ArcoVerde

08/11


2018

PE confirma 4,9 mil casos de dengue

Pernambuco registrou um aumento de 22,8% das notificações de dengue, segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado. Dentre 19.748 casos suspeitos, do dia 31 de dezembro de 2017 até o último sábado, foram confirmados 4.946 casos da doença e descartados 8.080. Os outros seguem em investigação. Em relação à chikungunya, houve 496 confirmações de casos da doença em Pernambuco, 42,2% a mais do que em 2017.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Como se chama o povo que vota contra os seus próprios direitos trabalhistas e previdenciários?

Fernandes

O ministro do presibosta, roubou mas pediu desculpas. Disse Sérgio Moro.

Fernandes

Daqui 30 anos vão dizer que o PT quebrou o Brasil..... Mas o PT ajudou a quebrar os estados unidos ao não permitir a implantação da Alca...

Fernandes

Engraçado, né? Dizem que o PT quebrou o país... Mas pra dar aumento pro STF não está quebrado não, né?

Fernandes

PARA VOCÊ QUE TRABALHA COM CARTEIRA ASSINADA, E VOTOU NO COISO . QUANDO TEU PATRÃO TE FERRAR PROCURE O TEU BISPO MAIS PERTO


Asfaltos

Confira os últimos posts



18/11


2018

A reunião da irresponsabilidade fiscal

Bolsonaro fala em 'regeneração moral' e governadores eleitos armam superpedalada

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

No mesmo dia em que anunciou um "momento de regeneração", Jair Bolsonaro foi a uma esquisita reunião de governadores eleitos copatrocinada pelo paulista João Doria. Nada havia sido combinado com sua equipe. O que muitos governadores querem é suspender as exigências e os efeitos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Uma legítima superpedalada, capaz de superar os çábios da "contabilidade criativa" que custou a Presidência a Dilma Rousseff.

Como o presidente eleito ainda não desceu do palanque, fez brincadeira com a sua presença no conclave: "O que eles querem, eu também quero, dinheiro". Antes fosse, o que eles querem é atropelar a lei que obriga os estados a limitar em 60% o comprometimento das receitas com o pagamento de despesas de pessoal.

O Rio está com um comprometimento de 70%. Mato Grosso do Sul 76% e o Rio Grande do Sul, 69%. Isso para não falar no campeão Minas Gerais, com 79%. Ao todo, são 14 os estados que ofenderam a LRF, mas nove governos comportaram-se como deviam.

Os governadores querem mais dez anos de prazo para cumprir uma lei de 2000 e prometem um conjunto de medidas para buscar o equilíbrio financeiro. Velha conversa, como a do Supremo Tribunal Federal, que quer o aumento para já, prometendo o fim dos penduricalhos dos juízes para depois. Ademais, dentro de dez anos os governadores serão outros.

Bolsonaro deveria ter desarmado a cilada da reunião, expondo a irracionalidade do pleito. Doria, que governará o estado que exibe melhor desempenho (54% de comprometimento, graças a Geraldo Alckmin), poderia ter evitado a ribalta.

Para quem temia que depois da eleição viesse mais do mesmo, ressurge a maldição do príncipe de Salinas no romance "O Leopardo": "Depois será diferente, porém pior".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/11


2018

Ministra de Bolsonaro: ações ligadas a Joesley e Wesley

Parceira da JBS, ministra de Bolsonaro deu incentivos fiscais à empresa em MS

Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual

Rubens Valente e Catia Seabra – Folha de S.Paulo

futura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro (PSL), Tereza Cristina (DEM-MS), concedeu incentivos fiscais ao grupo JBS na mesma época em que manteve uma “parceria pecuária” com a empresa.

A deputada arrendava uma propriedade em Terenos (MS) aos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois e, ao mesmo tempo, ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato Grosso do Sul.

Os documentos assinados por Tereza foram entregues pelos delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento ao acordo de delação premiada fechada em maio entre os executivos da empresa com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Tereza foi secretária do agronegócio do então governador André Puccinelli (MDB-MS) de 2007 a 2014, que foi preso em julho pela Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal sob acusação de corrupção.

A política de incentivos fiscais do governo estadual está no centro da delação premiada fechada pela JBS com a PGR no ano passado no capítulo que tratou da corrupção em Mato Grosso do Sul.

De acordo com as investigações, Wesley e Joesley atribuíram ao então diretor tributário do grupo JBS, Valdir Aparecido Boni, a tarefa de negociar a propina ao longo dos anos com três governadores: Puccinelli, Zeca do PT e Reinaldo Azambuja, do PSDB.

