Gravatá IPTU 2019 Prorro

11/02


2019

Petistas nas ruas: oposição ao governo e liberdade a Lula

O PT vai retomar caravanas pelo país para tentar dar força à oposição ao governo Jair Bolsonaro e ampliar a campanha pela liberdade do ex-presidente Lula. O debate da reforma da Previdência é prioridade. As viagens serão conduzidas por Fernando Haddad, que desembarca no Ceará no fim de semana.

Dirigentes petistas dizem que o partido precisa voltar a mobilizar o país. Para isso, é necessário retomar as conversas não só com sua base, mas também com os 47 milhões de eleitores que votaram em Haddad no segundo turno da disputa presidencial.

O formato das caravanas de Haddad será diferente do das conduzidas por Lula em 2017. A ideia é que, além de comandar atos públicos, o ex-prefeito de São Paulo participe de eventos fechados e dê entrevistas para a imprensa local. (Painel – Folha)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Congresso Nordestino de Educação Médica

Confira os últimos posts



21/04


2019

Mourão superatleta

Aliados de Hamilton Mourão atribuem a tendinite que ele tem no cotovelo –e que o levou a procurar o Hospital das Forças Armadas na semana passada– ao hábito do vice-presidente de andar a cavalo três vezes por semana.

Ele ainda corre em outros três dias.

Tudo antes das 6h.

Crivella por um fio: parlamentares cariocas avaliam que o prefeito Marcelo Crivella (PRB) deve sobreviver ao impeachment, mas chegará ao fim da gestão muito fragilizado.

Da deputada Jandira Feghali (PC do B-RJ), sobre a concessão de Jair Bolsonaro ao bispo Edir Macedo, da Igreja Universal e da Record

No Estado laico, passaporte diplomático não leva ao reino de Deus, mas garante espaço na TV para propagar mentiras diárias      (Painel - FSP)  


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Transporte PMR

21/04


2019

1º de Maio: o Mínimo de Bolsonaro

Vai que cola -  Integrantes de partidos de esquerda também querem tentar emplacar uma alternativa à política de reajuste do salário mínimo prevista por Bolsonaro, diz Daniela Lima, na Folha Painel. A ideia é colher assinaturas para pedir urgência a um projeto que defina parâmetros diferentes dos propostos pelo governo, que acabou com o aumento real.

A oposição debate nesta segunda (22) estratégia para postergar ao máximo a votação de relatório a favor da reforma da Previdência na Câmara. O tema começa a ser debatido na CCJ terça-feira (23). O sonho –quase irreal– é arrastar a discussão até a véspera do 1º de maio.

No fim de março, líderes da maioria na Câmara anunciaram vetos a trechos da PEC da reforma da Previdência. Eles querem retirar os trechos sobre BPC, aposentadoria rural e dispositivos que desconstitucionalizam regras previdenciárias 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Olinda 2019

21/04


2019

Ataques às duas casas

O PT divulgou manifesto na quinta (18), auge da crise, sobre o assunto. Para Gleisi Hoffman, que assina o texto ao lado do ex-presidente Lula, a corte claramente “errou na forma [ao censurar dois sites], mas agora tenta acertar, retomar o processo legal” ao apurar os ataques que sofre.

Um integrante do STJ diz que, apesar da reprovação unânime à censura, a manutenção do inquérito do STF tem guarida na corte porque muitos veem os vazamentos de “dados sigilosos como atos inconsequentes”.  (Folha)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

Se Executivo insistir, perdem o Parlamento

Há especial atenção nas duas Casas às falas de integrantes do Palácio do Planalto e de aliados de Jair Bolsonaro sobre o caso impeachment. Se uma ala do Executivo endossar publicamente a ofensiva a ministros do Supremo, dizem dirigentes de partidos, “eles vão perder o Parlamento”.

Na oposição, também há apreensão. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, diz que o STF “terá que fazer sua autocrítica”, mas que a hora não é de atacar a corte.

“Chegará o tempo em que os ministros terão que revisitar os momentos em que a pressão prevaleceu à ordem do Direito. Mas agora é preciso respeito institucional.”  (Painel – Folha)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

21/04


2019

Impeachment: derrubam o Supremo, depois o Congresso

“Ele sabe que, se derrubam o Supremo, o próximo a cair é o Congresso”, diz um deputado do DEM a respeito da CPI do Judiciário

A instalação da CPI pela maioria do Senado, neste momento, é vista como improvável.

Há especial atenção nas duas Casas às falas de integrantes do Palácio do Planalto e de aliados de Jair Bolsonaro sobre o caso.

Se uma ala do Executivo endossar publicamente a ofensiva a ministros do Supremo, dizem dirigentes de partidos, “eles vão perder o Parlamento”.  (Painel – Daniela Lima – FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Amigo do Pajeú

Só os segos que não querem verem a verdade , o Governo que acabar com o judiciario, e depois com o Legislativo , ai thau Democracia

Amigo do Pajeú

Só os segos que não querem verem a verdade , o Governo que acabar com o judiciario, e depois com o Legislativo , ai thau Democracia


Asfaltos

21/04


2019

Caminhoneiros: vai ter que mostrar que é bom mesmo

Transcorridos quase quatro meses de governo Jair Bolsonaro, é consenso no Congresso que o ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) está entre os poucos a apresentar a sonhada eficiência administrativa

Tarcísio, no entanto, foi colocado pelo governo no meio do enrosco com os caminhoneiros.

É um dos responsáveis por negociar um pacote de bondadespara ver se sossega a categoria.

Terá de demonstrar muita habilidade política para a missão.  (Coluna do Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

O Pacificador pôs fogo no STF

A promessa de Toffoli era parolagem, mas ninguém esperava tantos incêndios

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

O ministro José Antonio Dias Toffoli assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal prometendo “pacificação” na corte e oferecendo um “pacto” aos demais poderes. Era parolagem típica de Brasília, mas ninguém poderia supor que sua conduta posterior provocasse tantos incêndios. Conflagrou o tribunal, confrontou-se com a Procuradoria-Geral da República e se tornou um defensor da censura com argumentos conceitualmente desastrosos e factualmente inconsistentes.

Como diria Lula, nunca na história deste país um ministro do Supremo Tribunal Federal defendeu a censura com tamanha insistência e indigência. Nem quando o STF sacramentava a censura dos generais, pois os ministros pouco falavam.

Graças aos ministros Marco Aurélio e Celso de Mello, a piromania foi contida. O ministro Alexandre de Moraes revogou a censura ao site O Antagonista e à revista Crusoé, e é de se esperar que Toffoli sossegue em sua pregação desconexa. Fica faltando limar a truculência de um inquérito escalafobético que saiu por aí apreendendo computadores nas casas dos outros.

O ministro Moraes constrangeu um cidadão argumentando que ele fez propaganda de “processos violentos e ilegais para a alteração da ordem política e social”. Uau. Quem seria esse Che Guevara? Era o general da reserva Paulo Chagas, que “defendeu a criação de um tribunal de exceção para julgamento dos ministros do STF ou mesmo para substituí-los”.

Chagas tem suas ideias e foi candidato ao governo do Distrito Federal. Teve 110 mil votos (7%), ficou em quarto lugar e não foi ao segundo turno. O que ele propôs é farofa no bufê dos ventos políticos de hoje. Um filho do presidente já disse que para fechar o STF bastam “um cabo e um soldado”. (Em janeiro, Chagas postou que “o Brasil não é uma monarquia e a família Bolsonaro não é a família imperial”.)

Tudo isso são opiniões e ouvi-las (ou não) é o jogo jogado. Durante a ditadura do século passado que Chagas defende, a Justiça Militar mandou para a cadeia o historiador Caio Prado Jr. por ter dado uma entrevista inócua a um jornalzinho de estudantes. Na época, o que a ditadura queria era intimidar o meio acadêmico.

crise do Supremo das últimas semanas teve uma peculiaridade. Pela primeira vez ela saiu de dentro do tribunal, contaminando o meio externo. Em todas as outras ocasiões a encrenca, grande, vinha de fora. Agora havia um mal-estar lá dentro e a partir dele criou-se a crise. Não se pode dizer que fosse um problema dos 11 ministros. Seriam três ou quatro, no máximo. Em algum lugar há uma fonte emissora de radioatividade. Nada melhor que a luz do sol para procurá-la.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

bm4 Marketing 5

21/04


2019

Cargos: Bolsonaro ainda faz cara feia, mas..

Mas governo negocia cargos e emendas

Presidente dança valsa atrapalhada enquanto auxiliares tentam formar base aliada

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

Depois de servir cafezinho no gabinete presidencial para Romero Jucá, Gilberto Kassab e outros caciques, no início do mês, Jair Bolsonaro tentou se explicar para seus seguidores. “Nada foi tratado sobre cargos, nem da parte deles, nem da nossa parte. Quem falou que haveria questões envolvendo cargos caiu do cavalo”, afirmou.

O presidente dança uma valsa meio atrapalhada em seu esforço para conseguir apoio no Congresso. Enquanto foge do assunto e trata com ironia a distribuição de espaços na máquina federal, seus auxiliares se esforçam para fazer essa partilha entre potenciais aliados.

Metade dos figurões do Palácio do Planalto trabalha hoje para destravar nomeações políticas que podem ajudar o governo a construir uma base de apoio consistente nas votações da Câmara e do Senado —em especial na reforma da Previdência.

Na semana das reuniões de Bolsonaro com dirigentes partidários, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que era “óbvio que eles vão ter algum tipo de participação” no governo. O ministro Santos Cruz disse que o preenchimento de cargos por indicação política “é normal em qualquer lugar do mundo”.

Leia artigo na íntegra clicando ao lado: Bolsonaro ainda faz cara feia, mas governo negocia cargos e emendas


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

O maior mentiroso brasileiro.



21/04


2019

STF e crise: blindar a cúpula

Após pico da crise no STF, parlamentares e ministros de tribunais superiores tentam blindar a cúpula da corte

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Passada a fase mais aguda da crise gestada na esteira do inquérito que apura ataques e fake news contra o STF, forças da política e de outros tribunais se organizam para blindar a cúpula da corte. O presidente, ministro Dias Toffoli, tem a empatia de Rodrigo Maia (DEM-RJ), comandante da Câmara, e de dirigentes de siglas da direita à esquerda, do PRB ao PC do B. No STJ, apesar da certeza de que houve erro crasso na dosagem dos atos, a sensação é a de que se deve respaldar o Supremo.

O principal flanco institucional de ataque a integrantes do STF está no Senado. Aliados do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), dizem acreditar que ele não cederá ao que chamam de “grupo que aposta no caos”, em referência a defensores do impeachment de ministros e de uma CPI do Judiciário.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

Bolsonaro deixa forte para comer pizza: passeando

Presidente passa feriado de Páscoa no Guarujá

O Globo

O presidente Jair Bolsonaro deixou o Forte dos Andradas, no Guaruj á, no litoral de São Paulo, onde passa oferiado de Páscoa, na noite de sexta-feira. Ele ficou cerca de uma hora e meia fora das instalações do Exército. Na volta, desceu do carro na entrada do forte, conversou com quatro policiais militares por alguns minutos e disse que não daria entrevista. Afirmou apenas que tinha saído para "comer pizza".

Diante da insistência, respondeu que está no Guarujá "dando uma mergulhada, passeando, coisa que não fazia há muito tempo".

Indagado se ficaria até o almoço de domingo, respondeu que acha que não, "para chegar bem na segunda-feira".

Nesta sexta-feira, Bolsonaro postou uma foto no Instagram com a mãe Odete. "Bom ter você comigo nesta Páscoa, mãe", escreveu o presidente.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

STF: folgão

Na semana passada, não houve sessão plenária no Supremo Tribunal Federal.

Na segunda, porque nesse dia ele não se reúne. Na terça, sabe-se lá porque, não se reuniu.

Na quarta, começava o feriado da Semana Santa para o Judiciário.

Do jeito que iam as coisas, foi melhor assim.

A partir de terça-feira, novidades.  (Elio Gaspari – Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

Líder: sei o que faço, estou alinhado com o 01

Numa fala bastante franca, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vítor Hugo (PSL-GO) usou sua conta no Twitter para pedir confiança no seu trabalho de articulação para aprovar acreditam da Previdência. “Tenho recebido críticas de pessoas que não sabem do contexto, nem das orientações que recebo do Presidente; não me conhecem e não sabem de onde vim; não têm a mínima noção das estratégias”, disse. O líder admite que o governo ainda não tem uma base formal de apoio no Congresso, mas atribui isso às características bastante diferentes do processo que levou Jair Bolsonaro à vitória.

“As eleições foram atípicas: dois partidos nanicos, rompendo os demais, elegeram um presidente honesto, cristão e patriota. Não houve loteamento de ministérios, acertadamente. Disso tudo, não resultou uma base. Ela simplesmente não existe. É a realidade”, admite.

 “Enquanto umq base mais estável não existir, estaremos expostos a todo tipo de contratempos. Uma ideia é que a base se forme tema a tema; caso a caso. Estamos no meio da transição, da acomodação entre sistemas. Desvios devem ser punidos exemplarmente e a harmonia, buscada a todo custo”, diz.   (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

dois fascistas.



21/04


2019

Troca: cargo à mãe em Itaipu; aprovar a Providência

Solicitante preside a CCJ da Câmara

Um dos pedidos que chegou à Casa Civil no esteio da reforma da Previdência veio de Felipe Francischini, presidente da CCJ.

Ele gostaria que a mãe, Flavia Francischini, fosse nomeada diretora jurídica de Itaipu. A informação é do Radar, da Veja. 

Francischini, além de presidir a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal (CCJ), estaria envolvido com supostas irregularidades com gastos de alimentação no período em que ele foi deputado estadual, na Assembleia Legislativa do Paraná.

A ação civil pública que motivou a decisão foi proposta pela ONG Vigilantes da Gestão Pública e corria em segredo de justiça, mas nesta terça-feira (16) o processo foi tornado público.

A organização não governamental pede a devolução dos valores aos cofres públicos.  (BR 247)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

Data boa

Hoje seria uma boa data para que nossos políticos repensassem suas atitudes e deixassem de raciocinar com o fígado (como dizia o lendário dr. Ulysses, política não é função hepática). Hoje é Domingo de Ramos, é Páscoa; hoje é aniversário da morte de Tancredo, que levou muito povo às ruas para lamentá-lo, independentemente de divergências políticas; hoje é o Dia de Tiradentes, que morreu para que o Brasil pudesse ser livre.

Seria um dia ótimo para que, em vez de trocar insultos, os brasileiros trocassem ideias.

Reconhecendo

Os ministros Dias Tóffoli e Alexandre de Moraes são, como eles dizem, firmes defensores da livre expressão do pensamento. Verdade: conseguiram transformar uma reportagem enviada a alguns poucos milhares de pessoas num fenômeno de leitura global em todo o país, viralizando-a na Internet.  (Carlos Brickmann)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


21/04


2019

Previdência, enfim

Carlos Brickmann

O acordo parece estar fechado: a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara deve votar a aceitação da reforma da Previdência neste início de semana. Os parlamentares falam em votação na terça-feira. Pode ser, mas a quarta é mais provável, com mais tempo para que os deputados que se esfalfaram no fim de semana para ouvir as bases possam voltar a Brasília.

E tudo indica que será aprovada, com pequenas mudanças, ficando pronta para ser submetida ao plenário. O Centrão, grupo parlamentar formado por gente de vários partidos, mas que atua com união invejável, desde que lhe permitam sacrificar-se e participar das tarefas de Governo, é pró-reforma.

O que se espera

Se aprovada, preveem economistas (e não apenas os do Governo), é possível que a economia brasileira retome rapidamente o crescimento e receba ainda neste ano muitos investimentos estrangeiros.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha