ArcoVerde

11/01


2019

Ida de Gleisi à posse de Maduro dividiu o PT

A ida da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, à posse do ditador Nicolás Maduro dividiu o partido.

Uma ala de dirigentes e militantes avaliou a viagem como desnecessária e pregou que o gesto se limitasse a uma carta ou nota de congratulação ao venezuelano.

Uma minoria, porém, defendeu o deslocamento. Disse que o PT não poderia se afastar de parceiros estratégicos e que, especialmente no início da gestão de Jair Bolsonaro, a ida à Venezuela teria função política

 O desgaste, avaliou, já estaria precificado.


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Asfaltos

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16/03


2019

“Toma lá, dá cá” na reforma da Previdência?

O “toma lá, dá cá” parece estar mais próximo do Planalto do que o prometido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com um áudio (Clique aí) que está circulando em Brasília.

Parlamentares têm negociado a indicação de cargos no governo em troca de votos para a reforma da Previdência, de acordo com O Globo.

Segundo reportagem publicada neste sábado, 16, a gravação mostra conversa entre o deputado Guillem Lemos (PSL-PB) e o secretário geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo, Fabio Nobrega Lopes, na qual Lemos afirma que conseguiu junto à Casa Civil a indicação de nomes para cargos de direção na Funasa e no Incra.

Conforme o áudio, Lemos afirma que “logo de cara” vai conseguir indicações para a Funasa e o Incra, mas que também tentará “um terceiro negócio”.

Lemos diz que no áudio “não tem nada que desabone minha conduta, nenhuma conversa que seja não republicana, é uma conversa pessoal a respeito de uma conjuntura política”.

Sobre a busca por um “terceiro espaço”, Lemos não revela que órgão, além da Funasa e do Incra, teria indicações escolhidas por ele.


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16/03


2019

Bolsonaro recebido por Rodrigo Maia em almoço para "governabilidade" no país.

Maia recebe Bolsonaro, Toffoli e Alcolumbre em almoço para melhorar diálogo entre os poderes. Maia disse que se busca um pacto de 'governabilidade' para o país.

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reuniu em um almoço neste sábado (16) o presidente da República, Jair Bolsonaro, e os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, além de ministros de estado.

Maia afirmou que o encontro busca uma forma de melhorar o diálogo entre os poderes, o que ajudará na aprovação de reformas necessárias ao país, com prioridade para a da Previdência Social.

Maia acrescentou que em "qualquer país do mundo" parlamentares e poder Executivo "governam juntos".

Ministros

Dos 22 ministros de Estado, 15 participaram do almoço.

Conforme o colunista do G1 Valdo Cruz, há uma "guerra" interna no MEC provocada por desentendimentos entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Há uma pressão de ministros da ala militar para que Vélez deixe o governo.

Após o churrasco, Maia afirmou que sua vontade é ter a reforma pronta para ser analisada pelo plenário da Câmara "no mês de maio".

O almoço ocorreu na véspera da primeira viagem oficial de Bolsonaro como presidente aos Estados Unidos.


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Comentários

Fernandes

Quantos fascistas.



16/03


2019

Deseja-se apagar Lava Jato para acender o forno

Josias de Souza

Ao longo dos seus cinco anos de existência, a Lava Jato provocou diferentes sensações. Quando realizou suas primeiras prisões, a operação causou um estranhamento no país. Quando obteve as primeiras delações, ateou um receio em Brasília. Quando começou a encarcerar empreiteiros, produziu pânico no PIB e nos subterrâneos do Poder. Quando obteve condenações em série de figurões da oligarquia político-empresarial, a Lava Jato acendeu uma euforia nas ruas 

O impeachment de Dilma e a prisão de Lula deram a Sergio Moro e aos rapazes da força-tarefa de Curitiba uma sensação de invulnerabilidade. Ferida, a aliança que saqueou os cofres públicos impunemente desde a chegada das caravelas passou a se guiar por uma lei que, em Brasília, é conhecida como Lei de Murici, que estabelece no seu artigo primeiro: "Cada um cuida de si". 

Desde então, os alvos da Lava Jato e seus aliados jogavam com o tempo. Esperavam pelo dia em que a faxina, por rotineira, virasse um assunto chato. Os adversários da Lava Jato avaliam que a hora do troco chegou. Ironicamente, um tropeço da força-tarefa de Curitiba anima a reação. 

A ideia de abrir uma fundação privada anticorrupção com R$ 2,5 bilhões provenientes de uma punição aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra a Petrobras revelou-se um disparo de míssil contra o pé dos 13 procuradores que celebraram o acordo. Na administração pública, nada do que precisa ser muito explicado cai bem.

Contestado pela própria procuradora-geral da República Raquel Dodge, o acordo sobre a fundação foi suspenso pelo ministro Alexandre Moraes, do Supremo. Foi a segunda paulada na Lava Jato em menos de 24 horas. Na véspera, o plenário da Suprema Corte havia transformado a Justiça Eleitoral no novo foro privilegiado dos políticos. Fez isso ao decidir, por 6 a 5, que processos em que a ladroagem estiver misturada ao caixa dois serão julgados pelo ramo eleitoral do Judiciário, onde vigora, em matéria penal, a impunidade. 

Os corruptos esfregam as mãos, enquanto tramam contra o pacote anticorrupção de Sergio Moro. Está em curso um movimento para apagar a Lava Jato e acender o forno que assa pizzas.


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16/03


2019

Governadores: cargos a irmãs, cunhadas, primos, sobrinhos e ex-mulher

Levantamento da Folha também mostra que houve nomeações de familiares de aliados

João Pedro Pitombo – Folha de S.Paulo

Eleitos em 2018 com um discurso de mudança nas práticas políticas, novos governadores nomearam parentes próprios ou de aliados para cargos estratégicos em suas respectivas gestões.

Levantamento da Folha aponta que governadores deram cargos para mulheres, irmãs, cunhadas, primos, sobrinhos e até ex-mulher.

A maior parte dos casos não é considerado irregular pelo Supremo Tribunal Federal, que não considera nepotismo a indicação de parentes para cargos considerados políticos, caso de secretários de estado, por exemplo.

Leia mais: Governadores dão cargos a irmãs, cunhadas, primos, sobrinhos e até ...


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16/03


2019

A hora da oposição

André Singer – Folha de S.Paulo

Caso Marielle, circulação de armas e decisão do STF contra Lava Jato pedem novas alternativas

Os fatos da semana voltaram a colocar em maus lençóis o projeto que chegou ao governo em outubro passado. 

As possíveis ligações dos suspeitos de matar Marielle Franco (PSOL-RJ), o efeito pernicioso da circulação de armas e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Lava Jato impõem questionamentos aos atuais donos do poder. Falta, porém, uma frente de oposição capaz de apresentar alternativas convincentes a ponto de propiciar a formação de uma nova maioria no país.

No primeiro caso, o problema de fundo refere-se à segurança pública. Foi devido à prolongada incapacidade do Estado brasileiro oferecer garantias às periferias que as milícias cresceram no Rio de Janeiro. A sua expansão parece ter ido ao ponto de simplesmente optar pela eliminação de adversários políticos.

Desde esse ponto de vista, a prisão dos supostos executores da vereadora psolista poderia representar um ponto de partida para a desmontagem do sistema de violência privada que se apoderou de áreas da cidade. No entanto, é preciso saber o que colocar no lugar. O balanço das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e a consequente formulação de propostas que as incorporem e superem é urgente.

Da mesma maneira, o sinistro ataque à escola Raul Brasil na Grande São Paulo, além da indispensável solidariedade às vítimas, às famílias e aos colegas, precisa ser encarado do ponto de vista das políticas públicas. Se a resposta oficial —armar os professores— não é adequada, o que se deve fazer?

Aquilo que os norte-americanos chamam de “school shootting” cresceu muito nos EUA na última década, configurando uma doença social cuja terapêutica precisa ser encontrada. Dificultar o acesso a todos os tipos de arma ajudaria a diminuir o número de casos, afirmam os especialistas. Porém medidas complementares, como abrir canais de escuta para jovens com dificuldade de pertencimento ao meio, parecem igualmente necessárias.

Por fim, a maioria do STF em favor de que a Justiça Eleitoral possa julgar casos de desvios de dinheiro público quando conectados à prática de caixa dois não deve ser compreendida como um voto de leniência. Trata-se de oportunidade para indicar uma estratégia equilibrada de combate à financeirização da atividade partidária. Dificilmente a oposição dará a volta por cima se não recuperar para si as bandeiras republicanas perdidas.

A extrema direita só tem a oferecer mais privatização, difusão da violência e punitivismo seletivo. As respostas que dá às angústias do momento são toscas. Mas, se não forem superadas por um programa oposto, estão fadadas a prevalecer por W.O.


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16/03


2019

"Me deem R$ 1 trilhão pelo amor de Deus!"

Paulo Guedes sobre Previdência

Eduardo Campos – Estado de S.Paulo

O ministro da economia, Paulo Guedes, demostrou renovado otimismo com a aprovação da reforma da Previdência e também com o Pacto Federativo em evento na FGV. A reforma pode ser aprovada ainda no primeiro semestre e ele disse que ainda não encontrou político contrário à revisão do pacto.

Guedes falou por uma hora em evento na FGV e divertiu a plateia com piadas, ironias e algumas duras verdades sobre o processo de retomada da economia brasileira, que, segundo ele, não será rápida nem fácil, "pois foram muitos anos de mentalidade muito diferente".

Evidentemente, disse ele, a recuperação será mais rápida quanto mais efetivas forem as medidas e as aprovações no Congresso, já que o timing das mudanças será dado pela política.

Conta que sobe a 260 votos considerando cerca de 100 votos “velados”, de parlamentares que falam que vão votar, mas não declaram, pois seus partidos têm atritos com alguns pontos da reforma, como a mudança no BPC.

Assim, disse o ministro, faltam de 48 a 50 votos que são uma questão de “opinião pública”. Ainda de acordo com os cálculos políticos da equipe, Guedes disse que a reforma “sai ainda no primeiro semestre”.


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16/03


2019

Partidários de Bolsonaro inflam reação ao Supremo

Parlamentares do PSL comandam ofensiva nas redes sociais contra ministros da Corte após resultado do julgamento sobre caixa 2

Renato Onofre, O Estado de S.Paulo

Parlamentares do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, têm inflado as manifestações contrárias ao Supremo Tribunal Federal nas redes sociais e capitaneado ofensivas contra magistrados no Congresso. A reação foi intensificada após a Corte decidir, nesta quinta-feira, 14, encaminhar casos de caixa 2 associados à corrupção para a Justiça Eleitoral, medida criticada por procuradores e considerada uma derrota para a Lava Jato.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, é um dos que criticaram a decisão. Ele disse nesta sexta-feira, 15, que “há uma revolta muito grande” nas redes sociais com o resultado do julgamento.

“Como representante da população, essa mensagem tem que ser dada: a população não gostou e realmente está pegando mal. Isso aí acaba desgastando um pouco a imagem do Supremo, sim”, afirmou o parlamentar, durante evento em São Paulo.

O próprio presidente já havia se manifestado contra a medida em café com jornalistas nesta quarta-feira, 13, antes da decisão final dos ministros.


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bm4 Marketing 4

16/03


2019

Toffoli vê "movimento para assassinar reputações"

Vera Rosa, O Estado de S.Paulo

Um dia após anunciar a abertura de inquérito para investigar fake news, ofensas e ameaças dirigidas a integrantes do Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, Dias Toffoli, disse, nesta sexta-feira, 15, que a tecnologia voltada para destruir a honra será combatida a todo custo. Nos últimos dias, o Supremo foi alvo de novos ataques nas redes sociais e recebeu críticas até de procuradores da Lava Jato.

“Esse assassinato de reputações que acontece hoje nas mídias sociais, impulsionado por interesses escusos e financiado sabe-se lá por quem, deve ser apurado com veemência e punido no maior grau possível”, afirmou Toffoli ao Estado. “Isso está atingindo todas as instituições e é necessário evitar que se torne uma epidemia.”

O tema também fará parte do cardápio do almoço de hoje entre os chefes dos três Poderes. A ideia foi do presidente da CâmaraRodrigo Maia (DEM-RJ), que convidou para o encontro o presidente Jair Bolsonaro, Toffoli e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de ministros.


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16/03


2019

"Velha política" derrota o PSL em São Paulo

Coluna do Estadão - Gabriela Biló

O PSL sofreu ontem na Assembleia- SP sua mais fragorosa derrota política desde quando a onda bolsonarista começou a sacudir o País. Além de a sigla ter ficado de fora da mesa,a vitória de Cauê Macris (PSDB) sobre a candidata Janaina Paschoal na disputa pelo comando da Casa foi marcada por recados e simbolismos.

Um experiente parlamentar alerta: o resultado serve de laboratório do que pode ocorrer no plano nacional. Se continuar radical, o PSL ficará isolado dentro dos Parlamentos pelo que convencionou chamar de “velha política”.

Foi tensa a estreia de Janaina Paschoal (PSL) ontem como deputada estadual. Ela deu mostras de que adotará o confronto como estratégia.

Para dentro da Casa, Janaina colecionou desafetos.

Para fora, foi eficiente em bater na aliança entre PSDB e PT. “Não vejo como derrota, vejo como vitória. Fizemos o que a população queria, enfrentar o teatro da democracia”. Janaina postou no Twitter durante quase toda a sessão.


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16/03


2019

Bate-boca: a embaixadora e o deputado

Depois que a embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo, protagonizou um bate-boca com o ex-deputado Jean Wyllysno órgão, a página oficial da delegação brasileira em Genebra fez ataques a ele no Twiter.

A página mostrou a cena e disse que “ex-deputado vestido de vermelho” mostrava “incapacidade de aceitar o resultado das urnas”.

Jean Wyllys foi aconselhado a não reagir nas redes. A página da delegação tem 229 seguidores no Twitter. A dele, 764 mil.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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16/03


2019

O silêncio de Raquel Dodge: muita gente de faca no dente

O silêncio da procuradora-geral, Raquel Dodge, diante das críticas violentas feitas por ministros do STF a investigadores, na quinta (14), incomodou muito sua categoria –inclusive a ala que não concorda com atos da Lava Jato de Curitiba.

Nesta sexta (15), Dodge tentou responder ao pedir informações ao Supremo sobre o inquérito aberto por Toffoli para investigar notícias falsas e ameaças contra ministros. Não adiantou. Procuradores acharam que ela demorou a tomar atitude.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República, José Robalinho Cavalcanti, nega que haja divisão no MPF sobre a nota dura que a entidade soltou contra a decisão de Dodge de questionar o fundo criado pela Lava Jato no STF.

 “O instrumento usado foi tão mal recebido, tão desastrado, que mesmo colegas críticos à Lava Jato concordaram que era necessário repudiar a atitude da procuradora-geral”, diz Robalinho. Ele é visto como pré-candidato à cadeira que Dodge deixará em setembro.

Procuradores que não advogam nem por Dodge nem pela ANPR afirmam que o isolamento dela no MPF é, de fato, gritante.  (Daniela Lima – Painel – FSP)


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16/03


2019

Aceno de Maia a Bolsonaro funciona mal

Apesar dos acenos de Maia a Bolsonaro em nome da reforma da Previdência, a avaliação corrente na Câmara é a de que, neste momento, nem o democrata é capaz de organizar a base do governo em pouco tempo. Falta o básico na articulação, dizem líderes de partidos de diversos matizes.

O Planalto não está alheio às críticas. Em reunião de ministros desta semana, o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), deixou claro que o clima de insatisfação resiste.

Vitor Hugo explicou, segundo relatos de presentes, que não se trata de atender pedidos de cargos e emendas, mas de abrir alguma relação: receber deputados, ouvir demandas, sugestões, enfim, dar uma via de acesso à gestão, independentemente de nomeações.  (Painel - FSP)


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16/03


2019

CPI da Lava Toga uma janela para crise entre Poderes

Para aliados, Davi Alcolumbre vê crise

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Algodão entre cristais Pessoas próximas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), têm dito que ele vê com reservas as tentativas reiteradas de uma ala da Casa de instalar uma CPI para investigar o Supremo. Em conversas nos últimos dias, o democrata reafirmou que não acha oportuno instar um “atrito entre os Poderes” e que “ninguém quer criar uma crise”. Há um trabalho para que, pela segunda vez, parlamentares que assinaram o requerimento pela criação da comissão retirem seus nomes da lista.

Há uma preocupação da cúpula do DEM com a pressão sobre Alcolumbre. Um dirigente do partido próximo ao presidente do Senado diz que ele deveria mudar o número de telefone. Motivo: a quantidade de mensagens enviadas por grupos que pedem impeachment de ministros do STF é enorme.

Alcolumbre encontra Dias Toffoli, presidente do STF, neste sábado (16), em almoço promovido pelo comandante da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Como mostrou o Painel na quinta (14), Jair Bolsonaro também irá. Interlocutores veem a reunião como oportunidade ímpar para um armistício.


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16/03


2019

Bolsonaro e Trump, muito para conversar diz americano

Fala assessor de Segurança Nacional dos EUA

Por Raquel Krähenbühl, GloboNews

O Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, disse em entrevista exclusiva à GloboNews que acredita que Bolsonaro e Trump 'vão se dar muito bem' e 'que eles têm muito em comum para conversar'.

Os presidentes de Brasil e Estados Unidos se reúnem em Washington na terça-feira (19), no primeiro encontro de caráter bilateral realizado pelo brasileiro no exterior.

Bolsonaro deve embarcar para os Estados Unidos neste domingo (17) acompanhado de uma comitiva formada por 6 ministros, entre eles o da Justiça, Sérgio Moro, o da Economia, Paulo Guedes e o de Relações Exteriores, Ernesto Araújo.


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16/03


2019

A reação de Toffoli

O presidente do STF, Dias Toffoli, acertou ao pedir investigação contra a máquina de difamação bolsonarista da internet, que, com frequência, tira proveito da sede de poder da Lava Jato para demonizar pessoas em nome do combate à corrupção

 Ministros de tribunais superiores reagiram porque entraram na mira de milícias virtuais

 Antes tarde do que nunca.  (Kennedy Alencar)


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16/03


2019

Acusados de matar Marielle ficam em silêncio em interrogatórios

Estadão Conteúdo

Os interrogatórios dos dois denunciados pelo homicídio de Marielle Franco, Élcio Queiroz e Ronnie Lessa, na Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca (zona oeste), terminaram no final da tarde desta sexta-feira (15). Eles não responderam às perguntas – usaram o direito de permanecer em silêncio e só devem se manifestar em juízo. Os dois saíram da DH às 17h47 e foram conduzidos para o presídio de Bangu 1, no complexo penitenciário de Gericinó, também na zona oeste.

Queiroz e Lessa vão permanecer em Bangu 1 até que o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) defina para qual presídio federal eles serão transferidos, conforme a Justiça determinou na quinta-feira (14).

Segundo o juiz Gustavo Kalil, do 4º Tribunal do Júri do Rio, a transferência dos dois para um presídio federal é necessária “para a garantia da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, evitando-se o cometimento de novos delitos e garantindo-se a paz social, vez que os acusados teriam, como argumentou o Ministério Público, ligações com suposta organização miliciana composta por policiais militares da ativa”.


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