ArcoVerde

09/11


2018

China cria 1º apresentador de TV robô

A agência de notícias Xinhua, da China, em parceria com a empresa pública Sogou, criou um âncora com inteligência artificial para ler notícias. O apresentador virtual foi exibido, ontem, falando em inglês e mandarim na 5ª Conferência Mundial da Internet. O objetivo da agência é reduzir os custos e melhorar a eficiência da produção de notícias.

O âncora com inteligência virtual foi criado a partir de fotos de Zhang Zhao, um apresentador de jornais da própria companhia. Ele tem voz robótica, expressões faciais e ações de um ser humano normal. O âncora ainda tem capacidade de aprender sozinho o conteúdo dos vídeos e pode ler textos como um apresentador de notícias profissional. Também pode trabalhar por 24h sem parar. Veja vídeo: https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=GAfiATTQufk


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Asfaltos

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16/11


2018

ACM Neto: não há chance de apoiar o novo governo

Os líderes interessados na aproximação com Bolsonaro dizem que não querem indicar nomes, mas apenas persuadir o capitão reformado da necessidade de buscar quadros com relações diversificadas, para que faça suas escolhas com isso em mente.

O presidente do DEM, ACM Neto, garantiu a integrantes de seu partido que não há chance de declarar apoio oficial ao novo governo.

Ele manterá o discurso de que os futuros ministros filiados à sigla foram escolhas pessoais de Bolsonaro.(FSP)


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16/11


2018

Dois tuítes e um problemão

Blog de Kennedy

Em duas postagens no Twitter, estabelecendo condições para manter cubanos no programa “Mais Médicos”, Bolsonaro obteve uma dura reação de Havana. Cuba disse que não atenderá aos requisitos do futuro governo brasileiro para continuar o programa: pagamento integral aos médicos do país caribenho.

A participação cubana de quase 50% no programa “Mais Médicos” é feita pela OPAS (Organização Panamericana de Saúde) por meio de convênio no qual um quarto do pagamento vai para os profissionais e dois terços ficam com Havana. Esse acordo foi mantido no governo Temer, que tem críticas a Cuba.

Bolsonaro criou um problema que vai penalizar os mais carentes no Brasil. Os médicos cubanos normalmente vão para cidades no interior do país, mais pobres e frequentemente do Norte e Nordeste. Parte dos médicos brasileiros não gosta de trabalhar nessas localidades.

Quando se invoca ideologia, há uma via de mão dupla. O Brasil poderá se afastar de alguns países, mas algumas nações também poderão se distanciar da futura administração Bolsonaro.


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16/11


2018

Sugestão a Bolsonaro: ministros de mais de um pastido

Líderes do Congresso sugerem a Bolsonaro ministros ligados a mais de um partido

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Na tentativa de estabelecer pontes com o futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL)líderes do Congresso se movimentam para sugerir ao presidente eleito que escolha para sua administração nomes polivalentes –ou seja, conectados com mais de um partido. Esse lobby poderia favorecer políticos como o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, que representa o PP e o DEM na gestão Michel Temer (MDB). Baldy esteve com Bolsonaro nesta quarta (14) durante três horas.

Baldy vem trabalhando nos bastidores para estreitar laços com o governo recém-eleito. Ele é muito próximo da cúpula do PP e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que está em campanha para se reeleger no comando da Casa.

Há dois obstáculos ao movimento. Ninguém acha espaço para falar a sós com Bolsonaro, sempre rodeado pelos filhos e por auxiliares. O centrão desconfia do novo governo e prefere manter distância segura entre o Congresso e o Planalto.


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16/11


2018

Temer a Bolsonaro: servidores e salários altos

Solução é cortar os salários, não vagas, diz Temer a Bolsonaro

Equipe do governo recomenda a eleito igualar remuneração do funcionalismo à do setor privado

Catia Seabra e Flavia Lima – Folha de S.Paulo

O governo Michel Temer alertou o governo de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para o forte impacto de altos salários sobre a folha de pagamento do funcionalismo federal.

A atual equipe recomendou a adequação da remuneração do serviço público à praticada pelo setor privado, além de adiar, para 2020, os reajustes programados para 2019.

As medidas buscam conter o crescimento das remunerações dos servidores nos próximos anos. Nas contas do governo, o aumento dos salários do funcionalismo custará só no próximo ano R$ 4,7 bilhões aos cofres públicos.

O Ministério do Planejamento conduz atualmente um estudo com o objetivo de "alinhar as remunerações pagas pelo setor público aos salários pagos pelo setor privado".

Os dados e as propostas constam do documento "Transição de Governo 2018-2019 - Informações Estratégicas" e foram elaboradas pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.


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16/11


2018

Frente: dividir com novo governo pauta anticorrupção

Parlamentares de oposição e do governo

Ideia é debater medidas de Sergio Moro e evitar que tema se torne marca exclusiva

Mario Cesar Carvalho – Folha de S. Paulo

Um grupo de parlamentares articula uma frente anticorrupção para debater o pacote de medidas que o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, vai encaminhar ao Congresso no começo do próximo ano. Não será um grupo de alinhamento automático com o governo: há tanto apoiadores do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), quanto opositores.

A frente tem o propósito declarado de fazer andar as medidas anticorrupção, mas há também uma intenção oculta: a de evitar que essa pauta torne-se uma marca exclusiva do governo Bolsonaro.

O senador reeleito Randolfe Rodrigues (Rede-AP), os deputados federais eleitos Luiz Flávio Gomes (PSB-SP), Alessandro Molon (PSB-RJ) e Vinicius Voit (Novo-SP), entre outros, lideram a iniciativa. A primeira reunião do grupo será em Brasília no começo do próximo mês. Moro e o procurador Deltan Dalagnol, um dos coordenadores da Lava Jato, serão convidados a participar do encontro.

"Sou oposição a Bolsonaro, mas as medidas contra a corrupção são uma bandeira que ultrapassa a divisão partidária", diz Randolfe.


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16/11


2018

Temer diz que deixará "a casa em ordem"

Trabalha para deixar a casa em olhar

Presidente diz que transição está sendo civilizada e que a equipe do sucessor tem acesso a todos os dados do governo

Terra

O presidente Michel Temer classificou a transição para o governo de Jair Bolsonaro como "das mais civilizadas e cordiais", disse que abriu todas as informações do governo à equipe do presidente eleito e afirmou que o novo time vai encontrar as finanças públicas em ordem. As declarações do emedebista foram transmitidas ontem em rede nacional de rádio e televisão, durante pronunciamento para marcar a passagem da Proclamação da República.

"Abri todas as informações à equipe do presidente eleito, para que possam tomar ciência da real situação do governo em todos os campos", declarou Temer. O presidente disse ainda que a inflação está sob controle, que as exportações vêm crescendo e que agricultura está batendo recordes de produção. "Enfim, é um Brasil completamente diferente daquele que recebi", afirmou, referindo-se à antecessora Dilma Rousseff, cassada pelo Congresso.

No pronunciamento de pouco mais de três minutos e meio, o emedebista também afirmou que assumiu o governo durante a "mais grave crise econômica da nossa história" e que ainda pretende "trabalhar todos os dias para deixar a casa em ordem".


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16/11


2018

"Lula Livre" logo, logo será trocado por ‘PT livre’

Josias de Souza

Lula descobriu há sete meses que a empáfia não tem elevador. Fez a descoberta ao despencar das alturas para o xadrez. Poderia ter aproveitado a câmara de descompressão de Curitiba para fazer a transição entre o que ele acha que é e aquilo que passou a ser. Mas o depoimento de Lula no caso do sítio de Atibaia revelou que a ficha não lhe caiu nem depois de o antipetismo ter virado escada para Jair Bolsonaro.

Logo no início da audiência de quarta-feira na 13ª Vara Federal de Curitiba, a juíza Gabriela Hardt apresentou suas credenciais a Lula. Processado por ser beneficiário de confortos pagos com verba roubada do Estado, o interrogado tentou interrogar a magistrada sobre a propriedade do imóvel. E a juíza: “Se o senhor começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema.” Foi assim, de forma curta e didática, que Lula aprendeu a ter saudades de Sergio Moro.

A médio prazo, a consequência mais provável da deteterioração penal do presidiário será uma substituição do slogan “Lula Livre” por “PT Livre”. Uma banda do partido já discute o pós-Lula. Nada a ver com ingratidão ou abandono. Preso ou livre, Lula terá a solidariedade do partido. Mas um pedaço do petismo flerta a sério com a ideia de entregar uma autocritica que liberte o partido da agenda criminal. No momento, o único entrave é Lula, que demora a expedir um habeas-PT.


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BM4 Marketing

16/11


2018

EUA perderiam guerra contra China e Rússia

...diz relatório

Comissão que avalia estratégia de Defesa de Trump diz que americanos estão perdendo vantagem militar

Os Estados Unidos enfrentam uma "grave crise na segurança e na Defesa nacional", segundo um relatório publicado nesta quarta-feira (14) por uma comissão que investiga a estratégia militar do presidente Donald Trump.

A Comissão de Estratégia de Defesa Nacional, composta por um painel de 12 ex-funcionários democratas e republicanos selecionados pelo Congresso, avaliou a Estratégia de Defesa Nacional (NDS, na sigla em inglês) do governo Trump, apresentada em janeiro passado.

A estratégia pedia uma remodelação do Exército americano, com mais foco na concorrência entre grandes potências mundiais. O relatório sugere que, se os Estados Unidos entrarem em guerra com países como China e Rússia, poderiam não ganhar.

"O Exército americano poderia sofrer baixas numa dimensão inaceitavelmente alta e perderia muitos recursos financeiros em seu próximo conflito. Pode lutar para vencer, ou talvez perca, uma guerra contra a China ou a Rússia", afirma a comissão. "Os Estados Unidos, particularmente, correm risco de sobrecarga se suas Forças Armadas forem forçadas a combater em duas ou mais frentes simultaneamente."

O texto diz ainda que a superioridade militar dos EUA "erodiu para níveis perigosos" e que sua habilidade para defender a si, a seus aliados e a seus interesses externos vem se tornando "cada vez mais duvidosa".

O relatório destaca que o governo Trump "com frequência demais, se apoia em suposições questionáveis e análises fracas" e não fornece "abordagens claras de como ser bem-sucedido competindo em tempos de paz ou em conflitos bélicos" contra os rivais militares dos EUA.


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15/11


2018

Bolsonaro fica feriado em casa e recebe Malafaia

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, passou o feriado em casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde recebeu a visita do Pastor Silas Malafaia, que chegou por volta de 16h50. "Viemos só bater papo mesmo, falar sobre essas nomeações que ele está fazendo, o que está acontecendo no Brasil. Vamos ver na prática, mas acho que está acertando", disse Malafaia ao sair.

De acordo com seus assessores, Bolsonaro aproveitou o dia para descansar e não tem nenhuma agenda externa prevista.

Mais cedo, um visitante, de origem árabe, mas cuja identidade não foi informada, esteve na residência. Ele chegou por volta das 14h e saiu cerca de duas horas depois. A visita não estava prevista na agenda.

Nenhum dos filhos do presidente eleito esteve em sua residência e os assessores mais próximos aproveitaram para tirar o dia de folga.


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15/11


2018

Suíssa aponta R$ 43,2 milhões para Serra

A Justiça da Suíça citou, pela primeira vez, a suspeita de que uma movimentação de R$ 43,2 milhões bloqueados em contas bancárias no país europeu tenha sido utilizada para irrigar o financiamento de uma campanha presidencial do PSDB. Os nomes dos suspeitos, contudo, não foram divulgados.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a suspeita sobre o PSDB consta de um documento contendo uma decisão do Tribunal Penal Federal da Suíça que foi enviado ao Brasil por meio de pedido de cooperação oficial entre o país europeu e o Brasil. Este é o segundo caso de colaboração entre os dois países.

No primeiro, as investigações têm como foco a movimentação de mais de R$ 113 milhões em nome do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, apontado como operador de propinas do PSDB. Segundo a procuradoria suíça, o Ministério Público Federal (MPF) brasileiro, solicitou em junho deste ano um pedido de colaboração "em um processo criminal instaurado contra B. e outros por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva [a letra B faz referência genérica a um suspeito cujo nome é mantido . A letra "B" se refere a um suspeito, cujo nome foi mantido em confidencialidade e não se refere aá letra inicial do investigado]".


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15/11


2018

Goldfajn fica no BC até Senado aprovar sucessor

Em nota, presidente do órgão atribuiu afastamento a motivos pessoais

Jornal do Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, felicitou a indicação do economista Roberto Campos Neto para suceder-lhe no cargo a partir do próximo ano. Em nota oficial, Goldfajn informou que o afastamento do cargo se deu por motivos pessoais e confirmou que permanecerá à frente da autoridade monetária até que o Senado aprove o nome do sucessor, o que deve levar alguns meses.

No comunicado, Goldfajn qualificou o futuro presidente do BC de “profissional experiente e reconhecido, com ampla visão sobre o sistema financeiro e a economia nacional e internacional”. O atual presidente do BC afirmou que Campos Neto poderá conter com seu apoio e confiança no futuro trabalho no comando da autoridade monetária.

De acordo com a nota oficial, a atual Diretoria Colegiada do Banco Central, composta por membros do setor privado e servidores de carreira, permanecerá à disposição do futuro presidente do BC para contribuir com a “continuidade e a normalidade” da transição.


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15/11


2018

196 médicos cubanos já retornaram hoje a Cuba

Jornal do Brasil

Um grupo de 196 médicos retornou nesta quinta-feira a Cuba após três anos de trabalho no Brasil, os primeiros após o anúncio de Havana de sair do programa Mais Médicos devido a críticas do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Segundo a Agência Cubana de Notícias (ACN), oficial, os médicos chegaram "felizes por terem cumprido sua missão", mas também "preocupados com a sorte do povo brasileiro com o novo presidente eleito".

Cuba anunciou ontem que iria abandonar o programa brasileiro - do qual participa desde a sua criação, em 2013, através da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS) - devido a declarações de Bolsonaro, que anunciou mudanças a partir de 1º de janeiro.

"O Ministério da Saúde Pública de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim o comunicou à diretora da OPS e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa", diz um comunicado oficial de Cuba.

Cerca de 20 mil médicos cubanos trabalharam no Brasil durante cinco anos, e a decisão cubana afeta cerca de 8 mil que o fazem atualmente.

"A retirada do programa será apoiada por nossos médicos, pois nem os princípios nem a dignidade são negociáveis", afirmou a vice-ministra da Saúde de Cuba, Regla Angulo, ao receber os profissionais no aeroporto.


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Fernandes

Falta médicos no SUS, nas grandes capitais. Quero ver como o mito fake irá convencer os médicos daqui atender tribos indígenas, população ribeirinha e comunidades com índice de malária lá no topo Pago pra ver o doutor que adora postar foto sorrindo no Instagram ir pra lá.

Fernandes

Médicos Patriotas e Cidadãos de bem. Estão convocados para substituir os comunistas cubanos nas aldeias, zonas rurais, florestas amazônica, caatingas. Onde tem malária, tuberculose, esquistossomose, hanseníase, leshimaniose, mas não tem shopping. Brasil acima de tudo. Lembram?



15/11


2018

Saída de cubanos afeta 28 milhões de pessoas, diz CNM

Mais Médicos afeta 28 milhões de pessoas, diz Confederação dos Municípios

Governo cubano atribuiu decisão a 'declarações ameaçadoras e depreciativas' de Bolsonaro. Em nota, CMN disse acreditar que governo de transição encontrará solução para manter programa.

Por Filipe Matoso, G1 

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou uma nota nesta quinta-feira (15) na qual informou que a saída de cubanos do programa Mais Médicos afetará 28 milhões de pessoas. Nesta quarta (14), o presidente eleito Jair Bolsonaro informou que o governo cubano decidiu deixar o programa por não concordar com testes de capacidade.

O Ministério de Saúde Pública de Cuba, contudo, informou ter tomado a decisão em razão de "declarações ameaçadoras e depreciativas" de Bolsonaro. Em agosto, ainda em campanha, Bolsonaro declarou que "expulsaria" os médicos cubanos do Brasil.

"O valor do Programa Mais Médicos (PMM), ecoado nos diversos cantos do Brasil, demonstrou ser uma das principais conquistas do movimento municipalista frente à dificuldade de realizar a atenção básica, com a interiorização e a fixação de profissionais médicos em regiões onde há escassez ou ausência desses profissionais", afirmou a CNM em nota.

"Entre os 1.575 Municípios que possuem somente médico cubano do programa, 80% possuem menos de 20 mil habitantes. Dessa forma, a saída desses médicos sem a garantia de outros profissionais pode gerar a desassistência básica de saúde a mais de 28 milhões de pessoas", acrescentou a entidade.Cuba enviava profissionais ao Brasil desde 2013. No Mais Médicos, pouco mais da metade dos profissionais – 8,47 mil dos mais de 16 mil profissionais – vieram de Cuba, segundo dados obtidos pelo G1.


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Fernandes

Médicos Patriotas e Cidadãos de bem. Estão convocados para substituir os comunistas cubanos nas aldeias, zonas rurais, florestas amazônica, caatingas. Onde tem malária, tuberculose, esquistossomose, hanseníase, leshimaniose, mas não tem shopping. Brasil acima de tudo. Lembram?



15/11


2018

Riscos do Novo Federalismo proposto Bolsonaro e Guedes

Riscos do Novo Federalismo de Bolsonaro e Guedes. A promessa de dividir recursos arrecadados em leilões do pré-sal, em troca de apoio dos governadores à reforma da Previdência, é um mau começo.

Veja - Por Maílson da Nóbrega

 

O presidente eleito e seu futuro ministro da Economia são partidários de uma maior descentralização das receitas da União, o que seria um Novo Federalismo. Bolsonaro assim falou logo após ganhar as eleições. Paulo Guedes defendeu várias vezes a ideia em sua coluna semanal no jornal O Globo.

Guedes é um crítico da centralização de recursos na União, aparentemente desconhecendo que a federação brasileira é uma das mais descentralizadas do mundo. A participação federal nas receitas disponíveis é de 55,7%, menos do que na Nova Zelândia (88,9%), na Áustria (65,1%) e no México (57,8%).

A partir de 1979, a transferência das receitas do Imposto de Renda e do IPI para estados e municípios passaram de 20% de cada um deles para 49% do Imposto de Renda e 59% do IPI. A Constituição de 1988 lhes transferiu a arrecadação federal dos impostos únicos sobre combustíveis, energia e minerais.

Apesar disso, os últimos quarenta anos têm sido caracterizados por recorrentes crises fiscais dos estados. As transferências possibilitaram a elevação dos gastos de pessoal e previdenciários, que hoje se aproximam de 80% da arrecadação em alguns estados. Dezesseis deles não cumprirão as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre gastos de pessoal, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional.

A nova crise já alcançou o Rio de Janeiro, o Rio Grande do Sul, Minas Gerais e o Rio Grande do Norte. Estima-se que nos próximos dois anos mais de vinte estados ficarão impossibilitados de pagar pessoal, aposentados e outros destinatários de seus recursos.

O governo federal, é certo, não pode ficar alheio à quebra dos estados, que são responsáveis por três dos principais serviços prestados à sociedade: segurança, saúde e educação. Há que desenvolver um programa para salvá-los, condicionado a duras reformas estruturais centradas essencialmente nas áreas de pessoal e previdência.

Ontem, Bolsonaro e Guedes anunciaram que vão dividir com estados e municípios os recursos obtidos em leilões de áreas do pré-sal antes concedidos à Petrobras, mediante cessão onerosa associada ao aumento de seu capital. Calcula-se que os leilões possam gerar 100 bilhões de reais. Em troca, os estados apoiariam a reforma da Previdência.

Três erros foram cometidos: 1) a partilha pode abrir um precedente. Os royalties do petróleo passariam a ser distribuídos com todos os estados e municípios e não apenas com os localizados em áreas de extração de petróleo, prejudicando os atuais beneficiários; (2) a partilha seria feita sem compromisso de reformas pelos estados; (3) avaliou-se mal o a influência dos estados em votações no Congresso. Os governadores não têm o poder que se imagina sobre as bancadas dos seus estados, menos ainda em assuntos polêmicos.

Esse passo mal dado pode custar muito ao novo governo e ao país. Para começar, os governadores aproveitaram para reivindicar mudanças na Lei de Responsabilidade Fiscal.


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Fernandes

Falta médicos no SUS, nas grandes capitais. Quero ver como o mito fake irá convencer os médicos daqui atender tribos indígenas, população ribeirinha e comunidades com índice de malária lá no topo Pago pra ver o doutor que adora postar foto sorrindo no Instagram ir pra lá.

Fernandes

Presta atenção jumento, só existem dois lados: Lula representa os explorados e Bolsonaro os exploradores.

Fernandes

Médicos Patriotas e Cidadãos de bem. Estão convocados para substituir os comunistas cubanos nas aldeias, zonas rurais, florestas amazônica, caatingas. Onde tem malária, tuberculose, esquistossomose, hanseníase, leshimaniose, mas não tem shopping. Brasil acima de tudo. Lembram?

Fernandes

Bolsofake, Carniça.



15/11


2018

Influência de filho de Bolsonaro na escolha de novo chanceler

Participação ativa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Filho de Bolsonaro foi determinante na escolha de novo chanceler. Palavra do herdeiro teve peso no bastidor.

Veja - Coluna Radar

Por Gabriel Mascarenhas

 

Eduardo Bolsonaro participou ativamente das conversas que culminaram na opção por Ernesto Henrique Fraga Araújo para ser o chanceler do futuro do governo.

Mais do que isso, a opinião do deputado teve peso. Araújo era o nome preferido do filho do presidente.


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Fernandes

Duas carniças.