, sob a bênção do Papa globalista comunizante”.  

“Acusado de ser cúmplice de Donald Trump na manipulação do vírus imperialista, o Capitão seria acusado de crime de lesa-pátria, impichado e preso em primeiríssima instância, além de pedir desculpas ao inocente Adelio por tê-lo injuriado. O bode rouco celebraria: “Ainda bem que a natureza criou esse monstro” imperialista para libertar os companheiros das garras do capitalismo reacionário e reconduzir a mundiça da seita vermelha ao poder”.

“Contemplada com o Prêmio IgNobel de Física por ser autora da teoria escalafobética de estocar ventos orgânicos, a Mulher da Mandioca Vermelha seria reconduzida ao Palácio do Planalto para completar o mandato que lhe foi usurpado pelos golpistas virulentos durante o Impichi em 2006”. A crônica surrealista do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião. Metam os peitos! 


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Fernandes

EUA e Brasil: Dois desgovernos eleitos por evangélicos. Dois desgovernos que odeiam a Ciência.



01/06


2020

67% têm orgulho de ser brasileiro e 29%, vergonha

Do G1

Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no site do jornal “Folha de S.Paulo”, no final da noite de ontem, mostra que a maioria dos brasileiros tem "mais orgulho do que vergonha" (67%) do país. De acordo com a mesma pergunta, 29% sentem "mais vergonha do que orgulho". 3% não sabem ou deram outras respostas.

Este número de brasileiros que sentem "mais orgulho do que vergonha" mostra a primeira queda desde que este índice começou a subir, em junho de 2017. Na época, quando o país era governado por Michel Temer, 50% dos eleitores sentiam "mais orgulho do que vergonha" de serem brasileiros, enquanto 47% relataram sentir "mais vergonha do que orgulho" – outros/não sabem eram 2%.

O levantamento divulgado ontem, ouviu 2.069 pessoas nos dias 25 e 26 de maio. As entrevistas foram feitas por telefone. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Tem mais orgulho do que vergonha ou mais vergonha do que orgulho de ser brasileiro?

Mais orgulho do que vergonha: 67%
Mais vergonha do que orgulho: 29%
Não sabe/Outras respostas: 3%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: medo ou confiança

Com medo do futuro: 57%
Com confiança no futuro: 41%
Não sabe: 2%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: esperança ou medo

Com mais esperança do que medo: 53%
Com mais medo do que esperança: 46%
Não sabe: 1%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: seguro ou inseguro

Inseguro: 69%
Seguro: 30%
Não sabe: 1%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: animado ou desanimado

Desanimado: 59%
Animado: 39%
Não sabe: 11%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: feliz ou triste

Triste: 63%
Feliz: 34%
Não sabe: 3%

Sentimento em relação ao Brasil de hoje: tranquilo ou com raiva

Tranquilo: 52%
Com raiva: 42%
Não sabe: 6%


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Banco de Alimentos

01/06


2020

Um junho mudo e de cinzas

Por Mariana Teles*

O ano é de 2020. Amanhece junho, segunda feira. No calendário é o sexto mês do ano, aquele que marca a metade da volta que damos em torno do sol a cada 365 dias.

É o tempo junino. Basta o frio começar a aparecer que a gente intuitivamente segue o caminho do interior. Caruaru já estaria em festa. Petrolina e Arcoverde iluminando o sertão de uma ponta a outra. Lá no frio da Serra Negra de Bezerros o forró já estava "comendo no centro". Do outro lado da fronteira, na minha igualmente amada Paraíba, Campina Grande já fazia a mágica de deixar o mundo dentro do Parque do Povo. Era tempo de São João. Santo Antônio. São Pedro. Para cada santo, um forró/romaria diferente. 

