ArcoVerde

06/12


2018

Dilma e Mantega sobem à cena

Além de Dilma Rousseff, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega emerge como personagem central da delação de Antonio Palocci

E o ex-petista presta depoimento nesta quinta (6) no âmbito da Operação Zelotes. Ele foi arrolado como testemunha de acusação do Ministério Público Federal.

Enquanto isso, empresários que foram ao jantar do grupo de formação políticaRenovaBR [veja fotos acima], na terça (4), se dizem confiantes no futuro governo de Jair Bolsonaro. “A equipe técnica é muito boa”, diz Elie Horn, dono da Cyrela. “Tem um novo cheiro no país de esperança e ânimo. Estou muito, muito otimista”, afirma. (Mônica Bergamo – FSP)


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Comentários

marcos

Dois ladrões fascistas.


Asfaltos

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19/02


2019

Pacote anticrime de Moro provoca polêmica

Integrantes da equipe de Paulo Guedes (Economia) dizem ver com bons olhos o fato de o pacote anticrime de Sergio Moro (Justiça) chegar ao Congresso quase colado à reforma da Previdência. Para esse grupo, a proposta do ex-juiz será um chamariz para deputados “youtubers e fardados”.

projeto de Moro será levado ao Congresso nesta terça (19) e, desde já, suscita polêmica. Nas palavras de um entusiasta da nova Previdência, pode ser bom dividir os holofotes. “Se tiver que ter empurra-empurra”, ele diz, que seja nas comissões que debatem a tese do ministro da Justiça.

Deputados já preparam emendas ao projeto de Moro. Um aliado de Bolsonaro pretende apresentar ao menos 30.  (FSP)


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19/02


2019

Aposentadoria: deixar o Planalto sozinho

A notícia da decisão do governo de desatrelar servidores públicos estaduais e municipais da reforma foi postada num grupo de WhatsApp que reuniu os governadores nesta segunda (18). O caso foi revelado pela Folha.

As reações se dividiram entre os que de imediato pregaram deixar o Planalto sozinho na empreitada de aprovar as novas regras de aposentadoria e os que defenderam agir à revelia da equipe de Jair Bolsonaro para mudar o texto no Congresso.  (FSP


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19/02


2019

Desconfiança: generais deixaram celulares de fora nas reuniões

O general Augusto Heleno foi um dos que tiveram que depositar seu aparelho em uma bonbonnière

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O clima de desconfiança no Palácio do Planalto diante da crise envolvendo a demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno chegou a tal ponto que auxiliares de Jair Bolsonaro passaram a deixar os telefones celulares fora das salas quando se reúnem para tratar do assunto.

Numa das reuniões, na Casa Civil, comandada por Onyx Lorenzoni, até mesmo os generais Augusto Heleno, do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), e Carlos Alberto dos Santos Cruz, da Secretaria de Governo, tiveram que depositar seus aparelhos em uma espécie de bonbonnière.


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19/02


2019

DEM teme caçada irracional nas universidades

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disparou mensagens a aliados explicitando sua insatisfação com a atitude do governo. A colaboração de Maia é essencial para o andamento da reforma da Previdência no Congresso.

A ala mais programática do DEM alerta ainda para os possíveis efeitos de uma caçada irracional a irregularidades em universidades.

Esse grupo cita como mau exemplo a ofensiva da PF que levou ao suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier, em 2017.  (Painel)


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19/02


2019

Lava Jato da Educação arrepia cabelos no meio político

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

nova Previdência desembarca no Congresso, nesta quarta (20), em mar revolto. Além da condução da crise que derrubou Gustavo Bebianno, o governo deflagrou duas operações que desagradaram aliados. A “Lava Jato da Educação” deixou a direção do DEM de cabelo em pé.

Mendonça Filho, chefe da pasta na era Temer, é da sigla. Já a decisão de desidratar o impacto das mudanças nas aposentadorias sobre a folha dos estados irritou tanto os governadores que a equipe econômica recuou.

O anúncio da “Lava Jato da Educação”, feito no fim da semana passada, irritou a cúpula do DEM.

Apesar do consenso de que a mira da apuração estará voltada para a gestão do PT, o fato de ninguém ter definido um marco temporal para as investigações foi alvo de muitas críticas entre integrantes da sigla.


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19/02


2019

Almoção: Olavo de Carvalho de sobremesa

A ala mais “ideológica” do governo de Jair Bolsonaro esteve reunida nesta segunda-feira, 18. O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Ricardo Vélez Rodrigues (Educação) e Damares Alves (Mulheres, Família e Direitos Humanos) almoçaram juntos e, como revelou o titular do MEC, tiveram de “sobremesa” uma live com ninguém menos que Olavo de Carvalho.

“No cardápio: amor pelo Brasil, fidelidade ao nosso presidente e uma deliciosa sobremesa via Whatsapp com nosso amigo, o prof. Olavo de Carvalho”, disse. Bom apetite.

Mesmo após toda a confusão gerada para demitir Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência, o vice-presidente, Hamilton Mourão, classificou as decisões de Jair Bolsonaro como “cautelosas”. “Ele (Bolsonaro) agiu com a cautela necessária”, disse Mourão.

 “Acho que a questão entre o presidente e o ministro Bebianno tem mais, vamos dizer assim, tem mais problemas do que a questão dos laranjas”, completou Mourão.  (BR 18 – Estadão)


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19/02


2019

Episódio levou presidente à capitulação pública

O presidente Jair Bolsonaro não tem mais como recuar no tempo e desfazer a condução política desastrada que culminou hoje com a demissão do ministro Gustavo Bebianno depois de arder na frigideira do governo por quase uma semana. A crise seria bem menor se o presidente tivesse rifado o ministro logo depois de tê-lo chamado publicamente de mentiroso.

O presidente precisa entender a dimensão da crise e lembrar que a campanha eleitoral acabou. Afinal, o governo não completou dois meses e já está gastando o imenso capital político que trouxe das urnas. E que só ele perderá se deixar uma crise política arder sem solução por tanto tempo.

A primeira lição que Bolsonaro deveria levar desse caso era redimensionar que papel seus filhos terão dentro do seu governo. Óbvio que continuarão sendo seus conselheiros. Mas o presidente precisa compreender que o eleito foi ele e não seus parentes. Outra lição fundamental é organizar definitivamente uma coordenação política. Bebianno fazia, por exemplo, ponte com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Sem ele, Bolsonaro precisa criar uma nova ligação. E parece estar disposto a assumir esse papel de articulador político de seu governo, o que pode ser uma boa ideia. Mas, dessa vez, Bolsonaro deu carne para os leões adversários. (BR 18 – Estadão - Marcelo de Moraes)


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Bm4 Marketing 7

19/02


2019

Oposição quer que Bebianno saia atirando

Os líderes da oposição pressionam agora para que o agora ex-ministro Gustavo Bebianno deixe o governo atirando contra o presidente Jair Bolsonaro. Para o líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), Bebianno deveria falar sobre os supostos esquemas de candidaturas laranja dentro do PSL, partido do presidente. “Bolsonaro demite Bebianno.

Nenhuma palavra sobre as outras laranjas podres, ministro do Turismo, Flávio Bolsonaro, Queiroz. Abre o bico Bebianno”, provocou Ivan.

“Achincalhado publicamente por Bolsonaro e seu filhote pitbull, Gustavo Bebianno, braço direito do presidente na campanha, se torna a primeira queda do desgoverno do capitão reformado. E a gestão não tem nem dois meses”, lembrou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

Político muito experiente, o tucano Alberto Goldman avalia que Jair Bolsonaro apenas cumpriu uma formalidade hoje ao exonerar Gustavo Bebianno do Ministério da Secretaria-Geral da Presidência. Para ele, o ministro já tinha caído na semana passada quando o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, o chamou publicamente de mentiroso.  (Estadão - M.M)


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19/02


2019

Episódio levou presidente à capitulação pública

Filho mais ativo do presidente da República tratou de criar a primeira fissura importante no casco da popularidade do pai

Vera Magalhães, O Estado de S. Paulo

Carlos Bolsonaro pode cantar vitória e se vangloriar de ter derrubado um desafeto. Mas o filho mais ativo do presidente da República tratou de criar a primeira fissura importante no casco da popularidade do pai, o forçou a uma capitulação pública em vídeo para evitar (ou tentar) que Gustavo Bebianno falasse o que viu no tempo em que foi um aliado da família e bagunçou o coreto da política às vésperas de o governo enfrentar sua principal batalha, a da reforma da Previdência.

O vídeo em que, visivelmente constrangido, Bolsonaro fala nada com nada a respeito da saída de seu secretário-geral da Presidência e diz que “tem de reconhecer” a dedicação, o empenho, o esforço, o comprometimento (só faltou falar dos belos olhos) de um de seus apoiadores de primeira hora é uma confissão pública de que o presidente tem o que temer.

Nada disso teria sido necessário se não fosse o afã de Carlos de derrubar um desafeto – que só o é por conta da paranoia ideológica que guia a leitura de mundo e de política dos filhos do presidente. Conseguiu seu intento, mas a que preço? 

Corroeu parte da credibilidade do pai junto aos militares, que se assustaram com a presença tóxica da família em assuntos de Estados, escancarou o telhado de vidro do clã com o que Bebianno pode saber e queimou todo o seu próprio crédito logo na primeira mesada como filho do presidente.

Sim, porque se Bebianno caiu, Carluxo também terá de sair de cena publicamente, ao menos por um tempo. Foi com isso que Bolsonaro se comprometeu diante dos muitos bombeiros que tentaram apagar o fogo que ele mesmo acendeu


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18/02


2019

Bolsonaro exonera Gustavo Bebianno

Nota oficial

O Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, decidiu exonerar, hoje, do cargo de Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, o Senhor Gustavo Bebianno Rocha.

O Senhor Presidente da República agradece sua dedicação à frente da pasta e deseja sucesso na nova caminhada.

Brasília, 18 de fevereiro de 2019.

Otávio Rêgo Barros, porta-voz da Presidência


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18/02


2019

Presidente da Alepe confirma Vinicius Labanca na Superintendência Parlamentar

O presidente da Assembleia Legislativa (Alepe), deputado Eriberto Medeiros (PP), nomeou o ex-deputado estadual Vinicius Labanca para ocupar a Superintendência Parlamentar. A escolha ocorreu na manhã de hoje.

Labanca assume o lugar do ex-deputado estadual Eduardo Araújo, que teve passagem expressiva na Casa de Joaquim Nabuco, encerrando um importante ciclo de contribuição na Alepe. De acordo com o presidente, Araújo transmite o cargo após vários anos de excelentes serviços prestados ao Parlamento.

O Superintendente Parlamentar atua nas relações institucionais com os Poderes Executivo e Judiciário, Tribunal de Contas e o Ministério Público. Com atuação marcada pelo bom trânsito com os demais poderes, Labanca concluiu, em 2018,o seu segundo mandato, tendo passado pela 2ª Secretaria e pela presidência da Comissão de Esporte e Lazer.


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18/02


2019

Governo responde críticas à Saúde feitas pela Oposição

Nota oficial

O modelo adotado pelo Governo de Pernambuco no setor de Saúde tem sido exemplo para os demais Estados da região. Isso a bancada de oposição não diz. Como não fala que somos líderes no ranking do Nordeste em investimentos próprios na área, e esconde que, em vez dos obrigatórios 12% de investimentos anuais da receita corrente líquida na área, Pernambuco vem destinando desde 2015 uma média de 15,8% dos recursos.

Mesmo diante da grave crise que atingiu o país, situação que a oposição não deve desconhecer, e que tirou de mais de 200 mil pernambucanos as condições de bancar planos privados de saúde, o Estado manteve todas as unidades em funcionamento e ainda ampliou a assistência aos usuários do SUS em áreas estratégicas. Em 2015 a rede contava com 59 unidades. Hoje, são 62, sendo 36 hospitais, 15 UPAs e 11 UPAEs. O número de leitos de UTI foi dos 1.101 de 2015 para 1.265 em 2018, uma ampliação de 14%.

Em relação especificamente ao Hospital Getúlio Vargas (HGV), objeto da suposta blitz dos oposicionistas, a Secretaria de Saúde reconhece a grande demanda na emergência, mas ainda assim vem garantindo o atendimento, priorizando casos mais graves. O HGV funciona em sua plena capacidade e não recusa atendimento a ninguém. Somente do sábado (16/02) até a manhã hoje, cerca de 170 pacientes deram entrada na unidade e foram todos atendidos.

Como bem reconheceram os próprios deputados da oposição, no final do ano passado foi inaugurada a primeira etapa das obras de readequação da emergência do HGV, que passou a contar com 72 leitos, uma ampliação de 44% em relação aos 50 leitos antes existentes. Com a segunda fase, já com obras previstas para serem concluídas no próximo mês, o espaço total da emergência será ampliado para 100 leitos. São mais de R$ 16 milhões investidos no serviço, que também está modernizando a estrutura do HGV.

Sabemos da realidade da saúde não apenas em Pernambuco, mas no Brasil. Mas o é preciso reconhecer os esforços do governo Paulo Câmara para superar as dificuldades. Sabemos que o SUS vem sofrendo com a falta de recursos, mas a oposição não revela é que entre seus integrantes há aqueles que defenderam uma mudança de comando no país, que apoiaram um projeto conservador, voltado para os mais ricos, que ameaça o SUS com mais cortes de verbas. Esse pessoal sim, merece ser alvo de blitze e ser denunciado ao povo de Pernambuco e do Brasil.

Isaltino Nascimento, líder do Governo na Alepe.


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18/02


2019

Paulo Câmara recebe embaixador da Suíça

Com o objetivo de fortalecer a parceria e as relações comerciais entre Pernambuco e a Suíça, o governador Paulo Câmara recebeu, hoje, no Palácio do Campo das Princesas, o embaixador daquele país europeu no Brasil, Andrea Semadeni. Setores como serviços, comércio, tecnologia e inovação foram debatidos entre o chefe do Executivo estadual e o embaixador, que reiterou o interesse da Suíça em estreitar relações com o Estado.
 
Andrea Semadeni aproveitou o encontro para falar sobre o Seminário Internacional Suíça e Brasil, que será realizado no Recife, em parceria com a Federação as Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). O evento, que acontece amanhã, na Casa da Indústria, vai reunir autoridades empresariais, acadêmicas e políticas para discutir o panorama de novos negócios e potencialidades econômicas entre os dois países.
 
“Fiz questão de vir conversar com o governador e informá-lo que estamos fazendo uma missão oficial de promoção do comércio e também de cooperação tecnológica de inovação entre o Brasil e a Suíça. Estamos organizando vários seminários, encontros com pessoas da academia, do setor privado para fortalecer essa relação bilateral com o Estado de Pernambuco”, destacou o embaixador.
 
Participaram da audiência o secretário-chefe da Assessoria Especial, Antônio Figueira, o cônsul Honorário da Suíça no Recife, Rodolfo Fehr, e o cônsul geral da Suíça no Rio de Janeiro, Rudolf Wyss.

 


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18/02


2019

Bancada de oposição realiza blitz no Hospital Getúlio Vargas

A bancada de oposição da Assembleia Legislativa de Pernambuco realizou, hoje, a primeira blitz do ano para fiscalizar os serviços do Governo do Estado. O local escolhido foi o Hospital Getúlio Vargas, na zona Oeste do Recife.
 
O líder da oposição, Marco Aurélio (PRTB), esteve junto com os deputados Antonio Coelho (DEM), Clarissa Tércio (PSC), João Paulo Costa (Avante), Romero Sales Filho (PTB) e William Brigido (PRB). Antes da blitz, o grupo fez uma visita de cortesia ao presidente do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE), conselheiro Marcos Loreto, para tratar do relatório das obras inacabadas do governo do estado.
 
“Escolhemos a saúde porque o governo do estado sempre disse na propaganda que era mil maravilhas, e o que vimos aqui não é nada daquilo. A situação é a pior possível, macas que vêm de ambulâncias viraram leitos para os pacientes, que ficam no corredor, não tem atendimento digno, falta água, falta remédios. Isso mostra que a propaganda que o governo faz não condiz com a realidade”, afirmou Marco Aurélio.
 
O deputado Antonio Coelho, vice-líder da bancada de oposição, destacou que a quantidade de pacientes no hospital é quase o triplo de sua capacidade. “A emergência tem capacidade para 72 pacientes, mas funcionários nos disseram que são quase 200 pessoas em atendimento. A solução seria investir em hospitais no interior, já que a grande maioria dos pacientes vêm de fora da Região Metropolitana”, observou Coelho.
 
Para João Paulo Costa, a situação é “desumana”. “A gente testemunhou uma situação precária na unidade. Existe apenas uma cadeira de rodas para o uso de 200 pacientes, muitos deles estão há semanas esperando por cirurgia. Além disso faltam medicamentos, como o tramal. É uma situação desumana", destacou. “O que vimos faz vergonha, é algo deplorável. Nem em guerra civil você vê cenas como essas. Goteira, falta de água, falta de medicamentos, um caos”, completou o deputado William Brigido.

A gente testemunhou uma situação precária na unidade. Existe apenas uma cadeira de rodas para o uso de 200 pacientes, muitos deles estão há semanas esperando por cirurgia. Além disso faltam medicamentos, como o tramal. É uma situação desumana
 
Romero Sales Filho, por sua vez, lembrou que o hospital passou por uma reforma recente, que ampliou de 50 para 72 leitos, porém sem solucionar o quadro atual. “Não adianta destinar recursos quando não se tem eficiência. A reforma foi um paliativo do governo, para que as pessoas continuem com os leitos no chão e sem fazer exames. Os médicos são verdadeiros heróis aqui, vivem numa situação de guerra”, afirmou. Para Clarissa Tércio, o que o grupo ouviu foi um “grito de socorro”. “A nossa bancada de oposição está unida para denunciar esse e outros casos aqui no nosso Estado, que não ocorrem só neste hospital, mas em muitos outros da rede pública”, concluiu.


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18/02


2019

Temer e FHC falam sobre crise Bebianno

O ex-presidente Michel Temer afirmou, na tarde de hoje, que é preciso dar crédito ao presidente Jair Bolsonaro, que ainda tem pouco tempo de governo. “Ele passou 18 dias no hospital, ficou em Davos, tem pouco tempo. Tem que dar crédito”, afirmou em entrevista à Rádio Bandnews FM, quando questionado sobre a crise envolvendo o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno.

Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que também participava da entrevista, defendeu que o presidente deve afastar amigos e familiares da condução do governo, e atuar como “árbitro” de diferentes setores governo.”Amigos, família, tudo isso é problemático para quem está no governo”, disse FHC. “Eu sempre procurei esvaziar crise. Eu dizia que a crise entrava grande no meu gabinete, e saía pequena”.


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