ArcoVerde

08/11


2018

Toffoli agradece pelo reajuste ao STF

Presidente do STF, ministro Dias Toffoli, agradeceu ao Congresso a aprovação do reajuste durante evento no STJ, em Brasília. “Em nome do STF, em nome de todo o poder Judiciário, eu gostaria de agradecer ao Congresso Nacional a aprovação deste projeto”, afirmou. Para entrar em vigor, o projeto depende agora da sanção do presidente da República. Até o momento, somente dois ministros, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que declararam à imprensa que são a favor do aumento.


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Fernandes

Luciano Hang, o Dono da Havan Que Gastou 12 Milhões nas Fake News de Bolsonaro no WhatsApp, Deve R$ 168 Milhões ao INSS!!!

marcos

Tchau queridos, acabou.

Fernandes

Nem todo ladrão é burrominion , mas todo burrominion é ladrão.

Fernandes

O presibosta: Morre o ministério do trabalho Parabéns ao trabalhador do salário minimo que gritou mito mito. eu quero e mais.

marcos

Gleisi, Humberto Bosta e Paulo Paim covardemente se escondem na hora da votação do aumento do STF. Canalhas Omissos.


Asfaltos

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13/11


2018

89,4% rejeitam aumento do STF

Segundo o Instituto Paraná, divulgada pelo Antagonista, 89,4% dos brasileiros consideraram injusto o aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A pesquisa mostra também que, para 91,1% dos entrevistados, os senadores deveriam ter esperado que Jair Bolsonaro assumisse o cargo para votar sobre o aumento, diz a revista Veja.


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13/11


2018

General Azevedo será o ministro da Defesa

Jair Bolsonaro, anunciou há pouco, por meio das redes sociais, o nome do general de Exército Fernando Azevedo e Silva para o cargo de ministro da Defesa.  Azevedo foi chefe do Estado Maior do Exército e comandante da Brigada Paraquedista antes de ir para a reserva.

O futuro ministro da Defesa estava desde setembro como assessor do presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Dias Toffoli, sob indicação do Comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas.


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13/11


2018

Mourão versus Villas Boas: quartéis não politizados

Mourão discorda de comandante do Exército e diz que não há risco de politização nos quartéis

Villas Bôas disse que sempre é possível que interesses pessoais venham a penetrar no ambiente militar

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

O general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito na chapa de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), descarta qualquer risco de politização dos quartéis durante o novo governo —a hipótese é admitida pelo atual comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

 

Em entrevista à Folha, Villas Bôas disse que sempre é possível que “interesses pessoais venham a penetrar” no ambiente militar, o que seria um “risco sério”. “Não concordo”, diz Mourão. “As Forças Armadas vão continuar como sempre estiveram”.

As declarações de Villas Bôas incomodaram o STF (Supremo Tribunal Federal). O general disse que o Exército passou por um momento delicado quando a corte votou (e rejeitou) o habeas corpus que evitaria a prisão de Lula.

Na época, o general fez declarações contra a “impunidade”. Agora, diz que sua preocupação era com a “estabilidade” e afirma: “É melhor prevenir do que remediar”. As frases foram entendidas como uma insinuação de que o Exército poderia ter feito algum tipo de intervenção se Lula ficasse solto.

Alguns magistrados trocaram mensagens entre si lembrando a manifestação do decano do tribunal, Celso de Mello, no julgamento do habeas corpus, em que repeliu o pronunciamento do general.

Sem citar Villas Bôas, ele então disse que, em situações graves, “costumam insinuar-se” pronunciamentos “que parecem prenunciar a retomada, de todo inadmissível, de práticas estranhas (e lesivas) à ortodoxia constitucional, típicas de um pretorianismo que cumpre repelir”.

Mello disse ainda que as declarações lembravam a de Floriano Peixoto, no século 19: “Se os juízes concederem habeas corpus aos políticos, eu não sei quem amanhã lhes dará o habeas corpus de que, por sua vez, necessitarão”.


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marcos

Chora não mortadela

Fernandes

Por que Bolsonaro se aposentou do Exército com atestado de insanidade mental, aos 33 anos, e agora pode assumir a presidência do Brasil? Ele ficou curado? Ou o atestado era falso?