No nordeste, essa virada de calendário é um ritual. Com direito a cheiro, cores, sons e sabores. Zé Marcolino, compositor imortalizado na voz de Luiz Gonzaga cantou lá atrás que: "todo tempo que houver pra mim é pouco, pra dançar com meu benzinho numa sala de reboco”. José Fernandes, outro compositor de pena iluminada emprestou ao velho Gonzaga aquela canção que se tornou hino do mês de junho: "olha pra o céu, meu amor, vê como ele está lindo..." 

Essa mistura de vozes e sons tornou o mês de junho um mês atípico para o povo sertanejo. Capaz de mexer com a nossa auto estima, de iluminar as vielas do interior com aquelas bandeirinhas coloridas cortadas de todo tamanho, de tirar a chita com cheiro de naftalina do armário e passar um pano no chapéu do São João do ano passado.

Além do som, que compõe a tônica das sanfonas, das zabumbas e do triângulo do mês de junho, o paladar do sertanejo parece adivinhar o tempo de comer canjica, pamonha e festejar o mês de junho com a boca e os pés, ora provando o gosto do milho assado, ora dançado dois pra lá e dois pra cá.

O São João é o Carnaval do povo do sertão. É o tempo que a gente escolhe para comprar aquelas "mudinhas" de roupa que passa o ano inteiro esperando. Que o parente que foi trabalhar no sudeste chega falando chiando e perguntando onde é o primeiro forró de pé de balcão para ir tomar uma pinga...

Esse ano, com a coronacrise que nos impõe a prisão domiciliar moderna, a saúde é o refrão da quadrilha que a gente precisa puxar. Mas dá um desgosto danado começar o mês de junho sem sentir o cheiro do povo na rua, das cidadelas do interior vivendo a ansiedade de saber qual o sanfoneiro e banda iam tocar no dia festejo.

Eu nunca vivi um ano sem São João. Não sei como o povo da minha terra vai viver esse mês de junho sem chegar nem perto de um forró pé de serra. Esse negócio de Live pra cá, live pra lá, pode prestar para um bocado de coisa, mas fica faltando a energia do povo misturado, o calor da fogueira e o trinado da sanfona. A gente gosta mesmo é de gente e de forró no meio da rua. 

Meus amigos músicos estão com os instrumentos guardados. A moça do cachorro quente não vai salvar ninguém da fome no final da festa. A cabeleireira do bairro não renovou o estoque de tinta para cabelo. A costureira não vai colocar o bico no vestido da menina que ia dançar quadrilha. O homem do som e do palco, não mandou tirar a poeira dos equipamentos. Uma indústria inteira, para além do entretenimento, mas responsável por mais de 5 milhões de emprego no país de mãos cruzadas e boca fechada. É um ano atípico. Nem as cinzas da fogueira de São João conseguem ser mais triste do que o mês de junho que amanhece hoje.

Um pedaço da identidade do nosso povo é cerceado. A gente tem que cuidar da saúde, pois muitos outros meses juninos virão, mas por enquanto, a gente também precisa cuidar daquela fogueira que aquece a alma, enche o coração, os ouvidos e deixa a gente dançando no imaginário de um São João colorido, alegre e com sanfona de verdade. E eu, sentindo a tristeza coletiva de todo nordestino, me recorro aos "meninos de Zé Marcolino", meus queridos Bira e Fatinha, e mando o mesmo bilhete para Siá Filiça. 

Cadê a lenha da fogueira 
Siá Filiça 
Cadê o milho pra assar 
Cadê aquele teu vestidinho de chita 
Que tu vestia pra dançar 
Cadê aquele sanfoneiro 
Que eu pedia pra tocar 
A canção da minha terra 
Um forró de pé-de-serra 
Que eu ajudava a cantar 
Quando me lembro disso tudo 
Siá Filiça 
Me dá vontade de chorar 
Cadê aquele balãozinho 
Siá Filiça 
Que coloria o meu lugar 
Minha esperança ainda dorme 
Siá FiIiça 
E eu com pena de acordar 
Quebrar panela no terreiro 
E a fogueira pra pula 
Uma quadrilha bem marcada 
E um belo São João de latada 
Que era bom pra namorar 
Quando me lembro disso tudo 
Siá Filiça 
Me dá vontade de chorar. 

