Prefeitura do Ipojuca

12/01


2018

Produtores rurais elegem Comissão de Negociação

Uma assembleia geral extraordinária convocada pelos Sindicatos dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR) e de Juazeiro – BA, elegeu, na tarde da última terça-feira, a comissão de negociação para a Convenção Coletiva do Trabalho do Vale do São Francisco 2018.

Durante o encontro, que reuniu também representantes dos sindicatos de produtores rurais de Sento-Sé, Curaçá e Abaré, na Bahia, e Santa Maria da Boa Vista e Lagoa Grande, em Pernambuco, foram discutidos o momento atual e os pontos para compor a pauta patronal para 2018.

De acordo com o gerente executivo do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Flávio Diniz, a assembleia foi bastante esclarecedora. “Discutimos uma pauta positiva para a próxima negociação da CCT 2018 com boas perspectivas de acordos favoráveis para ambos os lados, que certamente refletirá em novas oportunidades de emprego e investimentos para nossa região”, pontuou.

Ainda durante o encontro, que aconteceu no auditório da Associação dos Produtores e Exportadores de Hortifrutigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco (Valexport), os presentes puderam tirar dúvidas com o advogado Marcelo Brandão, contratado para assistência nas negociações. A data para a convenção coletiva ainda não foi definida.


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Prefeitura Camaragibe

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24/04


2018

Na Europa, Ciro diz a advogado para ficar 100% tranquilo

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) disse, na manhã de hoje, por telefone ao seu advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, para ficar "100% tranquilo" em relação à operação deflagrada pela Polícia Federal (PF).

A PF fez buscas no gabinete e no apartamento funcional do senador. A investigação apura se o senador obstruiu a Justiça ao tentar comprar o silêncio de um ex-assessor. O senador se disse "perplexo" e negou qualquer "tentativa de obstrução de justiça".

Segundo o blog da Andréia Sadi, Ciro conversou por telefone com Kakay porque ele está em um tour pela Europa. No final de semana, o senador estava em Portugal, segundo a defesa. Nesta terça-feira, desembarcou na Bélgica. A assessoria do senador diz se tratar de uma missão oficial.

Da Europa, o senador enviou uma procuração para que seu advogado peça cópia da decisão do ministro Edson Fachin, que autorizou a operação policiais desta manhã.

Os policiais que estavam na casa de Ciro queriam acesso aos cofres do senador. Para não ter de arrombar, o senador, da Bélgica, passou as senhas para a advogada que estava acompanhando a busca dos policiais. Um cofre é do senador. O outro, de sua esposa, a deputada Iracema Portella, segundo a defesa.

Também nesta manhã, segundo o blog apurou, o presidente Michel Temer chamou no Palácio do Jaburu o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, para discutir a operação. A PF é subordinada ao ministério de Jungmann.

Ciro Nogueira, que é presidente do PP, é um dos principais aliados de Temer no Congresso. No último dia 2, o senador esteve no Palácio do Planalto para acertar com Temer as novas indicações para a Esplanada dos Ministérios.

No redesenho, Temer queria manter o afilhado político de Ciro, Gilberto Occhi, na presidência da Caixa. Mas Ciro exigiu que ele fosse deslocado para o Ministério da Saúde, e Temer aceitou.


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Gravatá

24/04


2018

Aos pobres, prisão sem pena

Por José Nêumanne*

Intervenção militar no Rio não descobre assassino de Marielle e Anderson e, aí, prende 159 pobres sem culpa formada

Incapaz de resolver, a 40 dias do crime, a execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, que abalou a imagem do Brasil quanto a direitos humanos no mundo, a intervenção militar e meia-boca no Rio resolveu, de forma arbitrária e atrabiliária, atacar quem presume serem, genericamente, seus mandantes. Agentes do Estado invadiram um baile na Zona Oeste da cidade e saíram de lá com 159 presos. Feita a triagem na delegacia, a ineficiente, inescrupulosa e brutal polícia fluminense não tinha indício algum de culpa de ninguém. Uma ordem judicial soltou o artista de circo Pablo Dias Bessa Martins, com passagem marcada para a Suécia, onde mora em oito meses do ano. Os outros, não!

