ArcoVerde

11/01


2019

Morreu esse assunto, diz Mourão sobre brinde ao filho

Antonio Hamilton Rossel foi nomeado assessor especial da presidência do banco com salário de R$ 36,5 mil

Eduardo Bresciani – O Globo

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão,considera superada a polêmica causada pela promoção de seufilho , Antonio Hamilton Rossel Mourão, para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil

Como revelou a Revista Época na terça-feira, um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dado posse ao novo presidente do banco, Rubem Novaes, o filho de Mourão foi nomeado para o cargo de assessor especial da Presidência, elevando seu salário de R$ 14 mil para R$ 36,5 mil.

Nesta quinta-feira, ao ser questionado pelo GLOBO, o vice, além de dizer que o assunto está encerrado para ele, afirmou que sequer precisou discutir a polêmica com Bolsonaro.

— Não teve necessidade (de falar com o presidente). É uma coisa interna da instituição, que é uma S.A. (sociedade anônima) — afirmou o vice-presidente.

O filho de Mourão é funcionário de carreira do BB e está na instituição há 18 anos. Nos últimos 11 anos, fazia parte da diretoria de Agronegócios. Ele deve assessorar o presidente nesta área.


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16/01


2019

Bolsonaro sanciona Orçamento de 2019 com dois vetos parciais

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com dois vetos parciais, o Orçamento de 2019. A lei orçamentária, aprovada pelo Congresso em dezembro, foi publicada, hoje, no “Diário Oficial da União”.

Um dos vetos do presidente refere-se à reestruturação das carreiras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Na justificativa do veto, o presidente afirmou que a alteração de estrutura de carreiras e aumento da remuneração infringe a Constituição Federal.

“Ademais, a inclusão do item durante a tramitação do projeto desconsidera a discricionariedade da administração para priorizar e harmonizar suas necessidades conforme os critérios de conveniência e oportunidade”, escreveu.

O outro item vetado criava o Fundo Especial no Conselho Nacional de Justiça, para investimentos em inovação e modernização tecnológicas dos órgãos do Poder Judiciário.

Ao justificar o veto, o governo afirmou que a criação do fundo feria o novo regime fiscal.

“Poder Executivo é impedido de viabilizar a execução de despesa de competência de outro Poder, em razão de suas despesas estarem limitadas ao valor já alocado nas programações de cada um de seus órgãos, nos termos do novo regime fiscal”.


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Fernandes

Se lembra de quando chegamos um dia acreditar que a Bíblia era a única arma do crente e Jesus era o Príncipe da Paz?



16/01


2019

Bolsonaro quer reforçar laços com Argentina

O presidente Jair Bolsonaro recebe, hoje, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, para uma encontros no Palácio do Planalto e no Itamaraty. Macri deve chegar ao Palácio do Planalto às 10h30, horário em que está preparada uma cerimônia com revista às tropas, subida da rampa, hinos nacionais e apresentação de delegações.

No Twitter, Bolsonaro lembrou que esta é a primeira visita oficial de um chefe de Estado ao Brasil desde a posse. “Uma grande oportunidade de reforçar os laços de amizade com essa nação irmã!”, escreveu o presidente.


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16/01


2019

João da Costa chateado com o PT

Por Arthur Cunha – especial para o blog

O suplente de vereador João da Costa está hashtag #chateado com o PT. De acordo com fontes ligadas à legenda, o ex-prefeito do Recife bateu na mesa e falou grosso em uma reunião com a direção do partido na segunda-feira passada. Motivo: ele queria ser lembrado nas indicações técnicas que a sigla está fazendo no Governo do Estado, e que fará na Prefeitura do Recife. Nunca é demais lembrar que essa não é a primeira vez que João da Costa leva um drible do próprio partido. Em 2012, o PT recusou-se a dar legenda ao então prefeito que, sentado na cadeira, não conseguiu concorrer à reeleição.

João da Costa teria alegado que foi um dos primeiros defensores da aliança com o PSB e que, por isso, teria direito a indicar nomes, o que não vem acontecendo. No entanto, o consenso entre petistas é que ele só assumiu o risco quando já estava tudo certo, querendo, agora, sentar na janela. E que o mandato na Câmara do Municipal, que herdará quando Marília Arraes for para Brasília, já está de bom tamanho para ele – o ex-prefeito também é suplente de deputado estadual.

O problema é que para um político que já foi prefeito deve ser difícil voltar ao cenário como vereador; aí sem nenhum demérito ao cargo mais próximo do povo, sendo mais uma questão psicológica mesmo. Além da pasta de Desenvolvimento Agrário, com Dilson Peixoto, o PT indicou Odacy Amorim para o Ipa, Jurandir Liberal para a EPTI e Altair Patriota, ligado ao deputado federal eleito Carlos Veras, para o Iterpe. Na PCR, os petistas ficarão com a Secretaria de Saneamento.


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16/01


2019

Onyx compara risco de arma em casa a liquidificador

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ironizou, ontem, o risco para crianças convivem com arma em casa. Também disse que evitar acidentes é “questão de educação, questão de orientação”, informou o Estadão.

“A gente vê criança pequena botar o dedo dentro do liquidificador e ligar o liquidificador e perder o dedinho. Então, nós vamos proibir os liquidificadores? Não. É uma questão de educação, é uma questão de orientação. No caso da arma, é a mesma coisa”, disse Onyx após o decreto que flexibiliza a posse de armas ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro.


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Fernandes

Se lembra de quando chegamos um dia acreditar que a Bíblia era a única arma do crente e Jesus era o Príncipe da Paz?



16/01


2019

Moro chateado com decreto de Bolsonaro

Decreto da arma ignorou sete sugestões de Moro

O decreto que flexibiliza a posse de armas, editado pelo presidente Jair Bolsonaro, tem ao menos sete diferenças em relação à minuta elaborada pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro. Embora não tenha dado declarações na cerimônia de assinatura do texto, soube-se, nos bastidores, que as divergências teriam chateado o ministro.

A sugestão de Moro era mais restritiva: previa a posse para duas armas, e não quatro; não prolongava automaticamente registros já concedidos para dez anos e exigia a comprovação de cofre para artefatos, e não a mera declaração.

Esporte - Na versão de Moro, era possível negar o pedido de registro com base em “fundadas suspeitas” de informações falsas ou de ligação com grupos criminosos. No texto final, só é negada a solicitação se houver comprovação desses pontos.

O decreto assinado pelo presidente libera entidades de tiro desportivo a fornecer a associados e clientes armas recarregadas para uso em suas dependências. Já o texto encaminhado por Moro ao Planalto, no dia 4, não faz menção a isso.

Bolsonaro não acatou integralmente nenhum dos tópicos principais abordados por Moro (quem tem direito, em quais situações o pedido pode ser negado, prazo do registro e local seguro). Na maioria dos casos, fez modificações que ampliam o acesso.

Sem surpresas. No Planalto, assessores de Bolsonaro rechaçam qualquer motivo que tenha causado insatisfação ao ministro. “Todo mundo sabia dos compromissos dele de campanha, ninguém pode reclamar agora”, disse um interlocutor do presidente.

O entorno de Moro diz que é só comparar os dois textos para saber o estado de espírito do ministro. A ordem, porém, é minimizar o episódio com o discurso de que “o projeto é do governo” e o resto é “especulação”.  (Coluna do Estadão – Andreza Matais)


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Fernandes

A posse de armas pode ajudar o meio ambiente. Cada pessoa assassinada é um poluidor a menos.



16/01


2019

Polícia boliviana descarta ação do Brasil na captura de Battisti

Polícia boliviana descarta atuação brasileira em captura de Battisti

Prisão de italiano é vista com orgulho por agentes do país vizinho, que contam detalhes da busca

Joelmir Tavares – Folha de S.Paulo – Santa Cruz e La Sierra

"Made in Bolivia" é a expressão que membros da operação de busca e prisão de Cesare Battisti no país vizinho estão usando para descrever a caçada ao italiano em terras bolivianas —que não teve nenhuma participação da Polícia Federal brasileira, segundo autoridades locais ouvidas pela Folha.

Três integrantes da polícia boliviana em Santa Cruz de La Sierra que estiveram a frente do caso disseram nesta terça-feira (15) que trabalharam em cooperação só com a polícia italiana, que compartilhou informações dando conta de que Battisti estava no país e depois forneceu detalhes para ajudar na procura.

Do Brasil não houve cooperação em nada nessas etapas, segundo os policiais, que falaram sob condição de anonimato por dizerem temer represálias do governo local caso suas manifestações prejudiquem relações do país.

Já a Polícia Federal de Brasília vem dizendo desde sábado que colaborou com a prisão


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16/01


2019

Pente fino: Moro expulsa 11 estrangeiros

ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, expulsou 11 estrangeiros do Brasil. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça (15).

Terão que deixar o país dois angolanos, dois bolivianos, uma russa, um venezuelano, um colombiano, uma sul-africana, um polonês, um paraguaio e um ganês.

Todos os imigrantes que vão ter que voltar para seus países foram condenados no Brasil.

Moro seguiu um decreto que determina a “retirada compulsória do território nacional” do imigrante com sentença condenatória de alguns tipos de crimes.(Mônica Bergamo – FSP)


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16/01


2019

Base de Bolsonaro frustrada com decreto

Parlamentares da base de Bolsonaro se frustraram com o decreto de posse de armas

Principal reclamação foi sobre a obrigatoriedade da existência de um cofre para armazenamento

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

Parlamentares eleitos que compõem a base do governo de Jair Bolsonaro (PSL) ficaram frustrados com o decreto de posse de armas de fogo, assinado pelo presidente nesta terça (15).

A principal reclamação se deu com relação à obrigatoriedade da existência de um “cofre ou local seguro para armazenamento” em casas onde vivam crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência. Segundo os parlamentares ouvidos pela coluna, a exigência endureceria ainda mais a lei em vigor.

A expectativa da maioria também era a de que Bolsonaro sinalizasse algum tipo de avanço com relação ao porte e à liberação da compra de armamento importado. “Ele poderia ter feito mais do que fez”, diz um deputado federal eleito. 


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16/01


2019

Briga pelo lugar de Maia

indicação do PC do B de que mesmo fora do bloco formado pelo PSL vai apoiar a candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara levou aliados do democrata a decretarem, já nesta terça-feira (15), a morte da articulação oposicionista encabeçada por Arthur Lira (PP-AL).

Lira, porém, mantém a busca por apoio.

A quem perguntou se havia desanimado com a fragmentação da oposição e os sinais de que não conseguirá ter a esquerda inteira em seu bloco, disse: “Imagine. Sou homem de luta. Só largo o bicho na última hora”.

O PC do B vai trabalhar junto com o PDT para tirar o PSB do arco de aliados de Lira.  (FSP)


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16/01


2019

Armas: para Dino, nem mel nem cabaço

Ex-juiz, o governador Flávio Dino (PC do B-MA) vê no dispositivo que alargou os critérios de efetiva necessidade da posse de armas o ponto do decreto mais suscetível à revisão jurídica.

Ele entende que a norma subverteu o espírito do Estatuto do Desarmamento.

“Da forma como ficou, todos os requisitos elencados pela lei e mantidos pelo decreto se tornam inúteis”, diz Dino.  (Painel – FSP)


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Fernandes

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16/01


2019

Armas: fissuras no núcleo bolsonarista

Decreto pró-armas expõe fissura no núcleo bolsonarista e derrota política de Moro

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

primeiro grande ato de Jair Bolsonarodividiu o núcleo duro de seus apoiadores, reforçou críticas de setores que fazem oposição a ele e marcou a estreia –com derrota– de Sergio Moro (Justiça) contra o núcleo político do governo na queda de braço pela persuasão do presidente. O alarde de entidades que militam pelo desarmamento contrastou fortemente com a decepção dos entusiastas da revogação do estatuto. Estes disseram que o decreto pró-posse de armas ficou abaixo da expectativa.

Um dos maiores propagandistas da posse e do porte de armas, o advogado Bene Barbosa fez questão de registrar nas redes que havia passado o dia “dando entrevistas”. Ele foi o porta-voz da tese de que Bolsonaro frustrou defensores de mudanças no Estatuto do Desarmamento.

Ao Painel, Bene disse que “o sentimento geral é de decepção”. “A promessa era maior e ficou algo muito raso”, afirmou. Ele, que já havia reclamado de falta de interlocução com o governo Bolsonaro, reiterou a crítica de que faltou diálogo.

“Nós tínhamos pessoas que conhecem essa legislação profundamente. Mas nenhum governo é obrigado a ouvir ninguém”, disse Barbosa. Ele já havia se estranhado com Carlos Bolsonaro na internet. Nesta terça (15), suas entrevistas a canais do YouTube e blogs conservadores foram fartamente replicadas em sites de direita.

Integrantes da bancada da bala pressionaram a Casa Civil a inserir no decreto o dispositivo que garantiu que todos os estados do país se enquadrarão nos critérios de “efetiva necessidade” para a posse de armas. Moro pensou a norma de outra forma. Auxiliares do ministro fizeram questão de repassar a paternidade do texto ao Planalto.


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marcos

Nos governos Petistas só os bandidos tinham armas, agora vai ser diferente. Dá- lhes mito

Fernandes

Se lembra de quando chegamos um dia acreditar que a Bíblia era a única arma do crente e Jesus era o Príncipe da Paz?

Fernandes

Eu não votei no Bolsonaro, porque ele foi muito transparente Deixou muito claro que ia ferrar pobres. Eu sou povo! Só me cuidei!

Fernandes

CRISTÃOS FESTEJANDO A LIBERAÇÃO DE ARMAS. ATEUS PEDINDO DESARMAMENTO, JESUS SÓ OLHANDO!

Fernandes

ÍNDICE ALTÍSSIMO DE DESEMPREGO NO PAÍS E O 1º DECRETO DO JECA URBANO É ARMAS PARA CIVIS SE MATAREM!



16/01


2019

Hasta la vista, bambino

Coluna Carlos Brickmann

O primeiro-ministro comunista da Alemanha Oriental, Erich Honecker, foi deposto. Pediu asilo a seus aliados da União Soviética, tão comunistas quanto ele. Os soviéticos o devolveram ao Ocidente para ser julgado.

Césare Battisti buscou a proteção de Evo Morales, seu aliado de esquerda. Só que uma coisa é ser de esquerda na época dos vizinhos bolivarianos; outra, hoje. As coisas mudaram. E Césare Battisti não viu.

Acabaram com a prisão na Bolívia os 38 anos de fuga de Battisti à pena de prisão perpétua. Mas sua história está longe de ser esclarecida. Quem pagou as despesas de Césare Battisti nestes 38 anos? Quem pagou seus quase 12 anos de Brasil? A venda de seus livros? Seria caso quase único.

Quem é, de verdade, Césare Battisti, para motivar o envolvimento de tanta gente, em tantos lugares do mundo, nas campanhas em seu favor? Apenas membro do grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo, e sem qualquer relevância, já que diz nunca ter participado de terrorismo?

Preso na Bolívia por policiais bolivianos e agentes italianos, Battisti foi enviado direto à Itália, sem passar pelo Brasil. Ao chegar à Itália, disse uma frase curiosa: “Agora sei que vou para a prisão”. Por que apenas naquele momento, já na Itália, ele se convenceu de que iria para a prisão? Estaria tão convencido de que brasileiro é muito bonzinho que, mesmo com a extradição decidida por Temer, mesmo sendo Bolsonaro o sucessor, com o STF contra ele, daria um jeitinho de se livrar? Quem saberá as respostas?


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16/01


2019

Moro: sem projeto para flexibilizar porte de arma

Moro afirma que não há projeto em estudo no Ministério da Justiça para flexibilizar porte de arma

Ministro defende endurecimento na lei antiterrorismo para que integrantes de facções do crime organizado sejam enquadrados

O Globo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou na noite desta terça-feira que não há projeto em estudo em seu ministério com o objetivo de flexibilizar o porte de armas. Nesta manhã, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que tornou mais brandos os critérios para o direito à posse de armamento, ou seja, a autorização para guardá-la em casa.

— Fiquei concentrado sobre aspectos de posse e não existe dentro da minha pasta nenhum movimento nesse sentido envolvendo porte de armas. É uma situação diferente. Se houver (no futuro) alguma proposição nesse sentido, tem que ser bem estudada. Esse é um tema muito delicado. A posse é algo um pouco mais limitado, oferece menos riscos — disse Moro, em entrevista à GloboNews.

O ministro classificou o decreto presidencial de “cauteloso”, ressaltando que a posse de armas de grosso calibre, como fuzis, permanece proibida. Segundo ele, se a política desarmamentista tivesse êxito, seria esperado que o Brasil não “obtivesse ano a ano recordes de homicídios”.

Pouco antes, no entanto, Bolsonaro afirmou em uma rede social que vai tratar de assuntos relativos ao porte quando voltar do Fórum Econômico de Davos. “Após voltarmos de Davos, continuaremos conversando com os ministros, para que juntos, evoluamos nos anseios dos CACs (sigla para caçadores, atiradores e colecionadores), porte, monopólio e variações sobre o assunto, além de modificações pertinentes ao Congresso, como redução da idade mínima! O trabalho não pode parar! Boa noite!”, escreveu Bolsonaro.

Há um projeto na Câmara, pronto para ser apreciado em plenário, que, na prática, revoga o Estatuto do Desarmamento — a legislação proíbe o porte de armas no Brasil, salvo para casos específicos, como agentes de segurança. Líderes da bancada da bala defendem que a discussão seja pautada o quanto antes.


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16/01


2019

PCdoB confirma apoio à reeleição de Rodrigo Maia

Revista Fórum

Em vídeo divulgado nas redes sociais, no entanto, a presidenta do PCdoB, Luciana Santos, pondera que Rodrigo Maia tem cumprido acordos com o partido nos últimos anos e que "o momento é de fazer composições políticas que permitam que nosso combate, debate de ideias e resistência possam se desenvolver", já que uma candidatura de um parlamentar de esquerda seria praticamente inviável.

Após reunião entre parlamentares e a Executiva Nacional do partido, o PCdoB decidiu, no início da noite desta terça-feira (15), indicar apoio à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara.

Com a resolução, o partido de Manuela D'Ávila se une ao PDT de Ciro Gomes, que também optou pelo apoio a Maia no último final de semana.

A composição para reeleger o deputado carioca como presidente da Casa causou revolta em parte dos militantes do PDT e também do PCdoB uma vez que isso significa se colocar ao lado do PSL de Jair Bolsonaro, que também apoia Maia.


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16/01


2019

FHC diz que é oposição ao governo Bolsonaro

Ex-presidente considera que a gestão atual é de extrema direita e já afeta a imagem do país

Paloma Varón – Folha de S.Paulo

Presidente do Brasil entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso, fundador e presidente honorário do PSDB, está em Paris, onde participou do diálogo com o sociólogo e seu ex-professor, Alain Touraine. O ex-presidente concedeu entrevista exclusiva à RFI logo antes de entrar na sala, lotada, para debater com o colega, com quem mantém um diálogo que já dura cinco décadas.

No debate intitulado “Ordem contra a democracia?”, organizado pelo Colégio de Estudos Mundiais, da Fundação Casa das Ciências do Homem (FMSH, na sigla em francês) e que teve lugar na Casa da América Latina, em Paris, os dois sociólogos discutiram a crise dos sistemas democráticos ocidentais.

Dando continuidade a este ciclo de debates, a Fundação organiza, no dia 31 de janeiro, também na capital francesa, uma conferência intitulada “Brasil: as raízes da vitória da extrema direita”.

Na entrevista para a RFI, FHC, como é conhecido no Brasil, explica por que, mesmo não tendo votado no presidente Jair Bolsonaro e sendo “oposição”, não apoiou Haddad em outubro de 2018.

Fala também da crise da democracia brasileira, do fim de um ciclo iniciado com a Constituição de 1988 e de suas expectativas quanto ao novo governo.

No final do evento, membros do coletivo Alerta França-Brasil, criado em Paris em 2016 por ocasião do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, abriram uma faixa em frente à mesa onde aconteceu o debate e chamaram o ex-presidente de “golpista”.

Perguntado se tinha se incomodado com o protesto, Cardoso disse que não, pois “estava acostumado”.


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