Congresso Nordestino de Educação Médica

07/12


2018

Árvore de Natal enfeitada à espera de Eduardo Cunha

Claudia Cruz está esperançosa de que o marido, o ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato, volte para casa logo.

Ela instalou em sua sala uma imensa árvore de Natal, com enfeites dourados.

“Montada apenas para te esperar, meu amor...”, escreveu no Instagram.  (Mônica Bergamo)


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Governo de PE

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24/06


2019

Moro não pode pedir desculpas pelo que disse não ter dito

Helena Chagas

Ou bem o ministro Sérgio Moro pede desculpas – “escusas”, como costuma dizer – pelo conteúdo de conversas ofensivas com pessoal da Lava Jato, como fez no caso dos “tontos” do MBL, ou diz que elas foram adulteradas e não valem nada. As duas coisas não dá. Estão cada vez menos convincentes os argumentos do ex-juiz de que as mensagens hackeadas podem não ser verdadeiras, mas que, se forem, não mostrariam “nada demais” em seu conteúdo.

A entrada de outros veículos de comunicação na divulgação das conversas obtidas pelo The Intercept, como o Blog do Reinaldo Azevedo, na BandNews, e a Folha de S.Paulo, deu força ao escândalo, que havia começado a esfriar com a ida de Moro à CCJ do Senado.

Foi uma trégua curta, pois no fim de semana a Folha trouxe, junto com novos diálogos mostrando a proximidade do então juiz com o procurador Deltan Dallagnol, quase uma confirmação da autenticidade do material. A Folha informou não ter identificado nele qualquer traço de adulteração e confirmou ter encontrado íntegras, em meio ao conteúdo recebido, mensagens trocadas por seus próprios repórteres com integrantes da Lava Jato na época.

Esses arranhões na narrativa de Moro – que, no mínimo, vai ter que se decidir entre contestar a veracidade do material ou dizer que ele não coloca em risco sua imparcialidade – podem explicar sua decisão de não comparecer, nesta quarta-feira, à CCJ da Câmara, conforme havia prometido, e ainda viajar aos Estados Unidos.

Leia o artigo na íntegra clicando ao lado - Moro não pode pedir desculpas pelo que disse não ter dito. Por ...


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Prefeitura de Caruaru

24/06


2019

Reeleição: ele não quer querendo

A indicação de Bolsonaro de que pode disputar novo mandato em 2022 reacendeu articulações para fazer avançar na Câmara projeto que acaba com a reeleição.

O relator da proposta, deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), entregou parecer favorável à CCJ e já tentou duas vezes, sem sucesso, colocá-la em votação.  (Painel Folha)


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São João Petrolina

24/06


2019

Centrão e oposição querem Moro convocado

Deputados do centrão e da oposição pressionam o presidente da CCJ da Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), a votar nesta semana um requerimento de convocação a Moro. Se for aprovado e o ministro não comparecer, ele pode responder por crime de responsabilidade.

Os colegas cobram posicionamento duro de Francischini. A avaliação é a de que a Câmara não deve esperar Moro decidir o melhor momento de falar à CCJ. O ministro cancelou audiência que marcara na quarta (26).

 

TIROTEIO

Do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, sobre os novos diálogos entre o ex-juiz Sergio Moro e a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba:

Houve quebra da paridade de armas entre as partes, pois o juízo agiu como tutor da acusação em detrimento das defesas  (Daniela Lima – FSP)


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Prefeitura de Gravatá

24/06


2019

STF: Em cima da relação Moro-Força Tarefa

A ação do ex-juiz Sergio Moro e de integrantes da Lava Jato diante da divulgação de lista da Odebrecht com centenas de autoridades foi alvo de debate entre ministros do STF. Os bastidores deste caso foram revelados

STF:Há entre os integrantes do Supremo quem tenha visto no material fortes indícios de que Moro e os procuradores agiram para manipular o timing do ingresso de informações sensíveis na corte. As mensagens ainda cristalizaram a sensação de que havia uma relação simbiótica entre o ex-juiz e a força-tarefa.

Só se fala nisso Os diálogos entre Moro e o procurador Deltan Dallagnol também são tema de conversas de candidatos ao cargo de procurador-geral com políticos e juristas. Além de eventuais implicações, há especulação sobre a origem do material vazado.

Menções ao uso do Telegram em desktop alimentam suspeita de que o acesso às conversas pode ter se dado por meio da rede do Ministério Público Federal.

Um dos candidatos à sucessão de Raquel Dodge afirmou a interlocutores que os celulares de procuradores supostamente hackeados são funcionais, com linha e aparelho registrados em contrato firmado pela Procuradoria-Geral da República.  (Painel – FSP)


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24/06


2019

STF adia julgamento do pedido para soltar Lula

G1

O pedido de liberdade foi apresentado pela defesa em 2018. O caso começou a ser julgado no ano passado, e dois ministros da Segunda Turma já votaram contra conceder liberdade a Lula: Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Terceiro a votar na ocasião, o ministro Gilmar Mendes pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. Gilmar liberou o caso para julgamento no último dia 10. Além do ministro, deverão votar Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

O pedido da defesa de Lula é endereçado a Cármen Lúcia. Caberá a ela a decisão de incluir novamente o habeas corpus de Lula na pauta do colegiado.


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ArcoVerde

24/06


2019

Bolsonaro e os governadores: que se virem

Bolsonaro rejeita atuar por estados e municípios na reforma

Daniela Lima - Painel - Folha de S.Paulo

Acabou a mamata, tá ok? - O presidente Jair Bolsonaro avisou que não vai pegar em armas para reincluir estados e municípios nas regras que serão impostas pela reforma da Previdência. Ao contrário. Em reunião com a bancada do Podemos, na última terça-feira (18), ele disse não ver motivos para brigar pelos governadores e avaliou que os mandatários favoráveis a mudanças nas aposentadorias do funcionalismo local devem agir por conta própria –sem se apoiarem no governo federal e no Congresso.

A fala de Bolsonaro vai na contramão da articulação construída pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que tenta engajar governadores na votação da reforma para ampliar o número de deputados a favor da proposta.

O sinal do Planalto também deve frustrar nomes como João Doria (PSDB). O governador de São Paulo está na linha de frente da defesa da reforma e da validade das novas regras para todas as esferas de poder, nacional e local.

Procurado, o líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO), confirmou o discurso de Bolsonaro. “Ele já sabe que com estados e municípios não aprova. E o presidente está preocupado com a reforma dele”, disse


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24/06


2019

Defesa de Lula: julgar parcialidade de Moro amanhã

Advogados insistem para STF julgar parcialidade de Moro nesta terça

Em carta, petista diz que anulação de seu processo não implica necessariamente a anulação de toda a Lava Jato

Thais Arbex e Reynaldo Turollo Jr. – Folha de S.Paulo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a seus advogados na manhã desta segunda-feira (24) que eles insistam para que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgue nesta terça (25) um habeas corpus que alega a suspeição de Sergio Moro na condução do processo do tríplex de Guarujá (SP). 

Diante disso, a defesa do petista pediu, no início desta tarde, que a Segunda Turma siga as prioridades previstas no regimento interno e inverta a pauta. Pedidos de habeas corpus estão entre os que têm prioridade de análise. 

Como noticiou pela manhã a coluna Mônica Bergamo, da Folha, a Segunda Turma do STF adiará o julgamento do habeas corpus. A presidente do colegiado, ministra Cármen Lúcia, colocou-o no final da pauta, como 12º processo a ser apreciado, e Gilmar Mendes, que proferirá seu voto após ter pedido vista em dezembro, considerou que não haverá tempo hábil para a discussão.

Na petição ao Supremo, a defesa do petista diz que, pelos critérios regimentais, o habeas corpus de Lula deveria ser o segundo da pauta. A decisão cabe à presidente do colegiado. 

Segundo os advogados de Lula, o caso do ex-presidente teria preferência por envolver um réu preso, com mais de 70 anos e já ter tido seu julgamento iniciado pelo colegiado. 


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Bm4 Marketing 7

24/06


2019

Caso Lula: STF adiará julgamento de suspeição de Moro

Defesa do petista pede anulação do julgamento alegando que Moro foi parcial

Mônica Bergamo - Folha de S,Paulo

O julgamento da suspeição de Sergio Moro no caso do tríplex de Lula será adiado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A análise do habeas corpus em que a defesa do petista pede a anulação do julgamento alegando que Moro foi parcial estava marcada para a terça (25).

A presidente da Segunda Turma do STF, Cármen Lúcia, colocou o caso, no entanto, no último lugar da fila. Antes dele, 11 processos teriam que ser apreciados.

O ministro Gilmar Mendes concluiu que não haverá tempo de debater o caso de Moro. Só o voto dele tem mais de 40 páginas. 

Mendes decidiu, então, indicar o adiamento da discussão. O caso deverá voltar à pauta no segundo semestre.

O pedido dos advogados de Lula foi apresentado antes do escândalo das mensagens revelado pelo site The Intercept Brasil. 

Nelas, Moro aparece dando pistas, indicando testemunhas, antecipando decisões, acusando a defesa do petista de fazer "showzinho" e discutindo protestos sociais com os procuradores da Lava Jato.

O escândalo reforçou a argumentação dos que o acusam de ter sido um juiz parcial e ligado à acusação. A defesa de Lula apresentou novos memoriais ao Supremo relatando oficialmente os fatos.

"O que posso assegurar é que, na condução dos trabalhos de juiz no âmbito da Operação Lava Jato, sempre agi conforme a lei", disse Sergio Moro, ministro da Justiça, em sessão na CCJ do Senado para explicar conversas vazadas Adriano Machado/Reuters

Moro tem dito que as conversas são comuns e naturais e que não há nelas nenhuma ilegalidade nem demonstração de que ele teria sido parcial ao julgar Lula.

Dois ministros da Segunda Turma já votaram no caso: Cármen Lúcia e Edson Fachin. Eles concluíram que Moro não pode ser considerado suspeito de nada.

Faltam os votos de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.


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24/06


2019

Ruínas da Odebrecht

Folha de S.Paulo – EDITORIAL – O que a Folha Pensa

Crise da gigante empreiteira é marco do colapso do modelo tradicional de mobilização de capital para grandes obras

O pedido de recuperação judicial do grupo Odebrecht, protocolado no último dia 17, é o maior já registrado no país. Foram incluídas na proteção contra credores 21 empresas do grupo, incluindo a holding, com dívidas de R$ 98,5 bilhões.

Trata-se do ponto culminante da degradação da maior construtora do país, que já chegou a empregar 193 mil pessoas e a faturar R$ 132 bilhões em um ano, mas acabou destruída pelas ondas de choque da corrupção sistêmica que ajudou a produzir. Só tem a culpar a si mesma por seu triste destino.

Agora, caberá à Justiça minimizar danos para a sociedade. O foco principal do que se prenuncia como longa batalha entre credores e acionistas não deve ser perdido de vista —cumpre preservar o que resta de valor na companhia, principalmente os milhares de postos de trabalho ainda existentes.

Os principais bancos do país aparecem entre os grandes credores. O que chama mais a atenção, no entanto, é como os valores se distribuem. Juntas, as instituições privadas —Itaú, Bradesco e Santander— respondem por R$ 9,7 bilhões, dos quais cerca de 85% estão cobertos por garantias.

Nas públicas não se dá o mesmo. BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e até o fundo de investimentos FI-FGTS têm a receber quase R$ 23 bilhões, mas apenas 28% têm algum lastro.

À diferença do que ainda ocorre nas recuperações judiciais brasileiras, não pode haver condescendência com os sócios controladores, em especial num caso em que fraudes estão bem documentadas.

A esse respeito, é relevante, embora potencialmente controverso, o posicionamento do Tribunal de Contas da União, que decidiu por um bloqueio de R$ 1,1 bilhão dos sócios para honrar o pagamento do acordo de leniência celebrado com o governo, agora ameaçado pelo pedido de recuperação.

A quebra da personalidade jurídica da empresa decorre da percepção do TCU de que houve desvio de finalidade no uso dela pelos controladores, que se beneficiaram pessoalmente de sua conduta fraudulenta e por isso devem responder pela reparação de danos com seus patrimônios pessoais.

Por fim, cabe reconhecer o avanço proporcionado pela Lava Jato —o que não significa deixar de apontar vícios e abusos associados à operação jurídico-policial.

Caiu por terra o mecanismo tradicional de mobilização de capital para grandes obras no país —a associação espúria de políticos ansiosos por superfaturamentos com empreiteiras reunidas em cartel, tudo financiado por bancos públicos e fundos de pensão de estatais.

A construção da infraestrutura brasileira, tarefa inescapável nos próximos anos, deve se amparar em novos métodos, mais transparentes, ainda em formação.


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Comentários

marcos

Cadê o pacto de sangue Emílio, vai pedir ajuda a lula e ao pt!



24/06


2019

Odebrecht: credores meliantes ainda na empresa

Odebrecht mantém como credores executivos que a roubaram. Há provas contra pelo menos um deles.

Época - Guilherme Amado

 

A Odebrecht manteve na lista de credores de sua recuperação judicial quatro executivos — todos delatores — que desviaram dinheiro da empresa.

Contra pelo menos um deles, Euzenando Azevedo, que comandava a empresa na Venezuela, com linha direta com Hugo Chávez, há provas.


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Comentários

Fernandes

Sabe o Ministro que repreendeu Moro? Morreu. Sabe o delegado que investigava essa morte? Morreu tbm!

marcos

Os governos petistas quebraram as empresas e o Brasil



24/06


2019

Maia e Guedes: a difícil reconciliação

A difícil reconciliação entre Maia e Guedes

Guedes e Maia, no evento "E agora, Brasil?" | Jorge William

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Athos Moura

 

Uma tentativa de se marcar um almoço de reconciliação entre Rodrigo Maia e Paulo Guedes frustrou-se.

Na semana passada, Alexandre Frota foi até a residência oficial de Maia a pedido de Rogério Marinho e Bruno Bianco, da equipe do Guedes, para tentar apaziguar os ânimos. Maia disse que topava o almoço com o ministro.

Não foi uma gestão autorizada por Guedes, mas sua equipe trabalhava para tentar esfriar os ânimos entre ele e o presidente da Câmara.

Neste final de semana, Guedes avisou a Frota que não iria a almoço algum. Não estava disposto a qualquer reconciliação. Achava (e acha) que Maia atravessou o sinal, atacando-o dia após dia. Avalia que Maia o ofendeu.

A coisa piorou devez depois da declaração do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), líder do Centrão, de que "não adianta Paulo Guedes fazer beicinho" e que ele precisa aceitar uma reforma da Previdência realista.


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24/06


2019

Deputada ameaçada cobra PF sobre processo

Deputada que se disse ameaçada por ministro cobra PF sobre processo. Silva enviou documento a diretor da Polícia Federal.

Deputada federal Alê Silva (PSL-MG) Foto: Divulgação

Época - Guilherme Amado

 

A deputada Alê Silva, do PSL de Minas Gerais, cobrou a Polícia Federal sobre o andamento do processo em que contou ter sofrido ameaças de morte do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro.

Como resposta, foi convidada para uma reunião na PF nesta semana.

No começo do mês, o gabinete de Silva enviou um documento ao diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, solicitando informações sobre o caso e perguntando se a PF instaurou algum procedimento, como um inquérito ou processo, "a fim de que tome todas as providências legais cabíveis".

Silva prestou o depoimento sobre as ameaças em abril.


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24/06


2019

Moro, um palpite

Carlos Brickmann

Não tenho ainda qualquer informação sobre como repercutiu o diálogo de Moro com a Comissão de Constituição e Justiça, mas arrisco um palpite: a popularidade do ministro deve crescer nas próximas pesquisas.

Estava tranquilo, saiu-se bem, nem utilizou um argumento explosivo à sua disposição: dos senadores que o interrogaram, 25% tinham problemas com a Lava Jato.

Moro manteve a conversa em alto nível (já Bolsonaro, falando do tema, chamou Jean Wyllys, militante homossexual, de “aquela menina”). Moro agiu certo, sem apelar. E isso deve render-lhe pontos na pesquisa.

De acordo com os diálogos (lembrando que não houve perícia para provar que são verdadeiros), Moro ultrapassou o limite da lei ou se manteve dentro do legalmente aceitável?

A discussão está brava. Creio que, com algumas exceções, quem quer Lula livre ou apenas não tolera Bolsonaro dirá que Moro ultrapassou os limites e deve ser demitido.

Quem acha que o presidente é o máximo ou detesta Lula acha que Moro agiu dentro da lei. É simples: se o pênalti favorece nosso time, com certeza ocorreu e foi bem marcado.


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24/06


2019

Sindicatos apelam à centro-direita: mudar reforma

Mudança nesses pontos também é negociada entre as centrais sindicais e partidos de centro e centro-direita. Dirigentes da Força, da CUT, da UGT e da CSB estiveram na terça (18) com líderes de DEM, PP, PL, PRB e Solidariedade para discutir o relatório de Moreira.

Pelas beiradas - Os sindicalistas estiveram ainda com o PC do B. Eles querem alterar cinco questões, entre elas a regra de cálculo das aposentadorias. Haverá nova rodada de conversas na terça (25).

Apesar da disposição de Moreira em suavizar o corte de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador para o BNDES, membros da equipe econômica do governo consideram importante para a defesa da reforma junto à sociedade que os bancos participem do sacrifício.

Um membro do time de Paulo Guedes (Economia) é claro ao falar sobre o assunto. “Todo mundo está fazendo sacrifício. Como a gente vai seguir financiando um banco que empresta a empresários enquanto o trabalhador está quebrado? Não dá.”  (Folha Painel)


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24/06


2019

Previdência: ala aliada diz que já tem 325 votos

Com ajustes, ala pró-reforma da Previdência calcula chegar a 325 votos

Daniela Lima - Painel - Folha de S.Paulo

Na ponta do lápis - O grupo de deputados que trabalha pela aprovação da reforma da Previdência começou a mapear o apoio à proposta no plenário da Câmara. Hoje, essa ala prevê contar com o aval de 80% a 85% de cada sigla que endossa a medida. Já entre os 145 deputados da oposição, há 10 votos favoráveis. A estimativa, considerada otimista, é de 325 votos a favor das mudanças nas regras de aposentadoria –17 a mais do que os 308 necessários. O plano é votar o texto antes do recesso.

O mapa de votos, porém, leva em consideração que o relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP)sofrerá alterações em pontos cruciais para garantir o apoio, como redução na idade mínima para professores e uma nova regra de transição.

Mudança nesses pontos também é negociada entre as centrais sindicais e partidos de centro e centro-direita. Dirigentes da Força, da CUT, da UGT e da CSB estiveram na terça (18) com líderes de DEM, PP, PL, PRB e Solidariedade para discutir o relatório de Moreira.

Os sindicalistas estiveram ainda com o PC do B. Eles querem alterar cinco questões, entre elas a regra de cálculo das aposentadorias. Haverá nova rodada de conversas na terça (25).


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