A esse respeito, o ministro dito extraordinário (epa!) de Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou na sexta-feira 20 de abril que, apesar de 139 dos 159 presos na operação contra a milícia da Zona Oeste do Rio não terem antecedentes criminais, isso não significa que eles possam ser liberados. “Essas pessoas têm que explicar o que estavam fazendo lá, numa festa de milícia, numa festa de bandido”, declarou, após a posse do superintendente da Polícia Federal (PF) do Rio, Ricardo Saadi. Segundo Jungmann, não houve exagero, e sim “zelo” nas prisões feitas na operação. Ele quer ser vice de Bolsonaro?

Pernambucano, deputado federal, comunista por convicção, ministro por vocação (já o fora da Reforma Agrária), governista por inclinação (não há memória recente de algum tempo que ele tenha passado na oposição), Jungmann nunca se destacou por frases perspicazes nem por atos de demonstração de extremo zelo de ofício. Nunca, porém, havia pronunciado frase tão infeliz e com tal demonstração de desconhecimento das normas que regem o Estado de Direito. Ele tem chamado a atenção de seus pares de governo Temer por sua atração pelo calor dos holofotes. Sempre que haja algum repórter por perto, ele terá alguma declaração que considera importante a fazer. Como, por exemplo, quando se descobriu a origem da munição usada pelos assassinos da vereadora e do motorista, Jungmann teve tanta pressa para contar a novidade que nem se deu tempo para vestir o ridículo colete de campanha que envergava em público quando a condição de ministro de Defesa o punha circunstancialmente na chefia dos comandantes das Forças Armadas. Contou num romance policial de cordel o trajeto das balas que teriam sido roubadas numa agência de correios na Paraíba e empregadas para matar as vítimas de chacinas em Osasco, na Grande São Paulo, e em São Gonçalo, no Rio. Mas antes de a lorota completar 24 horas ele já estava praticando seu esporte favorito: dizer que não foi bem assim, entenderam-no mal, etc., cousa e loisa.

Mais recentemente, o ministro não resistiu a mergulhar no mar de suspeitas da participação dos milicianos no crime. Quem quer que esteja minimamente inteirado das práticas da bandidagem, que tem prosperado no Rio desde que o caudilho Leonel Brizola proibiu sua polícia de subir os morros “para não bater no povo” (“os meninos do tráfico, coitadinhos”), sempre soube que só os novos reis do crime no Rio podiam ser os mandantes do brutal atentado. A coceira da sedução pela luz de coxia o levou a proclamar o óbvio com a autoridade de um dr. Watson dos mangues do Capiberibe. Mais uma vez, antes que o sol se pusesse apelou para o mantra da incompreensão, jurando de mãos postas que não era bem assim, muito antes pelo contrário...

Com toda essa folha corrida em parolagem do trono, Sua Excelência, contudo, ainda não tinha escorregado na lama pegajosa da demofobia. A manifestação deu-se à véspera do feriado nacional que celebra no subconsciente do povo seu maior herói, o alferes Joaquim José da Silva Xavier. Até o fim do século 19, Tiradentes era tido como réprobo, lembra o historiador José Murilo de Carvalho. O suboficial das milícias reais nos tempos de ouro abundante nos rios e serras das Gerais foi o bode expiatório da conspiração movida contra a Coroa por reinóis nobres e ricaços com diplomas de Coimbra, talento para versos de amor e ganas de sonegação. O traidor foi enforcado e teve pedaços do cadáver espalhados pelos postes da Vila Rica para servir de exemplo, porque era um brasileiro sem nobre sobrenome nem protetores de escol. E, assim, ficou consagrado no Direito consuetudinário do Brasil, da colônia à República, passando pelo Império, sob a égide da Casa de Bragança, que antes reinara na metrópole para também depois mandar e desmandar no império luso-americano. Pena é para quem não tem padrinho nem pistolão. O mito republicano tinha posses - 43 jazidas de ouro, gado, escravos – e apelou para um “laranja” quando se viu processado, no registro de Mary Del Priore. Aos nobres, exílio. Os inconfidentes da elite que escaparam da forca sobreviveram na África lusófona. Alguns até voltaram e um chegou a ser deputado. Com a evolução dos tempos, os ricos de hoje são exilados nas próprias mansões, como Maluf. E Zé Dirceu, que não lutou para pôr fim ao quinto cobrado por portugueses, mas, sim, pelo saque de todos os cofres da República, na qual o mito do Tiradentes pobretão sobrevive nas manifestações públicas de ignorância do próprio presidente Michel Temer.

No caso recente do Rio, a prisão em massa ocorreu no sábado 7 de abril, que serve de denominação para uma rua central da maior cidade do País por ser a data da abdicação do herói da independência, dom Pedro I, do trono imperial. Provavelmente os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli estavam em oração pelo bem-estar do novo imperador, dom Lula Único. E perderam uma grande oportunidade de mostrar seu zelo e sua comiseração pelos brasileiros vitimados pelo elitismo dos comunistas nada humanistas da terra de frei Caneca e da Confederação do Equador. Mercê das benemerências do compadre Gilmar, Barata, o rei dos ônibus, não frequenta mais as celas infectas do inferno prisional tupiniquim. E Sérgio Cabral voltou do degredo de Curitiba para uma prisão pertinho de casa.

O calendário às vezes é cruel. Dois dias antes de 21 de abril, “dois meses depois do carnaval”, lembra o samba, comemora-se o índio, habitante original destas plagas abandonadas por Deus, um filho que anda meio ausente delas. Em meus tempos de grupo escolar, era o Dia do Soldado. Hoje soldados não têm mais vez, só oficiais de academia podem ser celebrados, e virou o Dia do Exército. O comandante dessa Força, até há bem pouco tempo subordinado de Jungmann, e ainda hoje superior dos generais Braga Netto, interventor federal na Segurança do Rio, e do secretário estadual da área, Richard Nunes, resolveu dar seu palpite sobre o panorama. Como tal, e até porque deve acompanhar notícias em rádio, jornal e televisão, ele, na certa, foi informado da lambança do baile de milicianos (aliás, duas semanas depois da festa e da prisão coletiva tal acusação não foi devidamente comprovada). E é pouco provável que não tenha formado uma convicção a respeito.

Se formou, contudo, não a manifestou na segunda nota oficial que emanou de seu posto de vigia no alto do comando da mais armada das Forças. Às vésperas do julgamento de el-rey dom Lula Único, ele já havia avisado que estava de prontidão, zelando pela Constituição da República, como manda a própria. E no dia que celebra o Exército, o oficial com sobrenome de sertanista voltou a dar seu recado numa sui generis ordem do dia.

“Não podemos ficar indiferentes aos mais de 60 mil homicídios por ano”, advertiu, com todas as razões do mundo, de vez que ninguém poderia ficar. E continuou: “À banalização da corrupção, à impunidade, à insegurança ligada ao crescimento do crime organizado”. De fato, não há o que opor. O cidadão comum, sem farda, condecorações nem alabardas, até se comove com essa lembrança generosa do poderoso homem do governo. “E à ideologização dos problemas nacionais”. Aí a cobra começa a fumar, pois não consta dos deveres constitucionais das instituições fardadas fiscalização ideológica. Mesmo assim, ainda conforme o general, “são essas as reais ameaças à nossa democracia e contra as quais precisamos nos unir efetivamente, para que não retardem o desenvolvimento e prejudiquem a estabilidade”. Economia também não é o forte sequer de encarregados de intendência nos quartéis. “O momento requer equilíbrio, conciliação, respeito, ponderação e muito trabalho”, pregou o comandante. E daí, e daí?

Com as devidas vênias e continências, urge lembrar ao signatário da nota que o Exército poderia prestar grande serviço à Pátria se mandasse devolver os pobretões obrigados a provar inocência a seus lares. Até para mostrar que as gloriosas Forças Armadas nacionais discordam dessa cruel adaptação da velha ordem de Artur Bernardes: “Aos amigos, tudo; aos inimigos, o rigor da lei”. Aos pobres, presunção de culpa e prisão sem pena.

*Jornalista, poeta e escritor


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Comentários

Décio Valença Filho

Vige! Um artigo tão grande e tão \"preciso\", se esquece de citar quantos fuzis foram achados na festinha. Outra coisa que me deixa com a pulga atrás da orelha é que não vi nenhuma mulher na festança. É claro que há inocentes no meio daquela cambada de homens, mas só era pedir documentos, endereço, fichar e soltar a maioria. Como foram encontrados uns 13 fuzis e 15 pistolas, então teriam de prender alguns deles. Concorda, senhor jornalista, poeta e escritor?


Supranor 1

24/04


2018

Dudu da Fonte se coloca à disposição da Justiça

Em nota divulgada, há pouco, ao blog, o deputado estadual Eduardo da Fonte (PP), que teve o seu gabinete e apartamento funcional alvos da PF, na manhã de hoje, diz que confia na justiça.

Nota oficial 

"Estou à disposição da Justiça sempre. Confiamos nela e em Deus".

Deputado estadual Eduardo da Fonte


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24/04


2018

Defesa diz que Ciro está fora do país

O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), não está em Brasília enquanto a Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em seu gabinete no Senado e no apartamento funcional. Segundo seu advogado, o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro Kakay, o senador não está nem no Brasil.

“Esclarece a defesa que o senador se encontra fora do Brasil, não sabendo em qual país e que não foi possível ainda falar com ele”, afirmou Kakay, em nota.

O advogado afirma que a defesa desconhece ‘as razões da determinação judicial do ministro Fachin’.

“É certo que o senador sempre se colocou à disposição do Poder Judiciário, prestando depoimentos sempre que necessário e, inclusive, já foi alvo de busca e apreensão”, afirma o advogado. “No momento, a defesa aguarda contato com o senador para poder ter o necessário instrumento de poderes que dará direito ao acesso aos fundamentos da medida de busca e apreensão”.


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ArcoVerde

24/04


2018

Jungmann cobra governadores e diz que verba pode ser bloqueada

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, enviou, ontem, uma carta aos governadores do país alertando para o risco de bloqueio nos repasses de recursos federais para os estados por conta de atraso no fornecimento de dados sobre criminalidade.

Embora a carta também tenha sido enviada governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), as verbas destinadas ao estado, que está sob intervenção federal na segurança pública desde fevereiro, não serão afetadas por um eventual bloqueio pois são extraordinárias.

Por lei, os estados devem enviar periodicamente informações ao Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinesp), criado em 2012, e que reúne dados sobre segurança pública, sistema prisional, execução penal e drogas. Quem não fornece fica impedido de receber recursos e firmar convênios com o governo federal voltados à área de segurança.

Na carta, Jungmann pede o envio de dados referentes a 2016 e 2017 até 23 de maio, e afirma que, sem os dados, não é possível planejar e executar ações e programas por meio do repasse de recursos. "Nesse contexto, o Ministério Extraordinário da Segurança Pública estará impossibilitado de continuar transferindo recursos aos Estados que não disponibilizarem informações ao SINESP”.

O ministro lembra também que quem os estados que não atualizarem os dados ficarão impedidos de receber firmar convênios com a Secretaria Nacional de Segurança Pública, inclusive os que tenham como origem dos recursos emendas parlamentares, individuais ou de bancada.

Por fim, Jungmann afirma que os bloqueios atingirão também os recursos do Fundo Penitenciário (Funpen).


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24/04


2018

Comando da Câmara e do Senado autorizou ações da PF

Andreza Matais

Como de praxe, o comando da Câmara e do Senado foi avisado logo cedo pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a quem a PF está subordinada, de que delegados entrariam nas duas Casas Legislativas.

Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi informado de que o alvo seria o deputado Dudu da Fonte (PP-PE). No Senado, o mandado envolve o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI).

Nos dois casos, as ações são de busca e apreensão nos gabinetes e apartamentos funcionais. A PF entrou no Congresso com carros descaracterizados e policiais desarmados.


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Asfaltos

24/04


2018

A charge do dia


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Versão Agreste Central

24/04


2018

Lava Jato faz buscas em gabinetes de políticos do PP

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados em Brasília, hoje, na Câmara dos Deputados e no Senado. Os alvos são o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE). Os mandados foram autorizados pelo ministro Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato. As informações são do blog do Fausto Macedo.

A PF comunicou aos presidentes da Câmara e do Senado para entrar nas Casas. Também é cumprido um mandado de prisão contra um ex-deputado, Márcio Junqueira.