Fico esperando a resposta, Siá Filiça em 2021. De preferência, com o São João começando logo em março, pra gente tirar o atraso de 2020.

*Advogada, poetisa e sertaneja


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Prefeitura de Serra Talhada

01/06


2020

Eleitor atrevido da moléstia

Por sugestão de leitores matutos como eu, criado no mato (meu pai Gastão Cerquinha nos levava todo fim de semana para o sítio em Afogados da Ingazeira), inspirado entre a sonoridade triste e agourenta do acauã e o canto belo do sabiá, tenho contado muitas histórias que vivi entre a infância, a adolescência e já com cabelo na venta também.

Elas envolvem muito meu pai, seu legado de sertanejo afoito e apaixonado por cheiro de terra, romântico, daqueles que ainda mandam flores, que olham para a lua e da sua luminosidade extraem um poema. Mas a minha mãe, a flor Margarida, também é estuário dos bons, de onde é possível regar uma boa prosa. Mamãe morreu aos 86 anos, infarto fulminante. Foi uma guerreira. Pariu nove filhos, matou a fome de todos com tareco e mariola, como canta Petrúcio Amorim.

De personalidade dura como as pedras sertanejas, nunca levou desaforo para casa. Papai, político, mais conciliador e diplomático, reclamava que de vez em quando ela afugentava eleitores pelo temperamento meio a seu Lunga. Era o traço da sua honestidade. Dizia o que vinha na cabeça e ponto final.

Quando comecei a namorar Aline Mariano, hoje vereadora no Recife, mãe dos meus filhos Magno Filho e João Pedro, ela foi logo dizendo: "Mariano, aqui nesta casa não bota os pés".  Aline é filha do ex-deputado Antônio Mariano, já falecido, adversário político da minha família desde que me entendi de gente. Daí, a ira e decepção de mamãe. Foi um golpe na vida dela, mas o tempo se encarregou de deixá-la apaixonada por Aline, para quem depois não tinha defeitos, só virtudes.

Num dia de eleição na qual papai disputava mais um mandato de vereador, um cabra atrevido chegou lá em casa justamente na hora em que ela matava a sede das suas plantinhas nos jardins, ao lado da garagem. Dizendo ser eleitor fiel de papai, o cabra inventou de pedir a ela para lavar seus pés.

O sangue dos Martins da paraibana Monteiro fez ela dá um bote de cobra no cidadão. 

"Tenha vergonha na cara! Tais pensando que sou mulher largada? Olhe a mangueira aqui, pegue e lave".

Papai perdeu o voto, mas esse atrevimento ela não engoliu


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O Jornal do Poder

01/06


2020

A República independente das Carrancas

Junho mostra a sua cara, hoje, sem os tradicionais festejos da sua época junina por causa da pandemia do coronavirus, mas com uma rebeldia no campo político e administrativo em Pernambuco: o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), dá seu grito de independência e proclama a República das Carrancas ao desobedecer ao decreto do governador Paulo Câmara (PSB), do outro lado do seu balcão da política, que manda prorrogar o fechamento do comércio, enquanto o prefeito determina a abertura em seu município. 

O que o governador fará? É a pergunta do dia.


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Shopping Aragão

31/05


2020

O mundo encantado de Paulo Câmara

Por meio de uma publicação no Instagram, o governador Paulo Câmara comemorou dados estatísticos de Londres sobre Pernambuco em relação ao coronavírus. Contudo, os números locais (e reais) mostram outra realidade. 

Só hoje foram 1.023 novos infectados e 67 mortes. Ao todo já são 34.450 contaminados e 2.807 óbitos. Ele deve estar mesmo no mundo da lua ou em Londres. 

Parabéns, governador!


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31/05


2020

Justiça veta hospital em imóvel de prefeita de Glória

Houldine Nascimento, da equipe do blog

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) atendeu, ontem, uma ação popular impetrada por vereadores oposicionistas para suspender a instalação de um hospital de campanha em Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte. A unidade funcionaria na Fazenda Boa Esperança, de que a prefeita Adriana Paes (PSD) é herdeira.

O imóvel pertence ao espólio de Fernanda Paes, falecida mãe da prefeita. O município chegou a fechar um contrato para que o hospital permanecesse instalado por seis meses na fazenda.

Na decisão, o juiz Gabriel Araújo Pimentel considerou que o contrato “afronta os princípios norteadores da lei” pelo “fato de o imóvel pertencer à família da Excelentíssima Prefeita”. Nas palavras do magistrado, isso “impede a realização de qualquer tipo de investimento com a utilização de verba pública, por mais ínfima que seja”.

Caso descumpra a medida, a prefeita terá de pagar multa diária de R$ 5 mil. Os vereadores Leonildo Caboclo, Marcos José, Monalysa Amorim e Sebastião Silva, todos do Podemos, são responsáveis pela ação popular.

“Tomamos conhecimento no dia 1º de maio, através da publicidade que a prefeita fez nas redes sociais, ‘cedendo’ a sede da Fazenda Boa Esperança. Havia um impedimento legal e alertamos a gestão municipal sobre isso. Chegamos a sugerir outros locais para o hospital de campanha, mas, ainda assim, o comodato foi celebrado, contrariando a lei”, detalha Monalysa Amorim.

A vereadora informa que continuará acompanhando o desdobramento do caso. “Aguardamos agora os recursos e desdobramentos da ação, serenos e confiantes na justiça”, explica.

Na última sexta-feira (29), a prefeita Adriana Dias esteve na Fazenda Boa Esperança e vistoriou as obras.


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31/05


2020

Governo de PE diz que curva da Covid estacionou

O governador Paulo Câmara promoveu, hoje, uma reunião para avaliar os resultados do lockdown nas cidades do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe e São Lourenço da Mata. Após o encontro, o Governo divulgou que a disseminação do novo coronavírus estabilizou em Pernambuco, com uma tendência de redução neste cinco municípios que entraram no isolamento mais rígido.

Para anunciar a estabilização da doença, o Gabinete de Enfrentamento ao Coronavírus trouxe dados do Instituto para Redução de Riscos e Desastres de Pernambuco (IRRD), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e pela Escola de Higiene e Medicina Tropical da Universidade de Londres.

Segundo o grupo, houve uma diminuição na fila de espera por leitos de UTI. A expectativa é de apresentar, amanhã, um plano de retomada das atividades econômicas. 

O Governo do Estado também não descarta alterações no cronograma de abertura e até mesmo a possibilidade do retorno de medidas mais duras de isolamento.


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marcos

Se não me engano o decreto estadual obriga a todos usarem máscaras, por que o governador não quer usar? Olhem a foto acima. Qual é mesmo a pena pra quem descumpre o Decreto?



31/05


2020

72% dos brasileiros são contra armas, diz pesquisa

Folha de São Paulo

A população brasileira rejeita de forma inquestionável o argumento do presidente Jair Bolsonaro de que é preciso armar as pessoas para que não sejam escravizadas por governantes.

Segundo pesquisa Datafolha, 72% dos entrevistados discordam do que disse Bolsonaro em reunião ministerial do dia 22 de abril, cuja gravação em vídeo foi divulgada por ordem do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal.

“Eu quero todo mundo armado. Que povo armado jamais será escravizado”, afirmou o presidente na ocasião.

Apenas 24% dos pesquisados estão de acordo com a declaração, enquanto 2% não concordam nem discordam e outros 2% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa, feita com 2.069 entrevistados nos dias 25 e 26 de maio, é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, o levantamento foi realizado por meio de telefone celular, e não presencialmente, como costuma ser a prática do instituto.


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marcos

Isso é Fake.



31/05


2020

Petrolina vai ignorar decreto do governador

A Prefeitura de Petrolina, no Sertão do Estado, não levará em consideração o novo decreto assinado pelo governador Paulo Câmara (PSB), hoje. A expectativa do prefeito Miguel Coelho (MDB) é de reabrir o comércio já a partir de amanhã.

"A Prefeitura de Petrolina não irá se pronunciar a respeito do novo decreto do Governo do Estado. O município seguirá com os protocolos de reabertura das atividades econômicas conforme foi discutido anteriormente com as autoridades, inclusive com o próprio governo, e anunciado para a população", declara.

Assista ao vídeo com o prefeito.


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31/05


2020

Novas regras para quarentena em PE

O governador Paulo Câmara assinou, hoje, o decreto nº 49.055/20, que sistematiza novas regras de enfrentamento ao novo coronavírus após o término do período de quarentena rigorosa nas cidades do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe e São Lourenço da Mata. A partir de amanhã (1º), em todo o território pernambucano, fica suspenso o rodízio de veículos de acordo com as placas (pares e ímpares), mas permanece obrigatório o uso de máscaras para quem precisar sair de casa.

Também continua vedado o acesso às faixas de praia, calçadões e parques públicos, bem como o funcionamento de shoppings, lojas e prestadores de serviço que não se enquadrem como atividades essenciais. As aulas presenciais nas redes pública e privada continuam suspensas até 30 de junho.

Permanece proibida a realização de eventos de qualquer natureza com público, assim como a concentração de mais de dez pessoas no mesmo ambiente. O novo decreto estabelece que a retomada do funcionamento das atividades econômicas, suspensas durante o enfrentamento à pandemia, será realizada de forma setorial e gradual, considerando-se os riscos à saúde e a relevância socioeconômica de cada atividade, conforme o Plano de Convivência com a Covid-19 aprovado pelo Governo do Estado, que será apresentado nesta segunda-feira.

O novo decreto consolida as determinações contidas em decretos anteriores, e revoga parte deles, além de trazer a lista atualizada das atividades consideradas essenciais. Podem continuar a funcionar supermercados (inclusive os localizados em shoppings, desde que com acesso independente), padarias, farmácias, bancos (inclusive as agências da Caixa Econômica Federal localizadas em shoppings, para atendimento exclusivo de beneficiários do auxílio emergencial) e casas lotéricas.

Os shoppings continuam com lojas fechadas, exceto para entregas em domicílio. Permanece suspenso o atendimento ao público em restaurantes, lanchonetes, bares e similares, sendo permitido apenas o funcionamento para entrega em domicílio e como pontos de coleta.

A regra exclui os restaurantes para caminhoneiros, desde que não haja aglomeração. Também permanece suspenso o funcionamento de salões de beleza, barbearias, cabeleireiros e similares, academias de ginástica, clubes sociais, cinemas, teatros e a realização de jogos e partidas de futebol.

O decreto determina, ainda, que pessoas que tenham ou tiverem contato com pacientes diagnosticados com Covid-19 devem cumprir quarentena domiciliar de 14 dias, independentemente do aparecimento de sintomas, mantendo a rotina de trabalho remoto sempre que possível.


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31/05


2020

O mascate da morte

Por Weiller Diniz*

A putrefação e o rastro pestilento infectam a insalubre milícia do capitão Bolsonaro. Ao longo do tempo os cadáveres estão sendo empilhados. Uma necrópole infame e particular desse mascate da morte. Sua vida é tracejada pelo extermínio. A morte é a meta, o ódio o método. Prescrevendo, ilicitamente, o medicamento ineficaz contra a Covid-19 e letal, escarneceu: “Quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda tubaína”, debochou seguido de uma depravada zombaria.