13/11


2018

Deputados da bancada da bala quase se agridem

Alberto Fraga (DEM) e Laerte Bessa (PR) quase se agridem por divergência em relação futuro governo do DF

Mariana Haubert, O Estado de S.Paulo

Dois deputados do Distrito Federal bateram boca e quase se agrediram fisicamente durante a sessão plenária da Câmara dos Deputados desta segunda-feira, 12. Alberto Fraga (DEM) criticou a possibilidade de o governador eleito Ibaneis Rocha(MDB) extinguir a Casa Militar. Laerte Bessa (PR) rebateu o colega ao afirmar que ele não tinha moral para falar sobre a questão, chamando-o também de ladrão.

“Se ele insistir com essa ideia maluca, de jumento, ele pode preparar cadeia para todos os oficiais, porque ninguém vai para as ruas, ninguém vai trabalhar. Isso vai mergulhar o Distrito Federal em um caos”, disse Fraga, que é coordenador da chamada bancada da Bala.

O deputado Alberto Fraga, do DEM, empurra o deputado Laerte Bessa (de barba), do MDB, dentro do plenário da Câmara Foto: Dida Sampaio/Estadão

Bessa, que também integra o grupo e já foi aliado de Fraga, foi à tribuna para defender Ibaneis. O deputado será o chefe do Gabinete da Segurança Institucional (GSI) do próximo governo. “Eu queria dizer para esse coronel deputado que ele não tem moral nenhuma para falar de quem quer que seja. Sabe por quê? Porque foi condenado recentemente por corrupção. [...]Estou falando que você é ladrão porque já foi condenado”, afirmou Bessa.


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marcos

Anotei mortadela.

Fernandes

Podem anotar o Brasil irá viver á maior DESGRAÇA de todos os tempos, fome, desemprego, violência!



13/11


2018

DEM se credencia para terceiro ministério de Bolsonaro

Governo eleito tem mais dois potenciais ministros

O governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, ganhou mais dois potenciais ministros. Depois de o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ter sinalizado a escolha do advogado Gustavo Bebianno, ex-presidente do PSL, para a Secretaria-Geral da Presidência, o próprio presidente eleito revelou estar analisando a indicação do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para a pasta da Saúde.Parte superior do formulário

Se confirmado, Mandetta será o terceiro ministro do DEM e comandará um orçamento estimado em R$ 128 bilhões para 2019. Além de Onyx, considerado o “capitão do time” de Bolsonaro, o presidente eleito anunciou na semana passada a escolha da deputada Tereza Cristina (DEM-MS).

Amigo de Onyx, Mandetta, 53 anos, é médico ortopedista, e tornou-se um dos cotados depois de receber apoio de figuras importantes como o governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado. Na segunda-feira, ao falar da possível escolha, já discutida com o superministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente eleito disse que umas das prioridades do novo comandante da Saúde será “economizar dinheiro”.  (O Globo - Amanda Almeida, Daniel Gullino, Eduardo Bresciani, Mateus Coutinho e Luciano Ferreira)


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13/11


2018

Bolsonaro segue nesta semana número de ministérios

Ainda segundo Onyx Lorenzoni, o presidente eleito pretende avançar nesta semana na definição do número de ministérios e nos nomes dos futuros ministros.

G1

Além de Onyx, outros cinco ministros já foram anunciados:


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marcos

Pergunta que não quer calar, Quando Dilma Jumenta será presa?

Fernandes

Por que Bolsonaro se aposentou do Exército com atestado de insanidade mental, aos 33 anos, e agora pode assumir a presidência do Brasil? Ele ficou curado? Ou o atestado era falso?



13/11


2018

Cármen diz que Constituição protege minorias

Estadão Conteúdo

Após afirmar em palestra, nesta segunda-feira, 12, no Rio, que sofre preconceito por ser mulher, a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), acrescentou que as minorias não estão em risco porque acredita que o direito à igualdade previsto na Constituição será respeitado no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

"Eu não tenho posicionamento partidário para me posicionar politicamente. Como juíza e professora de Direito Constitucional, todas as pesquisas, tudo que eu vivo e as pessoas com quem convivo são (comprovam) que há sim preconceito, há direitos conquistados que a gente precisa fazer valer, permanentemente. O que digo é apenas que a Constituição há de ser aplicada", afirmou.