Os parlamentares são investigados por suposta prática de associação criminosa (artigo 2.º da Lei 12.850/2013) com outros integrantes do PP em Brasília: Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira, Benedito de Lira, José Otávio Germano, Luiz Fernando Faria e Nelson Meurer.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal em setembro de 2017, os parlamentares seriam integrantes do núcleo político de uma organização criminosa voltada ao cometimento de delitos contra a Câmara dos Deputados, entre outros, visando ‘a arrecadação de propina por meio da utilização de diversos órgãos públicos da administração pública direta e indireta’.

Em uma investigação decorrente, Fachin deferiu pedido da Procuradoria-Geral da República de arquivamento dos autos com relação a Simão Sessim, Roberto Balestra, Jerônimo Goergen, Eduardo da Fonte, Aguinaldo Ribeiro, Mario Negromonte Júnior e Waldir Maranhão.


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24/04


2018

Governo Temer virou uma contagem regressiva

Do blog de Josias de Souza

Michel Temer já não consegue apoio congressual nem para aprovar uma medida provisória com regras trabalhistas. O mercado vai reajustando para baixo suas previsões de crescimento da economia em 2018. A honestidade no setor público virou uma grande utopia. O que o presidente chama de reputação constitui, na verdade, a soma dos palavrões que sua impopularidade de 70% inspira nas esquinas e nos botecos. Com tudo isso, o suplício ainda vai durar oito meses e uma semana. Repetindo: faltam 253 dias para Temer retornar a São Paulo —ou ser levado para Curitiba.

O ocaso do governo Temer será um triste espetáculo. Hoje, o presidente é uma pequena criatura. A partir de outubro, quando as urnas pronunciarem o nome do sucessor, o poder do atual inquilino do Planalto deve virar um asterisco perdido em meio à  transição. Até lá, sempre que Temer enaltecer a própria gestão, como fez em rede nacional de TV na sexta-feira, muitos brasileiros desejarão viver no país que o presidente descreve com tanto enstusiasmo, seja ele onde for. Mas o Brasil real continuará sendo um lugar onde a vulgaridade política atrapalha a economia.

A administração Temer entrou em parafuso no dia 17 de maio de 2017, quando veio à luz o grampo do Jaburu. Desde então, a prioridade do presidente é não cair. Num primeiro momento, trocou a reforma da Previdência pelo congelamento de duas denúncias criminais. Agora, à espera da terceira denúncia, nomeou um ministério de nulidades para adular os partidos. Temer luta para retocar uma biografia em frangalhos, ao mesmo tempo que tenta restaurar a unidade de aliados que querem o cofre, não um bom nome.

Crivado de velhas denúncias e de novos inquéritos, Temer é salvo pela ausência de um vice. Foi condenado pela falta de alternativas a conduzir até o final um governo no qual a honestidade virou uma grande utopia. O que Temer chama de reputação constitui, na verdade, a soma dos palavrões que sua impopularidade de 70% inspira nas esquinas e nos botecos.

O amigo José Yunes acaba de informar à Polícia Federal que avisou a Temer sobre o envolope com propina que o ministro palaciano Eliseu Padilha mandou entregar no seu escritório, em São Paulo. Até o final da semana, a Polícia Federal deve pedir nova prorrogação do inquérito sobre portos. Mas não há de ser nada. Na contagem regressiva em que se converteu o governo, quinta-feira é dia de reajustar o Bolsa Família. Faltam 253 dias.


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24/04


2018

Tocantins: diretório intervém e PT apoia Kátia Abreu

Estado terá eleição suplementar

Governador e vice cassados

Do Poder 360 - Paloma Rodrigues e Renan Xavier

A direção nacional do PT revogou a decisão do diretório do Tocantins sobre as eleições suplementares no Estado. Neste domingo (22.abr.2018), o partido decidiu apoiar a candidatura de Carlos Amastha (PSB), mas a nova regra orienta formação de chapa com a senadora Kátia Abreu (PDT).

O PT do Tocantins desistiu de lançar candidatura de última hora. Até a manhã do domingo, Paulo Mourão estava certo como representante do partido no pleito extraordinário.

Além do PT, Kátia Abreu terá o apoio de 5 partidos: PSC, PSD, Avante, PSDC e PEN. Com a negativa do PT durante o final de semana, escolheu Março Antônio Costa (PSD) como seu candidato a vice.

