ArcoVerde

13/01


2018

PDT tenta reduzir estragos com PCdoB e PSB

A informação de que a comunista Manuela D’Ávila poderia ser vice-presidente na chapa encabeçada por Ciro Gomes gerou mal-estar

ÉPOCA – Nonato Viegas

O presidente do PDT, Carlos Lupi, se esforça para manter pontes com o PCdoB e o PSB. Ele tenta reduzir os estragos causados pela divulgação da informação de que o PDT gostaria de contar com a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila como candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Ciro Gomes. Lupi diz que a informação divulgada em alguns blogs é falsa.

Políticos do PCdoB ficaram ofendidos porque dizem que a legenda já tem candidata a presidente: a própria Manuela.

Já integrantes do PSB não gostaram da informação porque avaliavam compor com o PDT se o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa não topar ser o candidato da legenda ao Planalto.


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Asfaltos

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21/01


2019

Adeus, estrelas cadentes!

A resistência dos impenitentes contra o Governo constitucional do Capitão Marvel e seus generais é uma vela acesa, consome-se a si mesma em tempos de velório, este é o mote da cantoria do Profeta Adalbertovsky aos seus discípulos, do alto das montanhas da Jaqueira. “Os líderes da seita vermelha são estrelas cadentes. Estão enjaulados ou degredados. Apagaram o candeeiro, derramaram o gás.

“Prossegue a temporada de desamamentação dos bezerros vermelhos nas glândulas mamárias de Brasília et Orbi. Há choro e ranger de cascos nas estrebarias do cordão encarnado. Oh mamas, oh papas, a gente queremos mamar! Eles mamam e amam as glândulas mamárias das sinecuras federais e das ONGs.

“Muda, Brazil! Muda, Bolívia! O cocalero Evo Morales agora fala mansinho com o Capitão Marvel e até ajudou a extraditar o assassino italiano Cesare Battisti, acoitado nestas terras auriverdes desde 2044. O Capitão América e o Capital Marvel estão na linha de frente e se Zeus quiser o assassino Maduro será cassado, capado e defenestrado do poder na Venezuela. Isto é solidariedade universal entre os povos. No passado recente a seita vermelha apoiava e financiava a ditadura terrorista de Maduro.

“A dívida pública, na beirada dos 3,8 trilhões de reais, é o crime perfeito. Todos os 200 milhões de brasileiros devem aos banqueiros e todos os banqueiros devem aos brasileiros. A derrota política e eleitoral da camarilha vermelha foi um livramento para o Brazil. Mas, neste país impregnado desde a Colônia do espírito de Macunaíma o imponderável continua no ar”. A cantoria do Profeta Adalbertovsky está publicada no Menu Opinião. Metam os peitos!


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20/01


2019

Moro e escândalo do filho de Bolsonaro: sem comentáios

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que já não fazia comentários em público sobre o escândalo envolvendo a família Bolsonaro, foi procurado neste domingo 20 pelo jornal O Globo para dar sua opinião sobre o caso, mas respondeu "sem comentários".

Ele segue a lei do silêncio baixada no Planalto para tentar blindar o Bolsonaro pai, num momento em que o filho mais velho, o senador eleito Flávio Bolsonaro, não dá explicações sobre as transações suspeitas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Seu silêncio vem sendo criticado por figuras públicas como Leo Jaime e o Youtuber Felipe Neto, além de políticos como Cristovam Buarque e o cientista político Luis Felipe Miguel.

O caso tomou uma proporção muito maior neste fim de semana, com a entrada da Globo na guerra contra o clã que governa o País e a revelação de que as transações suspeitas de Queiroz não se limitam ao valor de R$ 1,2 milhão em um ano, mas sim R$ 7 milhões em três anos, além de 48 depósitos fracionados na conta de Flávio Bolsonaro.  (BR 247)


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20/01


2019

Bolsonaristas contra Renan. Calam sobre filho do presidente

De verde e amarelo, manifestantes voltam à Paulista contra Renan na presidência do Senado

Usando camisetas de Bolsonaro, apoiadores minimizaram depósitos suspeitos do filho Flávio

Carolina Linhares - Folha de S.Paulo

Movimentos de direita, incluindo o Vem Pra Rua e o Nas Ruas, organizaram uma manifestação contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) neste domingo (20) à tarde, na avenida Paulista, em São Paulo.

O objetivo é pressionar para que o parlamentar não consiga se eleger presidente do Senado, posto que já ocupou duas vezes.