Na conferência, Cármen Lúcia disse não ser "boba" para não saber que há preconceito contra ela. "Há (preconceito) por ser juíza? Sim. Por ter chegado a uma determinada situação? Às vezes, muito mais. Mas eu não sou nem um pouco cega para não ver que em outros lugares em que mulheres que tiveram muito menos oportunidade também houve muito maior preconceito e que, muitas vezes, acontece isso porque as mulheres não reagem, até por conveniência", disse.


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Bm4 Marketing 2

13/11


2018

Otimismo de Levy acende fontes de novo governo

Confirmado nesta segunda (12) para presidir o BNDESJoaquim Levy traçou cenário otimista para a economia brasileira em evento em Washington no início do mês.

Para ele, o novo governo conseguirá recuperar a confiança dos investidores rapidamente com reformas e privatizações.

Em sua exposição, Levy indicou o transporte nas grandes cidades, a exploração de petróleo e gás e os esforços para combater mudanças climáticas como áreas prioritárias para a retomada de investimentos. (Folha)


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13/11


2018

Foi ele que disse

Advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltarão a questionar a imparcialidade de Sergio Moro em memoriais para os ministros do STF.

Apontam contatos que o juiz admite ter mantido com a equipe de Bolsonaro na campanha.  (FSP)


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13/11


2018

Nada de guinada à direita do PSDB, diz Alckmin

Para o tucano, partido é de 'centro, reformista, moderno, liberal em economia'

Marco Rodrigo Almeida - Folha de S.Paulo

Candidato tucano derrotado na eleição presidencial, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin disse que o PSDB não passa por processo de guinada à direita.

"Não há guinada à direita. O PSDB é um partido de centro. É importante para o Brasil ter um partido longe dos extremos. Um partido de centro crítico, reformista, moderno, liberal em economia", disse ele.

No segundo turno das eleições, João Doria, eleito pelo PSDB governador de São Paulo, declarou apoio entusiasmado a JairBolsonaro (PSL), eleito para a Planalto, o que acarretou especulações de que os tucanos adeririam à agenda de direita do capitão reformado do Exército. Doria cunhou na disputa a expressão "Bolsodoria".


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13/11


2018

Movimentos contra Lei Antiterrorismo no Congresso

Líderes de movimentos sociais estão estudando medidas judiciais para tentar conter o avanço do projeto que endurece a Lei Antiterrorismo no Congresso.

A ideia é questionar a constitucionalidade da proposta.

Apontado como prioridade por Bolsonaro desde a campanha eleitoral, o projeto caracteriza como terrorismo atos com motivação política, ideológica ou social que ponham em risco a liberdade individual, o que incluiria ocupações de terra e imóveis. (FSP)


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13/11


2018

Bandeira branca de Bolsonaro a Maia

Bolsonaro acena a Maia para desfazer mal-estar na relação com Congresso

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, acenou para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assim que se tornou evidente a falta de empenho de sua equipe para estabelecer diálogo com os líderes do Congresso. No fim de semana, logo após o cancelamento de encontros que o capitão reformado tinha agendado com os presidentes da Câmara e do Senado, Bolsonaro enviou recado a Maia afirmando que desejava uma reunião com ele. Ficou acertado um café da manhã nesta quarta (14).

Maia quer convencer Bolsonaro de que sua reeleição como presidente da Câmara no próximo ano é a melhor opção para o novo governo. Para aliados de Maia, sua maior dificuldade será vencer desconfianças dos filhos do presidente eleito.

Bolsonaro disse a aliados que pretende anunciar até quarta o nome de mais três ministros. Segundo eles, a pasta de Relações Exteriores é uma das que deverão ser definidas nesta semana.  (Painel – Folha de S.Paulo)


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Fernandes

O mito dos medíocres.

marcos

Chora não mortadela, daqui a quatro anos tu vota no kit gay outra vez

Fernandes

Por que Bolsonaro se aposentou do Exército com atestado de insanidade mental, aos 33 anos, e agora pode assumir a presidência do Brasil? Ele ficou curado? Ou o atestado era falso?



13/11


2018

BNDES: é só procurar

Ao prometer que o BNDES será mais transparente em seu governo, Bolsonaro disse querer saber o valor dos empréstimos para obras no exterior e suas garantias. As informações estão no site do banco desde 2015, assim como as taxas de juros.

Quatro dos seis conselheiros do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) chegarão ao fim de seus mandatos em 2019, bem como o superintendente-geral e o procurador-chefe do órgão encarregado de zelar pela livre concorrência no mercado.

Bolsonaro terá que correr para indicar substitutos e submetê-los ao Senado a tempo de evitar a paralisia do órgão. Sua equipe cogita transferir o Cade do Ministério da Justiça para o da Economia.  (Folha)


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13/11


2018

Bolsonaro joga a toalha: Previdência só em 2019

Reuters

O presidente eleito Jair Bolsonaro reconheceu que dificilmente a reforma da Previdência será aprovada neste ano, após conversar nesta segunda-feira com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na última sexta-feira (9), em transmissão pelo Facebook, o presidente eleito Bolsonaro havia "detonado" com a articulação de Guedes para a reforma, dizendo ser "absurdo" aumentar a contribuição previdenciária dos servidores públicos.O  que é um dos pontos principais da reforma defendida por seus assessores;

Técnicos do Congresso haviam enviado a Michel Temer sugestão com o objetivo de aumentar a alíquota de contribuição de servidores para até 22% e mudança na regra de cálculo dos benefícios do INSS que exige 40 anos para ter acesso ao valor máximo da aposentadoria.

Paulo Guedes tem dito que a reforma da Previdência é chave para o sucesso do governo Bilsonaro.


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Fernandes

O mito dos medíocres.

Fernandes

Bolsonic diz no limite o orçamento para saúde mas para aumentar o salário deles e comprar carros blindados isso não tem limite

Fernandes

Não temos como falar em investir mais em saúde porque estamos no limite em todas as áreas. (Jair Bolsonaro) Em suma, danem-se

Fernandes

Podem anotar o Brasil irá viver á maior DESGRAÇA de todos os tempos, fome, desemprego, violência!



13/11


2018

De modo ilegal, Exército força STF contra Lula

Decreto de FHC veda manifestação política de militares

Blog do Kennedy

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, confessou que houve no último mês de abril uma ação coordenada da cúpula das Forças Armadas para pressionar o Supremo Tribunal Federal a manter preso o ex-presidente Lula.

Trata-se de ação ilegal, porque os militares foram proibidos pelo decreto 4.346, assinado no governo Fernando Henrique Cardoso, de se manifestar politicamente _o que inclui toda a cadeia de comando na ativa, inclusive o general. Villas Bôas fez tal confissão em entrevista ao jornalista Igor Gielow, da “Folha de S.Paulo”.

Na entrevista, Villas Bôas disse que atuou “no limite” ao usar o Twitter na véspera do julgamento de recurso de Lula no STF a tempo de ser lido no “Jornal Nacional”, o principal noticiário do país.

Ora, é uma interferência política que revela tutela indevida sobre a vida civil. Trata-se de uma ação que envergonha as instituições civis, sobretudo o Supremo, cujos ministros deveriam se manifestar a respeito.

Para piorar, Villas Bôas critica a Comissão da Verdade, endossando um pensamento que predomina na ativa em defesa de crimes cometidos pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar de 1964.

O comandante do Exército tem a fama de ser o mais democrata das Forças Armadas. Imaginem se não fosse. É um pesadelo a confissão que deixa o Brasil em posição de destaque no campeonato das Repúblicas de Bananas. Nas democracias, militares não agem como Villas Bôas agiu.


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13/11


2018

Temer não vai vetar aumento do STF. A não ser…

Helena Chagas

O café ficou gelado há tempos no Planalto, mas até o dia 31 de dezembro a caneta está nas mãos de Michel Temer, lembra um ocupante do atual ainda governo. Isso quer dizer que, com toda a fidalguia que Temer vem mostrando em relação a seu sucessor na transição de governo, ele não abrirá mão de fazer o que achar melhor – ou o que for melhor para seus interesses e dos seus – até lá. Na tradução livre, são para lá de remotas as chances de Temer vir a vetar o aumento dos ministros do STF aprovado semana passada pelo Senado, apesar do recado explícito de Jair Bolsonaro na defesa do veto.

Não vai vetar por diversas razões – incluindo aí um acordo com o STF para acabar com o auxílio-moradia dos juízes – mas a principal delas é a mais óbvia e impronunciável: alguém imagina que um Temer enrolado até o pescoço com acusações na Justiça, que vão do Porto de Santos à Odebrecht, passando pela JBS, vai desafiar o Judiciário a essa altura do campeonato?