O PORQUÊ DA ELEIÇÃO SUPLEMENTAR

O Tocantins terá eleição extraordinária porque o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou em março os mandatos do então governador, Marcelo Miranda (MDB), e da vice, Cláudia Lélis (PV). Os ministros da Corte aceitaram a acusação de arrecadação ilícita de recursos para a campanha de 2014.

Miranda e Cláudia chegaram a voltar ao cargo após o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal) atender a 1 recurso protocolado por eles. No entanto, o TSE manteve a cassação nesta semana.

Interinamente, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Mauro Carlesse (PHS), assumiu o governo até a votação.


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24/04


2018

Caso de Rubens Paiva: contra a anistia de agentes

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

Reforço de magistrados contra anistia. A procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu a reabertura do caso.

A Associação dos Juízes para a Democracia pediu para entrar no processo no STF

O caso de Rubens Paiva, assassinado pela ditadura militar, terá reforço de magistrados na defesa da tese de que os agentes envolvidos na morte não podem ser beneficiados pela Lei da Anistia.

A Associação dos Juízes para a Democracia pediu para entrar no processo no STF (Supremo Tribunal Federal), que, se reabrir o caso, rediscutirá o alcance da anistia concedida em 1979. O escritório Bottini e Tamasauskas representa a entidade.

O processo foi arquivado em 2014 pelo STF. Em fevereiro, a procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu a reabertura do caso.


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24/04


2018

Terror da ficha

O presidente Michel Temer é alvo de diferentes grupos de pressão que trabalham a favor e contra a sanção do projeto que altera competências de órgãos de controle, como o TCU. A proposta restringe o arco de punições que podem ser lançadas contra agentes públicos que causem danos ao erário.

A Frente Nacional de Prefeitos atua pela sanção da norma tal qual aprovada pelo Congresso. O presidente da entidade, Jonas Donizette, enviou ofício ao Planalto nesta segunda (23) no qual diz que o texto vai ajudar a diferenciar condutas deliberadas de equívocos cotidianos comuns.

“Com a crescente criminalização de atos administrativos do dia a dia, muitos bons gestores estão se afastando dos cargos públicos”, diz Donizette.

A polêmica proposta só prevê responsabilização se houver dolo ou erro grosseiro. Membros do Ministério Público junto ao TCU demonstram contrariedade. Eles lembram que a corte está pronta para votar dois casos incômodos a Temer, que tratam da atuação de Libra e da Rodrimar no porto de Santos.  (A informação é de Daniela Lima, na coluna Painel, da Folha de .Paulo desta terça-feira)


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24/04


2018

Candidatura: DEM diz que não deixa Maia a ver navios

A direção nacional do DEM decidiu ampliar a equipe que cuida das redes sociais do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O investimento é uma forma de o partido demonstrar que não o deixará a ver navios em meio à tentativa de se viabilizar como candidato ao Palácio do Planalto.

Maia trabalha para aprovar o projeto que cria o cadastro positivo ainda nesta semana.

As medidas provisórias que entraram na pauta não trancam a tramitação da proposta, que tem apelo entre o empresariado.


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24/04


2018

2ª instância: Aurélio peita Cármen. "Cumpri meu dever"

O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello comunicou à presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, que os dois pedidos de medida cautelar do PEN e do PC do B, que visam barrar a possibilidade de prisão em segunda instância, estão prontos.

Marco Aurélio tem frisado repetidamente que "cumpriu o seu dever".

Cármen Lúcia resiste em pautar as ações e é ela quem dá a palavra final sobre essa pauta.

O PCdoB entrou com a ação no Supremo depois que o PEN decidiu recuar da ação, diante da possibilidade de abrir caminho para beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso na superintendência da Polícia Federal em Curitiba após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).  (BR 247)


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24/04


2018

Tucanos de MG querem Aécio desistindo do Senado

Apoiadores da candidatura de Antonio Anastasia (PSDB) ao governo de Minas querem que Aécio Neves (PSDB-MG) anuncie rapidamente a desistência de concorrer ao Senado.

Eles dizem que a medida evitaria desgastes adicionais e destravaria negociações de alianças.

Aécio tem dito que a decisão sobre seu destino está nas mãos dos mineiros, por isso a pressão pública desautoriza seu discurso.

“Seria imoralidade tomar o caminho que o PT tomou e dizer que ele é vítima”, adianta Domingos Sávio, presidente do PSDB-MG. (Folha - Painel)


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