"Renan é corrupto, é um rato", disse Francine Castanho, que levou uma faixa de apoio a Sergio Moro, ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça. Os manifestantes também inflaram um boneco de Renan vestido de presidiário, à moda Pixuleco, em frente à Fiesp, e estenderam uma faixa ao longo da avenida.

Segundo os organizadores, 400 pessoas participaram do ato —a Folha estimou cerca de 150 manifestantes. 

Questionada pela Folha sobre as suspeitas contra Flávio, Castanho respondeu: "Quando me explicarem como o filho do Lula (PT) ficou bilionário, a gente conversa". "Se alguém quiser bater panela contra Queiroz, pode bater, eu não vou."

Enquanto os manifestantes gritavam "Renan, seu safado, para fora do Senado", lideranças dos movimentos também foram críticas em relação ao filho de Bolsonaro, alvo de relatório do Coaf, órgão de combate à lavagem de dinheiro.

 "Não somos da turma dos petralhas, não aceitamos que fale mal de Bolsonaro e da família de Bolsonaro", disse, classificando o presidente de pessoa com "caráter, princípio e noção administrativa".

"Estão fazendo isso para desestabilizar. Mas se investigar e tiver alguma coisa, lá na frente, que ele seja chamado. Agora não", relativizou.

Alguns manifestantes chamaram a Folha de jornal lixo ao serem abordados. "Por que eu estou falando com um panfleto comunista?", questionou um homem que vestia uma camisa com o nome de Bolsonaro e dos filhos.

Sobre as suspeitas do Coaf, disse haver "uma vontade de fazer difamação, porque Bolsonaro vai cortar privilégios e está tendo uma retaliação".

Os movimentos organizam nova manifestação contra Renan no próximo domingo (27), na avenida Paulista. 


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20/01


2019

Palocci: Lula pediu R$ 30 milhões para Delfim e Bumlai

Palocci diz que Lula pediu R$ 30 milhões para Delfim e Bumlai em obra de Belo Monte. Ministro da Fazenda do regime militar, nos anos 1970, e o amigo do ex-presidente petista foram supostos responsáveis pela articulação de consórcio de empreiteiras, segundo delator; pagamentos teriam sido descontados de caixa da Andrade Gutierrez com o PT.

Em 2006, o presidente Lula,  em campanha para a reeleição, com Delfim Neto/Foto do site: asia comentada

O Estado de S. Paulo 

Por Ricardo Brandt, Luiz Vassallo e Fausto Macedo

 

O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci afirmou, em delação premiada que Delfim Netto recebeu R$ 4 milhões de um acerto de R$ 15 milhões de propinas ao PTsupostamente repassados pela Andrade GutierrezDelfim foi o todo poderoso ministro da Fazenda do regime militar, nos anos 1970. Ele ficou famoso como o ministro do ‘milagre econômico’.

Em nove de março de 2018, o Delfim foi alvo de buscas e apreensões no âmbito da Operação Buona Fortuna, 49ª fase da Lava Jato. Segundo os investigadores, já foram rastreados pagamentos em valores superiores a R$ 4 milhões de um total estimado em R$ 15 milhões.

Primeiro delator do núcleo político de comando do esquema de corrupção sistêmica nos governos do PT revelado pela Lava Jato, Palocci detalhou sua atuação no acerto de R$ 135 milhões em propinas em Belo Monte – equivalente a 1% do contrato de R$ 13,5 bilhões. O valor dividido de forma igualitária, 50% cada, entre o PT e o MDB. E incriminou Lula e Dilma no esquema.

Palocci afirma que Lula “se envolveu diretamente” na corrupção em Belo Monte. Segundo o delator, o ex-presidente exigiu que o amigo José Carlos Bumlai, pecuarista com livre acesso ao Planalto em seu governo, e Delfim Netto recebessem “milhões” no negócio, por terem formulado o consórcio vencedor do contrato.

O ex-ministro disse que ‘Lula insistia que deveriam ser pagos em virtude da atuação de Delfim Neto e Bumlai na formação do consórcio vencedor e ‘que Lula informou que Bumlai e Delfim Neto deveriam receber R$ 30 milhões pela formação do consórcio alternativo e que ainda não tinham sido pagos’.

Segundo Palocci, Lula estava ‘irritado’ porque Dilma Rousseff não havia autorizado o pagamento de propinas ao PT pela construção de Belo Monte, já que haveria um outro acerto com o PMDB.

O ex-ministro afirma que recebeu um pedido de Lula para que ajudasse o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, a remunerar Delfim e Bumlai pela ajuda que teriam dado ao consórcio vencedor de Belo Monte.