Há quem diga, porém, que pode haver um jeito para Bolsonaro convencê-lo do veto: oferecer a Michel Temer uma boa embaixada no exterior, garantindo o foro privilegiado no STF e a sobrevivência política. Essa hipótese, contudo, esbarra na promessa de Bolsonaro de não recorrer ao toma-lá-dá-cá na montagem de seu governo e, sobretudo, numa contradição básica, que seria tirar o aumento daqueles que seriam seus julgadores…


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13/11


2018

Onyx ataca quem ajuda a preservar a Amazônia

Josias de Souza

Ministro extraordinário da transição e futuro chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni abespinhou-se com perguntas de jornalistas sobre meio ambiente. De repente, a pretexto de criticar ONGs estrangeiras que recebem parte das multas aplicadas pelo Ibama, o ministro atacou a Noruega. Deu de ombros para o fato de que o país é o principal financiador do Fundo Amazônia, o maior projeto de cooperação internacional para preservar a floresta amazônica.

“A floresta norueguesa, quanto eles preservaram?”, indagou Onyx aos repórteres a certa altura. “O Brasil preservou a Europa inteira, territorialmente, com as nossas matas, mais cinco Noruegas. Os noruegueses têm que aprender com os brasileiros, não a gente aprender com eles”, disse Onyx, antes de dar a entrevista por encerrada.

Nos seus dez anos de existência, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,1 bilhões. A Noruega bancou 93,3% desse total. O resto do dinheiro veio da Alemanha (6,2%) e da Petrobras (0,5%). Diferentemente do que insinuam Bolsonaro e seus auxiliares, não há neste caso risco à soberania nacional. O fundo é gerido pelo BNDES.

Na semana passada, Bolsonaro dissera que 40% da receita obtida com multas ambientais aplicadas no Brasil vão para ONGs estrangeiras e brasileiras. Nesta terça-feira, disse Onyx, o presidente eleito receberá um estudo sobre o tema. “A gente está muito preocupado com isso. (…) A média de conservação (das matas) de países que têm território semelhante ao nosso é de 10%. O Brasil tem 31% de preservação de suas matas. É três vezes mais…”


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12/11


2018

Vão 18 governadores a encontro com Bolsonaro

Pedro Rafael Vilela - Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, deverá se encontrar nesta quarta-feira (14), em Brasília, com pelo menos 18 governadores eleitos ou reeleitos. O evento está sendo organizado pelos futuros governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e de São Paulo, João Doria. O encontro, marcado para as 9h, será no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB), que fica próximo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), local de trabalho da equipe de transição de governo.

Até agora, confirmaram presença os governadores eleitos do Acre, Gladon Cameli; Amapá, Waldez Góes; Amazonas, Wilson Lima; Distrito Federal, Ibaneis Rocha; de Goiás, Ronaldo Caiado; Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; Minas Gerais, Romeu Zema; Mato Grosso, Mauro Mendes; do Pará, Helder Barbalho; Paraná, Ratinho Júnior;, Rio de Janeiro, Wilson Witzel; Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Roraima, Antonio Denarium; Santa Catarina, Coronel Carlos Moisés da Silva; São Paulo, João Doria; e do Tocantins, Mauro Carlesse. O vice-governador da Bahia, João Leão, que no momento é governador em exercício, virá representando o estado. Os demais governadores eleitos ou reeleitos ainda não confirmaram participação no encontro.


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12/11


2018

Deu nome de Hitler é condenado por extremismo

Casal que deu nome de Hitler ao filho é condenado por fazer parte de grupo extremista

Pai disse que escolha foi feita por admiração

O Globo

O casal Adam Thomas e Claudia Patata foi condenado pelo Tribunal da Coroa de Birmingham por serem membros de um grupo terrorista neonazista. A acusação surge após  eles darem o nome de seu filho de Adolf Hitler. As informações são do Birmingham Live e da Agência Italiana de Notícias.

O pai da criança, que tem 22 anos, já havia dito que é racista e que deu o nome ao seu filho como uma homenagem. Ele e sua mulher, de 38 anos, fazem parte do grupo de extrema-direita "Ação Nacional", que é proibida desde 2016.

O júri de seis homens e cinco mulheres também deliberou sobre o fato de Thomas ter um manual terrorista, chamado de Receitas do Anarquista. Um terceiro membro do grupo também foi condenado: Daniel Bogunovic, de 27 anos.

Durante o julgamento, Thomas deu evidências, pela primeira vez, do seu racismo. Ao ser questionado se era racista, respondeu que sim, mas que "não é algo que costuma pensar mais" e que é algo "que quer deixar para trás" Questionado sobre fotos em que aparece usando uma roupa da Ku Klux Klan (KKK) e embalando seu filho, ele disse que foi só uma brincadeira.


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12/11


2018

TSE e irregularidades em contas de Bolsonaro

Técnicos do TSE apontam 17 indícios de irregularidade em prestação de contas de Bolsonaro

Equipe do presidente eleito tem prazo de três dias para encaminhar documentos e esclarecimentos

Letícia Casado e Ranier Bragon – Folha de S.Paulo

A área técnica do Tribunal Superior Eleitoral concluiu na noite desta segunda-feira (12) a análise preliminar da prestação de contas da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) e apontou 17 indícios de irregularidade na documentação entregue pela equipe do presidente eleito. Com isso, os técnicos pedem que o ministro-relator, Luís Roberto Barroso, dê prazo de três dias para que a equipe de Bolsonaro encaminhe documentos e esclarecimentos sobre os 17 itens levantados, além de outros seis temas em que apontam inconsistências.

Entre os problemas listados pela equipe de análise de prestação de contas está o descumprimento de prazos para informe à Justiça Eleitoral de receitas e gastos, inconsistências entre dados informados pela campanha e aqueles registrados em órgãos oficiais e recebimento de doações de fontes vedadas.

Há ainda a afirmação de que a AM4, maior fornecedora da campanha de Bolsonaro, não tem autorização da Justiça Eleitoral para fazer arrecadação de doações pela internet, maior fonte de recursos da campanha do capitão reformado.

Os técnicos também querem que a campanha informe os advogados que atuaram para Bolsonaro. A campanha registrou ter gasto R$ 50 mil com serviços advocatícios da Kufa Sociedade de Advogados, mas não prestou informações sobre os outros que atuaram na campanha.  Além disso, não há na prestação informações sobre a prestação de serviços contábeis.


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12/11


2018

Levy no BNDES injeta ironia na gestão Bolsonaro

A escolha de Joaquim Levy para ocupar a presidência do poderoso BNDES é o cúmulo da ironia. Ministro da Fazenda no governo Dilma Roiusseff, Levy pediu demissão porque foi impedido de colocar em pé uma política de austeridade fiscal. Com sua saída, acentuaram-se os problemas que, junto com a corrupção, fizeram ferver o caldeirão do impeachment: gastos públicos desmedidos, negligência com o controle da inflação e malabarismos contábeis.

Apoiadores de Bolsonaro torceram o nariz para a escolha de Joaquim Levy. Alegaram que não faria sentido convidar um ex-ministro de Dilma para integrar o governo do capitão. Tolice. Pode-se detestar Levy. Mas é preciso encontrar outra razão. Sob Dilma, o personagem foi um ministro ornamental, figurativo. Sua principal serventia era a de saco de pancadas do Planalto e do PT.

Levy volta à cena como frentista do Posto Ipiranga Paulo Guedes no BNDES, sob a presidência de Jair Bolsonaro. Logo Bolsonaro, personagem que foi catapultado do baixo clero da Câmara para o Planalto pela maior força política da temporada eleitoral de 2018: o antipetismo.

A ironia só não será completa porque o eleitor de Minas Gerais sonegou um mandato de senadora para Dilma Rousseff. Seria divertido assistir à ex-presidente inquirindo numa comissão qualquer do Congresso o novo comandante do BNDES, o ex-auxiliar que ela não permitiu que retirasse seu governo do atoleiro fiscal.  (Josias de Souza)


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12/11


2018

Onyx: Vamos estreitar diálogo com a Câmara

Após o recado logo cedo do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de que o novo governo precisa dialogar, o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), correu para acalmar o colega de partido.

 Onyx fez foi à casa de Rodrigo Maia, em Brasília, e disse que a equipe do governo não vai interferir na escolha dos cargos de presidente da Câmara. "Todo governo que forçou a mão e fez intervenção se deu mal com isso. O que conversamos com o presidente da Câmara é no sentido de estreitar nosso diálogo. A relação será de absoluto respeito. Foi esse recado que fomos levar", relatou Lorenzoni. Rodrigo Maia está costurando sua reeleição com presidente da Câmara. Para tanto, ele quer o apoio de Jair Bolsonaro.  


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