Versão Sertão do São Francisco

14/02


2018

Mundo Livre e Nação encerram Carnaval de Olinda

Pra quem tem fôlego de sobra o Carnaval ainda não acabou. A pedida para esta Quarta-Feira de Cinzas é curtir o polo Chico Science, em Rio Doce, Olinda. Duas bandas de renome nacional sobem ao palco, a partir das 17h, e prometem não deixar ninguém parado. Mundo Livre e Nação Zumbi são as atrações encarregadas de encerrar os festejos botando a galera pra dançar. Rio Doce foi onde surgiu o movimento Mangue Beat com Chico Science.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Mata Sul

Confira os últimos posts

24/02


2018

Meirelles diz que Temer o

Ministro da Fazenda reafirmou que tomará decisão sobre disputar a Presidência até abril

O Globo – Manoel Ventura

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira que o presidente Michel Temer o “incentiva” e “encoraja” para ser candidato a Presidência da República nas eleições de outubro. Ele reiterou que a decisão sobre a candidatura será tomada até abril. Meirelles é filiado ao PSD.

— Em todas as conversas que temos tido, ele (Temer) tem me incentivado muito a ser candidato, dado sugestões, etc. Ele tem manifestado, inclusive, muito entusiasmo, e me encorajado, dando muito força, dizendo: “acho importante, vá em frente”. Só vou definir se serei candidato em abril — disse Meirelles, em entrevista à “RedeTV!”, acrescentando:

Mais cedo, Meirelles admitiu disputar a Presidência da República numa eleição com o presidente Michel Temer, mas disse que uma estratégia vencedora seria ter um candidato único do governo, que pudesse defender o legado das reformas.

O ministro da Fazenda afirmou que a decisão de disputar o Palácio do Planalto vai depender, por exemplo, de aspectos políticos, como apoio de partidos para garantir tempo na televisão.

— Vai depender de aspectos políticos, como apoio. Eu não acredito em candidaturas avulsas, sem tempo de televisão. Tempo de TV é um fator, o apoio partidário é necessário — afirmou.

Para Meirelles, o baixo desempenho nas pesquisas eleitorais não é um impedimento para uma eventual candidatura. Ele citou o exemplo das eleições para a prefeitura de São Paulo, em 2016, quando João Dória (PSDB) saiu vencedor no primeiro turno, mesmo após iniciar a disputa com baixa intenção de voto.

O ministro descartou disputar uma vaga no Congresso Nacional ou sair como candidato a vice-presidente e repetiu que sua etapa como ministro da Fazenda está cumprida:

— Essa fase de ministro, essa missão, está por ser cumprida. A minha opinião hoje é que esta fase está cumprida.

AUMENTO DE IMPOSTO DESCARTADO

Henrique Meirelles descartou, ainda, a possibilidade de aumento de impostos este ano e disse que o ajuste no Orçamento do país é baseado no corte de despesas:

— Não há projetos de criação de impostos, não vai ter aumento de alíquotas. Fiquem tranquilos, porque o nosso ajuste é nas despesas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Quentura

Frase de Bolsonaro: Me jogue aos lobos, que voltarei liderando o cardume... KKKkkkk DEPOIS O ANALFABETO É LULA.

Quentura

Ao se defrontar com um moralista, segure sua carteira. Quem alardeia a moralidade dificilmente a pratica. Bolsonaro tem 19 imóveis , mas recebe R$ 3.083 da Câmara. de auxílio-moradia, e critica quem recebe R$ 78,00 de bolsa família. Convenhamos é um falso moralista sem vergonha

Quentura

A bandeira do Brasil agora é VERMELHA??? KKKK. Chineses concluem compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá. O grupo China Merchants Ports Holdings concluiu nesta quinta (22), em Brasília, a compra do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), no Litoral do Paraná, por R$ 2,9 bilhões. Os trabalhadores no Porto estão bastante apreensivos com a aquisição do TCP pela China Merchants. Eles acompanharam esta semana o desfecho da transação no Distrito Federal


Versão Agreste Meridional

24/02


2018

O sindicato da toga ameaça o Supremo

Bernardo Mello Franco - O Globo

O sindicato da toga decidiu radicalizar na luta pelos supersalários. A associação dos juízes federais ameaça promover uma greve nacional no próximo dia 15. O objetivo é emparedar o Supremo, que deve julgar a farra do auxílio-moradia na semana seguinte.

O tribunal tem dado sinais de que vai restringir a benesse. Está atrasado. Já deve uma resposta desde setembro de 2014, quando Luiz Fux estendeu o penduricalho a todos os magistrados brasileiros. O ministro concedeu a liminar e levou mais de três anos até liberar o caso para julgamento.

O auxílio virou uma gambiarra para furar o teto do funcionalismo. Ao ser concedido de forma indiscriminada, deixou de ser uma ajuda de custo para se tornar um aumento disfarçado. Com a vantagem de não sofrer a mordida do Imposto de Renda, já que não é considerado parte dos subsídios.

Em 2015, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo admitiu que o penduricalho era “um disfarce para aumentar um pouquinho” os salários. “Não dá para ir toda hora a Miami comprar terno”, argumentou o desembargador José Renato Nalini. Hoje o doutor é secretário de Educação do tucano Geraldo Alckmin, que ensaia o discurso da austeridade para disputar a eleição presidencial.

Nas últimas semanas, outros magistrados ilustres escancararam a real natureza do auxílio. O juiz Sergio Moro reconheceu que o benefício é “discutível”, mas “compensa a falta de reajustes dos vencimentos”. O juiz Marcelo Bretas, que é casado com outra juíza e acumula dois penduricalhos sob o mesmo teto, julgou-se no direito de ironizar quem o criticou. Os casos não desmerecem a atuação deles na Lava-Jato, mas mostram como o espírito de casta prejudica a capacidade de autocrítica dos juízes.

Também há quem opte pelo deboche ao tratar do assunto. Ao ser perguntado sobre o valor do auxílio, o novo presidente do TJ paulista, Manoel Calças, declarou o seguinte: “Eu acho muito pouco”.

Em nota recente, a Ajufe alegou que o Judiciário seria vítima de uma “campanha desmoralizadora” porque combate a corrupção. O que desmoraliza o Poder é a defesa de privilégios injustificáveis. O Supremo já abriu a caixa-preta dos supersalários. Espera-se que não recue com medo da faca no pescoço.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Sertão do Moxotó

24/02


2018

STF: prisão de Lula, estopim de crise generalizada

Em conversas recentes, ministros do Supremo admitiram que a prisão do ex-presidente Lula pode ser o estopim para uma crise generalizada no país.

De perfil pouco incisivo, Rosa Weber tornou-se o centro das atenções.

Ela votou contra a prisão após a condenação em segunda instância no ano passado e, neste ano, quando o assunto voltou, fez mistério.

Por outro lado, a prisão do presidente da Fecomercio do Rio, Orlando Diniz, foi tratada por pessoas que conhecem a entidade como a “crônica de uma morte anunciada”.

Há muito, dizem, esperava-se complicações para o lado dele. Caiu na Lava Jato. (Daniela Lima - Painel - FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Quentura

Frase de Bolsonaro: Me jogue aos lobos, que voltarei liderando o cardume... KKKkkkk DEPOIS O ANALFABETO É LULA.

Quentura

A bandeira do Brasil agora é VERMELHA??? KKKK. Chineses concluem compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá. O grupo China Merchants Ports Holdings concluiu nesta quinta (22), em Brasília, a compra do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), no Litoral do Paraná, por R$ 2,9 bilhões. Os trabalhadores no Porto estão bastante apreensivos com a aquisição do TCP pela China Merchants. Eles acompanharam esta semana o desfecho da transação no Distrito Federal



24/02


2018

PF diz que PGR dificulta quebra do sigilo de Temer

Pedido foi feito há dois meses, mas Raquel Dodge ainda não se manifestou

Aguirre Talento e Bela Megale – O Globo

A Polícia Federal (PF) solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico do presidente Michel Temer há dois meses, mas ainda não obteve resposta ao pedido.