Em um período de 13 anos, até 2016, teriam sido pagos R$ 150 milhões em propina.

É Boni quem firma, pela JBS, os documentos que tiveram a assinatura de Tereza e foi ele quem entregou as cópias dos papéis no seu acordo de delação.

Ouvido pela PGR em maio de 2017, Boni não foi indagado sobre o papel de Tereza e de outros secretários estaduais nos acordos de crédito. O depoimento se resumiu a poucos minutos sobre Mato Grosso do Sul.

Segundo os delatores da JBS, o esquema funcionou da seguinte maneira durante o governo Puccinelli: a legislação permitia que o governo concedesse incentivos fiscais para empresas que queriam construir ou ampliar fábricas; a JBS conseguia do governo o acordo para obtenção do crédito e, em contrapartida, acertava com o operador de Puccinelli, Ivanildo Miranda, o pagamento de propina que oscilava de 20% a 30% do valor obtido com os créditos.

Os pagamentos ocorriam em espécie ou por meio de depósitos para diversas empresas agropecuárias.

Em abril de 2017, uma auditoria feita pela CGU (Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União) em planilhas apreendidas pela PF na casa de um alto servidor do governo de Mato Grosso do Sul durante a Operação Lama Asfáltica apontou uma correlação entre os benefícios obtidos pela JBS na área tributária e os valores anotados como pagamentos, à proporção de 20%.

Em depoimento à PF, Miranda reconheceu que entregou diversos valores nas mãos do governador.

Em julho de 2012, por exemplo, ele buscou em Barueri (SP) “o total de R$ 10 milhões, em espécie”, que foi entregue em caixas de isopor “diretamente a André Puccinelli, em sua casa”.

O ex-governador está preso preventivamente desde julho por decisão da Justiça Federal.

Em uma primeira etapa, Boni entregou à PGR as cópias de cinco Tares (Termos de Acordo de Benefícios Fiscais), que, segundo ele, estavam vinculados aos pagamentos de propina.

Em agosto, Boni complementou a delação com três aditivos assinados por Tereza no apagar das luzes do governo Puccinelli, em dezembro de 2013. Boni assinou os documentos pela empresa Seara, que havia sido adquirida pela JBS naquele ano.

Sete meses depois, Tereza recebeu doação eleitoral da JBS no valor de R$ 103 mil para sua primeira campanha a deputada federal.

O negócio particular entre Tereza e os Batista foi fechado nos anos de 2011 e 2012. A relação foi tumultuada, e hoje a JBS cobra de Tereza na Justiça um total de R$ 14 milhões, em valores atualizados.

As tratativas começaram em 2009, quando Tereza aparece como avalista da sua mãe, Maria Manoelita Alves Lima Correa da Costa. Dois anos depois da morte de Manoelita, em 2010, a deputada assinou contrato com a JBS na condição de inventariante.  

O negócio foi noticiado pela primeira vez em 2017 pelo site O Jacaré, de Campo Grande.

Em entrevista no dia 8 deste mês, em Brasília, indagada sobre a parceria com a JBS, Tereza procurou minimizar sua participação, dizendo ter “uma propriedade, um condomínio” com seus irmãos, que era apenas “inventariante” e que a família “arrenda um confinamento […] há muitos anos”.

Os documentos que integram o processo que hoje corre em segredo de Justiça em Campo Grande indicam, porém, que ela não se limitou a uma atuação burocrática. Além de ter sido inventariante, Tereza fechou a parceria pessoalmente com Joesley e assinou documentos como a responsável principal pela negociação.

Conforme petição anexada aos autos pelos próprios advogados da deputada, “esse negócio foi ajustado no segundo semestre de 2010 entre a embargante [Tereza] e o sr. Joesley Mendonça Batista, diretor-presidente da embargada (conforme consta da procuração e dos atos constitutivos)”.

O processo inclui pelo menos dois documentos assinados pela deputada com firma reconhecida em cartório.

O primeiro é o contrato de arrendamento fechado entre Tereza, na condição de inventariante do espólio de sua mãe, e a JBS Confinamento, no dia 16 de novembro de 2012.

  1. Jair Bolsonaro - presidente eleito Por esse acordo, a JBS pagaria à família de Tereza R$ 612 mil por ano de atividade mais um custo operacional no valor de R$ 0,30 por cabeça de gado a cada 85 dias. O projeto pretendia criar 12 mil cabeças.

Em 2 de outubro de 2013, Tereza voltou a assinar documentos, agora um aditivo ao contrato original, no qual são feitas correções de valores.

