Gravatá IPTU 2019

08/11


2018

Temer tem interesse em embaixada, após mandato

No MDB, partido de Michel Temer, corre a informação de que o presidente teria interesse em ficar em alguma embaixada do Brasil, após deixar o Palácio do Planalto em 2019.

A embaixada desejada do emedebista seria a da Itália. Interlocutores de Michel Temer confirmaram ao blog a informação. No entanto, alguns integrantes do próprio partido dizem achar difícil a próxima legislatura do Senado aprovar o nome do presidente, já que ele é submetido a uma sabatina. 


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Fernandes

Luciano Hang, o Dono da Havan Que Gastou 12 Milhões nas Fake News de Bolsonaro no WhatsApp, Deve R$ 168 Milhões ao INSS!!!

marcos

UiUiUi, Na busca e apreensão realizada na Cobertura de Lula em São Bernardo, policiais federais encontraram notas fiscais de compras da obra do Sítio de Atibaia. Inclusive a nota fiscal da porta principal em nome do Engenheiro Frederico da odebrecht. Olha as PROVAS aparecendo!

Fernandes

QUERO VER SE O CAPITÃO JAIR FODÃO VAI TER CORAGEM DE VETAR O AUMENTO DE SALÁRIO DOS DOS JUÍZES COMO A PRESIDENTA DILMA FEZ

Fernandes

Já revirei o livro do Código Penal de cabo a rabo e não achei o artigo que diz que pedido de desculpas como fez Onix Lorenzetti anula crime Morotocracia

Fernandes

Apostando na imbecilização do brasileiro Bolsonaro, será internado dia 12, por lá fica, assume Mourão e o golpe militar estará dado


Paulista Conectada

Confira os últimos posts



24/03


2019

O filho 03: dele é de onde menos se esperava

O integrante mais surpreendente da turma do deixa-disso é o senador Flávio Bolsonaro, o filho 03. Pelo Twitter, disse: “O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é fundamental na articulação para aprovar a Nova Previdência e projetos de combate ao crime. Assim como nós, está engajado em fazer o Brasil dar certo!”

No mesmo post, desagravou Rodrigo Maia dos ataques de seu irmão Carlos e do ministro Sergio Moro, que tinha deixado claro que em sua opinião o presidente da Câmara dava prioridade à Previdência e deixava para sabe-se lá quando o projeto de combate ao crime.

Pode ser que o presidente Bolsonaro tenha ouvido os conselhos do grupo militar e dado comando de ordem unida ao filho 02 e aos guerrilheiros de Internet. Afinal de contas, ou é isso ou não haverá reforma da Previdência (nem o pacote da segurança de Moro). E, a continuar assim, nem Governo.  (Carlos Brickmann)


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Fernandes

PARABÉNS CHILENOS por ter escorraçado o BOZO defensor do PINOCHET!


Asfaltos

24/03


2019

A briga de bolsonaristas: Guedes perdeu a paciência; cansou de Olavo

Carlos Brickman

Há muita gente de prestígio tentando convencer Rodrigo Maia a ficar no barco, como Janaína Pascoal, uma das redatoras do pedido de impeachment de Dilma, deputada estadual paulista com a maior votação de um parlamentar na história do país.

Paulo Guedes, o superministro da Economia, trabalha nisso. E há quem tente convencer Bolsonaro de que o papel de seus filhos não é constranger o Governo – posição da ala militar, cujo porta-voz é o vice-presidente Mourão.

Aliás, Mourão já avisou Bolsonaro de que não tem mais paciência para as ofensas que Olavo de Carvalho lhe dirige. Cansou.


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ArcoVerde

24/03


2019

Para equipe econômica, guerra entre Maia e Bolsonaro é apocalipse

Técnicos teriam ficado estarrecidos com a briga. Liderança do PSL diz que 'está faltando suco de maracujá' aos dois

Gabriela Valente e Natália Portinari - O Globo

A elevação do tom na discussão entre o presidente da Câmara dos Deputados e o presidente Jair Bolsonaro foi descrita dentro da equipe econômica como "apocalipse". De acordo com fontes ouvidas pelo GLOBO, os técnicos ficaram estarrecidos com a briga e temem que ela contamine a reforma da Previdência. Internamente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta reconstruir a relação entre os dois para não prejudicar ainda mais o projeto, considerado fundamental para a economia do país. No entanto, seu poder de conciliação pode ser limitado.

Guedes tem um bom relacionamento com Maia. E é considerado uma peça central do governo para se obter o apoio tanto do mercado financeiro quanto do setor produtivo. Enquanto isso, dois secretários do ministro se manifestaram neste sábado por meio do Twitter. Nenhum deles defendeu Maia na questão e até colocaram combustível na briga.

O secretário da Previdência, Rogério Marinho, afirmou que a reforma não pode ser apenas um projeto do governo federal. E disse que a classe política deve cuidar do assunto.

“A nova previdência não é pauta apenas do Governo é pauta do País e como tal precisa ser encarada. O parlamento brasileiro mais uma vez fará sua parte para retomarmos o crescimento e devolvermos o Brasil para os seus legítimos donos o povo”, escreveu o secretário em seu perfil.


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Fernandes

PARABÉNS CHILENOS por ter escorraçado o BOZO defensor do PINOCHET!



23/03


2019

Crise política no Brasil domina viagem do presidente a Santiago

A crise política interna do Brasil dominou a primeira viagem do presidente Jair Bolsonaro a um país da América do Sul. Durante as 48 horas em que esteve no Chile, Bolsonaro trocou recados principalmente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Laís AlegrettiEnviada da BBC News Brasil a Santiago

Ao mencionar a necessidade de aprovar a reforma da Previdência, Bolsonaro jogou o peso no colo dos deputados e senadores. "A responsabilidade, no momento, está com o parlamento brasileiro. Eu confio na maioria dos parlamentares, que essa não é uma questão do governo Jair Bolsonaro, mas uma questão de Estado", declarou.

A fala na sede do governo chileno foi mais uma das trocas de recados, de forma pública, entre Bolsonaro e Rodrigo Maia. O presidente da Câmara já sinalizou que deixaria de trabalhar para a articulação da reforma da Previdência e disse à TV Globo que Bolsonaro precisa ter mais tempo para cuidar da Previdência e menos para o Twitter -- principal plataforma de comunicação do presidente.

Depois disso, ainda em Santiago, Bolsonaro afirmou que usa o Twitter 20 minutos por dia e que a reforma da Previdência está na mão de Maia. "Agora, a bola está com ele, não está comigo. Já fiz minha parte, eu entreguei e o compromisso dele, regimental,é despachar e o projeto andar dentro da Câmara."


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Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo



23/03


2019

Maia responde a Bolsonaro:

Presidente da Câmara afirma ainda que forma como o governo vai participar das reformas é um problema do Executivo

Tássia Kastner – Folha de S.Paulo

Em mais um capítulo na escalada de atritos que têm como pano de fundo a articulação pela reforma da Previdência, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que há uma distorção na fala do presidente Jair Bolsonaro (PSL) quando ele afirma que o parlamentar está sendo agressivo

“Eu não uso as redes sociais para agredir ninguém, eu uso as redes sociais para dar informação aos meus eleitores, à sociedade brasileira”, disse Maia

“Você pode pesquisar os meus tuítes, os do presidente e do entorno do presidente, para você ver quem está sendo agredido nas redes sociais. Aí você vai poder chegar à conclusão de que há uma distorção na frase do presidente”, afirmou Maia, sobre a declaração do presidente em viagem ao Chile

O deputado disse ainda que “numa democracia o Poder Executivo não está acima dos outros Poderes, estão todos dialogando entre si”. Maia almoçou com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), neste sábado (23), em um esforço para alinhar um discurso apaziguador sobre a reforma após três dias de troca de farpas entre o parlamentar e o entorno de Bolsonaro. 