A solicitação foi feita em 19 de dezembro de 2017 à procuradora-geral, Raquel Dodge, no âmbito do inquérito que investiga se um decreto assinado pelo presidente teria beneficiado empresas do setor portuário de Santos. Ela, porém, ainda não se manifestou sobre o pedido. O GLOBO teve acesso ao documento.

No despacho em que o delegado responsável pelo caso, Cleyber Lopes, pede para prorrogar o prazo da investigação do decreto dos portos por mais 60 dias. Ele afirma que as medidas "mostram-se imprescindíveis para esclarecimentos dos crimes investigados". Ressalta também que sem elas "a investigação poderá não atingir sua finalidade". O delegado destaca a permissão da PGR como "necessária" para a PF continuar a investigação que envolve o presidente.

O pedido de quebra de sigilo fiscal, telefônico e bancário de Temer foi encaminhado à PGR quatro dias depois do delegado Cleyber receber um relatório em que analistas da PF afirmaram ser “necessária” a quebra dos sigilos do presidente e de outros investigados “para uma completa elucidação” das suspeitas de que o peemedebista favoreceu empresas do setor portuário. O GLOBO apurou com fontes com acesso à investigação que a solicitação de quebra dos sigilos foi feita de forma sigilosa, separadamente ao inquérito, e ainda não teve manifestação de Raquel Dodge.

Sem citar nominalmente Temer, analistas recomendaram ao delegado obter histórico de chamadas telefônicas e informações fiscais e bancárias “de pessoas jurídicas e físicas mencionadas nos inquéritos” — o que inclui Temer.

Procurada, Raquel Dodge afirmou que "estranha o vazamento de informações que são sigilosas" e que se manifestará nos autos sobre o assunto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Quentura

A bandeira do Brasil agora é VERMELHA??? KKKK. Chineses concluem compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá. O grupo China Merchants Ports Holdings concluiu nesta quinta (22), em Brasília, a compra do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), no Litoral do Paraná, por R$ 2,9 bilhões. Os trabalhadores no Porto estão bastante apreensivos com a aquisição do TCP pela China Merchants. Eles acompanharam esta semana o desfecho da transação no Distrito Federal


Sindifisco

24/02


2018

Novo ministro: aquele que foi sem nunca ter sido

Na terça (20), quando o PTB desistiu de emplacar Cristiane Brasil (RJ) no Ministério do Trabalho, Helton Yomura, o interino, enviou mensagem aos superintendentes do órgão.

Era para dizer que aguardava apenas a publicação de sua nomeação definitiva no Diário Oficial da União.

No mesmo dia, porém, o presidente Michel Temer deu sinais de que ele não ficará no posto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura do Ipojuca

24/02


2018

Perícia da PF ajuda defesa de acusados pela Odebrecht

O impacto do extenso laudo da perícia da PF sobre os sistemas que registravam pagamentos de propina da Odebrecht não é assunto que se encerre cedo. As constatações de que arquivos foram deletados e de que investigadores identificaram omissões serão exploradas pelas defesas de dezenas de acusados de embolsar dinheiro sujo. O fato de a empreiteira ter apagado informações também pode alimentar a guerra particular travada entre Marcelo Odebrecht e seu cunhado, Maurício Ferro.

Vice-presidente jurídico da Odebrecht, Ferro tornou-se alvo da ira do herdeiro da empresa. Como a Folha mostrou em fevereiro, Marcelo insinuou em um depoimento sigiloso que o cunhado ajudou a empreiteira a destruir provas.

Representantes da Odebrecht minimizaram os aspectos negativos da perícia. Deram-se por satisfeitos com a versão de que, no processo em tela –sobre a compra de um terreno para o instituto Lula– o exame teria comprovado a idoneidade das provas.

