Gravatá IPTU 2019

08/11


2018

Temer tem interesse em embaixada, após mandato

No MDB, partido de Michel Temer, corre a informação de que o presidente teria interesse em ficar em alguma embaixada do Brasil, após deixar o Palácio do Planalto em 2019.

A embaixada desejada do emedebista seria a da Itália. Interlocutores de Michel Temer confirmaram ao blog a informação. No entanto, alguns integrantes do próprio partido dizem achar difícil a próxima legislatura do Senado aprovar o nome do presidente, já que ele é submetido a uma sabatina. 


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Fernandes

Luciano Hang, o Dono da Havan Que Gastou 12 Milhões nas Fake News de Bolsonaro no WhatsApp, Deve R$ 168 Milhões ao INSS!!!

marcos

UiUiUi, Na busca e apreensão realizada na Cobertura de Lula em São Bernardo, policiais federais encontraram notas fiscais de compras da obra do Sítio de Atibaia. Inclusive a nota fiscal da porta principal em nome do Engenheiro Frederico da odebrecht. Olha as PROVAS aparecendo!

Fernandes

QUERO VER SE O CAPITÃO JAIR FODÃO VAI TER CORAGEM DE VETAR O AUMENTO DE SALÁRIO DOS DOS JUÍZES COMO A PRESIDENTA DILMA FEZ

Fernandes

Já revirei o livro do Código Penal de cabo a rabo e não achei o artigo que diz que pedido de desculpas como fez Onix Lorenzetti anula crime Morotocracia

Fernandes

Apostando na imbecilização do brasileiro Bolsonaro, será internado dia 12, por lá fica, assume Mourão e o golpe militar estará dado


Paulista Conectada

Confira os últimos posts



23/03


2019

Venezuela e militares: invasão não acontecerá

No encontro, em que o general Luiz Eduardo Ramos recebeu a bancada de deputados de São Paulo para almoçar, o general fez questão de se colocar radicalmente contra uma intervenção na Venezuela –contrariando o flerte de pessoas próximas ao presidente com o uso das Forças.

Enquanto isso, militares que fazem parte do governo ficaram irritados com o fato de nenhum integrante do Planalto ter defendido a categoria de críticas disparadas por Olavo de Carvalho. Ao contrário: o escritor foi convidado de honra em jantar com Bolsonaro nos Estados Unidos. (Folha de S. Paulo - Painel)


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Fernandes

Ele está abaixo de qualquer qualificação.

Fernandes

Bolsonaro te enganou babaca!!!

Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo


Asfaltos

23/03


2019

Aliados do governo: um chamado aos militares

Governadores simpáticos a Bolsonaro e dirigentes partidários já falam em um chamado aos militares, tanto para cobrar uma atitude incisiva de correção de rumos como para abrir canais de diálogo permanente sobre o cenário político.

O incômodo de deputados de diversos matizes foi explicitado de maneira cristalina a integrantes da cúpula do Exército nesta sexta. Em meio à crise, o comandante militar do Sudeste, general Luiz Eduardo Ramos, recebeu integrantes da bancada de São Paulo para um almoço.

O encontro foi chamado para que os militares falassem sobre a proposta de reestruturação da carreira e de mudanças na aposentadoria, mas a conversa foi além. Houve crítica à “inexperiência de Bolsonaro”. Os fardados, por sua vez, destacaram o papel do vice, Hamilton Mourão.  (Painel – FSP)


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ArcoVerde

23/03


2019

Presidente foi chamado de "Dilma de calças"

Atrito com Maia faz mercado criticar Bolsonaro

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Para operadores do mercado financeiro, Bolsonaro tem tropeçado nos próprios pés de maneira sistemática, mas agora colocou em risco a votação da reforma da Previdência. A incapacidade do presidente de estabelecer diálogo com o Parlamento fez com que ele fosse chamado por investidores nesta sexta (22) de “Dilma de calças”.

estiramento da relação do governo Jair Bolsonaro com o Congresso explicitou as fragilidades da atual gestão para setores que antes apoiavam o governo incondicionalmente. Pela primeira vez, o presidente foi amplamente criticado por atores importantes do mercado que se posicionaram ao lado do comandante da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na queda de braço entre os Poderes. Governadores e parlamentares planejam um ultimato aos militares, vistos como tutores do Planalto.


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Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo

Fernandes

Esse bolsonaro é jumento realmente.

marcos

Temer livre



23/03


2019

Defesa recua na reforma da previdência dos militares

Ministério da Defesa reuca e vai alterar reforma da previdência dos militares. Mudança é em mecanismo que incentiva militares a entrarem para a política

O presidente Jair Bolsonaro durante reunião sobre a proposta da Previdência dos militares Foto: Divulgação/PR

Época - Por Guilherme Amado

 

O Ministério da Defesa vai alterar o texto da reforma da Previdência dos militares enviado ao Congresso na quarta-feira. A pasta não vai mais propor um mecanismo que incentiva militares a entrarem para a política.

O projeto de lei protocolado pelo governo Bolsonaro no Congresso previa a revogação de duas exigências atuais para os fardados com cargos eletivos, na lei 6.880, de 1980.

Essa lei diz que o militar com menos de cinco anos de serviço e que concorresse a uma eleição seria "excluído do serviço ativo mediante demissão ou licenciamento de ofício".

Já o militar com mais de cinco anos de serviço que se candidatasse seria "afastado, temporariamente, do serviço". Se eleito, seria "transferido para a reserva remunerada".

Trocando em miúdos: o texto enviado ao Congresso dizia que era possível se candidatar e seguir na ativa ao mesmo tempo.
Questionado pela coluna, o Ministério da Defesa alegou "erro material", e afirmou que o dispositivo "não será revogado".

Batizado de “reestruturação do Sistema de Proteção Social das Forças Armadas”— os militares defendem que eles não têm previdência, mas sim um mecanismo de proteção social” — o texto enviado esta semana ao Congresso prevê privilégios que os civis não têm, a exemplo da manutenção da integralidade e da paridade dos benefícios.

Dessa maneira, os militares inativos receberão o mesmo soldo dos militares na ativa, incluindo eventuais reajustes.

A proposta apresentada unifica a contribuição de todos os beneficiários da previdência militar, que passa a 10,5% sobre o valor integral do rendimento bruto, a partir de 2022.


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23/03


2019

Sem Maia como articulador, Previdência subiu no telhado

Esta é a notícia mais importante da política brasileira desta semana, acima da prisão de Michel Temer (MDB) e Moreira Franco (MDB)

Sérgio Praça - EXAME

A notícia mais importante da política brasileira desta semana não é a prisão de Michel Temer (MDB) e Moreira Franco (MDB), líderes inequívocos de esquemas de corrupção nos últimos trinta anos. É a recusa de Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, de continuar sendo o articulador isolado da Reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Seu colega de partido, Onyx Lorenzoni, não tem sido suficientemente respeitado para isso pelos deputados federais, apesar de ser chefe da Casa Civil.

Maia tem toda razão em desistir. Conforme notou o cientista político Manoel Galdino em seu perfil no twitter, Bolsonaro estava pegando carona no esforço (desgastante) do presidente da Câmara. Assim, conseguia fazer avançar a negociação da Reforma da Previdência ao mesmo tempo em que mantinha o ingênuo discurso de cruzadista contra a “velha política” corrupta.

Provavelmente por conta de sua repentina diminuição de popularidade, Bolsonaro resolveu apostar no confronto com políticos para se travestir de bom moço contra corruptos – que, no entanto, têm a prerrogativa exclusiva de votar o novo sistema de previdência. Por natureza, não é algo fácil de ser aprovado em tempos normais. Sem bons articuladores políticos no Executivo, as chances diminuem. Com Rodrigo Maia fora do jogo, a Reforma da Previdência sobe no telhado. Resta saber por quanto tempo ela senta nas telhas antes de se suicidar.


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23/03


2019

MEC a perigo

Folha de S.Paulo – EDITORIAL

Sequência de fiascos protagonizada por Vélez parece interminável

Em algumas escolas, alunos incapazes de sair-se bem em avaliações durante o período letivo regular ganham nova chance na chamada recuperação, com revisão da matéria dada e nova avaliação. Por essa praxe, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, já estaria ameaçado de reprovação.

A sequência de fiascos protagonizada por Vélez parece interminável. Prometeu uma certa Lava Jato da educação da qual ninguém sabe —ninguém viu. Meteu os pés pelas mãos com uma carta sobre hinos e vídeos em escolas e quase caiu.

Após indispor-se com um ideólogo influente na família que ocupa o Planalto, Olavo de Carvalho, seu suposto mentor, deu início a uma dança das cadeiras em que todos tropeçam e ninguém se fixa nos assentos do segundo escalão.

O primeiro a se estabacar foi Luiz Antonio Tozi, secretário-executivo. Vélez tentou então nomear o assessor Rubens Barreto; fracassou. Em seguida, indicou Iolene Lima, que defendeu, num vídeo muito reproduzido, ministrar todas as disciplinas —da geografia à história e à matemática— com base na palavra de Deus.

A professora não teve tempo de começar a pôr em prática essa doutrina retrógrada, pois não chegou a ser empossada. Em manifestação nas redes sociais, anunciou que, após uma semana de espera, recebeu a informação de que não fazia mais parte do grupo do MEC.

O ministro que não consegue nem remontar sua equipe segue em frente com outras iniciativas temerárias na pasta. Dando curso à cruzada conservadora do governo Jair Bolsonaro (PSL), instituiu comissão para fazer “leitura transversal” das provas do Enem.

O temor entre educadores, que já levou o Ministério Público Federal a pedir explicações, é que sua verdadeira atribuição seja expurgar da prova questões sobre a mal denominada ideologia de gênero ou sobre a interpretação histórica da ditadura militar (1964-1985).

Não bastassem tais confusões, Vélez ora enfrenta ainda a suspeita de ter fraudado dados sobre produção bibliográfica em seu currículo acadêmico. É muita algazarra, sem falar da perda de tempo, para alguém com a tarefa urgente de tirar a educação do fosso de mediocridade em que se encontra.


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23/03


2019

Eleitores populares de Bolsonaro começam a pular do barco

Queda em avaliação é mais acentuada entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos

André Singer - Folha de S.Paulo

Aspecto pouco notado na queda de aprovação do governo, registrada pelo Ibope nesta semana, é a sua distribuição pela renda. Foram os eleitores populares que começaram a pular do barco bolsonariano. Possivelmente os mesmos que, no final do primeiro turno de 2018, sobretudo no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, produziram a incrível onda de extrema direita que varreu o país.

A perda de 15 pontos percentuais na avaliação positiva de Bolsonaro foi mais acentuada entre os eleitores que ganham de 2 a 5 salários mínimos (SM) de renda familiar mensal, chegando ali a um recuo de 18 pontos. Hoje apenas 35% desse segmento apoia o mandato em curso, índice que cai para 29% daqueles cujo ingresso familiar restringe-se a um SM.

Já quando a família recebe acima de cinco salários mínimos, 49% dos entrevistados gostam da administração do capitão reformado. Aqui a perda foi de apenas oito pontos em relação à posse (tinha 57% de ótimo e bom em janeiro). 

Na mesma linha, o instituto de pesquisa nota o aumento da rejeição entre os moradores “que residem nas cidades das periferias brasileiras”. Nesse segmento o índice dos que consideram ruim ou péssimo o desempenho presidencial subiu nada menos que 21 pontos no período. O Nordeste, por sua vez, abriga apenas 31% que se mostram satisfeitos.

A persistência de melhor humor no Sul, onde 41% ainda apreciam o mandato em curso, ilustra a divisão social que permeia a conjuntura, pois a região concentra os menores indicadores de pobreza.

Se a economia comandar os rumos do eleitorado, como parece provável, uma recuperação no curto prazo é difícil. Vale lembrar que o primeiro governo Lula, por exemplo, em que pese ter demorado para produzir aquecimento do PIB, conseguiu estancar de imediato o ciclo inflacionário que herdara da etapa anterior. 

Bolsonaro já pegou o leme com inflação irrelevante. Se não conseguir criar postos de trabalho e oferecer renda, continuará em baixa. Tal contexto daria à oposição a chance de apresentar alternativas ao modelo ultraneoliberal. As eleições de 2020, sobretudo nas capitais, seriam o teste de tal embate. 

Olhando o assunto do ângulo político, a prisão de Michel Temer ainda é uma incógnita. 

Foi a Lava Jato que o levou ao poder, uma vez que decisiva para o impeachment de Dilma Rousseff. Depois, com a gravação de Joesley, afundou o regime emedebista e ajudou a ascensão de Bolsonaro. 

Agora, com a detenção do ex-presidente, atrapalha a reforma previdenciária de Paulo Guedes e aprofunda a divisão das hostes bolsonaristas. Terá fôlego para empurrar Sergio Moro rampa acima?