A desavença fez o mercado financeiro levantar dúvidas sobre a viabilidade de aprovação das novas regras, considerada essencial para o equilíbrio das contas públicas.

"Nós estamos olhando para frente. Cada um colocou o seu ponto de vista, o presidente colocou o dele, eu coloquei o meu. Eu não tenho nada mais a tratar do que ocorreu nos últimos dias. Eu estou preocupado em sinalizar claramente para a sociedade que o Parlamento vai permanecer sendo um ponto de equilíbrio, um ponto de diálogo, um ponto de clareza para a sociedade. Que no nosso parlamento nós vamos aprovar as matérias de interesse da sociedade”, afirmou.

Sobre o presidente Bolsonaro ter afirmado, também neste sábado, que a aprovação da reforma depende do Congresso, Maia afirmou que as coisas não são tão estanques.

"Até porque o ministro Paulo Guedes tem tentado intervir na escolha do relator, na escolha do presidente. Então não é tão independente assim a relação como se pode pensar. Vai se escolher um relator por sorteio? Vai se deixar ter um relator de oposição nessa matéria? Então não é assim que as coisas funcionam, as coisas funcionam com diálogo”, afirmou.

O presidente da Câmara voltou a declarar que a reforma nas aposentadorias é a prioridade na Casa e disse ainda que a forma como o governo vai participar da agenda de reformas é um “problema do Executivo.

"A minha agenda é a reforma da Previdência. Depois da Previdência, a nossa agenda é a reforma tributária e a repactuação do estado brasileiro. De que forma o governo vai ou não participar, isso não é um problema meu. É um problema do Executivo", disse. 


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23/03


2019

Com salário de R$ 90 mil, desembargador reclama de crise financeira em MG e determina fim greve

Decisão impõe ao Sindicato dos Servidores da Justiça de 2.ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus-MG) o pagamento de multa diária de R$ 20 mil, limitada a R$ 100 mil, em caso de seu descumprimento.

André Borges – Estadão – Fausto Macedo

O desembargador Renato Luís Dresch, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou ontem a suspensão imediata do movimento grevista iniciado pelos servidores de 2ª. Instância do TJMG no último dia 19. A decisão liminar pede o “retorno dos servidores às suas atividades, cessando a prática de qualquer ato que impeça o acesso da população aos serviços públicos ou impeçam e/ou dificultem a atuação dos servidores nas respectivas unidades”.

A decisão impõe ao Sindicato dos Servidores da Justiça de 2.ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus-MG) o pagamento de multa diária de R$ 20 mil, limitada a R$ 100 mil, em caso de seu descumprimento. Os funcionários cobram a recomposição salarial com a inflação de 2018, de 2,9%, e o pagamento de um auxílio-saúde, que já foi definido em uma ajuda de custo entre R$ 200 e R$ 300 por mês, conforme o tempo de trabalho de cada servidor.

Renato Luís Dresch, que no mês passado recebeu salário de R$ 89.586, afirma, em sua decisão, que, apesar de o tribunal estar aberto às negociações com os servidores, o órgão já deixou “explicitado restrições orçamentárias que impedem o cumprimento imediato das reivindicações”.

O salário do desembargador está entre as centenas de casos da Justiça mineira que, além do salário teto de R$ 35.462,22, incluem uma série de penduricalhos e benefícios que extrapolam os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em sua decisão, Renato Luís Dresch afirma que é preciso lembrar que “o Estado de Minas Gerais encontra-se em situação de calamidade financeira, tanto que é noticiado reiteradamente que os servidores do Poder Executivo estão com os salários parcelados e até este momento sequer houve pagamento integral do 13º salário vencido em dezembro de 2018.”

Ao pontuar a situação do governo, Dresch afirmou que é até um “privilégio” os servidores da Justiça receberem seus salários em dia. “A situação financeira é temerária, de modo que o recebimento regular dos vencimentos (salários) por si só constitui certo privilégio dos servidores do Poder Judiciário em relação aos servidores do Poder Executivo”, declarou.

A greve organizada pelo Sindicato dos Servidores da Justiça de 2.ª Instância do Estado de Minas Gerais (Sinjus-MG) chama a atenção para os pagamentos mensais de salários exorbitantes feitos aos magistrados do TJMG – juízes e desembargadores –, enquanto seus 18 mil servidores não possuem sequer plano de assistência medica.

Na folha de pagamento do TJ-MG de fevereiro, conforme informações divulgadas pelo próprio órgão, uma única magistrada recebeu R$ 307 mil de salário em fevereiro. Além de dois meses de férias por ano, por exemplo, o magistrado tem direito, ainda, a mais três meses de férias-prêmio a cada cinco anos. Na prática, porém, a maioria não retira esses meses para descanso e opta por receber em salários, os quais são pagos sem desconto de imposto de renda ou previdência.

Há 1,5 mil magistrados no TJMG. Em fevereiro, pelo menos 41 desembargados de Minas Gerais receberam mais de R$ 90 mil de salário. Em janeiro deste ano, os magistrados foram contemplados com o reajuste salarial de 16,38%, aprovado para a classe pelo Supremo Tribunal Federal. O reajuste do salário, automaticamente, contemplou outros subsídios. Como o auxílio saúde dos juízes e desembargadores é de 10% do salário, estes passaram a receber, no holerite, mais R$ 3.546 para bancar custos com plano de saúde. Recebem ainda, por ano, meio salário referente a “auxílio-livro”.

Em sua petição para determinar o fim da greve, o desembargador Renato Luís Dresch, faz referência à “gravíssima crise econômica vivenciada pelos brasileiros, cuja imensa maioria já não luta por benefícios, mas pela sobrevivência de seus empregos” e considera, “com o devido respeito à excelente categoria profissional representada”, que os grevistas mostram-se descompromissados “com as dificuldades por que passa a sociedade, destinatária e mantenedora dos serviços públicos que se fez paralisar”.

Por meio de nota, o Sinjus-MG declarou que repudia a decisão liminar “dada pelo desembargador Renato Luís Dresch, relator em plantão, suspendendo o movimento grevista” deflagrado na semana passada. “Trata-se de explícita situação de suspeição, em que figura o próprio ‘patrão’ julgando o empregado. Como poderia o próprio Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgar a greve dos seus próprios funcionários?”, questiona o sindicato. “O SINJUS-MG esclarece, ainda, que em momento algum o TJMG dialogou sobre prazos, hipóteses ou quaisquer sinalização de cumprimento das leis.”


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23/03


2019

Bolsonaro: "Alguns não querem largar a velha política

Jair Bolsonaro, faz um discurso ao desembarcar no aeroporto de Santiago em 21 de março de 2019 - AFP

Por Estadão Conteúdo

 

Enquanto no Brasil o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), dirige fortes críticas a Jair Bolsonaro na articulação da reforma da Previdência, o presidente disse neste sábado, 23, a empresários chilenos que atritos acontecem no País porque muitos não querem largar a “velha política”.

“Os atritos que acontecem no momento mesmo estando calado fora do Brasil acontecem na política lá dentro porque alguns, não são todos, não querem largar a velha política”, disse Bolsonaro durante café da manhã oferecido pela Sociedade de Fomento Fabril do Chile em Santiago. Ele não citou nomes e disse ter recebido o governo em uma crise “ética, moral e econômica”, classificou o Brasil como “campeão da corrupção”, mas com grande chance de sair do buraco desde que o país aprove as reformas, principalmente da Previdência.

“Temos chance sim grande de sair dessa situação que nós encontramos com as reformas. E a primeira delas, a mais importante é essa da Previdência”, disse o presidente.

Bolsonaro voltou a atacar a “velha política” ao reclamar das reações negativas à montagem de seu ministério. “Como nós chegamos sem apoios políticos partidários escolhemos um ministério, com pessoas que queriam participar do governo por patriotismo. Montamos nosso ministério desagradando os políticos tradicionais”, afirmou o presidente. “Então com a política tradicional existem as reações ainda por parte de alguns da classe política. Mas acredito que a maioria não esteja contaminada”, completou.

Em entrevista ao Estado publicada neste sábado, Rodrigo Maia declarou que o governo Bolsonaro “é um deserto de ideias” e criticou o presidente por dizer que seu diálogo é “toma lá dá cá”. Mais cedo, em Brasília, Maia afirmou que os atritos com o governo são “página virada”. “O que a gente precisa é mostrar para a sociedade que a gente tem responsabilidade, que o governo tem responsabilidade, que o governo vai sair de conflitos nas redes sociais e vai para o mundo real.”


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Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo


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23/03


2019

Bolsonaro sobre reforma: responsabilidade é do Congresso

Reforma da Previdência

Foto: Brasil247 - Bolsonaro no Chile

Da IstoÉ - Por Ansa Brasil


Em meio às críticas do mandatário da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente Jair Bolsonaro jogou para o Congresso a responsabilidade de aprovar a reforma da Previdência.   

Em pronunciamento em Santiago, no Chile, o capitão reformado disse que a medida é o “único caminho para alavancar o Brasil”.   
“A responsabilidade está com o Parlamento, e eu confio que a maioria dos parlamentares saberá que essa é uma questão de Estado, é uma questão de não experimentarmos situações que outros países enfrentaram”, disse. 

 Maia, no entanto, indicou ter uma visão diferente. Em entrevista ao “Jornal Nacional”, o presidente da Câmara afirmou que Bolsonaro é quem precisa conduzir a aprovação da reforma da Previdência. “Ele precisa ter um engajamento maior. Ele precisa ter mais tempo para cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter”, declarou.   

Eu preciso que o presidente assuma de forma definitiva seu papel institucional, que é liderar a votação da reforma da Previdência”, acrescentou Maia. Já ao Estado de S. Paulo, o presidente da Câmara afirmou que o governo é um “deserto de ideias”.   
Após quase três meses de mandato, a gestão Bolsonaro ainda não tem uma base formada no Congresso e aposta na pressão popular sobre os parlamentares para aprovar seus projetos. (ANSA)


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23/03


2019

Rodrigo Maia: crise acabou

Mas Bolsonaro precisa parar de falar que é contra reforma da Previdência. Presidente da Câmara reafirma que cabe ao Planalto liderar o processo de aprovação do projeto.

Bolsonaro, Maia e Guedes na entrega da proposta de Previdência dos militares ao Congresso. Foto: CAROLINA ANTUNES / AFP

O Globo - Eduardo Bresciani

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou neste sábado que a crise com o governo acabou, mas que o presidente Jair Bolsonaro precisa parar de falar que é contra a reforma da Previdência e defender o projeto com convicção. Maia reiterou que caberá ao governo fazer a articulação para a aprovação da proposta. O presidente da Câmara participou do Congresso do PPS, que deve mudar o nome da legenda para "Cidadania". No Chile, em café da manhã com empresários chilenos neste sábado, Bolsonaro deu uma resposta indireta a Maia ao defender as mudanças na aposentadoria, mas assegurar que “os atritos que acontecem no momento, mesmo estando calado fora do Brasil, acontecem na política lá dentro porque alguns — não são todos — não querem largar a velha política”.

— Do meu ponto de vista, ela (a crise) nunca deveria ter sido criada. Ela foi criada pelo entorno do governo, mas pra mim já acabou, já falei o que tinha pra falar. Agora, quero focar naquilo que é fundamental, que é mudar o Brasil, reorganizar o estado brasileiro para que ele deixe de servir a poucas corporações públicas e privadas e passe a servir à sociedade — afirmou Maia.
O presidente da Câmara afirmou ainda que, como Bolsonaro se elegeu com um discurso de "nova política", cabe a ele mostrar como isso vai funcionar. Maia destacou que, em outros países nos quais o discurso semelhante foi vencedor, ainda não se encontrou uma forma eficaz de governar.

— Ele (Bolsonaro) precisa dizer o que é a nova política. Nós estamos na nova política, nós queremos a nova política, o Brasil quer mudar, os deputados sabem disso, o presidente foi eleito com esse discurso, mais até do que muitos deputados que foram reeleitos e já vêm da política, não da velha política, mas que fazem política. O Brasil quer construir um ambiente novo, ele foi eleito para isso, mas ele precisa colocar alguma coisa no lugar. Infelizmente, nem Donald Trump colocou nada no lugar, nem aqueles que defenderam o Brexit colocaram nada no lugar, nem a Espanha colocou nada no lugar, teremos novas eleições porque o governo caiu, então, esses movimentos são muito competentes para tirar algo do lugar, mas eles ainda não construíram um caminho para colocar algo — disse Maia.

— Não preciso namorar, conversar, tomar café, eu tenho convicção da matéria. O presidente nunca teve. Que bom que esteja construída essa convicção. Agora, ele precisa ter convicção, precisa parar de falar que ele é contra a reforma da Previdência. Isso atrapalha, gera insegurança — disse o presidente da Câmara.

Ele repetiu o que afirmou em entrevista ao GLOBO de que cabe a Bolsonaro e sua equipe trabalhar para a aprovação da reforma e sugeriu que o presidente entre em campo diretamente, fazendo conversas diretas com os deputados.

— Tenho certeza de que ele vai começar a partir de segunda a convidar cada deputado que pensa em votar a favor da reforma da importância para o governo e para o país, principalmente. E vai assumir essa grande liderança em relação à sociedade e com o parlamento — disse Maia. Ele cobrou ainda programas do governo para outras áreas, dizendo que se isso não for apresentado vai se passar a ideia de que a gestão atual repete o PT.


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Fernandes

Bolsonaro é jumento.



23/03


2019

Maia: Bolsonaro precisa da convicção que tenho na reforma

Alvo de críticas de aliados do presidente, deputado diz que agora cabe a Bolsonaro conseguir os votos para a Previdência.

Maia: “Quem foi contra a matéria a vida inteira foi Bolsonaro, não fui eu”. Foto: Luis Macedo / Agência O Globo

O Globo - Por Bela Megale e Paulo Celso Pereira

 

Após se afastar da articulação pela reforma da Previdência , Rodrigo Maia (DEM-RJ) diz que cabe ao presidente Jair Bolsonaro a tarefa de construir a base governista . Em entrevista ao GLOBO, o presidente da Câmara promete comandar a votação, mas reclama dos ataques que vem sofrendo nas redes sociais bolsonaristas.

Por que o senhor diz que, agora, o governo será responsável pelos votos da reforma da Previdência?

Nas últimas semanas, foi se construindo uma imagem de que o Parlamento estava atrás de cargos, que ia pressionar o governo. Isso é muito ruim para a relação entre Legislativo e Executivo. É importante que as coisas fiquem muito claras: se o governo vai tratar de cargos, que seja direto com os partidos — e cada um vai dizer se esta é sua agenda. A Presidência da Câmara não pode estar envolvida nesse tipo de articulação. O Executivo fica no seu campo, o Legislativo, no seu, e eu comando a votação.

Existe risco para a votação?

A responsabilidade pela relação com a Câmara é do presidente Bolsonaro. Ele não pode delegar a ninguém. Se ele não comandar, não teremos os 308 votos. Se não chamar deputado por deputado, não olhar no olho e não falar da importância da reforma, será difícil. Ou ele patrocina, lidera e passa a ser o garoto-propaganda dela, ou será muito difícil. Vou continuar trabalhando, tenho influência sobre boa parte dos parlamentares, mas não chego aos 308 votos.