A empresa não ignora os flancos que podem ser abertos contra ela a partir da perícia. Seus representantes, porém, já ensaiam uma vacina: quando houve destruição de dados, em 2015, a Odebrecht ainda não sonhava em colaborar –ao contrário, estava em guerra com a Lava Jato.  (Painel – Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Quentura

A bandeira do Brasil agora é VERMELHA??? KKKK. Chineses concluem compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá. O grupo China Merchants Ports Holdings concluiu nesta quinta (22), em Brasília, a compra do Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá (TCP), no Litoral do Paraná, por R$ 2,9 bilhões. Os trabalhadores no Porto estão bastante apreensivos com a aquisição do TCP pela China Merchants. Eles acompanharam esta semana o desfecho da transação no Distrito Federal



24/02


2018

Juízes sob risco de se afastar mais da opinião pública

Ameaça de greve busca defesa de mordomia

Blog do Keneddy

Mais uma vez, os juízes federais tentam defender o indefensável. A estratégia agora é uma possível paralisação no dia 15 de março, uma semana antes de o Supremo Tribunal Federal avaliar a legalidade do auxílio-moradia dado aos magistrados federais.

É errado juiz fazer greve, sobretudo em face das proteções e garantias que já possuem. Além da paralisação do dia 15 de março, há ameaça de uma greve por tempo indeterminado a partir de 3 de abril.

Mas os juízes federais têm um ponto correto e importante. O Supremo precisa julgar também a validade dos penduricalhos dos magistrados estaduais. Depois de cinco anos, o ministro Luiz Fux liberou para julgamento ação que questiona os benefícios dos magistrados do Tribunal de Justiça do Rio.

Se a mordomia dos juízes federais será combatida, seria importante o STF fazer um julgamento dos benefícios dos magistrados estaduais. Aliás, seria um dever do Supremo. Lá no Congresso, deveria ser votado o fim da farra do auxílio-moradia e dos demais penduricalhos que furam o teto constitucional.

Outro aspecto: os juízes federais correm o risco de se distanciar ainda mais da opinião pública. Ameaçar entrar em greve é muito grave, porque mostra do que são capazes para defender uma mordomia _sobretudo num momento de grave crise econômica, política e social no qual os mais ricos deveriam dar cota maior de sacrifício.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Supranor 1

24/02


2018

Moro pede nova perícia sobre relações Odebrecht-Lula

A Polícia Federal divulgou na tarde desta sexta a perícia dos sistemas Drousys e MyWebDay 

Ana Luiza Albuquerque – Folha de S.Paulo

O juiz Sergio Moro assinou despacho nesta sexta-feira (23) determinando nova perícia dos sistemas da Odebrecht, já em posse da Polícia Federal. O objetivo é identificar lançamentos e documentos que possam ter relação com a reforma de um sítio em Atibaia (SP), atribuído ao ex-presidente Lula. A análise deve ocorrer em prazo máximo de trinta dias.

A Polícia Federal divulgou na tarde desta sexta a perícia dos sistemasDrousys e MyWebDay, assim como respostas a questionamentos feitos pelo juízo, acusação e defesa sobre referências nos arquivos a um terreno que a Odebrecht teria adquirido para a construção do Instituto Lula, em São Paulo.

Em março de 2014, a Polícia Federal deflagra a Operação Lava Jato em seis Estados e no DF e o juiz Sergio Moro volta a ganhar projeção (ele já havia atuado no caso Banestado). Mais de 20 pedidos de prisão são expedidos. É preso o doleiro Alberto Youssef, suspeito de intermediar pagamento de propina entre empreiteiras, dirigentes da Petrobras.

Desta vez, Moro pede, em outra ação penal, que a perícia indique possíveis relações entre os arquivos encontrados nos sistemas e reformas de R$ 1,02 milhão no sítio, que teriam sido pagas pelas construtoras Odebrecht e OAS em benefício do ex-presidente.

Moro também solicita que os peritos verifiquem se documentos juntados aos autos deste processo encontram-se nos sistemas, assim como sua autenticidade. Entre eles, um anexo juntado pelo colaborador e engenheiro da Odebrecht, Emyr Diniz Costa Júnior, que sugere pagamentos do grupo para a reforma no sítio, supostamente retratados nos sistemas de contabilidade informal da empreiteira.

O juiz negou parcialmente pedido da defesa de Lula para ter acesso aos sistemas, liberando apenas transações que digam respeito ao sítio. "Franquear-lhe acesso ou cópia como pretendido colocaria em risco o sigilo e a eficácia de investigações em curso sobre outros crimes envolvendo outros agentes públicos supostamente beneficiados", escreveu.

