ArcoVerde

11/07


2018

FBC quer extinção de imposto sobre uva exportada

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) foi recebido, hoje, pelo ministro das Relações Exteriores (MRE), Aloysio Nunes, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Durante a audiência, o vice-líder do governo no Senado fez um apelo para que o chanceler reforce, junto a autoridades do Mercosul e da Comunidade Europeia, a necessidade de extinção do imposto (Import Duty) incidente sobre a exportação de uva brasileira.

Conforme destacou Fernando Bezerra, a cobrança da taxa – no valor de 2 euros por cada caixa de uva – resultou na queda brutal das exportações da fruta por produtores da região de Petrolina (PE), cidade-natal do senador. O município localiza-se no Vale do São Francisco, região de cultivo irrigado de frutas e que responde por 95% das exportações de uva; principalmente, para a Europa.

A cobrança do Duty fez com que, em menos de 10 anos (de 2008 até o momento), as exportações de uva produzida no Vale do São Francisco despencassem: caíram quase 70%, saindo de um volume de 82 mil para 28 mil toneladas/ano. “Nosso pedido é para que este imposto seja extinto, considerando que outros países que também exportam uva e frutas frescas – como Chile, Peru e África do Sul – têm tarifa zero”, argumenta o vice-líder.

Segundo Fernando Bezerra, o ministro Aloysio Nunes demonstrou sensibilidade à questão, que deverá ser tratada na reunião de ministros para a negociação do acordo de associação entre o Mercosul e a Comunidade Europeia. O encontro ocorrerá na próxima semana, em Bruxelas (capital da Bélgica).

MP 824 – Nesta tarde, no Plenário do Senado, Fernando Bezerra Coelho defendeu a supressão de dois dispositivos do Projeto de Lei de Conversão (PLV 15/2018) da Medida Provisória 824, que trata da Política Nacional de Irrigação.

Em atendimento ao senador, foram retirados os artigos 4º e 5º do PLV, que prejudicariam a atuação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) na execução da Política. A matéria foi aprovada sem os referidos artigos e vai à sanção presidencial.


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Asfaltos

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17/02


2019

Deputados: distribuição de cargos

Previdência - Articuladores do Planalto querem que os próprios deputados avaliem quem preenche os requisitos e quais partidos devem ser contemplados. 

A partir daí, uma ata com os nomes seria entregue à Casa Civil para análise e nomeação. Parlamentares reclamam que será uma confusão a definição dos indicados.

Segundo cálculos da Casa Civil, se a reforma da Previdência for aprovada no prazo mínimo nas comissões, a proposta será votada no final de maio no plenário da Câmara. 

Uma das estratégias de comunicação defendidas por auxiliares de Jair Bolsonaro para esclarecer dúvidas sobre a regra de transição da reforma é a criação de um simulador online.

A ferramenta daria a possibilidade de o cidadão calcular sua previsão de aposentadoria.

A avaliação é a de que o simulador evitaria a disseminação de informações falsas.  (Painel – FSP)


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17/02


2019

Meu pirão primeiro

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

O governo Jair Bolsonaro deve publicar na mesma semana em que vai enviar a proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional decreto que abrirá caminho para nomeações de parlamentares da base em cargos da administração pública federal.

Integrantes da Casa Civil querem que as bancadas de cada estado se reúnam, decidam entre si as indicações que pretendem fazer e encaminhem os pedidos ao Palácio do Planalto. A ideia gera preocupação entre deputados.

A norma preparada pela CGU e pelo Ministério da Economia vai condicionar a ocupação dos postos à formação acadêmica compatível e experiência prévia na área.

O texto ainda prevê que, a partir de 2020, DAS 5 e 6—dois dos cargos mais altos da administração— deverão ter descrição do perfil da vaga.


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17/02


2019

Quem tem a força

O Governo Bolsonaro, imagina-se, acaba de começar. O primeiro lance, diga-se, foi um êxito: os chefões do crime organizado paulista foram para prisões federais, conforme pedido do Ministério Público, e as medidas de segurança que o Governo tomou impediram até agora aquilo que se temia: a volta do clima de guerra civil no Estado, com bandidos atirando em todos os policiais que viam.

