Ipojuca

13/03


2018

Santos Dumont se torna parque urbano na Zona Sul

A transformação do Centro Esportivo Santos Dumont, em Boa Viagem, corre em ritmo acelerado e o equipamento está mais perto de ser entregue totalmente requalificado à população. Hoje, o prefeito Geraldo Julio e o secretário de Turismo Esportes e Lazer do Governo do Estado, Felipe Carreras, inauguraram dois novos espaços – a quadra de tênis e o campo de futebol society (fut 7). O Santos Dumont passa pela maior requalificação que já recebeu desde sua inauguração, há mais de quatro décadas.

Após a entrega, o prefeito destacou a importância da reforma no espaço tanto para os moradores da Zona Sul quanto para o apoio aos esportes e na formação de novos atletas. A unidade está sendo requalificada dentro do conceito de um Parque Urbano, aberto para a população da Zona Sul. Os muros, inclusive, estão sendo derrubados para promover a integração do espaço com a cidade.

"O Santos Dumont está mudando essa área da cidade. Virou um parque público aberto ao lazer, à diversão e para as pessoas que quiserem curtir toda esse espaço verde encravado dentro da cidade. Mas, além disso, estão sendo erguidos aqui centros de treinamento para os atletas de rendimento poderem se preparar", afirmou o prefeito.

O secretário Felipe Carreras destacou o potencial de transformação que o investimento pode proporcionar. "É mais uma etapa de um sonho pensado junto com toda a comunidade esportiva – os atletas, os paratletas – com a comunidade que reside aqui no entorno do Santos Dumont. O que estamos construindo aqui não é só um centro esportivo, mas é um parque urbano verde na Zona Sul do Recife", explicou o titular da pasta.

O ato desta terça é mais uma etapa de entregas no espaço que já recebeu o Centro de Esportes de Praia, Dojô, o espaço de Ginástica Rítmica e Danças, Paisagismo, Academia Recife e Parcão.

Para comemorar a entrega do campo de futebol, atletas do Sport e Santa Cruz disputaram uma partida, com direito a troféu Santos Dumont. O prefeito e o secretário, inclusive, arriscaram uns passes no novo espaço. Na quadra de tênis, atletas do Bolsa Atleta já estrearam o saibro.

O investimento no campo society foi R$ 517 mil e durou cinco meses. O da quadra de tênis foi R$ 243 mil. O projeto total de requalificação do Centro Esportivo Santos Dumont tem o custo aproximado de R$ 20 milhões, sendo R$ 16 milhões provenientes do Ministério do Esporte e R$ 4 milhões de contrapartida do Estado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Gravatá

Confira os últimos posts

24/06


2018

Emanuel Bringel apoia à reeleição de Augusto Coutinho

Ex-prefeito de Araripina Emanuel Bringel declara apoio a deputado federal Augusto Coutinho.

O ex-prefeito e ex-deputado federal por Araripina, no Sertão do Araripe, Emanuel Bringel (PSDB), formalizou apoio à candidatura à reeleição de Augusto Coutinho, deputado federal pelo Solidariedade. O encontro dos dois ocorreu na manhã deste sábado (23), logo após Coutinho reunir-se com empresários do polo gesseiro do município para ouvir as demandas necessárias para desenvolver uma das principais atividades econômicas da região.

A relação do deputado federal com o Araripe pernambucano é intensa e antiga e foi dele a mais expressiva defesa, em Brasília, em nome das estradas da integração do Araripe pernambucano. 

A agenda do parlamentar na região ainda contou com a participação no São João da cidade, no Parque Três Vaqueiros, um encontro com a deputada Roberta Arraes e o ex-vereador Tião do Gesso, além de uma visita de reconhecimento ao Hospital e Maternidade Santa Maria, também neste sábado. Na ocasião, Augusto Coutinho comprometeu-se a elaborar uma emenda impositiva visando a construção de uma unidade de terapia intensiva para a unidade de saúde, no valor de R$ 500 mil.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

24/06


2018

Pesquisa: Governo Lula tem mesma avaliação de 2004

Governo Lula continua bem avaliado

Pesquisa: Governo Lula tem, hoje, a mesma avaliação de 'bom' e 'ótimo' de 2004

Lula | Edilson Dantas

O Globo Por Ancelmo Gois


Uma pesquisa comandada por Alberto Carlos Almeida, do Instituto Análise, revela que 65% dos brasileiros avaliam, hoje, o governo que Lula fez entre 2003 e 2010 como “bom” e “ótimo”, um número semelhante àquele de quando ele estava no poder (66%, em 2004).

Autor do livro “A cabeça do brasileiro”, o cientista político diz que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. “A avaliação que o eleitor tem do governo Lula não tem relação alguma com as dificuldades que o ex-presidente tem passado, como a condenação e prisão. O eleitorado separa as duas coisas. Mas a melhoria de vida durante o governo Lula permanece na memória”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de camaragibe

24/06


2018

Câmara poderá instalar CPI da Lava Jato

CPI da Lava Jato

Câmara dos Deputados abre caminho para CPI da Lava Jato.

O Estado de S. Paulo - Coluna do Estadão
Por Andreza Matais

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pediu um estudo da assessoria técnica da Casa para avaliar a criação de CPIs. O resultado deve abrir caminho para a instalação da CPI da Lava Jato, apresentada pelo PT sob o pretexto de investigar suspeitas de que escritórios de advocacia direcionaram depoimentos de delatores. Desde que foi protocolada, Maia já arquivou 5 dos 10 pedidos que estão à frente. Como existe uma fila que não pode ser furada e só cinco CPIs funcionam ao mesmo tempo, para viabilizá-la ele precisa se livrar de outras três.

Atualmente, a Câmara tem três CPIs autorizadas a funcionar. Por isso, sobram apenas duas vagas. Maia deu aval para investigar a indústria das multas, o crime organizado no Brasil e o vazamento de mineração em Barcarena.

A justificativa para indeferir os cinco pedidos de CPI foi a mesma: não têm fato determinado. No caso da CPI da Lava Jato, considerada o “troco” do Congresso na operação, o entendimento é de que o pedido está fundamentado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


24/06


2018

Alckmin diz que seu vice deve ser um nordestino

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Geraldo Alckmin fez uma incursão no São João de Caruaru (PE) e Campina Grande (PB)

Josias de Souza

De passagem pela cidade paraibana de Campina Grande, o presidenciável tucano Geraldo Alckmin sinalizou a intenção de acomodar um nordestino como número 2 de sua chapa. Declarou neste sábado que a escolha de um vice do Nordeste “é até mais natural, porque é a segunda região mais populosa depois do Sudeste.”

Na sucessão de 2014, o PSDB compôs uma chapa ''puro-sangue''. O vice do então candidato Aécio Neves foi Aloysio Nunes, um tucano de São Paulo. Alckmin  informou que seu companheiro de chapa “certamente não será do PSDB.” Acrescentou: “Quem deve indicar são os partidos aliados.”

Otimista, Alckmin afirmou que sua coligação será ampla. “Acho que vamos ter seis, sete, podendo chegar até a oito partidos.” No momento, o candidato tucano disputa com o rival Ciro Gomes (PDT) o apoio do DEM e dos partidos do chamado centrão. Entre eles PP, PR, PRB e Solidariedade.

Na última quarta-feira, Alckmin reuniu-se em Brasília com o presidente do DEM, o prefeito de Salvador ACM Neto. O encontro ocorreu no apartamento funcional do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), ex-ministro da Educação do governo de Michel Temer.

Mendonça sempre foi mencionado como uma opção de vice para Alckmin. Mas a demora na costura da aliança levou o deputado a formalizar sua candidatura ao Senado, numa coligação encabeçada pelo senador Armando Monteiro, que disputará o governo de Pernambuco pelo PTB.

Numa das entrevistas que concedeu em Campina Grande, Alckmin foi questionado sobre a hipótese de Mendonça ser o seu vice. Elogiou o deputado. Mas evitou acomodar o carro adiante dos bois. Disse que, por ora, o DEM mantém a candidatura ao Planalto do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

O tucano se aborreceu quando lhe perguntaram sobre o jantar que reunira Maia, Michel Temer e Aécio Neves, na noite de quinta-feira. Classificou de “fake news” a notícia segundo a qual o tema do repasto foi a hipótese de trocar a sua candidatura pela do tucano João Doria (assista abaixo).

Alckmin voou para o Nordeste a pretexto de prestigiar as festas de São João. Além de Campina Grande, visitou, na noite de sexta-feira, a cidade pernambucana de Caruaru. A incursão insere-se num esforço do tucano para se fazer notar numa região em que seu prestígio é esquálido.

Segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, a taxa de intenção de votos de Alckmin no Nordeste é de ínfimos 2%. O político mais popular entre os nordestinos é Lula. Nos cenários que excluem o candidato inelegível do PT, Alckmin está na rabeira, perdendo para Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Esforçando-se para recuperar terreno, Alckmin afirmou que pretende priorizar o Nordeste no seu plano de governo. “O Brasil não vai crescer se o Nordeste não crescer”, afirmou. “Aqui tem 55 milhões de pessoas. É a região onde o investimento mais rapidamente gera resultado. […] Vamos concentrar fortemente aqui. Estamos fazendo um programa de governo muito voltado ao Nordeste.”

Alckmin cuidou de tomar distância de Michel Temer, um político que consegue ser mais impopular do que ele entre os nordestinos. Perguntaram-se sobre os vínculos do PSDB com o governo Temer. Embora o tucanato tenha desembarcado do governo, o tucano Aloysio Nunes continua no Itamaraty.

“Quem escolheu o Temer não fomos nós, foi o PT”, disse Alckmin, numa referência ao fato de que o presidente mais impopular da história, com 82% de reprovação no Datafolha, foi guindado ao trono porque era o vice de Dilma Rousseff, deposta em 2016. O tucano aproveitou para alfinetar Temer.

Sob Temer, disse Alckmin, o governo “praticamente se ausentou do financiamento da saúde pública”. Para corrigir a falha, o candidato tucano afirmou que, se eleito, reajustará a tabela de repasses de verbas federais para o SUS. É uma forma de “aliviar o peso que hoje carregam Estados e municípios.”

Além de criticar as falhas alheias, Alckmin viu-se compelido a se explicar. Foi abalroado por uma pergunta sobre o aliado Laurence Casagrande, preso pela Polícia Federal na última quinta-feira, na Operação Pedra no Caminho. Ex-presidente da Dersa, estatal que cuida das rodovias em São Paulo, Casagrande é acusado de desviar verbas da obra do Rodoanel, menina dos olhos do tucanato. Alckmin manifestou o desejo de que a investigação seja rápida. E defendeu o investigado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Caruaru - São João

24/06


2018

Aécio, Temer e Maia: unidade em torno de Alckmin

Aliados de Aécio Neves (PSDB-MG) dizem que ele foi ao encontro de Temer e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na quinta (21), fazer um apelo pela unidade em torno de Geraldo Alckmin (PSDB). O assunto avançou muito pouco.

Na tentativa de atrair aliados para Alckmin, Marconi Perillo (GO), coordenador político do tucanato, procurou Valdemar Costa Neto, do PR. 

Valdemar disse que sua mãe gosta muito de Alckmin, mas que há dificuldades.

Ao menos 27 dos 41 deputados do PR querem marchar com Jair Bolsonaro (PSL). A outra ala prefere o PT. (Painel – Folha de São Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Bm4 Marketing 2

24/06


2018

Acuado por caminhoneiros, Temer foi a emissoras de TV

Daniela Lima – Folha de S.Paulo

Há um mês, o governo Michel Temer se dobrava pela primeira vez ao movimento que levou ala expressiva do Planalto a recear sua queda. Era 23 de maio. Anunciava-se o congelamento do preço do diesel, e a greve dos caminhoneiros adquiria caráter de crise nacional. Dias depois, diante de noticiário estridente, o presidente procurou as grandes emissoras do país. Descreveu a gravidade do momento a representantes de Globo, SBT, Band e RedeTV!. O apelo por prudência estava implícito no gesto.

Enquanto as negociações com os caminhoneiros  naufragavam, o governo recebia dados cada vez mais alarmantes. Houve muita tensão quando o Planalto foi avisado de que havia risco de desabastecimento de água tratada porque, em algumas cidades, as cargas com insumos para a limpeza estavam presas nos bloqueios.

Havia também preocupação com a queda no fornecimento de eletricidade em ao menos dois estados da região Norte: Rondônia e Roraima. Nesses locais, as termelétricas são responsáveis por parte substancial da energia gerada —e as reversas de óleo estavam baixas. 

O maior temor era o de que, sem luz ou água, houvesse revolta popular e ondas de saques e violência. 

Após ceder os anéis e os dedos, o Planalto rachou o movimento. Eliseu Padilha (Casa Civil), que ficou à frente das negociações, ouviu elogios em forma de gracejo: “Você, que estava cabisbaixo, chegou a rejuvenescer. Vamos arrumar outra crise dessa”, disse um ministro. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


24/06


2018

Lula cumprir pena em casa: guerra entre seus advogados

A expectativa de concessão de prisão domiciliar para o  ex-presidente Lula abriu guerra na defesa do petista e por pouco não terminou com a saída de Sepúlveda Pertence e José Roberto Batochio do grupo de advogados que atua no caso.

Dirigentes do PT contam que a renúncia de Pertence era dada como certa na tarde de sexta (22), após Cristiano Zanin desautorizar o pedido de  mudança do regime da pena.

Um grupo de advogados foi acionado para evitar ruptura. Chamou-se uma reunião no escritório do criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, para acalmar os ânimos. Procurado, Kakay negou que tenha havido qualquer encontro. 

A direção do PT também foi acionada para apartar a briga. Um racha entre os advogados, dizem dirigentes petistas, seria muito prejudicial para Lula. (Daniela Lima – Painel da Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Quentura

Por que o Bozonauro está caindo nas pesquisas de intenção de votos?


Asfaltos

24/06


2018

Juízes sem teto

Indefinição sobre o auxílio-moradia impôs ao país os custos de um privilégio indefensável

Folha de S.Paulo – (O que a Folha pensa)

Uma decisão tomada há quase quatro anos pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, já custou mais de R$ 4 bilhões aos cofres públicos sem que a controvérsia em torno da legalidade da medida fosse solucionada pela corte.

Em setembro de 2014, como relator de três ações movidas por juízes, Fux estendeu a todos os magistrados do país o auxílio-moradia, benefício concebido originalmente apenas para os que atuassem em comarcas longínquas.

Desde então, até profissionais com casa própria e que residem na mesma cidade em que trabalham ganharam direito a um adicional de R$ 4.377 mensais, livre de tributos e do teto imposto pela Constituição aos vencimentos dos servidores —atualmente, o salário dos ministros do Supremo, R$ 33,7 mil.

Fux concedeu a dádiva por meio de liminares, ou seja, decisões de caráter provisório. Seus efeitos prevalecem até hoje porque as ações sobre o assunto não foram julgadas no plenário do STF. 

Em março, quando os integrantes do tribunal se preparavam para examiná-las, Fux atendeu a um pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros e suspendeu o julgamento, remetendo o caso a uma câmara de conciliação coordenada pela Advocacia-Geral da União. 

A ideia era que as partes envolvidas se reunissem até encontrar uma solução consensual para o problema, mas o esforço foi inútil. Passados três meses, a AGU jogou a toalha na última terça (19), informando ao Supremo que a tentativa de conciliação fracassara. 

A AGU considera ilegal a extensão indiscriminada do auxílio-moradia e fincou pé na posição. As associações de magistrados que participaram das discussões também não se mostraram dispostas a ceder.

Surgiram no processo duas sugestões para contornar o problema. A primeira seria incorporar o valor do penduricalho aos rendimentos dos juízes e, para acomodá-lo, aumentar o teto salarial dos funcionários públicos.

A outra ideia seria propor ao Congresso a criação de outro adicional para os magistrados, proporcional ao tempo de serviço na carreira, que substituiria o auxílio-moradia.

É fácil perceber que as duas propostas só atendem ao interesse das corporações, que se recusam a abrir mão dos seus ganhos, e não resolvem o problema do governo, que não tem dinheiro e teme alimentar pressões de outras categorias se satisfizer os magistrados.

Cabe agora ao STF decidir o que fazer. Considerando os custos da indefinição para o contribuinte, é desejável que o faça logo.

Não deveria ser uma escolha difícil. Num momento em que juízes e ministros do STF proclamam suas virtudes no combate aos privilégios dos poderosos, o auxílio-moradia se tornou moralmente insustentável.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


24/06


2018

Lula, teje solto ou teje preso?

Carlos Brickmann

O próximo capítulo da novela “Prisão com Lula é górpi” estava marcado para esta terça. A Segunda Turma do Supremo julgaria pedido de suspensão da condenação de Lula e sua libertação imediata. Julgaria: o mesmo ministro Édson Fachin que pedira a votação mandou suspendê-la. Motivo: o TRF-4 de Porto Alegre encaminhara o processo ao STJ, e o STF não deveria interferir no tema. Dever, não deveria, mas já tinha interferido, lançando dúvidas em todo o país.

Ou melhor, mais dúvidas. Seria julgada só a libertação ou também a proibição de se candidatar? Dúvidas havia até na defesa de Lula: o advogado Sepúlveda Pertence, em Brasília, pedira ao Supremo que, se não anulasse a sentença, transferisse Lula para prisão domiciliar; o advogado Cristiano Zanin, em São Paulo, dizia não ser aceitável que Lula continuasse preso, por considerá-lo vítima de injustiça.

Alguma previsão lógica? Se no Brasil nem o passado é previsível, imagine o futuro. Mesmo que houvesse certeza sobre a votação, não haveria sobre o seu alcance. Mesmo derrotada a tese da anulação da sentença que o condenou, alguma concessão – como prisão domiciliar – já representaria uma vitória política para Lula.

Se o pedido fosse integralmente rejeitado, sem concessões, ficaria mais claro ainda que Lula não poderia disputar eleições. Mas as turmas do STF são formadas por cinco ministros, há muitas decisões por 3x2, e na Segunda Turma estão pessoas que já foram muito ligadas a Lula ou ao PT. Isso não significa que seu pedido seria aceito – nem essa certeza existe - mas que seria possível algum tipo de atenuante da punição.

Previsível é apenas a posição de Lula: continuará dizendo que é candidato, até que seu registro seja negado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Quentura

POVO VIBRA POR UM GOLZINHO DO MILIONÁRIO NEYMAR COMO SE ELE FIZESSE ALGUMA COISA PELO BRASIL ONDE ELE NEM VIVE.

Quentura

Por que o Bozonauro está caindo nas pesquisas de intenção de votos?

Quentura

Ipsos: desaprovação a Bolsonaro sobe a 64%. Depois de três meses de estabilidade, a desaprovação ao pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) subiu de 60% para 64%, enquanto a aprovação caiu de 23% para 20%. Esta é a principal novidade da pesquisa Barômetro Político

Quentura

BOLSONARO É TÃO HONESTO QUE A JBS TINHA O NÚMERO DA CONTA BANCÁRIA DELE.DEPOSITOU R$ 200.000,00. TÁ NO SITE DO TSE. OLHA ESSE HONESTO



24/06


2018

Alckmin diz ser "mais natural" ter um vice do Nordesste

Tucano acredita que fará alianças com até oito partidos

O Globo

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta sábado, em Campina Grande (PB), ser "mais natural"que o nome escolhido para ser o vice em sua chapa venha do Nordeste. Indagado se pode ter um vice da região, o tucano respondeu:

- Pode. É até mais natural porque é a segunda região mais populosa, depois do Sudeste.

O ex-governador de São Paulo iniciou a sua visita ao Nordeste na sexta-feira, como visita a Caruaru (PE). Tanto Caruaru quanto Campina Grande são famosas pelo São João. Nas duas cidades, ele visitou o complexo onde ocorrem as festas.

O tucano acrescentou que o posto não ficará com um político do PSDB e que a escolha caberá às legendas que vierem a se aliar a ele. Alckmin se mostrou otimista quanto à quantidade de partidos que pode atrair.

- Acho que vamos ter seis, sete, podendo chegar até a oito partidos.

Questionado sobre a ligação do PSDB com o governo do presidente Michel Temer, o tucano tentou se desvincular do medebista:

- Quem escolheu o Temer não fomos nós, foi o PT - disse, lembrando que Temer era o vice da chapa da presidente cassada Dilma Rousseff.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


24/06


2018

Alckmin ironiza a fuga de Bolsonaro dos debates

Josias de Souza

 “Adivinha quem vai fugir dos debates.”

