ArcoVerde

12/02


2019

“Não vamos servir como linha auxiliar para qualquer ideologia ou partido político”, diz novo presidente da OAB-PE

Em uma cerimônia marcada por discursos em defesa da independência da OAB, das prerrogativas da advocacia e dos direitos fundamentais da sociedade, o presidente da OAB-PE, Bruno Baptista, toda a diretoria da Ordem, da Caape, da ESA e o conselho seccional foram empossados, ontem, em solenidade nos jardins da Academia Pernambucana de Letras.

O ato contou com as presenças do presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, do prefeito do Recife, Geraldo Julio, de representantes do Judiciário e Ministério Público, de presidentes de seis seccionais e mais os dirigentes das subseccionais do Estado.
 
Bruno Baptista foi enfático sobre o posicionamento da instituição em tempos de forte embate político, procurando afastar qualquer tentativa de colocar na Ordem o rótulo de que estaria a serviço de propósitos político-partidários. “A Ordem dos Advogados do Brasil nunca servirá como linha auxiliar para qualquer ideologia ou partido político. A OAB é escudo do cidadão e a nossa ideologia é a Constituição Federal”, afirmou ele.
 
Na mesma linha, o presidente Felipe Santa Cruz também ressaltou o papel de independência da OAB ante a forte polarização no cenário político e reforçou sua independência. “Nossa arena é o direito”, afirmou. “Prometo não trair meu compromisso com a advocacia, ainda que, muitas vezes, ele traga intolerância. Estamos na luta para salvar a democracia, defender o diálogo e fazer a advocacia ainda mais forte”.
 
Bruno Baptista reforçou, em seu discurso, os compromissos da sua gestão para o triênio 2019-2021, com ênfase na maior proximidade entre OAB-PE e os advogados, a valorização da advocacia do interior, a defesa das prerrogativas dos advogados e a defesa dos direitos fundamentais. 
 
“Sou, principalmente, uma pessoa dada ao diálogo. Mas aviso logo: nunca transigirei com os interesses da advocacia e da sociedade. Não descansaremos enquanto ainda houver um só desrespeito às prerrogativas da advocacia, eis que a própria sociedade é agredida quando uma prerrogativa é violada”, afirmou ele.
 
Ele destacou seu compromisso de fazer da OAB-PE um órgão sempre aberto e próximo dos advogados. “Gostaria de chegar ao final do meu mandato conhecido como quem liderou o processo de aproximação da OAB com a advocacia e com a sociedade. Que olhou para a jovem advocacia, para os advogados idosos, para a mulher advogada e para a advocacia do interior. Trabalharei incansavelmente para isso”.
 
A cerimônia também contou com as presenças dos presidentes do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Adalberto de Oliveira Melo, do Tribunal Regional Federal da 5ª região, desembargador Manoel Erhardt, e do Tribunal Regional do Trabalho, Valdir José Silva de Carvalho; do procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Francisco Dirceu Barros, e do presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros.
 
Os presidentes das Seccionais da OAB presentes ao evento foram os do Ceará, José Erinaldo Dantas Filho; de Alagoas, Nivaldo Barbosa da Silva Júnior; do Maranhão, Tiago Diaz; do Rio Grande do Norte, Aldo Medeiros; da Bahia, Fabrício de Castro Oliveira; e do Espírito Santo, José Carlos Rizk Filho.


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21/02


2019

Ipojuca regulamenta serviço de Buggy Turismo e cria novas vagas

A Prefeitura do Ipojuca, na tentativa de acabar com o serviço clandestino de Buggy Turismo, regulamentando-o e criando novas vagas, lançou processo licitatório nº001/2019 e abriu edital que trata da renovação e concessão de permissão anual da atividade. Atualmente o município possui 304 bugueiros que terão oportunidade de renovar com a gestão, por meio do edital, permissão para exercer seu ofício. Além disto, 46 novas pessoas poderão passar a trabalhar com Buggy Turismo, caso sejam classificadas. No total, 350 bugueiros estarão regulamentados em Ipojuca.   

O certame foi dividido em dois lotes: um, de renovação dos serviços prestados pelos 304 bugueiros existentes; e o segundo, de cadastramento para as 46 novas vagas. O processo de regulamentação cumpre a recomendação do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do Ministério Público Estadual, firmado em 28 de setembro de 2018. Representantes da Cooperativa e da Associação dos bugueiros foram recebidos, na última terça-feira (19), pela prefeita Célia Sales e pelo presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte do Ipojuca (AMTTRANS), George do Rêgo Barros. Na ocasião, foram tiradas todas as dúvidas relativas ao edital e atendidas as reivindicações da categoria, inclusive em relação ao prazo estabelecido para apresentação da documentação que validará a permissão do serviço.

O acordo firmado entre a gestão e a categoria altera a data da entrega do envelope com os dados exigidos para quem vai renovar a permissão. Passou do dia 27 de março de 2019 para o dia 10 de abril do mesmo ano, concedendo mais tempo, portanto, a quem já presta este serviço ao município. O prazo para quem vai pleitear a primeira permissão, no entanto, continuou mantido para o dia 27 de março deste ano. Para atender ao interesse público, foi necessário que a gestão redigisse uma errata com a informação da extensão do prazo concedido aos bugueiros que pretendem renovar seus serviços. A modificação no edital foi publicada no Diário Oficial de hoje.


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21/02


2019

O Nordeste não se encaixará na Reforma da Previdência

Por Álvaro Robério*

Reforma da Previdência: “Idosos em condição de miserabilidade tenham renda mensal de R$ 400,00 a partir dos 60 anos. E, apenas aos 70, receberão o salário mínimo".

Você tem ideia de como isso vai impactar na economia e na vida da população do Nordeste?

O economista Gustavo Maia Gomes definiu que a economia do Nordeste é uma "economia sem produção". Não obstante, sua afirmativa diz muito sobre a vida do nordestino.

Situados em uma região sem investimento público, pois grande parte do dinheiro que vem para combater a seca e a miséria é desviado pelos coronéis e barões, ainda lhe restava a previdência como consolo para quando se alcançava a idade avançada (velhice). Muitos agricultores que não conseguem produzir devido a falta de água e investimentos, conseguiam se aposentar e ter no final da vida condições de criar os filhos e sobreviver após vários anos de vulnerabilidade e sofrimento.

O uso da previdência não era apenas o consolo para aqueles que tinha uma vida difícil, mas também o resultado do trabalho sofrido desempenhado na agricultura e pecuária do semiárido, resultando em aposentadoria precoce muitas vezes pela falta do acesso à saúde e outras tantas pela vida laboral sem apoio do Estado.

No Nordeste, infelizmente, quem ocupava cargos na Previdência eram os filhos de barões e poderosos que tinham condições de enviar seus filhos à capital para cursar direito, medicina, engenharia e economia, assim, ao retornarem dos grandes centros, eram aprovados em concurso público, selecionados ou indicados para assumirem cargos na Previdência Social. Isso perdurou por muitas décadas e continua sendo corriqueiro em estatais e instituições públicas do país.

Nesse contexto, as aposentadorias eram utilizadas como forma de angariar votos, através de auxílio doença e aposentadoria efetiva liberada por agentes com interesses políticos. Essa prática é conhecida no país todo como “voto de cabresto”.

Ligada a essa discussão, ainda pode se associar a "Indústria da Seca", descrita pelo jornalista Antônio Carlos Callado em 1960. Naquela época, Callado falava da "Indústria da Seca" e do viés da reforma agrária, assim como, do uso da estrutura pública para fins privados. Enquanto, os recursos públicos eram utilizados ilicitamente pelos barões e senhores da terra os agricultores continuavam tentando produzir nas terras desérticas, sem trator, sem água, sem nada; e quando adoeciam não tinham médico, hospital ou qualquer assistência.

Desse panorama resultava o processo de aposentadoria do nordestino e o começo de uma vida menos sofrida financeiramente, mais sofrida pela permanência da falta de acesso à saúde, à educação e à alimentação para a família.

A previdência durante muitos anos foi utilizada por esses que hoje querem resolver o problema do Brasil para seus fins escusos, sem responsabilidade e qualquer respeito para com o cidadão.

O governo que propõe alterações tão duras para corrigir o déficit público causado pela corrupção, isenções fiscais, regalias do funcionalismo público e débitos de empresas à administração pública, querem repassar o arrocho fiscal para os profissionais que levam uma vida tão sofrida atuando como professores da rede pública, agricultores e outros na margem da sociedade lutando, diariamente, para encontrar alguma esperança em uma nação tão desigual, principalmente, entre as regiões Nordeste e Sudeste.