Como vê as críticas à “velha política”?

O presidente vem falando há muito tempo que vem sendo pressionado pela “velha política”. Acho que não tem velha nem nova — tem a política, e ela é feita de diálogo. Se o presidente prefere um diálogo mais distante do Parlamento, não vejo problema. A reforma é decisiva para o Brasil. Vamos trabalhar para pautá-la e aprová-la. Mas o presidente precisa compreender que ele foi eleito para comandar sua pauta. O sistema é presidencialista, não é parlamentarista.
 
As críticas das redes sociais bolsonaristas levaram o senhor a mudar o tom?

Não. Apenas acho que precisamos deixar as coisas claras. O governo trabalhou contra a minha eleição, através do seu ministro da Casa Civil, até dois dias antes da votação. Tentaram primeiro viabilizar o senador Davi Alcolumbre para me inviabilizar. Depois, tentaram fortalecer um candidato no meu campo. No final, tentaram fortalecer o candidato com mais chances que sobrou. Então, não tenho nenhum compromisso com o governo, tenho compromisso com o Brasil e com a pauta que acho decisiva, que é a reforma da Previdência. Estou dialogando e estou convencido de que o relator da reforma precisa ser do PSL. Porque, a partir do partido do presidente, ele vai ter capacidade maior de diálogo.

Não há pressão parlamentar?

Não tem ninguém boicotando votação, nenhum tipo de pressão. Ele (Bolsonaro) está criando uma falsa informação. Mas sem seu protagonismo, nada vai andar. Como é que o presidente não constrói sua base? Isso é impossível dar certo. É importante que ele assuma esse papel para que não fique esse jogo de que o Parlamento está pressionando, ameaçando, fazendo e acontecendo. Queremos votar a Previdência, precisamos que o governo garanta os votos.

Assessor de Bolsonaro pede 'mobilização popular' para agenda legislativa do governo
O senhor vai ajudar?

Vou ajudar, vou continuar defendendo, não vou sair disso nunca. Aliás, é muito interessante porque ficam dizendo nas redes sociais que estou contra a matéria. Me desculpe. Quem foi contra a matéria a vida inteira foi o Bolsonaro, não fui eu. Sempre estive neste campo: o da reforma do Estado, da reforma da Previdência e da economia de mercado. Estou no mesmo lugar, por isso, não tenho constrangimento de defender a reforma. É o constrangimento do presidente de defendê-la, sempre dizendo que não gostaria de votá-la, que gera insegurança entre os parlamentares.

A estratégia de comunicação feita pelo filho dele atrapalha?

Estamos vivendo um momento em que as redes sociais do Bolsonaro agridem quando um deputado ou jornal critica o governo. Tem algo errado nessa relação. Não é porque critiquei as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (pago a idosos de baixa renda) e na aposentadoria rural que estou contra a reforma. E fui atacado por isso. Vivemos numa democracia ou numa ditadura? Quando você não aceita crítica, passa a não viver numa democracia e começa a viver numa ditadura.

Qual peso as falas do ministro Sergio Moro tiveram para a piora na sua relação com o Planalto?

Sempre tive uma relação de muito diálogo com o ministro Moro, sei das boas intenções dele. Agora, quem conhece a Câmara sou eu e sei que ela não tem capacidade de mobilização em dois temas tão relevantes ao mesmo tempo. Para mim, ficou uma sinalização muito clara quando o presidente levou o projeto da Previdência e não levou o projeto do Moro: que a prioridade do governo era a Previdência. Já estou discutindo a melhoria da legislação de enfrentamento ao crime organizado desde o fim de 2017. Esse tema não é novidade. A decisão de como vai tramitar é da Câmara, não do Executivo. Eles têm que tomar cuidado porque essa fronteira leva à ditadura. A gente precisa respeitar os Poderes.

O presidente comparou a situação a uma crise com a namorada. É possível reatar?

Falta compreensão às vezes ao presidente. Ele não precisa conversar comigo, tomar café da manhã, perder tempo comigo. Defendo a reforma com muito mais convicção que ele. O que ele precisa é da mesma convicção que eu e o ministro Paulo Guedes (Economia) temos na defesa da matéria. Quando ele assumir com convicção a defesa da reforma e começar a convidar os deputados, que têm as mesmas dúvidas que ele, para conversar e mostrar a importância do tema, vamos deslanchar.


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23/03


2019

Prisão de Temer: filhas protestam nas redes sociais

As filhas do ex- presidente Michel Temer protestaram em suas redes sociais contra a prisão do pai.

Luciana Temer postou uma foto do pai com Nelson Mandela e escreveu: “Quem gosta de espetáculo midiático e de aparecer na TV devia fazer teatro, não direito. Direito é para quem gosta de lei e justiça”. Ela é professora de direito.

Já Clarissa Temer escreveu apenas: “Muita dor”. Seguidores dela no Instagram prestaram solidariedade.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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23/03


2019

Promotor chamou Lula de “encantador de burros”. Foi condenado e multado

Promotor Cassio Conserino terá que pagar R$ 60 mil a Lula por danos morais

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O juiz considerou que ele teve intenção de humilhar, menoscabar e desprezar o ex-presidente

A Justiça condenou o promotor Cassio Roberto Conserino a pagar R$ 60 mil ao ex-presidente Lula por danos morais. Em 2016, Conserino publicou em seu Facebook imagem em que Lula era definido como um “encantador de burros”. Na época, ele era um dos promotores responsáveis pela investigação do tríplex em SP e chegou a pedir a prisão do petista.

O juiz Anderson Fabrício da Cruz considerou que o promotor teve a “nítida intenção calculada e provocativa de humilhar, menoscabar e desprezar” Lula ao publicar imagem com conteúdo “ofensivo, pejorativo e injuriante”.

O juiz afirmou ainda que o grau de culpa é elevado já que se trata de um promotor que deve “manter ilibada conduta pública e particular, assim como tratar com urbanidade as partes” dos processos.


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23/03


2019

Fake news do Supremo Federal

Alexandre de Moraes, que preside o inquérito sobre fake news do Supremo, foi questionado se incluiria no pacote da investigação os relatos de que procuradores têm estimulado delatores a falarem sobre ministros do STF.

A pergunta surgiu após reportagem de Veja revelar a menção a um ex-assessor de Luiz Fux em uma proposta de colaboração à Lava Jato do Rio.  (Painel – FSP)


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23/03


2019

Amigos sobre Temer: muita tristeza e preocupação

Amigos do ex-presidente Michel Temer manifestaram profunda preocupação com o ânimo dele, após relatos recebidos nesta sexta (22). O emedebista aparenta muita tristeza e preocupação.

A ação da Polícia Federal na captura de Temer e de Moreira Franco foi criticada por ministros do STF.

 O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Felipe Francischini (PSL-PR), não dá mais prazo para anunciar o relator da reforma da Previdência e nem previsão de votação. (FSP)


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23/03


2019

Filho de Bolsonaro atacou mas passa a bombeiro. Quer amansar Maia

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) atua como bombeiro. Ele não só defendeu publicamente a atuação de Maia como também telefonou ao democrata. Quer um encontro para serenar ânimos.

explosão de Rodrigo Maia, que ameaça lavar as mãos e deixar a articulação da reforma da Previdência exclusivamente com o Planalto, foi sucedida por uma série de conversas em que deputados elencaram medidas de afronta ao governo.

Além de derrubar o decreto que extinguiu a exigência de visto para americanos, o centrão planeja modificar a medida provisória que redesenhou a Esplanada, inclusive reduzindo o número de ministérios de 22 para 15.  (Daniela Lima – FSP)


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Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo