ArcoVerde

08/11


2018

Moro quer pacote de combate à corrupção

O futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou, há pouco, que há várias medidas e planos em gestação  sobre o combate à corrupção e ao crime organizado. Ele destacou que vai aproveitar parte das 10 medidas contra a corrupção, que foi alterada no Congresso ano passado.

“Essas propostas serão dialogadas com o Congresso Nacional. Pretendo propor medidas fortes, simples para serem aprovadas em tempo breve”, ressaltou Sério Moro.


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Fernandes

Aumento para o STF de R$ 6.000,00. Para o Salário Mínimo, R$6,00 ! Tá contente agora??

Fernandes

Ôxente! O cabo e o soldado, não fecharam o supremo não? Deram um aumento! Cadê o presibosta? KKKKKK

Fernandes

Até quando os governos de direita vão usar o PT como desculpa para a sua falta de competência???

marcos

Moro o cara que botou no Papeiro de lula e do PT. Esse sim é fodão!


Asfaltos

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17/03


2019

Paulinho sai da liderança do Solidariedade; PPS muda de nome

Pulinho deixa a liderança do Solidariedade. Já deu. Enquanto isso o PPS muda de nome e foge de alcunha registrada por ex-guru de Trump.

Paulinho da Força (Sergio Castro/AE/VEJA/VEJA)       Steve Bannon (Win McNamee/Getty Images)

Da Veja - Por Mauricio LIma

 

Depois de 15 anos à frente da legenda, Paulinho da Força decidiu sair da presidência do Solidariedade. A amigos, diz que quer mais tempo para defender a volta da contribuição sindical.

Enquanto isso, na convenção do dia 23, o PPS deve ratificar sua troca de nome para “Cidadania”. O partido queria “Movimento”, mas a palavra foi registrada por Steve Bannon, ex-guru de Trump, para promover grupos de direita.

 


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marcos

Magno, cadê a reportagem dos protestos contra o STF?



17/03


2019

Régis Fichtner vai falar; Operação Zelotes nos bancos

Régis Fichtner se prepara para falar. Enquanto isso, Operação Zelotes para nos bancos

Pablo Jacob | Agência O Globo                                                                                           Foto: Reprodução | TRF        

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas

 

O titular da coluna, o jornalista Lauro Jardim, informa que o presidiário Régis Fichtner, ex-secretário de governo de Sérgio Cabral, também está iniciando negociações para tentar um acordo de delação. Na quinta-feira, aliás, esteve conversando com os procuradores na sede do MPF. Não é, porém, o advogado de Régis, Nilo Batista, quem está conduzindo o processo.

Enquanto isso, o seu colega de coluna, o jornalista Gabriel Macarenhas nos traz que dois dos processos mais importantes da Operação Zelotes dormitam há seis meses nos escaninhos do juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal. As ações envolvendo o Bradesco e o Safra estão prontas para serem julgadas desde setembro e agosto do ano passado.

 


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marcos

Operação Zelotes. UiUiUi tem família Lula da Silva no pedaço, falou que eu ouvi!



17/03


2019

As lições que ficam do caos no MEC

As lições que ficam do caos no MECAs lições do caos do MEC. A gestão atabalhoada do ministro Ricardo Vélez Rodriguez em seus primeiros dois meses de mandato permite que se tenha duas informações valiosas sobre a fotografia do governo Bolsonaro.

Foto: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

Da Época - Por Ana Clara Costa

 

A primeira é que o governo não sabe como lidar com Olavo de Carvalho. No Palácio do Planalto, há a convicção de que o presidente não quer o filósofo como inimigo porque teme o impacto que um racha com olavistas poderá ter em sua base virtual — que é a única que Bolsonaro tem demonstrado ouvir até o momento. Mostra disso é o inventário de demissões dos últimos dias no MEC. A pedido de olavistas, Bolsonaro mandou Vélez se livrar do coronel Ricardo Roquetti, então homem forte da pasta que se tornou alvo de Olavo depois de cortar asas dos alunos do filósofo que foram contratados no ministério. Vélez cumpriu a ordem a contragosto, mas prometeu a Roquetti, com o aval de Bolsonaro, que ele será realocado ou no Ministério da Economia ou no de Ciência e Tecnologia. Além de ter conquistado Vélez, conforme mostra reportagem da ÉPOCA, Roquetti também tem um bom relacionamento com Paulo Guedes, o que lhe garante certo respaldo presidencial. [...] Confira na íntegra aqui: As lições do caos no MEC - Época

 


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marcos

Gestão boa era a de Mercadante, que Roubava até pano de Pereba!



17/03


2019

Novos depoimentos de Cabral; Palocci vai delatar Lula

Novos depoimentos de Cabral: quem entra e quem fica de fora. Já Palocci vai delatar Lula novamente.

Foto/TV Globo | Reprodução                                                                                  Antonio Palocci | Agência Brasil

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Lauro Jardim e Gabriel Mascarenhas

 

 

O titular da coluna, o jornalista Lauro Jardim, informa que Sérgio Cabral, nos depoimentos que ainda pretende dar ainda à Justiça e ao MPF, também não vai tocar no tema Judiciário. Mas vai botar na roda empresários que até aqui não entraram em delações da sujeirada fluminense.

Enquanto isso, o seu colega de coluna, o jornalista Gabriel Macarenhas nos traz a informação que o arsenal de Antonio Palocci contra Lula ainda conserva bombas intocadas. No depoimento que prestará amanhã à Justiça Federal em Brasília, numa ação originária da Operação Zelotes, Palocci vai disparar novas rajadas na direção de seu ex-companheiro de lutas, tramoias e cárcere.

 


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marcos

UiUiUi ....... O Brasil precisa ser passado a Limpo!



17/03


2019

Conheça quem vai receber Bolsonaro em Washington

Jornalistas, financistas e professores devem se reunir na casa do embaixador brasileiro nos EUA, Sérgio Amaral.

Bolsonaro, que desembarca hoje em Washington, em um evento da Marinha no Rio de Janeiro Foto: MAURO PIMENTEL / AFP

Época - Por André Duchiade

 

Um dos primeiros compromissos do presidente Jair Bolsonaro em Washington será um jantar na noite deste domingo com uma seleta patota conservadora, que inclui desde os onipresentes Olavo de Carvalho (filósofo autodidata, escritor preferido do governo e usuário assíduo de redes sociais) e Steve Bannon (ex-chefe de campanha de Donald Trump, promotor de um movimento para  para reverter o Iluminismo), a figuras do conservadorismo americano menos conhecidas no Brasil, que ajudam a entender as alianças e influências ao norte do presidente brasileiro.

Jornalistas, financistas e professores devem se reunir na casa do embaixador brasileiro nos EUA, Sérgio Amaral. A recepção deve ser uma das últimas que o anfitrião sediará naquele imóvel, porque, em referência ao embaixador, o presidente brasileiro já disse que "uma certeza é que vai ser trocado". Segundo Bolsonaro, é preciso substituir Amaral, assim como mais de uma dezena de seus pares, porque a imagem do Brasil sob seu comando está sendo transmitida de "maneira ruim". "Não sou ditador, homofóbico, racista", afirmou.

Leia a íntegra da reportagem aqui: OlavoBannon e patota conservadoraconheça quem vai receber ..


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marcos

Esse nosso Mito é [email protected]



17/03


2019

Adriana Ancelmo piscou e negocia delação

Agora é pra valer: Adriana Ancelmo negocia delação
Foto de Alexandre Cassiano | Agência O Globo

O Globo - Coluna de Lauro Jardim
Por Lauro Jardim

 

Perto, muito perto de seus últimos recursos à segunda instância serem julgados e, portanto, com a possibilidade real de ser presa, Adriana Ancelmo piscou: desde fevereiro, o criminalista Márcio Delambert (o mesmo de Sérgio Cabral) negocia com o MPF do Rio de Janeiro sua delação premiada.