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Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo

Fernandes

Hahahahahaha.

marcos

Temer Livre


bm4 Marketing 3

23/03


2019

Temer e Lula presos, veja o que pesa contra outros ex-presidentes

Collor e Dilma Rousseff são réus em desdobramentos da Operação Lava Jato

Folha de S.Paulo - Felipe Bächtold

Em cinco anos, a Operação Lava Jato contribuiu para tentativas de afastamento de dois presidentes da República, prendeu dois ex-presidentes e atingiu em diferentes graus todos os ex-mandatários vivos do país.

Além de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Michel Temer (2016-18), que estão presos, são réus em ações derivadas da operação Fernando Collor (1990-1992) e Dilma Rousseff (2011-2016).

José Sarney (1985-1990) foi denunciado acusado de receber recursos desviados da Transpetro —denúncia arquivada em fevereiro— e de integrar organização criminosa, que aguarda análise do Supremo Tribunal Federal.

O único ex-presidente que não é alvo da operação atualmente é Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Mas, após a delação da Odebrecht, em 2017, uma petição envolvendo o seu nome em um dos depoimentos do acordo foi encaminhada à Justiça Federal de São Paulo. A juíza responsável, no entanto, entendeu que, como os relatos são relacionados a campanhas eleitorais dos anos 1990, os fatos já estavam prescritos.

O cerco aos ex-presidentes começou logo no primeiro ano da operação, em 2014, com a delação do doleiro Alberto Youssef. O relato foi decisivo para a denúncia, apresentada em 2015, contra Collor, atualmente senador pelo Pros de Alagoas.

Devido ao foro especial, ele é réu no Supremo Tribunal Federal acusado de receber propina no âmbito da BR Distribuidora. O hoje senador prestou depoimento em fevereiro e sempre negou as acusações. 

A partir do fim de 2015, a equipe da Lava Jato no Paraná passou a investigar ligações de Lula com as empreiteiras OAS e Odebrecht. Primeiro, em 2016, ele sofreu buscas em seus endereços e foi obrigado a comparecer a um depoimento. Em julho de 2017, foi condenado no caso do tríplex de Guarujá (SP) e acabou preso em 7 de abril do ano passado, em decorrência do julgamento do caso em segunda instância.

Em meio à marcha do caso Lula no Judiciário, tramitou no Congresso o processo de impeachment de Dilma, no qual as revelações da Lava Jato sobre o PT e a Petrobras tiveram relevante peso político. A petista foi formalmente acusada de manipulações orçamentárias, mas dezenas de congressistas citaram em seus pronunciamentos o escândalo de corrupção como motivo para o afastamento.

Fora do cargo, Dilma foi acusada pela Procuradoria-Geral da República de integrar uma organização criminosa formada por membros do PT e virou ré na Justiça Federal do DF em novembro passado.

Outro alvo da Procuradoria-Geral durante a gestão de Rodrigo Janot à frente da instituição foi Temer, denunciado em duas ocasiões em 2017 em desdobramentos da delação da JBS. O emedebista resistiu a duas votações na Câmara que poderiam afastá-lo do cargo e conseguiu suspender o trâmite dos casos até que terminasse o mandato.

Menos de três meses após sair da Presidência, Temer foi detido nesta quinta-feira (21) por causa de outra investigação com origem na Lava Jato. Ele é suspeito de receber propina da empreiteira Engevix em obras da usina nuclear de Angra 3, caso que começou a ser investigado no Paraná e foi enviado ao Rio, em 2015, por ordem do STF.

O QUE PESA CONTRA OUTROS EX-PRESIDENTES

Dilma Rousseff
A petista foi acusada pela Procuradoria-Geral da República de integrar organização criminosa formada por membros do PT; é ré na Justiça do DF

FHC
Não é alvo da operação, mas uma petição foi encaminhada à Justiça após seu nome aparecer em depoimento da delação da Odebrecht. Para a juíza, os fatos prescreveram

José Sarney
Denunciado pela PGR em 2017, acusado de receber recursos desviados da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Em fev.19, o STF arquivou a denúncia por prescrição

Fernando Collor
O hoje senador pelo Pros de Alagoas é réu no STF (devido ao foro especial), acusado de receber propina no âmbito da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.


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23/03


2019

A farra de Dilma com dinheiro público não conhece limites

Os aspones marajás de Dilma

ISTOÉ

A farra da ex-presidente da República com dinheiro público não conhece limites. Somente no ano passado, superou todos os antecessores ao torrar mais de meio milhão com assessores, diárias e passagens. Não basta quebrar o Brasil estando no cargo. Ela nos causa prejuízo também fora dele

Durante umas das sessões da CPI da Petrobras, em 2015, que apurou o esquema de desvios de recursos da estatal, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi enfático ao ser confrontado com o ex-engenheiro Renato Duque, ex-diretor de Serviços da companhia. “Fico impressionado com a ‘cara de pau’ do PT”. Na época, Paulinho criticava a desfaçatez do PT no assalto aos cofres da Petrobrás por meio de esquemas de desvios de recursos que até hoje desafiam os investigadores da Operação Lava Jato.

Cara de pau parece ser mesmo um requisito que de fato sobra no perfil petista. Mesmo depois de ter sido deposta em um processo de impeachment, a ex-presidente Dilma Rousseff conseguiu a proeza de ser a campeã entre os ex-presidentes brasileiros de despesas de seus assessores com viagens, passagens aéreas e diárias. Dados obtidos com base na Lei de Acesso à Informação revelam que Dilma gastou, somente no ano passado, mais de meio milhão de reais com o pagamento de diárias e passagens, combustível e demais despesas acessórias dos servidores que a acompanham.

Conforme os dados obtidos, as despesas somaram nada menos que R$ 632 mil. Isso sem contar os salários dos aspones. Em comparação com os demais ex-presidentes, a petista gastou mais que a soma de todo os demais ex-presidentes – José Sarney, Fernando Collor, FHC e Lula – no mesmo período. Todos eles têm direito ao benefício, mas extrapolar do uso de uma verba cujo princípio é conferir o mínimo de estrutura a um ex-presidente da República é deveras imoral.

Não basta levar o Brasil à bancarrota estando no cargo de presidente. Dilma nos lesa também fora dele. De acordo com o jornal, destes mais de R$ 600 mil gastos pelo contribuinte brasileiro, R$ 586,8 mil foram utilizados no custeio de passagens e diárias; além disso, houve também o pagamento de R$ 45,4 mil com manutenção, seguro e combustível de veículos utilizados. Até quando o País sustentará mordomias injustificáveis dessa natureza? É preciso dar um basta.


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Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo

marcos

Isso a globo não mostra

marcos

Prendam essa Ladra. Temer Livre

Fernandes

Petrobras anuncia 7º reajuste no mês no preço da gasolina nas refinarias.

Fernandes

Apoiadores (que restam) de Bolsonaro não acreditam em pesquisas, não creditam em vacinas, não acreditam que a terra é redonda, mas acreditam que bolsonaro arrasou nos EUA.



23/03


2019

Apoio de Bolsonaro a Pinochet complica presidente chileno

Oposição a Piñera usa elogios de comitiva brasileira a legado de ditador para atacar governo

Estadão - Ricardo Galhardo e Daniel Weterman

 “Não vim aqui para falar do Pinochet”, foi uma das primeiras frases do presidente Jair Bolsonaro ao desembarcar em Santiago, na quinta-feira, para três dias de visita oficial ao Chile. A declaração não foi suficiente. A oposição ao presidente chileno Sebastián Piñera tem usado a visita do brasileiro ao Chile como munição contra o governo.

O principal ponto explorado pela oposição é a defesa que integrantes do governo Bolsonaro fazem do ditador Augusto Pinochet, cujo regime é acusado de ter deixado 40 mil vítimas, entre mortos, desaparecidos e torturados, entre 1973 e 1990.

 “É especialmente desconfortável para um presidente de direita democrático ter alguém mencionando Pinochet com uma conotação positiva. Para a direita chilena, tem sido difícil se afastar do fantasma de Pinochet. Ninguém à direita está feliz porque Bolsonaro está nomeando Pinochet. Isso atinge o governo. Isso faz com que ele se sinta desconfortável”, disse o cientista político chileno Patricio Navia, professor da Universidade de Nova York.


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Fernandes

Petrobras anuncia 7º reajuste no mês no preço da gasolina nas refinarias.

Fernandes

SERÁ SÓ RETARDO MENTAL OU MAU CARATISMO-CARATISMO MESMO?

Fernandes

Apoiadores (que restam) de Bolsonaro não acreditam em pesquisas, não creditam em vacinas, não acreditam que a terra é redonda, mas acreditam que bolsonaro arrasou nos EUA.

Fernandes

Votou no Collor, perdeu a poupança, votou no FHC perdeu a vale, votou no Aécio, perdeu a vergonha, votou Bolsonaro perdeu o país!

Fernandes

Quem é a Mãe de Bolsonaro? Ela está viva? Onde Ela nasceu...? Aonde Ela mora? Por que não está com seus Netos e a Família?



23/03


2019

Bolsonaro e a irritação de Maia: "Quero saber o motivo"

No Chile, Bolsonaro compara crise a namoro e diz que está 'aberto a diálogo' com Maia

Presidente diz que lamenta se post do filho fez o deputado ter decidido abandonar articulação da reforma da Previdência

Janaína Figueiredo – O Globo

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feita que quer saber o motivo pelo qual Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, decidiu se afastar da articulação política da reforma da Previdência. E afirmou que está “aberto ao diálogo”. Bolsonaro está na capital chilena para participar de um encontro com líderes sul-americanos.

- Eu quero saber o motivo. Estou sempre aberto ao diálogo. Eu estou fora do Brasil, quero saber qual o motivo. Eu não dei motivo para ele sair - disse o presidente ao ser perguntado por jornalistas se via com preocupação a desmobilização de Maia para buscar apoio no Congresso para aprovar a reforma.

Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", Maia teria telefonado para o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira, e avisado que deixaria a articulação política da reforma. A decisão teria sido tomada após publicação de post do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), com críticas a ele.

- Só conversando, né? Você já teve uma namorada? E quando ela quis ir embora, o que você fez para ela voltar? Não conversou? Estou à disposição para conversar com Rodrigo Maia, sem problema nenhum.


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Fernandes

Bom os bobos, tolos e infantis o elegeram. Agora tem que fazer como o exército que o aposentou aos 33 anos , com laudo psiquiátrico; insanidade, e graves desvios comportamentais. Valeu para o exército, deve valer para presidente.

Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo

Fernandes

Quem é a Mãe de Bolsonaro? Ela está viva? Onde Ela nasceu...? Aonde Ela mora? Por que não está com seus Netos e a Família?



23/03


2019

Temer está escrevendo romance na prisão, diz Marun

O ex-presidente Michel Temer (MDB) está aproveitando o tempo na prisão para escrever novas páginas de um romance que já havia planejado, afirmou nesta sexta-feira (22) o ex-deputado federal Carlos Marun (MDB-MS). “Ele escreveu pelos menos umas três páginas, a mão, em papel ofício”, disse.

Marun, que foi ministro da Secretaria de Governo enquanto Temer era presidente da República, tentou visitar o ex-presidente pela terceira vez na noite desta sexta-feira, mas foi impedido

Com base nas duas primeiras visitas, realizadas na noite de quinta-feira (21) e na manhã de sexta, Marun afirmou que o ex-presidente está inconformado com a ordem de prisão, já que “não há nem inquérito contra ele”, mas que tem usado o tempo livre para escrever. “Não sei qual é o tema (do romance), vou ler quando for publicado”, afirmou. “Ele está numa sala adaptada, então aproveitou a escrivaninha. Tem duas cadeiras lá, eu sentei em uma e ele estava na outra”, descreveu.  (Estadão – BR 18)


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23/03


2019

Guedes de boca fechada: "o pau stá comendo"

Após participar de cerimônia de posse da nova superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Paiva Vieira, o ministro Paulo Guedes preferiu não falar com os jornalistas. Em meio a uma crise gerada pelos atritos entre Rodrigo Maia e membros do governo, Guedes justificou, em tom de brincadeira, que era melhor ficar quieto: “Melhor não falar hoje. O pau está comendo”, disse.

Durante o evento, o ministro pediu para ninguém se assustar com a troca de farpas entre Legislativo e Executivo: “São as dores do parto de uma democracia emergente”, disse.

O juiz Marcelo Bretas não precisou das 24 horas dadas pelo desembargador Ivan Athié para responder sobre o requerimento da defesa de Michel Temer. O juiz federal enviou ofício para Athié sobre seu parecer aos argumentos dos advogados. Bretas diz que “os impetrantes não leram com a devida atenção a decisão impugnada”.  (Estadão – BR 18)


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Fernandes

Votou no Collor, perdeu a poupança, votou no FHC perdeu a vale, votou no Aécio, perdeu a vergonha, votou Bolsonaro perdeu o país!



23/03


2019

A base parlamentar natimorta de Bolsonaro

Helena Chagas

Não se pode destruir o que nunca existiu, caso da base parlamentar do governo Bolsonaro. Mas, ainda que Michel Temer seja solto nas próximas horas, e que a pirotecnia das prisões desta quinta tenha feito sombra sobre as más notícias que atingiram o Planalto na semana, está claro que o episódio deixa Jair Bolsonaro muito mais distante das condições de governabilidade necessárias para seguir em frente. Antes de tudo, pela reação do próprio presidente, que aproveitou o momento para achincalhar a própria governabilidade.

Bolsonaro poderia ter saído pela tangente no episódio Temer. Mas Bolsonaro é Bolsonaro. Num momento para lá de complicado, em que o conjunto da obra das ações políticas do Planalto já desenhava uma situação preocupante em relação à Previdência, ele mostrou que tudo sempre pode piorar. Atribuiu a prisão de Temer a atitudes relacionadas aos “acordos pela governabilidade” da velha política, disse uma obviedade (“a Justiça é para todos”) e reafirmou sua intenção de não fazer os tais acordos pela governabilidade.

Bolsonaro errou, porque a investigação que levou o ex-presidente para a cadeia não parece ter uma relação tão direta com acordos pela governabilidade, mas sim com propina e corrupção. E chutou o pau da barraca, já meio despencada, atingindo os únicos que poderiam ajudá-lo a formar uma base de apoio: fustigou o DEM de Rodrigo Maia – que passou recibo imediato de sua irritação por essas e outras ofensas -, o MDB de Michel Temer e Moreira Franco, o Centrão de tanta gente que já está presa e etc.

Juntando-se a esse pessoal o PT de Lula, o PDT de Ciro Gomes e o PSDB de Tasso Jereissati – eles se manifestaram considerando a prisão do adversário arbitrária – tem-se um caldo grosso de animosidade no Legislativo. O PSL de Bolsonaro festejou a prisão de Temer, mas não gostou do projeto da Previdência dos militares, cheio de concessões, e nem está gostando de não ter os ministérios, cargos e vantagens que esperava. Problema, aliás, que


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Fernandes

Votou no Collor, perdeu a poupança, votou no FHC perdeu a vale, votou no Aécio, perdeu a vergonha, votou Bolsonaro perdeu o país!



23/03


2019

Recado: Maia a Bolsonaro; reforma ou Twitter

Maia enquadra Bolsonaro:  ‘precisa ter  mais tempo para previdência’ e menos para Twitter

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, voltou a disparar contra o governo de Jair Bolsonaro, após abandonar a articulação política da reforma da Previdência. Em declaração à TV Globo, Maia disse que o presidente precisa ter "mais tempo para cuidar da reforma da Previdência e menos tempo" para as redes sociais

"Ele [Bolsonaro] precisa ter um engajamento maior. Ele precisa ter mais tempo pra cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque, se não, a reforma não vai andar", disse Maia.

Maia reiterou a necessidade de Bolsonaro assumir a condução da reforma. "O meu papel eu vou continuar cumprindo, coordenando dentro da Câmara a aprovação da reforma e (...) colocando de forma clara na figura do presidente da República a responsabilidade dele [de] conduzir, por parte do governo, a aprovação da reforma".

O deputado do DEM-RJ também respondeu à declaração de Bolsonaro, que o comparou a uma namorada que quer deixar o relacionamento. "Eu não preciso almoçar, não preciso do café e não preciso voltar a namorar. Eu preciso que o presidente assuma de forma definitiva o seu papel institucional, que é liderar a votação da reforma da Previdência, chamar partido por partido que quer aprovar a Previdência e mostrar os motivos dessa necessidade".  (BR 247)


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Fernandes

O povo chileno como muitos no Brasil reconhecem o risco deste governo para a América do Sul e central. Sabem q ue ele não presta e que as intenções desse ser maligno são as piores possíveis, só aqui o povo ainda aplaude. Mas ele vai cair.

Fernandes

Violentos protestos e enfrentamentos aconteceram por causa da visita do Bolsonaro ao Chile e já se registram feridos.

Fernandes

Bolsonaro é um jumento. Ele vai cair, é só uma questão de tempo.