ArcoVerde

06/12


2018

A guinada de Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) já tem bem delineado qual será seu papel no governo do pai, Jair Bolsonaro. Vai atuar na esfera internacional. Ele é entusiasta da transferência da embaixada brasileira de Tel-Aviv para Jerusalém. E defensor ferrenho de uma guinada na relação com os EUA. “É uma equipe que se forma nunca antes vista. E todos no sentido também de dar uma guinada na área comercial internacional”, afirmou  Eduardo, em entrevista ao Valor, sobre a equipe econômica do futuro governo.

Na semana passada ele esteve nos EUA para encontros com autoridades do governo Trump com quem quer estreitar relações. Eduardo é também um dos organizadores da Cúpula Conservadora das Américas, uma espécie de Foro de São Paulo às avessas, o evento reunirá líderes e economistas conservadores brasileiros e da América Latina.


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Asfaltos

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18/02


2019

Bolsonaro desmente boatos sobre fim do 13° salário e férias

Jair Bolsonaro usou suas redes sociais para desmentir boatos que diziam que o governo poderia acabar com o pagamento de 13° salário e com as férias numa eventual mudança trabalhista. O presidente disse que os direitos estão garantidos.

“Os direitos trabalhistas como 13° e férias são cláusulas pétreas da Constituição. Somente nova Constituinte para modificá-los. Estão garantidos independentement dos boatos que espalham propositalmente, sempre tentando prejudicar quem não faz parte declaradamente da esquerda”, afirmou Bolsonaro.

A atuação política dos filhos do presidente Jair Bolsonaro deu munição para que os parlamentares de oposição abrissem a bateria de ataques contra eles.

“A ‘nova era’ do Bolsonaro é uma República monarquista. O pai se acha um rei absolutista, os filhos são metidos a príncipes mimados”, criticou o líder do PCdoB na Câmara, deputado Orlando Silva (SP).   (BR 18 – Estadão - M.M)


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18/02


2019

Pai permissivo

Ascânio Seleme – O Globo

No primeiro dia de governo aquela carona patética que pegou no Rolls-Royce presidencial já mostrava até onde poderia ir. Um pai não permissivo diria: “Sai daí, menino. Que bobagem é essa?” Mas, não, Jair Bolsonaro fez nada e desfilou sorridente ao lado da mulher com aquela criatura estranha sentada sobre o encosto do banco traseiro do carro.

O ataque ao ministro Gustavo Bebianno na véspera de o governo enviar ao Congresso sua proposta de reforma da Previdência poderia ser tomado como sinal de demência.

Mas, na verdade, parece tratar-se da tão banal quanto burra arrogância de filho de pai permissivo.

E pior, se deu na hora em que o presidente voltava para o Palácio, no momento de maior tranquilidade de um governo que já havia começado conturbado com a bagunça de outro filho.


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18/02


2019

Magoado, Bebianno não vai poupar filho de Bolsonaro

Segundo interlocutores ministro teria dito que 'ciúme exacerbado' de Carlos Bolsonaro foi posto acima do projeto para o País

Camila Turtelli e Anne Warth, O Estado de S.Paulo

Magoado, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, se sente traído e abandonado e não deve poupar o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, caso se concretize sua exoneração nesta A interlocutores, Bebianno tem deixado clara sua mágoa com a atitude do vereador do Rio de Janeiro que tentou lhe cunhar a pecha de mentiroso.

Em conversas, o ministro diz que o "ciúme exacerbado" que Carlos tem do pai foi posto acima do projeto de melhorar o País, ao qual ele se empenhou nos últimos anos, como coordenador e incentivador da campanha de Bolsonaro desde os primórdios. Ao conquistar a empatia de Jair Bolsonaro, Bebianno virou automaticamente um alvo de Carlos, avaliam o ministro e seus interlocutores.

O ministro, por sua vez, enxerga no vereador uma pedra no sapato do presidente, e só se refere a Carlos com adjetivos que desqualificam sua capacidade intelectual. O ministro pode guardar cartas na manga com o potencial de expor Carlos, inclusive com consequências para o pai.

PBebianno está se resguardando. Ele quer aguardar o desfecho oficial de seu papel no governo, com a publicação de sua saída no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira.


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18/02


2019

Papéis e documentos implicando Bolsonaro

A ameça velada de Bebianno se demitido nesta segunda

Emissários do presidente já agem para tentar evitar o pior com a crise que deve culminar na demissão do ministro Gustavo Bebianno: futuras revelações do articulador da campanha sobre as eleições, a transição e as primeiras semanas de governo; disse a um deles que têm "papéis e documentos", que, em sua avaliação, comprometem.

Questionado sobre possíveis gravações, nada respondeu. As informações são da Coluna Radar.

Bebianno também teria dito que não pretende poupar o filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro, pivô da crise que resultará em sua demissão nesta segunda-feira 18.

Em conversas, ele conta que o "ciúme exacerbado" que Carlos tem do pai foi posto acima do projeto de melhorar o País, ao qual ele se empenhou nos últimos anos, como coordenador e incentivador da campanha de Bolsonaro, revelam os jornalistas Camila Turtelli e Anne Warth.

Já segundo a coluna de Lauro Jardim, Bebianno teria dito que "o problema não é o pimpolho. O Jair é o problema. Ele usa o Carlos como instrumento. É assustador".  (BR 247)


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17/02


2019

Mourão está no comando

Hayle Gadelha

Vamos falar claramente: o "governo" Bolsonaro já teria acabado, se não fosse o vice Mourão.

Nessa última trapalhada de pai e filhos envolvendo Bebbiano, Mourão teve que intervir drasticamente.

Com certeza deu um berro na família, declarou que "roupa suja se lava em casa", tirou os filhos do primeiro plano, mandou o pai fazer de conta que apoiaria Bebbiano para depois demiti-lo.

Se não demitisse Bebbiano, o "governo" Bolsonaro estaria extinto e os governantes militares estariam assumindo a total incapacidade de fazer política.

Mourão fez mais ainda: mandou acelerar a proposta de reforma da Previdência para mudar o foco.

E o filho Carlos, vereador no Rio de Janeiro, ainda arranjou uma medalha Pedro Ernesto para Mourão.


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17/02


2019

No caso Bebianno, a mentira é o que menos importa

Bernardo Mello Franco – O Globo

Na versão oficial, o novo governo terá a primeira baixa por causa de uma mentira. O vereador Carlos Bolsonaro acusou o ministro Gustavo Bebianno de relatar conversas inexistentes com o pai. “Mentira absoluta”, tuitou o Zero Dois. O presidente apoiou o filho e reforçou a fritura do auxiliar.

O tiroteio verbal agravou a crise, mas desviou o foco de sua origem. Bebianno está na berlinda porque comandava o PSL quando o partido que prometeu limpar a política declarou gastos com candidatos fantasmas. A família do presidente culpa o ministro pelo laranjal. Ele ameaça espremer o chefe depois que virar suco.

Como os repasses saíram do fundo eleitoral, o conflito de versões é o que menos importa. O essencial é saber quem embolsou o dinheiro público. E o que Bebianno está disposto a revelar sobre a “campanha mais pobre da história do Brasil”, nas palavras do presidente.

Se a mentira virasse critério de corte, sobraria pouca gente no governo. Na última semana, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugeriu que Chico Mendes era grileiro de terras. O ambientalista lutou pela floresta amazônica e foi assassinado a mando de um fazendeiro. Salles foi condenado por improbidade administrativa, acusado de fraudar mapas para favorecer uma mineradora.

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, já virou folclore pelas cascatas em série. Antes de assumir o cargo, ela inventou que hotéis-fazendas incentivam a zoofilia e que os holandeses ensinam bebês a se masturbar. Em sua última contribuição ao anedotário, incentivou todos os pais de meninas a fugirem do país.

Os delírios da pastora sugerem que ela habita um mundo à parte, onde o fundamentalismo borra as linhas que separam realidade e ficção. O chanceler Ernesto Araújo parece orbitar o mesmo planeta quando nega as mudanças climáticas e promete libertar o Itamaraty do “marxismo cultural”.

Bolsonaro também tem uma relação conflituosa com os fatos. Na campanha, ele espalhou informações falsas sobre o voto eletrônico, a distribuição de livros escolares e a sua própria produção legislativa, entre outros temas. Em janeiro, foi a Davos e disse que o Brasil é “o país que mais preserva o meio ambiente”. Três dias depois, o mundo se chocou com as imagens de Brumadinho.

A exemplo de Donald Trump, de quem é fã, o presidente reage a cada desmentido acusando a imprensa de difundir “fake news”. No fim de 2018, o jornal “The Washington Post” atualizou a contagem das declarações falsas do republicano, um farsante contumaz. Concluiu que ele contou mais de 5.600 mentiras no ano. Uma média superior a 15 embustes por dia.


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17/02


2019

Plea bargain dos EUA: parte do pacote anticrime de Moro

"Plea bargain"

Criminalidade:  As consequências inesperadas nos EUA do "plea bargain", entre elas, o risco de condenação de inocentes. Plea bargain é parte do pacote anticrime de Moro.

fOTO: REUTERS/UESLEI MARCELINO

Por Alessandra Corrêa

De Winston-Salem (EUA) para a BBC Brasil

 

O pacote de medidas anticrime anunciado recentemente pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, inclui o chamado "plea bargain", instrumento jurídico adotado nos Estados Unidos que pode beneficiar tanto o acusado quanto o poder público.

Esse mecanismo permite que o acusado, em vez de responder a um processo judicial, faça um acordo com o Ministério Público no qual se declara culpado do crime em troca de vantagens, como uma pena mais branda. O objetivo, segundo Moro e outros defensores da medida, seria resolver rapidamente casos criminais em que haja confissão e, por consequência, desafogar o Judiciário.

Nos Estados Unidos, esse sistema é amplamente usado. A Sexta Emenda à Constituição americana garante o direito a julgamento por um "júri imparcial", isso ocorre em menos de 5% dos casos criminais. Mais de 95% são resolvidos por "plea bargain": o promotor oferece pena reduzida se o acusado concordar em abrir mão do direito a julgamento e admitir a culpa, evitando um longo e custoso processo.

Para críticos desse instrumento, há uma concentração excessiva de poder no Ministério Público e inocentes pode ser levados a confessarem e serem punidos por crimes que não cometeram. Leia a íntegra da reportagem aqui: Criminalidade: As consequências inesperadas nos EUA do 'plea


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BM4 Marketing

17/02


2019

"Estamos determinados a mudar os rumos do País"

"Estamos determinados a mudar os rumos do País", diz Bolsonaro no Twitter

Foto: Brasil247/twitterBolsonaro

O Estado de S. Paulo - Thaís Barcellos

 

Em meio à expectativa de demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, e de possíveis declarações do coordenador da campanha vitoriosa do PSL à Presidência da República que possam comprometer o governo, o presidente Jair Bolsonaro fez uma defesa de sua administração em publicação no Twitter neste domingo (17), sem citar Bebianno.

“O sistema não desistirá”, disse Bolsonaro, acrescentando que o governo está determinado a mudar os rumos do País e a “fazer diferente dos anteriores”, a quem culpa pela crise “em todos os sentidos” na qual assumiu o Brasil. “Sabemos da dificuldade que é tentar consertar tudo isso”, disse.

Segundo o presidente, o governo está fiscalizando recursos, diminuindo gastos, propondo endurecimento penal e a reforma da Previdência. “Tudo isso em pouquíssimo tempo. Nossos objetivos são claros: resgatar nossa segurança, fazer a economia crescer novamente e servir a quem realmente manda no país: a população brasileira.”


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17/02


2019

Temer feliz na planície; Geddel em prisão domiciliar

Temer curte a vida fora do Planalto. Enquanto isso, Geddel Vieira Lima vai para prisão domiciliar.

Michel Temer (Ueslei Marcelino/Reuters)                                                  Ex-ministro Geddel Vieira Lima (reprodução/Reprodução)

Da Veja - Coluna Radar 

Por Mauricio Lima 

 

Interlocutores que estiveram recentemente com o ex-presidente Michel Temer dizem que ele está mais alegre, disposto e… até mais bronzeado. “Depois do Joesley (Batista), o poder foi um peso para ele”, comentou um deles.

Enquanto isso, já um dos amigos mais próximos de Temer, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, segue muito mal e fazendo uso de remédios. Ele só consegue dormir na cadeia à base de tranquilizantes.


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17/02


2019

Lula rejeita outro nome que não o de Gleisi

A ala do PT que tenta fazer o ex-presidente Lula aceitar outro nome no comando do partido que não o de Gleisi Hoffmann (PT-PR) tentou convencer o senador Jaques Wagner (PT-BA) a concorrer à presidência da sigla, mas ouviu um sonoro não como resposta.

Enquanto isso o grupo de advogados e defensores públicos que é contra o pacote anticrime de Sergio Moro (Justiça) encomendou um levantamento dos custos da proposta para os cofres dos estados.

Os opositores da medida acreditam que, diante do apelo de punições mais duras a criminosos, mostrar que uma política que amplia o encarceramento pode sair caro é a melhor chance de desidratar o apoio à medida.  (Folha)


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Laranjal do Bolsonaro

Lula mártir brasileiro.

marcos

Quem gosta de Puta continua com Puta! fonte 247.



17/02


2019

Bebiano diz que ficou com Jair no momento da morte do pai

"Deixei de estar com o meu pai na morte dele para estar com o Jair", cobra Bebiano.

Bebianno se diz magoado Foto: Marcos Ramos / Agência O Globo

Época - Guilherme Amado

 

Gustavo Bebianno fez um desabafo, em tom de cobrança a Jair Bolsonaro, ontem, em conversas com um interlocutor comum dele e do presidente, sobre uma das razões que ele diz mais o ter magoado em sua fritura e iminente demissão do governo. Bebianno relatou ter escolhido trabalhar pelo capitão quando seu pai estava morrendo, durante a pré-campanha.

"Meu pai disse que era para eu trabalhar pelo Brasil, fazer o bem. Eu deixei de estar com meu pai na morte dele para estar com o Jair", relatou Bebianno, em tom de cobrança, a um interlocutor em comum dele e do presidente.

A pessoa interpretou a fala como uma cobrança.


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marcos

Corrupto Petista Fascista.



17/02


2019

Bebianno diz que deve desculpas ao país por ter viabilizado Bolsonaro

Gerson Camarotti – G1

Diante da crise política em que virou protagonista, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, fez um desabafo para interlocutores próximos e demonstrou profundo arrependimento em ter trabalhado ativamente pela eleição do presidente Jair Bolsonaro.

"Preciso pedir desculpas ao Brasil por ter viabilizado a candidatura de Bolsonaro. Nunca imaginei que ele seria um presidente tão fraco", disse Bebianno para um aliado, numa referência à influência dos filhos do presidente no rumos do governo, especialmente o vereador Carlos Bolsonaro.

Nessas mesmas conversas, Bebianno demonstra preocupação com o efeito desse protagonismo familiar nas decisões do país. E reconhece que o governo Bolsonaro precisa descer do palanque para administrar o Executivo.

Para aliados de Bebianno, também causou contrariedade o movimento da família Bolsonaro para sacramentar a saída do ministro do governo. No momento em que vários aliados trabalhavam na sexta-feira (15) para baixar a temperatura, contornar a crise e manter Bebianno, integrantes da família do presidente vazaram para a imprensa que o pai havia demitido o ministro, para tornar a queda um fato consumado, sem chance de mudança no fim de semana.


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17/02


2019

A kombi de Bebianno

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

Quando a equipe que carregava a candidatura presidencial de Jair Bolsonaro cabia numa kombi, Gustavo Bebianno era o motorista.

Como o sapo que não percebe o vagaroso aquecimento da água de uma panela, ele não reagiu ao início de sua fritura.

Passou de provável ministro da Justiça a possível chefe da Casa Civil, mas acabou numa desidratada Secretaria- Geral da Presidência.

O doutor deixou-se ferver.


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marcos

Petista Corrupto Fascista!



17/02


2019

Uma trajetória partidária pulando de galho em galho

Se realmente avançarem as negociações para que o clã Bolsonaro migre para a nova UDN, a mudança não será uma novidade na trajetória política do presidente. Desde a sua entrada na vida pública, Jair Bolsonaro já passou por um punhado de trocas de legenda, algumas delas derivadas de fusões partidárias. Mas, mesmo assim, a lista é impressionante.

Desde 1989, Bolsonaro já passou pelo PDC (1989-1993), PP (1993–1993), PPR (1993–1995), PPB (1995–2003), PTB (2003–2005), PFL (2005–2005), PP (2005–2016), PSC (2016–2018) e PSL (2018–presente).

Entre sua saída do PSC e entrada no PSL, Bolsonaro chegou a decidir pela entrada no Partido Ecológico Nacional (PEN), que para receber o clã mudaria de nome para Patriota.

No final, depois de desentendimentos, Bolsonaro acabou levando sua turma para o PSL.    (BR 18 – Estadão -  M.M)


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17/02


2019

Estreia internacional do general no governo

O ministro e general Augusto Heleno fará sua primeira investida internacional como integrante do governo Bolsonaro.

Vai ao Paraguai discutir ações de inteligência e combate ao crime organizado.

Já Eduardo Bolsonaro apresenta requerimento de informações ao Ministério da Saúde para investigar suposto uso de aviões do SUS para tráfico de drogas.

O deputado do PSL e atleta Luiz Lima (RJ) assumiu projetos de autoria do judoca João Derly (Rede-RS), que não se reelegeu. Quer criar uma tipificação penal para punir, por exemplo, presidentes de clubes de futebol. (Estadão)


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