A fase é inicial. Dalembert tem apresentado o cardápio do que Adriana pode falar. E os procuradores dizem quais os assuntos que os interessam na colaboração.

O MPF quer basicamente histórias heterodoxas do Judiciário, de escritórios de advocacia e do hoje presidiário Régis Fichtner, um dos ex-braços direitos de Cabral. Adriana, até este momento pelo menos, reluta em falar do Judiciário.

 


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marcos

Ladra cabra safada, da corja de lula. Entrega logo o Judiciário Rapariga!

marcos

Vai Adri delata o STF.



17/03


2019

Carômetro no Planalto mostra Bebiano eliminado

Bebiano: eliminado

Carômetro está no Planalto, onde ele despachava.

Da Época - Por Guilherme Amado

 

No Palácio do Planalto, a exemplo de muitos órgãos de Brasília, há um carômetro: um mapa com fotografias dos ministros para que os recepcionistas dos prédios públicos os reconheçam.

Um dos ministérios que funcionam no Planalto adotou o estilo Big Brother com Gustavo Bebianno, agora exonerado, e colocou sobre o rosto dele um ímã vermelho.

 


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marcos

As mortadelas diziam fala Bebiano que derruba o mito, e aí queridas o que foi que Bibi disse? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

marcos

PF descobre que Fernando Bitar é Laranja de lula.

Fernandes

Governo Fracassado. Educação?: Nada Saúde? Muito menos. Segurança? Você pode até 4 armas em casa. Economia? Nada. Geração de emprego? Nada. Fake News e micos? A todo vapor!


BM4 Marketing

17/03


2019

Homeshooling para filhos de condenados pela justiça poderá ser vetado

Damares quer vetar Homeschooling para filhos de condenados pela justiça. Planalto recebeu versão preliminar do texto.

Damares tem menos de um mês para finalizar MP Foto: SERGIO LIMA / AFP

Da Época - Por Guilherme Amado

 

Damares Alves enviou ao Palácio do Planalto nos últimos dias uma versão preliminar da medida provisória de homeschooling. Ela defendeu que pais condenados não tenham o direito de optar pelo ensino domiciliar para seus filhos.

A Casa Civil sugeriu que o Ministério dos Direitos Humanos definisse um recorte: crimes contra a vida ou sexuais, por exemplo. O texto voltou ao ministério de Damares, que está em conversas com o Ministério da Educação. A promessa é que a medida provisória seja editada até 11 de abril, quando o governo faz 100 dias.


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17/03


2019

Brasil e Estados Unidos, se melhorar, estraga

Nunca antes na história os dois países foram tão amigos

Clóvis Rossi – Folha de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo (17) para Washington, para reaproximar o Brasil dos 
Estados Unidos. 

De acordo com Bolsonaro e seu chanceler, Ernesto Araújo, o Brasil do PT havia se afastado de Washington por motivos ideológicos.

Bobagem. Pura fake news.

Desde o governo de Fernando Henrique Cardoso, as relações entre Brasil e EUA estiveram em ponto ótimo, provavelmente o melhor da história. Assim continuaram com Luiz Inácio Lula da Silva.

Só sofreram um abalo com Dilma Rousseff, mas por culpa dos americanos (a espionagem nos telefones da então presidente), não por qualquer tipo de ranço ideológico do governo de turno.

Não é uma análise por ouvir falar. Fui testemunha direta de um punhado de cenas explícitas de engajamento muito amistoso de parte a parte.

Relembro uma, a mais emblemática delas, por envolver o sensível tema da proliferação nuclear.

Antes de uma visita de Lula a Teerã, em 2010, o presidente Barack Obama enviou carta a seu colega brasileiro indicando os pontos que deveriam constar de qualquer conversa com os iranianos.

Folha obteve a carta depois e pôde comprovar que o acordo com o Irã (ao qual se somou a Turquia) seguia ponto a ponto o que Obama queria.

Inclusive no item crucial, de acordo com o presidente americano: o envio de 1.200 quilos de urânio pobremente enriquecido para enriquecimento no exterior até o nível que só permitiria seu aproveitamento para finalidades pacíficas, nunca para a bomba.

Você acha, honestamente, que os EUA confiariam a um governante ao qual tivessem qualquer tipo de restrição, mais ainda ideológica, uma negociação nesse capítulo especialmente sensível?

O relacionamento entre os dois países chegou a um nível tão bom que, uma vez, o segundo homem da embaixada americana na época veio a São Paulo para uma conversa informal com dois ou três jornalistas.

Comentei com ele que, do ponto de vista do jornalismo, as relações Brasil/EUA eram “boring” porque não havia nenhum conflito, nenhum “fla-flu” que é naturalmente matéria-prima mais atraente para o jornalismo.

Ele concordou e argumentou que a função dele, como diplomata, era precisamente essa —a de normalizar o relacionamento, para frustração dos jornalistas.

É claro que todo relacionamento diplomático pode ser melhorado, mas, no nível que havia atingido, há mais margem para estragar do que para aperfeiçoar.

Até porque, no item comércio, o mais apetitoso hoje em dia na diplomacia, Donald Trump já disse, publicamente, que “o Brasil está entre os países mais duros do mundo, talvez o mais duro”.

É lógico supor que, se e quando se falar de acordos comerciais, Trump vai exigir que o Brasil amoleça.

Se Bolsonaro, ansioso por agradar seu ídolo, ceder e dependendo do que e de onde ceder, desagradará a parte de seus apoiadores no empresariado.

Outra ala do bolsonarismo, a dos militares, deve ter em relação aos Estados Unidos a mesma reserva que ouvi, em 1977, do general Hugo Abreu (1916-1979), então chefe do Gabinete Militar do governo Ernesto Geisel. 

O general me disse que a pressão americana contra um acordo nuclear entre o Brasil e a Alemanha se devia ao medo de Washington da ascensão de “um Estados Unidos do Sul”.

A ideia de “America First” que Trump abraça não combina, pois, com o “Brazil First” que frequentava a cabeça dos militares. Frequenta ainda?


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marcos

Vai lá Mito, dá um show nos States

Fernandes

Governo Fracassado. Educação?: Nada Saúde? Muito menos. Segurança? Você pode até 4 armas em casa. Economia? Nada. Geração de emprego? Nada. Fake News e micos? A todo vapor!

Fernandes

Deve ser f... pra quem não tinha bandido de estimação de repente ter uma milícia inteira!



17/03


2019

STF vai virar carvão se abrir as cadeias em abril

Josias de Souza

O mensalão, o Supremo Tribunal Federal despertou no brasileiro uma mania de Justiça. Os magistrados granjearam prestígio social inédito ao demonstrar que não há reforma política mais eficaz do que a remessa dos ladrões para a cadeia. No petrolão, um pedaço da Suprema Corte acalenta a ideia de abrir as celas num julgamento marcado para 10 de abril. Se isso acontecer, o Judiciário tende a ficar tão queimado quanto a banda devassa do Legislativo e do Executivo. Com uma diferença: a toga pula na fogueira voluntariamente.

A histórica decisão em que o Supremo autorizou o encarceramento de corruptos condenados em segunda instância já foi confirmada uma, duas, três, quatro vezes. Na decisão mais recente, a tranca prevaleceu por 6 votos a 5. Como certos magistrados mudaram de posição, não são negligenciáveis as chances de uma reviravolta. Não importa que o placar seja apertado. Dependendo do resultado, 54,5% dos ministros do Supremo (6) darão aos outros 45,5% uma péssima reputação.

Cogita-se a abertura das celas num instante em que aguardam na fila por uma condenação pessoas como Aécio Neves e Michel Temer, amigos de Gilmar Mendes. E sonha com a reconquista do meio-fio um personagem como Lula, amigo de Ricardo Lewandowski e ex-superior hierárquico de Dias Toffoli.

Se modificar a regra sobre prisão, o Supremo Tribunal Federal vai virar carvão antes de conseguir assar as primeiras pizzas. Dias Toffoli, o presidente da Corte, fez muito bem em abrir por conta própria um processo para identificar e punir os detratores da Corte. São intoleráveis os sujeitos que sistematicamente desmoralizam o Supremo, jogando a opinião pública contra o tribunal. O problema é que, infelizmente, os que fazem isso vestem toga e dão expediente na última instância do Judiciário, o que dificulta a punição.


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17/03


2019

‘Assistimos ao renascimento da família imperial’, critica FHC

Ex-presidente considera ‘abusivo’ o uso das redes sociais pelo clã Bolsonaro: ‘Polariza. Isso, para a democracia, não é bom’

Alberto Bombig, O Estado de S.Paulo

De sapatênis marrom e meia verde-abacate, Fernando Henrique Cardoso recebeu o Estado nesta segunda-feira, 11, no centro de São Paulo, para falar do tema de seu mais recente livro: a juventude. Contou entusiasmado que tem ido caminhar na Avenida Paulista aos domingos, quando a via é fechada para os carros, e disse que tem procurado se adaptar ao modo de pensar das redes sociais, nas quais procura sempre se manter presente.

“Eu tenho 87 anos. Quando nasci, a vida era diferente. E daí? Bom não é o passado, é o futuro”, disse o sociólogo e presidente do Brasil por dois mandatos (1995-1998 e 1999-2002).

FHC queria deixar a política partidária de lado na conversa e se concentrar apenas no lançamento de Legado para a Juventude Brasileira (Editora Record), uma coautoria com a educadora Daniela de Rogatis. Porém, ao abordar as redes sociais, acabou analisando o uso do Twitter pelo presidente Jair Bolsonaro

“É muito difícil pensar ‘tuitonicamente’, você pode, no máximo, emitir um sinal”. Para o ex-presidente, a democracia exige raciocínio e a rede social é operada por impulso.

Questionado diretamente sobre o comportamento de Bolsonaro e de seus filhos (Flávio, Eduardo e Carlos) nas rede sociais, FHC se disse preocupado com o envolvimento da família no “jogo do poder” porque “leva o sentimento demasiado longe” e disparou: “Eu acho perigoso. É abusivo, polariza (...) Nós estamos assistindo ao renascimento de uma família imperial de origem plebeia. É curioso isso. Geralmente, na República, as famílias não têm esse peso”. Segundo ele, “Bolsonaro está indo mal por conta própria”.

Leia reportagem: 'Assistimos ao renascimento da família imperial', critica FHC 


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17/03


2019

Bolsonaro embarca para os EUA para se reunir com Trump

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil e Estados Unidos devem assinar acordos em diversas áreas, entre os quais, o de uso comercial da base de Alcântara (MA). Bolsonaro e Trump conversaram por telefone em 2018.

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

O presidente Jair Bolsonaroembarcou na manhã deste domingo (17) para os Estados Unidos. O encontro entre Bolsonaro e o presidente americano Donald Trump está previsto para terça-feira (19), na Casa Branca, em Washington.

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada às 7h10 e decolou às 7h59 da Base Aérea de Brasília. A chegada a Washington está prevista para as 16h deste domingo, na Base Aérea Andrews. Bolsonaro volta ao Brasil na noite de terça. Entre os ministros que o acompanham estão Paulo Guedes (Economia) e Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública).

Ainda na noite deste domingo, Bolsonaro deve participar de jantar oferecido pelo embaixador do Brasil em Washington. O encontro está marcado para as 19h30.

O presidente ficará hospedado na Blair House, residência utilizada pelo governo norte-americano para receber chefes de Estado em visitas oficiais.

A viagem ocorre em um momento no qual o governo brasileiro diz que deseja se aproximar dos EUA, segundo maior parceiro comercial, atrás somente da China.


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marcos

PF tem certeza que Glauco Costa Marques é Laranja de lula.

Fernandes

Governo Fracassado. Educação?: Nada Saúde? Muito menos. Segurança? Você pode até 4 armas em casa. Economia? Nada. Geração de emprego? Nada. Fake News e micos? A todo vapor!

Fernandes

Deve ser f... pra quem não tinha bandido de estimação de repente ter uma milícia inteira!



17/03


2019

Humilhação pública do ministro da Educação respinga em Bolsonaro

Presidente dá poder a Olavo de Carvalho enquanto área sensível do governo fica parada

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

Jair Bolsonaro decidiu submeter mais um auxiliar a um espetáculo de humilhação. Nos últimos dias, ele drenou os poderes de Ricardo Vélez (Educação), forçou a demissão de pessoas de sua confiança e deixou o ministro pendurado no cargo como um morto-vivo. A campanha de degradação pública respinga no próprio presidente.

A crise começou quando Vélez resolveu demitir seguidores do ideólogo Olavo de Carvalho, responsável por sua indicação para a pasta. O padrinho não gostou e incitou um motim. Ele atacou militares e técnicos e, a certa altura, propôs que o ministro fosse posto para fora se não seguisse suas recomendações
Bolsonaro interveio e acabou aniquilando Vélez. Primeiro, obrigou o ministro a demitir um assessor próximo que era criticado pelos olavistas. Depois, forçou a saída do número dois da pasta, alvo do mesmo grupo.

Na última semana, Bolsonaro disse que dera “carta branca” aos ministros para formar suas equipes, mas combinou que teria “poder de veto” sobre essas escolhas. Parece que, no caso da Educação, essa competência foi terceirizada para seu guru.

O presidente estendeu cordéis de marionetes entre prédios de Brasília e a casa de Olavo, na Virgínia (EUA). Publicações do ideólogo nas redes sociais se transformaram em portarias do Diário Oficial. Antes de derrubar inimigos no MEC, ele conseguiu que o Itamaraty demitisse um embaixador que o havia atacado.

Convencido de que Bolsonaro precisa destruir seus rivais e promover uma guerra cultural alucinada contra a esquerda, Olavo insiste que o presidente deve preservar o personagem desvairado da campanha eleitoral. Além de rejeitar qualquer moderação política, ele quer reduzir a influência dos militares no governo.

Enquanto a disputa de poder na Educação se desenrola, uma das áreas mais sensíveis do país fica paralisada. Uma compra de obras literárias aprovada no governo passado não foi realizada e um edital para livros do ensino médio, previsto para janeiro, ainda não foi publicado.


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marcos

Lula tá preso mortadela babaca! Ui

Fernandes

Deve ser f... pra quem não tinha bandido de estimação de repente ter uma milícia inteira!

Fernandes

Fascistas.



17/03


2019

O STF quebrou um pé da Lava Jato

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo 

Chamar roubalheiras de políticos de caixa 2 sempre foi um sonho de consumo

Por 6 a 5, o Supremo Tribunal Federal decidiu que os delitos de caixa dois e as práticas que lhes são conexas devem ficar no âmbito da Justiça Eleitoral. Jogo jogado.

Em 2006, por unanimidade, o mesmo Supremo decidiu que a cláusula de barreira era inconstitucional. Ao fazer isso, as togas dos 11 ministros serviram de cobertura para pequenos partidos que mamavam recursos do fundo partidário e o tempo dos horários gratuito de televisão. Veio a Lava Jato e, com ela, escancarou-se a roubalheira nacional. Graças ao clima que Curitiba criou, o Congresso aprovou uma nova 
modalidade de barreira.

Em 2017, o ministro Gilmar Mendes, que estava na unanimidade de 2006, disse que “hoje muitos de nós fazemos um mea-culpa, reconhecemos que foi uma intervenção indevida, inclusive pela multiplicação de partidos”. (Ele foi o único a fazer o mea-culpa, mas deixa pra lá.)

O 6 a 5 de quinta-feira poderá ser avaliado daqui a anos. Entre a unanimidade de 2006 e o mea-culpa de 2017 passaram-se nove anos.

Chamar de caixa dois as roubalheiras de políticos sempre foi um sonho de consumo. Esse truque saiu da cartola de Lula em 2005, quando surgiu o escândalo do mensalão.

Quando o Supremo matou a cláusula de barreira, os ministros sabiam que, junto com a defesa da liberdade de expressão, abriam a porteira para otras cositas más. Hoje, na estrada do caixa dois há 50 tons de capilés. Numa ponta está o candidato que aceita uma ajuda (monetária ou não) e deixa de registrá-la junto à Justiça Eleitoral. Na outra, está o magnífico Sérgio Cabral. Até bem pouco tempo ele dizia que amealhara dezenas de milhões de dólares valendo-se do desvio de dinheiro eleitoral. 

Era mentira. Num exagero, mandar para a Justiça Eleitoral o processo de um coletor de propinas porque ele diz que tudo era caixa dois seria o mesmo que começar numa Vara de Família o processo do assassino de um casal que deixou quatro filhos, tornando-os órfãos.

Num voto seco, técnico, o ministro Luis Roberto Barroso sintetizou a questão: o que importa não é para onde o dinheiro vai, mas de onde ele vem. Se ele vem de propinas, o delito não é eleitoral, mas corrupção. 
Barroso ficou na minoria.

A sessão do Supremo teve um momento de teatralidade com Gilmar Mendes chamando procuradores de “gângsters”, mas foi ele quem melhor definiu o debate: ”O que se trava aqui é uma disputa de poder”. Saiu satisfeito o lado de quem tenta esconder suas roubalheiras atrás do caixa dois, e quem perdeu foi a turma da Lava Jato. 

O tempo mostrará as consequências do 6 a 5. Em cinco anos, a República de Curitiba destampou a panela da corrupção nacional como nenhum grupo de procuradores ou tribunal conseguiu fazê-lo desde que a Terra dos Papagaios chama-se Brasil. 

A turma da Lava Jato acertou muito e errou pouco, mas tropeçou na soberba.

Sergio Moro não deveria ter divulgado o grampo de uma conversa de Dilma Rousseff com Lula sabendo que ela ocorreu fora do prazo autorizado pela Justiça. Também não deveria ter divulgado um anexo irrelevante e inconclusivo da colaboração do comissário Antonio Palocci no calor da campanha eleitoral do ano passado. Talvez não devesse ter deixado a Vara de Curitiba, e certamente os 12 procuradores signatários do acordo que criaria uma fundação de direito privado com recursos da Petrobras deveriam ter medido melhor os riscos que corriam.

Tanto a turma de Curitiba como os seis ministros do STF acharam que são supremos.


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marcos

Por que a imprensa quer que a Corrupção continue?

marcos

Por que o pt não quer a CPI da lava toga? Já sei Bandido tem medo de justiça.



17/03


2019

Deltan vê STF "desconfortável"

Um dos alvos do inquérito instaurado por ordem do STF para apurar ataques a aos integrantes da Corte, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da da Operação Lava Jato, em Curitiba, diz que sua percepção é que “o Supremo talvez esteja se sentindo desconfortável”.

Em entrevista ao Estadão, Dallagnol fala que há um “clamor social” por transparência.

“A preocupação do Supremo deveria ser de prestar contas à sociedade de suas decisões e não buscar de modo indireto desincentivar agentes públicos de prestar contas e exercerem com a liberdade que a Constituição os assegura o seu direito de manifestação e de crítica.”   (Estadão – BR 18)


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