O escárnio diante de 18 mil mortes naquele dia – derivadas de um recorde diário de óbitos – mascarou outra perversão primitiva. Tubaína, além do refrigerante, especula-se, teria sido um método de tortura que provoca o afogamento da vítima através do excesso de líquido empurrado por um funil através da garganta. Em ato falho, o adorador do pau de arara e maníaco por rituais mortuários, não disfarçou a índole mórbida e o sadismo torpe.

A falange macabra é ancestral. A fedentina fúnebre o circunda como varejeiras em fezes, dia sim, outro também. Na escalada da pandemia desprezou com um “e daí?” a superação dos números chineses e a marca mais de 5 mil mortos no Brasil. Dias antes excrementou: “brasileiro tem que ser estudado. O cara não pega nada. Eu vi um cara ali pulando no esgoto, sai, mergulha… Tá certo?! E não acontece nada com ele”. As metáforas nauseabundas são inquilinas confortáveis da débil cognição do capitão.

A marcha patogênica diante da pandemia expeliu esterco suficiente para adubar o planeta. Na eclosão da crise palpitou “superdimensionamento” e “fantasia”. Insistiu no menoscabo à vida comparando a letalidade a outras gripes menos virulentas (H1N1) e empacou na “histeria” após a 1 morte, em 17 de março. Agredir governadores e a mídia passou a ser um método diversionista até atingir o ápice da estupidez no pronunciamento no dia 14 de março: “gripezinha”, “resfriadinho”, minimizou após falsear um armistício com governadores.

O trote do descaso prosseguiu ao proclamar o fim da pandemia, em 12 de abril. Já eram 22 mil casos e a marca dos mil óbitos: “Parece que está começando a ir embora essa questão do vírus”. O negacionismo, desmentido pelas valas e corpos empilhados, foi desmascarado em 20 de abril, quando atingimos 40 mil infecções e 2,5 mil mortes: “Eu não sou coveiro”, em outro solavanco de insanidade. Antolhado em crenças tão vaporosas quanto flatulências, seguiu receitando o medicamento fatal, proscrito pela OMS e banido na França.

Ao conspirar contra o isolamento, o capitão sabotou a ciência e contribuiu para aumentar a velocidade da infecção e letalidade dos casos brasileiros. Estudo da universidade de Cambridge atribui uma parcela de mortes à retórica sepulcral contr o relaxamento. “Brevemente o povo saberá que foi enganado por esses governadores e por grande parte da mídia nessa questão do coronavirus”, golfou, equivocadamente, no final de março.

Entre 26 de fevereiro até o final de maio, o número de casos da Covid-19 explodiu no Brasil. Do caso 01 até os dados atuais de mortes foram apenas 3 meses. CPFs indisciplinados que insistem em falecer diante da insipiência do capitão. Foram 3 ministros da saúde, boicotes contra o isolamento e uma pregação demente sobre a eficácia da cloroquina.

O culto a morte, armamentismo, idolatria a sanguinários, milícias e extermínio de adversários resumem o doentio ideário do capitão. “Só vai mudar, infelizmente, quando um dia nós partimos para uma guerra civil., aqui dentro e fazendo o trabalho que o regime militar não fez: matando uns 30 mil…Se vai morrer alguns inocentes, tudo bem, tudo quanto é guerra morre inocente”, apregoou em 1999. Após 3 décadas o agouro é sempre lembrado.

Na escatológica reunião do covil golpista, em 22/04/2020, o capitão regurgitou novamente o desejo de armar a população e impedir rastreamentos de balas. Isso só interessa ao crime. Na sua primeira investida foi brecado pelo parlamento, que fuzilou, em maio de 2019, o decreto banalizando o acesso às armas. O tiro saiu pela culatra. O Congresso abateu a medida. As únicas vidas que preza é a própria e dos filhos. Por isso o rapapé a Augusto Aras, titular da ação penal. Visitas pessoais, promessas de cargos e medalhas. A família tem pendor pela bajulação. Flávio Bolsonaro condecorou o miliciano Adriano da Nóbrega.

A promiscuidade com a face mais aterradora da morte – a milícia, que assassinou Marielle Franco, é íntima. Flávio Bolsonaro na Alerj em 2007: “A milícia nada mais é do que um conjunto de policiais, militares ou não, regidos por uma certa hierarquia e disciplina, buscando, sem dúvida, expurgar do seio da comunidade o que há de pior: os criminosos”. O pai ricocheteou: “Elas oferecem segurança e, desta forma, conseguem manter a ordem e a disciplina nas comunidades. É o que se chama de milícia. O governo deveria apoiá-las, já que não consegue combater os traficantes de drogas. E, talvez, no futuro, deveria legalizá-las”.

A desenvoltura ultrapassa a retórica. Flávio Bolsonaro contratou o PM das ‘rachadinhas’, Fabricio Queiroz, amigo do pai. Queiroz era camarada de Adriano da Nóbrega. Adriano foi condenado por homicídio e o capitão o inocentou no plenário da Câmara. A medalha de Tiradentes a Adriano, da assembleia, foi entregue na cadeia. Tempos depois foi medalhado com uma rajada de tiros. Flavio empregou a então esposa de Adriano, Danielle Mendonça da Costa, e a mãe, Raimunda Veras Magalhães.

O gestual da ‘arminha’ maculou a campanha, bem como a cena de fuzilar “a petralhada” no Acre. Ao votar contra Dilma Rosseuf, reverenciou o ex-chefe do Doi-Codi, o condenado Carlos Alberto Brilhante Ustra, síntese do sadismo assassino da ditadura. Na presidência estendeu o tapete vermelho de sangue para o facínora major Curió, comandante da repressão no Araguaia, que resultou em 41 mortes. O novo recruta, sargento Tainha Roberto Jefferson, já posou com armas. As analogias mortíferas contagiaram Paulo Guedes, que colocou uma granada no bolso do inimigo, o servidor público.

Agônico e marchando para a deterioração. Essa é a trajetória fúnebre do capitão flagelo. A escumalha é a borra de um dos mais vis embates, há 84 anos na Universidade de Salamanca, opondo civilização e barbárie. O general franquista, José Millán-Astray instigava a plateia fascista, no início da guerra civil espanhola. Coincidência, a palavra de ordem era liberdade: “Abaixo a inteligência e viva a morte”. Miguel de Unamuno, intelectual, reitor e ex-franquista que não se calou: “Às vezes o silêncio é mentir”.

Em nome da razão contra ignorância, da prevalência da ciência diante do obscurantismo, dos verdadeiros democratas em detrimento dos fascistas, do triunfo da verdade sobre a mentira, da civilização em desfavor da bestialidade, da predominância da paz contra o belicismo e, sobretudo, da afirmação da vida antepondo-se a morte, não é hora de silêncio, menos da mentira: nem cloroquina, nem tubaína. Desinfetem a latrina.

* Jornalista. Artigo escrito para o site Os divergentes.


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Comentários

marcos

Ainda bem que a natureza criou esse monstro chamado Corona Vírus para matar muita gente. Luiz Inácio Corona da Silva

Fernandes

Torcidas de futebol se unem em defesa da democracia e contra o fascismo. Fora Bozonaro.



31/05


2020

Vertentes é exemplo contra Covid-19, destaca Leal

O prefeito de Vertentes, Romero Leal (PSDB), exalta o fato de a cidade não ter nenhuma morte em decorrência do novo coronavírus. Segundo o gestor, o município do Agreste Setentrional também não registra internados pela doença. "Para nossa felicidade, todas as pessoas estão sendo tratadas nos seus domicílios", destaca.

De acordo com Leal, testes rápidos estão sendo feitos, assim como outras ações de monitoramento. No vídeo, ele também fala sobre o cuidado com os recursos para enfrentar a doença.


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31/05


2020

A ponte da Grest Western

Por Paulinho Muniz*

Trazida pelos ingleses da Great Western lá no início do século 20. A ponte veio do Reino Unido de navio, totalmente desmontada. 

O Trem dos ingleses não trouxe e nem levou somente passageiros. Trouxe o progresso e  desenvolvimento. Mesmo antes da inauguração da Estação Sanharó, em novembro 1906, a construção da via férrea é um tema à parte no progresso da então Vila Sanharó, lá atrás, bem no início do século XX. Conta-se com orgulho que a então vila recebeu por 03 anos, passageiros oriundos de Pesqueira, da Vila Rio Branco que antecedeu Arcoverde, da Lagoa de Baixo - Sertânia, dos pajeuzenses e centenas de outros sertanejos que encurtavam a viagem à capital, pegando o trem em Sanharó.

Décadas depois, o industrial Jurandir de Brito, da Fábrica Peixe, assíduo frequentar da boemia sanharoense, rotulou o distrito, como "sala de visitas de Pesqueira", tal a comunicabilidade e afetividade dos sanharoenses com os visitantes.

Alguns nativos da vila tornaram-se fornecedores de dormentes e montaram boas estrutruras que envolviam animas para tracionar madeiras, numa logística difícil, já que árvores eram cortadas em muitos lugares diferentes, inclusive em serras íngrimes, segundo conta ZeNilson Fernandes, uma enciclopédia viva da história sanharoense. Seu avô Manoel Fernandes Bezerra. Antonio Rodrigues de Freitas - Toinho Rodrigues, entre outros,  são citados dentre os maiores fornecedores. Montaram uma companhia de jumentos, para tal finalidade.

Outros dois consultores da nossa história, em especial da chegada do trem, José Carlos Leite - Carrinho vereador e Paulinho Foerster - Paulo José Elias Foerster, vêm ao longo do tempo, contribuindo para que essa e outras histórias não pereçam. 

A Ponte, tema central dessa crônica tornou-se um acervo monumental e integrou-se à história da vila, do distrito e da cidade. Há uma enorme acervo de fotos espalhadas entre os habitantes. Particularmente, lembro das tardes domingueiras quando meu pai - Paulo Muniz, me levava ao campo pra assistir as memoráveis partidas do nosso Grêmio Lítero Esportivo. Segurava a minha mão para que eu caminhasse sobre os dormentes, confiante que àquela mão jamais me soltaria.

Muitos de nós relebram quando foi construída a passarela para pedestres. Um alívio, principalmente para os moradores da Barão de Buíque e da Rua 7 de Setembro, Severo Silvano e o Sítio das Moças.

Nas temporárias cheais do Ipojuca, ela servia de transpolim, para os saltos dos banhistas afoitos que se jogavam de ponta cabeça das suas altas varandas. Era um exibicionismo apreciado por muitos, em especial das jovens que apreciavam o feito.

O tempo, sem ele, encarregou-se de danificar a ponte prateada, tal como fosse de alumínio. A última intervenção de manutenção, aconteceu nos anos 60, portanto, há mais de cinquenta longos anos. As intempéries da natureza se encarregaram de danificá-la. A pronfundas fendas onde a ferrugem adentrou, formando feridas quase que fatais. 

A Grest Western dos ingleses, repassou-a para a União através da Rede Ferroviária Federal que, por conseguinte, regionalizou-a para a Rede Ferroviária do Nordeste, até que a burocracia governamental sepultou-a numa reparticão qualquer que destinou-o todo o patrimônio ao perverso abandono.

O filme da história da Ponte Férrea de Sanharó está no seu epílogo. Triste epílogo! Não há responsáveis para assumir à sua recuperação. Não há ente governamental que chame para si, à recuperação física do monumento. Há sim: um fim trágico, previsto para proximamente quando a velha e abandonada ponte sucumbir de vez, sobre o leito do não menos agredido Rio Ipojuca.

*Editor do Blog do Abelhudo


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