ArcoVerde

06/12


2018

Livro sobre Direitos Humanos é lançado no TJPE

O Palácio da Justiça recebe, hoje, às 17h30, no Salão Nobre, o lançamento do livro “Direitos Humanos, Direitos de Todos”. O evento faz parte da comemoração dos 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos organizada pela Comissão de Direitos Humanos do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e parceiros. O Palácio fica na Praça da República com a Rua do Imperador Dom Pedro II, s/n, bairro de Santo Antônio, no Recife.

A publicação é organizada pelo professor Cristiano Carrilho, diretor presidente da Academia Brasileira de Ciências Criminais, e conta com o apoio da Associação Brasileira Criança Feliz e do TJPE. Uma das coautoras da publicação é a servidora Jaqueline Machado, que atua no Processo Judicial eletrônico (PJe) da Diretoria Cível. A servidora é mestranda em Direitos Humanos e tem como orientador o cônsul da República de Malta, Thales Castro, que estará presente na solenidade.

O livro promove a compreensão de como a Declaração Universal busca suscitar reflexões sobre temas atuais. Dentre as abordagens, direitos fundamentais, dignidade humana, direito à educação, justiça social, enfrentamento ao tráfico de pessoas, proteção ao idoso e identidade de gênero.


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marcos

Essa frescura todinha e o Sertanejo passando fome e sede, pega o dinheiro desse livro e usa para fazer água no sertão bando de Demagogos!


Asfaltos

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16/12


2018

Ação do DEM no Supremo ameaça 27 deputados

Coluna do Estadão

Uma ação movida pelo DEM no Supremo Tribunal Federal (STF) ameaça rachar a aliança do Centrão. O processo pode fazer com que 27 deputados federais eleitos em outubro percam a vaga para outros candidatos, uma vez que questiona as novas regras sobre a divisão de cadeiras remanescentes na Casa aprovadas na minirreforma eleitoral. Se o dispositivo for derrubado, o DEM subiria de 29 para 30 deputados; o PRB de 30 para 32. Porém, a ação rifaria Paulinho da Força (SD-SP), um dos líderes do Centrão, que perderia o mandato para Douglas Belchior (PSOL-SP).

Durante o jantar de confraternização do DEM, quarta, os presidentes da legenda, ACM Neto, e do PRB, Marcos Pereira, conversaram reservadamente sobre a ação. Interlocutores dizem que Pereira foi à festa para tentar convencer o DEM a pedir ao STF prioridade no julgamento.

O DEM queria que o assunto tivesse sido resolvido antes das eleições e teme agora a “fulanização” da controvérsia. Acredita que mesmo que o STF derrube o novo critério, pode determinar que passa a valer nas próximas eleições.

Não é apenas o Centrão que será atingido. Se a nova regra for derrubada, o PT e o PSL, do presidente eleito Jair Bolsonaro, por exemplo, podem perder duas vagas cada um.

.Líderes do Centrão enviaram recado ao MDB: se o partido não consegue “controlar” seus correligionários, que abandone o blocão de apoio a Rodrigo Maia (DEM-RJ). A maior ameaça à reeleição do demista ao comando da Câmara hoje chama-se Fábio Ramalho (MDB-MG).     (Coluna do Estadão)


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16/12


2018

Promotor perdeu a privacidade após as ameaças do PCC

Há 10 anos à frente do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado, ele já mandou para a cadeia cerca de 1.500 integrantes da facção

Aline Ribeiro - O Globo

promotor Lincoln Gakiya não sabe há algum tempo o que é privacidade. Em 2005, quando chefes doPrimeiro Comando da Capital(PCC) decretaram sua mortepela primeira vez, experimentou a vida com escolta policial. Há cinco anos, passou a ser acompanhado 24 horas por dia por policiais militares. Na última semana, Gakiya foi alvo de nova ordem de assassinato. A polícia apreendeu duas cartas cifradas na saída da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde estão detidos os chefes da facção.

Atribuídas à cúpula do PCC, as mensagens sugeriam que os bandidos já haviam levantado a ficha de Gakiya, a quem se referiam como o “frango japonês”.

Há dez anos à frente do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público em Presidente Prudente, Gakiya é hoje o rosto do combate ao crime organizado numa região que concentra o maior número de presídios do Brasil — são 22, com cerca de 23.300 detentos.

No começo da carreira, a iminência da morte o apavorava tanto que ele passou a carregar em seu carro a fotografia de um de seus algozes, para tentar reconhecê-lo na rua. Aos 51 anos, trata com surpreendente naturalidade o fato de ser acompanhado por homens armados em tempo integral, ter cursos de tiro e carro blindado.

— Dentro do possível, minha vida é normal. Vou à academia, pescar, corro no parque... Não posso viver encarcerado na minha residência. Mas é claro que não é agradável explicar pros seus filhos, pra sua mulher e sua mãe por que tem tanta polícia na porta da sua casa —diz Gakiya.

Pedidos de remoção

A ordem do assassinato seria uma reação do PCC à intenção do Ministério Público (MP) de transferir para um presídio federal o número um da organização criminosa, Marcos Camacho, o Marcola, além de outros líderes. À revelia do governo do estado, no fim de novembro, Gakiya ingressou na Justiça com pedidos de remoção de 15 integrantes da facção. A medida abala a rede de contatos dos chefes ao afastá-los de familiares e advogados.

O governador Márcio França (PSB) é contrário às transferências. Teme retaliações nos moldes dos ataques de 2006, quando membros do PCC se rebelaram em presídios, incendiaram ônibus e alvejaram delegacias. O juiz responsável ainda não se pronunciou a respeito.

O pedido de transferência, por sua vez, foi motivado por um plano de resgate descoberto pela polícia em outubro. Com medo da invasão, a Justiça decidiu fechar o aeroporto de Presidente Venceslau. O governo do estado mandou para a região mais de 200 homens da tropa de elite da PM.

Gakiya entrou para o Ministério Público em 20 de dezembro de 1991, um dia antes de completar 25 anos, um “presente de aniversário”. Durante 16 anos à frente das comarcas de Presidente Bernardes e Presidente Venceslau, assistiu ao rápido controle do PCC nas cadeias paulistas. Foi convidado para assumir o Gaeco em 2008, onde se tornou peça chave do sistema penitenciário. Já chegou a sugerir à Secretaria de Administração Penitenciária para transferir 40 presos da noite para o dia para o sistema “não virar”, gíria para rebeliões. O reconhecimento o levou, em janeiro de 2017, a uma reunião com o presidente Michel Temer no auge da crise penitenciária.

Ao longo da carreira, Gakiya também acumulou decepções. Levou um duro golpe ao perder um amigo para o crime, o juiz José Antonio Machado Dias, assassinado pelo PCC devido a seu perfil linha-dura. Seu maior revés profissional poderia ter sido seu maior êxito. Durante dois anos e meio, Gakiya e outros 21 promotores conduziram o que ele define como a maior investigação da história do MP paulista. Em setembro de 2013, denunciaram à Justiça 175 membros da facção por formação de quadrilha. A Justiça, sob o argumento de que já havia passado tempo demais, indeferiu os pedidos. A peça de 876 páginas está sobre sua mesa de trabalho. É tratada com a deferência de um livro de autoria própria.

— Sempre pairou no estado a ideia de que qualquer atitude mais drástica contra o PCC poderia repercutir como em 2006. Foi uma história semelhante ao do pedido de transferência de agora — justifica Gakiya.

Em suas contas, ele já mandou para a prisão mais de 1.500 integrantes do PCC. Uma de suas investigações rendeu a Marcola uma pena de mais 30 anos de prisão. Não foi suficiente para conter a facção, hoje a maior do Brasil. Estimativa do MP de São Paulo mostra que o número de membros passou de 8 mil, em 2014, para 30 mil, em 2018. Seu faturamento, de R$ 120 milhões à época, passou para R$ 300 milhões. A facção está no Paraguai, Bolívia, Colômbia, Peru e Argentina e exporta cocaína para países europeus e africanos. Em reservado, o próprio Gakiya faz um mea-culpa sobre a incapacidade do estado — MP incluído — de acabar com o comando de Marcola, que começou em 2002.

Até há pouco tempo, Gakiya só atuava nos bastidores. Quando o tom das ameaças subiu, percebeu que a publicidade poderia protegê-lo. Consultou primeiro a família, depois o procurador-geral. Em 2016, concedeu sua primeira entrevista.

— É mais ou menos como a situação do Sergio Moro, que acabou tendo de se expor para se proteger. Imagina um juiz que ninguém conhece dando decisões que praticamente desmontaram a República do Brasil em termos de corrupção? —diz.

Gakiya relaxou tanto que a exposição atual é bastante ampla. Em seu Facebook, é possível saber a cidade onde costuma pescar dourada e piapara, hobby de fim de semana. Há fotos da mulher e dos dois filhos. Nem suas cachorras escapam: a rottweiler Sacha e a pastora belga Kiara, presentes da polícia paulista.


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16/12


2018

Maduro não foi convidado para a posse de Bolsonaro

Futuro ministro do Itamaraty diz que Maduro não foi convidado para posse de Bolsonaro

Por Fabiano Costa, G1 – Brasília

  O futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou neste domingo (16) em sua conta no Twitter que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, não foi convidado pelo Itamaraty para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro em 1º de janeiro, em Brasília. Segundo o futuro chanceler, "não há lugar para Maduro numa celebração da democracia e do triunfo da vontade popular brasileira".

A posse do presidente eleito deve atrair chefes de Estado de vários países. Pelo protocolo do Itamaraty, os líderes dos países sul-americanos costumam ser convidados para a solenidade de posse dos presidentes brasileiros.

Bolsonaro, entretanto, sempre foi um crítico contundente do regime bolivariano da Venezuela, desde a gestão do ex-presidente Hugo Chávez. O presidente eleito manteve e até mesmo intensificou as críticas ao vizinho sul-americano depois que Maduro assumiu o comando da Venezuela.

Em meio à campanha eleitoral, Bolsonaro repetiu várias vezes que, se eleito, não deixaria que o Brasil se tornasse uma Venezuela. Aliados do futuro presidente acusam as gestões petistas de se associarem à Venezuela, que vive uma grave crise econômica, com desabastecimento e colapso de serviços. Para fugir da fome, milhares de venezuelanos têm imigrado para outros países, entre os quais o Brasil.

"Em respeito ao povo venezuelano, não convidamos Nicolás Maduro para a posse do PR Bolsonaro. Não há lugar para Maduro numa celebração da democracia e do triunfo da vontade popular brasileira. Todos os países do mundo devem deixar de apoiá-lo e unir-se para libertar a Venezuela", escreveu Ernesto Araújo na manhã deste domingo no Twitter.

Apesar do clima tenso entre Bolsonaro e Caracas durante a disputa eleitoral, a Venezuela tentou construir uma ponte com o capitão reformado do Exército assim que acabou a corrida presidencial.

No dia seguinte à vitória de Bolsonaro nas urnas, o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, publicou uma mensagem no Twiter dizendo que Maduro estendia suas felicitações ao Brasil pelas eleições e fazia um apelo para que o presidente eleito retomasse "o caminho das relações diplomáticas de respeito" com a Venezuela.

"O governo bolivariano aproveita a ocasião [eleição de Bolsonaro] para exortar o novo presidente eleito do Brasil a retomar, como países vizinhos, o caminho das relações diplomáticas de respeito, harmonia, progresso e integração regional, pelo bem-estar dos nossos povos", disse Caracas na ocasião em nota publicada na rede social pelo ministro das Relações Exteriores.


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marcos

Lula é o pai da corrupção

Fernandes

O discurso ele não é corrupto foi trocado por todo mundo faz isso. KKKK

Fernandes

Bozo cansou de chamar o filho do Lula de ladrão e era o filho dele quem estava roubando.

marcos

Mas afinal quem mandou matar Celso Daniel?

Fernandes

É verdade que a PF tá atrás do motorista Queiroz, operador dos bozonaros, é?



16/12


2018

Caso Coaf cala a artilharia dos Bolsonaro

Andrei Meireles – Os Divergentes

Jair Bolsonaro e seus filhos surpreenderam o país por jogarem sempre na ofensiva, adeptos da tática de que a melhor defesa é o ataque. Foi um sucesso nas urnas. Mantiveram a pegada mesmo depois de eleitos, quando todos apostavam em uma redução do ritmo. Bolsonaro pai até baixou a bola, mas os filhos Carlos e Eduardo seguiram na pilha. O primogênito Flávio, eleito senador, destoava dos irmãos por seus decibéis bem abaixo de seus estridentes irmãos.

Era assim que a banda familiar tocava na balbúrdia da transição até a quinta-feira (6) quando o Estadão revelou o relatório do Coaf sobre a movimentação “atípica com valores muito acima de seus rendimentos na conta bancária de Fabrício Queiroz, assessor de Flávio Bolsonaro. De lá para cá, a cada revelação, a situação só se complicou enquanto o soldado “Queiroz”, como é conhecido pelos Bolsonaros, simplesmente não deu as caras. Silêncio absoluto.

Pela primeira vez, o clã Bolsonaro virou alvo de todo o mundo, inclusive de aliados, e não atacou para se defender. Pelo contrário. Carlos e Eduardo ignoraram o assunto. O pit bull Carlos, guerrilheiro nas redes sociais, não fez nenhuma referência ao caso em seu Twitter. Seus destaques na sexta-feira (14) foram o lançamento do submarino Riachuelo, onde acompanhou o pai, e a ironia às críticas de Fernando Collor às posições do futuro chanceler Ernesto Araújo: “Parabéns, ministro. Siga em frente!”.

No sábado, Carlos se mostrou incomodado com seu perfil na revista Época, que o retrata como o filho que mais influencia o pai, e se conteve até às 18 horas quando finalmente passou recibo pelo Twittter: “Afirmo tranquilamente que não sou o preferido e muito menos o principal influenciador de Jair Bolsonaro. Há uma clara tentativa de dividir, desinformar e desestabilizar, assim como fazem nas escolas com seus filhos. É tudo muito bem pensado!”.

Na mesma toada, prosseguiu Carlos: ” A sanha pelo poder jamais me influenciou, como é o objetivo de muitos, e essa barreira é intransponível! Apenas defendo o que acredito! Esta é uma grande diferença entre homens e `ratos`!”. Ele também não gostou da matéria de outra matéria da Época, a que conta a demissão do embaixador Paulo Uchôa Filho da chefia do Cerimonial do Itamaraty por ter discordado da infantil exigência do futuro chanceler Ernesto Araújo para não convidar Cuba e Venezuela para a posse de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, o próprio Bolsonaro dera sinal verde para os convites.