Jair Bolsonaro, o presidenciável que lidera as pesquisas de intenção de voto nos cenários sem Lula, cogita ausentar-se dos debates televisivos

Estacionado nas sondagens eleitorais na casa de um dígito, o tucano Geraldo Alckmin avalizou a divulgação nas redes sociais de um vídeo ironizando a fuga do capitão

A peça exibe uma montagem com a cabeça de Bolsonaro e o corpo de uma criança.

Abaixo da imagem, a provocação: “Adivinha quem vai fugir dos debates.”

No Brasil, debates eleitorais têm serventia duvidosa.

As assessorias dos candidatos impõem aos organizadores regras draconianas, que favorecem a cenografia em detrimento do conteúdo.

De resto, a história mostra que um bom debatedor não é necessariamente um gestor qualificado

Seja como for, é no mínimo constrangedor que um candidato à Presidência queira chegar ao trono brincando de esconde-esconde.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/06


2018

Intervenção não derrota o crime

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bruna, mãe de Marcos Vinícius, vela o corpo do filho | Domingos Peixoto

Mas aumenta letalidade da polícia no Rio

Bernardo Mello Franco – O Globo

'Apocalypse Now' carioca

Marcos Vinícius tinha 14 anos, torcia para o Flamengo, gostava de rap e queria ser MC. O sonho acabou na manhã de quarta-feira. O menino foi baleado a caminho da escola, um Ciep no Complexo da Maré. Antes de morrer, disse à mãe que o tiro partiu de um blindado da polícia.

Moradores contam que as operações na favela ganharam uma novidade. Agora os policiais também dispararam de helicóptero, batizado de “caveirão voador”. Numa região repleta de creches e escolas, repórteres do site Maré de Notícias contaram mais de cem marcas de balas no chão.

Os vídeos que circulam na internet sugerem que os agentes atiraram de forma indiscriminada. Sem protocolo de ação, os policiais abriram fogo como se estivessem numa refilmagem de “Apocalypse Now”. Faltaram a paisagem do Vietnã e o fundo musical da “Cavalgada das Valquírias”.

O resultado da operação foi pífio. Cerca de 120 homens entraram na comunidade com 23 mandados de prisão. Nenhum deles foi cumprido. A incursão deixou sete mortos, incluindo o estudante Marcos Vinícius. A polícia informou que os outros seis eram “suspeitos”, como se a lei autorizasse a matança nessas circunstâncias.

Não há lógica, a não ser a lógica da barbárie, que justifique operações de guerra em áreas densamente povoadas. É espantoso que isso ainda se repita em horário escolar, apesar dos reiterados apelos da prefeitura. Ontem, mais 17 mil alunos ficaram sem aulas na Maré. No ano passado, foram 38 paralisações provocadas pela violência.

O Rio está há quatro meses sob intervenção federal na segurança. A chegada dos militares parece não ter intimidado os chefes do crime. Apesar da promessa de reforço na inteligência, a polícia insiste na tática do bangue-bangue.

Na semana passada, o Observatório da Intervenção divulgou um balanço que aponta aumento nas estatísticas de roubos (5%), tiroteios (36%) e mortes provocadas pela polícia (34%). “Megaoperações policiais e militares se sucedem, cada vez maiores, com resultados pouco expressivos”, afirma o estudo.

Até aqui, a intervenção foi marcada pelo fim das UPPs e pelo assassinato da vereadora Marielle Franco. Hoje o crime completa cem dias sem solução.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/06


2018

Fachin impede PT de ter Lula como cabo eleitoral

Sergio Roxo – O Globo

Ministro manda arquivar pedido de liberdade do ex-presidente

A decisão do ministro Edson Fachin de arquivar o pedido de liberdade do ex-presidente Lula enterrou as esperanças que os petistas, embalados pela absolvição de Gleisi Hoffmann, vinham alimentando ao longo da semana de ter a sua principal liderança livre para as eleições. Se não para concorrer, pois já se enquadra lei da ficha limpa, ao menos tê-lo como um ativo cabo-eleitoral em favor de seu substituto na cabeça da chapa. 

Como conduzir a campanha eleitoral com esse quadro é hoje o grande tema em discussão dentro da sigla. Há uma divisão de opiniões sobre a capacidade de Lula de transferir votos caso permaneça encarcerado em Curitiba até outubro. Para alguns caciques, o seu dom para eleger "postes" continuam intacto. Eles se fiam a isso para propagar que o candidato do partido, seja quem for, está garantido no segundo turno.

Mas aliados acreditam que a tarefa não será fácil se o ex-presidente não puder gravar programas eleitorais nem fazer comícios. O caminho para atenuar essa dificuldade seria indicar já um vice que, num futuro próximo, assumiria o posto principal da candidatura no futuro.

No seu pedido ao Supremo, a defesa de Lula pleiteava as suspensões da execução da pena de prisão e da inelegibilidade. Inicialmente, os petistas não alimentavam muitas esperanças de uma decisão favorável. Mas na terça-feira, quando a mesma Segunda Turma do STF absolveu a presidente do partido dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, o partido literalmente entrou em festa. Numa reunião para tratar o tema no Congresso no dia seguinte, os petistas dançaram e cantaram como se comemorassem uma vitória da seleção na Copa do Mundo. Gleisi chegou a dizer que a decisão poderia ter "efeitos positivos" sobre a situação de Lula. Poucos acreditavam que os ministros da Corte livrariam Lula da inelegibilidade, mas muitos apostavam em sua soltura.

Alguns dirigentes mais prudentes, porém, avaliavam uma saída intermediária, em que o STF daria ao ex-presidente o direito de cumprir pena em prisão domiciliar. A transferência para o seu apartamento em São Bernardo não seria um sinal verde para Lula fazer política, já que nessas situações as visitas ao preso são limitadas, mas, de qualquer forma, a proximidade física facilitaria as articulações do líder que sempre deu as cartas dentro da legenda.

De quebra, o partido ainda poderia desmobilizar a vigília que sofre para manter em Curitiba há dois meses e meio. Mas a decisão de Fachin acabou com qualquer esperança. Nesse caso, os petistas foram derrotados antes mesmo de a partida começar.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/06


2018

MDB se reúne na terça e deve manter Meirelles

Josias de Souza

Esnobado por PSDB e DEM, o MDB reúne sua Executiva Nacional na terça-feira (26) para discutir o seu papel na sucessão presidencial. Num instante em que a maioria dos hipotéticos aliados do governo Temer oscila entre o apoio à candidatura de Geraldo Alckmin ou uma composição com Ciro Gomes, o partido do presidente deve reafirmar a candidatura presidencial de Henrique Meirelles.

Com uma taxa de intenção de votos de apenas 1% no último Datafolha, Meirelles está longe, muito longe de ser uma unanimidade no MDB. Mas os principais caciques da legenda avaliam que é melhor ser representado na campanha por alguém que se disponha a defender a agenda econômica da administração Temer do que se abster de lançar um candidato ao Planalto.

Temer defendia que o MDB participasse de uma articulação para a escolha de um candidato único de ''centro''. Não descartava a hipótese sacrificar a postulação de Meirelles. Mas não há na praça candidato ou partido que queira grudar sua imagem na impopularidade de 82% da gestão Temer. Assim, Meirelles vai prevalecendo graças à falta de melhor alternativa.

Além de Temer, passaram a defender a manutenção de Meirelles no páreo os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia), além do senador Romero Jucá, presidente do partido. Confirmando-se o apoio dessa turma radioativa, Meirelles pode prevalecer na convenção nacional do MDB, no final de julho. Mas entrará na campanha com um desafio hercúleo: carismático como uma pedra de gelo, terá de convencer o eleitor de que o benefício de sua eleição compensa o custo de manter no poder seus apoiadores atômicos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/06


2018

Não contou tudo: Palocci continuará preso

Quem acompanhou o processo adianta que Antonio Palocci não fez a “delação do fim do mundo”.

Motivo: nos acordos fechados com a PF, os benefícios só são concedidos depois de comprovadas as informações.

O que o obriga a contar apenas o que pode realmente provar.

Dessa forma, Palocci não será solto até que a PF comprove as informações que delatou e que só agora, com a homologação, serão investigadas.

Nas delações do MPF, o delator recebe o benefício de antemão.

A PF acha que seu modelo é mais eficaz.

“Se eu pagar antes, o pedreiro não termina a obra”, diz um delegado. (Coluna do Estadão - Andreza Matais)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores