ArcoVerde

08/11


2018

Antônio Campos vai a Moro pedir investigação

O irmão do ex-governador Eduardo Campos, Antônio Campos, irá pedir à procuradora Geral da República, Raquel Dodge, e ao futuro ministro da Justiça, juiz Sérgio Moro, a reabertura do inquérito que investiga a morte do ex-governador e outras seis pessoas em 13 de agosto de 2014.

O jurista Antônio Campos defende a possibilidade de ter ocorrido sabotagem  no avião que levava Eduardo Campos. O relatório da Polícia Federal apresentado em agosto deste ano descarta a motivação criminosa na aeronave.


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marcos

Quem mandou matar Eduardo Campos? Será que foi o mesmo que mandou matar Celso Daniel?


Asfaltos

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12/11


2018

FHC diz que Bolsonaro não sabe o que fazer no governo

FH sobre governo Bolsonaro: 'Creio que nem ele mesmo saiba' o que vai fazer

Em entrevista ao 'Clarin", tucano disse que indicação de Moro é 'garantia de proteção da democracia'

O Globo

Em entrevista ao jornal argentino "Clarin", o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou que ainda não há clareza sobre como vai ser o governo do Jair Bolsonaro (PSL) e o ironizou ao dizer que talvez nem mesmo o presidente eleito o saiba. FH diz, ainda, que o Brasil está muito polarizado e não há "muito espaço" para pessoas razoáveis.

Segundo a publicação, para o tucano, o convite para o juiz federal Sergio Moro assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, ainda que arriscada, é uma garantia de proteção da democracia.

- Fui senador, ministro, presidente, mas nunca o vi enquanto era deputado. Nunca escutei sua voz, não ouvi ele dizer o que pensa. Não se sabe realmente o que (Bolsonaro) vai fazer. Creio que nem ele mesmo o saiba - afirmou FH.

Questionado se havia semelhanças entre Bolsonaro e o ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, que também era militar, FH respondeu que ambos acreditam que a autoridade "deve ser imposta", embora o venezuelano fosse um populista mais próximo ao povo. Neste ponto, o tucano diz que o futuro presidente do Brasil está mais próximo do líder dos Estados Unidos:

- Bolsonaro, como Trump, não quer o povo, não quer os imigrantes, quer um passado idílico.

Ao "Clarin", Fernando Henrique descarta se candidatar novamente porque, em suas palavras, o país precisa de "energia jovem" e pessoas razoáveis, como ele se considera, "não têm muito espaço em um país polarizado". Para ele, o eleitor brasileiro não foi razoável ao eleger Bolsonaro e permitir a polarização:

- A radicalização começou durante os governos do PT, que sentenciava: 'Nós somos os bons e os outros, os maus'. Me acusavam de ser neoliberal e nunca o fui, mas essa era a forma de colocarem uma etiqueta para dizer: 'Este não serve'.

Além da polarização, a eleição de Bolsonaro foi impulsionada, de acordo com FH, pela crise econômica, problemas na segurança pública, antipestismo e a ideia que muitas pessoas desenvolveram após as investigações da Lava-Jato, de que "todos os políticos são ladrões".


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Fernandes

Podem anotar o Brasil irá viver á maior DESGRAÇA de todos os tempos, fome, desemprego, violência!

Fernandes

Não coloco os pés enquanto ele estiver no poder: turistas desistem de ir ao Brasil após eleição de Bolsonaro.

Fernandes

É verdade, um presibosta.



12/11


2018

Farra de vereadores em boate com dinheiro público

A Câmara Municipal de Iacanga, em SP, deve votar no dia 19 proposta de abertura de comissão para investigar o uso de dinheiro público por cinco vereadores na boate de luxo Bomboa, na capital. 

A acusação se baseia em notas fiscais de R$ 340 e R$ 370 apresentadas à Casa como prestação de contas de viagens oficiais feitas em junho de 2017 e de 2018.

O Ministério Público de SP já entrou com ação contra os parlamentares, citando que o local, apresentado como restaurante, “é predominantemente destinado à satisfação da lascívia”. Os investigadores afirmam que o local é frequentado por garotas de programa.(Mônica Bergamo)


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12/11


2018

Funaro deve pagar R$ 5 milhões à União até dezembro

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O valor faz parte da multa que o ex-doleiro se comprometeu a pagar quando fez colaboração premiada O delator Lúcio Funaro, que relatou crimes de Joesley Batista que voltaram a levar o empresário à prisão, terá que desembolsar R$ 5 milhões até dezembro nos cofres da União.

O valor faz parte da multa de R$ 45 milhões que o ex-doleiro se comprometeu a pagar quando fez colaboração premiada e confessou diversos crimes. Ele era acusado de comandar um esquema de propinas em troca da liberação de recursos do FGTS para grandes empresas.

Pelo acordo que fez com a Justiça, Funaro pagaria a multa em dez parcelas no prazo de cinco anos —que começou em 2017 e termina em 2022. No documento assinado por ele e pelos advogados, a previsão era de que a primeira parcela, de R$ 3,2 milhões, seria paga há um ano. A segunda, de R$ 1,8 milhão, seria desembolsada em junho deste ano. Em dezembro será a vez do terceiro pagamento.

Funaro, que cumpre prisão na casa com piscina e quadra de tênis que tem em Vargem Grande do Sul, em SP, ficará apenas mais um ano trancafiado. Depois de dois anos detido em casa, ele passará para o regime aberto em dezembro de 2019. A partir daí, poderá inclusive realizar viagens internacionais “por motivo de trabalho ou para visita de parentes até 4º grau residentes no exterior”.


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12/11


2018

França prefeito de SP em 2020 em lugar de Doria

Dirigentes do PSB querem que o governador Márcio França, derrotado pelo tucano João Doria na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, saia candidato a prefeito de São Paulo em 2020.

França recebeu 58% dos votos na capital, onde a rejeição a Doria aumentou após sua decisão de abandonar a prefeiturapara concorrer às eleições estaduais. O governador disse ao PSB que vai pensar no assunto.


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12/11


2018

Ciro arrebanha gente contra o governo Bolsonaro

O esforço de Ciro Gomes (PDT) para organizar a oposição ao governo Bolsonaro vai além da esquerda.

Ele também está construindo pontes na direção dos tucanos e até do DEM, hoje alinhado com o presidente eleito.

Aliados de Ciro procuraram na última semana para conversar o senador Tasso Jeiressati (PSDB-CE) e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).           (FSP)


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12/11


2018

Juiz, Palocci e Lula

O juiz Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, suspendeu audiência em que o ex-ministro Antonio Palocci seria ouvido no caso em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de tráfico de influência na compra de caças da Força Aérea Brasileira.

Palocci foi chamado porque em agosto, após fechar acordo de delação, mencionou a procuradores uma reunião de 2009 em que Lula teria tratado de propina com o então presidente francês, Nicolas Sarkozy, interessado no negócio da FAB.

O juiz Vallisney Oliveira, responsável pelas ações em que Lula é réu em Brasília, decidiu reabrir a fase de instrução do caso para ouvir Palocci. Ao revogar a medida, Guedes mandou que, na próxima vez, o colega consulte antes a defesa de Lula.  (Daniela Lima – FSP)


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Fernandes

Para o Brasil se ver livre do PT, tem de acabar com todos os benefícios que o PT criou... Ok?!



12/11


2018

Estrela bolsonarista

Estrela da futura bancada bolsonarista, a deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) apareceu de surpresa na Casa Civil na sexta-feira (9). Queria saber de uma medida provisória que abre espaço para o setor privado no saneamento básico, prestes a ser votada na Câmara.

Homem de fé - Com seu mandato garantido até 2022, o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, começou a abrir as reuniões da agência reguladora do setor elétrico com a frase “sob a proteção de Deus”. Ele busca aproximação com o presidente eleito Jair Bolsonaro desde a campanha eleitoral.  (Painel – Folha)


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bm4 Marketing 3

12/11


2018

Não entra mosca

Para evitar novos atritos com o Congresso, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, avisou à equipe de transição que evitará fazer críticas públicas a medidas que elevarão gastos do governo, como o aumento salarial dos juízes e a renovação dos incentivos das montadoras.

Jáo governador eleito do Rio, Wilson Witzel (PSC), cancelou na última hora participação em jantar com empresários e banqueiros em São Paulo neste sábado (10). Avisou que preferia ficar para acompanhar o resgate das vítimas do deslizamento de terraocorrido em Niterói.  (FSP)


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Fernandes

Podem anotar o Brasil irá viver á maior DESGRAÇA de todos os tempos, fome, desemprego, violência!