Em outra petição no processo, a defesa da deputada disse que o negócio foi “ótima conveniência” para a JBS, “que assumia o frigorífico antes operado pelo Bertin em Terenos (MS) e precisava de um confinamento de bois para suprir as lacunas em sua escala de abates”.

Em petição, a J&F Investimentos, do grupo JBS, explicou que o resultado da parceria “seria usado como fomento para a criação de gado ou das outras atividades empresariais da família” de Tereza.

Em novembro de 2013, a J&F entrou na Justiça para cobrar de Tereza o pagamento de três dívidas contraídas por sua mãe em 2009. Corrigidos, R$ 3,6 milhões originais somam R$ 14 milhões.

Segundo o advogado de Tereza, a mãe da deputada contraiu dívidas com o banco JBS para realização de obras para confinamento do gado. A dívida, segundo o advogado, seria quitada conforme a JBS fosse pagando o aluguel da fazenda.

Ainda segundo o advogado, a JBS atrasou, no entanto, a programação para confinamento. Sem receber, a mãe de Tereza não pagou a dívida.

Em junho deste ano, a J&F e Tereza decidiram suspender por 90 dias a disputa judicial em busca de uma saída negociada para o impasse. Sem acordo, a suspensão está sendo prorrogada desde agosto.

OUTRO LADO

O advogado da deputada, Dorvil Afonso Vilela Neto, afirmou à Folha que os aditivos aos termos de concessão de créditos tributários eram “fatos determinantes para o aumento de investimento nas unidades da Seara no estado, ainda carente da industrialização e empregos”.

Segundo o advogado, o ato “fundamentou-se na legislação do estado, e os processos administrativos para tanto foram analisados pelos setores técnicos” da pasta e “também da Secretaria de Fazenda, sendo que esta última tem competência exclusiva para tratar de ICMS, sem nenhuma intervenção da secretária à época”.

Ele disse ainda que, na época dos acordos que deram origem aos aditivos, a Seara ainda não pertencia à JBS. 

Procurada, a JBS preferiu não se manifestar.

Sobre o acordo assinado por Tereza com a JBS para a parceria na criação de gado, o advogado disse que foi a renovação do iniciado pela mãe. O advogado afirmou ainda que “não há impedimento legal ou moral” para o ato.

“Não há vinculação nenhuma com a atividade de secretária estadual”, disse o advogado de Tereza Cristina.

Na contestação da dívida cobrada pela JBS, a defesa afirmou que “não decorre de um voluntário inadimplemento da embargante, mas sim do abuso de confiança e da falta de boa-fé do grupo JBS no trato feito, que, agora, exige aquilo que lhe convém, como se fosse um credor injustiçado”.

O advogado disse que, “com o falecimento da mãe e o cargo de inventariante, ela precisou negociar o pagamento dos títulos de crédito pendentes do espólio”. Segundo ele, esse é um “exercício regular de sua obrigação como representante do espólio”.

Os dois ex-governadores acusados pela JBS, Zeca e Puccinelli, já negaram, em diferentes oportunidades, quaisquer irregularidades. 

No mês passado, Azambuja foi reeleito. Ele também nega as acusações dos delatores.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Em tempo de FASCISMO declarado, não tenha medo de se declarar ANTIFASCISTA



18/11


2018

Já se vê que Bolsonaro faz o que se pode esperar dele

A ruptura do acordo com Cuba não foi motivada pelo governo Temer

Janio de Freitas – Folha de S.Paulo

O governo Bolsonaro já começou. Para o mundo, foi assim reconhecido quando o Egito cancelou a visita de um ministro brasileiro, não em represália ao governo Temer, mas à hostilidade de Bolsonaro ao mundo muçulmano.

No plano interno, a ruptura do acordo com Cuba e com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), para médicos cubanos suprirem a carência médica pelo Brasil afora, não foi motivada pelo governo Temer. Deu-se por exigências de Bolsonaro contrárias à continuidade do convênio e hostis a Cuba e à Opas.

Por esses primeiros passos de governante, já se vê que Bolsonaro tem uma qualidade: não decepciona. Faz o que se pode esperar dele. No caso, para autenticidade ainda maior, foi uma providência que castiga "o lombo" (no dizer de Bolsonaro) dos mais necessitados. 

 São os 24 milhões que contam com médicos cubanos. Entre eles, as populações de numerosos municípios que dispuseram de um médico pela primeira vez. Não o terão por muito tempo.

Se há em torno de 2.000 vagas no Mais Médicos, que jamais conseguiu contratar o esperado número de brasileiros, é vazio o anúncio de concurso para 9.000 substitutos dos médicos cubanos. 

A única possibilidade estaria em aumento substancial dos quase R$ 12 mil de salário, o que não entra no orçamento de 2019 nem na cabeça de Paulo Guedes. 

E a saúde pública não figurou na campanha de Bolsonaro, como não há conhecedores da área no pessoal que faz a alegada montagem de um governo.

O aumento é outro. Substancial, sim, 16% para os juízes. Dele beneficiário, assim como sua filha, o ministro Luiz Fux espera que Temer o assine, em vez do veto por muitos cobrado, para afinal dar fim ao auxílio-moradia também dos juízes. Ou, sem o aumento, nada extinguirá. Se as aparências não traem, há uma imoralidade imortal nesse dá cá, toma lá. Outra vez, sem que se possa falar em decepção.

Com moradia própria e recebedor do auxílio para aluguel, Sergio Moro perde isso que não é só privilégio e não receberá o aumento que é. Antecipou, de janeiro para amanhã, a troca de poderes para tê-los maiores e sobre mais gente. A antecipação explicada: "Houve quem reclamasse que eu (...) não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo", mesmo em férias. 

A suscetibilidade a uma crítica fica mais interessante se lembrado que Moro estava sob avaliação do Conselho Nacional de Justiça, pela divulgação, seis dias antes das eleições, de um velho depoimento de Antonio Palloci prejudicial a Fernando Haddad.

Há a expectativa de que Moro venha a ter cedo, no Ministério da Justiça, papel semelhante ao que adotou na Lava Jato. Por ora, está só com o ministro Luís Roberto Barroso o exame do uso empresarial das redes sociais na campanha, em favor de Bolsonaro.

O assunto é grave, não só por causa de Bolsonaro. As respostas artificiosas dos aplicativos a Barroso sugerem a existência de problemas. E WhatsApp, Facebook, Google, Twitter e Instagram já se envolvem com tentativa de obstrução da Justiça, levando Barroso a exigir respostas sérias.

Se o ministro do Supremo e do Superior Eleitoral der ao caso a importância comprovada nos EUA, é provável que a Polícia Federal entre nas investigações. Sob a orientação ministerial de Moro. O risco de decepção poderia ser apenas com Barroso.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Até pouco tempo, Bolsonaro Jumento dizia que os médicos cubanos eram guerrilheiros disfarçados infiltrados aqui. De repente, viraram trabalhadores oprimidos pela ditadura de Cuba.

Fernandes

Em tempo de FASCISMO declarado, não tenha medo de se declarar ANTIFASCISTA.

Fernandes

Eleição SEM debates. Educação SEM professores. Saúde SEM médicos. Democracia SEM imprensa. Relações Exteriores SEM relações. Ministro da justiça SEM OAB. Supremo SEM coragem. Ministro SEM honestidade. Capitão Bolsonaro Jumento SEM sanidade. País SEM Governo. Povo SEM memória.

Fernandes

Médico cubano: R$ 4.000,00 e é chamado de ESCRAVO. Brasileiro: R$ 954,00. Como é que eu chamo. Fala Bolsonaro Jumento ??

Fernandes

Bolsonaro Jumento diz que cubanos ganhando um salário de 3 mil é ser escravo que dia ele vai libertar os escravos brasileiro do salário mínimo?



18/11


2018

Haja dinheiro suísso

O antigo presidente nacional do PSDB, Eduardo Azeredo, está preso por envolvimento no Mensalão tucano. Paulo Preto, engenheiro de destaque em governos tucanos, é investigado na Suíça. Surge agora outra investigação, na Suíça, de uma movimentação equivalente a R$ 43 milhões. O nome dos envolvidos não foi divulgado. A origem dos recursos, informam os suíços, é uma campanha presidencial tucana.

Muda o partido, mudam as alianças, há gente que passa o tempo falando da corrupção (dos adversários), mas é impressionante: sai uma minhoca a cada enxadada. Como diria o sábio Sílvio Santos, quem procura acha.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/11


2018

PEC da bengala

Ministros do STF sinalizam reação à antecipação de aposentadoria pregada por bolsonaristas

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

A movimentação de membros da bancada bolsonarista na Câmara para revogar a medida que adiou a idade de aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo de 70 para 75 anos foi classificada por integrantes da corte como um tiro no pé. Mesmo que o Congresso aprove a revisão da chamada PEC da bengala, titulares do STF alardeiam desde já o entendimento de que a mudança só se aplicaria aos próximos indicados, e não aos que já compõem o colegiado.

