Gravatá IPTU 2019 Prorro

11/02


2019

Racha: as centrais e a luta contra a reforma da Previdência

A luta contra a reforma da Previdência tem causado apreensão entre dirigentes sindicais.

Há um temor de que as principais centrais do país se dividam entre as que representam servidores públicos e as que reúnem empregados do setor privado.

A divergência de interesses, avaliam os sindicalistas, pode rachar e enfraquecer o movimento contra as mudanças na aposentadoria.

As centrais convocaram um ato unificado para o dia 20. Parte dos dirigentes já conta com possibilidade de divisão neste primeiro grande encontro. (FSP)


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Congresso Nordestino de Educação Médica

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23/04


2019

Após reunião com Toffoli, Dodge é só elogios

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se reuniu por 40 minutos com o presidente do STF, Dias Toffoli, nesta tarde de segunda, 22, após o enfrentamento travado entre as duas partes na semana passada com relação ao inquérito aberto pela Corte, sem participação do Ministério Público Federal, para investigar ameaças a integrantes do Supremo.

“Foi excelente (a conversa). A relação do Supremo Tribunal Federal com o Ministério Público é sempre muito boa”, disse ela ao deixar o gabinete da presidência do STF, informa o Estadão.

Indagada pelo Estadão/Broadcast sobre o andamento do inquérito, Dodge desconversou: “Foi uma visita institucional importante e a coisa toda caminhou muito bem. Conversa muito boa. Muito obrigada, viu?”.  (Estadão- BR 18)


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Transporte PMR

23/04


2019

Lula: 5ª Turma do STF julga recurso nesta terça-feira

A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça julga na tarde desta terça-feira, 23, um recurso em que o ex-presidente Lula tenta rever a condenação de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro imposta no caso do “triplex do Guarujá”.

A data do julgamento foi confirmada pela assessoria de imprensa do STJ, informa o Broadcast Político.

A análise do caso está prevista para começar às 14h e ganhará transmissão ao vivo pelo canal do STJ no YouTube – um procedimento que ocorre apenas em casos excepcionais, como no julgamento de um habeas corpus do próprio Lula no ano passado.

Reforma - Após a polêmica sobre o sigilo imposto pelo governo a dados da reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, anunciou que, após reunião com o secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, as informações estarão liberadas na quinta-feira, 25, antes do início dos trabalhos da Comissão Especial, mas depois da votação na CCJ. “Conversei com o Rogério Marinho e ele vai apresentar nesta quinta-feira os números que embasam a proposta antes da instalação da Comissão Especial”, disse.


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Prefeitura de Olinda 2019

23/04


2019

Vélez acelerou credenciamento de novas universidades

Durante sua breve passagem pelo MEC, Ricardo Vélez Rodríguez enviou um número 70% maior de processos de credenciamento de novas universidades ao Conselho Nacional de Educação (CNE), em comparação com o início do ano passado. Segundo apurou o Estado, a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), responsável por encaminhar os processos ao CNE, mantinha processos de credenciamento de novas instituições de ensino arquivados para utilizá-los como forma de barganha política. Durante sua gestão, o ex-ministro fez um ‘mutirão’ para colocar em dia tais credenciamentos.

O novo ministro, Abraham Weintraub, pretende indicar uma funcionária da área de governança da Casa Civil para a Seres, que segue sem chefe definido. O ministro da pasta, Onyx Lorenzoni, tenta colocar um aliado na cadeira desde o início do ano. (Estadão)


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23/04


2019

Gilmar nega paralisar tramitação da reforma

Gilmar Mendes enterrou uma das tentativas da oposição de tentar impedir a tramitação da reforma da Previdência na CCJ. O ministro negou liminar no Mandado de Segurança pedido pelo deputado Aliel Machado Bark (PSB-PR).

Gilmar considerou que uma intervenção no debate neste momento seria uma intromissão indevida no poder Legislativo.

Bark pedia a suspensão dos debates na Câmara até que o governo abrisse os dados que embasaram a reforma e indicasse o impacto orçamentário e a fonte de custeio durante a transição da mudança no regime de aposentadorias.  (Estadão - BR 18)


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ArcoVerde

22/04


2019

Deputados denunciam galpão com ambulâncias abandonadas

A ‘Blitz da Oposição’, composta por deputados estaduais da bancada de oposição na Alepe, realizaram, hoje, uma nova visita de fiscalização ao Hospital Otávio de Freitas, localizado no bairro de Tejipió, Zona Oeste do Recife. Lá, os deputados encontraram corredores superlotados, além de um galpão com várias ambulâncias e aparelhos de ar-condicionados ainda na caixa.

A comissão é composta pelos deputados Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB), Antônio Coelho (DEM), Romero Sales Filho (PTB), Clarissa Tércio (PSC) e Priscila Krause (DEM).

Marco Aurélio declarou que, durante a blitz, chamou atenção uma criança que estava internado e gritou de longe: “aqui tá cheio de bicho!”. “Constatamos que a situação por lá está ainda pior. Conversei com pacientes, familiares e funcionários do hospital, que continuam reclamando da superlotação, do calor, das baratas, mosquitos, ratos e escorpiões”, declarou Marco Aurélio.

Ainda no local, os deputados também encontraram um galpão com 28 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que não estão sendo utilizadas, além de vários ar-condicionados ainda na caixa. “O cúmulo da incompetência do PSB e do descaso com os pernambucanos foi de ter encontrado um galpão ao lado do hospital com ambulâncias do Samu paradas e com vários ar-condicionados novos”, destacou Marco Aurélio.

A blitz realizada pelos deputados tem como objetivo apurar o que está acontecendo nos hospitais do estado e cobrar isso na tribuna para o governo.


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Asfaltos

22/04


2019

Dodge: Relação do STF com o Ministério Público é muito boa

Depois de ver o Ministério Público ser deixado de lado de uma investigação sobre ameaças, ofensas e notícias falsas contra o tribunal, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se reuniu, na tarde de hoje, com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, por cerca de 40 minutos, no gabinete da presidência do tribunal.

Na semana passada, Toffoli prorrogou o inquérito por mais 90 dias, ignorando a posição da procuradora-geral da República, que havia enviado um documento ao STF informando que promovia o arquivamento do caso. O inquérito foi aberto por iniciativa do próprio Toffoli, que designou o ministro Alexandre de Moraes para ser o relator do processo, o que foi amplamente contestado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Dentro da PGR, há o temor de que procuradores entrem na mira da investigação do STF.

Foi no âmbito desse processo que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, decidiu censurar a revista digital “Crusoé” e o site “O Antagonista”, mas depois Moraes derrubou a própria decisão ao receber informações de que as reportagens eram fundamentadas em um documento que “realmente existe”.

“Foi excelente (a conversa). A relação do Supremo Tribunal Federal com o Ministério Público é sempre muito boa”, disse Raquel Dodge ao deixar o gabinete da presidência do STF.

Indagada pelo Estadão/Broadcast sobre o andamento do inquérito e possíveis medidas cabíveis, Raquel Dodge desconversou: “Foi uma visita institucional importante e a coisa toda caminhou muito bem. Conversa muito boa. Muito obrigado, viu?”, disse.


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22/04


2019

Advogado pede ao TSE para refundar a UDN

Um advogado apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral, hoje, um pedido para refundar a União Democrática Nacional (UDN), um dos partidos extintos pela ditadura militar.

Criada em 1945, a UDN foi extinta vinte anos depois, após a edição do Ato Institucional número 2. Pelo texto da norma, ficavam extintos “partidos políticos e os respectivos registros”.

A UDN foi apenas uma das siglas que tiveram funcionamento interrompido pela ditadura militar. Parte de seus integrantes apoiou o golpe militar de 1964 e passou a integrar a Aliança Renovadora Nacional (Arena), o partido governista.

Na peça encaminhada à presidência da Corte Eleitoral, o advogado Marco Antonio de Vicente Junior não pleiteia a criação de uma nova UDN, mas pede que sejam anulados atos editados durante a ditadura militar que cassaram o registro do partido, à época em pleno funcionamento.

A estratégia desobriga o advogado de colher assinaturas para respaldar a criação de uma nova legenda.

A legislação que regulamenta o funcionamento dos partidos estabelece que só pode ser registrado na Justiça Eleitoral estatuto de legenda que comprove o apoio do número de eleitores correspondente a 0,5% dos votos válidos dados na última eleição para a Câmara dos Deputados.

“Assim e como militante udenista, Marco Antonio de Vicente Júnior tem interesse direto em ver reconhecidas as injustiças históricas praticadas em desfavor da UDN e, pragmaticamente, em corrigir as consequências administrativo-eleitorais dos arbítrios ilícitos e inconstitucionais praticados ao arrepio do Direito”, diz um trecho do requerimento.

Segundo o advogado, o pedido tem como objetivo “restabelecer um posicionamento que funcionou e que tem tudo para ser efetivo na atualidade, afinal seremos o único partido verdadeiramente de direita no Brasil”.

O advogado ainda pede no requerimento que seja convocada reunião da “Convenção Geral” do partido, para que sejam eleitos integrantes de órgãos de direção da sigla.

Vicente também requer status de membro ativo da legenda, “permitindo-lhe promover os atos necessários ao seu bom, fiel e democrático funcionamento partidário”.

“Com a refundação do partido UDN, nós vamos resgatar o que foi feito no passado e vamos trabalhar para que os direitos dos cidadãos sejam respeitados, para que a democracia seja fortalecida, e para que as instituições tenham independência”, afirmou.


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BM4 Marketing

22/04


2019

Subsídios federais somaram R$ 314 bi em 2018

Os subsídios concedidos pelo governo federal custaram R$ 314,2 bilhões aos cofres públicos em 2018, informou, hoje, o Ministério da Economia.

O valor corresponde a 4,16% do Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Apesar de expressivo, o valor gasto com subsídios vem diminuindo desde 2015, quando chegou a 6,7% do PIB. Em 2017, os subsídios somaram R$ 362,9 bilhões.

De acordo com o relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Economia , a queda se deve principalmente a “mudanças recentes na política de subsídios, como a reformulação do FIES [programa de financiamento estudantil] e a liquidação antecipada pelo BNDES [ Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] de parcela dos empréstimos junto à União; diminuição da taxa básica de juros e seu impacto no custo médio de emissão do Tesouro Nacional; contabilização de ajustes patrimoniais em fundos e programas, como ocorreu no FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador]”.

Do valor total, R$ 292,8 bilhões correspondem a benefícios tributários – um aumento de R$ 14,1 bilhões em relação ao ano anterior. Esse tipo de incentivo é concedido quando o governo abre exceções em relação às regras de pagamento de impostos e contribuições.

Entre os gastos que subiram, estão os benefícios concedidos à Zona Franca de Manaus (aumento de R$ 3,3 bilhões), ao Simples Nacional (R$ 3 bilhões) e à agropecuária (R$ 2,8 bilhões).

“Impõe-se, assim, o desafio de também realizar um ajuste nos subsídios (benefícios) tributários. A propósito, torna-se necessário um esforço fiscal similar (...), reduzindo-os, por exemplo, do atual patamar de 4,3% do PIB para o observado em 2003, em torno de 2,0% do PIB, o que permitiria tornar superavitário o resultado primário do governo federal (...) Portanto, a continuação do ajuste nos subsídios é de suma importância para que as contas públicas brasileiras voltem a ser superavitárias e sustentáveis”, diz o texto do documento.

Outros R$ 21,4 bilhões correspondem a benefícios financeiros e creditícios. Esses subsídios são concedidos na forma de subvenções econômicas, como em programas de redução de juros para empresas ou de garantia de preço mínimo.


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22/04


2019

Programa Chapéu de Palha inicia cadastramento hoje

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Planejamento e Gestão, inicia, hoje, o cadastramento do Programa Chapéu de Palha 2019, na modalidade Cana-de-açúcar. Trabalhadores e trabalhadoras rurais de 53 municípios da Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana do Recife que têm atividade canavieira poderão se inscrever até o próximo dia 23 de maio. As inscrições acontecem em 65 polos diferentes a maioria localizados em associações e sindicatos de trabalhadores rurais.

Para ser beneficiário do Chapéu de Palha da Cana, é preciso ser trabalhador(a) rural da cana-de-açúcar, trabalhador(a) do cultivo da cana, bituqueiro(a), rurícola ou safrista, no último contrato, com comprovação em carteira de trabalho; ser maior de 18 anos; ter trabalhado, com registro em carteira, por no mínimo 30 dias corridos em uma das três últimas safras; não possuir vínculo empregatício em carteira de trabalho; ser residente em um dos municípios contemplados pelo programa; não estar recebendo seguro-desemprego, aposentadoria ou pensão do INSS.

No ato do cadastramento, o trabalhador deverá apresentar: comprovante do Número de Identificação Social – NIS (Cartão Cidadão, Cartão Bolsa Família ou extrato de benefícios emitido pela Caixa); carteira de trabalho; CPF; RG; termo de rescisão de contrato; e comprovante de residência.  

Em 2018, o Chapéu de Palha da Cana-de-açúcar cadastrou 31.149 trabalhadores e trabalhadoras e investiu mais de R$ 31 milhões. Na primeira gestão do governador Paulo Câmara, foram 125.726 beneficiários e mais de R$ 110 milhões em investimentos na Zona Canavieira. O Chapéu de Palha da Cana oferece apoio à trabalhadora e ao trabalhador rural no período da entressafra, mediante o pagamento de uma bolsa em quatro parcelas no valor que vai de R$ 100 até 271,10, além de oferecer cursos de capacitação para os beneficiários.


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22/04


2019

O Brasil precisa de condições igualitárias

Por Ossesio Silva*

Há 519 anos, o Brasil era como descreveu Pero Vaz de Caminha no primeiro registro histórico do nosso País: um local extenso, onde se via o mar, arvoredos, terra e um povo diferente – os índios.

Mas o que mudou nesse tempo?

O Brasil por muito tempo foi sinônimo de exploração. Portugal aproveitou nossas matas, rios e tesouros. Alguns anos depois o Brasil começou a ser povoado e protegido. Milhares de europeus começaram a chegar para viver no País.

O tráfico de escravos da África para o Brasil também foi um movimento migratório, embora forçado. Seu início ocorreu no século XVI. Entre 1530 e 1850, cerca de 3,5 milhões de negros africanos foram trazidos para trabalharem como escravos.

Foi em maio de 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Mas, mesmo após a abolição, a vida dos negros por aqui continuou difícil. Era complicado que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal.

É um absurdo que no Brasil de hoje tenhamos trabalhadores submetidos às condições análogas à escravidão, conhecido como lista suja do trabalho escravo. De acordo com a última lista divulgada pelo Ministério da Economia, no início de abril desse ano, 2.375 trabalhadores foram encontrados nessa condição humilhante – exercendo atividade forçada; impedidos de deixar seu local de trabalho, desenvolvido em jornadas exaustivas.

Ainda hoje, recebemos notícias de que um branco ganha mais do que o negro, exercendo a mesma profissão; de que a mulher ganha menos que o homem, desenvolvendo o mesmo trabalho. Tenho lutado e vou continuar lutando por condições igualitárias. Por um Brasil melhor em todos os sentidos para os nossos idosos, mulheres, homens e crianças.

*Deputado federal pelo PRB de Pernambuco


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22/04


2019

Governo aceita ceder em 4 pontos da reforma

Com dificuldade na articulação, o governo dá sinais de que está cedendo à pressão dos partidos do Centrão nas negociações para aprovação da reforma da Previdência. Para demonstrar boa vontade, a equipe econômica já aceita retirar quatro pontos do texto que está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Os pontos são os seguintes: o que retira a obrigatoriedade de recolhimento de FGTS de aposentados e do pagamento da multa de 40% da rescisão contratual deles; o que define o foro de Brasília para qualquer tipo de ação judicial sobre questões previdenciárias da reforma; retirada da definição de aposentadoria compulsória da Constituição, transferindo mudanças para lei complementar; e o que deixa apenas nas mãos do Executivo federal qualquer proposta de alteração nas regras da Previdência.

Na estratégia inicial, o governo só considerava a possibilidade de ceder na segunda etapa de tramitação do texto na Câmara, durante os trabalhos da comissão especial, que analisará o mérito da medida. Na avaliação de assessores do ministro da Economia, Paulo Guedes, os pontos oferecidos não afetam a potência fiscal da reforma e, por isso, podem ser negociados ainda nesta primeira fase de tramitação, segundo o Blog do Valdo Cruz, no G1.


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22/04


2019

Rodovias federais tiveram menos acidentes na Páscoa

A Polícia Rodoviária Federal contabilizou 759 acidentes nas estradas federais no feriado da Semana Santa, de acordo com um balanço preliminar divulgado hoje.

A operação de fiscalização começou na quinta (18) e terminou neste Domingo de Páscoa (21). Veja os destaques:

  • Houve redução de 11% no número de acidentes em relação aos 854 registrados no mesmo feriado, no ano passado, de acordo a PRF -- não há comparação, no entanto, entre o número de veículos que estiveram nas estradas em ambos os períodos;
  • Houve menos mortes: 50, uma queda de 28% em relação à Semana Santa de 2018, quando 70 pessoas morreram em decorrência de acidentes;
  • O número de feridos foi de 962 contra 905 no mesmo período do ano passado;
  • Foram aplicadas 35 mil multas, a maioria por excesso de velocidade e ultrapassagem proibidos;
  • Subiu o número de infrações por beber e dirigir e por transporte de crianças sem cadeirinha ou dispositivo equivalente.

A PRF diz que o número de mortos e de acidentes graves foram os menores em 12 anos para essa operação. Esses montantes vêm caindo desde 2017, de acordo com o gráfico divulgado pelo órgão.


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22/04


2019

Frente de Segurança faz primeira audiência pública

Blog da Folha

Instalada no último dia 9, na Assembleia Legislativa, a Frente Parlamentar de Segurança Pública promove a primeira audiência pública na próxima quinta-feira, em Canhotinho, no Agreste Meridional. O evento acontecerá no Clube Intermunicipal da cidade, a partir das 9h. A proposta do colegiado é interiorizar o debate sobre segurança com representantes do Estado e da sociedade civil.

A Frente é coordenada pelo Delegado Lessa (PP) e composta pelos deputados Gleide Ângelo (PSB), Álvaro Porto (PTB), Alberto Feitosa (SD), Joel da Harpa (PP), Fabrízio Ferraz (PHS) e Lucas Ramos (PSB). A indicação de Canhotinho foi sugerida por Porto, ex-prefeito do município por dois mandatos.

Porto destaca que a audiência pública vai dar voz a moradores, lideranças e prefeitos do Agreste Meridional, além de representantes do Judiciário, do Ministério Público e das Polícias.

"Vamos ouvir todos os atores envolvidos nessa questão e procurar atender, a partir dos nossos esforços na Assembleia, as demandas que nos serão apresentadas. A Frente de Segurança conta com o apoio de todos", diz.

Em discurso na Alepe, o deputado petebista salientou que recentemente apresentou ao Governo do Estado pedido de reforço no policiamento da comunidade Liberdade, em Garanhuns, onde a Escola Estadual São Cristóvão tem sido atacada constantemente por bandidos. Nos últimos oito meses foram sete arrombamentos.

Ele lembrou que estudantes, funcionários, professores e pessoas da comunidade estão impedidos de protestar porque bandidos têm feito ameaças, por meio de mensagens no WhatsApp, a quem ousar promover alguma manifestação contra os arrombamentos.

"Além das perdas materiais sofridas pela escola e do terror que assombra quem reside em Liberdade, os prejudicados estão sendo silenciados e têm direitos cerceados pela violência. É por conta disso que insistimos no apelo para que o policiamento seja aumentado naquela área", disse.

Também em pronunciamento na Alepe, o Delegado Lessa reforçou a relevância da realização da audiência pública em Canhotinho e reiterou o compromisso de levar atividades da Frente de Segurança ao interior.

Durante a instalação da Frente, Lessa salientou que é meta do colegiado fazer parcerias com a Secretarias de Política Contra as Drogas, de Planejamento, de Defesa Social e de Orçamento e Gestão, que comanda o Pacto Pela Vida. Também afirmou que o debate será priorizado, envolvendo câmaras de vereadores, prefeituras e conselhos municipais.


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22/04


2019

Moraes: STF vai continuar investigando ameaças à Corte

O ministro Alexandre de Moraes disse, hoje, que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai manter as investigações do inquérito sobre "ameaças graves" à Corte e aos ministros.

O inquérito foi aberto em 14 de março pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que escolheu Moraes para ser o relator. Desde o início a abertura da investigação gerou críticas no Ministério Público e no Judiciário.

Um dos principais argumentos de quem se opõe à medida é que o STF não tem competência para abrir investigação sem ser provocado por outra instituição. Toffoli argumenta que a possibilidade é prevista no regimento interno.

Dentro do inquérito, Moraes já determinou buscas e apreensões nas residências de suspeitos de serem autores de ofensas e ameaças contra integrantes da STF e censurou os sites "O Antagonista" e a revista eletrônica "Crusoé". Na última quinta (17), diante da pressão de colegas do tribunal, o relator revogou a censura. Ele também já arquivou pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para arquivar o inquérito.

Hoje, Moraes falou sobre o tema em Lisboa, ao ser questionado por jornalistas sobre a continuidade do inquérito. "Nós vamos continuar investigando, principalmente – e esse é o grande objetivo do inquérito aberto por determinação do presidente do Supremo – as ameaças aos ministros do STF. O que se apura, o que se investiga não são críticas, não são ofensas. Até porque isso é muito pouco para que o Supremo precisasse investigar. O que se investiga são ameaças graves feitas, inclusive, na deep web, como foi já investigado pelo próprio Ministério Público de São Paulo", declarou Moraes em Lisboa. "É um verdadeiro sistema que vem se montando para retirar credibilidade das instituições", completou.


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Comentários

Lucidio de Figueiredo Galvão Júnior

DESCULPANDO A MINHA SINGELA IGNORÂNCIA,DESDE QUANDO O STF INVESTIGA ??? NÃO CONSEGUE JULGAR COMO DEVERIA, AGORA TAMBÉM INVESTIGA ??? QUANTO AS INSTITUIÇÕES, ELAS TEM CREDIBILIDADE TOTAL, QUEM NÃO TEM É A GRANDE PARTE DOS SEUS OCUPANTES !!!



22/04


2019

“Olavo deve se limitar à função de astrólogo”, diz Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão ironizou, hoje, as críticas a militares feitas em vídeo pelo escritor Olavo de Carvalho. Em resposta à divulgação do vídeo, Mourão afirmou que Carvalho deveria se concentrar no exercício da "função de astrólogo" por ser a que ele "desempenha bem".

O vídeo em que Olavo de Carvalho aparece fazendo duras críticas aos militares chegou a ser compartilhado no sábado pela conta oficial do presidente Jair Bolsonaro no YouTube, mas foi apagado no domingo. "Qual a última contribuição das escolas militares à alta cultura nacional? As obras do Euclides da Cunha. Depois de então, foi só cabelo pintado e voz impostada. E cagada, cagada", disse Carvalho.

Segundo Mourão, Bolsonaro teria dito que não viu o vídeo e que ele deve ter sido publicado por outra pessoa. Um dos filhos do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro republicou o vídeo no domingo. "Em relação ao Olavo de Carvalho, mostra o total desconhecimento dele de como funciona o ensino militar. Acho até bom a gente convidar ele para ir nas nossas escolas e conhecer. E acho que ele, Olavo de Carvalho, deve se limitar à função que ele desempenha bem, que é de astrólogo. Pode continuar a prever as coisas que ele é bom nisso", afirmou Mourão.

Questionado sobre se a série de ataques feitas pelo escritor aos militares gera um desconforto no governo, Mourão afirmou que o desconforto é apenas pessoal. "Olavo de Carvalho perdeu o timing e não sabe o que está acontecendo no Brasil, até porque ele mora nos Estados Unidos. Ele não está apoiando o governo e não está sendo bom para o governo", disse.

De acordo com o vice-presidente, ele não conversou com Bolsonaro ainda sobre o tema. "Até porque acho que ele prefere não dar maior repercussão ao que Olavo de Carvalho vem dizendo", afirmou.


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