Eduardo Bolsonaro, padrinho político de Ernesto Araújo, também não gostou da reportagem da Época sobre o imbróglio no Cerimonial do Itamaraty.  Eduardo é uma espécie de chanceler informal. Nos últimos dias, enquanto a chapa esquentava para o irmão Flávio, todos seus tuítes foram sobre relações com outros países, com ênfase a sua visita ao Chile. Mas nesse sábado, por volta da meia-noite, endossou as críticas do irmão Carlos ao perfil traçado pela revista: ” Se você tiver filho pequeno você ler (sic) para ele dormir a história da Bela Adormecida, do Lobo Mau ou essa matéria aqui da Época/Globo”.

Apenas o presidente eleito e o filho Flávio, quando não têm como evitar, fazem  comentários sobre o caso, sem arriscar maiores ou menores explicações, sempre em tom defensivo. Nesse assunto, aderiram ao arrogância zero. O problema é que se limitam a correr atrás do prejuízo. Dizem que, se houver erro, estão dispostos a pagar. E nada se esclarece.

Na equipe de transição quem se dispõe a falar se apega à explicação de Jair Bolsonaro de que o dinheiro depositado na conta de Michelle, sua mulher, foi pagamento de um empréstimo a Queiroz, seu amigo desde os tempos de caserna. Não diz para que seria o empréstimo. Aqui e ali surgem versões de que poderia ser para a compra de um imóvel ou de um carro, que parecem plantadas para sondar como reage o distinto público. Ninguém se aventura a justificar o que quer que seja sobre o papel de Flávio nessa história.

É justamente aí que moram alguns problemas. Quem conhece um mínimo do que rola nos gabinetes das câmaras municipais, assembleias legislativas e Congresso Nacional já formou juízo: é a velha prática de cobrar um pedágio dos funcionários para aumentar os próprios rendimentos ou bancar atividades políticas. É corriqueiro, mas é crime, pode ser tipificado como peculato, e é o suficiente para sanções por qualquer conselho de ética parlamentar que atue com um mínimo de seriedade.

Outra questão que não quer calar. Um dia depois da divulgação do relatório do Coaf, Flávio Bolsonaro se encontrou com Fabrício Queiroz, que lhe teria dado uma explicação “plausível” sobre a grana movimentada em sua conta bancária (no vai e vem dos registros, que contabilizam o entra e sai, o valor real seria de R$ 600 mil). Se houve de fato uma versão “plausível”, ficam esquisitas as falas dos dois Bolsonaros quando dizem desconhecer a justificativa de Fabrício Queiroz.

O que se diz no entorno do clã Bolsonaro é que nos próximos dias Fabrício Queiroz finalmente vai apresentar uma explicação para a movimentação atípica em sua conta bancária. Até lá a família, mesmo fugindo do assunto, continua na berlinda.


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marcos

Lula o pai da corrupção tá preso Babaca

Fernandes

PSL Profissionais em Salários de Laranjas

Fernandes

O discurso ele não é corrupto foi trocado por todo mundo faz isso. KKKK

Fernandes

Bozo cansou de chamar o filho do Lula de ladrão e era o filho dele quem estava roubando.

marcos

O que é isso menina fascista (analfa), deixa de ódio e relaxa senão não encaixa!



16/12


2018

Gestão Bolsonaro propõe novo toma lá, dá cá

Meta é ter canal direto com parlamentares e fragmentar poder dos líderes de bancada tradicionais

Antes de encerrar uma discussão acalorada na semana passada, Leonardo Quintão (MDB-MG), um dos principais articuladores políticos do novo governo, puxou Levy Fidélix (PRTB) pelo braço e o conduziu até debaixo de uma árvore.

Estavam no estacionamento do prédio que abriga a sede do governo de transição, em Brasília, e se afastaram dos assessores para terminar a conversa reservadamente.

Sob gestos enfáticos do presidente da sigla que indicou o vice de Jair Bolsonaro, Quintão pediu calma a Fidélix e disse que as coisas se resolveriam logo para o PRTB.

O pai do aerotrem, que tem reclamado publicamente da falta de espaço na nova gestão, é a alegoria perfeita do “toma lá, da cá” inaugurado pelo governo de Jair Bolsonaro.

Após escolher 22 ministros ancorados nas chamadas bancadas temáticas do Congresso, o presidente eleito não conseguiu impedir negociações no varejo para indicações ao segundo e terceiro escalões.

Nomeado por Onyx Lorenzoni (Casa Civil) para fazer parte da articulação política, Quintão montou gabinete e implementou um novo formato de “toma lá, dá cá”, que dispensa as tratativas diretas com presidentes e líderes dos partidos e negocia individualmente com os parlamentares.

A estratégia de Onyx e seus aliados é oferecer cargos nos Estados aos deputados avulsos, vendendo a ideia de que, assim, eles se tornarão uma forte liderança regional.

O objetivo é criar um canal direto com os parlamentares e tentar fragmentar o poder dos líderes de bancada —até aqui, fundamentais para a governabilidade no presidencialismo de coalizão.

Nos últimos dias, o time da futura Casa Civil —formado por deputados do baixo clero que não conseguiram se reeleger para um novo mandato— tem conversado com integrantes de diversas legendas e seduzido, principalmente, nomes do PSD e do PR.

Juntas, essas bancadas terão 67 deputados a partir de 2019.

O ex-deputado Valdemar Costa Neto, condenado no mensalão, por exemplo, lidera o PR para tentar manter influência no Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), responsável pelo setor ferroviário.

As tratativas com o futuro ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, estão avançadas e o PR já sinalizou que quer abocanhar também a vice-presidência da Caixa, indicando o deputado Milton Monti (SP) para o posto.

Na outra ponta, o PSD, de Gilberto Kassab, foi abordado pelos articuladores do presidente eleito para que deixasse o bloco formado na Câmara por siglas do centrão, com o objetivo de isolar o PT e o PSL.
A proposta era que o partido de Bolsonaro apoiasse um nome do PSD para a liderança do governo na Casa. Onyx e Quintão foram os principais interlocutores dessas conversas.

Além dele, Danilo Forte (PSDB), Alberto Fraga (DEM), Ronaldo Nogueira (PTB) e Carlos Manato (PSL) formam a linha de frente da tropa que tem atuado para costurar a base de apoio para Bolsonaro.
A partir de 1º de janeiro, eles querem alocar uma sala no Congresso para ser QG da articulação do novo governo.

Manato afirmou à Folha que ele e Quintão inclusive já acertaram com o presidente eleito que começarão a trabalhar oficialmente logo após a posse, mas não renunciarão ao resto de seus mandatos, que só terminam em 31 de janeiro.

O salário na Câmara é de R$ 33,7 mil e o cargo que ocuparão no Executivo deve pagar algo em torno de R$ 16 mil.

Para driblar a diferença nos vencimentos, deputados derrotados nas urnas já pressionam o novo governo para conseguir participação em conselhos de administração pública que remuneram seus participantes.

Segundo a assessoria do próprio presidente eleito, nas últimas semanas ele e sua equipe receberam cerca de 300 parlamentares, com reuniões formais com as bancadas de PSL, PP, MDB, PR, PRB, DEM, PSDB, PSD e Podemos.

Siglas como PP e MDB tiveram alguns de seus parlamentares abordados individualmente, mas o comando das legendas diz que vai esperar o modelo “dar errado logo na primeira votação”.
Em conversa com alguns aliados, o presidente Michel Temer fez um prognóstico: nomear deputados sem mandato para negociar cargos e emendas não tem chance de dar certo.   (Marina Dias , Ranier Bragon e Camila Mattoso)


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Fernandes

Tudo que TENTARAM achar na Família do Lula em 30 anos, ACHARAM na Família Bolsonaro em 30 dias.

Fernandes

Bozo cansou de chamar o filho do Lula de ladrão e era o filho dele quem estava roubando.

marcos

Agora lascou, começou o alistamento Gay em defesa da Venezuela. kkkkkkk

Fernandes

Se o Brasil for brigar com a Venezuela fico do lado da Venezuela tá?

Fernandes

Vocês já perceberam que todo trambiqueiro e mal caráter odeia o PT.



16/12


2018

Carlos Bolsonaro e a relação com o pai: “Não sou o preferido”

Andreza Matais – Coluna  do Estadão

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) utilizou neste sábado a sua conta pessoal no Twitter para dizer que não é o “preferido” nem o “principal influenciador” do pai, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

“Afirmo tranquilamente que não sou o preferido e muito menos principal influenciador de Jair Bolsonaro. Há uma clara tentativa de dividir, desinformar e desestabilizar, assim como fazem nas escolas com seus filhos. É tudo muito bem pensado!”, escreveu o vereador.

“A sanha pelo poder jamais me influenciou como é o objetivo de muitos e esta barreira é instransponível! Apenas defendo o que acredito! Esta é uma grande diferença entre homens e ‘ratos’!”, completou.


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marcos

Mas que menina fascista pra gostar de corrução, só sendo Petista.

Fernandes

Você votou no Collor contra a corrupção, e ele era corrupto. Você votou no Aécio contra a corrupção, e ele era corrupto. Você apoiou o golpe do Temer com a desculpa de que era contra a corrupção, e ele era corrupto. Você apoiou o Moro contra a corrupção e descobriu que só o que queria era ser ministro num governo cheio de corruptos. Você votou no Bolsonaro contra a corrupção, e acabou de descobrir que ele e os filhos são corruptos. Assuma: Ou você é burro, ou é a favor da corrupção.

Fernandes

O silêncio dos Bolsominions. Dirigido por COAF & estrelado por saco de bosta & cuidadora de idoso. Um filme sobre a ilusão de 57.797.847 brasileiros. Participação filho babaca & motorista milionário.

Fernandes

Estranho o laranja dos Bolsonaros pedir exoneração de um emprego de 23 000 l por mês. Mais estranho ainda foi pedir exoneração um dia antes da operação sobre o COAF. Será que alguém informações? O motorista sumiu. Alô PF corra atrás desse motorista com se fosse um petista.

Fernandes

A pergunta que vale 1 milhão e 200 mil reais onde está Dick vigarista? O piloto da família Bozo.



16/12


2018

Aprovação em alta, faz presidente eufórico antes da posse

A questão do motorista do filho não parece ter afetado a popularidade de Bolsonaro. Pesquisa feita pelo Ibope para a CNI, Confederação Nacional da Indústria, indica que 75% dos entrevistados acreditam que o presidente eleito está no caminho certo. São 20 pontos percentuais acima da votação de Bolsonaro no segundo turno. Traduzindo: muitos dos que não votaram nele concordam com suas posições. E 14% acham que o presidente eleito está no caminho errado – contra 45% que votaram contra ele. Os que não responderam à pergunta ou ainda não têm posição somam 11%.

Na mesma pesquisa, 64% dos ouvidos esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom. Isso significa, pela ordem, melhorar os serviços de saúde, impulsionar a oferta de empregos, combater a corrupção, combater a criminalidade e melhorar a qualidade da educação. (Brickmann)


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marcos

É muita merda fascista kkkkkkk

Fernandes

Você votou no Collor contra a corrupção, e ele era corrupto. Você votou no Aécio contra a corrupção, e ele era corrupto. Você apoiou o golpe do Temer com a desculpa de que era contra a corrupção, e ele era corrupto. Você apoiou o Moro contra a corrupção e descobriu que só o que queria era ser ministro num governo cheio de corruptos. Você votou no Bolsonaro contra a corrupção, e acabou de descobrir que ele e os filhos são corruptos. Assuma: Ou você é burro, ou é a favor da corrupção.

Fernandes

O silêncio dos Bolsominions. Dirigido por COAF & estrelado por saco de bosta & cuidadora de idoso. Um filme sobre a ilusão de 57.797.847 brasileiros. Participação filho babaca & motorista milionário.

Fernandes

Bolsonaro defendeu com unhas e dente os direitos trabalhistas dos cubanos porque dizia que eram escravizados no Brasil e agora quer deixar os direitos trabalhistas brasileiros mais próximo da informalidade. Que presidente coerente, não é mesmo?

Fernandes

Estranho o laranja dos Bolsonaros pedir exoneração de um emprego de 23 000 l por mês. Mais estranho ainda foi pedir exoneração um dia antes da operação sobre o COAF. Será que alguém informações? O motorista sumiu. Alô PF corra atrás desse motorista com se fosse um petista.


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16/12


2018

Corrupção brasileira espanta juíza americana

Ao julgar na quarta (12) um ex-executivo da Embraer que admitiu ter pago propina para fazer negócios com a Arábia Saudita em 2010, a juíza americana Alison Nathan manifestou surpresa ao saber que nem todos os participantes das transações reconheceram sua culpa.

Quando o advogado do réu disse que funcionários da empresa brasileira não quiseram cooperar com as investigações, a juíza perguntou ao procurador do caso, Richard Cooper, se era isso mesmo.

“Acho que a resposta é provavelmente sim”, ele disse. (FSP)


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marcos

É doutora o PT é campeão mundial na corrupção roubo, extermínio, lavagem e pedofilia

Fernandes

O silêncio dos Bolsominions. Dirigido por COAF & estrelado por saco de bosta & cuidadora de idoso. Um filme sobre a ilusão de 57.797.847 brasileiros. Participação filho babaca & motorista milionário.

Fernandes

Bolsonaro, ama os médicos cubanos e odeia os trabalhadores brasileiros

Fernandes

Bolsonaro defendeu com unhas e dente os direitos trabalhistas dos cubanos porque dizia que eram escravizados no Brasil e agora quer deixar os direitos trabalhistas brasileiros mais próximo da informalidade. Que presidente coerente, não é mesmo?

Fernandes

Cinco perguntas que Onde a não calam: 1) Onde anda o motorista de Flávio Bolsonaro? 2) Por que se esconde? 3) O ganha demorando para aparecer? 4) Por que Flávio Bolsonaro não diz onde está? 5) Por que recebia dinheiro de funcionários do seu chefe? Perguntar não prejulga.



16/12


2018

Deputado vê má vontade de Bolsonaro em apoiá-lo

A decisão de Bolsonaro de não tomar partido na disputa pela presidência da Câmara é apontada por João Campos (PRB-GO) como o maior entrave à sua candidatura

 Ele conta com simpatia de parte do PSL, mas não consegue convencer o presidente eleito a apoiá-lo abertamente.

No esforço para convencer o novo governo a ajudá-lo, Campos se reuniu pela segunda vez nesta semana com o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro.

Disse que a pauta da segurança pública será prioridade em sua gestão, se vencer.  (Painel)


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16/12


2018

Bolsonaro quer Temer tocando logo a reforma da Previdência

Painel – Folha de  S.Paulo

Faltando duas semanas para a posse do novo governo, integrantes da equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, dizem que sua prioridade na reta final da transição será afinar o discurso sobre a reforma da Previdência. Eles querem definir não só o projeto que será apresentado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), mas a estratégia que será empregada para obter sua aprovação no Congresso. A ideia é que a proposta fique pronta até o início da nova legislatura, em fevereiro.

Entre auxiliares de Guedes há quem defenda o aproveitamento do projeto enviado em 2016 pelo presidente Michel Temer (MDB), que está pronto para ser votado no plenário da Câmara. Seria uma maneira de garantir mudanças nas aposentadorias mais rapidamente, no primeiro semestre do próximo ano.


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Fernandes

Você votou no Collor contra a corrupção, e ele era corrupto. Você votou no Aécio contra a corrupção, e ele era corrupto. Você apoiou o golpe do Temer com a desculpa de que era contra a corrupção, e ele era corrupto. Você apoiou o Moro contra a corrupção e descobriu que só o que queria era ser ministro num governo cheio de corruptos. Você votou no Bolsonaro contra a corrupção, e acabou de descobrir que ele e os filhos são corruptos. Assuma: Ou você é burro, ou é a favor da corrupção.



16/12


2018

Interventor de RR diz que nomear a mulher é de praxe

Ele escolheu cunhadas por critério técnico

Mulher e duas cunhadas de Antonio Denarium estão chefiando as Secretarias do Trabalho e Bem Estar Social e a Educação. Ele anunciou seis novos gestores na intervenção neste sábado (15).

Por Emily Costa, G1 RR — Boa Vista

O interventor federal de Roraima Antônio Denarium (PSL) disse neste sábado (15) que é costume primeiras damas comandarem a Secretaria de Trabalho e Bem Estar Social (Setrabes), cargo que sua mulher está ocupando, e que escolheu nomear as duas cunhadas - Leila Soares de Souza Perussolo, titular da Educação e Tânia Soares de Souza, adjunta da Setrabes - por critério técnico.

Denarium, que também é o governador eleito do estado, participou durante a manhã de cerimônia no Palácio Senador Hélio Campos, sede do governo. Ele anunciou nomes de novos gestores (veja lista abaixo) e assinou ordem de serviço para construção da sede do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) por R$ 4,5 milhões.

“São competentes, técnicas, com mestrado, doutorado, conhecem todo o setor. São altamente capacitadas”, declarou Denarium ao ser questionado sobre as nomeações das cunhadas.

A mulher de Denarium, Simone Soares de Souza, e as irmãs foram empossadas na segunda (10), quando ele assumiu a gestão do estado como interventor e a governadora Suely Campos (PP) foi afastada.


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16/12


2018

Dilma fala

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

A ex-presidente Dilma Rousseff deu uma entrevista ao repórter Leonardo Fernandes. Tratou de seu legado, da desigualdade social e das formas de oposição ao novo governo. Num momento de bom humor, disse que "a alegria é a forma básica de resistência"

Quando o repórter perguntou "quais as perspectivas de resistência fora da institucionalidade, das organizações sociais e dos movimentos, em 2019", ela disse o seguinte:

"Eu acho que esse vai ser um momento fundamental para se voltar a investir nas lutas fora da institucionalidade, na organização fora da institucionalidade. E dessa combinação entre a institucionalidade e as lutas fora da institucionalidade é que está o 'X' da nossa resistência. A luta das mulheres, dos trabalhadores, dos sem-terra, dos desempregados... É importantíssimo buscar organizar os desempregados porque hoje não há uma perspectiva que dê sentido para a luta deles. (...) Não basta só a luta institucional. Não basta só a organização de massa. Ela é crucial, mas não basta uma só, isolada da outra."

"Fora da institucionalidade" pode significar muita coisa, inclusive nada.


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Comentários

marcos

Falou a grande intelectual do PT. Me recuso a comentar. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Fernandes

Cinco perguntas que Onde a não calam: 1) Onde anda o motorista de Flávio Bolsonaro? 2) Por que se esconde? 3) O ganha demorando para aparecer? 4) Por que Flávio Bolsonaro não diz onde está? 5) Por que recebia dinheiro de funcionários do seu chefe? Perguntar não prejulga.

Fernandes

Tudo armado, o Eduardo Bolsonaro é da PF.

Fernandes

Estranho o laranja dos Bolsonaros pedir exoneração de um emprego de 23 000 l por mês. Mais estranho ainda foi pedir exoneração um dia antes da operação sobre o COAF. Será que alguém informações? O motorista sumiu. Alô PF corra atrás desse motorista com se fosse um petista.



16/12


2018

Dinheiro sai

Gastar dinheiro público para fins particulares virou hábito

Carlos Brickmann

O presidente eleito Jair Bolsonaro se declarou indignado com os gastos da Caixa com publicidade, que estima em R$ 2,5 bilhões por ano (a Caixa diz que é menos: R$ 685 milhões, ainda assim espantosos). Bolsonaro disse que vai rever esses gastos e também outros, como os da Presidência.

Bolsonaro que nos perdoe, mas está totalmente errado: deve é eliminar a publicidade oficial. Empresas que competem no mercado, como a Caixa e o Banco do Brasil, precisam de publicidade (embora, se forem privatizadas, o problema desapareça). Mas para que fazer publicidade do BNDES, que não tem concorrentes? E do Governo Federal, um monopólio que não tem nem com quem disputar mercado? Por que gastar dinheiro com a divulgação dos slogans oficiais – a menos que se queira influenciar o resultado de eleições futuras com dinheiro público, o que é crime, ou usar recursos do Tesouro para comprar a boa-vontade dos meios de comunicação, o que é indecente?

Gastar dinheiro público para fins particulares virou hábito. O senador Roberto Requião editou agora, por conta do Senado, um livro contra Sergio Moro. Aproveita o finzinho do mandato, porque os eleitores o mandaram para casa. O senador gaúcho Lasier Martins viajou de Brasília para o Rio, e lá se hospedou no Hotel Windsor, para assistir à formatura de uma parente. A parente é dele, o dinheiro é nosso. Bolsonaro pode mudar esses hábitos.

Que tal começar cortando o meio bilhão de propaganda da Presidência?


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15/12


2018

China manda indireta para Brasil e EUA

Discurso final na Conferência do Clima

Ana Carolina Amaral – O Globo

conclusão do ‘livro de regras’ do Acordo de Paris durante a COP-24 “mostra o sucesso do multilateralismo, ao combinar os interesses nacionais e internacionais”, afirmou Xie Zhenhua, negociador-chefe da China nas COPs do Clima. A afirmação foi feita na plenária de encerramento da conferência, na noite deste sábado (15), em Katowice, na Polônia.

A ascensão de governos nacionalistas e de ultradireita era uma das preocupações dos negociadores no início da COP-24, há duas semanas.

Além de já não contar com o engajamento dos Estados Unidos desde a eleição de Trump, a conferência começou neste ano com a incerteza sobre a manutenção do compromisso brasileiro. O país havia comunicado no início do mês sua desistência de sediar a próxima edição da COP, por pedido do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Trump e Bolsonaro têm criticado o sistema multilateral da ONU e privilegiam discursos nacionalistas, invocando a soberania nacional para justificar seus anúncios de saída do Acordo de Paris.

As metas atuais levam o aquecimento global a um cenário de 3°C até o final do século. O novo relatório do IPCC, órgão científico da ONU, recomendava que o pico das emissões globais de gases-estufa acontecesse em 2020, como condição para limitar o aquecimento em 1,5°C e, assim, evitar a submersão dos países-ilhas. O mundo já aqueceu 1,1°C até hoje em relação aos níveis pré-industriais.

Representando organizações da sociedade civil nos discursos finais da conferência, o jovem Amalen Sathananthar, da The Artivist Network, disse que “ninguém esperava que a COP-24 salvasse o mundo, mas nós esperávamos mais. E nós merecíamos mais”.


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15/12


2018

Antes de fugir, João de Deus sacou R$ 35 milhões de bancos

João de Deus retirou R$ 35 milhões de contas bancárias após primeiras denúncias, dizem investigadores

Médium é considerado foragido da Justiça

Patrik Camporez, Enviado Especial - O Globo

Ainda sem conseguir localizar o paradeiro do médium João de Deus , investigadores identificaram movimentações recentes nas contas bancárias em nome dele. Segundo estes investigadores, na quarta-feira passada, dia 12, quando as primeiras denúncias de abuso sexual já eram conhecidas, foram retirados cerca de R$ 35 milhões de contas bancárias em nome de João de Deus. 

A descoberta destas operações fez com que a Polícia de Goiás e o Ministério Público do estado acelerassem o processo para pedir a prisão do médium. O dinheiro foi retirado de aplicações que João de Deus tem em instituições bancárias. Depois das denúncias, vizinhos relataram que ele não mais voltou à sua casa em Abadiânia .

A ordem de prisão contra o médium já está disponível em sistema do Conselho Nacional de Justiça. Assim, qualquer autoridade policial no país pode efetuar sua prisão, caso o localize em outro estado. Para o MP, João de Deus é oficialmente considerado foragido da Justiça . A Polícia Civil, que vem negociando a apresentação do médium, ainda evita usar esse termo.

O delegado geral da Polícia Civil do estado, André Fernandes, afirmou que a rendição do médium está confirmada. Nesta manhã, enquanto o marido era alvo de buscas, a mulher de João de Deus, Ana Keyla Teixeira Lourenço, compareceu à festa de natal da Casa da Sopa, entidade mantida pelo centro religioso do marido, em Abadiânia. Ela discursou a moradores da comunidade sem fazer referência ao médium e deixou o local às pressas em seguida.


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