Fernandes

Melhor notícia Paulo Guedes anuncia o fim do PIS. parabéns pobres de direita.



12/11


2018

Novos governadores não terão aval para crédito

Assumirão sem ter como ganhar aval da União para crédito

Não adianta pedir - Dez dos novos governadores eleitos neste ano assumirão em janeiro sem condições de obter ajuda da União para renegociar dívidas ou financiar investimentos. Estatísticas que o Tesouro divulgará nesta semana mostram que 15 dos 27 estados não atingiram as notas exigidas para se credenciar ao aval. Rio de Janeiro e Minas Gerais, que serão administrados por novatos eleitos com impulso da onda bolsonarista, estão entre os que serão entregues em pior situação financeira.

Espírito Santo é o único estado que alcançou nota A desta vez, de acordo com a classificação adotada pelo Tesouro. O Piauí, cuja avaliação passou de C para B, é o único que melhorou no boletim oficial. São Paulo manteve a nota B.

Apesar do sinal positivo que oferece para bancos e agências multilaterais de financiamento, a nota não é garantia da concessão do aval da União. Muitos estados foram à Justiça contestar os critérios do governo nos últimos anos. (Painel - Folha de S.Paulo)


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12/11


2018

Moro verá se ministros merecerão ou não demissão

Sergio Moro deve avaliar se denúncias contra outros ministros merecerão ou não a demissão

Em entrevista ao "Fantástico", juiz defende que, caso a denúncia seja consistente, o ministro seja demitido

O Globo

Com carta branca para combater a corrupção, o juiz federal Sergio Moro afirmou na noite deste domingo, em entrevista ao “Fantástico”, que, provavelmente, atuará como conselheiro do presidente eleitoJair Bolsonaro (PSL) para decidir pela demissão ou não de outros integrantes do primeiro escalão, acusados de irregularidades. Moro ressaltou que, caso a denúncia seja consistente, o ministro será demitido.Parte superior do formulário O magistrado advertiu que a exoneração não dependerá, por exemplo, da transformação do acusado em réu. O critério, explicou, será o embasamento dos fatos que pesam sobre os colegas.

— Se a denúncia for consistente, sim (será demitido). Eu defendo que, em caso de corrupção, se analise as provas e se faça um juízo de consistência, porque também existem acusações infundadas, pessoas têm direito de defesa. Mas é possível analisar desde logo a robustez das provas e emitir um juízo de valor. Não é preciso esperar as cortes de Justiça proferirem o julgamento.

Moro admitiu que “algum outro conselheiro” também pode auxiliar Bolsonaro. Salientou, porém, que uma das premissas da decisão de participar do governo é não deixar que casos de corrupção comprometam sua biografia.

— Provavelmente (vou aconselhar). Ou algum outro conselheiro. O que me foi assegurado e é uma condição... não é bem uma condição, não fui estabelecer condições. Mas eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com risco de comprometer a minha biografia, o meu histórico — afirmou o juiz, que esteve até o final de outubro à frente da Operação Lava-Jato.


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Fernandes

MORO: EU NÃO SOU UM POLÍTICO QUE MINTO. KKKK

Fernandes

A CADA ENTREVISTA, MORO PERDE MAIS UM PEDAÇO DE SUA FANTASIA. Moro vai continuar com a lenga-lenga de que será um ministro técnico, mas já exibe sua face de ministro político, ao blindar futuros companheiros de ministério, como Onyx Lorenzoni, flagrado com 100 milhões reais de caixa 2 (qual a diferença entre caixa 2 e propina?) em sua campanha de 2014

Fernandes

Sou um político... Pela primeira vez, Sérgio Moro fala a verdade, no Fantástico.

Fernandes

Aqui no Brasil ainda não apareceu nenhum líder evangélico misericordioso, tipo um Dom Paulo Evaristo Arns! Só coisa ruim!

Fernandes

Sérgio Moro na Globo. O pop star que brincou se ser juíz. Baba ovo dos americanos



12/11


2018

Sergio Moro vai virando um Posto Ipiranga do B

Josias de Souza

Já se sabia que Paulo Guedes será, sob Jair Bolsonaro, o Posto Ipiranga da Esplanada dos Ministérios, mentor de todas as soluções na área econômica. Tomado pelo conteúdo de suas entrevistas, Sergio Moro parece ambicionar a condição de Posto Ipiranga do B, dono das respostas ético-jurídicas do futuro governo.

Na sua entrevista mais recente, Moro disse que atuará como conselheiro de Bolsonaro quando estiver em jogo a idoneidade de outros ministros. Denunciados por corrupção devem ser demitidos? “Se a denúncia for consistente, sim”, declarou o futuro ministro da Justiça ao programa Fantástico.

Moro prosseguiu: “Eu defendo que, em caso de corrupção, se analise as provas e se faça um juízo de consistência, porque também existem acusações infundadas, pessoas têm direito de defesa. Mas é possível analisar desde logo a robustez das provas e emitir um juízo de valor. Não é preciso esperar as cortes de Justiça proferirem o julgamento.”

“Eu não assumiria um papel de ministro da Justiça com o risco de comprometer a minha biografia, o meu histórico”, afirmou Moro, ao reiterar que obteve de Bolsonaro o compromisso de que o novo governo não oferecerá escudo a suspeitos de corrupção. Cinco dias antes, em entrevista coletiva, Moro dissera que sua presença no governo dissiparia até os receios de retrocesso democrático.

Leia artigo na íntegra clicando ao ladoSergio Moro vai virando um Posto Ipiranga do B 


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Fernandes

Moro condenou Alberto Fraga a 4 anos de prisão, agora eles vão trabalhar juntos. MUDA MAIS BRASIL !!!

Fernandes

Não sou um político mentiroso - Sérgio Moro

Fernandes

Sérgio Moro na Globo. O pop star que brincou se ser juíz. Baba ovo dos americanos



12/11


2018

Ré tenta provar colaboração informal na Lava Jato

Ex-contadora de doleiro, Meire Poza anexou diálogos de WhatsApp que indicam acesso a bastidores da operação

Wálter Nunes – Folha de S.Paulo

A contadora Meire Poza, condenada na Lava Jato por lavagem de dinheiro, protocolou na Justiça documentos que comprovariam que ela era uma espécie de informante da Polícia Federal sobre outros acusados e que tinha acesso a informações sigilosas da operação.

O fato de ser uma colaboradora informal, sem ter assinado acordo de delação, pode levar a questionamentos sobre a legalidade da sua atuação e das provas obtidas com sua ajuda, segundo advogados.

Meire assessorou o doleiro Alberto Youssef antes de ele ser preso e foi denunciada por viabilizar o repasse de R$ 2,3 milhões em propina ao ex-deputado André Vargas.

Vargas usou sua influência para que a Caixa Econômica Federal contratasse uma empresa ligada a Youssef.

Em agosto, o juiz federal Sergio Moro, futuro ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, condenou Meire a 2 anos e 3 meses de prestação de serviços comunitários e multa. O juiz levou em conta a colaboração da contadora como atenuante.

A Procuradoria, porém, recorreu da decisão pedindo o endurecimento da pena e colocou em dúvida a efetividade da ajuda da contadora.


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12/11


2018

Levy no BNDES; nome só avalizado por Bolsonaro

Economista foi ministro da Fazenda por um ano durante governo Dilma Rousseff

Alexa Salomão - Julio LWiziack - Folha de S.Paulo

A equipe de assessores econômicos do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), sondou o economista Joaquim Levy para presidir o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, considera Levy um bom nome para cargo, segundo interlocutores da equipe. Assim como ele, Levy passou pela Universidade de Chicago (EUA). A tendência é que Levy aceite o convite, pois a ideia lhe agrada. 

No entanto, o convite precisa ser avalizado por Bolsonaro e sua equipe política. Existe resistência a quadros que estiveram ligados à gestão petista. Levy foi ministro da Fazendo no governo Dilma Rousseff (PT) em um de seus momentos mais críticos.

Levy é engenheiro naval e PhD em economia pela Universidade de Chicago. Era diretor do Bradesco até ser convidado para o cargo de ministro, em novembro de 2014. Ele permaneceu no posto até dezembro de 2015, quando foi substituído por Nelson Barbosa. Atualmente, Levy é diretor financeiro do Banco Mundial. 


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12/11


2018

Bom senso

Ascânio Seleme - O Globo

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, que não se reelegeu, disse ao jornal “O Estado de S. Paulo” que não lhe incomodou ter ignorado o pedido do presidente eleito. “Não me importo se Bolsonaro vai gostar ou não”, afirmou Eunício, responsável pela colocação do aumento do Judiciário na pauta. O senador denunciou ainda uma tentativa de constrangimento que sofreu em outro episódio. Segundo Eunício, Paulo Guedes teria dito a ele “ou você vota a Previdência ou o PT volta”. A informação não foi checada, mas, se existiu, confirma mais uma vez que é preciso cuidado para que a falta de jeito não vire marca registrada do novo governo.

O bom-senso recomenda cautela e muita saliva no tratamento das questões com o Congresso. Para cumprir uma de suas principais promessas de campanha, erradicar da prática governamental a troca de cargos por votos, Bolsonaro terá que negociar muito mais do que qualquer outro presidente antes dele. Com o famoso “é dando que se recebe”, um governo iniciava os entendimentos para aprovação de suas propostas com a maior parte dos votos necessários já consolidada. Sem ele, cada nova pauta começará a ser negociada do zero.


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11/11


2018

Língua solta? Jamais

O reajuste do Supremo se estende, legalmente, ao Superior Tribunal de Justiça e a todos os magistrados do país. Como é o teto salarial dos salários do funcionalismo (isso para os que não conseguiram penduricalhos para furá-lo), mexe em todos os Estados. Os ministros do STF, desapegados, se ofereceram para desistir do tal auxílio-moradia, pouco mais de R$ 4 mil mensais. Para o colunista ninguém faz essa proposta: ganhe um monte de dinheiro aqui, sem problema, desde que deixe de ganhar um tiquinho ali.

Bolsonaro deu aos militares demonstrações de admiração que há muito tempo não viam. Foi ao Ministério da Defesa, foi ao comando de cada uma das três Forças Armadas, escalou militares de prestígio para seu governo. E já lhe disseram que só apoiarão mudanças nas normas de previdência e de pensões se houver um reajuste caprichado em seus vencimentos.  (Carlos Brickmann)


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11/11


2018

PT emite nota contra comandante do Exército

Presidido nacionalmente pela senadora Gleisi Hoffmann (PR), o Partido dos Trabalhadores emitiu uma nota de repúdio à entrevista do chefe das Forças Armadas, o general Eduardo Villas Bôas, ao jornal Folha de S.Paulo.

O militar disse ter agido "no limite" ao declarar pelo Twitter "preocupação com a impunidade", no dia 2 de abril, véspera do julgamento de um habeas corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federa. 

Segundo o PT, ao afirmar que, a seu critério, a liberdade de Lula seria motivo de 'instabilidade', o general confirma que a condenação do maior líder político do país foi uma operação política, com o objetivo de impedir que ele fosse eleito presidente da República".

 "O PT conclama as forças democráticas do país a repudiar e denunciar a usurpação confessada pelo general Villas Bôas e a defender a democracia contra as ameaças de Bolsonaro. Não há limites para a tirania depois que ela se instala".            (BR 247)


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11/11


2018

Para Temer, uma saída exemplar

Elio Gaspari – Folha S.Paulo

Pode-se discutir a maneira como Michel Temer entrou no Palácio do Planalto, mas ele está saindo de forma exemplar. Temer convidou Jair Bolsonaro para acompanhá-lo na reunião do G-20 que se realizará em Buenos Aires no fim deste mês. Se ele quiser, poderá ir com sua própria comitiva.

Em 2016, quando Temer entrou no Planalto, havia apenas uma funcionária para recebê-lo e os computadores estavam apagados.

O professor Delfim Netto está convencido de que em 2019 a economia poderá crescer, revertendo o mal-estar que já dura três anos.

Em 1968, quando a oposição ia para a rua pedindo “Democracia e Desenvolvimento”, Delfim era ministro da Fazenda e sabia que o “Milagre Brasileiro” estava logo adiante.

Veio o crescimento e ninguém se incomodou com a ditadura.


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11/11


2018

Saber perder

A primeira derrota do presidente eleito aconteceu antes mesmo de ele assumir seu novo cargo. Foi quando pediu ao Senado que não aprovasse o reajuste do Judiciário

Ascânio Seleme – O Globo

Ao longo da campanha que acabou por elegê-lo presidente da República, Jair Bolsonaro deu sinais de que não sabe ganhar. Mesmo liderando todas as pesquisas por larga margem, denunciou diversas vezes que havia tentativas de fraudes eleitorais e atacou sem cessar a mais eficiente urna eletrônica em uso em todo o mundo. E esses ataques seguiram até a véspera do segundo turno. Difícil dizer como vai reagir quando perder alguém que não sabe ganhar.

A primeira derrota do presidente eleito aconteceu antes mesmo de ele assumir seu novo cargo. E se deu porque ele resolveu se intrometer no assunto ao pedir ao Senado que não aprovasse o reajuste do Judiciário que vai causar impacto anual de R$ 4 bilhões nas contas públicas. Bolsonaro foi provocado por um repórter, poderia ter ficado calado, mas não só respondeu como fez a recomendação. Agiu corretamente, apesar de ao final ter perdido a votação, pois terá de lidar com o resultado do aumento salarial dos juízes no ano que vem. Não se omitiu, ponto para ele.

Mas o fato é que ele perdeu a primeira votação antes mesmo de inaugurar seu governo. E, pior, perdeu com dez votos de senadores que oficialmente o apoiam e vão fazer parte de sua base parlamentar a partir de 2019. Antes da votação do reajuste, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, defendia fazer uma “prensa” no Congresso para aprovar sua agenda, e um dos filhos do presidente chegou a falar em “tratorar” o Legislativo. Bobagem, deputados e senadores não temem a fúria de presidentes, querem seus favores, e podem até fazer trocas. Mas grito não resolve.


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11/11


2018

Moro decisivo na escolha do sucessor de Dodge

Será decisivo na escolha do procurador que vai suceder Dodge

Indicação é chave para a pauta anticorrupção do presidente eleito

Letícia Casado e Fábio Fabrini. Folha de S.Paulo

próximo ministro da Justiça, Sergio Moro, terá papel decisivo na escolha do novo procurador-geral da República, segundo avaliam integrantes do MPF (Ministério Público Federal) ouvidos pela Folha.

A indicação é considerada chave para reforçar a pauta anticorrupção que será conduzida pelo juiz da Lava Jato.

Recém-eleito, Jair Bolsonaro (PSL) vai decidir em setembro de 2019 a sucessão da PGR (Procuradoria-Geral da República). O mandato de Raquel Dodge vai terminar depois de dois anos e ela pode ou não ser reconduzida a um segundo período. O mais provável é que haja troca de nomes.

O presidente eleito já disse durante entrevista durante a campanha que, não necessariamente, escolherá o novo procurador-geral na lista tríplice que é definida em eleição pelos associados da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República).

Para integrantes do MPF, a ascensão de Moro ao Ministério da Justiça abre também espaço para que, em vez de um dos 74 subprocuradores-gerais da República, o ungido seja desta vez um dos membros da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, equipe que trabalhou com o juiz.

No entanto eles destacam que isso pode ser mal visto por ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Superior Tribunal de Justiça).


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marcos

Moro o cara que botou no fiofó do PT. kkkkkkkk



11/11


2018

Magistrados: em busca de argumentos para auxílio moradia

Charge: Blog da Floresta

Folha de S. Paulo - Coluna Painel
Por Daniela Lima


Pense bem Juízes e procuradores que tentam convencer o Supremo Tribunal Federal a manter o auxílio-moradia da categoria mesmo após o aumento salarial aprovado pelo Congresso na última quarta-feira estão em busca de novos argumentos para a causa.

Segundo eles, a extinção do benefício poderá abrir caminho para um debate mais amplo sobre os imóveis funcionais à disposição dos magistrados, porque a legislação concede o auxílio a juízes que não têm imóvel oficial na cidade em que trabalham.

O fim do auxílio-moradia depende do julgamento de ações que questionam o benefício no Supremo, ainda sem data marcada para ocorrer. Os juízes dizem que só aceitam sua extinção se o Congresso concordar em substituí-lo por outro penduricalho, um adicional por tempo de serviço na magistratura.


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11/11


2018

Caindo a ficha: Lula dá sinais de tristeza

Lula (Marcelo Gonçalves/Sigmapress/Estadão Conteúdo)

Veja - Coluna Radar

Por Maurício Lima

 

Pela primeira vez desde que foi preso, Lula dá sinais de tristeza.

Seus advogados, no entanto, andam aliviados com a ida de Sergio Moro para a Justiça. Na avaliação deles, Gabriela Hardt, a substituta, é dura, porém bem mais afável que o antecessor.

Esta e outras notas com informações exclusivas na edição de Veja desta semana, já nas bancas.


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marcos

Volta Dilma, tô com saudades das merdas que tu falas