ArcoVerde

08/11


2018

PE confirma 4,9 mil casos de dengue

Pernambuco registrou um aumento de 22,8% das notificações de dengue, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado. Dentre 19.748 casos suspeitos, do dia 31 de dezembro de 2017 até o último sábado, foram confirmados 4.946 casos da doença e descartados 8.080. Os outros seguem em investigação. Em relação à chikungunya, houve 496 confirmações de casos da doença em Pernambuco, 42,2% a mais do que em 2017.


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Fernandes

Como se chama o povo que vota contra os seus próprios direitos trabalhistas e previdenciários?

Fernandes

O ministro do presibosta, roubou mas pediu desculpas. Disse Sérgio Moro.

Fernandes

Daqui 30 anos vão dizer que o PT quebrou o Brasil..... Mas o PT ajudou a quebrar os estados unidos ao não permitir a implantação da Alca...

Fernandes

Engraçado, né? Dizem que o PT quebrou o país... Mas pra dar aumento pro STF não está quebrado não, né?

Fernandes

PARA VOCÊ QUE TRABALHA COM CARTEIRA ASSINADA, E VOTOU NO COISO . QUANDO TEU PATRÃO TE FERRAR PROCURE O TEU BISPO MAIS PERTO


Asfaltos

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18/11


2018

Bolsonaro ganhará R$ 60.236/mês a partir de janeiro

Lauro Jardim - Guilherme Amado - O Globo

Jair Bolsonaro emulou na eleição o discurso de Fernando Collor contra os marajás, mas o contracheque dele será um dos mais gordos da Esplanada: R$ 60.236,15.

A cifra chega a tanto porque, a partir de janeiro, Bolsonaro estará apto a se aposentar pelo antigo Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) e poderá receber da Câmara R$ 29.301,45 mensais.

O salário de presidente são R$ 30.934,70.

O mecanismo que corta o salário quando se ultrapassa o teto constitucional de R$ 33,7 mil não atinge aposentados pelo IPC. E há ainda o salário de capitão reformado.

Procurado, Bolsonaro não o informou.


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Fernandes

Assessor de Bolsonaro sugeriu auxílio a idosos e pessoas com deficiência só a partir de 85 anos

sergio Ricardo da Silva

Boa noite,direito adquirido,trabalhou como oficial do exército,como parlamentar e agora presidente da República,Não sei quem fez esse comentário idiota sem noção vá trabalhar para vc também obter três aposentadoria,E cada comentários sem nocao



18/11


2018

Rei morto, mas vivo

Nossa História está cheia de salvadores que só não nos levaram ao Paraíso porque algum inimigo do povo os bloqueou. Em Pernambuco, havia o “chá de Arraes”: o cidadão pegava uma foto de Miguel Arraes, fervia e guardava a água. O chá era milagroso, curava qualquer doença.

Getúlio Vargas, falecido há muitos anos, foi usado por grileiros que procuravam posseiros e lhes davam algum dinheiro, “por ordem do dr. Getúlio”. O posseiro assinava o recibo com a impressão digital – e o recibo era o documento de compra e venda da terra.

Muito antes, houve Dom Sebastião, rei de Portugal: morto em batalha na África, criou-se a lenda de que um dia voltaria.

Lula tem tudo, até a imagem de amigo dos pobres, para virar lenda. É nisso que aposta. E espera que o PT trabalhe para isso.  (Carlos Brickmann)


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18/11


2018

Campos avô, e o Campos neto

Carlosn Brickmann

Foi um sucesso o nome do presidente do Banco Central escolhido pelo presidente Bolsonaro: Roberto Campos Neto, descendente de um dos criadores do Banco Central e ministro do Planejamento de Castello Branco, Roberto Campos. O ministro foi tão lembrado que, em algumas páginas de notícias, havia mais fotos dele do que do neto. Algumas lembranças foram equivocadas. Afinal, Campos deixou o Planejamento há 51 anos.

O primeiro engano é dizer que Campos foi um guru do liberalismo brasileiro. É verdade: perto do que havia na época, Campos era ultraliberal. Mas não é verdade: ele trabalhava com controle de preços. Lembram também de Campos como economista. Não: era diplomata e historiador.

Nada que tenha a menor importância. Campos entendia de economia e, homem culto, conhecedor de História, sabia qual o destino dos países cheios de controles. Tinha humor refinado. E como escrevia bem!


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18/11


2018

Lobby do lobby

Depois de ouvir Sergio Moro defender a regulamentação da atividade de lobby, hoje em análise no Congresso, o presidente da Abrig (Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais), Guilherme Cunha Costa, enviou carta de apoio ao futuro ministro da Justiça.

Enquanto, nos estudos para reorganização do governo, colaboradores de Bolsonaro identificaram que departamentos separados em dois ministérios atuam em políticas de saneamento básico: um no das Cidades e outro no da Integração Nacional. A ideia agora é concentrar tudo em apenas uma secretaria.(Folha)


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18/11


2018

Prefeitos e o fim da parceria com Cuba

Preocupados com o fim da parceria com Cuba no programa Mais Médicos, os prefeitos também temem as consequências de um eventual abandono do Acordo de Paris, de combate às mudanças climáticas.

Bolsonaro falou em romper com o tratado na campanha, mas depois recuou.

Os prefeitos esperam obter créditos de instituições estrangeiras para projetos associados aos objetivos do pacto e começam a buscar meios de garantir o acesso a esses recursos mesmo se Bolsonaro deixar o acordo.  (FSP)


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18/11


2018

Para idosos. Em causa própria

Ao fazer uma apresentação na Câmara em março de 2017, um dos formuladores da equipe econômica de Jair Bolsonaro, o professor Arthur Weintraub, sugeriu restringir o acesso ao benefício assistencial pago pelo governo a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.

Conhecido como BPC (Benefício de Prestação Continuada) e igual a um salário mínimo, ele hoje é garantido a partir dos 65 anos.

Weintraub sugeriu elevar a idade mínima para 85 anos, reduzindo o valor do benefício a frações para os mais novos. (FSP)


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18/11


2018

Presidência da Câmara: inimigos de Renan agem contra

Parlamentares contrários à eleição de Renan Calheiros (MDB-AL) para a presidência do Senado voltarão à carga na próxima semana.

Lasier Martins (PSD-RS) vai propor que a eleição para escolha do próximo presidente da Casa seja feita por votação aberta, e não secreta.

Lasier acha que assim reduz as chances de o emedebista ser eleito. Mas seu partido está dividido.

Uma ala defende o apoio a Renan, na expectativa de que ele faça contraponto ao novo governo. (Painel)


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marcos

Lula tá preso muito justo, mas quando vão prender Dilma Jumenta?


Bm4 Marketing 7

18/11


2018

Fim do aumento dos juízes. Temer tem coragem?

Apesar da demora do presidente Michel Temer em sancionar o aumento dos ministros do STF, integrantes da corte acreditam que ele o fará antes do prazo final, dia 28.

Entidades de classe da magistratura e do Ministério Público, porém, se organizam para pressionar o Supremo a postergar a análise do fim do auxílio-moradia para 2019.

Esses grupos dizem que, como o reajuste só valeria para o ano que vem, não há motivo para derrubar o auxílio agora.

O fim do penduricalho foi prometido a Temer como uma contrapartida à concessão do aumento.  (Folha)


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Fernandes

O Brasil cheio de problemas e o Burronaro preocupado em combater a ditadura cubana que esta a frente do Brasil no IDH.

marcos

Temer o vice de Dilma Jumenta, com o apoio do presidiário de Curitiba



18/11


2018

Bolsonaro planeja ações no Nordeste, reduto lulista

General Heleno prevê retomada de obras e quer fazer da região uma ‘vitrine’ da administração

Jussara Soares e Dimitrius Dantas – O Globo

Última trincheira do PT no país, o Nordeste deverá ganhar atenção especial do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Ele pretende transformar a única região em que não saiu vencedor nas urnas em uma vitrine de seu governo a partir da retomada de obras paralisadas das administrações petistas, como a transposição do Rio São Francisco e a construção de ferrovias, como a Transnordestina.

— Tenho dito que o Nordeste é o centro das atenções para mudar o Brasil — disse ao GLOBO o futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Augusto Heleno. — Na região, o primeiro grande plano é resolver o problema da falta de água — completou.

Além da transposição do São Francisco, o governo vai apostar no uso da tecnologia de dessalinização de água. No planejamento traçado para a região, uma das metas é importar tecnologia israelense de retirada de sais das águas para estimular a agricultura no semiárido nordestino, uma das promessas mais repetidas durante a campanha de Bolsonaro.

O general admite que priorizar ações no Nordeste trará ganhos políticos ao presidente eleito e será fundamental para quebrar resistências de governadores de partidos de esquerda da região — o PT vai governar Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte em 2019.

— O Nordeste pode (se tornar uma grande vitrine de Bolsonaro), mas acho que essa preocupação é secundária, consequência. Não acredito que as pessoas sejam tão infantis e continuem pensando em voto, em manipulação, em manter gente como coitadinho quando a gente pode fazer as pessoas terem outra perspectiva para o futuro — disse.