Moro também negou pedido da defesa para ouvir Rodrigo Tacla Duran, ex-advogado da Odebrecht acusado de lavagem de dinheiro. "Se o ex-presidente custeou essas reformas ou se ressarciu das despesas os responsáveis pelas obras, isso pode ser facilmente provado pela defesa, até por documentos, não sendo necessário ouvir foragidos na Espanha para tanto."

No despacho, o juiz argumenta que Tacla Duran não é digno de credibilidade. "É certo que criminosos podem ser ouvidos em juízo (...) Mas, neste caso, normalmente após terem celebrado um acordo de colaboração e assumido o compromisso de dizer a verdade."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


24/02


2018

Temer X Meirelles: a guerra de titãs e a Fitch

Helena Chaga – Blog O Divergentes

Temer e Meirelles deixaram claro que estão às turras…

A pergunta que não quer calar hoje é sobre como funcionará (ou não) um governo em que o presidente da República e o ministro da Fazenda são candidatos ao mesmo cargo nas eleições. Michel Temer negou protocolarmente, em entrevista, que vá disputar a reeleição, e ontem chegou a mandar desautorizar afirmações do marqueteiro Elsinho Mouco de que sim, ele é candidato – e que a intervenção no Rio foi uma jogada de mestre. Henrique Meirelles diz, também em entrevistas, que ainda não é, mas que poderá ser a partir de abril – e mudou o tom.

Os dois já estão se molhando na chuva que cai sobre a cabeça de quem vira candidato cedo demais. Temer ganhou muita pancadaria nas redes e na mídia por ter supostamente usado a intervenção federal no Rio para alavancar a possível candidatura. Mas o pior de tudo foi a reação em casa.

Além do mau humor de Rodrigo Maia e Eunício Oliveira, usando como pretexto a nova velha pauta do governo, foi preocupante para o Planalto a reação do ministro da Fazenda. Meirelles abandonou o comedimento habitual para dizer que seu “histórico” lhe dá condições de ser candidato, e que “a etapa como ministro da Fazenda é uma etapa cumprida”.  Ao perceber que fora longe demais nesta última afirmação, dando a ideia de que poderá deixar a pasta – e desestabilizar a economia – corrigiu-se e disse que fica até o fim do governo se não for candidato.

Mas Meirelles, obviamente, ficou muito aborrecido com a perspectiva de levar uma carona do chefe na corrida ao Planalto – até porque, com poucas chances de obter legenda para concorrer por seu partido, o PSD, pensava em se filiar para sair candidato pelo MDB de Temer. Agora, tudo ficou mais difícil. Mesmo assim, o ministro peitou o presidente e disse que a hipótese de ele disputar a reeleição não seria impedimento à sua própria candidatura: “Não invalidaria; seria uma competição”.

Não chega a ser uma guerra de titãs. Todo mundo sabe que as chances de um e de outro, girando hoje em torno de 1% nas pesquisas, são igualmente remotas. E que pode não haver candidatura nem do presidente e nem do ministro.

Mas o estrago foi feito, e recai em cima do governo. Dá para governar assim? Para a Fitch, parece que não. Coincidência ou não, o rebaixamento da nota do Brasil foi anunciado nesta sexta em que Michel Temer e Henrique Meirelles deixaram claro que estão às turras…


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Mobi Brasil 5

24/02


2018

Candidatura de Temer é sonho de quem teme PF

Josias de Souza

No Brasil, o inacreditável às vezes se torna crível. Prova disso é o surgimento da candidatura presidencial de Michel Temer, tão negada quanto ansiada. Mas mesmo num país de tantas extravagâncias ainda não foi inventada uma maneira de transformar o impossível em possível. A hipótese de Temer ser reeleito, para além das pendências legais, é quase uma impossibilidade matemática.

De acordo com o Datafolha, o governo Temer é reprovado por 70% dos brasileiros com mais de 16 anos. Repetindo: de cada dez eleitores, sete consideram a administração atual ruim ou péssima. Um índice indigesto como esse faz de Temer um personagem tóxico. Ele envena não apenas as pretensões políticas que pudesse ter, mas as outras candidaturas ao seu redor.

Temer costuma vangloriar-se de ter recolocado a economia no rumo do crescimento. A inflação abaixo da meta e os juros cadentes justificam parcialmente a pose. Mas Temer não capitaliza os poucos avanços. Tornou-se uma espécie de teflon às avessas. O que é bom não gruda na imagem dele.

A sete meses da eleição, além de não exibir um potencial mínimo de votos, Temer arrasta a mais exuberante taxa de rejeição: 60% dos brasileiros afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. É uma bola de ferro maior do que a aversão atribuída ao notável Fernando Collor (44%). Ou a Lula (40%).

Se entrasse na disputa com índices assim, tão extraordinariamente negativos, Temer se tornaria um candidato favorito a fazer de um dos seus opositores o próximo presidente do Brasil. Se Deus retornasse à Terra e suplicasse aos brasileiros que elegessem Temer, seria recrucificado. Sem direito a ressurreição.

Deve-se a ideia de empinar a candidatura presidencial de Temer aos amigos-ministros que rodam a maçaneta do gabinete presidencial sem ser anunciados. Imagina-se que a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro operará o milagre de transformar vinagre em vinho. O raciocínio é impulsionado pelo medo, não pela lógica.

Todas as opiniões sobre as chances eleitorais de Temer são suspeitas porque são opiniões de pessoas como os ministros palacianos Moreira Franco e Eliseu Padilha. Foram denunciados criminalmente pela Procuradoria junto com Temer. E não é fácil ser completamente objetivo sobre o futuro da própria espécie. Assim, o otimismo sobre as chances eleitorias de Temer é suspeito porque é um otimismo de amigos que, fora da bolha protetora do foro privilegiado, ficam sujeitos a receber a visita matutina da Polícia Federal.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Asfaltos

23/02


2018

O que é que Elle quer dizer?

O presidente impichado Fernando Collor confirmou, no Senado, que sai candidato à Presidência da República.

Suas virtudes, segundo o discurso: “Moderação, equilíbrio, maturidade”.

Sua posição: “centro democrático, ao mesmo tempo progressista e liberal”.

Simples – mas que é que quer dizer?

Há quem diga que Temer, sabendo que a reforma da Previdência seria rejeitada, armou um factoide para mascarar a derrota.

Há quem diga que Temer, com a popularidade no chão, decidiu encarnar-se no herói que luta contra bandidos.

Pode ser: ninguém jamais perdeu dinheiro ao apostar no caráter vacilante de um político.

Mas por que não armar tudo direitinho?   (Carlos Brickmann)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Bm4 Marketing 7

23/02


2018

Virgílio sai atirando: “Participar de fraude, não vou”

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, desistiu de concorrer às prévias tucanas pelo Planalto e deixa Alckmin livre para assumir candidatura tucana 

Blog Poder 360

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), disse que não vai concorrer com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, nas prévias do PSDB para escolha de candidato à Presidência. A informação foi divulgada pela Folha de São Paulo nesta 6ª feira (23.fev.2018).

As prévias da sigla estavam marcadas para março. Alckmin deve deixar o cargo de governador até no máximo 7 de abril.

“Participar de uma fraude, eu não vou, não. Vou dar uma explicação bem clara ao país dos porquês. Por mais que eu soubesse que eu poderia [disputar], seria uma coisa menor. Não estou aqui para criar constrangimentos para o Geraldo”, disse Virgílio Neto ao jornal.

O prefeito ainda fez duras críticas a Alckmin. “Conheci um dos homens públicos menos sinceros e mais capazes para a desfaçatez e fingimento em 40 anos de vida pública”, disse.

Virgílio também criticou a cúpula do partido. Segundo ele, os tucanos pensam que são “a elite brasileira” e isso é algo que “colocaram na cabeça e não querem tirar”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

23/02


2018

Fazenda oculta de Temer citada por Paulinho da Força

Delator diz à PF que ouviu de Paulinho da Força que Temer tem fazenda em SP em nome de coronel; deputado nega

Blog de Andréia Sadi

O ex-diretor do grupo J&F Ricardo Saud, que fechou acordo de delação premiada, afirmou à Polícia Federal que o deputado Paulinho da Força (SDD-SP) contou a ele que o presidente Michel Temer tem uma fazenda no estado de São Paulo e que a propriedade está no nome do coronel da Polícia Militar João Batista Lima.

