ArcoVerde

08/11


2018

PSOL pede à PGR que impeça reajuste do STF

O líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (PSOL/RJ), vai encaminhar um mandado de segurança para impedir a sanção presidencial ao projeto que prevê um reajuste de 16% nos salários de ministros do STF.

O PSOL alega que houve vício na tramitação do projeto, já que projetos de lei que são iniciados na Câmara dos Deputados e, posteriormente, emendados pelo Senado Federal têm que retornar para nova apreciação na Câmara. Isso é o que trata o parágrafo único do artigo 65 da Constituição Federal. No entanto, a presidência do Senado encaminhou o projeto direto para sanção presidencial. o MBL também entrou com um recurso para suspender o reajuste do STF.


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Fernandes

Os funcionários públicos, além de perderem a estabilidade, passarão a recolher 22%, ao invés dos 15% de Temer, e dos 8% de Dilma: Como é mesmo ? Fora PT?

Fernandes

Bandido bom, é bandido que pede desculpas...Fica com a grana e vira ministro junto com o juiz do caso KKKK

Fernandes

Engraçado, né? Dizem que o PT quebrou o país... Mas pra dar aumento pro STF não está quebrado não, né?

Fernandes

Aumento para o STF de R$ 6.000,00. Para o Salário Mínimo, R$6,00 ! Tá contente agora??

marcos

Foi bom.


Asfaltos

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16/01


2019

Onyx compara risco de arma em casa a liquidificador

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ironizou, ontem, o risco para crianças convivem com arma em casa. Também disse que evitar acidentes é “questão de educação, questão de orientação”, informou o Estadão.

“A gente vê criança pequena botar o dedo dentro do liquidificador e ligar o liquidificador e perder o dedinho. Então, nós vamos proibir os liquidificadores? Não. É uma questão de educação, é uma questão de orientação. No caso da arma, é a mesma coisa”, disse Onyx após o decreto que flexibiliza a posse de armas ser assinado pelo presidente Jair Bolsonaro.


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Fernandes

Se lembra de quando chegamos um dia acreditar que a Bíblia era a única arma do crente e Jesus era o Príncipe da Paz?



16/01


2019

Moro chateado com decreto de Bolsonaro

Decreto da arma ignorou sete sugestões de Moro

O decreto que flexibiliza a posse de armas, editado pelo presidente Jair Bolsonaro, tem ao menos sete diferenças em relação à minuta elaborada pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro. Embora não tenha dado declarações na cerimônia de assinatura do texto, soube-se, nos bastidores, que as divergências teriam chateado o ministro.

A sugestão de Moro era mais restritiva: previa a posse para duas armas, e não quatro; não prolongava automaticamente registros já concedidos para dez anos e exigia a comprovação de cofre para artefatos, e não a mera declaração.

Esporte - Na versão de Moro, era possível negar o pedido de registro com base em “fundadas suspeitas” de informações falsas ou de ligação com grupos criminosos. No texto final, só é negada a solicitação se houver comprovação desses pontos.

O decreto assinado pelo presidente libera entidades de tiro desportivo a fornecer a associados e clientes armas recarregadas para uso em suas dependências. Já o texto encaminhado por Moro ao Planalto, no dia 4, não faz menção a isso.

Bolsonaro não acatou integralmente nenhum dos tópicos principais abordados por Moro (quem tem direito, em quais situações o pedido pode ser negado, prazo do registro e local seguro). Na maioria dos casos, fez modificações que ampliam o acesso.

Sem surpresas. No Planalto, assessores de Bolsonaro rechaçam qualquer motivo que tenha causado insatisfação ao ministro. “Todo mundo sabia dos compromissos dele de campanha, ninguém pode reclamar agora”, disse um interlocutor do presidente.

O entorno de Moro diz que é só comparar os dois textos para saber o estado de espírito do ministro. A ordem, porém, é minimizar o episódio com o discurso de que “o projeto é do governo” e o resto é “especulação”.  (Coluna do Estadão – Andreza Matais)


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Fernandes

A posse de armas pode ajudar o meio ambiente. Cada pessoa assassinada é um poluidor a menos.



16/01


2019

Polícia boliviana descarta ação do Brasil na captura de Battisti

Polícia boliviana descarta atuação brasileira em captura de Battisti

Prisão de italiano é vista com orgulho por agentes do país vizinho, que contam detalhes da busca

Joelmir Tavares – Folha de S.Paulo – Santa Cruz e La Sierra

"Made in Bolivia" é a expressão que membros da operação de busca e prisão de Cesare Battisti no país vizinho estão usando para descrever a caçada ao italiano em terras bolivianas —que não teve nenhuma participação da Polícia Federal brasileira, segundo autoridades locais ouvidas pela Folha.

Três integrantes da polícia boliviana em Santa Cruz de La Sierra que estiveram a frente do caso disseram nesta terça-feira (15) que trabalharam em cooperação só com a polícia italiana, que compartilhou informações dando conta de que Battisti estava no país e depois forneceu detalhes para ajudar na procura.

Do Brasil não houve cooperação em nada nessas etapas, segundo os policiais, que falaram sob condição de anonimato por dizerem temer represálias do governo local caso suas manifestações prejudiquem relações do país.

Já a Polícia Federal de Brasília vem dizendo desde sábado que colaborou com a prisão


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16/01


2019

Pente fino: Moro expulsa 11 estrangeiros

ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, expulsou 11 estrangeiros do Brasil. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça (15).

Terão que deixar o país dois angolanos, dois bolivianos, uma russa, um venezuelano, um colombiano, uma sul-africana, um polonês, um paraguaio e um ganês.

Todos os imigrantes que vão ter que voltar para seus países foram condenados no Brasil.

Moro seguiu um decreto que determina a “retirada compulsória do território nacional” do imigrante com sentença condenatória de alguns tipos de crimes.(Mônica Bergamo – FSP)


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16/01


2019

Base de Bolsonaro frustrada com decreto

Parlamentares da base de Bolsonaro se frustraram com o decreto de posse de armas

Principal reclamação foi sobre a obrigatoriedade da existência de um cofre para armazenamento

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

Parlamentares eleitos que compõem a base do governo de Jair Bolsonaro (PSL) ficaram frustrados com o decreto de posse de armas de fogo, assinado pelo presidente nesta terça (15).

A principal reclamação se deu com relação à obrigatoriedade da existência de um “cofre ou local seguro para armazenamento” em casas onde vivam crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência. Segundo os parlamentares ouvidos pela coluna, a exigência endureceria ainda mais a lei em vigor.

A expectativa da maioria também era a de que Bolsonaro sinalizasse algum tipo de avanço com relação ao porte e à liberação da compra de armamento importado. “Ele poderia ter feito mais do que fez”, diz um deputado federal eleito. 


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Fernandes

A posse de armas pode ajudar o meio ambiente. Cada pessoa assassinada é um poluidor a menos.



16/01


2019

Briga pelo lugar de Maia

indicação do PC do B de que mesmo fora do bloco formado pelo PSL vai apoiar a candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara levou aliados do democrata a decretarem, já nesta terça-feira (15), a morte da articulação oposicionista encabeçada por Arthur Lira (PP-AL).

Lira, porém, mantém a busca por apoio.

A quem perguntou se havia desanimado com a fragmentação da oposição e os sinais de que não conseguirá ter a esquerda inteira em seu bloco, disse: “Imagine. Sou homem de luta. Só largo o bicho na última hora”.

O PC do B vai trabalhar junto com o PDT para tirar o PSB do arco de aliados de Lira.  (FSP)


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16/01


2019

Armas: para Dino, nem mel nem cabaço

Ex-juiz, o governador Flávio Dino (PC do B-MA) vê no dispositivo que alargou os critérios de efetiva necessidade da posse de armas o ponto do decreto mais suscetível à revisão jurídica.

Ele entende que a norma subverteu o espírito do Estatuto do Desarmamento.

“Da forma como ficou, todos os requisitos elencados pela lei e mantidos pelo decreto se tornam inúteis”, diz Dino.  (Painel – FSP)


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Fernandes

A posse de armas pode ajudar o meio ambiente. Cada pessoa assassinada é um poluidor a menos.


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16/01


2019

Armas: fissuras no núcleo bolsonarista

Decreto pró-armas expõe fissura no núcleo bolsonarista e derrota política de Moro

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

primeiro grande ato de Jair Bolsonarodividiu o núcleo duro de seus apoiadores, reforçou críticas de setores que fazem oposição a ele e marcou a estreia –com derrota– de Sergio Moro (Justiça) contra o núcleo político do governo na queda de braço pela persuasão do presidente. O alarde de entidades que militam pelo desarmamento contrastou fortemente com a decepção dos entusiastas da revogação do estatuto. Estes disseram que o decreto pró-posse de armas ficou abaixo da expectativa.

Um dos maiores propagandistas da posse e do porte de armas, o advogado Bene Barbosa fez questão de registrar nas redes que havia passado o dia “dando entrevistas”. Ele foi o porta-voz da tese de que Bolsonaro frustrou defensores de mudanças no Estatuto do Desarmamento.

Ao Painel, Bene disse que “o sentimento geral é de decepção”. “A promessa era maior e ficou algo muito raso”, afirmou. Ele, que já havia reclamado de falta de interlocução com o governo Bolsonaro, reiterou a crítica de que faltou diálogo.

“Nós tínhamos pessoas que conhecem essa legislação profundamente. Mas nenhum governo é obrigado a ouvir ninguém”, disse Barbosa. Ele já havia se estranhado com Carlos Bolsonaro na internet. Nesta terça (15), suas entrevistas a canais do YouTube e blogs conservadores foram fartamente replicadas em sites de direita.

Integrantes da bancada da bala pressionaram a Casa Civil a inserir no decreto o dispositivo que garantiu que todos os estados do país se enquadrarão nos critérios de “efetiva necessidade” para a posse de armas. Moro pensou a norma de outra forma. Auxiliares do ministro fizeram questão de repassar a paternidade do texto ao Planalto.


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Fernandes

No processo evolutivo, que animal vem depois do bolsonaro? Será a anta?

marcos

Nos governos Petistas só os bandidos tinham armas, agora vai ser diferente. Dá- lhes mito

Fernandes

Se lembra de quando chegamos um dia acreditar que a Bíblia era a única arma do crente e Jesus era o Príncipe da Paz?

Fernandes

Eu não votei no Bolsonaro, porque ele foi muito transparente Deixou muito claro que ia ferrar pobres. Eu sou povo! Só me cuidei!

Fernandes

CRISTÃOS FESTEJANDO A LIBERAÇÃO DE ARMAS. ATEUS PEDINDO DESARMAMENTO, JESUS SÓ OLHANDO!



16/01


2019

Hasta la vista, bambino

Coluna Carlos Brickmann

O primeiro-ministro comunista da Alemanha Oriental, Erich Honecker, foi deposto. Pediu asilo a seus aliados da União Soviética, tão comunistas quanto ele. Os soviéticos o devolveram ao Ocidente para ser julgado.

Césare Battisti buscou a proteção de Evo Morales, seu aliado de esquerda. Só que uma coisa é ser de esquerda na época dos vizinhos bolivarianos; outra, hoje. As coisas mudaram. E Césare Battisti não viu.

Acabaram com a prisão na Bolívia os 38 anos de fuga de Battisti à pena de prisão perpétua. Mas sua história está longe de ser esclarecida. Quem pagou as despesas de Césare Battisti nestes 38 anos? Quem pagou seus quase 12 anos de Brasil? A venda de seus livros? Seria caso quase único.

Quem é, de verdade, Césare Battisti, para motivar o envolvimento de tanta gente, em tantos lugares do mundo, nas campanhas em seu favor? Apenas membro do grupo terrorista Proletários Armados pelo Comunismo, e sem qualquer relevância, já que diz nunca ter participado de terrorismo?

Preso na Bolívia por policiais bolivianos e agentes italianos, Battisti foi enviado direto à Itália, sem passar pelo Brasil. Ao chegar à Itália, disse uma frase curiosa: “Agora sei que vou para a prisão”. Por que apenas naquele momento, já na Itália, ele se convenceu de que iria para a prisão? Estaria tão convencido de que brasileiro é muito bonzinho que, mesmo com a extradição decidida por Temer, mesmo sendo Bolsonaro o sucessor, com o STF contra ele, daria um jeitinho de se livrar? Quem saberá as respostas?


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16/01


2019

Moro: sem projeto para flexibilizar porte de arma

Moro afirma que não há projeto em estudo no Ministério da Justiça para flexibilizar porte de arma

Ministro defende endurecimento na lei antiterrorismo para que integrantes de facções do crime organizado sejam enquadrados

O Globo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou na noite desta terça-feira que não há projeto em estudo em seu ministério com o objetivo de flexibilizar o porte de armas. Nesta manhã, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que tornou mais brandos os critérios para o direito à posse de armamento, ou seja, a autorização para guardá-la em casa.

— Fiquei concentrado sobre aspectos de posse e não existe dentro da minha pasta nenhum movimento nesse sentido envolvendo porte de armas. É uma situação diferente. Se houver (no futuro) alguma proposição nesse sentido, tem que ser bem estudada. Esse é um tema muito delicado. A posse é algo um pouco mais limitado, oferece menos riscos — disse Moro, em entrevista à GloboNews.

O ministro classificou o decreto presidencial de “cauteloso”, ressaltando que a posse de armas de grosso calibre, como fuzis, permanece proibida. Segundo ele, se a política desarmamentista tivesse êxito, seria esperado que o Brasil não “obtivesse ano a ano recordes de homicídios”.

Pouco antes, no entanto, Bolsonaro afirmou em uma rede social que vai tratar de assuntos relativos ao porte quando voltar do Fórum Econômico de Davos. “Após voltarmos de Davos, continuaremos conversando com os ministros, para que juntos, evoluamos nos anseios dos CACs (sigla para caçadores, atiradores e colecionadores), porte, monopólio e variações sobre o assunto, além de modificações pertinentes ao Congresso, como redução da idade mínima! O trabalho não pode parar! Boa noite!”, escreveu Bolsonaro.

Há um projeto na Câmara, pronto para ser apreciado em plenário, que, na prática, revoga o Estatuto do Desarmamento — a legislação proíbe o porte de armas no Brasil, salvo para casos específicos, como agentes de segurança. Líderes da bancada da bala defendem que a discussão seja pautada o quanto antes.


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16/01


2019

PCdoB confirma apoio à reeleição de Rodrigo Maia

Revista Fórum

Em vídeo divulgado nas redes sociais, no entanto, a presidenta do PCdoB, Luciana Santos, pondera que Rodrigo Maia tem cumprido acordos com o partido nos últimos anos e que "o momento é de fazer composições políticas que permitam que nosso combate, debate de ideias e resistência possam se desenvolver", já que uma candidatura de um parlamentar de esquerda seria praticamente inviável.

Após reunião entre parlamentares e a Executiva Nacional do partido, o PCdoB decidiu, no início da noite desta terça-feira (15), indicar apoio à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara.

Com a resolução, o partido de Manuela D'Ávila se une ao PDT de Ciro Gomes, que também optou pelo apoio a Maia no último final de semana.

A composição para reeleger o deputado carioca como presidente da Casa causou revolta em parte dos militantes do PDT e também do PCdoB uma vez que isso significa se colocar ao lado do PSL de Jair Bolsonaro, que também apoia Maia.


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16/01


2019

FHC diz que é oposição ao governo Bolsonaro

Ex-presidente considera que a gestão atual é de extrema direita e já afeta a imagem do país

Paloma Varón – Folha de S.Paulo

Presidente do Brasil entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso, fundador e presidente honorário do PSDB, está em Paris, onde participou do diálogo com o sociólogo e seu ex-professor, Alain Touraine. O ex-presidente concedeu entrevista exclusiva à RFI logo antes de entrar na sala, lotada, para debater com o colega, com quem mantém um diálogo que já dura cinco décadas.

No debate intitulado “Ordem contra a democracia?”, organizado pelo Colégio de Estudos Mundiais, da Fundação Casa das Ciências do Homem (FMSH, na sigla em francês) e que teve lugar na Casa da América Latina, em Paris, os dois sociólogos discutiram a crise dos sistemas democráticos ocidentais.

Dando continuidade a este ciclo de debates, a Fundação organiza, no dia 31 de janeiro, também na capital francesa, uma conferência intitulada “Brasil: as raízes da vitória da extrema direita”.

Na entrevista para a RFI, FHC, como é conhecido no Brasil, explica por que, mesmo não tendo votado no presidente Jair Bolsonaro e sendo “oposição”, não apoiou Haddad em outubro de 2018.

Fala também da crise da democracia brasileira, do fim de um ciclo iniciado com a Constituição de 1988 e de suas expectativas quanto ao novo governo.

No final do evento, membros do coletivo Alerta França-Brasil, criado em Paris em 2016 por ocasião do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, abriram uma faixa em frente à mesa onde aconteceu o debate e chamaram o ex-presidente de “golpista”.

Perguntado se tinha se incomodado com o protesto, Cardoso disse que não, pois “estava acostumado”.


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15/01


2019

Deputado defende a unidade da oposição

Em primeiro mandato na Assembleia Legislativa, o deputado João Paulo Costa (Avante) defendeu, hoje, que a oposição estadual busque a unidade da bancada, visando fortalecer as ações de fiscalização e proposição na Casa e a correlação de forças com a bancada governista. “Uma oposição precisa ser racional e coesa. A desagregação só fragiliza o poder de fiscalização e embate no Parlamento”, avalia João Paulo Costa.

O parlamentar assumirá em 1º de fevereiro pregando a unidade permanente da oposição e com projetos voltados para a retomada do desenvolvimento econômico do Estado. “Assumo com a convicção de que só a unidade possibilitará um trabalho efetivo em defesa dos interesses do Estado e dos pernambucanos. 

Proponho aos companheiros Marco Aurélio (PRTB) e Priscila Krause (DEM) que sentem à mesa e busquem um entendimento para a definição da liderança da oposição”, ressalta João Paulo Costa.

O deputado entende que o momento do País e do Estado é muito difícil e preocupante, na economia e nas contas públicas, mas afirma que a oposição não deixará de cumprir o seu papel. “Somos doze parlamentares e considero não ser prudente uma disputa na bancada neste momento. Reafirmo: não tenho dúvidas de que a unidade será o nosso melhor caminho”.


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15/01


2019

Vereador comemora queda nos casos de microcefalia no Recife

A queda no número de casos de microcefalia foi motivo de comemoração para o vereador do Recife, Alcides Teixeira Neto. O parlamentar ressaltou a importância do combate à doença. "Estamos muito felizes. Essa luta faz parte do nosso mandato, pois conscientizamos a população nas comunidades por onde andamos", disse.

Quando comparado com 2015, ano do "boom" da doença, a diminuição é bastante expressiva. Na época, foram 1151 casos notificados e 272 confirmados. Em 2018, foram 195 suspeitos e apenas 16 confirmados. Esse resultado representa uma queda de 83% nas notificações e 94% nas confirmações.

O parlamentar ainda relembrou que março é o mês de conscientização contra a microcefalia, um projeto seu, e se mostrou esperançoso para que os números diminuam ainda mais. "Vamos voltar, junto à Prefeitura do Recife, com várias ações para lembrar e diminuir mais os casos dessa doença que arrasa tanto a vida das famílias", concluiu.


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15/01


2019

“Vamos recuperar o tempo que a Mata Norte perdeu sem um representante”, diz deputado eleito

Cursos profissionalizantes para capacitar o trabalhador da Mata Norte e a conquista do Gasoduto serão as prioridades do mandato do deputado estadual eleito Gustavo Gouveia (DEM), que participou, ontem, do Programa Ponto a Ponto Especial, comandado pelo comunicador Carlos Peruca. 

“A Mata Norte passou muito tempo sem representante, agora é a hora de fazer o Estado olhar para essa região tão sofrida e esquecida. Temos que fazer um estudo para ver quais cursos o nosso trabalhador mais precisa. Não adianta só trazer fábrica e se tornar uma casa de fábricas se o nosso povo não trabalhar nela”, afirmou Gouveia.

Ainda sobre o desenvolvimento, Gustavo ressaltou que o Gasoduto está muito próximo da região, “o gás está muito próximo, na Bicopeba (São Lourenço), vamos lutar para que venha até Paudalho e posso ser um atrativo para a indústria. Temos que recuperar o tempo que a Mata Norte perdeu sem um representante que lutasse por ela. Fui eleito para preencher esse espaço e fazer a região ter valor”, disse.

Participaram do debate o presidente da Associação de Cabos e Soldados, Alberisson Carlos e o deputado estadual Romário Dias.


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