A resistência do Supremo a uma mudança nas regras de aposentadoria de seus ministros tem o amparo de magistrados do STJ. Esse grupo diz que os bolsonaristas precisam entender que a revogação da PEC da bengala teria efeito no funcionalismo dos estadose criaria uma barafunda normativa.

Dois ministros do Superior Tribunal de Justiça dizem que a revogação da PEC sem um regra de transição que garanta direito adquirido aos magistrados que já completaram 70 anos seria inconstitucional.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/11


2018

O sargento general

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

Dança ministerial - Nos próximos dias Bolsonaro concluirá sua dança ministerial. Anunciou fusões, desistiu, juntou abacaxi com banana e terminará cumprindo a sua promessa de redução do número de pastas.

Feito o serviço do primeiro escalão, começará o remanejamento de setores administrativos. Nessa altura, vale a pena lembrar uma história ocorrida com um oficial do Exército.

Como capitão, ele serviu num quartel que tinha a forma de um quadrilátero. Voltou a ele como general e, surpreendido, comentou com um velho sargento:

— Fico feliz em ver que a barbearia continua no mesmo lugar.

O sargento esclareceu:

— General, a barbearia mudou tanto de lugar que deu a volta.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/11


2018

Bolsonaro inicia guerra nas escolas, diz jornal francês

Da RFI

O jornal Le Monde publica em sua edição de domingo (18) uma extensa reportagem na página 2 a respeito da "cruzada" da extrema direita brasileira contra o sistema educacional, encorajada pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro. Entre outras intenções, o diário diz que o objetivo de Bolsonaro é atenuar as críticas à ditadura.

Logo na capa, o diário francês adverte: "a extrema direita brasileira, convencida de que a escola é assombrada pelo comunismo e pela apologia de comportamentos desenfreados, está apoiando um projeto de lei que visa obrigar os professores à neutralidade e ao respeito às convicções do aluno, de seus pais ou responsáveis", explica Le Monde. Assim, os professores estariam impedidos de contradizer as famílias a respeito de temas como educação moral, sexual e religiosa. "E Bolsonaro ainda quer que os alunos possam filmar seus professores para denunciá-los", acrescenta.

Le Monde descreve uma cena que já se tornou comum entre os apoiadores de Bolsonaro. Em pleno Congresso, o deputado e ex-policial Eder Mauro fez sinal que iria metralhar deputados da oposição que pediam respeito aos professores no plenário da Casa. O tumulto aconteceu durante a apresentação do projeto "escola sem partido", no dia 13 de novembro. Fomentada pela extrema direita e o lobby evangélico, o texto, rebatizado de "lei da mordaça" pela oposição, é baseado na ideia de que haveria hoje escolas dominadas pelo comunismo, ensinando valores depravados e divulgando a "teoria de gênero".

Socialismo escolar

O jornal destaca que para "lutar contra o socialismo escolar", o texto pretende tirar toda a legitimidade dos professores e das escolas em contradizer as famílias no tema da educação moral, sexual e religiosa. Le Monde destaca que o texto é vago e abre o caminho para todos os excessos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Bolsonaro jumento !!!


bm4 Marketing 3

18/11


2018

Ministra deu incentivos fiscais à empresa em MS

Marceira da JBS, ministra de Bolsonaro deu incentivos fiscais à empresa em MS

Tereza Cristina arrendou terras ao grupo dos irmãos Batista enquanto comandava secretaria estadual

Rubens Valente e Catia Seabra – Folha de S.Paulo

futura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro (PSL), Tereza Cristina (DEM-MS), concedeu incentivos fiscais ao grupo JBS na mesma época em que manteve uma “parceria pecuária” com a empresa. A deputada arrendava uma propriedade em Terenos (MS) aos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois e, ao mesmo tempo, ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato Grosso do Sul.

Os documentos assinados por Tereza foram entregues pelos delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento ao acordo de delação premiada fechada em maio entre os executivos da empresa com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Tereza foi secretária do agronegócio do então governador André Puccinelli (MDB-MS) de 2007 a 2014, que foi preso em julho pela Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal sob acusação de corrupção.

A política de incentivos fiscais do governo estadual está no centro da delação premiada fechada pela JBS com a PGR no ano passado no capítulo que tratou da corrupção em Mato Grosso do Sul.

De acordo com as investigações, Wesley e Joesley atribuíram ao então diretor tributário do grupo JBS, Valdir Aparecido Boni, a tarefa de negociar a propina ao longo dos anos com três governadores: Puccinelli, Zeca do PT e Reinaldo Azambuja, do PSDB. Em um período de 13 anos, até 2016, teriam sido pagos R$ 150 milhões em propina.

Leia matéria na íntegra clicando ao lado: Parceira da JBS, ministra de Bolsonaro deu incentivos fiscais à ...


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/11


2018

Bolsonaro tem margem de manobra na economia

... segundo oposicionistas

Helena Chagas 

O governo Bolsonaro concluiu a montagem do núcleo da equipe econômica que será chefiada pelo economista Paulo Guedes e, diferentemente do que ocorre nas outras áreas, está recebendo crédito até mesmo de economistas de outras tendências. Ainda que não concordem com o que parece que será feito, dois importantes formuladores econômicos da oposição, gente com tinturas de centro-esquerda, acreditam que Jair Bolsonaro terá, sim, sua margem de manobra na economia nos primeiros meses de governo.

Um deles lembra que o novo presidente recebe o país com inflação controlada, a menor taxa de juros histórica e sem problemas de saldo comercial. É imenso o problema fiscal, mas a lua-de-mel do novo governo com a opinião pública, se bem aproveitada, poderá resultar na aprovação de ao menos uma parte da reforma da Previdência nos primeiros meses de governo. Isso garantiria sua sobrevida com sinais de recuperação econômica e algum crescimento, ainda que discreto.

Se bem aproveitada, frisam essas fontes, já que, em outras áreas, o governo de transição vem produzindo desencontros e até crises – como a retirada dos médicos cubanos que poderá deixar mais de 20 milhões de brasileiros sem assistência médica já nos primeiros dias do governo de Bolsonaro.

Normalmente, é a economia que costuma estragar tudo, com aumento de preços, desemprego, recessão. Desta vez, é possível que o novo governo viva uma situação diferente, e o ponto fraco passe a ser o despreparo na política e na gestão, marcada pela incontinência verbal e por escolhas polêmicas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Bolsonaro Jumento !!!



18/11


2018

As regras do jogo

Carlos Brickmann

Em boa parte dos meios jurídicos, o depoimento de Lula à Justiça não foi bem visto. Com a oportunidade de ver sua defesa divulgada na íntegra para todo o país, teria tido atitude prepotente, ao tentar interrogar a juíza Gabriela Hardt – o que lhe valeu uma resposta dura – e ao pôr em dúvida o tema do julgamento, algo que seus defensores devem ter-lhe informado.

Pode ser – mas o que aconteceu em Curitiba é que Lula não estava nem um pouco interessado em melhorar sua posição como réu. Seu objetivo, e não é de hoje, é político, não jurídico: é reforçar sua imagem de Salvador da Pátria e Defensor Perpétuo dos Pobres, impedido pelos poderosos, que não gostam de misturar-se à plebe nos aeroportos, de voltar à Presidência da República. Para ele, toda a questão jurídica se resume nisso: a Justiça é o instrumento de seus adversários para evitar seu grande retorno, vitorioso no primeiro turno. Lula jamais ganhou eleição presidencial no primeiro turno. Mas, já que não disputou mesmo, que mal faz proclamar a vitória?

O problema é que essa tática beneficia apenas Lula e fere seu partido. Fingir que Lula seria candidato, sabendo que não seria, custou ao PT uma pesada derrota nacional. Se Lula tinha mesmo a força que acha que tem, não precisaria fingir: bastaria dizer que, como a Justiça o perseguia e o impedia de disputar, Haddad seria seu candidato. Mas não buscava a vitória do partido: buscava, e para ele isso era o importante, crescer como lenda.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/11


2018

Defensoria recorre à Justiça por "Mais Médicos"

Josias de Souza

A Defensoria Pública da União (DPU) recorreu à Justiça Federal para tentar manter o Mais Médicos. Ajuizou uma ação civil pública. Nela, pede a manutenção das atuais regras do programa. A ação inclui um pedido de liminar. Alega-se que é preciso evitar que “a população atendida seja prejudicada com a saída abrupta de milhares de médicos sem que a União previamente promova medidas efetivas de modo a repor imediatamente o quantitativo de médicos que estão em vias de deixar o programa.”

A iniciativa surgiu dois dias depois de o governo de Cuba ter anunciado o rompimento unilateral do acordo que assegurava a presença de 8.332 médicos cubanos no Brasil. Foi uma reação de Havana às declarações hostis que Jair Bolsonaro vinha fazendo desde a campanha eleitoral. A defensoria sustenta que qualquer mudança no programa Mais Médicos, “em especial relacionada à não necessidade de submissão ao Revalida, deve estar condicionada à realização de prévio estudo de impacto…”

O Revalida é um teste que os médicos estrangeiros ou brasileiros formados no exterior precisam fazer antes de trabalhar no Brasil. Serve para medir os conhecimentos do profissional, pré-condição para que o diploma seja validado. Bolsonaro declarou que, para permanecer no Brasil, os médicos cubanos teriam, entre outras exigências, de se submeter ao revalida. Algo que o Mais Médicos não exige.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Hora dos médicos patriotas com a camisa da CBF B17 irem para o interior do Brasil salvar vidas.

Fernandes

O incrível caso do governo Bolsonaro jumento que quer retirar direitos trabalhistas, mas quer defender o dos cubanos

Fernandes

Eu não compreendo como o jumento bolsonaro, ignorante e sem cultura pode ser presidente... Isto é uma afronta a lógica e a inteligência!

Fernandes

A pedido de Bolsonaro jumento, Temer corta R$ 77,8 milhões de programas de saúde mental



17/11


2018

AGU: adjunta foi contra golpe; desafeto de Guedes no BNDES

Adjunta de Grace na AGU assinou manifesto contra o golpe de 2016, assim como alguns designam, o processo de impeachmeant, da ex-pesidente Dilma Roussef. Já a gestora escolhida pelo BNDES para fundo de infraestrutura é de desafeto de Guedes

Divulgação | Sinprofaz                                                                                             Leo Pinheiro | Valor

O Globo - Coluna de Lauro Jardim -

Por Guilherme Amado


A despeito de trabalhar no governo Michel Temer, Fabíola Souza Araújo (à direita na foto), adjunta de Grace Mendonça (à esquerda na foto) na AGU, assinou o manifesto de juristas contra o "golpe", em 2016.

Enquanto isso, A JGP, gestora escolhida pelo BNDES para gerir o novo fundo de investimento em projetos de infraestrutura do banco, pertence a um desafeto do futuro ministro. Paulo Guedes deixou a empresa que fundou rompido com o sócio André Jakurski.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Hora dos médicos patriotas com a camisa da CBF B17 irem para o interior do Brasil salvar vidas.

Fernandes

Você que tem um plano de saúde, saiba que logo logo você vai pagar bem mais caro.



17/11


2018

AMB critica retaliação cubana ao Mais Médicos

Em nota divulgada hoje (17), a AMB (Associação Médica Brasileira) alega que o governo brasileiro transferiu "de forma temerária" para Cuba pare da responsabilidade.

Maribel Herrera e Maribel Saborit, médicas cubanas em Melgaço, no PA/Foto: do DCM - Diario do Centro do Mundo

Por: Agência Brasil

 

A Associação Médica Brasileira (AMB) qualificou de retaliação a decisão do governo cubano de romper o acordo firmado com o Brasil no âmbito do Programa Mais Médicos e retirar os intercambistas do país.

No comunicado, a AMB afirma que o programa foi criado a partir de uma premissa equivocada: a de que não havia médicos em número suficiente no Brasil. O que não existe, segundo a entidade, são políticas públicas que atraiam e fixem esses profissionais nos municípios – sobretudo os menores e os mais distantes dos grandes centros.

“O governo brasileiro acabou lançando mão de importação de mão de obra, trazida numa condição análoga à escravidão: obrigada a abrir mão de mais de 70% do que o Brasil desembolsava e alocada independentemente das condições de trabalho existentes”. lembra a Associação Médica.  

Para a AMB, resolver a questão que envolve a oferta de médicos em locais de difícil provimento ou de difícil acesso não é algo a ser feito por meio de ações paliativas. De acordo com a nota, a  solução definitiva passa pela criação de uma carreira médica de Estado.

Os atuais 458.624 profissionais contabilizados no Brasil atualmente são classificados pela entidade como suficientes para atender às demandas da população. “Essa crise será resolvida com os médicos brasileiros”, destacou a AMB. “Não vamos aceitar esta sabotagem com o povo brasileiro”, conclui o comunicado da associação.

Ações emergenciais

O documento sugere ainda como ações emergenciais para a serem adotadas em meio à “crise deflagrada” na saúde a reformulação e reforço do Piso de Atenção Básica; aumento do valor repassado pela União para a atenção básica para que municípios consigam contratar médicos na própria região; mudanças na forma de cálculo, garantindo mais recursos para municípios menores; e reforço do atendimento em áreas indígenas e de difícil acesso.

A AMB propõe também que se aumente o investimento nas Forças Armadas para aproveitar a experiência destas tanto em áreas de difícil acesso quanto em áreas indígenas, levando médicos e toda a infraestrutura de saúde necessária a essas localidades. Para tanto, a União utilizaria os atuais médicos das Forças Armadas, incrementaria o efetivo por concurso e selecionaria também novos médicos oficiais voluntários para atuar de forma temporária.

Outras sugestões são incentivar a adesão de médicos jovens ao Mais Médicos e promover mudanças no edital do programa, que será lançado em breve, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde, criando subsídios e incentivos a profissionais jovens com dívida no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). No período em que estes médicos atuarem no programa, as parcelas do financiamento ficariam suspensas. Além disso, haveria o benefício de descontos no montante geral da dívida, de acordo com o tempo de permanência e o município ou região escolhido (quanto menor o município ou de mais difícil provimento, maiores os descontos).

A Associação Médica Brasileira alerta que é preciso garantir a esses méidicos mesmas condições ofertadas aos cubanos até então: moradia, alimentação e transporte.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Hora dos médicos patriotas com a camisa da CBF B17 irem para o interior do Brasil salvar vidas.

Fernandes

A pedido de Bolsonaro jumento, Temer corta R$ 77,8 milhões de programas de saúde mental

Fernandes

MISSÃO CUMPRIDA Profissionais afirmam concordar com decisão do governo cubano de se retirar do programa Mais Médicos, após declarações do presidente eleito: Bolsonaro jumento não se importa com a saúde do povo.

Fernandes

Eu não compreendo como o jumento bolsonaro, ignorante e sem cultura pode ser presidente... Isto é uma afronta a lógica e a inteligência!

Fernandes

Você que tem um plano de saúde, saiba que logo logo você vai pagar bem mais caro.



17/11


2018

Guedes e não Araújo quem pode tocar comércio exterior

Paulo Guedes deve tocar o comércio exterior brasileiro.

  Foto: Portal Brasil247                                                                                        Personagem de Celulari e Ernesto Araújo | André Mello/Editoria de Arte

O Globo -

Por Ancelmo Gois

 

Quem deve cuidar do comércio exterior é Paulo Guedes, que já defendeu a globalização, e não Ernesto Araújo, o futuro chanceler que parece um daqueles descongelados do passado da novela “O tempo não para”. É que, na verdade, comércio exterior já é função do Ministério da Indústria e Comércio, que será absorvido pelo novo Ministério da Economia na nova configuração.

A ideia de Bolsonaro de manter “relações carnais” com os EUA — como o fez o governo Menem na Argentina — nem sempre é um bom negócio. Veja o caso da China. Este ano, o Brasil deve ter um superávit comercial com a terra de Confúcio de uns US$ 25 bilhões. Já o comércio americano com os chineses é deficitário para os conterrâneos de Trump, também na ordem de uns US$ 25 bilhões — só que por... mês.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


17/11


2018

Aliado decepciona Bolsonaro; equipe desafinada

(Marcelo Camargo/Agência Brasil)                                                                             (Mauro Pimentel/Folhapress)

Veja - Coluna Radar Por Gabriel Mascarenhas e Maurício Lima


O jornalista, Gabriel Mascarenhas,  informa que um dos mais inseparáveis aliados de Bolsonaro até outro dia, Fernando Franceschini desabou no conceito do capitão. O presidente eleito se decepcionou ao saber da conduta do amigo na campanha paranaense.

Já o seu colega e titular da coluna, o jornalista, Maurício Lima, traz a notícia que em breve, Guedes terá desgaste também com o vice, Hamilton Mourão. Numa palestra recente no Instituto Aço Brasil o general declarou, de forma entusiasmada, ser a favor de isenções fiscais para o setor siderúrgico. O futuro ministro é contra tais benesses.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Saem os médicos cubanos e entra a universal com a sessão do descarrego e o travesseiro ungido curando qualquer moléstia.

Fernandes

O Bolsofake promete aumentar os recursos da saúde para contratar médicos brasileiros a fim de suprir a carência com a saída dos médicos cubanos. Só que ele esqueceu que a Emenda const. 95 impõe um corte enorme de gastos na saúde para 2019. Detalhe: Ele votou a favor dessa EC!!!

marcos

Esse nosso presidente é um Mito mesmo.

Fernandes

Bolsonaro ataca Folha e povo deve se informar pelo Whatsapp. Em entrevista ao Jornal Nacional, Bolsonaro disse que a Folha faz Fake New (sem o S mesmo) e que o jornal não receberá verbas federais de anúncios.

Fernandes

Bolsonaro quer acabar com urnas eletrônicas e votação será por WhatsApp. Com ideia fixa de que as urnas eletrônicas são sujeitas a fraude e de que o que está nas mensagens é que é verdade, o candidato Jair Bolsonaro vai adotar o WhatsApp nas eleições.


Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores