ArcoVerde

11/02


2019

Transposição: Paulo Câmara topa os R$ 100 milhões-ano da obra

O monistro do Desinvolvimento Regional, Gustavo Canuto, está batendo à porta de governadores nordestinos para cobrar a fatura da transposição do Rio São Francisco. A conta é salgada. O valor ficaria em torno de R$ 100 milhões por ano para cada Estado beneficiado. Na sexta-feira, Canuto esteve com Paulo Câmara (PSB). Ouviu do governador de Pernambuco que o Estado topa entrar no rateio quando as obras estiverem concluídas.

Enquanto isso, ao exigir o extenso rito tradicional para a tramitação da reforma da Previdência na Câmara, Rodrigo Maia quer ampliar o entendimento da população sobre o sensível tema.

Na outra ponta, ele avalia que a oposição está desarticulada para colocar gente na rua.  (Coluna do Estadão)


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Asfaltos

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19/02


2019

Enquanto o governo briga, o DEM se cacifa

Coluna do Estadão

Ao mesmo tempo que o PSL se consome em disputas internas e guerras santas, o DEM, empoderado pelo comando do Congresso, define seu plano de voo para atravessar os anos Bolsonaro: chegar a 2022 como o partido da agenda econômica, incluindo a reforma da Previdência.

Em recente ida a Brasília, o prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente da sigla, pediu a suas bancadas proximidade com o Planalto quando o assunto for a aprovação de regras de modernização da economia e distância regulamentar de crises, “negocismos” e extremismos.Novos tempos.

Segundo quem participou do encontro com ACM Neto, ele acha que o Democratas tem de mostrar ao eleitor ser possível apoiar um projeto de governo sem cair na fisiologia, prática que carimbou o antigo PFL.Para governistas, a indicação do general Floriano Peixoto para o lugar de Gustavo Bebianno foi mais uma demonstração de inabilidade do governo, que teria perdido a chance de abrir espaço (e cargos, claro) a aliados. Ciúme: “Logo vai faltar militar nas Forças desse jeito”, brinca um líder.


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19/02


2019

Bolsonaro a Bebianno: “Como você põe inimigos dentro de casa?”

Em um dos áudios enviados por Jair Bolsonaro a Gustavo Bebianno, o presidente questiona o ministro assim:

“Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”

Bolsonaro referia-se a uma reunião marcada por Bebianno — e que acabou sendo cancelada após a ordem do presidente — com o vice-presidente de Relações Institucionais da Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.

Bebianno alegou que estava tentando angariar apoio para a Previdência, mas cumpriu a ordem do capitão.  (O antagonista)


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19/02


2019

A verdade: Bolsonaro de dedo em riste

Uma das versões para a queda de Bebianno é a de que Bolsonaro se sentiu traído porque ele agendou um encontro com Paulo Tonet, vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo. Não seria a primeira vez, no entanto, que o executivo esteve com ministros do núcleo duro do governo. Num momento de maior raiva, o presidente chegou a mostrar o dedo em riste.

Desde janeiro, Tonet já se reuniu com os generais Augusto Heleno e Santos Cruz e também com Onyx Lorenzoni. O encontro com Bebianno acabou cancelado.

Bolsonaro foi taxativo ao ser confrontado com a possibilidade, discutida numa reunião, de a crise dificultar a aprovação de mudanças da Previdência: se quiserem acabar com a reforma por causa de Bebianno, que acabem, chegou a dizer. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi um dos primeiros a dizer que a reforma ficaria comprometida.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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19/02


2019

Articulação política do governo está capenga

Aliados de Gustavo Bebianno, agora ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência, receberam antecipadamente a informação de que Jair Bolsonaro gravaria um vídeo de desagravo a ele.

Após um longo processo de fritura pública, pessoas próximas diziam que o outrora braço direito do presidente estava sereno nesta segunda

A saída de cena de Bebianno ampliou a sensação de que a articulação política do governo está capenga.

Líderes de partidos da base discutiam nesta segunda (18) um boicote à reunião com o presidente convocada para quinta (21).  (Painel)


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Comentários

Fernandes

O governo é capenga.



19/02


2019

Pacote anticrime de Moro provoca polêmica

Integrantes da equipe de Paulo Guedes (Economia) dizem ver com bons olhos o fato de o pacote anticrime de Sergio Moro (Justiça) chegar ao Congresso quase colado à reforma da Previdência. Para esse grupo, a proposta do ex-juiz será um chamariz para deputados “youtubers e fardados”.

projeto de Moro será levado ao Congresso nesta terça (19) e, desde já, suscita polêmica. Nas palavras de um entusiasta da nova Previdência, pode ser bom dividir os holofotes. “Se tiver que ter empurra-empurra”, ele diz, que seja nas comissões que debatem a tese do ministro da Justiça.

Deputados já preparam emendas ao projeto de Moro. Um aliado de Bolsonaro pretende apresentar ao menos 30.  (FSP)


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19/02


2019

Aposentadoria: deixar o Planalto sozinho

A notícia da decisão do governo de desatrelar servidores públicos estaduais e municipais da reforma foi postada num grupo de WhatsApp que reuniu os governadores nesta segunda (18). O caso foi revelado pela Folha.

As reações se dividiram entre os que de imediato pregaram deixar o Planalto sozinho na empreitada de aprovar as novas regras de aposentadoria e os que defenderam agir à revelia da equipe de Jair Bolsonaro para mudar o texto no Congresso.  (FSP


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19/02


2019

Desconfiança: generais deixaram celulares de fora nas reuniões

O general Augusto Heleno foi um dos que tiveram que depositar seu aparelho em uma bonbonnière

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O clima de desconfiança no Palácio do Planalto diante da crise envolvendo a demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno chegou a tal ponto que auxiliares de Jair Bolsonaro passaram a deixar os telefones celulares fora das salas quando se reúnem para tratar do assunto.

Numa das reuniões, na Casa Civil, comandada por Onyx Lorenzoni, até mesmo os generais Augusto Heleno, do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), e Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de Governo, tiveram que depositar seus aparelhos em uma espécie de bonbonnière.


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bm4 Marketing 6

19/02


2019

DEM teme caçada irracional nas universidades

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disparou mensagens a aliados explicitando sua insatisfação com a atitude do governo. A colaboração de Maia é essencial para o andamento da reforma da Previdência no Congresso.

A ala mais programática do DEM alerta ainda para os possíveis efeitos de uma caçada irracional a irregularidades em universidades.

Esse grupo cita como mau exemplo a ofensiva da PF que levou ao suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier, em 2017.  (Painel)


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19/02


2019

Lava Jato da Educação arrepia cabelos no meio político

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

nova Previdência desembarca no Congresso, nesta quarta (20), em mar revolto. Além da condução da crise que derrubou Gustavo Bebianno, o governo deflagrou duas operações que desagradaram aliados. A “Lava Jato da Educação” deixou a direção do DEM de cabelo em pé.

Mendonça Filho, chefe da pasta na era Temer, é da sigla. Já a decisão de desidratar o impacto das mudanças nas aposentadorias sobre a folha dos estados irritou tanto os governadores que a equipe econômica recuou.

O anúncio da “Lava Jato da Educação”, feito no fim da semana passada, irritou a cúpula do DEM.

Apesar do consenso de que a mira da apuração estará voltada para a gestão do PT, o fato de ninguém ter definido um marco temporal para as investigações foi alvo de muitas críticas entre integrantes da sigla.


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19/02


2019

Almoção: Olavo de Carvalho de sobremesa

A ala mais “ideológica” do governo de Jair Bolsonaro esteve reunida nesta segunda-feira, 18. O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Ricardo Vélez Rodrigues (Educação) e Damares Alves (Mulheres, Família e Direitos Humanos) almoçaram juntos e, como revelou o titular do MEC, tiveram de “sobremesa” uma live com ninguém menos que Olavo de Carvalho.

“No cardápio: amor pelo Brasil, fidelidade ao nosso presidente e uma deliciosa sobremesa via Whatsapp com nosso amigo, o prof. Olavo de Carvalho”, disse. Bom apetite.

Mesmo após toda a confusão gerada para demitir Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência, o vice-presidente, Hamilton Mourão, classificou as decisões de Jair Bolsonaro como “cautelosas”. “Ele (Bolsonaro) agiu com a cautela necessária”, disse Mourão.

 “Acho que a questão entre o presidente e o ministro Bebianno tem mais, vamos dizer assim, tem mais problemas do que a questão dos laranjas”, completou Mourão.  (BR 18 – Estadão)


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19/02


2019

Episódio levou presidente à capitulação pública

O presidente Jair Bolsonaro não tem mais como recuar no tempo e desfazer a condução política desastrada que culminou hoje com a demissão do ministro Gustavo Bebianno depois de arder na frigideira do governo por quase uma semana. A crise seria bem menor se o presidente tivesse rifado o ministro logo depois de tê-lo chamado publicamente de mentiroso.

O presidente precisa entender a dimensão da crise e lembrar que a campanha eleitoral acabou. Afinal, o governo não completou dois meses e já está gastando o imenso capital político que trouxe das urnas. E que só ele perderá se deixar uma crise política arder sem solução por tanto tempo.

A primeira lição que Bolsonaro deveria levar desse caso era redimensionar que papel seus filhos terão dentro do seu governo. Óbvio que continuarão sendo seus conselheiros. Mas o presidente precisa compreender que o eleito foi ele e não seus parentes. Outra lição fundamental é organizar definitivamente uma coordenação política. Bebianno fazia, por exemplo, ponte com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Sem ele, Bolsonaro precisa criar uma nova ligação. E parece estar disposto a assumir esse papel de articulador político de seu governo, o que pode ser uma boa ideia. Mas, dessa vez, Bolsonaro deu carne para os leões adversários. (BR 18 – Estadão - Marcelo de Moraes)


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19/02


2019

Oposição quer que Bebianno saia atirando

Os líderes da oposição pressionam agora para que o agora ex-ministro Gustavo Bebianno deixe o governo atirando contra o presidente Jair Bolsonaro. Para o líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), Bebianno deveria falar sobre os supostos esquemas de candidaturas laranja dentro do PSL, partido do presidente. “Bolsonaro demite Bebianno.

Nenhuma palavra sobre as outras laranjas podres, ministro do Turismo, Flávio Bolsonaro, Queiroz. Abre o bico Bebianno”, provocou Ivan.

“Achincalhado publicamente por Bolsonaro e seu filhote pitbull, Gustavo Bebianno, braço direito do presidente na campanha, se torna a primeira queda do desgoverno do capitão reformado. E a gestão não tem nem dois meses”, lembrou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

Político muito experiente, o tucano Alberto Goldman avalia que Jair Bolsonaro apenas cumpriu uma formalidade hoje ao exonerar Gustavo Bebianno do Ministério da Secretaria-Geral da Presidência. Para ele, o ministro já tinha caído na semana passada quando o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, o chamou publicamente de mentiroso.  (Estadão - M.M)


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19/02


2019

Episódio levou presidente à capitulação pública

Filho mais ativo do presidente da República tratou de criar a primeira fissura importante no casco da popularidade do pai

Vera Magalhães, O Estado de S. Paulo

Carlos Bolsonaro pode cantar vitória e se vangloriar de ter derrubado um desafeto. Mas o filho mais ativo do presidente da República tratou de criar a primeira fissura importante no casco da popularidade do pai, o forçou a uma capitulação pública em vídeo para evitar (ou tentar) que Gustavo Bebianno falasse o que viu no tempo em que foi um aliado da família e bagunçou o coreto da política às vésperas de o governo enfrentar sua principal batalha, a da reforma da Previdência.

O vídeo em que, visivelmente constrangido, Bolsonaro fala nada com nada a respeito da saída de seu secretário-geral da Presidência e diz que “tem de reconhecer” a dedicação, o empenho, o esforço, o comprometimento (só faltou falar dos belos olhos) de um de seus apoiadores de primeira hora é uma confissão pública de que o presidente tem o que temer.

Nada disso teria sido necessário se não fosse o afã de Carlos de derrubar um desafeto – que só o é por conta da paranoia ideológica que guia a leitura de mundo e de política dos filhos do presidente. Conseguiu seu intento, mas a que preço? 

Corroeu parte da credibilidade do pai junto aos militares, que se assustaram com a presença tóxica da família em assuntos de Estados, escancarou o telhado de vidro do clã com o que Bebianno pode saber e queimou todo o seu próprio crédito logo na primeira mesada como filho do presidente.

Sim, porque se Bebianno caiu, Carluxo também terá de sair de cena publicamente, ao menos por um tempo. Foi com isso que Bolsonaro se comprometeu diante dos muitos bombeiros que tentaram apagar o fogo que ele mesmo acendeu


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18/02


2019

Bolsonaro exonera Gustavo Bebianno

Nota oficial

O Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, decidiu exonerar, hoje, do cargo de Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, o Senhor Gustavo Bebianno Rocha.

O Senhor Presidente da República agradece sua dedicação à frente da pasta e deseja sucesso na nova caminhada.

Brasília, 18 de fevereiro de 2019.

Otávio Rêgo Barros, porta-voz da Presidência


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18/02


2019

Presidente da Alepe confirma Vinicius Labanca na Superintendência Parlamentar

O presidente da Assembleia Legislativa (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), nomeou o ex-deputado estadual Vinicius Labanca para ocupar a Superintendência Parlamentar. A escolha ocorreu na manhã de hoje.

Labanca assume o lugar do ex-deputado estadual Eduardo Araújo, que teve passagem expressiva na Casa de Joaquim Nabuco, encerrando um importante ciclo de contribuição na Alepe. De acordo com o presidente, Araújo transmite o cargo após vários anos de excelentes serviços prestados ao Parlamento.

O Superintendente Parlamentar atua nas relações institucionais com os Poderes Executivo e Judiciário, Tribunal de Contas e o Ministério Público. Com atuação marcada pelo bom trânsito com os demais poderes, Labanca concluiu, em 2018,o seu segundo mandato, tendo passado pela 2ª Secretaria e pela presidência da Comissão de Esporte e Lazer.


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