Procurado, Paulinho da Força disse que Saud frequentava "muito" a casa dele, e que eles faziam "muitas brincadeiras”, negando ter dito que a fazenda era de Temer.

"Eu nunca disse que a fazenda era do Temer. Sim, ele [Temer] me pediu ajuda algumas vezes por conta da invasão da fazenda, que ele dizia ser do seu amigo. E eu ajudei várias vezes por conta da invasão", afirmou.

A secretaria de comunicação da Presidência disse que Michel Temer não possui nenhuma fazenda. Afirmou, ainda, que o presidente jamais teve reunião com Ricardo Mesquita e Ricardo Saud para tratar sobre a área da Eldorado no Porto de Santos e que não interferiu na Codesp em favor da empresa.

O depoimento

Segundo Saud, Paulinho o disse que Temer tem uma fazenda no interior de São Paulo "em nome da Argeplan ou mesmo do Coronel Lima".

O delator disse, ainda, que o deputado o contou que Temer "havia solicitado auxílio quando da invasão da fazenda em questão pelo Movimento dos Sem Terra, ocasião em que Michel Temer teria dito que a fazenda de um 'amigo' havia sido invadida e que necessitava de ajuda de Paulinho da Força para sua desocupação".

Responsável pelo inquérito, o delegado Cleyber Lopes quer ouvir Lima, amigo do presidente Temer e um dos seus principais assessores. Ele é acusado de receber propina em nome do presidente Michel Temer.

Lima, no entanto, tem apresentado atestados médicos desde 2017 aos investigadores, alegando questões de saúde para não depor.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/02


2018

Odebrecht: PF vê referência a terreno atribuído a Lula

Informações sumiram três dias após prisão de herdeiro da empreiteira, diz órgão

Entre os beneficiários está a DAG Construtora, apontada como laranja na compra do terreno para o Instituto Lula.

Folha de S.Paulo - Ana Luiza Albuquerque e Flávio Ferreira

Laudo da Polícia Federal divulgado nesta sexta-feira (23) indicou que houve destruição de dados em sistemas da Odebrecht. Peritos do órgão analisaram os sistemas Drousys e MyWebDay a pedido do juiz Sergio Moro. 

A destruição dos dados, segundo o laudo, ocorreu em 22 de junho de 2015, três dias após a prisão de Marcelo Odebrecht na 14ª fase da Lava Jato. Os peritos relatam que foi utilizado um comando cuja principal função é sobrescrever arquivos com dados aleatórios, destruindo o conteúdo original. 

Os peritos definem o Drousys como um sistema destinado ao armazenamento e edição de arquivos, acesso à internet e recursos de comunicação, entre outros. Já o MyWebDay era utilizado pelo setor de propinas da empreiteira no gerenciamento de dados contábeis e financeiros.

O documento foi anexado aos autos do processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de ter favorecido a empreiteira em troca de favores, como a compra de um terreno para o Instituto Lula.

O laudo indicou que o codinome "Beluga" foi utilizado na contabilidade paralela da empresa com a função de controlar gastos relativos ao imóvel objeto da ação penal.

Entre os beneficiários físicos do codinome está a DAG Construtora, apontada como laranja na compra do terreno para o Instituto Lula. Outro beneficiário é o empresário Glaucos da Costamarques, réu no processo e suposto laranja na compra do apartamento vizinho ao de Lula em São Bernardo do Campo (SP). O escritório de advocacia de Roberto Teixeira, amigo do ex-presidente, também teria recebido repasses.

Fala a defesa de Lula 

 A defesa de Lula solicitou que os peritos respondessem se há lançamentos que permitam relacionar os valores dos imóveis indicados na denúncia a contratos firmados entre a empresa e a Petrobras, conforme acusa o Ministério Público.

Os peritos disseram que há referência a um campo chamado "obra", que, segundo eles, pode ser interpretado como um "centro de custo". O referido campo contemplaria, além de obras de engenharia, pagamentos não relacionados, como dispêndios administrativos, valores possivelmente direcionados a campanhas políticas, pagamentos a empregados, entre outros.

No caso dos recursos destinados ao codinome "Beluga", o laudo indica que o centro de custo apontado é o "OOOO-DP-ODB". Até o fechamento da análise, os peritos não conseguiram esclarecer o significado do código. Eles afirmam, ainda, que o material não permitiu identificar a obra específica dos recursos atribuídos ao codinome, que seria referente aos gastos com o imóvel supostamente destinado ao Instituto Lula.

Sobre a autenticidade dos arquivos eletrônicos disponibilizados pela Odebrecht ao Ministério Público Federal, o laudo afirma que, dos 1.912.667 arquivos, apenas 842, ou 0,043%, apresentam não conformidade.

Conforme noticiou a Folha, Marcelo Odebrecht disse em depoimento sigiloso que pediu para seu cunhado e vice-presidente do grupo, Maurício Ferro, dar fim ao departamento de propinas.

Segundo documento do Departamento de Justiça dos EUA, país com o qual a Odebrecht fechou acordo, chaves de acesso foram apagadas na operação que acabou com o setor. Entre elas, as que permitiam o acesso ao MyWebDay.

A Polícia Federal tem encontrado dificuldades para adentrar o sistema.

OUTRO LADO

Em nota, a defesa do ex-presidente Lula afirma que a perícia não estabeleceu qualquer vínculo entre contratos da Petrobras e os imóveis citados da denúncia e que não indicou pagamentos indevidos ao petista.

O advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, diz que Lula nunca solicitou ou recebeu da Odebrecht suposto terreno destinado ao instituto ou o apartamento vizinho onde mora, que, segundo a defesa, era alugado por ele.

Procurada, a Odebrecht ainda não apresentou posicionamento.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


23/02


2018

Ministério da Segurança terá foco nas fronteiras

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (PMDB), disse, hoje, que o governo federal decidiu priorizar as fronteiras e o novo ministério da Segurança Pública "vai tratar de forma especial essa questão". Ele visitou Aquidauana, município de Mato Grosso do Sul alagado nos últimos dias com a cheia do rio que tem o mesmo nome.

"Primeiro a intervenção no Rio de Janeiro nós temos uma fratura exposta da criminalidade e a segunda a criação do ministério da segurança pública que vai fazer com que essa guerra se estenda por todo o Brasil. Nesse contexto a preocupação com as fronteiras vai ter uma atenção especial, ação em relação as fronteiras vão ter ação especial até porque nós sabemos que essas armas que são encontradas e utilizadas nos morros cariocas não são fabricadas nem no Rio de janeiro nem no Brasil, elas entram pela fronteira", afirmou Marun.

"Decisão tomada é a priorização da segurança pública com a criação, além da intervenção no Rio, com a criação de um Ministério da Segurança que vai colaborar com as polícias. Até porque, isso é absolutamente necessário. Essa digamos interrelação, essa troca de informações, essa contribuição, ela é absolutamente necessária", disse Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo.

O ministro afirmou que o número de apreensões de armas reduziu nos últimos anos. Marun citou o próprio estado como exemplo como uma das portas de entrada de armamentos no país que abastece os grupos organizados.

"Nós aqui de mato Grosso do Sul melhor do que muitos, de que é necessário um novo tipo de ação nas fronteiras até porque a própria apreensão de armas pela polícia federal nas fronteiras brasileiras diminuiu nos últimos anos, diminuiu de forma digamos abrupta", afirmou o ministro.

Segundo o levantamento da Polícia Federal, em 2016 foram apreendidos 179 armamentos pelos agentes da instituição em Mato Grosso do Sul. No ano passado, o número caiu para 101.

Marun disse ainda que, como ministro da Secretaria de Governo, levou o diagnóstico da segurança, mas não tem a responsabilidade de estabelecer estratégias. "Eu não posso trazer pra mim até porque se eu colocar aqui o meu pensamento em relação a isso ele pode ser mal interpretado como pensamento do governo e não é. O governo ainda não tem decisões tomadas a esse respeito para colocar", disse.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores