Congresso Nordestino de Educação Médica

07/12


2018

Árvore de Natal enfeitada à espera de Eduardo Cunha

Claudia Cruz está esperançosa de que o marido, o ex-deputado Eduardo Cunha, preso na Lava Jato, volte para casa logo.

Ela instalou em sua sala uma imensa árvore de Natal, com enfeites dourados.

“Montada apenas para te esperar, meu amor...”, escreveu no Instagram.  (Mônica Bergamo)


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Governo de PE

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07/09


2006

Ibope: Mendonça 36%, Humberto 25% e Eduardo 22%

Pesquisa do Ibope Rede Globo/Estadão em Pernambuco, que sai daqui a pouco no NE-TV segunda edição: Mendonça Filho 36%, Humberto Costa 25% e Eduardo Campos 22%. Sendo assim, o único candidato a governador que oscilou positivamente foi Eduardo, passando de 21% para 22%. Mendonça perdeu dois pontos e Humberto se manteve nos 25%.


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REVERENDO

QUE BRIGA FEIA!

cristiano lins de amorim

NÃO SEI PORQUE ESTES INTITUTOS INSISTE EM COLOCAR EDUARDO EM TERCEIRO LUGAR GOSTARIA QUE ESTAS PESQUISA SE ESTENDESSE PELO ALTO SERTÃO PARA BEM LONGE DA CAPITAL ONDE ESTA A MAIORIA DOS VOTOS E VERIAM QUE AS COISAS NÃO SÃO BEM ASSIM (ISSO E INDUÇÃO DOS MENOS ESCLARECIDOS).

Quanto ao segundo turno, está cada vez mais consolidado, agora é só ultrapassar o Humberto para arrancar na reta final, e vencer o garupeiro, para efetivamente dar início ao desenvolvimento que Pernambuco precisa. É Lula lá e Eduardo cá.

guilherme alves

o pessoal da União ao reunir as lideranças e bases ontem demonstraram preocupação, principalmente o apelo/reconhecimento de Jarbas quanto a inviabilidade de Geraldo e todos centrarem forças para tentar ganhar no primeiro turno, senão é bronca.

José Carlos-Serra Talhada

esse resultado de pesquisa Ibope é o mais coerente, porque os demais são manipuladas, que mendonça está na frente isso é incontestável, mais a diferença não é a que os outros institutos mostram,concordo com o IBOPE


Prefeitura de Caruaru

07/09


2006

César Maia questiona modelo de pesquisas

 Em seu ex-blog, o prefeito do Rio, César Maia(PFL), fez o seguinte questionamento sobre pesquisa eleitoral: "Esse Ex-Blog tem uma dúvida! Os institutos que pesquisam simultaneamente presidente da república e governador pesquisam ambos no mesmo questionário? Ou seja primeiro perguntam em quem o eleitor votaria para presidente e depois para governador?

Se for assim pode haver um desvio a favor dos candidatos a governador cujos votos cruzem favoravelmente com o do candidato a presidente que lidera a pesquisa. O preciso seria pesquisar presidente e governador em entrevistas diferentes ! Por exemplo: no Estado do Rio, Cabral e Crivella ganham 3 pontos com isso".


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São João Petrolina

07/09


2006

PT ameaça processar Heloísa Helena

 O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, informou que "serão tomadas as providências jurídicas cabíveis" em relação à candidata do PSOL à Presidência, senadora Heloísa Helena. Durante discurso de campanha no Rio, ela classificou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um "gângster que chefia uma organização criminosa, capaz de roubar, matar, caluniar e liquidar qualquer um que passe pela sua frente ameaçando o seu projeto de poder".

A afirmação da senadora provocou uma reação dura de Berzoini: "Ninguém pode se esconder atrás da imunidade parlamentar para caluniar e ofender a honra das pessoas, especialmente do presidente da República. Se a imunidade parlamentar é um direito constitucional, a honra também é".

O comitê de campanha do presidente Lula divulgou uma nota curta repudiando o discurso de Heloísa: "As declarações da candidata são uma atitude destemperada que demonstra o seu desequilíbrio, especialmente após a queda nas pesquisas. O departamento jurídico da campanha vai tomar as medidas cabíveis". As informnações são da Folha Online.


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Paulin de Caruaru.

Mas isso é mais que LÓGICO nobre senadora...

Vamos fazer essa senadora, provar essas afirmativas, acho que está indo longe demais, se o PT ficar inerte, começarei a achar que essa senhora tem razão.

Vamos fazer essa senadora, provar essas afirmativas, acho que está indo longe demais, se o PT ficar inerte, começarei a achar que essa senhora tem razão.

guilherme alves

Land, o FHC praticou barbaridades desde o início com o Proer( famoso pelo lobby de PH para o banco do sogro o Nacional -fraude contábil), compra de votos provada pra reeleição uns renunciaram, a famosa privataria que enricou meio mundo de gente, e o cheiro de chofre era forte. A caneta abortou tudo.

guilherme alves

O filme que HH adora é A gaiola das Louca. Face ao destempero dela as preferências que, a principio, estavam sendo direcionados para ela começa a refluir.Não tem postura para ser presidente do Brasil, ou quiçá prefeita de MAceió.



07/09


2006

Correndo o chapéu

O candidato à presidência da República pelo PCO, Rui Costa Pimenta, informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter arrecadado, por meio do comitê financeiro nacional do partido, R$ 200 em recursos no mês de agosto.

Possivelmente teria arrecadado muito mais como pedinte numa esquina de qualquer grande cidade brasileira.

No outro extremo, na prestação de contas mensal, agora obrigatória, Geraldo Alckmin disse ter tido uma receita de R$ 21.000.295,00. Informação do blog de Tão Gomes Pinto.(Blig do Tão).


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07/09


2006

Cristovam acusa Lula de pressionar TVs

 Ex-ministro da Educação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e candidato à Presidência pelo PDT, o senador Cristovam Buarque (DF) acusou o presidente, candidato à reeleição pelo PT, de pressionar emissoras de televisão para cancelar debates entre os candidatos ao Palácio do Planalto. O parlamentar disse ainda que, caso Lula seja reeleito, a democracia brasileira estará sob risco.

''Nós vivemos um risco de perder a democracia. Temos que despertar para isso. Democracia nunca chega de repente. Ela dá sinais. Ditadura também. Nunca chega de repente. Ela dá sinais'', disse. ''Tem candidato que já se considera eleito, desprezando e desrespeitando o eleitor, dizendo ''vocês já votaram em mim, eu já sou dono de vocês''''. 

Em uma caminhada pela orla de Copacabana, ele fez uma parada em frente ao prédio em que o ex-governador do Rio, Leonel Brizola morava, para lhe prestar uma homenagem. O candidato afirmou que ''se na bandeira do Brasil, em vez de Ordem e Progresso, estivesse escrito Educação e Progresso, todo brasileiro seria capaz de reconhecer a bandeira não só pelas cores''. Segundo a organização do evento, a passeata atraiu mais ou menos mil pessoas até o fim da manhã. Informações do Correioweb com Agência Estado.


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Paulin de Caruaru.

Mas isso é LÓGICO nobre senador...

guilherme alves

Na falta de argumentos, outro que começa a delirar.


ArcoVerde

07/09


2006

Eduardo: "No meu governo bandido vai para a cadeia"

 A falta de punição para os culpados pelo assassinato do vereador e radialista Jota Cândido (PDT), encontrado morto com 18 tiros, no dia 30 junho do ano passado, foi criticada duramente pelo candidato do PSB a governador de Pernambuco, Eduardo Campos, durante comício em Carpina na noite de ontem. Cândido foi o autor de um projeto de lei que combatia o nepotismo no município.


''No meu governo, bandido vai para a cadeia, sim! Vou reunir todas as forças policiais e do Poder Judiciário para que novas injustiças, como a morte desse homem de bem, não aconteçam, Carol'', afirmou, referindo-se à filha da vítima, Carolina Cândido, presente no comício realizado no Bairro de Santo Antônio. 


Além de pedir justiça no caso Jota Cândido, Eduardo detalhou propostas para a Mata Norte, diante do público de três mil pessoas: ''Vamos construir três novos hospitais nas entradas do Recife e um deles será levantado próximo ao TIP, para atender todos vocês dessa Região. O Chapéu de Palha, que matou a fome de muitos pais de família, também será resgatado'', disse Eduardo.


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paulo

Como vamos fazer, entao , se o governador vai querer morar na cadeia.

Francisco Filho

FICA DIFICIL ACREDITAR NESSA AFIRMAÇÃO!

irania Olivia Benicio

Porque blog atrai gente do tipo de Cristiano?

cristiano lins de amorim

o mesmo que o seu canidato faz fora da cadeia

Edmar Lyra Cavalcanti Júnior

Então, se bandido vai pra cadeia ?? O que o "possível" Governador Eduardo Campos vai fazer fora dela ???



07/09


2006

Caetano: "Não sou maluco para votar em Lula"

 "Não sou burro nem maluco", disse Caetano Veloso à Folha ao justificar sua decisão de não votar em Lula --o que já não faria, segundo ele, por ser contra a reeleição. "Mas, mesmo se fosse a favor, não votaria. O escândalo do mensalão foi vergonhoso." Em "Cê", no entanto, o novo CD de Caetano, a questão política mais explícita está em "O Herói" (leia letra à direita), que perfaz o caminho de um militante negro, do ódio à democracia racial. Depois de um álbum inteiro de canções em inglês, com 23 faixas e orquestra, "Cê" traz 12 canções de autoria do compositor, todas executadas por ele e por um trio básico de rock, formado por Pedro Sá, Marcelo Callado e Ricardo Dias Gomes.

Na entrevista que segue, Caetano Veloso fala sobre a questão racial, critica a esquerda e diz que não é burro nem maluco para reeleger Lula.

FOLHA - Na música "O Herói" quem fala é um militante que quer semear o ódio racial, mas descobre no final que é o homem cordial. Como você concebeu essa letra?

CAETANO VELOSO - É como se fosse a trajetória de um ativista do movimento negro que, depois de se opor a todas as ilusões da harmonia racial brasileira, termina reafirmando-se como o homem cordial e instaurador da democracia racial. É como se ele atravessasse o processo inteiro e no fim chegasse a uma coisa a que só um brasileiro poderia chegar. Eu acho que temos que passar por esses estágios. Quando eu era menino, vi uma menina preta, filha de dona Morena, que morava perto de nossa casa, em Santo Amaro, saindo do banho com o cabelo sem estar esticado. Achei lindo. Quando, nos anos 60, veio a aparecer o cabelo "black power", eu achei que era uma realização dos meus sonhos. Naquela época eu torcia para que as coisas ficassem mais acirradas e visíveis. E vi pessoas negras e de grande talento irem muito fundo nessas questões, que eu incentivava. Porém, nunca abandonei a perspectiva da cegueira para as cores tradicionais no Brasil, embora tenha servido para a manutenção da opressão. Mas não era só a isso que ela servia --e essa é a história.

Eu acho que, no fim das contas, esse movimento, quando chegar à sua plenitude, se não houver um desvio alienante, vai reencontrar esses conteúdos brasileiros, por causa de nossa muito profunda miscigenação e da tradição de não manifestar o ódio racial.

FOLHA - Você já falou contra a institucionalização do racismo no Brasil à moda dos EUA.

CAETANO - Há muitas vezes uma vontade, uma necessidade quase irracional de imitar os americanos. Por isso eu disse "e hoje olha os mano" na letra de "Rock''n''Raul", que é uma grande canção subestimada.

FOLHA - Você tem uma posição clara sobre a proposta de cotas raciais?

CAETANO - Não é 100% clara...

FOLHA - Nem 100% negra... (risos)

CAETANO - Assinei um manifesto para retardar uma possível aprovação apressada do projeto do Estatuto da Igualdade Racial, que torna a proposta das cotas mais recusável. Eu acho que definir os cidadãos brasileiros pela raça em lei não é uma boa idéia. Quanto às cotas, não sou muito favorável, mas acho que algum movimento de ação afirmativa deve ser feito.

Me parece evidente demais que, uma vez que os pobres são majoritariamente negros, se você fizer um programa de educação e de emprego com vistas a uma reparação da enorme distorção produzida pela má distribuição de renda no Brasil, os negros estarão automaticamente sendo beneficiados, sem que haja critério racial e discriminação dos não-negros.

FOLHA - O que você achou do livro "Não Somos Racistas", do Ali Kamel?

CAETANO - Achei de grande importância, embora negligenciado por alguns. Você sabe como é: a esquerda tem o velho hábito de só ler aqueles livros que já concordam com as idéias que ela tem. Aquelas pessoas que supostamente são progressistas e que querem a Justiça já se põem como inimigas do livro, o que é uma pena. O livro é para verdadeiramente fazer a discussão caminhar. Pela primeira vez responde-se com rigor estatístico a exigências que nasceram por causa da atenção às estatísticas. A idéia da democracia racial brasileira parecia um sonho romântico que as estatísticas negavam. E nunca se respondia com estatísticas, mas com retórica. O livro pega a linguagem dos opositores e traz uma resposta de muita substância. Descartá-lo demonstra falta de saúde social.

FOLHA - Ao contrário de Chico Buarque, você já disse que não votará em Lula. Por quê?

CAETANO - Não vou. Não me arrependo de ter votado nele, mas sou contra a reeleição. Não votei pela reeleição de Fernando Henrique, que nos deu de presente oito anos de esquerda marxista da USP. E como eu já estou com 64 anos e ele e Lula são a mesma coisa, eu acho que seria demais 16 anos com essa turma.

FOLHA - O sociólogo Gilberto Vasconcellos se referia a "essa turma", que veio a se dividir entre PT e PSDB, como a coalizão CUT-USP-Fiesp...

CAETANO - Eu acho essa expressão dele totalmente certa.

FOLHA - Em quem você vota?

CAETANO - Não sei em quem vou votar. Não gosto de votar nulo. Eu preferiria que Lula pelo menos não fosse eleito no primeiro turno.

FOLHA - Como você vê o escândalo do mensalão?

CAETANO - Eu acho que foi realmente vergonhoso e ruim. Há uma certa regressão no país --que fez o impeachment de Collor-- quando se passa uma esponja no escândalo do mensalão. Lula e o PT afastaram os acusados, Lula se disse traído, mas a cada solenidade de despedida dos que cometeram delitos levantou a voz para dizer loas morais a essas figuras. E pôs a culpa num possível complô das elites através da mídia, o que eu acho completamente incongruente. Eu não sou burro, nem maluco, então não vou votar nele. Votei em Lula contra Collor no segundo turno, mas meu candidato não era ele.

Era o Brizola. E continua sendo (risos). Na última eleição, eu achei que era a hora de um operário chegar ao poder, de o PT enfrentar a realidade e de se desmistificar tudo isso. Se o Serra tivesse ganhado, ele, que é um excelente candidato, seria massacrado por essa mitologia do Lula, da esquerda e do PT. Quando justifiquei meu voto em Lula, disse que esperava que ele fosse empossado, que governasse e que passasse a faixa para outro. Continuo pensando da mesma maneira.

FOLHA - É como naquela canção: "Mamãe eu quero ir a Cuba e quero voltar"?

CAETANO - Exatamente. E eu cantei isso em Cuba.

FOLHA - Por que há essa leniência em relação ao escândalo?

CAETANO - Eu acho que é por causa da esquerda. A esquerda é como torcida de futebol. As pessoas ficam cegas. Eu sou um simpatizante da esquerda por sede de harmonia, de dignidade e de Justiça. Mas vejo freqüentemente que a esquerda é quem mais ameaça essas coisas que me levaram a me aproximar dela. As informações são da Folha Online.


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Paulin de Caruaru.

Mas isso é LÓGICO nobre compositor...

Antonio Pereira

è mais um desejado aparecer na imprensa. Lula não precisa do seu voto, já está eleito.

guilherme alves

Já ví que o país é um grande manicômio. Pelas pesquisas está cheio de " loucos".

roberto lima

que maldade essa foto de caetano.....


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07/09


2006

Alckmin faz crítica e Lula fala de obras

O programa da coligação PSDB-PFL foi praticamente um contraponto à apresentação do PT-PRB-PC do B no horário eleitoral, veiculado poucos minutos antes. O presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva insistiu na tecla do continuísmo, com uma possível alusão ao programa Bolsa-Família: ''Temos grandes obras em andamento, temos grandes programas de transferências de renda em curso''. Seu programa seguiu o roteiro de apresentação de obras em andamento para moradia, saúde, transportes, saneamento e educação.

O programa do tucano Geraldo Alckmin seguiu quase a mesma linha, mas fazendo referências freqüentes ao governo Lula: fez uma retrospectiva da gestão tucana em São Paulo, com referência à construção de hospitais e moradias, à rede de restaurantes populares e promessas para construção de estradas e ''frentes de trabalho no Nordeste''.

As críticas ao adversário do PT surgiram por meio de depoimentos de populares: ''brasileiro não quer esmola, quer emprego'', afirma um operário. Outro eleitor, no restaurante ''Bom Prato'', diz: ''aqui é o verdadeiro Fome Zero [programa federal de assistência social]''.

A candidata Heloísa Helena (PSOL) fez menção à crise da Volkswagen para afirmar que ''estes dois [Alckmin e Lula] não servem para pilotar o Brasil'', apresentando uma foto de jornal com a imagem dos candidatos do PT e PSDB numa carro da montadora.

Cristovam Buarque (PDT) também deixou de lado a apresentação de propostas para questionar a população votante: ''qualquer eleitor com quem eu converso diz que detesta corrupção, que tem nojo de políticos corruptos. Não obstante, as pesquisas mostram um eleitor diferente, dizendo que vai votar nos mesmos políticos''.

O PCO, que normalmente protesta contra a impugnação de seu candidato a presidente, usou o horário eleitoral para fazer política sindical. O partido dedicou pelo menos metade do programa para falar sobre greve nos Correios. As informações são da Folha Online.


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guilherme alves

Frentes de trabalho no Nordeste, que discurso mais bôco môco.



07/09


2006

Se tiver mensalão, o melhor PMDB é o de Suassuna

 As críticas de Lula a Jarbas Vasconcelos são da boca pra fora. Na verdade, o presidente já disse, há pouco, nesta fase de sapato alto, provocada pelo sentimento de que já está eleito, que adoraria um dia contar com o ex-governador ocupando uma posição de destaque no seu Governo.

 

O próprio Jarbas confidenciou, em recente entrevista numa emissora de rádio, que emissários de Lula já estiveram com ele, quando governador, para reiterar o desejo do presidente em buscar uma reaproximação e, mais do que isso, acenou para uma composição na qual o ex-governador seria o seu vice.

 

A versão é verdadeira, tanto é que Lula não desmentiu e nenhum assecla seu abriu o bico para contestar. No afã de tentar salvar seu aliado em Pernambuco – o ex-ministro Humberto Costa, indiciado na máfia dos vampiros – Lula veio a Pernambuco, teve uma recaída e bateu num dos seus políticos referenciais no PMDB histórico.

 

Jarbas não é um ídolo para Lula – não cheguemos a tanto. Mas, quem não se lembra dos afagos dele no ex-governador tão logo assumiu a Presidência da República? Deu nojo ver nos jornais tantos elogios.

 

Hoje, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, (por e-mail, vale a ressalva, porque ele não enfrenta mais jornalistas), o presidente volta a falar em governo de coalizão e diz que gostaria de contar com o PMDB num eventual segundo mandato.

 

Mas, vale uma intrigante pergunta: qual PMDB? O do sanguessuga Ney Suassuna, que é o mesmo de Renan e Sarney ou o de Jarbas, que é de Pedro Simon e Roberto Requião?

 

Se for para distribuir mensalão, como fez neste governo que está chegando a um fim melancólico, especialmente pelo fato de o PT e Lula, que passaram a vida inteira defendendo a ética, terem-na enterrado no lixo, provavelmente o melhor caminho seja o PMDB de Suassuna.  


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Raimundo Eleno dos Santos

A GENTE JÁ ENTENDE...

Raimundo Eleno dos Santos

Agente já entende o por que de tantos políticos irem até as vias de fato qdo se trata de cargo eletivo por esse Brasil a dentro.Eles querem chegar às"minas do rei ".E quando chegam fazem os seus oratórios e de lá não querem mais sair.Pisam até no pescoço da mãe para não se vir privado de tal posto.

guilherme alves

Ou noventa porcento dos parlamentares como disse o senador. Há ,ainda, alguma dúvida que os parlamentares não se beneficiam com as emendas. E como os políticos fazem campanha? De onde vem tanto dinheiro? Se todos dizem serem de classe média. Só se for milagre.Mas milagre tem nome como disse o senado

roberto lima

o sr siqueira esqueceu que para ser auxiliar de lula não precisa de elã e sim de outros atributos.

roberto lima

disse o sr luciano siqueira na radio cbn que acha que jarbas não tem mais ELÃ (elã foi o termo usado!) para ser um bom senador e muito menos ministro de lula. Essa é boa.........Se jarbas for ministro de lula, logo o roberto freire sera senador. pode??



07/09


2006

Vaias e aplausos a Lula no desfile da Independência

Vaias e aplausos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva se dividiram entre os que assistem ao desfile do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Na ''disputa'', os aplausos levaram um ligeira vantagem, mas observando-se pouco entusiasmo do público, sobretudo quanto ao aspecto eleitoral, já que foi reduzido o número de pessoas portando algum material de propaganda de candidatos, como bandeiras e outros símbolos. O presidente chegou ao local no Rolls-Royce da Presidência da República,  tomando lugar no palanque especial com outras autoridades, como ministros, chefes militares e representantes de vários países. Segundo estimativas da Polícia Militar, 30 mil pessoas acompanharam o desfile que envolveu, além dos militares, bandas, escolas públicas, demonstrações de equipamentos bélicos, destacando-se os novos caças Mirage 2000, adquiridos recentemente para a Força Aérea Brasileira.Com informações do CorreioWeb e Agência Estado.


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Raimundo Eleno dos Santos

ATÉ NISSO O NOSSO PRESIDENTE LULA É ECUMÊNICO.



07/09


2006

As perguntas que Lula não respondeu à Folha de SP

 A Folha de S. Paulo, através do Folha Online, relaciona abaixo perguntas dirigidas ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. São questões que eventualmente poderiam ser respondidas pelo candidato à reeleição na sabatina promovida pelo jornal que estava marcada para a tarde de ontem.

Convidado há mais de dois meses, o presidente se recusou a participar do ciclo de sabatinas com os principais candidatos à Presidência, decisão que foi comunicada oficialmente ao jornal apenas no início da noite de anteontem. As razões da ausência não foram esclarecidas.

Heloísa Helena, do PSOL, e Geraldo Alckmin, do PSDB, foram sabatinados respectivamente na segunda e na terça-feira. Em 2002, o então candidato Lula participou da sabatina da Folha no primeiro turno da eleição presidencial, mas se recusou a fazê-lo no segundo, quando derrotou o tucano José Serra.

1. Por que o sr. se recusou a comparecer a esta sabatina? E por que, desde que assumiu a Presidência, se recusa a a conceder uma entrevista para a Folha?

2. Como o sr. justifica o fato de ter adotado uma política econômica mais conservadora que a de seu antecessor?

3. Haverá alguma privatização em um eventual segundo mandato?

4. O sr. acredita que em alguns momentos de seu governo a taxa de juros foi mantida excessivamente alta e faltou uma dosagem melhor para impedir paralisação da economia?

5. Por que as PPPs não saíram do papel?

6. As diferentes posições dentro do seu governo impediram que, ao longo de quatro anos, se chegasse a uma definição sobre o papel das agências reguladoras? Essa indefinição sobre marco regulatório não é um entrave ao crescimento?

7. Por que o espetáculo do crescimento prometido pelo sr. não aconteceu?

8. O número de empregos criado pelo seu governo ficou aquém daquele que o sr. mesmo considerava necessário em 2002. Por que isso aconteceu, se a conjuntura internacional foi favorável ao Brasil durante seu mandato?

9. O sr. promoverá mudanças na equipe econômica, especialmente no Banco Central?

10. O sr. disse que é preciso reduzir a carga tributária. Mas ela só fez aumentar durante o seu governo, e o programa de governo divulgado pelo sr. não traz essa promessa. Afinal, o governo vai trabalhar para reduzi-la ou não?

11. Por que o governo não considera válida a comparação que mostra o Brasil como o país emergente que menos cresce?

12. O senhor manterá a CPMF?

13. O sr. defende a adoção de nova idade mínima para aposentadoria?

14. O sr. planeja algum tipo de mudança na legislação trabalhista durante seu segundo mandato? Quais mudanças, por exemplo?

15. Como o sr. responde aos que o consideram um deslumbrado com o poder?

16. O sr. não vê constrangimento no fato de um de seus filhos, sócio da Gamecorp, ter se associado à Telemar, empresa de grande porte que depende de decisões do governo?

17. Os ministros Antonio Palocci e Zé Dirceu foram demitidos pelo sr. ou se demitiram? E qual a relação e o contato que o sr. mantém com cada um deles?

18. Quais foram exatamente os erros cometidos pelo PT a que o sr. se referiu laconicamente?

19. Como o sr. pretende garantir as condições de governabilidade no Congresso em seu eventual segundo mandato? O PMDB terá espaço privilegiado no governo?

20. O sr. vai reduzir ministérios? E o número de servidores contratados como cargos de confiança?

21. Eleito, qual seria seu candidato em 2010? Ciro Gomes e Marta Suplicy são bons nomes?

22. Mesmo após críticas de que se trata de um golpe parlamentar, o sr. mantém a idéia de convocar uma Constituinte para fazer a reforma política? Por quê?

23. O sr. continua acreditando que existem 300 picaretas no Congresso, como disse certa vez?

24. O sr. acredita que as grandes fortunas devem ser taxadas?

25. O TCU considerou que falta transparência no uso dos cartões de crédito pela Presidência da República. O sr. não acha que o tribunal tem razão?

26. Como o sr. analisa o apoio que recebe agora do ex-presidente Collor, candidato ao Senado por Alagoas?

27. Na política externa, o Brasil perdeu terreno para a Venezuela e para a Argentina na disputa pela hegemonia na América do Sul?

28. O sr. avalia que a ajuda financeira oficial foi determinante para que os movimentos sociais ficassem anestesiados durante o seu governo?

29. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse recentemente que não se considera seu amigo. O sr. se considera amigo dele?

30. O senhor pretende convocar derrotados nessas eleições para seu governo?

31. O que há de mais diferente entre o Lula que assumiu o Planalto em 1º de janeiro de 2003 e o Lula candidato em 2006?

32. Qual foi o seu maior erro ao longo dos últimos quatro anos? E acerto?

33. Qual a nota que o sr. atribui ao seu desempenho?

34. Quais ministros o sr. destacaria pelo bom desempenho durante seu mandato?

35. O governo errou ao apostar inicialmente no Fome Zero? O sr. admite que o programa era só marketing?

36. Qual o último livro que o sr. leu? Poderia comentá-lo?

37. Por que o seu governo agiu para expulsar o jornalista Larry Rohter do Brasil? O sr. se arrepende disso?

38. O sr. é extremamente católico. Já foi criticado por uma espécie de discurso messiânico. O sr. de fato considera que é melhor que seus antecessores, que é predestinado? Por quê?

Pinga-fogo sobre o Mensalão

39. O sr. acredita que as pessoas acreditem que o sr. não sabia do mensalão?

40. Ex-dirigentes petistas já confidenciaram, na intimidade, que se sentiram abandonados, inclusive pelo sr. Depois da crise, o sr. prestou algum tipo de solidariedade a Delúbio Soares, Sílvio Pereira e José Genoíno? Eles são seus amigos? O sr. os perdoou pelos erros cometidos? Eles erraram?

41. O sr. se preocupou em saber a origem do dinheiro que seu amigo e presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, diz ter usado para pagamento de suposto empréstimo do PT ao sr.?

42. O sr. já disse que todos os partidos fazem caixa dois de campanha no Brasil. Acredita que, mesmo após o mensalão, a prática continuará a existir nestas eleições?

43. Por que o sr. não determinou, como manda a lei, uma investigação policial sobre o assunto seis meses antes de ele surgir na imprensa, quando o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) disse ter feito o primeiro alerta ao sr.?
-- Jefferson declarou à CPI dos Correios e à Folha que o primeiro alerta pessoal que lhe fez sobre a existência do mensalão ocorreu em seu gabinete presidencial, em janeiro de 2005. Segundo Jefferson, o sr. teria dito: "Mas que mensalão, Roberto?". Quando o deputado contou, o sr. teria ido às lágrimas. O inquérito para tratar do mensalão só foi aberto pela Polícia Federal, contudo, em junho de 2005, após as entrevistas dadas por Jefferson à Folha.

44. O sr. recebeu alguma ligação de José Dirceu no dia 18 de junho de 2002 para vir a Brasília e resolver a aliança com o PL? O sr. confirma ter feito o comentário "está liqüidado o assunto" após o encontro reservado entre Dirceu, Delúbio e Valdemar Costa Neto? O sr. sabia que o PT iria pagar R$ 10 milhões para selar a aliança com o PL?

-- Em entrevista à revista "Época", no ano passado, o então presidente do PL, ex-deputado federal Valdemar Costa Neto (SP), narrou um encontro ocorrido na campanha de 2002 no apartamento do deputado Paulo Rocha (PT-PA), em Brasília, no dia 19 de junho, durante o qual o PT decidiu pagar cerca de R$ 10 milhões para o PL para gastos na campanha eleitoral daquele ano. Esses recursos selaram a aliança entre o PT e o PL na disputa pela Presidência. Segundo o deputado Valdemar Costa Neto, nos dias que antecederam essa reunião, houve vários encontros entre ele e José Dirceu. Mas o acordo demorava a sair. Então no dia 18 de junho de 2002, segundo Costa Neto, Dirceu telefonou para o sr. para ajudá-lo a chegar a um consenso. Dirceu teria dito "que o Lula viria no dia seguinte a Brasília resolver o assunto". Nesse encontro do dia 19 na casa de Paulo Rocha, segundo o deputado, estavam reunidos o sr., então candidato à Presidência, seu candidato a vice, José Alencar, o futuro ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o tesoureiro da sua campanha, Delúbio Soares. A negociação sobre números teria ocorrido numa sala ao lado de onde estava o sr. Disse Costa Neto: "O Lula estava na sala ao lado. Ele sabia que estávamos negociando números".
O acordo foi fechado. Quando indagado pela revista sobre a reação de Lula, o deputado contou: "Quando saí, ele [Lula] me falou: "Então está liqüidado o assunto". O Lula foi lá para autorizar a operação. E não vejo nada demais. O que ninguém esperava é que desse essa lambança".

45. O sr. teve conhecimento das negociações entre Duda Mendonça e o PT para que o acerto dos serviços prestados na campanha de 2002 fosse feito por meio de depósitos ilegais em uma empresa offshore das Bahamas? Duda Mendonça, com quem o sr. teve muito contato antes e depois das eleições, nunca tocou no assunto?
-- De acordo o marqueteiro Duda Mendonça, o PT ficou lhe devendo cerca de R$ 15 milhões por serviços prestados nas campanhas eleitorais de 2002 e por serviços prestados ao partido em 2003 (ele chamou de "pacote" que envolveria cinco campanhas). Segundo o depoimento de Duda à CPI, houve uma longa negociação com o tesoureiro do PT, Delúbio Soares, para receber os valores. O PT protelava o pagamento. Até que se definiu pelos depósitos ilegais, por meio de caixa dois, na empresa offshore das Bahamas.

46. O sr. declarou, ao "Jornal Nacional", que chegou a debater com seu amigo e presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, a necessidade ou não de pagar uma dívida de R$ 29 mil cobrada pelo PT por gastos que foram contabilizados como "empréstimos" no balanço petista. Não foi o que disse Okamotto à CPI - segundo ele, o assunto jamais foi discutido com o sr. A que o sr. atribui essa versão apresentada por Okamotto?

47. O sr. confirma ter conversado sobre a existência de um esquema de cooptação de parlamentares o então governador Marconi Perillo no dia 5 de maio de 2004? Em caso positivo, o que o sr. disse a respeito? O sr. tomou alguma providência a respeito do assunto, tal qual disse que iria fazer, conforme narrado por Perillo?
-- O ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) declarou por escrito à Câmara e, depois, em depoimento à Polícia Federal, que no dia 5 de maio de 2004 alertou-o sobre a existência de um esquema de cooptação de parlamentares por ofertas de dinheiro. Disse o governador: "Relatei ao senhor presidente da República que ouvira rumores sobre a existência de mesada a parlamentares em conversas informais em Brasília, porém sem provas concretas. Repeti o inteiro teor das informações que havia recebido. O senhor presidente da República disse que não tinha conhecimento e que ia tomar as providências que o assunto requeria. Não sei quais foram as providências tomadas". Recentemente, Perillo foi além e disse que o sr. teria dito: "Tome conta de seus deputados, que eu tomo dos meus".

48. O sr. em algum momento da crise se sentiu deprimido? Teve vontade de largar tudo?

49. O sr. acha que é possível fazer política no Brasil sem sujar as mãos?

50. Como o sr. define ética? E corrupção?


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Comentários

Paulin de Caruaru.

Que não tem cargo comissionado nem ética relativa responde facilmente ás perguntas.

guilherme alves

O Povo em outubro responderá pelo Lula. Segundo o filósofo Ibrahim Sued: " Enquanto a cravana passa os cães ladram", e segundo o apedeuta " Eles estão babando de raiva".

LandRover

Ele não é capaz de responder a nenhuma dessas perguntas pois, com certeza, é um daqueles indivíduos sem cultura, como um dia afirmou um juiz do STF ao referir-se ao caseiro Francenildo.

Os petistas desse blog poderiam responder já que o Lulla não vai e nunca irá responder.

Pedro Araújo

Muito simples de responder Magno, ele não sabia de nada, como sempre. Hoje ele só lembra de tomar a marvada, pois é feriado da mãe dele, ou seja a Pátria.



07/09


2006

Só falta disposição para resolver os problemas

"Na última terça-feira, em Caruaru (PE), o presidente Luiz Inácio da Silva, talvez esquecido dos tempos de eterno opositor não tão lhano quanto se presume, desancou a oposição, acusando-a de suja e rasteira.  E recomendou que seus candidatos não deixassem acusações sem resposta, que não levassem desaforo para casa. Tivesse ele a mesma disposição para resolver de bate-pronto (eis o futebol mais uma vez em seu caminho), o Brasil agradeceria", avalia o jornalista e publicitário Marcelo Alcoforado, em artigo que acabo de postar em Opinião. Boa leitura!


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07/09


2006

Advertência da ministra favorece campanha de Lula

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, enviou um duro recado à cúpula da Volkswagen do Brasil no final da semana passada, segundo a Folha apurou. Em contato com a direção da empresa, ela  disse que a ameaça de demissão de 1.800 funcionários e a reação dos sindicalistas com uma greve estavam sendo utilizados pela oposição na campanha eleitoral. Apesar de a ameaça ter sido resultado do plano mundial de reestruturação da montadora, a direção da empresa levou em conta a advertência da ministra. E resolveu suspender, pelo menos durante o período eleitoral, a ameaça de demissões. Informação de Kennedy Alencar, na Folha de S.Paulo, hoje. 


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07/09


2006

Tucano compara campanha de Alckmin a "canoa furada"

O senador Heráclito Fortes(PFL-PI), um dos coordenadores da campanha do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, mostrou desânimo com o resultado das pesquisas de intenção de voto e comparou a campanha tucana a uma canoa furada.

''A gente tapa um furo, mas tem outros e, por mais que a gente tire água com balde, a canoa vai enchendo'', disse ontem o senador, segundo o jornal O Estado de S.Paulo. Fortes, porém, disse acreditar que Alckmin chega ao segundo turno, mas em ''más condições''

O presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati, também mostrou desapontamento com o resultado. ''Esperava que a gente estivesse melhor''. Jereissati ainda afirmou que a campanha está ''fria'' em todo o País e queixou-se do pouco apoio que tem recebido de prefeitos. Informações do Portal Terra. 


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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Uma conclusão insofismavel. Eu tiro o chapéu.

guilherme alves

Se Lula tivesse ido como seria lindo: Sr. Otávio Frias: " presidente o FHC disse que não é seu amigo ou sr. confirma? Bem, Dr. Otávio - se ele disse que não meu amigo é porque não frequentamos os mesmo lugares e não dividimos a mesma mesa. - Que perguntas infantís, como regrediu a Folhasp.



07/09


2006

Grito dos Excluídos espera reunir 1 milhão de pessoas

O Grito dos Excluídos espera reunir hoje 1 milhão de pessoas nas manifestações marcadas para todo o país a fim de protestar contra a atual política econômica do governo federal. A maior concentração está prevista para Aparecida, no Vale do Paraíba, onde são aguardados 80 mil participantes.

Em São Paulo, a previsão é que cerca de 5.000 pessoas participem de missas, marchas e protestos. Segundo a coordenadora das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) em São Paulo, Célia Aparecida Leme, na capital a expectativa é que cerca de 5.000 pessoas participem das manifestações.

O Grito dos Excluídos é feito por movimentos populares desde 1995 e tem o apoio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). As manifestações sempre ocorrem no feriado de 7 de Setembro. Neste ano o lema é ''Brasil, na força da indignação, sementes de transformação.''

Para este ano a coordenação do Grito vai propor a ''exclusão'' de candidatos com envolvimento em corrupção. Segundo o bispo dom Demétrio Valentini, membro da Pastoral Social da CNBB, o objetivo é indicar os candidatos que disputam vagas nos legislativos estaduais e federal que tiveram envolvimento concreto nos recentes escândalos de corrupção, como o do mensalão, máfia dos sanguessugas e dos vampiros. De acordo com dom Demétrio, a proposta de ''exclusão'' não vai atingir candidatos que disputam os governos estaduais e a Presidência da República.

De acordo com o bispo, a coordenação do Grito dos Excluídos espera que o presidente eleito nas eleições deste ano exerça um governo voltado ao crescimento da economia. ''Acredito que vai ser um desafio bem claro para quem for o presidente. Temos que assumir conjuntamente a decisão de fazer o Brasil crescer'', afirmou. As informações são da Folha Online.


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Comentários

ôh caro inojosa, permita-me ter o mesmo direito que o nobre amigo tem, de emitir minhas opiniões e respeitar as que estão postas, inclusive as suas.ABRAÇOS.

João Helder para de escrever asneiras.Corrupção é com o PT e ponto final! Vão roubar assim em outro planeta.

Será q o MENDONÇA MEIO BI, vai ta la?afinal ele também é um excluido, não é mesmo?só conseguiu aBOCAnhar R$375.000.000.00,vai MENONÇA MEIO BI, vai la amigo, bota a BOCA no trombone da teu grito,pra tô mundo ouvi, DEVO NÃO NEGO E NÃO PAGO NUNCA!