Esta é a área de Sérgio Moro, um dos sustentáculos do atual Governo.

Se a reforma da Previdência passar, se forem cumpridas as promessas de privatizações e da redução da máquina administrativa, será um sucesso da área de Paulo Guedes, de longe o mais importante ministro de Bolsonaro.

Se a economia der certo, os Recrutas Zero, os ministros mais pitorescos, a turma do vai-vem podem fazer bobagem que o eleitor não vai dar bola.

Se a economia der certo, será um grande Governo.

Se a economia não der certo, será no máximo um Governo médio com acertos e erros.  (Carlos Brickmann)


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arnaldo luciano da luz alencar ferreira

Enquanto isso PERNAMBUCO está entre os três ESTADOS mais VIOLENTOS do BRASIL só em 2019 mais 410 ASSASSINATOS.

Bebianno

Bolsobostas entendam, desleal e fascista, é o Bozo. KKKK

Bebianno

O desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar

Bebianno

Gustavo Bebianno. Tornar-se-á o Homem (bomba) que vai derrubar o Bozo do poder.

marcos

Ainda bem que o maior Ladrão está preso em Curitiba.



17/02


2019

Os Bolsonaros

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

O Brasil vai completar 200 anos e já teve de tudo, governantes larápios, senis e mesmo com famílias rapaces, mas nenhum deles tentou institucionalizar suas proles.

Getúlio Vargas deu corda a um irmão e ele foi associado à sua deposição de 1945 e ao suicídio de 1954. Um filho deputado também não o ajudou.

D. Pedro 2º, chefe de uma dinastia, aturou um cunhado italiano e perdulário, mas manteve-o longe. O genro, príncipe consorte, também não lhe trouxe fortuna. Nomeando-o comandante das tropas que guerreavam o Paraguai, alimentou a nociva intriga política segundo a qual a Coroa tentava obscurecer a figura do marquês de Caxias, seu antecessor.

Pela primeira vez, a família de um presidente participa institucionalmente da vida política do país. Os três filhos de Bolsonaro têm mandatos populares, mas isso nunca deu certo.


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Laranjal do Bolsonaro

Fascistas.



17/02


2019

Quem é mais quem no governo

A voz do povo - A Taboola, líder mundial na avaliação dos desejos dos consumidores, apurou que Paulo Guedes, da Economia, é o ministro mais lido nas redes sociais. A Taboola chegou a esta conclusão a partir do acesso que tem a 9 bilhões de page-views e 70 milhões de horas na Internet.

Guedes é o mais lido; o segundo é Moro. Damares, com todas as declarações que provocam turbulência, é a terceira, com menos da metade das leituras de Guedes.

Seguem-se Onyx Lorenzoni, Ernesto Araújo, Tereza Cristina, Ricardo Salles, Marcos Pontes, general Fernando Azevedo, da Defesa, e Ricardo Vélez Rodríguez, da Educação.

Os outros – bem, os outros estão atrás não só da Damares mas também do Rodríguez. Não se preocupe com eles.  (Carlos Brickmann)


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Bebianno

Gustavo Bebianno. Tornar-se-á o Homem (bomba) que vai derrubar o Bozo do poder.

marcos

Alguns estão no poder e outros na PF de Curitiba

Bebianno

Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar

marcos

Como é Bom acordar e saber que o governo não é do Pt, Lula tá preso Babaca, Dilma Jumenta perdeu e o Nosso Mito é quem Manda!

Laranjal do Bolsonaro

3 Fascistas.



17/02


2019

Oposição aproveita crise e adota #falabebianno

A oposição, claro, aproveita a inacreditável crise interna do governo de Jair Bolsonaro, que deverá causar a demissão de Gustavo Bebianno, para provocar o ainda ministro a sair atirando contra o presidente assim que deixar o cargo.

Parlamentares do PT já estão adotando a hashtag FalaBebianno para incentivar o ministro a revelar supostos segredos sobre o governo e o presidente.

“O ministro Bebianno pode revelar para todo o País as falcatruas de Bolsonaro e do PSL, basta ele ter coragem. Eles não falaram tanto em ter coragem para mudar o Brasil? Chegou a hora”, postou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

“Parece que Bolsonaro está com medo das verdades do ministro Bebbiano que ele diz ser mentiroso”, acrescentou o deputado Alencar Santana (PT-SP), que também aderiu à hashtag   (Estadão -   M.M)


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Bebianno

Gustavo Bebianno. Tornar-se-á o Homem (bomba) que vai derrubar o Bozo do poder.

marcos

Alguns ladrões permanecem no poder mas os Bandidos perigosos estão em Curitiba

Bebianno

Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar

marcos

Criminoso, processado e Ladrão Fascista

Laranjal do Bolsonaro

Grande senador. Concordo fala Bebiano.



17/02


2019

Juízes ganham penduricalhos: corregedor manda pagar

Corregedor nacional de Justiça recua e decide permitir pagamento de penduricalhos a juízes

Rafael Moraes Moura - Estadão

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, decidiu atender a um pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) para suspender uma recomendação assinada por ele mesmo que havia orientado tribunais de todo o País a não pagar penduricalhos – como auxílio-transporte e auxílio-alimentação – que não tenham sido previamente autorizados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O veto ao pagamento dos penduricalhos atingia inclusive aqueles benefícios previstos em lei estadual.

Segundo o Estadão/Broadcast apurou, a decisão de Martins provocou revolta entre integrantes do CNJ que acreditam que o corregedor cedeu às pressões corporativistas de magistrados para burlar as perdas provocadas pela restrição do auxílio-moradia.

Pelas novas regras, o auxílio-moradia deve ser concedido apenas para os magistrados que atuam fora da comarca de origem, que não tenham casa própria no novo local de trabalho, nem residência oficial à disposição. O benefício (de, no máximo, R$ 4.377,73) não pode ser concedido quando o cônjuge ou companheiro do magistrado receber ajuda de custo para moradia ou ocupar imóvel funcional.


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bm4 Marketing 5

17/02


2019

A lei é para todos?

A deputada federal Bia Kicis, do PFL brasiliense, quer revogar a PEC da Bengala – a emenda constitucional que passou a idade de aposentadoria de ministros do Supremo de 70 para 75 anos. Diz que a extensão do mandato dos ministros “impede a oxigenação da carreira”.

Mas o objetivo é outro: é abrir vagas para que Bolsonaro nomeie ministros que considere mais próximos. É um erro: Lula acreditava nisso e descobriu que as promessas de um candidato nem sempre são cumpridas após a nomeação. Segundo, a lei deve visar casos futuros, e não mudar as regras no meio do jogo.

Os EUA não forçam ministros da Suprema Corte a se afastar: aposentam-se quando não mais se sentem em condições de julgar (se um tiver problemas e não se afastar, os demais votam sua aposentadoria). Para que pagar aposentados a mais e perder a experiência dos mais velhos?  (Carlos Brickmann)


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Bebianno

Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar

marcos

Fora todos eles, renovação Total



17/02


2019

Não vou cair sozinho, diz ministro Bebianno

‘Quando acabar vou dar satisfações’, diz Bebianno

Ministro tem avisado que não cai sozinho – uma referência a Carlos Bolsonaro – e reclama de tratamento desigual

Julia Lindner e Anne Warth, O Estado de S.Paulo

O ministro da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, disse neste sábado, 16, que “quando acabar” sua participação no governo, “se sentir vontade”, vai “dar satisfações”. A frase foi dita em resposta ao ser questionado sobre seu desafeto, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro desabafou que considerou uma covardia o fato de Jair Bolsonaro não ter tido coragem para demiti-lo e considerou inaceitável assumir um cargo em Itaipu, apesar do salário três vezes maior – pouco mais de R$ 1 milhão por ano. A amigos disse que não veio para o governo para ganhar dinheiro e que será leal até o último minuto em que permanecer ministro.

Nas conversas, Bebianno tem avisado que não cai sozinho, pois tanto a ala política, quanto a ala militar do governo, estão decididas a afastar Carlos da Presidência.


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Bebianno

Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar

marcos

LULATÁPRESOBABACA

Laranjal do Bolsonaro

Bota pra arrombar. Bebiano.



17/02


2019

Base aliada tenta evitar que crise chegue ao Congresso

Sem Bebianno, líderes lançam operação ‘redução de danos’ para o governo

Jussara Soares e Amanda Almeida – O Globo

Na tentativa de afastar a crise política da agenda do governo no Congresso, líderes da base do presidente Jair Bolsonaro minimizam os efeitos da anunciada exoneração do chefe da Secretaria-Geral, Gustavo Bebianno, na tramitação da reforma da Previdência. O discurso adotado é o de que o ministro não faz a articulação do Planalto com parlamentares e que a questão é puramente “partidária”.

Na operação de contenção de danos, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o próprio presidente começam a se reunir esta semana com líderes do Congresso e bancadas. A intenção é apresentar o texto da Previdência, em fase de finalização pela equipe econômica, primeiramente aos líderes.

Em uma estratégia para evitar a queda de Bebianno, Maia chegou a ligar para Paulo Guedes (Economia) e argumentou que a exoneração do ex-braço direito indicaria que o presidente poderá não honrar compromissos com o Congresso.

Líder do governo na Câmara, o deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO) contesta as críticas de que a possível queda de Bebianno poderá ser interpretada como uma incapacidade de Bolsonaro em manter acordos com aliados. O líder do PR na Câmara, José Rocha (BA), diz que a crise envolvendo Bebianno é “uma questão do partido (PSL) deles”:


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17/02


2019

Alegria, alegria

Carlos Brickmnn

As poucas informações de Bolsonaro sobre a reforma da Previdência já provocaram euforia no mercado: Bolsa em elevação, dólar em baixa. E, no fundo, Bolsonaro só disse de novo que a idade mínima para aposentadoria será de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens (aliás, nem isso era exatamente novidade: a novidade é ele ter sacramentado essas datas). Mas a expectativa do mercado é boa: a Bolsa espera romper a barreira dos 100 mil pontos, o ministro Paulo Guedes fala em economizar R$ 1,1 trilhão em dez anos.

Ah, há outra novidade: o prazo de transição será de dez anos. Ou seja, aprovada agora como foi proposta, a reforma da Previdência fará com que, no final do mandato de Bolsonaro, homens se aposentem com 61 anos e seis meses, e as mulheres com 57 anos e seis meses; em 2029, os homens se aposentarão com os 65 anos. A transição das mulheres deve ir até 2031.

Fechado? Não é bem assim. O que se comenta é que há um colchão na reforma, pronto para absorver emendas mais suaves propostas pelo Senado e Câmara. De qualquer maneira, o alívio nas contas públicas será grande.

E agora? O ideal para o Governo é aproveitar seu capital político, a força da vitória, e passar logo a reforma. Com o tempo, a lembrança da vitória fica mais tênue, e 001002 e 003 limarão o prestígio do pai até transformá-lo num Zero. Quem já brigou com o vice, com o chefe da campanha e um trator como Joice Hasselmann não pode ser subestimado.


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Bebianno

Gustavo Bebianno. Tornar-se-á o Homem (bomba) que vai derrubar o Bozo do poder.

Laranjal do Bolsonaro

Fascista.



16/02


2019

Um general no lugar de Bebbiano

Bolsonaro assina demissão de Bebianno, segundo interlocutores do governo

Interlocutores também afirmam que presidente pretende colocar um general no lugar do ministro. General Floriano Peixoto é cotado para assumir; ele seria o 9º militar no 1º escalão

Vera Rosa – O Estado de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro já assinou a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. A dispensa do auxiliar deverá ser publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira, dia 18. A informação foi confirmada pelo Estado com dois interlocutores de Bolsonaro.

Nos últimos dias, políticos e militares tentaram interceder a favor de Bebianno, mas o presidente está irredutível e, segundo apurou o Estado, planeja nomear um general para o lugar do ministro. Se isso ocorrer, será o nono militar a ocupar o primeiro escalão. O mais cotado para o cargo é o general Floriano Peixoto, secretário executivo da pasta, que esteve neste sábado, 16, com o presidente.

Em conversas reservadas, Bolsonaro avaliou que o chefe da Secretaria-Geral quebrou a relação de confiança com ele ao “vazar” áudios de diálogos entre os dois. O ministro nega o vazamento.

BEBIANNO  PODE CRIAR MUITOS PROBLEMAS

Preocupados com a alta temperatura da crise, auxiliares do presidente observam, por sua vez, que Bebianno ainda pode criar muitos problemas para o governo, se a demissão não for revertida, porque seria o que se chama no jargão político de “homem bomba”.

Um desses interlocutores, que conversou recentemente com Bolsonaro, disse ao Estado, porém, que a situação é insustentável e a decisão do rompimento, “irreversível”.

Segundo esse auxiliar, que falou sob a condição de anonimato, a decisão de Bolsonaro não se deve à interferência do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). O filho de Bolsonaro chamou Bebianno de “mentiroso” logo após o ministro ter concedido entrevista ao jornal O Globo, na terça-feira, dizendo que não estava isolado no Palácio do Planalto depois da denúncia, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, de que teria patrocinado candidaturas laranjas do PSL em 2018, para desviar recursos do Fundo Eleitoral. À época, Bebianno presidia o PSL.

Na tentativa de mostrar que não havia crise, o ministro afirmou a O Globo que, no dia anterior, falara três vezes com o presidente, então internado no Hospital Albert Einstein, recuperando-se de cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal. Carlos Bolsonaro desmentiu essas conversas no Twitter e o presidente endossou a atitude do filho, horas depois, em entrevista à TV Record.

Mais tarde, no entanto, Bolsonaro também mandou Bebianno cancelar viagem para o Pará, com outros ministros, porque não gostou de saber que ele havia convidado um veículo de comunicação para acompanhar a comitiva.

PRESIDENTE FICOU FURIOSO

A partir daí, o chefe da Secretaria Geral da Presidência teria mostrado a amigos arquivos de áudio com a voz de Bolsonaro ordenando que ele suspendesse a viagem, além de outras conversas.

Ao tomar conhecimento dessa atitude, o presidente – que já havia resolvido manter Bebianno no cargo – ficou furioso e decidiu dispensá-lo. Na sexta-feira, em conversa ríspida com o ministro, chegou a oferecer a ele uma diretoria na Itaipu Binacional, mas Bebianno recusou. “Não estou no governo por causa de cargos. Sou uma pessoa leal”, afirmou o chefe da Secretaria-Geral.


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16/02


2019

Bebianno sabe demais e pode inviabilizar reforma, diz cronista

O jornalista Reinaldo Azevedo faz a pergunta que não cala em todo brasileiro desde que estourou a crise de governo envolvendo o presidente Jair Bolsonaro, seu filho Carlos e o Secretário Geral da Presidência, Gustavo Bebianno: "Por que Rodrigo Maia (DEM-RJ), os militares e até o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tentaram salvar a cabeça de Gustavo Bebianno? Além de saber demais, o caso Bebianno pode inviabilizar a reforma da Previdência.

Azevedo traz à tona um argumento lógico ao senso comum e que marca a vida política brasileira desde que a Operação Lava Jato foi instituída como suposta caçada aos corruptos e restauradora da moral e dos bons costumes nas instituições do estado.

O argumento ganha ainda mais força quando se sabe que Bolsonaro fez uma campanha eleitoral associando sua pregação direitista com um moralismo de vestal. Diz Reinaldo Azevedo:

"Sim, num governo de discípulos de Catão, o moralista, a demissão seria uma boa escolha. Mas, como se sabe, não é o caso. O esforço é compreensível por várias razões. É ele a memória da campanha eleitoral, com toda a sua fama, falsa como uma candidatura laranja, de "espartana". Alguém acha mesmo que o aparato que foi montado nas redes sociais é coisa simples e barata? O ministro por um fio se fez presidente temporário do PSL por exigência de Bolsonaro. E sabe como se fizeram as salsichas. Parte delas pode nem ter sido produzida no Brasil".

Azevedo prossegue pondo o dedo na ferida: "A raiz do cálculo dos que se mobilizaram para manter Bebianno se resume nesta frase: "ele sabe demais". E está sofrendo um processo de humilhação pública sem paralelo na história. Sei lá que entendimento ele poderá estabelecer com o presidente que compense o enxovalho — hoje, o ministro é hostilizado também pelos bolsonaristas fanáticos, que acreditem que seu líder não se deixa tocar por mundanidades. Há o risco de Bebianno obtenção evidenciar o contrário". O jornalista vê o risco de o caso Bebianno pôr em risco a votação da reforma da Previdência. (BR 247)

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16/02


2019

Eduardo Bolsonaro defende irmão e ataca Bebianno em rede social

Deputado federal retuitou postagem que chama de 'jumento' quem diz que Carlos Bolsonaro atrapalha o pai

Renata Mariz – O Globo

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) entrou, neste sábado, na briga na travada entre o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, e seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Eduardo compartilhou em seu perfil numa rede social uma postagem na qual Bebianno é criticado e que chama de "jumento" quem diz que Carlos atrapalha o pai. Esta é a primeira vez que Eduardo se manifesta sobre o assunto, que provocou uma crise política no entorno do presidente Jair Bolsonaro e que deve acabar com a demissão de Bebianno.

Na postagem compartilhada, Bebianno é apontado como envolvido na sabotagem da escolha de Luiz Philipe de Orleans e Bragança para vice-presidente e num esquema de utilização de laranjas durante as eleições de 2018. E o texto conclui: "Se fosse qualquer outro ministro e Bolsonaro o defendesse, a mídia e membros do establishment iriam dizer que o presidente estaria passando pano pra corrupto, mas como grande parte está defendendo Bebianno, somos levados a concluir que ministro tem amigos no establishment e que o buraco é mais embaixo. E ainda tem jumento que diz que o Carlos atrapalha o pai. Vocês são idiotas ou o quê?".

Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo justamente supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro. A crise foi amplificada pelo vereador Carlos Bolsonaro, que foi às redes sociais dizer que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente na última terça-feira. A declaração foi dada para negar que ele não estava protagonizando a crise.


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16/02


2019

Bebianno e como age o capitão: “A tendência é essa, exoneração”

De saída do governo, o chefe da Secretaria Geral da Presidência também desabafou em sua conta no Instagram: 'Só consegue ser amigo, quem aprende a ser leal'

VEJA - Eduardo Gonçalves e Edoardo Ghirotto

O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, confirmou neste sábado que ele deve ser exonerado do cargo nesta segunda-feira. “A sinalização é essa. A tendência é essa, exoneração. A hora que sair o papel com a exoneração é porque eu fui exonerado”. Abatido, ele falou com jornalistas ao deixar o hotel onde mora em Brasília.

Na madrugada, ele usou sua conta no Instagram para publicar um texto sobre lealdade.

A provável demissão ocorre após ele se desentender com o presidente Jair Bolsonaro, de quem foi um dos auxiliares mais próximos durante a campanha eleitoral e a montagem do novo governo. Apesar de em nenhum momento citar nominalmente o presidente, a mensagem parece ser um claro recado a Bolsonaro.

“Uma pessoa leal, sempre será leal. Já o desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça”, postou ele num texto atribuído ao escritor Edgard Abbehusen. “E repare: quando perdemos por ser leal mantemos viva a honra. Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade. É ela quem conduz os passos das pessoas que jamais irão se perder do caminho. Que jamais irão se entregar às turbulências. Que jamais irão se entregar às circunstâncias”, completou.

Na tarde da sexta-feira, Bebianno teve um encontro ríspido com Bolsonaro. Na ocasião, o ministro disse ao presidente que ele foi desleal, que se sentia vítima de uma traição e que “um comandante não pode alvejar um soldado pelas costas”. Bolsonaro teria dito a aliados que resolveu demitir Bebianno por quebra de confiança.

O ministro tornou-se o pivô de uma crise no Palácio do Planalto após a descoberta de um esquema de candidaturas laranjas do PSL nas eleições do ano passado, revelado pelo jornal Folha de S. Paulo. Bebianno comandou o partido entre janeiro e outubro de 2018.

Em uma entrevista ao jornal O Globo em 12 de fevereiro, Bebianno negou que houvesse uma crise dentro do Executivo dizendo, como prova, que havia falado “três vezes” com o presidente naquele dia. Ao invés de a declaração esfriar a crise, ela se acentuou quando o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro interveio.

Ele publicou no Twitter que era uma “mentira absoluta” que Bebianno havia falado três vezes com o seu pai. Em seguida, divulgou na mesma rede o áudio de uma conversa entre Bolsonaro e o ministro, na qual ele lhe dizia que “não iria falar com ninguém, a não ser o estritamente pessoal”. Carlos esteve com o pai durante os 17 dias em que ele esteve internado em São Paulo.

NESTE SÁBADO

Neste sábado, Bebianno frisou que não fez “nada de errado” e que está com a consciência “absolutamente tranquila e limpa”. “Vincular (o caso de Pernambuco) não tem nada a ver comigo, isso é a lei, o estatuto do partido, é o bom senso. Como alguém na nacional pode controlar o que acontece no Acre, em Rondônia?”, questionou ele.

A exoneração de Bebianno deve ser formalizada na segunda-feira, conforme aliados. O deputado delegado Waldir, líder do PSL na Câmara, disse a VEJA que o ministro “não fica mais”. “É a única informação que eu tenho”. Na manhã deste sábado, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi escalado para ir ao Palácio da Alvorada conversar com Bolsonaro para tentar costurar uma solução para a controversa demissão. Ficou no local por cerca de uma hora e saiu sem falar com a imprensa. Nos últimos dias, Waldir e Lorenzoni chegaram a defender a permanência de Bebianno no cargo.

O maior receio de aliados de Bolsonaro é que ele saia do posto atirando. Ontem, um interlocutor que conversou com Bebianno por telefone disse que ele iria passar o fim de semana pensando. Segundo esta mesma fonte, ele chegou a dizer que, “se isso (a demissão) acontecer na segunda, o Brasil vai tremer”. Além de ter sido presidente do PSL e um dos seus maiores conselheiros durante as eleições, o ministro era em um frequentador assíduo da casa do presidente.


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Bebianno

Gustavo Bebianno. Tornar-se-á o Homem (bomba) que vai derrubar o Bozo do poder.

Laranjal do Bolsonaro

Bebiano vai derrubar o Bozo!!!

Wellington Antunes

E Bebianno? Nem um monossílabo? Eita governo que apodreceu antes de amadurecer, não tem nem dois meses.

marcos

Esse pessoal que usa Fundo de Campanha é todo Bandido. Vamos lá, eleições de 2018 ........... Maria de Lurdes Paixão R$ 400 mil. ....... Lindbergh Farias - R$ 2,6 Milhões ......Dilma Jumenta R$ 4,1 Milhões - Romero Jucá - R$ 2,25 Milhões Vanessa Graziotim R$ 2 Milhões e o cotó presidiário sem poder ser candidato gastou R$ 20 Milhões! Agora é só Bebiano e Bivar?


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