Considerado um dos quadros mais relevantes do governo eleito, o general reconhece que as obras da transposição e das ferrovias não vão acontecer de uma hora pra outra. O futuro ministro também não detalha como um governo vai tocar as grandes obras com graves problemas fiscais.

— Uma ferrovia leva tempo para construir, não é como estrada de rodagem, mas é muito mais econômica — explica Heleno.

Outro ponto que demandará atenção do novo governo será a reposição adequada das vagas que eram ocupadas por médicos cubanos na região. Na semana passada, Cuba pediu desligamento do programa Mais Médicos do governo federal. Cidades nordestinas serão afetadas com a saída dos profissionais do país, o que vem gerando apreensão nas administrações municipais.

Coordenador do grupo de planejamento da campanha, o general Heleno afirma que o governo Bolsonaro apostará em ações que “não sejam apenas assistencialistas, temporárias e cativadoras de votos".

O futuro governo reafirma a manutenção do Bolsa Família, o programa mais popular dos anos do PT no poder. Após a votação do primeiro turno, o então candidato Bolsonaro prometeu, inclusive, criar o 13° salário para os beneficiários do Bolsa Família. Desde a votação do segundo turno, o presidente eleito nunca mais falou do tema ou mesmo de qualquer prazo para cumprir a promessa.

Nacionalmente, Jair Bolsonaro rompeu a sequência de quatro vitórias do PT nas eleições presidenciais, mas testemunhou a força do petismo no Nordeste. Dos 1. 794 municípios da região, o candidato do PT, Fernando Haddad, levou a melhor em 98,6% deles.

Passadas quase três semanas do segundo turno, o clima entre Bolsonaro e os governadores eleitos no Nordeste não desanuviou. Na quarta-feira, Wellington Dias (PT), do Piauí, foi o único representante nordestino no encontro de Bolsonaro com governadores eleitos em Brasília.

Desafios de execução

Segundo especialistas ouvidos pelo GLOBO, a meta do governo eleito de focar o Nordeste, por mais bem intencionada que possa ser, tem grandes desafios de execução.

— Antes do novo governo embarcar na finalização da Transnordestina, deveria avaliar se o projeto e o modelo adotado até aqui são a melhor alternativa — disse Claudio Frischtak, presidente da Inter.B, consultoria especializada no setor de infraestrutura.

No caso da transposição, obra quase pronta, o ponto de atenção é o custo de operação das bombas de água, estimados em cerca de meio bilhão de reais, por ano.

Para o cientista político Fernando Schuler, do Insper, não bastará um mandato para enfraquecer a força do lulismo na região. E, nem mesmo, obras gigantes são garantia de sucesso.

— A chance do governo Bolsonaro reverter a força do lulismo é colocando em execução um programa real e efetivo de combate à pobreza, o que é diferente do Bolsa Família — diz Schuler.

Projetos importantes aguardam conclusão

A transposição do Rio São Francisco está 96% concluída, sendo 95% no Eixo Norte e 100% no Eixo Leste. A água está sendo retirada do São Francisco, no interior de Pernambuco, para abastecer outros rios e açudes. O objetivo é beneficiar 12 milhões de pessoas em 390 municípios em Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

As obras começaram em 2005, com previsão inicial de serem concluídas em 2010. O custo também aumentou. Deve ficar em R$ 9,6 bilhões, o dobro do previsto. O projeto envolve mais de 5,4 mil trabalhadores e cerca de dois mil equipamentos, em 477 quilômetros de extensão.

Outra obra importante na região é a ferrovia Transnordestina. Ela foi planejada para ligar a cidade de Eliseu Martins (Piauí) aos portos de Pecém (Ceará) e Suape (Pernambuco), com 1.753 quilômetros de extensão, passando por 81 municípios. O objetivo é transportar 30 milhões de toneladas por ano. O projeto foi iniciado em 2006 e só deve ficar pronto em 2027, 17 anos depois do prazo original.

Já foram gastos R$ 6,4 bilhões, e as obras têm 52% de avanço físico. Elas estão interrompidas desde o início de 2017, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a suspensão completa de repasses por suspeitas de irregularidades. O orçamento, que era de R$ 4,5 bilhões, agora já alcança R$ 13 bilhões.

O fornecimento de água no semiárido nordestino é outro desafio. A dessalinização — processo que retira o sal da água — é mais comum em países com pouca disponibilidade. O Ministério do Meio Ambiente tem o Programa Água Doce, que atende mais de 500 comunidades do semiárido com a dessalinização de águas salobras (com salinidade intermédia, entre a salgada e a doce). Também há experiências regionais, como a de Fernando de Noronha, onde a dessalinização garante água potável a 80% dos cinco mil moradores fixos.

Indicado para o Ministério da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes já manifestou intenção de incentivar pesquisas para baratear os custos de dessalinização. As referências para o programa seriam as experiências em Israel. ( Colaboraram Eduardo Salgado e Daniel Gullino )


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Fernandes

O Brasil cheio de problemas e o Burronaro preocupado em combater a ditadura cubana que esta a frente do Brasil no IDH.

Fernandes

A OMS diz que a saúde Cubana é exemplo mundial...



18/11


2018

As regras do jogo

Carlos Brickmann

Em boa parte dos meios jurídicos, o depoimento de Lula à Justiça não foi bem visto. Com a oportunidade de ver sua defesa divulgada na íntegra para todo o país, teria tido atitude prepotente, ao tentar interrogar a juíza Gabriela Hardt – o que lhe valeu uma resposta dura – e ao pôr em dúvida o tema do julgamento, algo que seus defensores devem ter-lhe informado.

Pode ser – mas o que aconteceu em Curitiba é que Lula não estava nem um pouco interessado em melhorar sua posição como réu. Seu objetivo, e não é de hoje, é político, não jurídico: é reforçar sua imagem de Salvador da Pátria e Defensor Perpétuo dos Pobres, impedido pelos poderosos, que não gostam de misturar-se à plebe nos aeroportos, de voltar à Presidência da República. Para ele, toda a questão jurídica se resume nisso: a Justiça é o instrumento de seus adversários para evitar seu grande retorno, vitorioso no primeiro turno. Lula jamais ganhou eleição presidencial no primeiro turno. Mas, já que não disputou mesmo, que mal faz proclamar a vitória?

O problema é que essa tática beneficia apenas Lula e fere seu partido. Fingir que Lula seria candidato, sabendo que não seria, custou ao PT uma pesada derrota nacional. Se Lula tinha mesmo a força que acha que tem, não precisaria fingir: bastaria dizer que, como a Justiça o perseguia e o impedia de disputar, Haddad seria seu candidato. Mas não buscava a vitória do partido: buscava, e para ele isso era o importante, crescer como lenda.


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18/11


2018

Governo já tem uma cara, a oposição ainda não

Josias de Souza

Eleito pelo voto do contra, Jair Bolsonaro não adquiriu do dia para a noite o physique du rôle de um presidente da República. Mas o principal atributo que o capitão irradiou no imaginário do seu eleitorado —a sensação de que nada seria como antes— continua presente na montagem do ministério.

Do ponto de vista econômico, o dono da aura de Bolsonaro é o liberalismo radical de Paulo Guedes. E do ponto de vista político, seu governo algemou-se ao prestígio de Sergio Moro, numa manobra cujo êxito dependerá da liberdade que o ex-juiz tiver para infundir na máquina estatal o padrão Lava Jato.

Diante desse cenário pós-tsunami, a satanização de Bolsonaro perdeu relevância. Atônitos, os adversários do novo presidente demoram a perceber algo simples: ninguém se afoga por cair na água, mas por permanecer lá. Restaram à oposição duas alternativas.

Considerando-se que a presidência-tampão de Michel Temer é herança do petismo, a posse de Bolsonaro representará o fim de um ciclo de 16 anos. Temer foi levado ao trono graças à traição de legendas que sustentaram o PT. E manteve na Esplanada figurões que enfeitaram o primeiro escalão de Lula e da própria Dilma.

Mudança drástica e genuína ocorrerá em 1º de janeiro de 2019. Goste-se ou não, o capoitão chegou ao Planalto pelo voto. O que torna despiciendo qualquer debate sobre a legitimidade do resultado. Depois da posse, o governo despejará sobre o Congresso suas propostas. E a oposição terá de informar o que quer da vida.

O economista Paulo Guedes colocará sobre a mesa, por exemplo, uma proposta de reforma da Previdência. O ex-juiz Sergio Moro desembrulhará o seu pacote anticorrupção e anticrime organizado. Como votar contra o equilíbrio fiscal e o combate à roubalheira? A qualidade da oposição depende dessa resposta.

Num instante em que o PT continua embrulhado na bandeira ‘Lula Livre’e o PSDB está em chamas, abriu-se no Congresso uma avenida para o surgimento de uma nova oposição, menos venenosa e mais ativa. A maioria do petismo quer virar a mesa, não sentar em torno dela. O tucanato prefere ficar embaixo da mesa.

Terceiro colocado na disputa presidencial, Ciro Gomes já enxergou as oportunidades que a conjuntura oferece. Mas o esboço de entendimento que existe entre o seu PDT, o PSB, o PPS e a Rede está longe, muito longe de constituir uma frente sólida de oposição.

Por ora, há em Brasília apenas dois polos nítidos de oposição ao projeto de Bolsonaro: o próprio Bolsonaro e os auxiliares dele. O capitão não passa semana sem atirar contra os seus pés. O último disparo foi a indicação do trumpista Ernesto Araújo para o posto de chanceler. E alguns dos seus auxiliares dedicam-se a transformar a transição de governo numa canoa dividida —metade da tripulação olhando para um lado e metade remando para o outro.


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Fernandes

Servidor público você votou no Burronaro, e agora ele está manobrando pra tirar a sua estabilidade!!

Fernandes

O Brasil cheio de problemas e o Burronaro preocupado em combater a ditadura cubana que esta a frente do Brasil no IDH.

Fernandes

a OMS diz que a saúde Cubana é exemplo mundial...

Fernandes

Bolsonaro Jumento.



18/11


2018

A reunião da irresponsabilidade fiscal

Bolsonaro fala em 'regeneração moral' e governadores eleitos armam superpedalada

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

No mesmo dia em que anunciou um "momento de regeneração", Jair Bolsonaro foi a uma esquisita reunião de governadores eleitos copatrocinada pelo paulista João Doria. Nada havia sido combinado com sua equipe. O que muitos governadores querem é suspender as exigências e os efeitos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Uma legítima superpedalada, capaz de superar os çábios da "contabilidade criativa" que custou a Presidência a Dilma Rousseff.

Como o presidente eleito ainda não desceu do palanque, fez brincadeira com a sua presença no conclave: "O que eles querem, eu também quero, dinheiro". Antes fosse, o que eles querem é atropelar a lei que obriga os estados a limitar em 60% o comprometimento das receitas com o pagamento de despesas de pessoal.

O Rio está com um comprometimento de 70%. Mato Grosso do Sul 76% e o Rio Grande do Sul, 69%. Isso para não falar no campeão Minas Gerais, com 79%. Ao todo, são 14 os estados que ofenderam a LRF, mas nove governos comportaram-se como deviam.

Os governadores querem mais dez anos de prazo para cumprir uma lei de 2000 e prometem um conjunto de medidas para buscar o equilíbrio financeiro. Velha conversa, como a do Supremo Tribunal Federal, que quer o aumento para já, prometendo o fim dos penduricalhos dos juízes para depois. Ademais, dentro de dez anos os governadores serão outros.

Bolsonaro deveria ter desarmado a cilada da reunião, expondo a irracionalidade do pleito. Doria, que governará o estado que exibe melhor desempenho (54% de comprometimento, graças a Geraldo Alckmin), poderia ter evitado a ribalta.

Para quem temia que depois da eleição viesse mais do mesmo, ressurge a maldição do príncipe de Salinas no romance "O Leopardo": "Depois será diferente, porém pior".


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Fernandes

a OMS diz que a saúde Cubana é exemplo mundial...

Fernandes

Chora não marcos hétero GOY, de Camaragibe. Daqui a quatro anos Bolsonaro Jumento sai !!!

Fernandes

Parceira da JBS, ministra de Bolsonaro deu incentivos fiscais à empresa em MS Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual. Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual

marcos

Chora não mortadela, daqui quatro anos tem eleição

Fernandes

Bolsonaro Jumento. Aceita que DÓI MENOS RÉCOVA. KKKK.



18/11


2018

Ministra de Bolsonaro: ações ligadas a Joesley e Wesley

Parceira da JBS, ministra de Bolsonaro deu incentivos fiscais à empresa em MS

Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual

Rubens Valente e Catia Seabra – Folha de S.Paulo

futura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro (PSL), Tereza Cristina (DEM-MS), concedeu incentivos fiscais ao grupo JBS na mesma época em que manteve uma “parceria pecuária” com a empresa.

A deputada arrendava uma propriedade em Terenos (MS) aos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois e, ao mesmo tempo, ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato Grosso do Sul.

Os documentos assinados por Tereza foram entregues pelos delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento ao acordo de delação premiada fechada em maio entre os executivos da empresa com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Tereza foi secretária do agronegócio do então governador André Puccinelli (MDB-MS) de 2007 a 2014, que foi preso em julho pela Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal sob acusação de corrupção.

A política de incentivos fiscais do governo estadual está no centro da delação premiada fechada pela JBS com a PGR no ano passado no capítulo que tratou da corrupção em Mato Grosso do Sul.

De acordo com as investigações, Wesley e Joesley atribuíram ao então diretor tributário do grupo JBS, Valdir Aparecido Boni, a tarefa de negociar a propina ao longo dos anos com três governadores: Puccinelli, Zeca do PT e Reinaldo Azambuja, do PSDB.

Em um período de 13 anos, até 2016, teriam sido pagos R$ 150 milhões em propina.

É Boni quem firma, pela JBS, os documentos que tiveram a assinatura de Tereza e foi ele quem entregou as cópias dos papéis no seu acordo de delação.

Ouvido pela PGR em maio de 2017, Boni não foi indagado sobre o papel de Tereza e de outros secretários estaduais nos acordos de crédito. O depoimento se resumiu a poucos minutos sobre Mato Grosso do Sul.

Segundo os delatores da JBS, o esquema funcionou da seguinte maneira durante o governo Puccinelli: a legislação permitia que o governo concedesse incentivos fiscais para empresas que queriam construir ou ampliar fábricas; a JBS conseguia do governo o acordo para obtenção do crédito e, em contrapartida, acertava com o operador de Puccinelli, Ivanildo Miranda, o pagamento de propina que oscilava de 20% a 30% do valor obtido com os créditos.

Os pagamentos ocorriam em espécie ou por meio de depósitos para diversas empresas agropecuárias.

Em abril de 2017, uma auditoria feita pela CGU (Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União) em planilhas apreendidas pela PF na casa de um alto servidor do governo de Mato Grosso do Sul durante a Operação Lama Asfáltica apontou uma correlação entre os benefícios obtidos pela JBS na área tributária e os valores anotados como pagamentos, à proporção de 20%.

Em depoimento à PF, Miranda reconheceu que entregou diversos valores nas mãos do governador.

Em julho de 2012, por exemplo, ele buscou em Barueri (SP) “o total de R$ 10 milhões, em espécie”, que foi entregue em caixas de isopor “diretamente a André Puccinelli, em sua casa”.

O ex-governador está preso preventivamente desde julho por decisão da Justiça Federal.

Em uma primeira etapa, Boni entregou à PGR as cópias de cinco Tares (Termos de Acordo de Benefícios Fiscais), que, segundo ele, estavam vinculados aos pagamentos de propina.

Em agosto, Boni complementou a delação com três aditivos assinados por Tereza no apagar das luzes do governo Puccinelli, em dezembro de 2013. Boni assinou os documentos pela empresa Seara, que havia sido adquirida pela JBS naquele ano.

Sete meses depois, Tereza recebeu doação eleitoral da JBS no valor de R$ 103 mil para sua primeira campanha a deputada federal.

O negócio particular entre Tereza e os Batista foi fechado nos anos de 2011 e 2012. A relação foi tumultuada, e hoje a JBS cobra de Tereza na Justiça um total de R$ 14 milhões, em valores atualizados.

As tratativas começaram em 2009, quando Tereza aparece como avalista da sua mãe, Maria Manoelita Alves Lima Correa da Costa. Dois anos depois da morte de Manoelita, em 2010, a deputada assinou contrato com a JBS na condição de inventariante.  

O negócio foi noticiado pela primeira vez em 2017 pelo site O Jacaré, de Campo Grande.

Em entrevista no dia 8 deste mês, em Brasília, indagada sobre a parceria com a JBS, Tereza procurou minimizar sua participação, dizendo ter “uma propriedade, um condomínio” com seus irmãos, que era apenas “inventariante” e que a família “arrenda um confinamento […] há muitos anos”.

Os documentos que integram o processo que hoje corre em segredo de Justiça em Campo Grande indicam, porém, que ela não se limitou a uma atuação burocrática. Além de ter sido inventariante, Tereza fechou a parceria pessoalmente com Joesley e assinou documentos como a responsável principal pela negociação.

Conforme petição anexada aos autos pelos próprios advogados da deputada, “esse negócio foi ajustado no segundo semestre de 2010 entre a embargante [Tereza] e o sr. Joesley Mendonça Batista, diretor-presidente da embargada (conforme consta da procuração e dos atos constitutivos)”.

O processo inclui pelo menos dois documentos assinados pela deputada com firma reconhecida em cartório.

O primeiro é o contrato de arrendamento fechado entre Tereza, na condição de inventariante do espólio de sua mãe, e a JBS Confinamento, no dia 16 de novembro de 2012.

  1. Jair Bolsonaro - presidente eleito Por esse acordo, a JBS pagaria à família de Tereza R$ 612 mil por ano de atividade mais um custo operacional no valor de R$ 0,30 por cabeça de gado a cada 85 dias. O projeto pretendia criar 12 mil cabeças.

Em 2 de outubro de 2013, Tereza voltou a assinar documentos, agora um aditivo ao contrato original, no qual são feitas correções de valores.

Em outra petição no processo, a defesa da deputada disse que o negócio foi “ótima conveniência” para a JBS, “que assumia o frigorífico antes operado pelo Bertin em Terenos (MS) e precisava de um confinamento de bois para suprir as lacunas em sua escala de abates”.

Em petição, a J&F Investimentos, do grupo JBS, explicou que o resultado da parceria “seria usado como fomento para a criação de gado ou das outras atividades empresariais da família” de Tereza.

Em novembro de 2013, a J&F entrou na Justiça para cobrar de Tereza o pagamento de três dívidas contraídas por sua mãe em 2009. Corrigidos, R$ 3,6 milhões originais somam R$ 14 milhões.

Segundo o advogado de Tereza, a mãe da deputada contraiu dívidas com o banco JBS para realização de obras para confinamento do gado. A dívida, segundo o advogado, seria quitada conforme a JBS fosse pagando o aluguel da fazenda.

Ainda segundo o advogado, a JBS atrasou, no entanto, a programação para confinamento. Sem receber, a mãe de Tereza não pagou a dívida.

Em junho deste ano, a J&F e Tereza decidiram suspender por 90 dias a disputa judicial em busca de uma saída negociada para o impasse. Sem acordo, a suspensão está sendo prorrogada desde agosto.

OUTRO LADO

O advogado da deputada, Dorvil Afonso Vilela Neto, afirmou à Folha que os aditivos aos termos de concessão de créditos tributários eram “fatos determinantes para o aumento de investimento nas unidades da Seara no estado, ainda carente da industrialização e empregos”.

Segundo o advogado, o ato “fundamentou-se na legislação do estado, e os processos administrativos para tanto foram analisados pelos setores técnicos” da pasta e “também da Secretaria de Fazenda, sendo que esta última tem competência exclusiva para tratar de ICMS, sem nenhuma intervenção da secretária à época”.

Ele disse ainda que, na época dos acordos que deram origem aos aditivos, a Seara ainda não pertencia à JBS. 

Procurada, a JBS preferiu não se manifestar.

Sobre o acordo assinado por Tereza com a JBS para a parceria na criação de gado, o advogado disse que foi a renovação do iniciado pela mãe. O advogado afirmou ainda que “não há impedimento legal ou moral” para o ato.

“Não há vinculação nenhuma com a atividade de secretária estadual”, disse o advogado de Tereza Cristina.

Na contestação da dívida cobrada pela JBS, a defesa afirmou que “não decorre de um voluntário inadimplemento da embargante, mas sim do abuso de confiança e da falta de boa-fé do grupo JBS no trato feito, que, agora, exige aquilo que lhe convém, como se fosse um credor injustiçado”.

O advogado disse que, “com o falecimento da mãe e o cargo de inventariante, ela precisou negociar o pagamento dos títulos de crédito pendentes do espólio”. Segundo ele, esse é um “exercício regular de sua obrigação como representante do espólio”.

Os dois ex-governadores acusados pela JBS, Zeca e Puccinelli, já negaram, em diferentes oportunidades, quaisquer irregularidades. 

No mês passado, Azambuja foi reeleito. Ele também nega as acusações dos delatores.


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Fernandes

Parceira da JBS, ministra de Bolsonaro deu incentivos fiscais à empresa em MS Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual. Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual

Fernandes

Chora não marcos hétero GOY de Camaragibe FASCISTA POBRE.

marcos

Chora não mortadela fascista

Fernandes

Em tempo de FASCISMO declarado, não tenha medo de se declarar ANTIFASCISTA



18/11


2018

Já se vê que Bolsonaro faz o que se pode esperar dele

A ruptura do acordo com Cuba não foi motivada pelo governo Temer

Janio de Freitas – Folha de S.Paulo

O governo Bolsonaro já começou. Para o mundo, foi assim reconhecido quando o Egito cancelou a visita de um ministro brasileiro, não em represália ao governo Temer, mas à hostilidade de Bolsonaro ao mundo muçulmano.

No plano interno, a ruptura do acordo com Cuba e com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), para médicos cubanos suprirem a carência médica pelo Brasil afora, não foi motivada pelo governo Temer. Deu-se por exigências de Bolsonaro contrárias à continuidade do convênio e hostis a Cuba e à Opas.

Por esses primeiros passos de governante, já se vê que Bolsonaro tem uma qualidade: não decepciona. Faz o que se pode esperar dele. No caso, para autenticidade ainda maior, foi uma providência que castiga "o lombo" (no dizer de Bolsonaro) dos mais necessitados. 

 São os 24 milhões que contam com médicos cubanos. Entre eles, as populações de numerosos municípios que dispuseram de um médico pela primeira vez. Não o terão por muito tempo.

Se há em torno de 2.000 vagas no Mais Médicos, que jamais conseguiu contratar o esperado número de brasileiros, é vazio o anúncio de concurso para 9.000 substitutos dos médicos cubanos. 

A única possibilidade estaria em aumento substancial dos quase R$ 12 mil de salário, o que não entra no orçamento de 2019 nem na cabeça de Paulo Guedes. 

E a saúde pública não figurou na campanha de Bolsonaro, como não há conhecedores da área no pessoal que faz a alegada montagem de um governo.

O aumento é outro. Substancial, sim, 16% para os juízes. Dele beneficiário, assim como sua filha, o ministro Luiz Fux espera que Temer o assine, em vez do veto por muitos cobrado, para afinal dar fim ao auxílio-moradia também dos juízes. Ou, sem o aumento, nada extinguirá. Se as aparências não traem, há uma imoralidade imortal nesse dá cá, toma lá. Outra vez, sem que se possa falar em decepção.

Com moradia própria e recebedor do auxílio para aluguel, Sergio Moro perde isso que não é só privilégio e não receberá o aumento que é. Antecipou, de janeiro para amanhã, a troca de poderes para tê-los maiores e sobre mais gente. A antecipação explicada: "Houve quem reclamasse que eu (...) não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo", mesmo em férias. 

A suscetibilidade a uma crítica fica mais interessante se lembrado que Moro estava sob avaliação do Conselho Nacional de Justiça, pela divulgação, seis dias antes das eleições, de um velho depoimento de Antonio Palloci prejudicial a Fernando Haddad.

Há a expectativa de que Moro venha a ter cedo, no Ministério da Justiça, papel semelhante ao que adotou na Lava Jato. Por ora, está só com o ministro Luís Roberto Barroso o exame do uso empresarial das redes sociais na campanha, em favor de Bolsonaro.

O assunto é grave, não só por causa de Bolsonaro. As respostas artificiosas dos aplicativos a Barroso sugerem a existência de problemas. E WhatsApp, Facebook, Google, Twitter e Instagram já se envolvem com tentativa de obstrução da Justiça, levando Barroso a exigir respostas sérias.

Se o ministro do Supremo e do Superior Eleitoral der ao caso a importância comprovada nos EUA, é provável que a Polícia Federal entre nas investigações. Sob a orientação ministerial de Moro. O risco de decepção poderia ser apenas com Barroso.


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Comentários

Fernandes

O Brasil cheio de problemas e o Burronaro preocupado em combater a ditadura cubana que esta a frente do Brasil no IDH.

Fernandes

MISERICÓRDIA. CHANCELER INDICADO POR BOLSONARO JUMENTO TEM GRAVES DISTÚRBIOS MENTAIS.

Fernandes

AGORA É ESPERAR OS MÉDICOS QUE SERÃO FORMADOS PELA FACULDADE DA IGREJA UNIVERSAL .

Fernandes

Chora não marcos hétero GOY POBRE ABDUZIDO de Camaragibe, . Vai estudar na cartilha Hétero GOY do PSL e daqui quatro anos tu vota no 17.

marcos

Chora não kit gay, isso tudo ainda é ressaca da Lapada eleitoral. Vai estudar na cartilha gay do PT e daqui quatro anos tu vota no 17.



18/11


2018

Haja dinheiro suísso

O antigo presidente nacional do PSDB, Eduardo Azeredo, está preso por envolvimento no Mensalão tucano. Paulo Preto, engenheiro de destaque em governos tucanos, é investigado na Suíça. Surge agora outra investigação, na Suíça, de uma movimentação equivalente a R$ 43 milhões. O nome dos envolvidos não foi divulgado. A origem dos recursos, informam os suíços, é uma campanha presidencial tucana.

Muda o partido, mudam as alianças, há gente que passa o tempo falando da corrupção (dos adversários), mas é impressionante: sai uma minhoca a cada enxadada. Como diria o sábio Sílvio Santos, quem procura acha.


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