Governo de PE

14/03


2019

Deputado defende o fortalecimento da cadeia naval

Nos últimos quatro anos, 60 mil trabalhadores perderam o emprego na indústria naval brasileira. Hoje, os estaleiros empregam 25 mil pessoas, número que já chegou a 84 mil em 2014. Uma dura consequência de um novo déficit no setor.  Em Pernambuco, o Estaleiro Atlântico Sul, que já chegou a gerar 18 mil empregos diretos, emprega atualmente cerca de 3.500 pessoas na conclusão dos últimos navios petroleiros que estarão prontos até meados deste ano. Sem novas encomendas, a previsão não é nada otimista.

No Estaleiro Vard Promar, também localizado no Complexo de Suape em Pernambuco, a situação não é diferente. Apenas nos últimos 18 meses, houve uma redução de 91% na geração de empregos. Nesta semana, o deputado estadual e membro da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Alepe, Romero Sales Filho, esteve no Promar reunido com o diretor presidente, Guilherme Coelho para tratar dos projetos futuros previstos para o estaleiro.

O Vard Promar está entre os finalistas do edital que vai licitar a construção de quatro corvetas para a Marinha. As corvetas são a esperança mais factível de sobrevivência do estaleiro e podem garantir trabalho para o empreendimento por até oito anos.  “A crise no setor naval poderia ser evitada com articulação política entre o governo do estado e o governo federal para que haja a redução do conteúdo local na frota nacional ou a liberação de recursos para a renovação da frota da Marinha. Precisamos de mais articulação para atrair investimentos. Sem novas encomendas, a base industrial desenvolvida em Pernambuco pode vir a fechar”, apontou Romero Sales Filho.

“É preciso que se unam forças, independente de situação ou oposição, para criarmos uma política sólida para que o setor não seja abandonado ao primeiro sinal de crise econômica. Pernambuco ainda tem muito trabalho a prestar nesse segmento, mas precisamos de uma política consistente de incentivos a essa cadeia tão importante para geração de emprego e renda em nosso Estado”, finalizou o deputado.


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Governo de PE

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20/05


2019

A nova faceta de Edir Macedo: dono de time de futebol

Lauro Jardim - O Globo

Edir Macedo já possui direta ou indiretamente uma igreja, uma rede de televisão, um banco e um partido. Agora, avança também sobre o esporte.

Fundado em agosto passado em Irecê (BA), o Canaã Esporte Clube é um time vinculado à Igreja Universal.

Está na segunda divisão do campeonato baiano e vai disputar a final do etadual sub-20.

Enquanto isso, quando o ano se iniciou, o orçamento do Itamaraty para suas despesas no exterior era de R$ 470 milhões. Esse montante virou R$ 275 milhões. Isso significa, na prática, que o dinheiro das representações brasileiras lá fora acaba em agosto.

A partir daí, se não descontingenciar alguma verba, não existirá nem mesmo o dinheiro para o papel higiênico das embaixadas.


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Congresso Nordestino de Educação Médica

20/05


2019

Mais um recuo: “Coisa de ONG”, “comerem acarajé”

Meio Ambiente recua sobre evento da ONU em Salvador

O governo brasileiro havia decidido não sediar a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Salvador (BA), em agosto, mas voltou atrás neste domingo, 19, após conversas com o Itamaraty e o prefeito ACM Neto (DEM), informa a Folha.

Até que se chegasse a essa mudança de rumo, o governo classificara o evento como “coisa de ONG” e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dissera que nada justificava realizar o encontro do clima em Salvador, a não ser para os participantes fazerem “turismo” e “comerem acarajé”.

Afirmara também que “não apoiamos uma reunião organizada antes de nossa gestão, com uma pauta distinta da que preferimos”.

A convenção é uma das etapas preparatórias da COP25, a ser realizada no Chile, em dezembro, porque o Brasil se recusou a sediar o maior evento da agenda climática no mundo.  (Estadão – BR 18)


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20/05


2019

Presidência sem rumo

Estadão

“Tal incompreensão é resultado da forma atabalhoada com que o presidente comunica suas decisões, inclusive para seus assessores. Recentemente, anunciou ter orientado o ministro Paulo Guedes a corrigir a tabela do Imposto de Renda (IR) pela inflação – o que pegou de surpresa a equipe econômica.

No Senado, o ministro Guedes foi enfático: “(Foi) o presidente que falou que atualizaria a tabela de IR pela inflação. Eu não disse nada. Estamos no meio de uma batalha (a reforma da Previdência). Não adianta me distrair com outra”.

Em menos de cinco meses de governo, a lista de mal-entendidos presidenciais já é longa – inclui gestões indevidas para a queda dos juros dos bancos públicos e do preço do diesel, com forte impacto negativo nos mercados.

Para o vice-presidente Hamilton Mourão, o governo tem “falhado na comunicação”. De fato. Mas o problema é que só consegue se comunicar quem tem o que dizer e sabe o que quer – condições às quais o presidente, até agora, está muito longe de atender”, diz trecho de editorial do Estadão deste domingo.

Leia aí no azul editorial do Estadão na íntegra


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19/05


2019

Bolsonaro: relação com Congresso, flerte com reeleição

A promessa de Bolsonaro para o Congresso se renova. Já o presidente começa a flertar com a reeleição.

Foto: Adriano Machado | Reuters                                                                            Foto: Mauro Pimentel | AFP

O Globo Por Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas

 

O jornalista Lauro Jardim, titular da coluna, chama atenção para uma constatação: desde que o governo se iniciou, não se passa uma semana sem que Jair Bolsonaro fale em estreitar suas relações com o Congresso, uma intenção que nunca se concretiza. 

Enquanto isso, seu colega de coluna, o também jornalista Gabriel Mascarenhas informa que Jair Bolsonaro, aquele que praguejava contra a reeleição durante a campanha, admite abertamente entre aliados que, se a economia reagir e o Brasil voltar aos trilhos, vai disputar mais um mandato em 2022. O resto é conversa.

 


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Comentários

Wellington Antunes

Um bozo mesmo.

gilson

Nunca tinha visto tanta merda num único lugar. O bolso não sustenta ate o final do ano.


ArcoVerde

19/05


2019

Após derrotas, Moro tenta salvar a principal bandeira

Após derrotas e pé no STF, o ministro da justiça, Sérgio Moro tenta salvar sua principal bandeira.

Do Jornal do Brasil

 

Após sucessivas derrotas, a mais recente envolvendo o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), o ministro Sergio Moro (Justiça) intensificou a agenda política para tentar acelerar a tramitação no Congresso daquela que é considerada sua principal iniciativa, o pacote anticrime.

Na manhã de quinta-feira (16), Moro foi à residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir o apoio do parlamentar ao avanço do projeto na Casa.

Alvo da resistência de vários políticos por personificar a Lava Jato, a operação que dizimou integrantes de diversas legendas nos últimos anos, o ex-juiz federal tem buscado auxílio de Maia para tentar vencer esses obstáculos. [...] Confira a íntegra aqui: Após derrotas e pé no STFMoro tenta salvar sua principal band


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Asfaltos

19/05


2019

Whatsapp continua sendo usado por Bolsonaro

Responsáveis até por demissão de ministro, áudios de Whatsapp continuam sendo usados por Bolsonaro.
Ailton de Freitas | Agência O Globo

O Globo - Por Gabriel Mascarenhas

 

O episódio Gustavo Bebianno, em que a lavagem de roupa suja entre presidente e ministro foi exposta em rede nacional, não ensinou nada a quem deveria.

Jair Bolsonaro continua usando os áudios de WhastApp como ferramenta de comunicação.

Cabe de tudo nas gravações: de orientações sigilosas a ministros a promessas e recados poucos educados a congressistas. Tudo pelo aplicativo, armazenado no celular alheio, pronto para ser usado como e quando o interlocutor presidencial decidir.

 


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19/05


2019

Mercado atento ao impeachment; Maia elogia Mourão

Mercado financeiro atento às regras da constituição sobre Impeachment. Enquato isso, Rodrigo Maria é só elogios para Hamilton Mourão. 

Presidente da República Jair Bolsonaro Foto: Agência O Globo                                Foto: Presidência / Divulgação

Época - Por Guilherme Amado

 

Na sexta-feira, depois do texto do "ingovernável sem conchavos" disparado por Jair Bolsonaro via WhatsApp, consultorias de mercado financeiro, em São Paulo, dispararam para seus clientes relatórios sobre as regras da Constituição para a substituição do presidente da República quando a saída se dá na primeira metade do mandato.

Enquanto isso, Rodrigo Maia é só elogios para Hamilton Mourão. Costuma dizer a aliados que o vice tem postura de diálogo e entende o momento importante por que passa o país.


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bm4 Marketing 3

19/05


2019

Ninguém se engane: Moro articulado como político

Em menos de cinco meses de governo, o ministro Sérgio Moro já se reuniu com 106 parlamentares, segundo levantamento do Estado com base apenas em sua agenda oficial. O ministro teve encontros com mais de um sexto do Congresso e rivaliza no governo com o ministro Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, responsável pela articulação política do Palácio do Planalto. Onyx, deputado federal licenciado, esteve com 125 deputados e senadores.

Nesses quatro meses e meio de governo, o ministro reservou mais espaço em sua agenda para reuniões com integrantes da chamada “bancada da bala”, como é conhecida a Frente Parlamentar da Segurança Pública. Foram 44 encontros com deputados ligados à frente, que tem algumas reivindicações abarcadas no pacote anticrime.

O presidente do grupo, deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi quem mais visitou o gabinete de Moro no período: quatro vezes, empatado com o líder do PSL no Senado, Major Olímpio(SP). Entre parte dos parlamentares, no entanto, persiste a resistência à figura de Moro. Deputados mais experientes costumam dizer que o ministro da Justiça ainda não abandonou o estilo de juiz, que o faz querer impor ao Parlamento, sem muita paciência para o processo de tramitação, suas ideias para o combate à criminalidade.  (Estadão - BR 18)


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19/05


2019

FHC : povo quer “paz e emprego, sem impeachments”

Elogiado pelo ex-presidente José Sarney em entrevista ao Correio Braziliense, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse neste domingo, 19, concordar com o maranhense quando alerta sobre “os riscos que corremos” com a postura do presidente Jair Bolsonaro, segundo Sarney, de “apostar todas as cartas na ameaça do caos”. Para o tucano, “anunciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça”. Ele conclui que “o povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments”.

"Vale ler a entrevista do pres. Sarney. Ele alerta sem alarmismo sobre os riscos que corremos. O atual Pr deve aprender que o país precisa de coesão e rumos. Aununciar o caos pelas redes sociais recae na própria cabeça. O povo quer paz, emprego e compostura, sem impeachments."

Sarney: ‘Bolsonaro está colocando todas as cartas na ameaça ao caos’

Com 52 anos de experiência no Legislativo, o ex-presidente José Sarney, de 88 anos, abriu sua entrevista ao jornal Correio Braziliense dizendo que não faria comentários sobre seus sucessores, mas a resistência durou pouco. O inquilino do Palácio do Planalto da transição democrática afirmou que o presidente Jair Bolsonaro “está colocando todas as cartas na ameaça do caos”, destruindo as utopias.   (Estadão- BR18)


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19/05


2019

Com ele ou sem: substitutivo balizará rumos do governo

Coluna do Estadão – Álvaro Bombig

Se for mantida e, ao fim e ao cabo, obtiver sucesso, a proposta de reforma da Previdência a ser apresentada pelos deputados em forma de substitutivo reforçará a percepção de que a agenda necessária para o País, a econômica, pode avançar sem Jair Bolsonaro e a despeito dele.

Não é pouco quando a instabilidade cresce e um déjà vu coletivo de 1992 e 2016 começa se instalar no País.

Por isso, o meio político aguarda apreensivo os próximos dias para analisar a reação do presidente à tacada da Câmara: aceitará passivamente ou reagirá à moda dos Bolsonaros?

Os deputados da Comissão Especial acham que, se conseguirem atrair PSB e PDT para o texto substitutivo, a aprovação em plenário estará praticamente assegurada.O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descarta fazer ajustes nas regras de transição da reforma.


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19/05


2019

Medo de ser pego com a mão na botija?

Ascânio Seleme – O Globo

Bolsonaro está com medo de ser pego com a mão na botija? Não. Até porque não dá para afirmar isso por ora. É muito cedo.

Mas ele está tremendo de pavor de ver um filho seu, ou quem sabe dois deles, acertando contas com a Justiça.

A saída possível para o Zero Um fica cada dia mais difícil. O Ministério Público já chama de “organização criminosa” o grupo que o filho do presidente montou na Assembleia Legislativa do Rio.

Ele, sua mãe, o seu irmão mais novo (o que não está na política), a ex-mulher do seu pai, primos, amigos e funcionários do seu gabinete terão suas contas bancárias e suas declarações de renda escarafunchadas pelo MP e pela Polícia Federal.


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19/05


2019

Marina passa o chapéu para manter sua Rede ativa

Depois de ver a Rede minguar sem recursos do fundo partidário (não atingiu a cláusula de barreira), Marina Silva tem passado o chapéu entre amigos mais abastados.

 Ela já teria conseguido garantir o próximo ano de funcionamento do partido.

 Na Rede, há quem defenda que Marina se lance à Prefeitura de São Paulo ano que vem ou a deputada federal em 2022 para ajudar o partido. A ex-ministra teve cerca de 1 milhão de votos ano passado.

Já 0residente Bolsonaro e o ministro Fernando e Silva receberão na próxima terça-feira os atletas militares campeões mundiais de Revezamento 4×4.(Coluna do Estadão – Álvaro Bombig)


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19/05


2019

Um homem acuado, com medo

Ascânio Seleme – O Globo

presidente Jair Bolsonaro está na defensiva antes mesmo de completar seis meses de governo. Ao atacar mais uma vez as investigações sobre as falcatruas do filho Zero Um no exercício de seu mandato de deputado estadual, Bolsonaro afirmou que elas não o alcançarão. “Não vão me pegar”, disse o presidente.

Para se mostrar inocente, ele chegou a oferecer a abertura de seus sigilos bancário e fiscal. Foi da boca para fora, evidentemente.

O curioso foi ter usado uma desculpa adotada por dez entre dez pessoas acusadas de malfeitos. Não precisava, o presidente não é acusado deste crime.

Mas a declaração serviu para revelar um homem acuado, com medo.


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19/05


2019

Esse santo quer reza

Luciano Huck esteve por quase seis horas no TCU, no último dia 9, para conversas com ministros e técnicos sobre as funções do tribunal na administração federal. Ele foi ao local a convite do presidente da corte, José Múcio Monteiro.

Huck levou seu time. O ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung e o fundador do RenovaBR, Eduardo Mufarej. A formação de novas lideranças e políticas públicas contemporâneas também foram debatidas.

Segundo pessoas próximas a Múcio, ele pretende convidar também o ministro Sergio Moro (Justiça) para uma imersão na corte. Antes, porém, chamará Fernando Henrique Cardoso.  (FSP - Painel


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19/05


2019

Não está morta: Raquel Dodge pelas beiradas

Aliados de Raquel Dodge, a atual procuradora-geral, dizem que, embora fora da disputa promovida pela ANPR, ela segue no páreo pelo apoio que tem no Congresso e entre integrantes do STF e até do Planalto.

Bolsonaro, recentemente, referiu-se a ela como “séria”.

Bolsonaro disse a aliados que vai decidir “pessoalmente” o nome do próximo procurador-geral, o que alimentou a sensação de que conselhos que vierem de gente de fora de sua família terão pouco peso na escolha.

O ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República José Robalinho Cavalcanti iniciou um giro pelo Congresso em busca de apoio.

Ele se inscreveu na disputa que levará a uma lista tríplice de nomes. (Daniela Lima – FSP)


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19/05


2019

Subiu o tom: vai faltar dinheiro para o Bolsa Família

O ministro Paulo Guedes subiu o tom na última semana, dizendo inclusive que pode faltar dinheiro para programas como o Bolsa Família.A fala foi considerada “alarmista” por deputados.

Aliados rebatem.

Dizem que Guedes tenta compartilhar responsabilidades por crer que ninguém vai ganhar “brincando com o caos”. (Painel)


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