Essa reforma, entretanto, não ataca em praticamente nada os políticos, militares e servidores do alto escalão, que deverão continuar possuindo as mesmas regalias de sempre. Essa crise, também, se deve as instituições onde esses servidores do alto escalão trabalham sem conseguir punir ninguém, cobrar os dividendos das empresas ao estado e muito menos intervir nas ilicitudes praticadas no serviço público, ou seja, a falta de otimização e eficiência das instituições são agravantes dessa crise.

Poucos dias atrás, o Congresso que quer resolver a vida do Brasil recuou sobre a abertura da "CPI Lava Toga", que seria o início do combate ao ativismo judicial que ocorre nos tribunais da nação, e um processo de fortalecimento das instituições brasileiras. 

O governo que temos hoje acha que a morte de uma pessoa é incalculável, a justiça também acha isso. Contudo, a corrupção e os desvios de dinheiro são calculáveis, os danos da previdência sobre a vida da população são calculáveis, medidas como essa quando não causam a morte dos mais vulneráveis recolocam eles em situação de pobreza e de exploração.

O ato de atirar em alguém é tão letal quanto o de aprovar uma reforma onde empresas devem cerca de R$ 500 bilhões a Previdência. No Brasil, chegar aos 60 anos conseguindo trabalhar tem se tornando uma missão difícil, pois a saúde é ruim, educação quando começava a avançar o Congresso Nacional aprovou uma “PEC do Teto de Gastos”, então, é difícil entender e digerir tudo isso. Ao final, parece que estamos andando em círculos e, ainda, continuamos sem um projeto de nação com as mesmas elites dominantes no poder, como frisa muito bem o historiador Marcos Costa.

O governo fala que serão economizados R$ 1 trilhão em 10 anos com a Reforma da Previdência, na verdade, é só metade, pois cerca de R$ 500 bilhões nunca serão vistos pela Previdência, já que as empresas se acostumaram a nunca pagar ao Estado brasileiro.

Mas no final, Maia Gomes queria dizer que não existe emprego no Nordeste e as pessoas dependem da aposentadoria para sobreviver (...) e que a economia é atrasada, falta educação e condições para se produzir. Deste modo, a economia gira em torno da previdência e do funcionalismo público, pois são esses que possuem alguma renda para fazer o sistema econômico girar.

Precisamos fazer uma reforma, mas não precisávamos prejudicar a vida da população sofrida do Nordeste para manter as regalias de quem sempre causou danos a estrutura econômica, política e social do país. Essa reforma precisa atacar as regalias de quem sempre teve, e não tirar de quem nunca teve.
 
*Graduando em Ciências Econômicas (UFRPE) e História (UNICESUMAR)


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21/02


2019

Paulo garante repasse de R$ 82 milhões para a Adutora do Agreste

As obras da Adutora do Agreste receberam um importante reforço ontem. O governador Paulo Câmara garantiu o repasse de R$ 82 milhões do Governo Federal para a intervenção, durante audiência com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, na Esplanada dos Ministérios. Com a liberação, o Governo de Pernambuco reforçará o trabalho para a ampliação do número de beneficiados pela adutora, que já leva as águas do Eixo Leste do Projeto São Francisco para quase 400 mil pessoas da região.

"Essa liberação, que está sendo creditada hoje, é uma notícia importante. Já estamos levando água da Adutora do Agreste até Belo Jardim e esperamos,  até o final de março, que toda a primeira etapa (até São Caetano) seja concluída e tenhamos condições de abastecer 22 municípios do Agreste pernambucano. E a nossa ideia é, na sequência, trabalhar para garantir recursos para o abastecimento dos quarenta municípios que precisam dessa água complementada na região", afirmou Paulo Câmara.

A liberação desses R$ 82 milhões se soma a outros R$ 68 milhões aportados no segundo semestre do ano passado, totalizando R$ 150 milhões (do Orçamento Geral da União de 2018) investidos na Adutora do Agreste.

O governador Paulo Câmara aproveitou a audiência para tratar com Gustavo Canuto de outros temas ligados à pasta, a exemplo da continuidade das obras dos BRTs na Região Metropolitana do Recife (RMR) e a construção de habitacionais. O ministro encaminhou as demandas às áreas responsáveis. O Governo de Pernambuco, por meio das secretarias e órgãos que dialogam com essas intervenções, vai fazer o acompanhamento do andamento dessas ações.

Também participaram da reunião com o ministro os secretários de Desenvolvimento Urbano, Marcelo Bruto; de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista; o chefe da Assessoria Especial, Antonio Carlos Figueira; e o presidente da Compesa, Roberto Tavares.


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21/02


2019

Danilo Cabral critica proposta de Reforma da Previdência

A proposta da Reforma da Previdência chegou à Câmara Federal ontem e já começou a ter seus pontos analisados pelos parlamentares. O deputado Danilo Cabral (PSB/PE) afirma que o texto tem questões controversas e preocupantes. Entre elas, a ausência de estudos atuariais é fator de atenção.
 
“Seria primordial que já tivessem apresentado estudos que possam embasar a proposta apresentada. Não há como atestar o impacto de cada medida nas contas públicas”, destacou Danilo Cabral, que foi integrante da Comissão Especial que tratou sobre a proposta de reforma previdenciária apresentada no governo do ex-presidente Michel Temer.
 
O parlamentar criticou também a ausência de medidas contra os grandes devedores da Previdência. As dívidas são estimadas em mais de R$ 400 bilhões. Outro item apontado como crítico foi endurecimento das regras para trabalhadores rurais, com aumento da idade mínima, além do aumento da contribuição em cinco anos. Os professores também foram alvo de propostas contestáveis, em que o tempo de contribuição e as idades mínimas foram aumentados. “Além do aumento do tempo de contribuição para essas categorias, iguala-se homens e mulheres com relação a idade mínima. Há uma clara contradição, tendo em vista que a regra geral estabelece a diferença. Vale destacar que as mulheres são maioria na carreira docente”, afirmou. 
 
As modificações feitas na aposentadoria por invalidez fazem com que o trabalhador passe a ter direito apenas a 70% do benefício, mais 2% por ano de contribuição que excede 20 anos. “Nesse caso, se o trabalhador for aposentado por uma incapacidade permanente, ele não tem como dar continuidade em sua contribuição no período subsequente, então nunca atingirá 100% de benefício. É uma injustiça”, pontuou. 
 
Por fim, Danilo Cabral critica as mudanças no acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). “É inaceitável que o governo cogite pagar um benefício inferior a um salário mínimo, como está sugerido na proposta, em que a partir de 60 anos, o benefício é de R$ 400 reais”.
 
O projeto de emenda constitucional (PEC) 9/2019 é, inicialmente, encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, caso seja admitido pelo colegiado, segue para a Comissão Especial. A CCJ, assim como as outras comissões permanentes da Câmara, deve ser instalada após o feriado de carnaval – os partidos ainda discutem a ocupação dos espaços no Legislativo. Só depois, a proposta é votada no Plenário, onde precisa de 308 votos dos 513 deputados.

 


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21/02


2019

Pressão e compensação: Planalto oferece emendas e cargos

Os presidente da Câmara e do Senado vão conduzir a tramitação da reforma da Previdência

Amanda Almeida, Bruno Góes e Karla Gamba - O Globo

Pressionado por aliados em meio ao vácuo naarticulação política , o governo decidiu na quarta-feira acelerar a liberação de emendas parlamentares e atender a indicações políticas para cargos do segundo e terceiro escalões.

O recado sobre a “ansiedade de parlamentares pela participação no governo” foi levado ao presidenteJair Bolsonaro pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre(DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em almoço com a participação do ministro Onyx Lorenrozi (Casa Civil) e do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

Os dois reforçaram que o DEM está disposto a liderar a articulação pela aprovação da reforma da Previdência, mas que o governo precisa dar A pressão funcionou, e o DEM saiu com mais capital político.


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21/02


2019

Bezerra Coelho passa na sua tarefa no cargo

O novo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), passou na sua primeira tarefa no cargo.

Ao lado de técnicos do ministro Sérgio Moro, aprovou por unanimidade o texto que trata do financiamento de organizações terroristas. Teve aval do PT.

Em mais uma demonstração do isolamento do líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo, coube ao presidente da Casa, Rodrigo Maia, adiar o café da manhã de Bolsonaro com líderes.

Insatisfeitos, líderes avisaram a Maia que não compareceriam à reunião. Um deles chegou a dizer: “Café pra depois ele tirar fotinha e falar que somos base aliada?”.

Com a bancada do PSL, Bolsonaro deu dicas aos novatos: estudem a pauta antes das votações.  (Estadão – Coluna)


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21/02


2019

Um alerta a Paulo Guedes

Apesar de reconhecerem as qualidades do texto de Paulo Guedes e a urgência da reforma, parlamentares que enfrentaram a batalha (perdida) da Previdência na gestão Michel Temer fazem um alerta ao ministro: se o governo tiver sacos de areia para soltar, é melhor não relutar muito em liberá-los.

Caso contrário, dará aço para a oposição tentar impedir o balão de subir na opinião pública. O prazo para os congressistas apresentarem suas alterações é de 40 sessões da Comissão Especial, tempo suficiente para o metal oposicionista virar uma bigorna.

Onde dói. Os parlamentares já dão como certo que as alterações da aposentadoria rural e a possibilidade de alterar a idade mínima sem mexer na Constituição são muito controversas para serem aprovadas.  (Coluna do Estadão)


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21/02


2019

Faca nos dentes

ex-ministro Gustavo Bebianno chegou a mostrar os áudios da conversa que teve com Jair Bolsonaro a ministros de tribunais superiores

 Que se espantaram com o tom do presidente.

O ministro da Justiça se reuniu com a vice-presidente global de políticas públicas do WhatsApp, Victoria Grant, na segunda (18). Foi uma primeira conversa para discutir questões relativas ao acesso a informações que possam subsidiar investigações.

Na terça (19), membros da pasta também se reuniram com a executiva e representantes do Facebook Brasil. Victoria ressaltou iniciativas da empresa para colaborar com a Justiça.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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21/02


2019

Onix na boca do sapo: força com o capitão só com Heleno

Membros do centrão colocaram o nome de Onyx Lorenzoni (Casa Civil) na boca do sapo.

Dizem que hoje, no Planalto, só Augusto Heleno (GSI) parece ter autoridade para falar com Bolsonaro.

A exemplo do que já está sendo implantado no DF, deputados estaduais do PSL em São Paulo querem a militarização das escolas do estado. Há uma série de projetos sobre o assunto no forno. (FSP)


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21/02


2019

Denúncias e Bolsonaro: “Está fora do governo”

O presidente indicou a aliados que, se as investigações do Ministério Público e da Polícia Federal endossarem as suspeitas de que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro, se beneficiou de uma rede de candidatas laranjas, como mostrou a Folha, ele “está fora do governo”.

Já a proposta que o DEM fez ao Planalto de entregar a articulação política no Congresso a Maia e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), teve o aval de ao menos três partidos do centrão.

Dirigentes do PP, do PR e do PRB dizem não ver outros nomes habilitados para a tarefa. (FSP)


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21/02


2019

Pau na reforma de Bolsonaro

A reforma de Bolsonaro vai receber uma enxurrada de emendas. Líderes da Câmara já articulam mudar o texto e desobrigar estados e municípios de adotarem as regras que forem aprovadas em Brasília. A equipe econômica atrelou o funcionalismo estadual para envolver os governadores na articulação do projeto.

A ideia é inserir dispositivo que repasse a responsabilidade às assembleias. Deputados dizem que não vão assumir também ônus que seriam dos legislativos locais.

Categorias até aqui afeitas ao governo também reagiram. O líder da bancada da bala, Capitão Augusto (PR-SP), diz que, inicialmente,policiais e bombeiros militares não se sentem contemplados. “Já demos nossa cota de sacrifícios”.  (Painel)


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21/02


2019

Cr$ 400: a Previdência e os miseráveis

Presidente do PSDB, o ex-governador Geraldo Alckmin adotou tom cauteloso ao comentar a reforma da Previdência.

Ele diz que a sigla vai se debruçar sobre o texto e debatê-lo com especialistas após o Carnaval, mas antecipou uma crítica.

Alckmin considera que é “desumano” fazer com que os idosos miseráveis só possam receber um salário mínimo integral após os 70 anos.

Pela proposta do governo, o pagamento, via Benefício de Prestação Continuada, começa com R$ 400.  (Folha)


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21/02


2019

Ganhou força: Centrão quer enquadrar Bolsonaro

Centrão quer bloquear tramitação da nova Previdência até mudar articulação política do Planalto

Daniela Lima – Folha de S.Paulo

De braços bem cruzados -  A chegada da reforma da Previdência ao Congresso aumentou o passe de partidos de centro e centro-direita que estão alijados das negociações com o Planalto. Na noite anterior à entrega da proposta, dirigentes dessas legendas acordaram que, até que o governo abra os ouvidos ao Parlamento, não há chance de a reforma avançar. Os mais insatisfeitos advogam que a Câmara só comece a debater o texto depois de Jair Bolsonaro expor o projeto que vai tratar da aposentadoria dos militares.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acertou com líderes de algumas siglas que, até o Carnaval, a Casa só vai tratar de projetos do Legislativo. A medida provisória que reestrutura a Esplanada nem sequer será lida, para evitar o trancamento da pauta.

Maia também só pretende definir os comandos das comissões depois do feriado. A montagem do colegiado que vai analisar a nova Previdência está incluída neste pacote.


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21/02


2019

Em telefonema "acidental", presidente pede a Onix acordo com Bebianno

iG São Paulo

Na conversa, Jair Bolsonaro afirma que teria que vender uma casa para pagar ex-ministro que o representa como advogado em processos judiciais

"Se ele (Bebianno) me cobrar individualmente o mínimo, eu to f... Tem que vender uma casa minha para poder pagar",

O presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) pediu para que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) procurasse o ex-ministro e advogado Gustavo Bebianno, demitido na segunda-feira (18) , para apaziguar as relações entre o governo e o ex-coordenador da campanha presidencial do PSL. O diálogo teria sido ouvido por meio de um telefonema do chefe da Casa Civil a um repórter do jornal

Na conversa, Bolsonaro demonstra preocupação com o pagamento por processos judiciais em que Gustavo Bebianno atuou como advogado do presidente. "Se ele (Bebianno) me cobrar individualmente o mínimo, eu to f... Tem que vender uma casa minha para poder pagar", diz o presidente.

O chefe da Casa Civil afirmou que conversaria com Bebianno sobre as ações. Onyx também disse que havia ficado sabendo, por meio de um intermediário, que o ex-ministro havia negado a possibilidade de novos ataques ao governo. Segundo Onyx, Bebianno teria prometido que não diria "mais nenhuma palavra" sobre seus desentendimentos com o Planalto e a família do presidente.


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21/02


2019

DEM manda recado a Bolsonaro para mostrar quem manda

Helena Chagas

Nada mais simbólico da situação política de hoje do que a imagem de Jair Bolsonaro entrando agora de manhã a passos rápidos no Congresso, para entrega da PEC da Previdência, mais do que ladeado, colado aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, ambos do DEM. Ficou claro ali quem é que vai mandar. Acesse: PEC-6-2019 – Previdência

Poucas horas antes, Bolsonaro sofrera acachapantes derrotas nas duas Casas, como a convocação do ex-ministro Gustavo Bebianno para falar de sua polêmica demissão no Senado e a derrubada por goleada, na Câmara, do decreto que regulamentava a Lei do Acesso. Esta última foi articulada pelo próprio Maia com os líderes partidários na Casa, numa espécie de aviso aos navegantes do Planalto, no melhor estilo pefelista dos velhos tempos: você pode não gostar, mas não vive sem mim.

A soma da constrangedora crise provocada pela demissão de Gustavo Bebianno – que pode se prolongar em novos vazamentos de conversas – com o alto grau de desarticulação política dos novos ocupantes do Planalto deu o resultado esperado: Bolsonaro, apesar do discurso contrário ao toma-lá-dá-cá, está nas mãos da velha política e de seus métodos.

Na segunda fila do pelotão que entrou no Congresso com  Bolsonaro, de quem ganhou carinhoso abraço, a presença do senador emedebista Fernando Bezerra Coelho era um outro símbolo da nova-velha situação. Nomeado líder do governo no Senado na véspera, Fernando Bezerra foi ministro de Dilma Rousseff, líder de Michel Temer e investigado na Lava Jato de seu agora colega de governo Sérgio Moro.


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