Gravatá IPTU 2019

08/11


2018

Temer tem interesse em embaixada, após mandato

No MDB, partido de Michel Temer, corre a informação de que o presidente teria interesse em ficar em alguma embaixada do Brasil, após deixar o Palácio do Planalto em 2019.

A embaixada desejada do emedebista seria a da Itália. Interlocutores de Michel Temer confirmaram ao blog a informação. No entanto, alguns integrantes do próprio partido dizem achar difícil a próxima legislatura do Senado aprovar o nome do presidente, já que ele é submetido a uma sabatina. 


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Comentários

Fernandes

Luciano Hang, o Dono da Havan Que Gastou 12 Milhões nas Fake News de Bolsonaro no WhatsApp, Deve R$ 168 Milhões ao INSS!!!

marcos

UiUiUi, Na busca e apreensão realizada na Cobertura de Lula em São Bernardo, policiais federais encontraram notas fiscais de compras da obra do Sítio de Atibaia. Inclusive a nota fiscal da porta principal em nome do Engenheiro Frederico da odebrecht. Olha as PROVAS aparecendo!

Fernandes

QUERO VER SE O CAPITÃO JAIR FODÃO VAI TER CORAGEM DE VETAR O AUMENTO DE SALÁRIO DOS DOS JUÍZES COMO A PRESIDENTA DILMA FEZ

Fernandes

Já revirei o livro do Código Penal de cabo a rabo e não achei o artigo que diz que pedido de desculpas como fez Onix Lorenzetti anula crime Morotocracia

Fernandes

Apostando na imbecilização do brasileiro Bolsonaro, será internado dia 12, por lá fica, assume Mourão e o golpe militar estará dado


Paulista Conectada

Confira os últimos posts



25/03


2019

Temer preso: conheça detalhes de todas as investigações por corrupção contra o ex-presidente

Temer preso: conheça detalhes de todas as investigações por corrupção contra o ex-presidente

André Shalders - @andreshaldersDa BBC News Brasil em São Paulo

Diante do noticiário negativo sobre o ex-presidente Michel Temer (MDB), preso na quinta-feira (21), é possível que muitos brasileiros já tenham se perdido no emaranhado de investigações contra ele. Afinal, qual é a relação do "quadrilhão do PMDB" com o Porto de Santos? O que tem a ver a reforma na casa da filha do ex-presidente Temer com a antiga Secretaria de Aviação Civil (SAC) da Presidência?

Ao todo, o emedebista é alvo de 10 inquéritos espalhados por Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, e já foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) três vezes.

Nenhuma das três denúncias foi aceita ainda pela Justiça – o que significa que Temer não é réu. Nos diversos processos, o ex-presidente sempre negou irregularidades. Tanto nos autos quanto em declarações a jornalistas.

As duas primeiras denúncias contra o ex-presidente foram rejeitadas pela Câmara dos Deputados em 2017, quando ocupava a Presidência. Voltaram a tramitar quando o emedebista deixou o cargo.

A terceira denúncia contra Temer foi apresentada pela chefe do MPF, a Procuradora-Geral da República Raquel Dodge, pouco antes dele deixar o cargo. E diz respeito a um decreto de Temer para o setor portuário.

Dos 10 inquéritos contra Temer, cinco foram pedidos por Raquel Dodge em 18 de dezembro de 2018, dias antes de ele deixar o cargo. Os outros cinco são mais antigos: estavam no STF e foram enviados à Primeira Instância da Justiça, em diferentes Estados brasileiros, no começo de 2019.

Em maio de 2018, Temer disse que não temia ser preso depois de deixar o cargo. "Não temo, não [ser preso]. Não temo. Seria uma indignidade e lamento estarmos falando sobre isso. Eu prezo muito a instituição Ministério Público que, aliás, teve em mim um dos principais suportes", afirmou ele à rádio CBN.


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Asfaltos

24/03


2019

FHC: “Presidente que não entende força do Congresso pode cair”

Tucano comentou em rede social as discussões entre Bolsonaro e Rodrigo Maia

O Globo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comentou neste domingo no Twitter o bate-boca dos últimos dias entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em meio às articculações para aprovação dareforma da Previdência. Para o tucano, um presidente que não entende a força do Congresso pode cair.

Na avaliação do ex-presidente, maltratar o presidente da Câmara é "caminho para o desastre". "Paradoxo brasileiro: os partidos são fracos, o Congresso é forte. Presidente que não entende isso não governa e pode cair; maltratar quem preside a Câmara é caminho para o desastre. Precisamos de bom senso, reformas, emprego e decência. Presidente do país deve moderar não atiçar", escreveu Fernando Henrique, em sua conta na rede social.

O embate entre Bolsonaro e Maia subiu de tom nos últimos dias. Na sexta-feira, o presidente disse, durante viagem ao Chile. que a "bola está com o Parlamento" e que não entende os motivos de Maia se comportar "dessa forma um tanto quanto agressiva".

Bolsonaro afirmou ainda que o governo já fez a parte dele, ao encaminhar a proposta da reforma à Câmara, e acredita que os parlamentares vão "aperfeiçoá-la:

— A bola está com o Parlamento. Mas, me desculpe, o que é articulação? O que é que está faltando eu fazer? Eu pergunto a vocês o que foi feito no passado e (digo que) não seguirei o mesmo estilo de ex-presidentes, pode ter certeza disso — disse Bolsonaro durante sua viagem ao Chile.

Em entrevista ao GLOBO, Maia disse que cabe a Bolsonaro construir a base governista e que o presidente precisa ter convicção sobre a importância da reforma. Ele também reclamou dos ataques que vem sofrendo nas redes sociais de bolsonaristas.


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ArcoVerde

24/03


2019

Líder do governo critica velha política, cita Maia e acirra crise

Após reunião com Jair Bolsonaro (PSL), o deputado major Vitor Hugo (PSL-GO) publicou foto ao lado do filho e do presidente - Reprodução/@MajorVitorHugo/Twitter

Após embate com presidente da Câmara, major Vitor Hugodiz que Bolsonaro está convicto de atitudes

Em meio a uma crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou a deputados de seu partido neste domingo (24) que o presidente Jair Bolsonaro está convicto de suas atitudes.

Em mensagens de Whatsapp para a bancada do PSL, ele indicou que Bolsonaro não negociará e fez criticas à velha política, acirrando a tensão entre poderes.

As postagens no grupo da sigla ocorreram logo depois de um encontro dele com o presidente, no Palácio da Alvorada.

"Nosso presidente está certo e também convicto de suas atitudes. Estive com ele hoje pela manhã. As práticas do passado não nos levaram ao caminho em que queremos estar. Todos nós, em particular do PSL, somos agentes para ajudar a mudar a situação em que nos encontramos", escreveu o líder no grupo de deputados, por volta de 13h30.

"Todos que nos elegemos nessa legislatura (passamos, pois, pelo crivo das urnas e da população que não aguenta mais...), eleitos e reeleitos, temos a possibilidade de escolher de que lado estar... somos todos a nova política. Não dá mais...", completou.

Duas postagens em seguida fazem referência a supostas negociações de cargos nos governos Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) em troca do apoio do Congresso.

A primeira mensagem resgata reportagem do jornal O Globo de novembro de 2017, cujo título é "Para aprovar mudanças na Previdência, Temer autoriza Maia a negociar cargos".

A segunda é uma charge que ironiza o diálogo do governo Dilma com o Congresso. Na imagem, a ex-presidente leva ao Congresso um pacote de cargos para garantir as conversas.

Parte da troca de mensagens já chegou ao presidente da Câmara e está circulando entre os principais líderes partidários. Elas foram recebidas como "agressões" do líder do governo à política.

A avaliação é de que Bolsonaro não está disposto a mudar sua relação com deputados em senadores, embora Vitor Hugo tenha saído do encontro com o presidente falando em aproximação do governo com o Congresso.

"A semana passada foi uma semana muito tensa e agora a gente vai caminhar para uma aproximação", disse.

À Folha o líder do governo afirmou que suas mensagens não foramataques a Rodrigo Maia, mas foram enviadas para reforçar o posicionamento de mudança das práticas que existiam.

A expressão "velha política" não foi utilizada.

"Eu não fiz crítica alguma ao Rodrigo. O que eu fiz foi o seguinte: eu reforcei a posição do presidente da República, a disposição dele de trabalhar de uma maneira diferente", disse.

"Eu fui na casa dele também para ajudar a traçar estratégia para apaziguar, eu venho tentando aproximar os poderes, desde que assumi, na verdade. Mas eu concordo com o presidente quando ele mantém essa determinação de seguir o que ele falou no discurso de campanha", completou.  (Folha de S.Paulo - Thais Arbex , Bruno Boghossian e Camila Mattoso)


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24/03


2019

Outra de Bolsonaro no Chile: presidente Piñera critica o que disse o brasileiro

'Frases de Bolsonaro sobre ditadura são infelizes', afirma Piñera

Após protestos, presidente do Chile se distancia das posições do brasileiro no dia seguinte à visita

Sylvia Colombo – Folha de S.Paulo

Neste domingo (24), dia seguinte da visita oficial do presidenteJair Bolsonaro ao Chile, Sebastián Piñera marcou distância de frases ditas sobre o brasileiro sobre as ditaduras latino-americanas "com as quais não concorda", disse a jornalistas, apesar de elogiar outras de suas qualidades.

Ao ser perguntado sobre quais seriam essas frases, Piñera citou: "Quem procura osso é cachorro", uma das que estampavam os cartazes de protesto de grupos de direitos humanos que pediam que Bolsonaro deixasse o Chile.

Nos dois dias oficiais da visita, houve protestos contra o brasileiro, do lado de fora do palácio de La Moneda e em outros pontos da cidade, por parte de estudantes, organizações de direitos humanos e feministas. A isso, Bolsonaro respondeu, ao chegar, que "protestos assim existem onde quer que eu vá, mas o importante é que, no meu país, fui eleito por milhares de brasileiros".

Piñera disse que frases como a que citou "são tremendamente infelizes". "Não compartilho muito do que Bolsonaro diz sobre o tema."

Na mesma ocasião, Piñera voltou a defender o Prosulbloco criado em Santiago na sexta-feira (22) e reafirmou não ser um bloco "de países de direita". Disse que respeita a decisão de Uruguai e Bolívia de não assinar a declaração conjunta neste momento, mas reforçou que ambos seguem sendo convidados a fazê-lo mais adiante. E que apenas a Venezuela ainda não está convidada, "por não cumprir com o requisito de ser um país democrático e com respeito aos direitos humanos", mas espera que essa fase logo passe, após o fim da ditadura de Nicolás Maduro.


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24/03


2019

Com tropas, aviões militares russos pousam na Venezuela

Aeronaves estariam levando uma autoridade de defesa russa e quase cem soldados, segundo agências

G1 con AFP e Reuters

Em meio a um fortalecimento dos laços entre Caracas e Moscou, dois aviões da Força Aérea russa desembarcaram neste sábado (23) no aeroporto de Maiquetía, nos arredores de Caracas.

As aeronaves estariam levando uma autoridade de defesa russa e quase cem soldados, segundo informações das agências de notícias.

Um dos aviões, com a bandeira russa, estaria sob vigilância da Guarda Nacional.

Um site de rastreamento de voos mostrou que as aeronaves partiram de um aeroporto militar russo para Caracas na sexta (22). Um deles já teria partido de Caracas neste domingo (24).

Acredita-se que estavam a bordo o general Vasily Tonkoshkurov, diretor do alto comando das Forças Armadas russas, além de uma carga de cerca de 35 toneladas de equipamentos pertencentes aos militares.

Não está claro, ainda, o motivo da chegada dos aviões no país. O desembarque ocorre três meses depois de as duas nações realizarem exercícios militares em solo venezuelano, acontecimento classificado por Washington como invasão russa na região.

Contatadas pela agência France Presse, nem as autoridades venezuelanas nem a embaixada da Rússia em Caracas se manifestaram.

Rússia e China, principais credores da dívida externa da Venezuela, foram dois dos maiores aliados do governo do ditador Nicolas Maduro em meio à crescente pressão internacional para que ele abandone o poder.

Os Estados Unidos impuseram sanções financeiras contra a Venezuela e sua estatal petrolífera PDVSA. No próximo dia 28 de abril, um embargo de Washington às exportações venezuelanas de petróleo entrará em vigor.

A administração de Donald Trump é um dos 50 governos que reconhecem o líder da oposição, Juan Guaidó, chefe do Parlamento, como presidente da Venezuela.

A colaboração militar entre Caracas e Moscou foi fortalecida desde o início do chavismo, com a compra de equipamentos e armas militares.


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24/03


2019

Maia e Malafaia “titãs” bolsonaristas em guerra

Olavo de Carvalho e Silas Malafaia, dois dos principais líderes do bolsonarismo e com grande influência nas redes, estão em guerra. Entre os motivos estão o combate ao petismo e o apoio a Bolsonaro.

Estadão Conteúdo

Tudo começou quando o evangélico criticou, no dia 18, uma declaração do deputado Eduardo Bolsonaro sobre Olavo ter sido responsável pela vitória do pai na eleição. Para Silas, foram os evangélicos os responsáveis pela eleição de Bolsonaro. "Deixe de bajular guru", escreveu Malafaia ao deputado.

Anteontem (22), Olavo publicou uma mensagem no Facebook direcionada ao "bispo" dizendo que as igrejas evangélicas demoraram para começar a atuar na luta contra o petismo. "Pelo menos até 2009 ainda se davam muito bem com o partido governante", escreveu sobre os evangélicos.

Malafaia reagiu ontem (23), chamando Olavo de "astrólogo". Disse que votou em Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998, reconheceu apoio a Lula em 2002 "pela crença de que ele poderia resgatar o Brasil da miséria", mas afirmou que não se posicionou a favor de petistas desde então. "Olavo estava em um rancho nos EUA, eu e Bolsonaro tomando pancada do ativismo gay. Ficar dando peruada escondido nos EUA, é mole". Ele ainda disse que "a influência de Olavo na eleição de Bolsonaro é quase zero".

Medidor

Olavo tem contestado apoiadores de Bolsonaro. Ontem, antes dos comentários de Malafaia, sugeriu a criação de um "medidor de bolsonarismo" para identificar quem realmente está comprometido com o governo. "O presidente disse que o grande objetivo da sua vida e do seu governo é eliminar e ideologia esquerdista. Quantos dos seus pretensos aliados têm a mesma prioridade? Não está na hora de fazermos um medidor de bolsonarismo para separar as ovelhas dos bodes?", escreveu Olavo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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24/03


2019

Bretas prendeu Temer porque quis

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

Lula foi para a carceragem de Curitiba depois de ter sido indiciado, denunciado e condenado em duas instâncias. Temer foi encarceradosem ter sido ouvido, indiciado, denunciado ou condenado. Tudo bem, o juiz Marcelo Bretas prendeu-o preventivamente e decisão judicial deve ser cumprida.

Na sua decisão o doutor Bretas reconheceu que Temer não foi condenado e ofereceu uma “análise ainda superficial”  dos crimes que o ex-presidente teria cometido.  Cuidando do “superficial”, ocupou 40 páginas de sua decisão. Sua análise faz sentido, e muito, mas é apenas uma opinião. Justificando a prisão preventiva de Temer, Bretas não escreveu uma só linha.

Justificou-a genericamente, quando associou-a à de outros integrantes da “suposta organização criminosa”, e nisso ocupou três páginas. Nelas, justificou as preventivas porque “no atual estágio de modernidade, bastam um telefonema ou uma mensagem instantânea” para ocultar “grandes somas de dinheiro”. (São Paulo tem rede de telefonia desde o início do século passado.)

Mais: o coronel Lima, faz-tudo de Temer, cuidava de apagar rastros e documentos no próprio escritório. (Bretas não fez qualquer referência à tentativa de depósito de R$ 20 milhões em dinheiro vivo na conta do coronel.)

Mesmo admitindo-se que tudo o que Bretas atribuiu a Temer na sua “análise ainda superficial” seja apenas parte de uma horrível verdade, as razões que citou para encarcerá-lo preventivamente são ralas.  O Brasil teve dois ex-presidentes presos. Um porque foi condenado. O outro não foi ouvido, indiciado, denunciado ou sentenciado. Os tempos estranhos ficaram mais estranhos.


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bm4 Marketing 3

24/03


2019

Bolsonaro tenta abrir caminho na política a golpes de machado

Bruno  Boghossian – Folha de S.Paulo

Presidente anda para trás no trabalho de articulação e aprofunda isolamento

Jair Bolsonaro igualou uma façanha dos tempos modernos quando se elegeu sem fazer alianças com grandes partidos. Ao tomar posse, concretizou um lance audacioso ao montar um governo sem negociar ministérios em troca de apoio no Congresso. Desde então, o presidente passa os dias admirando os dois títulos pendurados na parede.

Bolsonaro chega à reta final do terceiro mês de mandato sem apresentar um diagrama do que será erguido no lugar das relações partidárias que ele prometeu derrubar. Na última semana, o governo obteve a proeza de aprofundar ainda mais seu isolamento político.

PSL, partido do próprio presidente, deu sinais de esfarelamento. O líder da sigla na Câmara criticou a proposta do Planalto para reformar a aposentadoria dos militares e disse que a legenda não estava disposta a “descascar o abacaxi no dente”.

O desprezo do clã Bolsonaro pela tal velha política se traduziu em hostilidade. Conseguiu incomodar o DEM, o único partido que fazia esforços para dar sustentação ao governo, com o comando das duas casas do Congresso. O presidente andou para trás no trabalho de articulação.

Bolsonaro não precisa ceder ao “toma lá, dá cá” que marcou, por décadas, a relação entre Executivo e Legislativo, mas também não conseguiu mostrar como conquistar votos para aprovar os projetos de seu interesse. Sua única estratégia, até agora, foi tentar abrir caminho na política a golpes de machado.

O governo decidiu se mover de acordo com a algazarra de seus apoiadores fiéis e ignorar as vozes do Congresso —o que afasta Bolsonaro cada vez mais de pautas como a reforma da Previdência. Nenhum de seus eleitores mais aguerridos, afinal, votou nele pensando no ajuste do sistema de aposentadorias.

O presidente aposta numa filosofia da terra arrasada. No jantar que teve com Olavo de Carvalho, Bolsonaro disse que precisa “desconstruir muita coisa para depois começar a fazer”. Pelo visto, o dinheiro da obra pode acabar já na fase de demolição.


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Fernandes

Bolsonaro. Patético, o pior brasileiro de todos os tempos.

Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo

joao carlos da silva

Esses marginais do Congresso e muitos da imprensa marron querem a todo custo que Bolsanaro se corrompa e entre no toma lá dá cá. Elegemos o Mito pra mudar essa putaria que vai sim acabar nem que seja com nova intervenção militar. O papel de aprovar ou nao a reforma é desses marginais do congresso e não do presidente.



24/03


2019

Era vidro e se quebrou

Coluna Carlos Brickmann

O jogo ia bem: dois projetos da mais alta importância, a lei de combate ao crime e a reforma da Previdência, entregues ao Congresso logo no início do Governo, uma definição clara de prioridades (primeiro a Economia, logo depois a Segurança, manter tranquilo o que já funcionava, o agronegócio), e fazer barulho com outros temas para distrair a oposição. E que é que se poderia pedir de melhor do que uma oposição dirigida por Gleisi Hoffmann?

Pois Bolsonaro está conseguindo não ganhar o jogo: permitiu que temas destinados apenas a fazer barulho dominassem de verdade a pauta oficial, passou a impressão de que um escritor residente nos Estados Unidos manda em parte do Governo, e não conseguiu controlar as iniciativas de seu filho Carlos, o 02, a quem chama carinhosamente de “pitbull”. Ou, pior ainda, é conivente com os ataques via Twitter a aliados de que necessita – alguns de seu próprio grupo, como o vice Mourão; outros de fora, como Rodrigo Maia.

Bolsonaro não está em fase de boa sorte. Na disputa entre Supremo e Lava Jato, foi atingido Moreira Franco – sogro de Rodrigo Maia. A tropa virtual bolsonarista festejou, e Rodrigo Maia, já chateado com Moro, se cansou. Não rompe com o Governo, nem desiste da reforma da Previdência, mas coordenar a ação política oficial, de maneira a conseguir os votos suficientes para aprová-la, isso não. E que governista poderá fazer a coordenação? Onyx Lorenzoni? Eduardo, filho 03?

Melhor não: perder de muito é ruim demais.


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Fernandes

Bolsonaro. Patético, o pior brasileiro de todos os tempos.

Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo

Fernandes

Bolsonaro que só fazia dormir nas sessões no congresso, agora tá impor sua sanha. Dá-lhe Maia. KKKK

joao carlos da silva

Bolsanaro 3sta correto a putaria do tome lá dá cá acabou. Se não aprovatem por bem o exercito assume e aprova do jeito dele. Tem que botar esses marginais tudinho na cadeia.

Quanta imparcialidade... Compreensível, o jabá não chega mais... E não chegará, vá se contentando em fazer o que vem fazendo, NADA.



24/03


2019

Caminhoneiros se mobilizam para nova paralisação

Investigações do GSI apontam que teve início uma articulação dentro da categoria, que já fala em parar no dia 30 de março

Estadão Conteúdo

O governo acompanha atentamente as primeiras movimentações de caminhoneiros no País, que ameaçavam dar início a nova paralisação. A classe entende que os principais compromissos assumidos pelo governo Michel Temerno ano passado não estão sendo cumpridos.

Os monitoramentos são feitos pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que tem por missão se antecipar aos fatos para evitar problemas para o governo.

As investigações apontam que teve início uma articulação por meio de mensagens de WhatsApp, que já começam a falar em paralisações para o dia 30 de março. O governo quer evitar, a todo custo, que qualquer tipo de paralisação aconteça. Não quer, nem de longe, imaginar que pode enfrentar o mesmo problema que parou o país no ano passado.

Os primeiros dados são de que, neste momento, o movimento não tem a mesma força percebida no ano passado, mas há temor de que os caminhoneiros possam se fortalecer e cheguem ao potencial explosivo da última greve. Dentro do Palácio, o objetivo é ser mais ágil e efetivo e não deixar a situação sair de controle por ficarem titubeando sobre o assunto, como aconteceu com o ex-presidente Michel Temer, no ano passado.


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24/03


2019

Crise política no Brasil dominou viagem de Bolsonaro ao Chile

Laís Alegretti - Enviada da BBC News Brasil a Santiago

A crise política interna do Brasil dominou a primeira viagem do presidente Jair Bolsonaro a um país da América do Sul. Durante as 48 horas em que esteve no Chile, Bolsonaro trocou recados principalmente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O embate entre o Legislativo e o Executivo chegou até ao pronunciamento oficial de Bolsonaro no Palácio de La Moneda, sede do governo chileno. Ao lado do presidente do Chile, Sebastián Piñera, para uma declaração sobre o encontro bilateral, Bolsonaro usou parte de seu tempo para falar da política interna no Brasil e dar recado ao Congresso Nacional

Ao mencionar a necessidade de aprovar a reforma da Previdência, Bolsonaro jogou o peso no colo dos deputados e senadores. "A responsabilidade, no momento, está com o parlamento brasileiro. Eu confio na maioria dos parlamentares, que essa não é uma questão do governo Jair Bolsonaro, mas uma questão de Estado", declarou.

A fala na sede do governo chileno foi mais uma das trocas de recados, de forma pública, entre Bolsonaro e Rodrigo Maia. O presidente da Câmara já sinalizou que deixaria de trabalhar para a articulação da reforma da Previdência e disse à TV Globo que Bolsonaro precisa ter mais tempo para cuidar da Previdência e menos para o Twitter -- principal plataforma de comunicação do presidente.

Depois disso, ainda em Santiago, Bolsonaro afirmou que usa o Twitter 20 minutos por dia e que a reforma da Previdência está na mão de Maia. "Agora, a bola está com ele, não está comigo. Já fiz minha parte, eu entreguei e o compromisso dele, regimental,é despachar e o projeto andar dentro da Câmara."

Como presidente da Câmara, Rodrigo Maia é fundamental para a tramitação da reforma da Previdência na Casa. Nessa função, ele consegue dificultar ou dar celeridade ao processo. A proposta, por sugerir alteração na Constituição, precisa do apoio de três quintos dos parlamentares, em dois turnos de votação, tanto na Câmara quanto no Senado. A tramitação começa pela Câmara, comandada por Maia.

Em outro momento, Bolsonaro havia comparado a situação com Maia a um namoro. "Você nunca teve uma namorada? E quando ela quis ir embora, o que você fez para ela voltar? Não conversou? Estou à disposição para conversar com Rodrigo Maia, sem problema nenhum".

A troca de farpas entre Maia e a família Bolsonaro teve um episódio importante na quinta-feira, quando o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, publicou em sua conta no Instagram uma notícia sobre a rusga entre maia e o ministro Sérgio Moro e escreveu: "Por que o presidente da Câmara anda tão nervoso?". Isso aconteceu no mesmo dia em que foi preso o ex-ministro Moreira Franco, que é casado com a sogra de Maia.


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24/03


2019

"Mito" liberal era fake news

Bernardo Mello Franco – O Globo

A campanha de 2018 fabricou um novo Jair Bolsonaro. Ele se dizia convertido ao liberalismo, embora admitisse não entender nada de economia. Ao ser questionado sobre algum tema concreto, escapava com um gracejo: “Vou perguntar lá no Posto Ipiranga”. Era uma referência a Paulo Guedes, anunciado como futuro ministro da Fazenda.

O aval do banqueiro bastou para convencer o mercado. Com os parceiros habituais em apuros, empresários e investidores arrastaram todas as fichas para a candidatura do “Mito”. Agora eles começam a se perguntar se fizeram a aposta certa.

Nos últimos dias, Bolsonaro indicou que não está tão empenhado em entregar o que prometeu. “Eu, no fundo, não gostaria de fazer a reforma da Previdência”, disse, na quinta-feira. Ele acrescentou que seria “irresponsável” não mexer nas aposentadorias, mas a primeira frase foi a que soou mais sincera.

Não é só com palavras que o presidente mostra a que (não) veio. Na quarta-feira, ele levou ao Congresso um projeto de reforma para as Forças Armadas. Em vez de cortar privilégios, incluiu benesses como o reajuste dos soldos e o aumento da gratificação no fim da carreira. Até o líder do PSL, Delegado Waldir, reclamou do truque. “Não tem como explicar esse tratamento diferenciado”, resumiu.

O episódio mostra que Bolsonaro continua a pensar como chefe do sindicato dos militares. Sua versão liberal era fake news de campanha, assim como o kit gay, a ameaça comunista e a conspiração para fraudar as urnas eletrônicas.

Na viagem ao Chile, o presidente deu novos tiros contra a reforma. Questionado sobre a prisão de Michel Temer, culpou os “acordos políticos em nome da governabilidade”. Os parlamentares entenderam o recado: ele não está disposto a fazer concessões para mexer nas aposentadorias.

Com o ambiente político em chamas, o segundo-filho Carlos Bolsonaro resolveu jogar mais gasolina na fogueira. “Por que o presidente da Câmara está tão nervoso?”, provocou nas redes sociais, referindo-se à prisão de Moreira Franco. O ex-ministro é sogro de Rodrigo Maia, que passou uma descompostura no chefe do clã: “Ele precisa ter mais tempo pra cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter”.

Há duas semanas, o ministro Guedes disse que só faltariam 48 votos para aprovar a reforma. A declaração irritou líderes partidários, que traçam um cenário muito mais complicado. A paciência do mercado também começou a se esgotar, mas quem comprou o “Mito” em 2018 sabia estar diante de um papel de alto risco.


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24/03


2019

Está no ar a barafunda Bolsonaro

Governo enriquece Lei de Murphy: se algo pode dar certo, trabalha para que dê errado

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

Jair Bolsonaro superou as marcas de impopularidade de seus antecessores no início do primeiro mandato. Com viés de piora, esse desempenho deve-se em parte a um processo de autocombustão, mas nem tudo pode ser atribuído a Bolsonaro. Ele teve a ajuda de ministros civis e militares.

Resolveram fazer uma reforma da Previdência. Poderiam ter seguido a sugestão do economista Paulo Tafner, fatiando-a. Mandariam primeiro o corte dos privilégios dos marajás e depois cuidariam dos miseráveis. Resolveram juntar as duas brigas. Vá lá. 

É elementar que a profissão e a Previdência dos militares nada têm a ver com as dos servidores civis. Poderiam ter separado as duas questões. Não só juntaram os debates, como decidiram botar no combo um projeto de reestruturação da carreira militar, coisa que não tem nada a ver com a Previdência.

Todas essas decisões embaralham o debate e dificultam a aprovação de algo parecido com o projeto original do governo. Como alguma reforma haverá de ser aprovada sempre se poderá cantar vitória. Afinal, Fernando Henrique Cardoso e Lula também fizeram reformas da Previdência. Nenhum deles atritou-se com o presidente da Câmara. 

A barafunda vai além da reforma. O ministro Sergio Moro resolveu peitar Rodrigo Maia com mais uma de suas jeremíadas. Tomou umtranco e ficou em paz. Durante a visita de Bolsonaro a Washington, o ministro das Relações Exteriores foi humilhado, um filho do presidente disse que os brasileiros que vivem nos Estados Unidos sem documentação são “vergonha nossa” e o condestável da Economia informou que gosta de Coca-Cola e da Disneylândia. (Quem passava dias sozinho na Disney era o professor Mário Henrique Simonsen, mas ele nunca anunciou isso a uma plateia de empresários.)


Se tudo isso fosse pouco, Bolsonaro disse na Casa Branca que acredita “piamente” na reeleição de Donald Trump. Sentiu cheiro de banana e foi procurar a casca para escorregar. Os dois presidentes que mais ajudaram a ditadura brasileira foram Lyndon Johnson e Richard Nixon. Um encantou-se com o marechal Costa e Silva, o outro com Emilio Médici. Ambos foram eleitos com memoráveis maiorias e acabaram naufragando. Amaldiçoado, Johnson desistiu da reeleição. Acuado, Nixon renunciou. Os presidentes brasileiros não disseram coisa parecida. Trump nunca teve a força de qualquer um desses antecessores.

A Lei de Murphy diz que, se uma coisa pode dar errado, errado ela dará. O governo do capitão parece disposto a enriquecê-la: Se uma coisa pode dar certo, trabalham para que dê errado.


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Fernandes

PARABÉNS CHILENOS por ter escorraçado o BOZO defensor do PINOCHET!

Fernandes

Petrobras anuncia 7º reajuste no mês no preço da gasolina nas refinarias.

Fernandes

Um homem expulso do Exército por problemas mentais, não poderia ser presidente do Brasil. Tá provado agora o país tá sem rumo



24/03


2019

Destino contra reforma da Previdência

A gravação da conversa de Michel Temer com Joesley Batista foi divulgada poucos dias antes da votação da reforma da Previdência.

A prisão de Moreira Franco ocorreu no momento em que seu genro era o principal articulador da aprovação da reforma da Previdência.

A discussão de Sérgio Moro com Rodrigo Maia, em que o ministro disse que o povo não aguentava mais a insegurança (e recebeu dura resposta) aconteceu na mesma ocasião.

O destino, ó destino cruel, parece conspirar contra a reforma da Previdência. (Carlos Brickmann)


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Fernandes

Petrobras anuncia 7º reajuste no mês no preço da gasolina nas refinarias.



24/03


2019

Doria e líderes partidários apoiam Maia

O governador de São Paulo, João Doria Jr., declarou neste sábado “apoio incondicional” ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), na condução da reforma da Previdência. “Apoiamos a relevância de Maia como líder na Câmara pela reforma”, disse o tucano após almoço com o democrata. Maia comentou as declarações de Jair Bolsonaro no Chile. Disse que não é ele quem usa as redes sociais para atacar ninguém e afirmou que é “relativo” o discurso do presidente de não interferência entre os Poderes.

Maia recebeu apoio em nota da bancada de seu partido, o DEM, e em manifestações de outros líderes partidários. O presidente do PRB, Marcos Pereira, usou o Twitter para criticar Bolsonaro e questionar se o presidente quer, de fato, aprovar a reforma. Bombeiros também entraram em campo para tentar serenar os ânimos. O secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, disse que está trabalhando para “distensionar” a relação entre Executivo e Legislativo. (Colua do Estadão – BR 18)


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