Governo de PE

11/02


2019

Luciano Bivar é rochedo

Pense num cara rochedo, o líder nacional do PSL, deputado Luciano Bivar. Este é um dos motes da cantoria do Profeta Adalbertovsky, do alto das montanhas da Jaqueira. Lá vai o bicho-grilo: “Num momento decisivo da pré-campanha eleitoral, quando muitos desdenhavam da aura vitoriosa do Capitão Marvel, o deputado Luciano Bivar ofereceu a legenda do PSL para ele ser candidato e ser eleito presidente da República”.

“O novo presidente nacional do Incra é o general João Carlos Jesus Correa. Vejamos se os stalinistas comandantes dos sem-terra terão o topete de desafiar o Exército auriverde para invadir e depredar propriedades e desestabilizar o governo. Aqui nesta terra dos altos coqueiros, infestada de zumbis da seita do cordão encarnado, que seja indicado um fiel escudeiro do Capitão Marvel para a direção do Incra. As infestações vermelhas continuam no ar. O deputado Luciano Bivar está na linha”.

“Os desvalidos do MST são apenas massa de manobra dos vivaldinos. No jargão marxista, formam o lumpem proletariado, ou a “ninguenzada” de que falava Darcy Ribeiro, sem eira nem beira e que se presta a qualquer manobra em busca da sobrevivência. São doutrinados pela esquerda radical, e poderiam ser doutrinados em qualquer direção. Distribuir uma gleba de terra em nada resolve o problema de famílias indigentes”.

“Reforma agrária é agenda de meados do século passado. Vem dos tempos da enxada e do gemido do carro de boi. É um gemido do passado. A realidade agrária em Pernambuco é de minifúndios. Terras do semiárido, aí são outros quinhentos, demandam investimentos públicos em irrigação, mecanização e tecnologia”. A cantoria do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião. Metam os peitos!  


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Cassação de Flávio Bolsonaro. O Brasil pede justiça e ética. 47.070 pessoas já assinaram. Ajude a chegar a 50,000.

Fernandes

Boechat tinha relatado sobre o desvio de mais de 200 milhões de Reais da família Bolsonaro. Essa família do Bozo tá com tudo e não tá prosa.

Fernando

O comentário “Abaixo falso moralismo” deve ser um petista cabra safado e invejoso. Escondendo-se atrás do computador, é um frouxo mesmo. Excelente texto do Jornalista José Adalberto, parabéns!

Fernandes

Parabéns para o PT por seus 39 anos!!!

ABAIXO FALSO MORALISMO

pensei que esse pau no cu desse adalbertopaunocu tivesse sido demitido . magno , por nossa senhora , tira essa criatura , ta ficando feio


Prefeitura do cabo

Confira os últimos posts



18/08


2019

Com Bolsonaro, não existe espaço vazio

Coluna do Estadão – Alberto Bombig

Há uma única certeza sobre Jair Bolsonaro entre auxiliares, aliados e até opositores dele: não existe espaço que ele não queira ocupar. Em quase oito meses de governo, o presidente mostrou ser mestre na arte de preencher cargos, noticiário e todo e qualquer tipo de vácuo. A máxima de que não existe lugar vago em política fica ainda mais fácil de ser levada ao extremo por Bolsonaro com a ajuda dos filhos, observa um ex-aliado. “Eles criam polêmicas, pautam o debate, expulsam desafetos, preenchem cargos e sufocam opositores”, completa ele.

Quando farejou as movimentações de João Doria (PSDB) e de Luciano Huckrumo às eleições de 2022, por exemplo, Bolsonaro surpreendeu seus auxiliares e se lançou candidato à reeleição para deixar claro que eles não terão refresco.

Mando eu - A mais nova vítima do modo Bolsonaro de agir é o ministro Sergio Moro: ou se submete aos caprichos do chefe ou acabará fora dos planos.

Para emplacar Eduardo Bolsonaro na Embaixada do Brasil em Washington, o governo vai acelerar a liberação de emendas no Senado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Detran

18/08


2019

O embaixador Eduardo Bolsonaro

O essencial é o julgamento da relação que papai Bolsonaro quer ter com os EUA

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

Jair Bolsonaro é um mágico. Baixa o nível do debate dos assuntos públicos, trata de cocô e não discute os 12 milhões de desempregados. É ajudado pela oposição que aceita sua agenda ilusionista. Um bom exemplo desse fenômeno é a qualidade do debate em torno da indicação de seu filho 03 para a embaixada do Brasil em Washington.

É nepotismo? Sem dúvida. O que isso quer dizer? Pouco. O ditador nicaraguense Anastasio Somoza nomeou o genro, Guillermo Sevilla Sacasa, para Washington. Um craque, tornou-se decano do corpo diplomático e atravessou os mandatos de oito presidentes. O xá do Irã mandou para os Estados Unidos um cunhado e Ardeshir Zahedi foi um grande embaixador. As monarquias do Golfo mandam seus filhos para Washington e, com a ajuda do poder de petróleo, eles têm mais sucesso que outros embaixadores árabes. 

Há o nepotismo das ditaduras e há compadrio das democracias. Bill Clinton mandou Jean Kennedy Smith (irmã do falecido presidente) para a embaixada na Irlanda, e Barack Obama mandou Caroline Kennedy (filha de John) para a do Japão (uma meteu-se em encrencas, a outra foi irrelevante). Isso para não falar de Pamela Harriman, mandada por Clinton para a França. Seu mérito foi ajudá-lo na campanha. Fora disso, foi uma cortesã, mulher do filho de Winston Churchill e colecionadora de milionários, de Averell Harriman a Gianni Agnelli, passando por Ali Khan, Elie de Rothschild e Stavros Niarchos.

Juscelino Kubitschek nomeou Amaral Peixoto embaixador em Washington. Genro de Getúlio Vargas, se tornara um cacique na política nacional. “Alzirão” saiu-se bem no cargo. Como ele, Eduardo Bolsonaro ganhou a embaixada depois de ter chegado ao Congresso pelo voto popular. Amaral Peixoto falava pouco e nunca disse bobagens do tipo “fritei hambúrgueres”.

A indicação do 03 para a embaixada foi aplaudida pelo presidente Donald Trump. Como muita gente não gosta de Trump nem dos Bolsonaros, isso foi visto como um demérito. Na realidade, 03 conseguiu algo que nenhum embaixador brasileiro teve, pois o aplauso do governante do país para onde vai o novo representante é tudo o que se quer. Não se pode ver defeito nessa trumpada. A Inglaterra gostava de saber que John Kennedy era grande amigo do embaixador David Ormsby-Gore (mais tarde, ele quase casou com a viúva). Se Trump perder a reeleição, pode-se trocar o embaixador, zero a zero e bola ao centro.

03 será sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ali, todos poderão mostrar suas qualificações. 

Os senadores perguntando e o deputado respondendo. Afinal, se “diplomacia sem armas é como música sem instrumentos”, ele vai para Washington tocar chocalho. Nepotismo e trumpismo serão aspectos subsidiários. O essencial é o julgamento da relação que papai Bolsonaro quer ter com os Estados Unidos. 

Em 2015, o plenário do Senado rejeitou o embaixador Guilherme Patriota, designado por Dilma Rousseff. Mas esse resultado teve mais a ver com a fraqueza do governo do que com a capacidade do diplomata. 

Pamela Harriman foi aprovada por unanimidade na Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, viveu feliz em Paris, teve um derrame na piscina do hotel Ritz e morreu dias depois.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Magno coloca pimenta folha

18/08


2019

Alguma esperança para PE: João Campos, olho em 2020

Já de olho em 2020, o deputado João Campos (PSB-PE) vai propor emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias que blinda a verba da Ciência e Tecnologia de contingenciamentos futuros.

A ressalva já existiu e vigorou de 2002 a 2011.

 A compressão de verba para a área foi muito forte.

O Fundo de Desenvolvimento Científico, por exemplo, que teria R$ 4,9 bilhões neste ano, só liberou R$ 600 milhões até julho.  (Daniela Lima – Painel FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

De onde ela vai tirar esse dinheiro todo?

Parlamentares dizem aguardar que a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), cumpra a promessa de que Jair Bolsonaro vai enviar à Câmara proposta que libera R$ 330 milhões a bolsas de pesquisa.

A verba foi uma contrapartida exigida pelos parlamentares em troca da autorização para o governo emitir R$ 248 bilhões em dívidas para saldar despesas, driblando a chamada regra de ouro.

Na sexta (16), o ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) disse que, sem os R$ 330 milhões, os bolsistas do CNPq ficarão sem receber a partir de setembro.  (Folha)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Limoeiro

18/08


2019

Tudo que ele não precisa é de uma briga com Bolsonaro

O apresentador Luciano Huck disse a pessoas próximas que não esperava tamanha repercussão do trecho de uma palestra, na semana passada, na qual se referiu ao governo Bolsonaro como “o último capítulo do que não deu certo”.

O presidente reagiu de imediato, com provocações e críticas ao possível adversário em 2022.

O grupo de Huck não pretende revidar ou estender a polêmica.

Diz que tudo o que o apresentador não precisa é precipitar uma briga com Bolsonaro.

Por isso, ele foi aconselhado a não falar mais sobre o assunto. (Daniela Lima – FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner de Arcoverde

18/08


2019

Casa de ninguém

caminhoneiro Wanderlei Alves (foto), conhecido como Dedeco, trocou socos com o sindicalista Carlos Alberto Litti Dahme dentro do Ministério da Infraestrutura.

Segundo Dedeco, ele foi buscar um convite para participar da entrega da medalha de Mauá, quando Litti o agrediu enquanto entrava no elevador.

Dedeco diz que o sindicalista tentou dar um soco nele, mas não conseguiu.

“E aí, quando vi, ele estava com o corpo metade dentro do elevador metade para fora, eu em cima dele, e as pessoas me segurando”, conta. (Painel)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Vai dar briga. E feia

Um ex-juiz federal que conhece bem a PGR diz que, se Bolsonaro optar por um nome sem qualquer conexão com o restante do MPF, o cenário mais provável é o de “ingovernabilidade.

Com diversos grupos se digladiando diante de um procurador-geral sem um mínimo de autoridade”. 

CONTRAPONTO

Mensagem para você 

Durante votação na Câmara, Vinicius Poit (Novo-SP) pediu a palavra para rebater críticas de Alice Portugal (PC do B-BA) à MP da liberdade econômica.

— Publiquei vídeo que fala sobre negócios de baixo risco. Se me seguir vai ver. Pode me seguir que sigo de volta, troco like e mando!

O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não perdeu a deixa:

— Like com coraçãozinho ou sem coraçãozinho?

— Com coraçãozinho, pois a deputada Alice é do meu coração!    (Painel - FSP))


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Ações de Bolsonaro alarmam procuradores

Na Receita e no Coaf; escolha de PGR pode desencadear reação

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Sinais emitidos por Jair Bolsonaro colocaram em alerta integrantes da PGR. Somada às mudanças na Receita Federale no Coaf, a demora para indicar o nome que vai liderar o MPF fez grupos de procuradores se organizarem para planejar reação caso a escolha do presidente seja heterodoxa. Para um articulado membro da carreira, se o Planalto optar pelo subprocurador Antonio Carlos Simões Soares, como aventado nos últimos dias, “caos será pouco para descrever o que será da Procuradoria”.

A predileção da família Bolsonaro por Soares foi revelada pela revista Época. Recebido pelo presidente dia 13, ele é um desconhecido até para procuradores experientes. Como os rumores sobre o apoio a ele no Planalto cresceram, investigadores que disputaram eleição interna para a lista tríplice foram buscar informações.

Faça-se a luz - Um desses procuradores conta que, ao questionar um colega sobre a personalidade de Soares, ouviu como resposta: “Ele é trevoso”.

Apontado como uma indicação de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Soares caiu nas graças da família do presidente pelas mãos de outra pessoa, o advogado Frederick Wassef. Este representa Flávio na ação que levou o presidente do STF, Dias Toffoli, a suspender apurações que tenham usado dados da Receita e do Coaf sem aval da Justiça.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Meu cargo, minha vida

Coluna de Carlos Brickmann

Ao formar seu Governo, parecia que Jair Bolsonaro se escorava na fama de dois de seus ministros, ou superministros: Sérgio Moro e Paulo Guedes. Bolsonaro se revelou um profundo conhecedor da natureza humana: os dois são importantes, mas a caneta presidencial é mais importantes do que eles.

Guedes, que no mercado financeiro sempre operou com eficácia e em silêncio, passou a falar, sempre repetindo o discurso do Capitão do Time: agora, além de dar palpite na política interna de um país vizinho, chegou a perguntar desde quando o Brasil precisou da Argentina.

Ele sabe a resposta, claro: desde que a Argentina é a maior importadora de carros brasileiros, desde que a Argentina dá ao Brasil US$ 4 bilhões de superavit comercial. O economista Paulo Guedes sabe o valor de US$ 4 bilhões.

Pior é Moro, que no Ministério se tornou um colecionador de derrotas. E é ótimo para aceitar desfeitas. Bolsonaro prometeu-lhe que, como o Coaf não ficaria sob seu comando, manteria o presidente indicado por ele. Em seguida, mandou afastar o citado presidente.

Embora a Polícia Rodoviária Federal seja subordinada ao Ministério da Justiça, Bolsonaro disse num discurso que a mandaria suspender o uso de radares móveis (pode ser que depois tenha avisado o ministro).

Em seguida, sempre sem ouvir Moro,  mandou trocar o diretor da Polícia Federal no Rio. Bolsonaro age como se não houvesse ninguém no Ministério da Justiça. E talvez tenha razão.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Líder Amoêdo questiona “benefícios” para o PSL

João Amoêdo, que concorreu contra Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado, flagrou um “benefício” para o PSL, partido do presidente. O candidato do Novo no pleito de 2018 fotografou um caminhão da sigla no meio da Avenida Atlântica, no Rio, servindo como base para quem quiser se filiar ao partido. “Fiquei imaginando se os outros 32 partidos pudessem e resolvessem fazer a mesma coisa”, questionou Amoêdo.

Saí para correr e olha o que encontrei na Av. Atlântica: um caminhão de filiação do PSL no meio da rua e com proteção da prefeitura.

Fiquei imaginando se os outros 32 partidos pudessem e resolvessem fazer a mesma coisa.

Enquanto isso, a Consultoria Legislativa do Senado emitiu um parecer apontando que a indicação de Eduardo Bolsonaro para o cargo de embaixador brasileiro nos EUA seria nepotismo. O parecer, assinado pelos consultores Renato Monteiro de Rezende e Tarciso Dal Maso Jardim no dia 13 de agosto, argumenta que o posto de embaixador é um cargo comissionado comum e não político, como seria a indicação como ministro.  (Estadão – BR 18)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Embaixador: senadores prontos para rejeitar Eduardo

 Relatório separado para rejeitar nome de Eduardo Bolsonaro

Daniel Weterman e Mariana Haubert – Portal Terra

Com base em um parecer da consultoria do Senado, parlamentares preparam um relatório alternativo rejeitando a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, para a embaixada brasileira em Washington. A indicação - já anunciada - ainda não foi formalizada pelo Planalto e precisará de aval dos senadores.

De acordo com o parecer da consultoria, a indicação configura nepotismo. O nome de Eduardo, se encaminhado pelo presidente Jair Bolsonaro, precisa passar pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e depois pelo plenário. O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice-líder do governo na Casa, é o mais cotado para assumir a relatoria da indicação. Dessa forma, outros senadores preparam um parecer alternativo para ser protocolado na comissão após o relatório de Chico Rodrigues, que tende a ser pela aprovação.

O parecer da consultoria foi encaminhado ao senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A oposição vai usar o documento para reforçar a articulação contra a nomeação. "Não resta dúvida que agora a nomeação do senhor Eduardo é uma 'forçação' de barra para atender ao capricho pessoal do presidente da República, aos caprichos individuais e de família. É nepotismo na veia", disse Randolfe Rodrigues, líder da minoria na Casa, ao Broadcast Político


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Moro manobrou para julgar Cunha em Curitiba

Dois ministros do Supremo Tribunal Federal avaliam que o então juiz Sergio Moro não quis apreender telefones celulares de Eduardo Cunha para evitar que pessoas com foro privilegiado tirassem as investigações da 13ª Vara Federal em Curitiba e as levassem para o STF. A teoria dos ministros é que Moro queria manter Cunha sob sua alçada, como um troféu. Seria uma manobra combinada com o procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato.

Para ministros, essa atitude explicaria o motivo de Moro ter se posicionado perante o Ministério Público contra eventual acordo de delação premiada do então ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Eduardo Cunha conversava com a república inteira, especialmente com integrantes do primeiro escalão do Executivo e ministros de tribunais superiores, como membros do STF. Um ministro indaga se alguém se lembra de alguma operação da Lava Jato que tenha deixado de apreender celulares. Um advogado criminalista tem a mesmo teoria dos dois ministros do STF a respeito da conduta de Moro no episódio Cunha _uma reportagem feita em parceria entre o “The Intercept Brasil” e o “Buzzfeed”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Delegado fala em forças externas e se diz ameaçado

O delegado da Receita no Porto de Itaguaí (RJ), José Alex Nóbrega de Oliveira, enviou mensagem a colegas denunciando interferência política de "forças externas que não coadunam com os objetivos de fiscalização" da Receita Federal. Os auditores da Receita Federal ameaçam entregar os cargos caso sejam efetivadas indicações políticas costuradas por Bolsonaro, que teme investigações contra filhos e aliados. 

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "o órgão se encontra em crise, pressionado pelo Executivo, Legislativo e Judiciário para mudanças em sua estrutura e na forma de atuação. A situação se agravou com os relatos nos bastidores do órgão de que o secretário especial da Receita, Marcos Cintra, pediu ao superintendente da Receita no Rio de Janeiro, Mário Dehon, a troca de delegados chefes de duas unidades no Estado - a Delegacia da Alfândega da Receita Federal no Porto de Itaguaí e da Delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro II, na Barra da Tijuca."

A matéria ainda informa que "Dehon, que está com o cargo ameaçado, se recusou a fazer a troca. Procurado por meio da assessoria de imprensa, Cintra não se manifestou sobre a informação de que sugeriu troca de delegados na Receita. Na carta, José Alex Nóbrega de Oliveira escreveu que Dehon o informou, há três semanas, sobre uma "indicação política" para assumir a Alfândega de Itaguaí, com a qual o superintendente não concordou."  (BR 247)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/08


2019

Joice fala como candidata a prefeita de SP

Alfineta Doria e exalta Bolsonaro 'brucutu'

Deputada usou discurso em mutirão de filiações ao PSL para se lançar na disputa contra Covas, aliado do governador

Joelmir Tavares – Folha de S.Paulo

Em evento do PSL em Barueri (Grande SP) sem outras estrelas da sigla, a deputada federal Joice Hasselmann discursou como pré-candidata da sigla a prefeita de São Paulo em 2020, neste sábado (17), sob aclamação de militantes que participavam de mutirão para atrair novos filiados.

Entusiasta em 2018 do voto “BolsoDoria”, a parlamentar alfinetou o governador João Doria (PSDB), a quem se referiu como amigo. Lembrou que ele abandonou o mandato de prefeito para disputar o governo e o criticou por ter deixado “um cavalo de Troia” no posto, seu então vice Bruno Covas (PSDB).

"São Paulo precisa de muito mais. São Paulo ainda não foi um caso de sucesso. Ficou aqui tropeçando, aos trancos e barrancos. Vem [Fernando] Haddad pra lá, o outro pra cá, aí o outro vai embora no meio do caminho", falou Joice, sem mencionar o nome de Doria.

Depois, em entrevista a jornalistas, ela disse que o governador "deixou essa herança, que é o Bruno, cavalo de Troia". Ele tentará a reeleição.

"Ninguém votou no Bruno. E eu gosto do Bruno. É um cara bacana, gente boa, gente fina, festeiro, gosta de academia, tudo. Mas minha mãe também é bacana, e nem por isso serve para ser prefeita", ironizou. "O João é meu amigo, acho que ele é uma figura muito bacana, excepcional, mas errou no vice. Errou muito feio."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/08


2019

Serra instruiu para impeachment de Dilma

Deu orientação a embaixadores

“Cumpri instruções”. Assim começa uma série de correspondências escritas por diplomatas brasileiros no exterior. Da representação do Brasil em Washington ao embaixador na minúscula e paradisíaca ilha de Santa Lúcia, no Caribe, oficiais brasileiros obedeceram à ordem clara e rigorosa do Ministério das Relações Exteriores do recém-iniciado governo de Michel Temer (MDB):

Rechaçar qualquer questionamento ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) vindo de outros diplomatas, de órgãos internacionais ou mesmo da imprensa estrangeira, além de manter informado o governo Temer de onde partiriam eventuais críticas.

A ordem partiu do também recém-empossado ministro José Serra (PSDB), no dia 24 de maio — apenas 12 dias após o afastamento inicial de Dilma pela Câmara dos Deputados. As informações estão presentes em mais de cem comunicados transmitidos pelas embaixadas do Brasil entre maio e setembro de 2016, aos quais a Pública teve acesso através de pedidos pela Lei de Acesso à Informação.

Segundo os documentos, era crucial aos embaixadores brasileiros rebater qualquer afirmação sobre erros de conduta durante o julgamento, que citasse “jogos de interesse” ou apontasse de manobra política no processo. Termos como “golpe de Estado” e “manipulação política” também constaram nos exemplos de “posturas equivocadas”.(BR 247)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha