ArcoVerde

06/12


2018

Ipem é homenageado em sessão solene na Alepe

A Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco realizou, na noite da última terça-feira, por proposição do deputado Claudiano Martins Filho (PP), sessão solene em homenagem aos 50 anos do Instituto de Pesos e Medidas de Pernambuco (Ipem-PE).

Criado pela Lei nº 6141, de 23 de setembro de 1968, o Ipem-PE é uma autarquia vinculada à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco e órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Responsável pela verificação e fiscalização de diversos produtos e instrumentos em todas as cidades do Estado, o IPEM-PE trabalha na proteção do consumidor pernambucano.

Em discurso de abertura da cerimônia, o deputado Eduíno Brito apontou as principais atividades desenvolvidas pelo instituto e ressaltou sua importância. “Esse importante órgão tem entre suas competências a inspeção e o controle de qualidade em tudo relacionado com as atividades de Metrologia Legal e Qualidade Industrial. Ao completar meio século de existência, com um trabalho sério, constante de vigilância em defesa da sociedade, o IPEM recebe as homenagens da Assembleia Legislativa nessa reunião solene.”

“Nestes 50 anos, o Ipem sempre contribuiu com o desenvolvimento de Pernambuco, realizando, de forma adequada, ações sempre voltadas para melhorar e facilitar a vida dos consumidores, primando pela boa qualidade dos produtos, conforme os padrões exigidos pela legislação”, destacou Claudiano Martins Filho.

Fazendo uso da palavra, o presidente do Ipem-PE, Adriano Martins ressaltou a missão da autarquia e agradeceu a homenagem. “Nossa missão é garantir à sociedade pernambucana a execução da metrologia legal, assim como a conformidade industrial, com eficácia e confiabilidade. Nesse sentido, buscamos no empresariado pernambucano a parceria para o comércio justo, a alavancagem do processo produtivo, balizando as relações de consumo, estimulando a abertura do mercado interno e externo, e colocando fim às barreiras técnicas do crescimento econômico do nosso estado. Em nome de todos que fazem o IPEM Pernambuco, agradeço a homenagem desta egrégia casa legislativa. Ficamos lisonjeados com as láureas aqui recebidas. Na presença dos senhores deputado gostaria de parabenizar a todos que construíram esses 50 anos de vitória do IPEM-PE”, concluiu.


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15/12


2018

O motorista evaporou. Quem embolsou?

O sumiço do homem que é a única testemunha capaz de esclarecer as suspeitas que surgiram sobre as finanças da família do presidente eleito

Fernando Molica e Nonato Viegas - VEJA

O policial aposentado Fabrício José Carlos de Queiroz trabalhou durante onze anos para o deputado estadual Flavio Bolsonaro. Oficialmente, ele era assessor do gabinete. Na prática, era uma espécie de motorista faz-tudo do parlamentar, além de ser íntimo de toda a família, incluindo o presidente eleito. A relação profissional entre os Bolsonaro e Queiroz é ainda mais extensa. A mulher e duas filhas de Queiroz também já integraram o quadro de assessores tanto de Flavio como de Jair Bolsonaro. A relação, antes aparentemente tranquila e cheia de confiança mútua, agora virou um estorvo.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou que o nome do policial constava de uma relação de funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que caíram numa espécie de malha fina. O Coaf, órgão federal que monitora as movimentações bancárias, detectou uma série de transações exóticas na conta bancária do motorista, a começar pelo volume “incompatível” com a renda do correntista.

Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz, que ganhava 23 000 reais entre salários da Alerj e da PM, movimentou 1,2 milhão de reais. Ao buscarem a origem de tanto dinheiro, os técnicos do Coaf esbarraram num segundo fato estranho: uma parte dos depósitos feitos na conta era oriunda do próprio motorista, da mulher dele e de suas duas filhas. Mas uma segunda parte vinha de outros funcionários da Alerj. Havia ainda uma curiosa coincidência de datas. O dinheiro entrava na conta de Queiroz nos dias subsequentes ao pagamento dos servidores da Alerj, conforme revelou em sua versão on-line a coluna Radar, publicada por VEJA.

Os técnicos olharam então o destino do dinheiro — e encontraram um terceiro fato estranho: Queiroz sacava os valores na boca do caixa, em dinheiro vivo, tão logo recebia os depósitos.

O Coaf classificou as operações financeiras do motorista como “suspeitas” — e a hipótese que emergiu da análise da movimentação atípica foi que estaria sendo cobrado um “pedágio” dos funcionários. A prática do pedágio não é uma novidade na Assembleia fluminense, nem no Parlamento brasileiro em geral. Em 2013, a deputada Inês Pandeló, do PT, foi condenada por ficar com uma parte do salário de seus assessores. A deputada Janira Rocha, do PSOL, quase perdeu o mandato depois que seus auxiliares denunciaram que eram obrigados a repartir com ela parte do salário.

O relatório informa que oito assessores do deputado Flavio Bolsonaro depositavam regularmente dinheiro na conta do motorista logo depois do pagamento, incluindo o próprio Queiroz, suas filhas Nathalia e Evelyn e sua mulher, Márcia. No período, a família transferiu 221 000 reais (veja o quadro ao lado). A operação, por si só, ainda não é uma evidência concreta de irregularidade, mas a suspeita é inevitável: o deputado Flavio Bolsonaro embolsava parte do salário de seus servidores?

Ao envolver o filho mais velho do presidente eleito, o caso já ganhou ares de escândalo. Mas apareceu um ingrediente ainda mais intrigante. O relatório do Coaf revelou a transferência de 24 000 reais da conta do motorista para a conta de Michelle Bolsonaro, a futura primeira-­dama. Perguntado a respeito, o presidente eleito disse que não era nada de mais.

“Emprestei dinheiro para ele (Queiroz) em outras oportunidades. Nessa última agora, ele estava com um problema financeiro. Não foram 24 000, foram 40 000. Eu podia ter botado na minha conta. Foi para a conta da minha esposa, porque eu não tenho tempo de sair. Essa é a história, nada além disso”, disse, sem explicitar a data, o motivo do empréstimo, sem ter declarado a transação no seu imposto de renda e, para completar, sem explicar por que alguém com 1,2 milhão de reais passando por sua conta precisa tomar 40 000 emprestados.

O deputado Flavio Bolsonaro, que se elegeu senador em outubro, também minimizou o caso: “Hoje o Fabrício Queiroz veio conversar comigo. Ele me relatou uma história bastante plausível. Me garantiu que não teria nenhuma ilegalidade nas suas movimentações”. E nada mais disse — nem ele nem Queiroz.

Esperava-se que o motorista aparecesse, contasse a “história plausível” e colocasse um ponto-final no caso. Mas não foi isso que aconteceu. Até o fechamento desta edição, Queiroz continuava em silêncio. Mais que isso: ele sumiu — aliás, o sumiço tornou-se coletivo, pois ele, a mulher, as filhas e todos os assessores depositantes evaporaram, o que aumenta as suspeitas de que alguma coisa fora do normal se passava no gabinete de Flavio Bolsonaro. Em 2007, logo depois de as­sumir o mandato, Flavio contratou Queiroz, Márcia e Nathalia, que tinha então apenas 18 anos. Personal trainer, a jovem acumulava as tarefas do gabinete com aulas em academias de ginástica.

Em 2016, ela foi transferida para o gabinete de Jair Bolsonaro, em Brasília, mas continuou trabalhando no Rio. Sua vaga foi preenchida pela irmã Evelyn, que trabalha como manicure. Juntas, Márcia e Nathalia transferiram 123 000 reais para a conta do motorista, pouco mais da metade de tudo o que receberam da Alerj durante treze meses. Dos quatro assessores da família Queiroz, apenas Evelyn continua no cargo. Márcia, que repassou 37 000 reais, deixou o gabinete em agosto de 2017. O motorista e Nathalia foram exonerados em outubro, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial. Na época, o documento do Coaf já circulava entre procuradores e promotores do Ministério Público.

O policial aposentado mora em uma casa simples no bairro Taquara, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, uma aparente contradição para quem tem uma conta abastada. Em julho deste ano, o motorista fechou a compra de um apartamento de três quartos num condomínio com piscina e ampla área de lazer, situado no mesmo bairro. O prédio ainda não foi entregue e em muito difere do casebre onde ele vive até o momento. O negócio também chama atenção. Queiroz comprou o imóvel por 356 000 reais, dos quais 80% foram financiados pela Caixa Econômica Federal. Ou seja, apesar das movimentações vultosas e de receber 23 000 reais mensais há uma década, o motorista tinha apenas 71 000 reais para dar como entrada no imóvel.

Diante da repercussão do caso, na quarta-feira 12 o presidente eleito voltou a falar sobre o assunto. Não explicou nada, mas o tom mudou. “Se algo estiver errado, que seja comigo, com meu filho, com o Queiroz, que paguemos a conta desse erro. Não podemos comungar com o erro de ninguém”, afirmou. E acrescentou: “Aconteça o que acontecer, enquanto eu for presidente, nós vamos combater a corrupção com todas as armas do governo”. Bolsonaro disse uma novidade: o motorista, segundo ele, vai aparecer na semana que vem.

Com reportagem de Edoardo Ghirotto

Publicado em VEJA de 19 de dezembro de 2018, edição nº 2613


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Fernandes

A filha do motorista é assessora fantasma e, no tempo integral, personal trainer!

Fernandes

Bolsonaro ficava com até 99% do salário dos assessores. É mito mesmo: enganou 57 milhões de trouxas.

Fernandes

A academia onde a ex-assessora de Flávio Bolsonaro trabalhava pertence a Luciano Huck e foi a mesma onde Aécio lavou dinheiro.

Fernandes

Prefiro um filho ladrão, que um filho “gay” Jair Messias. Agora, entendi o sentido da frase!

Fernandes

NÃO É O SUMIÇO DO MOTORISTA QUE É ESTRANHO, MAS O silêncio DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL E FEDERAL E DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO.



15/12


2018

Canetada de Temer para abrir aéreas a estrangeiros

...provoca desconfianças

 Helena Chagas

Na prática, o capital estrangeiro já entrou há tempos nas companhias aéreas em sociedade  com os brasileiros, e a abertura de 100% ao capital externo para essas empresas pode até acabar sendo vantajosa para o consumidor/passageiro. O problema é fazer isso por medida provisória, numa canetada de Michel Temer a menos de vinte dias do final de seu mandato.

A pressa de Temer foi justificada por aliados do governo pela necessidade de encontrar uma solução rápida para evitar o fechamento da Avianca, em grave crise financeira. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, foi consultado, ouviu o presidente eleito, e concordou. Mas não dava para esperar vinte dias, ou buscar uma solução congressual?

É no mínimo imprudente que uma decisão dessa envergadura, que mexe num vespeiro como a abertura de um setor da economia ao capital estrangeiro, seja tomada assim, de afogadilho, depois de uma conversinha entre três ou quatro pessoas. Até porque essa discussão se arrasta há tempos, e há um projeto nesse sentido tramitando no Congresso, em torno do qual ainda não se obteve um acordo.

E se o Congresso não concordar? Não tem mais jeito, porque daqui a 90 ou 120 dias, quando a MP for votada, haverá um cenário de fato consumado. Todo mundo sabe que haverá uma confusão dos diabos, colocando em risco a imagem de seriedade internacional do Brasil (ou o que resta dela), se o Legislativo rejeitar a medida, fechando de volta o setor e expulsando os eventais investidores que tiverem sido atraídos pelo negócio nesse meio tempo.

Michel Temer até que está encerrando o mandato em situação mais razoável do que se pensava, dando entrevistas enaltecendo seu governo, tendo reconhecidas suas ações na economia e fazendo uma política de boa vizinhança com o governo que entra graças a uma transição civilizada.

Mas não tardarão a surgir as críticas e suspeitas sobre as razões do açodamento no caso das aéreas, ainda mais tratando-se de um presidente que é alvo de acusações no terreno da corrupção e que provavelmente terá que se ver com elas a partir de 1 de janeiro. ‘Presidentes em final de mandato deveriam ser parcialmente interditados, proibidos de tomar certas decisões, como medidas provisórias que podem mexer com bilhões.


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15/12


2018

STJ mantém filho da governadora de Roraima na prisão

Estadão Conteúdo

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça, negou nesta sexta, 14, pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do empresário Guilherme Campos, filho da governadora de Roraima, Suely Campos (PP). Ele foi preso no último dia 29 de novembro no âmbito da Operação Escuridão por suposto envolvimento em esquema de desvios de recursos públicos do sistema penitenciário estadual.

A defesa alegava nos autos que a ordem de prisão determinada pelo Tribunal de Justiça de Roraima era inválida, visto que os desembargadores estaduais não teriam competência para julgar o caso. Os advogados alegam que o processo deveria ser processado pela Justiça Federal. Além disso, dizem que a prisão de Guilherme Campos representaria uma violação à presunção de inocência. Os advogados pediam a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares.

Na decisão, o ministro Fonseca discordou dos argumentos, alegando não visualizar, ao menos no momento, “manifesta ilegalidade” na prisão de Guilherme Campos. Segundo o ministro, há “elementos contemporâneos e concretos para justificar a medida extrema para a garantia da ordem pública e econômica”, visto que Guilherme é filho da governadora do Estado.


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15/12


2018

Rio: nove deputados trancafiados na Furna da Onça

MP denuncia 10 deputados à Justiça após Furna da Onça

Eles são acusados de receber propina em troca de apoio aos governos Cabral e Pezão

O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta sexta-feira à Justiça por corrupção e organização criminosa 10 deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o ex-governador Sérgio Cabral e outras 18 pessoas, a partir das investigações da Operação Furna da Onça.

O inquérito apontou que os parlamentares receberam propinas em troca de apoio aos governos Cabral, entre 2007 e 2014, e ao governo Luiz Fernando Pezão, entre 2014 e 2018. O MP afirma que o esquema, que também incluía loteamento de cargos públicos, em especial no Detran, movimentou R$ 54 milhões.

Nove deputados estão presos: André Correa (DEM); Chiquinho da Mangueira (PSC); Coronel Jairo (SD); Edson Albertassi (MDB); Jorge Picciani (MDB); Luiz Martins (PDT); Marcos Abrahão (Avante); Marcus Vinicius “Neskau” (PTB) e Paulo Mello (MDB). Marcelo Simão (PP) foi solto.


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15/12


2018

RR: PF põe na cadeia deputada eleita por desvio e propina

PF prende deputada eleita de Roraima por propinas e desvio de até R$ 50 milhões

Estadão Conteúdo

A Polícia Federal prendeu a deputada estadual eleita Ione Pedroso (Solidariedade/RR) e outras nove pessoas no âmbito da Operação Zaragata, deflagrada nesta sexta-feira, 14, para apurar desvios de R$ 50 milhões em recursos públicos e cobrança de propinas nos serviços de transporte escolar em Roraima.

O marido de Ione, o empresário José Wallace Barbosa da Silva, também foi alvo de prisão, mas ainda não foi localizado. Ele é considerado foragido pela Polícia Federal. Ao todo, os agentes cumpriram 10 mandados de prisão e 12 de buscas e apreensão.

Outros três alvos da ação foram os ex-secretários da Fazenda Aline Karla Lira de Oliveira e Shiská Pereira e o servidor público Thiago Lima Martinez. Os dois últimos estavam presos por outros processos envolvendo supostos desvios na merenda escolar do Estado.

O inquérito da Zaragata foi instaurado em agosto deste ano para apurar supostas irregularidades cometidas em contratação do governo de Roraima com recursos do Fundeb por meio de dispensa de licitação emergencial. Segundo a PF, há indícios de esquemas envolvendo o transporte escolar do Estado, como cobrança de propinas de empresas do setor, que eram obrigadas a pagar valores entre 10% a 15% das faturas para receber o pagamento do governo.


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15/12


2018

Por que extradição de Battisti une direita e esquerda na Itália

Lucas Ferraz - De Roma para a BBC News Brasil

Considerado foragido pela Polícia Federal brasileira após sua prisão ser determinada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-ativista desperta opiniões similares entre diferentes lados do espectro político italiano. Nesta sexta-feira, o presidente Michel Temer assinou o decreto de extradição de Battisti.

Condenado à prisão perpétua no seu país natal por terrorismo, acusado de envolvimento em quatro homicídios no final dos anos 1970, Battisti dribla há mais de trinta anos o pedido da Itália para que seja entregue por outros países. Só com o Brasil, o imbróglio já dura quase doze anos.

Desde então, políticos italianos da centro-esquerda (como Romano Prodi) à extrema-direita (caso do atual ministro do Interior, Matteo Salvini) se mobilizaram para que Battisti seja extraditado e cumpra a sentença pelos crimes cometidos num dos períodos mais conturbados da história italiana.

"Não se trata de um tema que tem lado. Battisti está condenado há mais de trinta anos, a pressão política para que ele seja preso existe há todos esses anos. É uma questão do Judiciário italiano, que é totalmente independente", disse à BBC News Brasil o professor de direito internacional Claudio Zanghi, que lecionou por mais de 40 anos na Universidade Sapienza, de Roma.


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15/12


2018

Clima: Brasil recusou, Chile terá convenção mundial

Inicialmente, conferência estava prevista para ocorrer no Brasil, mas o governo abriu mão da organização do evento por "restrições fiscais e orçamentárias"

EXAME

Chile será o país-sede da Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, a COP25, de 11 a 22 de novembro de 2019. Inicialmente, a conferência estava prevista para ocorrer no Brasil. Mas o governo brasileiro abriu mão da organização do evento por “restrições fiscais e orçamentárias”.

O ministro do Meio Ambiente e Energia da Costa Rica, Carlos Manuel Rodríguez, afirmou durante a COP24, em Katowice, na Polônia, que os países latino-americanos decidiram apoiar o Chile para que seja o anfitrião da próxima edição da cúpula.

A organização do evento fica sempre a cargo de uma região diferente, de maneira rotativa, e no ano que vem será a vez da América Latina – neste ano, a cúpula acontece no Leste Europeu.

“A Costa Rica e outros países da região concordaram em apoiar o Chile para que receba a COP25”, disse Rodríguez, que ressaltou a importância de que a cúpula seja mantida na América Latina, apesar da decisão do governo brasileiro.


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Fernandes

SINAIS SÃO DE QUE BOLSONARO TERÁ O MESMO FIM DE COLLOR E JÂNIO QUADROS.

Fernandes

O pobre que votou no Boso, deveria ser estudado, pois, continua explorado e enganado, mas feliz e convicto de que tudo está bem.

Fernandes

Não, o bolsonaro não te enganou o cara foi deputado do RJ por 30 anos e não fez NADA. A família enriqueceu 432% em 4 anos, o cara não fez o MÍNIMO: Não compareceu aos debates. 120% despreparado pra ser presidente, ele não te enganou, tu que é um jumento mesmo!

Fernandes

Bozonaro Jumento.


BM4 Marketing

15/12


2018

A Polícia Militar do Rio vai do aplauso à vaia

Em uma semana

Como uma mesma corporação tem integrantes que salvam uma idosa refém e roubam uma carga de carne?

EPOCA - Giampaolo Morgado Braga

Quarta-feira, 5 de dezembro de 2018: numa ação perfeita, cirúrgica, policiais militares salvam uma idosa de 83 anos, feita refém por um assaltante que acabara de roubar uma joalheria em Valença, no Médio Paraíba; o ladrão é morto e a senhorinha escapa ilesa. Quinta-feira, 13 de dezembro de 2018: 12 policiais militares são presos sob a acusação de desviar uma carga de carne roubada e recuperada pelos PMs, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro; um deles, tragicamente — e com uma motivação que ainda terá de ser esclarecida — se mata dentro do batalhão ao receber voz de prisão.

Em apenas oito dias, a Polícia Militar do Rio foi capaz de ir do aplauso à vaia, da glória ao opróbrio. O que isso diz sobre a corporação?

Se a PM fluminense fosse uma pessoa, seria diagnosticada com transtorno bipolar. Oscila entre ações louváveis e vergonhas daquelas de se esconder debaixo da cama. É uma instituição com o éthos da guerra, mas em que parte de seus integrantes, vez por outra, prefere a diplomacia dos acordos com o crime, dos arregos, dos desvios de conduta.

Dentro do mesmo grupo de 44 mil homens e mulheres, selecionados com critérios semelhantes, treinados de forma semelhante, vestidos, armados e alimentados de forma semelhante, há gente capaz de dessemelhanças como amamentar um bebê abandonado e estuprar uma menor de idade numa favela .


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15/12


2018

Para Moro, Lula fez coisas boas, mas também erradas

Moro diz lamentar ter condenado Lula e avalia que petista "até fez coisas boas"

Futuro ministro disse que não "teve prazer" ao sentenciar o ex-presidente e reafirmou que julgamento foi imparcial, negando tese de "perseguição" ao PT

iG São Paulo 

O futuro ministro da Justiça e ex-juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, disse que "lamenta" ter sido o autor da sentença que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por corrupção e lavagem, no âmbito do caso tríplex. Moro avaliou ainda que o petista "fez coisas boas" durante o seu mandato na Presidência. 

"Da minha parte, nada tenho contra o ex-presidente. Acho até lamentável que eu, infelizmente, tenha sido o autor da decisão que condenou uma figura pública que tem a sua popularidade e que fez até coisas boas durante sua gestão, mas também erradas", afirmou Sérgio Moro durante entrevista à TV Bandeirantes .

"Nenhum juiz criminal tem prazer em prender ou condenar. No fundo, faz parte do trabalho. Isso, no fundo, não é um bônus para mim, é um ônus. Mas o fiz cumprindo o meu dever", completou.

"Essa alegação de que a Justiça foi parcial nesses casos ignora que, por desdobramentos da Lava Jato, vários outros personagens políticos da oposição também respondem a investigações e acusações sérias perante outros fóruns", disse.  

Ele destacou políticos do PP, PTB e MDB e a condenação de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, pela Lava Jato. O ex-juiz também disse que não há muitos membros da oposição ao PT que são investigados na operação porque eles "não controlavam a Petrobras" durante o governo do partido. 


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Fernandes

Lula é uma lagrima de Cristo.



14/12


2018

Juiz condena gestão tucanara

Do Conjur

Justiça condena executivos por formação de cartel no metrô em gestão tucana

O juiz Marcos Fleury Silveira de Alvarenga, da 12ª Vara Criminal de São Paulo, condenou 13 executivos de empreiteiras por formação de cartel e fraude a licitação para a construção da Linha 5 – Lilás do metrô da capital paulista. Os réus eram ligados a 12 empreiteiras e foram sentenciados a até 9 anos de prisão. Os dois delatores, um da Andrade Gutierrez e um da Camargo Corrêa, tiveram a pena convertida em prestação de serviços comunitários.

De acordo com a denúncia apresentada pelo promotor de Justiça Marcelo Batlouni Mendroni, os envolvidos dividiram os contratos dos trechos 3 a 8 da linha 5 do Metrô entre as empresas que representavam, direcionando a licitação da obra.

Para o Ministério Público, eles sabiam previamente qual empresa seria a vencedora de cada um dos trechos em licitação porque combinaram o preço que seria apresentado por cada concorrente do grupo. As outras companhias que participavam do cartel faziam propostas com preços superiores ou simplesmente deixaram de oferecer proposta.

O promotor também sustenta na acusação que somente as propostas oferecidas pelas empresas vencedoras, em cada um dos lotes, estavam abaixo do orçamento proposto pelo metrô, parâmetro de julgamento que era conhecido por todos. “Trata-se de evidência de propostas, das demais [concorrentes], de inequívoca atuação conjunta e concatenada para ofertas de ‘preços de cobertura”, argumenta Mendroni.

A investigação contou com acordo de delação premiada de Jorge Arnaldo Curi Yazbec Júnior e Eduardo Maghidman, da Constutora Andrade Gutierrez e da Construções Camargo Corrêa.


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14/12


2018

Dor de cabeça: Eduardo Bolsonaro tenta fazer o líder do PSL

Eduardo Bolsonaro voltou a articular dentro do PSL para fazer o líder do partido em 2019.

Lauro Jardim - O Globo

Hoje mais cedo, Eduardo orientou o deputado federal Filipe Francischini, recém-eleito, a telefonar para os novos deputados eleitos, arregimentando assinaturas para eleger Delegado Waldir como o novo líder do partido.

Francischini dizia estar telefonando em nome de Eduardo.

A movimentação de Eduardo vai contra a orientação do pai na reunião do PSL, no começo da semana.

Na reunião, quando Joice Hasselmann se insurgiu contra o nome de Delegado Waldir para lider a sigla, Jair Bolsonaro pediu que a escolha fosse no voto depois que os deputados fossem empossados.

O Senado já começou a distribuir os convites para a posse de Jair Bolsonaro, no Congresso, no dia 1 de janeiro. Até mesmo parlamentares terão que mostrar um cartão de acesso para entrar no plenário da Câmara.


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Fernandes

Quantos presidentes teremos? Dois. Bolsonaro fala uma coisa e o vice Mourão (general) outra, inteiramente diferente. KKKK

Fernandes

Quando o partido de Hitler ganhou a eleição, milhões de alemães também não acreditavam que ele se tornaria ditador.

Fernandes

ONG de ministra é acusada de tirar criança indígena de mãe.A ONG Atini, fundada por Damares Alves, que será ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, no governo de Jair Bolsonaro (PSL), é alvo de indigenistas e do Ministério Público, que falam em tráfico e sequestro de crianças e incitação ao ódio contra indígenas. A Atini é acusada de, sob um falso selo humanitário, explorar o infanticídio de crianças indígenas.



14/12


2018

Juiz nega pedido do MPF para obrigar Palocci a pagar US$ 20,4 milhões

Ex-ministro cumpre prisão domiciliar após acordo de delação

Cleide Carvalho – O Globo

O juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara Federal de Curitiba, indeferiu nesta sexta-feira pedido do Ministério Público Federal (MPF) para que o ex-ministro Antonio Palocci seja obrigado a pagar US$ 20,4 milhões para ter direito a seguir em regime domiciliar semiaberto, como previsto no acordo de delação. Palocci cumpre pena em seu apartamento em São Paulo, com tornozeleira eletrônica.

A defesa de Palocci argumentou que o valor necessário para progressão de regime seria US$ 10,2 milhões, que já foi atendido com o confisco de valores do réu já feito pela Justiça. O bloqueio nas contas do ex-ministro alcançou R$ 62 milhões,  considerado suficiente para atender o pedido de ressarcimento pedido na primeira condenação de Palocci. Além disso, afirma que já ficou demonstrado que outros valores que teriam sido administrados por Palocci foram gastos em campanhas eleitorais do PT —  ou seja, não há como serem devolvidos.

O juiz considerou que o pedido do Ministério Público Federal partiu da força-tarefa de Curitiba, mas que o caso já foi decidido em segunda instância. Observou ainda que o acordo foi homologado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, mas que a clausula que trata do pagamento de indenização, de R$ 37,5 milhões, ainda não foi homologada.


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14/12


2018

Polícia não encontra João de Deus em 20 lugares

Ele não é considerado foragido e existe a expectativa de que ele se apresente à corporação. Defesa nega envolvimento dele nos crimes.

Por Vitor Santana, G1 GO

O delegado-geral da Polícia Civil, André Fernandes, informou à TV Anhanguera que Polícia Civil percorreu mais de 20 endereços em busca do médium João de Deus nesta sexta-feira (14) após a Justiça decretar a prisão preventiva dele por suspeita de abusos sexuais contra mulheres. Porém, ele não foi localizado pela corporação. A defesa segue negando envolvimento do líder religioso nos crimes e informou que vai entrar com um pedido de habeas corpus.

As equipes voltaram para a Delegacia Estadual de Investigações Criminal (Deic) por volta de 19h30 e disseram à TV Anhanguera que percorreram diversos locais na capital e em cidades do interior, mas não encontraram o médium. Apesar disso, ele não é considerado foragido e existe a expectativa que o líder religioso se entregue.

“A polícia não tem conhecimento do seu paradeiro, estamos trabalhando no sentido de tentar localiza-lo”, disse o delegado-geral da Polícia Civil, André Fernandes, durante o trabalho de buscas ao médium.

O advogado de defesa, Alberto Toron, disse que teve acesso à decisão de prisão apenas no início da noite e que vai pedir um habeas corpus. “A impetração do habeas corpus não exclui a apresentação espontânea do senhor João de Deus”, disse.


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Fernandes

Quando o partido de Hitler ganhou a eleição, milhões de alemães também não acreditavam que ele se tornaria ditador.



14/12


2018

PCR encaminha Projeto de Lei da revisão do Plano Diretor à Câmara

Após um amplo processo de participação social, o prefeito Geraldo Julio assinou e encaminhou, na tarde de hoje, para a Câmara Municipal, o Projeto de Lei com a revisão do Plano Diretor do Recife. O texto é a consolidação do resultado da Conferência Municipal, última etapa da discussão popular no âmbito do executivo, que aconteceu nos últimos dias 3 e 4 de dezembro. Ao longo de seis meses foram realizadas 27 reuniões em todas as regiões da cidade, além da criação de um canal digital para recebimento de sugestões e propostas.

O Projeto de Lei foi entregue pelo secretário de Governo e Participação Social do Recife, Sileno Guedes, ao presidente da Câmara Municipal, o vereador Eduardo Marques. O documento reflete todo o trabalho de construção coletiva realizado ao longo dos últimos meses e é resultado do que foi deliberado na Conferência Municipal do Plano Diretor do Recife.

Milhares de recifenses participaram da intensa agenda colaborativa que foi iniciada em junho e seguiu até a primeira semana de dezembro. Ao final do calendário participativo, a Secretaria de Planejamento Urbano do Recife, que coordenou todo o processo de revisão da lei, recebeu mais de 16 mil contribuições que ajudaram a compor a proposta que agora passa a ser apreciada pelos vereadores da cidade. O processo de construção coletiva contou com a participação de quase sete mil pessoas.

O Plano Diretor do Recife traça o ordenamento para o território da cidade. Ele indica as diretrizes e os instrumentos urbanísticos necessários para o desenvolvimento do município de maneira planejada e equilibrada. Por indicação legal, a cada 10 anos esse documento precisa ser revisado, e a contribuição social é considerada fundamental para o processo. Organismos vivos que se transformam espontaneamente, as cidades buscam no planejamento estratégico participativo a adequação das diretrizes urbanísticas capazes de organizar e direcionar o seu crescimento. A última vez que o documento foi revisado foi em 2008. De lá para cá, a cidade vem se transformando e a atualização do Plano Diretor chega para realinhar as suas direções de desenvolvimento.

Foram debatidos, ao longo desses últimos meses, temas como ordenamento territorial, instrumentos urbanísticos, Zonas Especiais; princípios fundamentais da política urbana, seus objetivos e diretrizes; ordenamento territorial, diretrizes setoriais da Política Urbana, sistemas de planejamento urbano participativo e gestão democrática e de informação. O processo de participação contou com uma agenda de 27 encontros presenciais dentre oficinas, audiências públicas e reuniões. Além disso, um ambiente na internet foi construído para receber propostas e concentrar todas as informações geradas a partir do processo de revisão do documento.

Na realização da Conferência Municipal, os 348 delegados se distribuíram em seis salas temáticas. Nesses espaços, o trabalho incluiu a apresentação de novas propostas, a retirada e/ou a alteração de outras. Ao final, cada grupo elencou seus destaques, que foram apresentados para votação em plenária no último dia 4. Foram analisados pelo conjunto de delegados 103 itens que fazem parte do Caderno de Propostas - objeto de trabalho usado durante a Conferência e que foi construído coletivamente ao longo dos últimos meses.

Dentre as modificações sugeridas na revisão está a proposta de um novo Macro Zoneamento, que amplia as áreas de proteção natural e cultural da cidade. As especificidades do macro zoneamento serão detalhados a partir da revisão, no próximo ano, de outra importante lei urbanística: a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS).

Outra mudança que acontece é no zoneamento da cidade, que ganha nova configuração considerando as especificidades locais possibilitando, assim, o direcionamento de políticas urbanísticas mais assertivas. Exemplo disso é a Avenida Mascarenhas de Moraes, na Imbiribeira, que passar a ser uma Zona de Reestruturação Urbana (ZRU), uma vez que é um importante corredor viário com características para o transporte de alta capacidade e com áreas de possível adensamento.

As Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) também saem fortalecidas nesse processo de revisão. O número de ZEIS deverá sair de 64 para 65 com a inclusão da Comunidade do Pilar, localizada no Bairro do Recife. Além disso, 20 áreas de ZEIS deverão ter suas áreas ampliadas ,incorporando outras Comunidades de Interesse Social (CIS) à proteção e fortalecendo, assim, o direto à moradia. 

A revisão do Plano Diretor faz parte de um conjunto maior de trabalho que tem a coordenação técnica do Instituto da Cidade Pelópidas Silveira. Esse conjunto é denominado Plano de Ordenamento Territorial. Nele, além da atualização do Plano Diretor, estão as revisões de outras duas leis e a regulamentação dos instrumentos urbanísticos necessários para tornar as diretrizes previstas no Plano possíveis de serem executadas.


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14/12


2018

Temer assina a extradição de Battisti

O presidente Michel Temer assinou, no início da noite de hoje, o decreto de extradição do terrorista italiano Cesare Battisti, que tem a prisão autorizada desde ontem, 13/12, pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal.

Segundo a Polícia Federal, Battisti está em local "incerto" e é considerado foragido. De acordo com a assessoria de Temer, o decreto deve ser publicado ainda nesta sexta, em edição extra do "Diário Oficial da União".

Battisti é acusado pela Interpol de ter cometido os crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.


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