Para Palocci, a ‘presença de Bumlai significava que havia interesses também de Lula no recebimento dos valores’. O ex-ministro diz que ‘recebeu um visita de do executivo da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo, ‘o qual se fazia acompanhado de Jose Carlos Bumlai, na sede’ de sua empresa Projeto.

Na reunião, segundo Palocci, Otávio indagou se havia necessidade de se pagar cerca de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões) a Antonio Delfim Netto e ainda disse que ‘iria abater os pagamentos dos valores que eram devidos pelas empresas do consórcio construtor ao PT e ao PMDB, ou seja, seriam abatidos quinze milhões dos valores de cada agremiação’.

De acordo com Palocci, ‘pela presença de Bumlai na reunião, confirmava-se o que posteriormente Lula confidenciou, de que também Bumlai  pretendia receber parte dos 30 milhões’ e que ‘os trabalhos de Bumlai eram feitos, muitas das vezes, para a sustentação da família de Lula’.

Palocci relata que R$ 15 milhões, metade do total, foram quitados a Delfim e ao PT. Delfim teria ficado com R$ 4 milhões.

COM A PALAVRA,  OS ADVOGADOS RICARDO TOSTO E JORGE NEMR, QUE DEFENDEM DELFIM

“Caros, todos os esclarecimentos e as informações sobre esse tema já foram prestados às autoridades.

A defesa do professor Antonio Delfim Netto, representada pelos advogados Ricardo Tosto e Jorge Nemr, esclarece que “o professor Delfim Netto não ocupa cargo público desde 2006 e não cometeu nenhum ato ilícito em qualquer tempo. Os valores que recebeu foram honorários por consultoria prestada”.

COM A PALAVRA, DILMA ROUSSEFF

As novas mentiras de Palocci
Dilma rebate as novas declarações fantasiosas do ex-ministro

A propósito das supostas novas declarações do senhor Antônio Palocci, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff registra:

Mais uma vez, o senhor Antônio Palocci mente em delação premiada, tentando criar uma cortina de fumaça porque não tem provas que comprometam a idoneidade e a honra da presidenta Dilma.

É fantasiosa a versão de que ela teria “dado corda” para a Lava Jato “implicar” Lula. Isso não passa de uma tentativa vazia de intrigá-la com o presidente Lula.

Na verdade, a delação implorada de Palocci se constitui num dos momentos mais vexaminosos da política brasileira, porque revela o seu verdadeiro caráter.

Assessoria de Imprensa
Dilma Rousseff

COM A PALAVRA, LULA

SOBRE HISTÓRIAS DE PALOCCI E MOTORISTAS PLANTADAS HOJE CONTRA LULA

A Lava Jato tem quase 200 delatores beneficiados por reduções de pena. Para todos perguntaram do ex-presidente Lula. Nenhum apresentou prova nenhuma contra o ex-presidente ou disse ter entregue dinheiro para ele. Antônio Palocci, preso, tentou fechar um acordo com o Ministério Público inventando histórias sobre Lula. Até o Ministério Público da Lava Jato rejeitou o acordo por falta de provas e chamou de “fim da picada”.

Mas o TRF-4 decidiu validar as falas sem provas de Palocci, que saiu da prisão e foi para a casa, com boa parte de seu patrimônio mantido em troca de mentiras sem provas contra o ex-presidente. O que sobra são historinhas para gerar manchetes caluniosas.

Todos os sigilos fiscais de Lula e sua família foram quebrados sem terem sido encontrados valores irregulares.
Há outros motoristas e outros sigilos que deveriam ser analisados pelo Ministério Público, que após anos, segue sem conseguir prova nenhuma contra Lula, condenado por “atos indeterminados”. Curiosa a divulgação dessa delação sem provas justo hoje quando outro motorista ocupa o noticiário.

Assessoria de Imprensa do ex-presidente Lula


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20/01


2019

Delação de Cabral seria para proteger esposa

A ideia de Sérgio Cabral de propor ao MP uma delação premiada visava sobretudo a esposa, Adriana Ancelmo.

Sérgio Cabral | Foto de arquivo/Geraldo Bubniak

O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Por Lauro Jardim

 

Preocupado com o julgamento em segunda instância de sua mulher, Adriana Anselmo, Cabral queria negociar a prisão domiciliar dela e uma redução da pena dele para uns doze anos em regime fechado em troca de entregar nomes do Judiciário estadual e federal, TCE,

TCU e escritórios de advocacia, além de mamatas da compra de votos da Olimpíada. Neste momento, não acontece qualquer negociação, entretanto. Mas a estratégia é essa. 


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20/01


2019

Bolsonaro defenderá reformas em Davos

Além de ênfase nas reformas, Bolsonaro será sondado por investidores. Abertura comercial prometida pelo presidente também chamará atenção, assim como suas decisões sobre educação e posse de armas.

Presidente Jarir Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

Da Veja com Conteúdo Estadão

Com discurso escrito em parte por sua equipe econômica, o presidente Jair Bolsonaro embarca neste domingo, 20, para sua primeira participação no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Nesta sua estreia na cena internacional, Bolsonaro se confrontará, porém, com a edição deste ano do maior evento da elite financeira mundial voltada para a discussão das ameaças trazidas por políticos populistas e nacionalistas eleitos democraticamente.

Bolsonaro será a presença mais esperada no Fórum, que neste ano terá como tema oficial a “Globalização 4.0: Moldando uma Arquitetura Global na Era da Quarta Revolução Industrial”. A expectativa é que o novo presidente do Brasil exponha seu compromisso com a agenda de reformas da Previdência e Tributária e com a abertura comercial de um dos países mais fechados no mundo em seu discurso na terça-feira, 22.

Mas haverá grande ansiedade de investidores em decifrar o mais novo líder populista da extrema direita mundial, governante de uma das dez maiores economias do mundo. Em especial, sobre suas políticas que, em médio e longo prazos, podem repercutir em decisões de investimento de curto prazo, como a política de seu governo para a educação e o recente decreto que facilita a posse de armas de fogo por civis brasileiros.

Bolsonaro será escrutinado, e de seu papel em Davos e no comando do Planalto nesses primeiros meses de 2019 dependerá boa parte dos fluxos de investimentos produtivos no Brasile as perspectivas de crescimento econômico nos próximos anos. Um tema de atenção de potenciais investidores no Brasil, porém, estará em Brasília. Pela primeira vez desde 1985, um militar estará à frente da Presidência da República. O vice-presidente, general Hamilton Mourão, assume interinamente na noite deste domingo a cadeira de Bolsonaro e ali permanecerá sentado até a sexta-feira, 25. Mourão avisou que seguirá as ordens em vigor.

No ano passado, o evento recebeu o presidente americano, Donald Trump, que usou o palco para garantir que seu governo focaria em seu slogan “America First” (Primeiro a América). Na ocasião, o chefe de Estado da China, Xi Jinping, foi quem surgiu no palco do Fórum com mensagem em favor do sistema multilateral. Desta vez, Trump não vai aos Alpes suíços nem enviará representantes por conta da paralisia parcial do governo federal. A situação calamitosa é ditada por sua queda de braço com os democratas do Congresso em torno de seu projeto de construção de um muro na fronteira com o México. 
Ameaça e opções

Em Davos, há reconhecimento, pela primeira vez, de que o descontentamento global é uma ameaça à economia e à estabilidade política. Não por acaso, o tema de Davos neste ano é a “Globalização 4.0”. Daí a importância do que Bolsonaro falará sobre a redução do protecionismo comercial brasileiro e também sobre o “globalismo”, a tese defendida por seu chanceler, Ernesto Araújo, sobre a contaminação do sistema econômico mundial pelo marxismo cultural.

Araújo o acompanhará na jornada à Suíça, assim como os ministro da Economia, Paulo Guedes, da Justiça, Sergio Moro, do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, da Casa Civil, Gustavo Bebbiano. Em seu séquito estarão ainda presentes o embaixador Mário Vilalva, presidente da Agência de Promoção de Exportações, Marcos Troyjo, secretário de Comércio Exterior, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e Filipe Martins, assessor internacional do Planalto.


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20/01


2019

Delações: blindagem, fortes emoções e mordomias

Delação de Orlando Diniz não traz detalhes sobre advogado de Lula. Enquanto isso,  a Lava Jato promete fortes emoções no Rio. Já, um delator esbanja boa vida nas redes sociais.

Veja - Coluna Radar Por Mauricio Lima

Foto - Orlando Diniz (Reginaldo Pimenta/Raw Image/Folhapress)

Recheada de nomes do Judiciário, a delação de Orlando Diniz (foto) avança firme no MP. Os procuradores só não entendem a proteção que o ex-presidente da Fecomércio faz de Cristiano Zanin, advogado de Lula, que recebeu 68 milhões de reais da entidade.

Enquanto isso, no mesmo momento em que, a Lava-Jato perde tração no resto do país (em São Paulo, nunca andou), a filial carioca promete fortes emoções. Além de Diniz, entraram em fase final as delações de José Carlos Lavouras e Jacob Barata.

Já, ser delator, aliás, é um ótimo negócio. Marcelo Rzezinski, preso na operação Câmbio, Desligo, em cima dos doleiros do Rio, tem postado fotos no Facebook praticando kitesurf em Búzios e tomando cerveja com amigos.

 


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20/01


2019

Azedou o clima entre Bolsonaro e o Pastor Everaldo

Presidente do PSC vetou a saída de Carlos Bolsonaro do partido para que disputasse vaga na Câmara em 2018.

Bolsonaro é batizado pelo Pastor Everaldo no Rio Jordão, em Israel Foto: Reprodução

Época - Coluna Expresso - Por Murilo Ramos

 

Ex-filiado ao PSC, Jair Bolsonaro e o presidente do partido, o Pastor Everaldo , tinham uma relação bem amistosa. O clima azedou desde que o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro , filho do presidente da República, tentou deixar o partido para se candidatar a uma vaga na Câmara dos Deputados no ano passado pelo PSL.

Everaldo não deixou. Disse que, se quisesse, Carlos deveria se candidatar pelo PSC, o que poderia catapultar a eleição de outros candidatos da legenda, incluindo a de Filipe Pereira, filho do pastor Everaldo. Carlos não quis e Bolsonaro interveio. Tentou que Everaldo mudasse de ideia. Mas foi em vão. Se deixasse o partido, Carlos poderia ter seu mandato na Câmara dos Vereadores cassado. Sendo assim, Carlos precisará esperar até 2020 para deixar a legenda de Everaldo.

Na semana passada, ao ser questionado pela EXPRESSO sobre se tinha planos para Carlos Bolsonaro no partido, Everaldo disse que não havia nada especial para o filho do presidente e que se ele deixar a sigla será algo trivial.


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20/01


2019

Parlamentares do PSL vão rebater bancadas do PT e PSOL

Deputados do PSL montam estratégia para rebater parlamentares do PT e PSOL. Ideia é que parlamentares se dividam em marcação homem a homem na Câmara.

Foto: Site/Companhia da Notícia/Deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP)

Folha de S. Paulo - Daniel Carvalho

 

Deputados do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, já escolheram seus adversários diretos para, como se diz no futebol, fazer uma marcação homem a homem. O principal alvo é o PT, partido que tem a maior bancada eleita da Casa, com 56 deputados. O PSL, segunda maior bancada, elegeu 52 deputados, mas prevê crescimento com a migração de parlamentares de outras legendas.

A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), eleita deputada federal para a próxima legislatura, é alvo de disputa entre os antagonistas.

Há ao menos três bolsonaristas que querem marcá-la: os conterrâneos Joice Hasselmann (paranaense eleita por São Paulo) e Filipe Barros (PR), além de Carla Zambelli (SP).

“Temos uma pré-divisão, sim, uma cota pessoal. A gente meio que está dividindo os nomes da oposição com os nossos nomes de cá de enfrentamento”, explica Hasselmann.

“Essas posições são naturais. Eu e a Erika Kokay [PT] somos do DF e já temos posições antagônicas. Agora, a Erika não terá mais o microfone só para ela. Quando for defender pautas de direitos humanos, sob a sua ótica do direito dos manos, estarei lá para fazer o contraponto. O povo brinca que a TV Câmara terá mais audiência que a Globo”, afirma Bia Kicis (DF), eleita deputada pelo PRP, mas de malas prontas para o PSL.

Segundo Zambelli, a conversa da marcação mano a mano é informal e não há uma estratégia realmente traçada.
“O que a gente já conversou mais é, por exemplo, se as mulheres [da oposição] começarem a atacar os homens do nosso partido, nós, mulheres, sairemos em defesa, de acordo com o tema. Não é uma defesa cega. É até uma forma de não ter problemas com comissão de ética por quebra de decoro. A gente quer minimizar os problemas”, afirma a deputada eleita por São Paulo.

Para Filipe Barros, o enfrentamento com Gleisi é natural por serem do mesmo estado, mas ele também quer se colocar como antagonista do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), caso ambos estejam na Comissão de Direitos Humanos.

Deputados do PSL disseram que Wyllys também será alvo do deputado eleito Alexandre Frota (PSL-SP). Ao ser questionado sobre a estratégia, o parlamentar informou que estava na praia e retornaria apenas no fim de janeiro.

A maneira como farão este enfrentamento ainda não foi definida pelos parlamentares do PSL. Alguns deles sabem que a tática, porém, pode acabar atrapalhando o governo.

Até o ano passado, governistas preferiam se abster diante dos disparos da oposição para não alongar as sessões. Se cada parlamentar do PT ou do PSOL for, realmente, ser rebatido por um defensor de Bolsonaro ao colocar em prática o chamado kit obstrução, as votações podem se estender pela madrugada para dar espaço para tanta discussão.

“Por isso não traçamos o modus operandi. O PT e outros partidos vão utilizar de kit obstrução. Tem que ter sabedoria para saber quando atacar”, diz Barros.

Além da estratégia de marcação individualizada, o partido também já se organiza para a apresentação de propostas.

Barros afirma que a bancada quer retomar a discussão do projeto que ficou conhecido como “Escola sem Partido”. Engavetada no ano passado, a proposta limita o que o professor pode falar em sala de aula e veta o que que os seguidores de Bolsonaro convencionaram chamar de ideologia de gênero.

Outro tema que pretendem apresentar logo no início dos trabalhos legislativos é um novo pacote de medidas anticorrupção reunidas no projeto “Unidos Contra a Corrupção”, de iniciativa da sociedade civil organizada.
O PSL elegeu apenas um deputado em 2014 e, atualmente, tem oito deputados. Impulsionada por Jair Bolsonaro, cresceu mais de seis vezes nas eleições do ano passado.

Em busca de espaço no comando da Casa, a cúpula do partido decidiu apoiar a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à Presidência da Câmara.

O PT, que caminhava para anunciar apoio a Maia, agora avalia se é politicamente viável integrar o mesmo grupo da legenda de Boslonaro. 

A eleição para presidente da Câmara acontece em 1º de fevereiro.


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20/01


2019

Presença exagerada

Ao pôr-se a corrigir a subparticipação histórica de militares, governo incorre em risco

EDITORIAL – Folha de S.Paulo

Profissionais egressos das Forças Armadas têm tido preferência no preenchimento de postos de primeiro e segundo escalão do governo Jair Bolsonaro (PSL). Esse padrão, também caudatário do déficit de quadros qualificados no movimento que venceu a eleição em outubro, deve ser visto com reservas.

Os militares brasileiros, em especial os oficiais que alcançaram o topo da carreira após longa e variada trajetória de serviços públicos, qualificam-se para atuar em alguns setores da administração civil.

Conheceram bem o território nacional e seus entraves logísticos, acumularam experiência na segurança urbana e desenvolveram habilidades para lidar institucionalmente com outros Poderes e corpos burocráticos. Com essas credenciais, é de lamentar que tenham atuado pouco nos ramos civis afins em gestões anteriores.

Ao pôr-se a corrigir a subparticipação histórica de militares, o governo Bolsonaro incorre no risco oposto, o de exagerar na dosagem.

Contam-se 21 áreas da administração com indicados oriundos do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica. Há militares em setores de pouca relação com a formação precípua dos profissionais da defesa nacional, como a educação, o Banco Central, a Petrobras, a Caixa Econômica Federal e Itaipu.

A concentração de nomeações numa corporação reduz a diversidade de conhecimentos e experiências necessária para tocar com eficiência a máquina federal. Não apenas os valores positivos, mas também as idiossincrasias da caserna influenciarão decisões civis.

Pelo seu peso desproporcional na gestão, os militares poderão angariar privilégios injustos na repartição dos custos sociais da reforma da Previdência, por exemplo.

Com o passar do tempo, a percepção de que os quartéis se tornaram catapultas para cargos de destaque no governo —alguns deles movimentando vários bilhões de reais por ano— tende a solapar a barreira, vital na democracia, entre a política partidária, de um lado, e as Forças Armadas, do outro.

Esse contágio daninho, temido pelos comandantes militares de hoje, será muito difícil de evitar caso se prolongue participação tão extensa e profunda na gestão.

Embora o Executivo federal no Brasil agregue muitas atribuições cujo exercício deveria ser reservado ao melhor saber técnico, os postos de comando nos ministérios e no Palácio do Planalto têm altíssimo teor político. Arbitram demandas legítimas da sociedade que não podem ser todas atendidas.

Um critério representativo, portanto, deveria ser levado em conta na confecção do governo, mas Bolsonaro menosprezou esse aspecto neste início de mandato. A baixa conexão com o Legislativo e a diversidade regional e burocrática é uma aposta arriscada.


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20/01


2019

Tem laranja no liquidificador

Bernardo Mello Franco – O Globo

Na segunda-feira, Jair Bolsonaro recebeu três modelos enfeitadas com coroas de princesa e faixas de miss. As moças foram a Brasília divulgar a Festa da Uva, o tradicional evento de Caxias do Sul. O capitão sorriu para fotos e ganhou um caixote de uvas colhidas na cidade gaúcha. Mas foi o cheiro de outra fruta, a laranja, que passou a impregnar o gabinete presidencial.

Com menos de um mês de governo, Bolsonaro está emparedado pelos rolos de Fabrício Queiroz. Na quarta-feira, seu filho mais velho apelou ao foro privilegiado para suspender a investigação e esconder as contas do ex-assessor. Conseguiu a liminar, mas deu bandeira. Ficou claro que o laranjal era bem maior do que se pensava.

Na noite de sexta, o “Jornal Nacional” deu uma amostra do que parece vir por aí. Em apenas um mês, a conta bancária de Flávio Bolsonaro recebeu R$ 96 mil em dinheiro vivo. A grana foi fracionada em 48 depósitos de R$ 2 mil. O senador eleito virou suco antes de tomar posse.

O relatório do Coaf foi sutil. Apontou uma “suspeita” de “artifício” para impedir o rastreamento dos depósitos. Em outra passagem, citou uma circular do Banco Central para explicar que esse tipo de operação pode “configurar indícios” de lavagem de dinheiro. Não seria o único crime na cena.

Os depósitos em série reforçam a suspeita de que Flávio embolsava parte dos salários dos assessores. O esquema é comum no baixo clero da política, habitat natural da família do presidente. Se confirmado, caracteriza crime de peculato, o desvio de dinheiro público para uso pessoal.

Uma das curiosidades do caso é a data dos depósitos. O Coaf detectou as operações atípicas entre junho e julho de 2017. Na época, a Lava-Jato fazia três anos e o pai de Flávio já rodava o país como pré-candidato ao Planalto. Outro descuido foi o uso de um caixa eletrônico na Assembleia Legislativa do Rio, onde há controle de entrada e câmeras de segurança.

A revelação joga no liquidificador tudo o que os Bolsonaro já disseram sobre o escândalo. Na ausência de um mordomo, o presidente tentou jogar a culpa no motorista. Agora ficou difícil separar os saques do funcionário dos depósitos na conta de Flávio.

O Planalto alega que o rolo no gabinete do primeiro-filho não seria problema do governo. O discurso poderia colar se Queiroz não fosse tão próximo do presidente e não tivesse assinado um cheque de R$ 24 mil para Michelle Bolsonaro.

Hoje o colunista Lauro Jardim revela que a movimentação bancária do motorista foi muito superior ao que se sabia. A notícia enfraquece ainda mais a versão do presidente para o cheque em nome da primeira-dama. Com tanto dinheiro circulando em sua conta, Queiroz não teria nenhum motivo para pedir um empréstimo. Bolsonaro vai para Davos, mas o cheiro de laranja continuará no ar.


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20/01


2019

Escândalo é maior: e os R$ 7 milhões do Fabrício Queiroz?

O Coaf sabe muito mais do que já foi revelado sobre o caso Fabrício Queiroz, o ex-motorista de Flávio Bolsonaro.

Lauro Jardim - O Globo

Nos arquivos do órgão federal de controle de atividades financeiras consta que Queiroz transacionou um volume de dinheiro substancialmente maior do que o que veio a público em dezembro. 

Além dos famigerados R$ 1,2 milhão, movimentados atipicamente entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, passaram por sua conta corrente mais R$ 5,8 milhões nos dois exercícios imediatamente anteriores. Ou seja, no total Queiroz movimentou R$ 7 milhões em três anos.

Segundo o próprio Jair Bolsonaro disse em entrevista, Queiroz "fazia rolo". Haja rolo.

Flávio chegou a dizer, no início de dezembro, que ouviu de Queiroz "uma história bastante plausível" sobre o R$ 1,2 milhão. E enfatizou: "a gente não tem nada a esconder", numa frase em que atrelou o seu destino ao de Queiroz.

O que dirá agora sobre essa montanha de dinheiro? Pela relação dos dois, imagina-se que o senador eleito saiba desses R$ 7 milhões.

Quando o MP do Rio voltar a se debruçar sobre o caso — as investigações estão suspensas desde quinta-feira passada por uma decisão de Luiz Fux, mas a tendência é que sejam retomadas — as explicações de Queiroz sobre suas atividades paralelas terão que ser mais convincentes do que as dadas até agora em declarações ao SBT.

Entre os vários mistérios desse rolo, um permanece intacto: como alguém que movimentou tantos milhões de reais em três anos mora numa casa modestíssima de uma viela da Taquara, na Zona Oeste do Rio de Janeiro?


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20/01


2019

Militares e equipe de Moro cobram de Flávio Bolsonaro

Falta de explicação 'plausível' de Flávio incomoda militares e equipe de Moro

Integrantes do governo Bolsonaro admitem 'grande desconforto' com suspeita levantada pelo Coaf sobre depósitos na conta pessoal do filho do presidente

Tânia Monteiro e Eduardo Rodrigues, O Estado de S. Paulo

A falta da apresentação de uma justificativa “plausível” para os depósitos de R$ 96 mil na conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, incomodou integrantes da equipe do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Neste sábado, 19, Flávio visitou o pai no Palácio da Alvorada. Havia a expectativa de que o parlamentar desse explicações após o encontro.

A demora por uma reação consistente está causando “grande desconforto” entre setores do governo. Além do grupo de Moro, militares não escondem o incômodo, apesar de manterem a defesa enfática do presidente. Para eles, esta “não é uma crise do governo”, mas há a avaliação de que a repercussão sobre as movimentações atípicas detectadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) pode atingir a imagem do presidente.

Um dos interlocutores de Bolsonaro ouvidos pelo Estado afirmou que continua valendo “a máxima de que a mulher de César não precisa apenas ser honesta, mas tem de mostrar que é honesta”.

Entre os interlocutores próximos do presidente, era esperado que, ainda na tarde deste sábado, Flávio se manifestasse sobre o relatório do Coaf revelado na sexta-feira pelo Jornal Nacional, da TV Globo. Segundo a reportagem, o Coaf detectou 48 depósitos suspeitos feitos em dinheiro na conta pessoal do deputado, no valor total de R$ 96 mil. Os repasses foram feitos entre junho e julho de 2017 em um caixa eletrônico da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O Estado mostrou neste sábado que as investigações do caso Coaf começaram há seis meses e envolvem esquemas suspeitos de  “lavagem de dinheiro e ocultação de bens”.

Reação. Parte do governo avalia que o objetivo da investigação do Ministério Público do Rio é atingir a imagem de Bolsonaro. Desde ontem, o presidente  tem se mostrado “chateado” com o que considera “ataques” contra seu filho. Para um grupo próximo a Bolsonaro, a cada hora que passa sem explicações, a contaminação acaba sendo inevitável.

Em sua página no Facebook, Flávio Bolsonaro atacou o Ministério Público do Rio dizendo que seu sigilo bancário foi quebrado "sem autorização judicial" e "vazados propositalmente".

"A história que inventaram sobre os depósitos em minha conta, querendo insinuar que possuem alguma relação com meu ex-assessor, é uma mentira deslavada que terei o prazer de derrubar com provas reais e documentais", escreveu o senador eleito.


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20/01


2019

Fux não tem pressa

Um dia depois de convencer o vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, a travar investigação sobre ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, o advogado Hugo Plutarco (defensor do filho do presidente) entrou com outra ação na Corte.

Plutarco tentou garantir férias de 60 dias para procuradores da Fazenda Nacional. Nesse caso, Fux não viu urgência.

O PP no Senado vai apoiar da candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência da Casa.

Ao comentar a pré-candidatura de Rodrigo Maia ao Planalto em 2018, Carlos Bolsonaro disse que ele só queria manter o foro. Hoje, o PSL o apoia na Câmara.

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), pediu na última quinta-feira ao ministro Sérgio Moro (Justiça) um reforço de 90 agentes penitenciários para o Estado.

Quando a crise de segurança explodiu, ele já havia solicitado 80 agentes, mas Sérgio Moro enviou apenas 56.  (Estadão)


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20/01


2019

No 2º turno, todos contra Maia

Aliados de Rodrigo Maia (DEM-RJ) ouviram 329 deputados eleitos.

A pesquisa apontou que o deputado tem a maioria dos votos (55%) na disputa pela presidência da Câmara, mas está longe dos 257 necessários para se eleger em 1º turno.

Pelos cálculos do grupo de Maia, Fábio Ramalho (MDB-MG) tem 16% dos votos dos 329 deputados ouvidos e Arthur Lira (PP-AL), 5%.

A preocupação é que se a disputa for mesmo para o 2.º turno, serão todos contra Maia.  (Coluna do Estadão)


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