Versão Sertão do Moxotó

07/12


2017

Para Lula, Justiça boa é Justiça lenta, lentíssima

Blog do Josias de Souza

Lula, como se sabe, é o político mais honesto que Lula conhece. Mas a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Judiciário colocaram em dúvida sua honestidade. Correm contra o pajé do PT nove processos criminais. Um inocente convencional faria questão de ser julgado rapidamente, para demonstrar sua honestidade. Mas Lula revela-se um inocente sui generis.

Num dos processos, referente ao caso do tríplex do Guarujá, Sergio Moro condenou Lula a 9 anos e meio de cadeia. Lula recorreu ao TRF-4. Agora, está incomodado com a perspectiva de o julgamento do seu recurso ocorrer no primeiro semestre do ano que vem. Lula acusa o tribunal de ser eficiente demais. Exige um julgamento mais lento. É como se estivesse apaixonado pela interrogação que paira sobre sua cabeça.

Os advogados de Lula, Cristiano e Valeska Martins, foram à Europa. Em encontros com parlamentares, advogados e acadêmicos, a dupla ataca a imagem do Brasil no estrangeiro. Atribui a suposta rapidez do TRF-4 a uma hipotética perseguição a Lula. O mesmo tribunal já absolveu o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto numa ação penal em que Sergio Moro o havia condenado. Mas para a defesa de Lula todos são suspeitos, inclusive os desembargadores. Só Lula é imaculado. Nesse ritmo, o condenado do PT será candidato não ao Palácio do Planalto, mas ao posto de mártir.


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Comentários

Fernandes

Lula 61% dos votos válidos, o maior político do Brasil.

Guilherme Pires

ESSE É UM DOS GRANDES BENEFÍCIOS QUE TEM OS POLÍTICOS CORRUPTOS DO BRASIL, TODOS ELES !!! A LENTIDÃO, MOROSIDADE DA JUSTIÇA, EM TODAS AS SUAS ESFERAS ! UMA MAIOR CELERIDADE PROCESSUAL, COM TODA CERTEZA, O QUADRO JÁ SERIA OUTRO. SENTENÇAS CONDENATÓRIAS URGEM EM ACONTECER ! PARA O BEM DA SOFRIDA NAÇÃO BRASILEIRA !!!


Versão Sertão Central

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12/12


2017

Pernambuco: oposição lança frente para bater o PSB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto de Daniel Leite - Blog da Folha

Lideranças políticas enfatizaram que, nem em 2006, tantas pessoas se uniram contra um governo

Do Dario de Pernambuco - Aline Moura e Rosália Rangel

Tinha gente sentada no chão, em pé, nos degraus do palco. O espaço de festa do Arcádia, no Paço Alfândega, no Recife, ficou pequeno, ontem, durante o maior evento realizado pela oposição contra o governo Paulo Câmara (PSB), faltando mais de dez meses para as eleições. Os candidatos ao Palácio das Princesas e ao Senado do grupo procuraram mostrar unidade para quebrar o discurso de divisão lançado contra eles – pregado pelo PSB. Os depoimentos foram centrados nos índices negativos da gestão socialista e no futuro de Pernambuco pós-Eduardo Campos (PSB), que faleceu em 2014.

Todos os presentes enfatizaram que a gestão de “Paulo Câmara não representa mais nada do seu antecessor”. Trataram o governo adversário como “um apagão” e bateram na tecla de que, por conta da “ineficiência” e “incapacidade de juntar”, nunca mais tinha se visto no estado uma frente de oposição com tantos partidos como agora (são oito legendas). 

O evento foi planejado para não gerar ciumeiras, dando espaço inclusive às poucas mulheres que ocupam cargos expressivos na política, como Raquel Lyra (PSDB) e Priscila Krause (DEM), esta última escolhida para ler o manifesto lançado pelo bloco.

Os principais postulantes da oposição ao governo, Armando Monteiro Neto (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (PMDB), ficaram no centro da mesa, mas o cerimonial fez questão de misturar os palanques. As pessoas mais ligadas a Armando ficaram ao lado de Fernando Bezerra. E os mais próximos de FBC sentaram do lado de Armando. 

O deputado federal Bruno Araújo (PSDB), que comandou a pasta de Cidades, ficou no meio dos ministros Mendonça Filho (Educação) e Fernando Filho (Minas e Energia). “Nunca houve um início de movimento político da oposição com tantas lideranças, como as que estão aqui. Daqui desta mesa, vamos eleger o próximo governador de Pernambuco”, declarou o ex-governador João Lyra (PSDB).   

O vereador André Régis (PSDB) foi escalado para apresentar os índices negativos de Pernambuco, – dados mostrados em planilhas, num telão. Ele explicou didaticamente o que, na avaliação do grupo, tem feito Pernambuco perder espaço para estados como o Ceará e a Bahia.

“Nós somos acostumados com a crise, com as adversidades, mas o que nunca se viu foi o estado reagir como agora, aliás, sem reagir (…) Queremos construir algo novo (pós Eduardo)”, completou o ministro Fernando Filho, que pouco antes havia sido alvo de protestos por defender a privatização da Chesf. “Com exceção de 2010 e talvez 2014, nunca começamos uma campanha com tantos partidos e muitos ainda estão aguardando seu tempo”, acrescentou Fernando Filho

 “Pernambuco sempre foi muito firme, mas temos agora um governo que sumiu, desapareceu. Esse apagão fez com que a mesma sociedade se organizasse para discutir o futuro”, declarou Bruno Araújo (PSDB). 

Bezerra Coelho falou antes de Armando, com o braço direito levantado para o alto, sorridente, tão empolgado que estava com o rosto vermelho. “Vejo Pernambuco inteiro aqui, do Sertão ao Agreste. O sentimento que nos trouxe aqui é o sentimento de mudança. Como disse João Lyra, somos de uma frente que foi formada por dois prefeitos (de Petrolina e de Caruaru) e agora temos essa enorme frente. Chegou a hora de encerrar esse ciclo político. FBC frisou que, em janeiro, o próximo evento da oposição será em Petrolina.


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Versão Mata Sul

12/12


2017

Paz? Tucanos continuam se engalfinhando

Goldman diz que Doria 'é um mentiroso' e que jamais se desculpou

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O ex-governador Alberto Goldman (PSDB-SP) diz que o prefeito de SP, João Doria, "é um mentiroso" ao afirmar que recebeu dele um pedido de desculpas por ter criticado a administração. E diz que o prefeito jamais se desculpou por chamá-lo de fracassado. "Nunca conversamos sobre isso."

Em entrevista à Folha, no sábado (9), Doria afirmou que Goldman "já pediu desculpas a mim e eu já falei com ele", também para se desculpar.

"Eu nem tinha por que me desculpar. Não ofendi ninguém. E, se ele tivesse me procurado, eu não teria nem conversado", diz Goldman. "Ele me faz uma ofensa desse nível, dizendo que minha história inteira não valeu nada. Vai se desculpar de quê?". Goldman afirma que na época reconheceu que errou ao dizer que todas as licitações da prefeitura eram dirigidas. "Ofendi outras pessoas e com elas que me desculpei", afirma.

Goldman segue fazendo críticas duras. Em outubro, afirmou num vídeo que, em nove meses de administração Doria, nascera um candidato a presidente. Mas um prefeito, ainda não. "Agora, o candidato a presidente morreu. E nasceu um candidato a governador [o prefeito estaria pleiteando concorrer ao cargo]."

Doria não quis comentar as novas declarações. "Não vou entrar em polêmicas. Respeito a unidade do PSDB. E vou ajudar a preservá-la", afirma ele. 


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Versão Agreste Central

12/12


2017

Lula na cabeça da chapa? Vamos ver

“Um projeto nacional não se constrói com hegemonia”

Diante das divergências sobre eventual apoio à candidatura presidencial de Lula (PT), a Frente Brasil Popular elaborou um documento no fim de semana no qual diz que “um projeto nacional não se constrói com hegemonia”.

O texto defende o direito do petista de ser candidato, mas não oferece o suporte da frente. O grupo –formado por nomes do PT, PC do B e MST– vai elaborar um programa que servirá de parâmetro para definir quem terá seu endosso.

O PT paulista continua sem definir quem vai representar a sigla nas eleições majoritárias. Por pressão da CNB, a sigla teve que adiar a decisão para abril.(Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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Prefeitura do Ipojuca

12/12


2017

Hoje: de olho no que Marun vai aprontar

Carlos Marun está na contagem regressiva para assumir o ministério que faz a articulação política do Planalto. Deve tomar posse na quinta (14), mas já começou a transição. Nesta segunda (11), teve longa conversa com o atual titular da pasta, Antonio Imbassahy (PSDB-BA).

Procuradores vão ler com muita atenção o texto que será apresentado pelo relator da CPI da JBS, o ainda deputado Carlos Marun (PMDB-MS), nesta terça (12). Dizem que a CPI não tem poder para indiciar autoridades com foro –caso de Rodrigo Janot–, como o peemedebista indica que deve fazer.

Presidente da ANPR, José Robalinho Cavalcanti lembra que, ao final da CPI da Funai, o relator Nilson Leitão (PSDB-MT) apontou desvios de procuradores e enviou o relatório ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). O colegiado arquivou o caso.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


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12/12


2017

Previdência: Temer aperta ministros por mais votos

R$ 3,6 bilhões em recursos a serem negociados com a base aliada na Câmara.

“Eles dizem que têm os votos, mas é mentira. Na minha bancada ele tem dois votos – e um ainda viajou. Paulinho da Força”

O presidente Michel Temer colocou nas mãos dos ministros Ricardo Barros (Saúde), Alexandre Baldy (Cidades) e Helder Barbalho (Integração Nacional) uma última cartada para tentar aprovar a reforma da Previdência. O presidente pediu que os três façam uma readequação nos orçamentos de suas pastas para abrir um espaço de R$ 3,6 bilhões em recursos a serem negociados com a base aliada na Câmara. Disse ter pressa e avisou que gostaria de ver as mudanças equacionadas até esta terça (12). A informação é de Mônica Bergamo, hoje na Folha de S.Paulo.

A cota extra de recursos abrirá espaço para emendas que serão pagas no início do ano que vem. O Orçamento de 2018 será votado na mesma semana em que o governo tentará aprovar as novas regras de aposentadoria: a do dia 18.

Nas contas de integrantes da base aliada o governo tem hoje entre 270 e 280 votos a favor da nova Previdência. Toda a pressão está voltada para o PSD, o PSDB e o PR.

O ministro Gilberto Kassab, do PSD, disse a Temer que conseguiria entregar 25 dos 38 votos. O Planalto quer 30 e pressiona a sigla a fechar questão.

Presidente do Solidariedade e sindicalista, Paulinho da Força (SP) conta ter dito ao presidente que ele está sendo enganado. “Eles dizem que têm os votos, mas é mentira. Na minha bancada ele tem dois votos –e um ainda viajou.”


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Compesa

12/12


2017

Irmã de Marcelo Odebrecht se muda para a Alemanha

Márcia Odebrecht, irmã de Marcelo, está de malas prontas e se muda para a Alemanha ainda neste ano. A transferência não tem ligação com a Operação Lava Jato nem com o fato de Marcelo deixar a prisão no dia 19.

O marido de Márcia, que é engenheiro, foi contratado por uma empresa do país. O casal vai com os filhos. A informação é de Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo desta terça-feira.

Quanto às chances de o STF (Supremo Tribunal Federal) negar que o processo contra Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor de Michel Temer, siga desmembrado do que corre contra o presidente são mínimas. O placar da corte estará desfalcado no dia do julgamento (quarta, 13).

Gilmar Mendes está viajando e Ricardo Lewandowski estará ausente por motivo de saúde. A defesa tinha esperança de que eles pudessem se alinhar com a tese que sustenta. 


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12/12


2017

TV: candidato de Temer pode ter 40% do tempo

Folha de S.Paulo – Ranier Bragon

Caso se concretize a união de partidos governistas em torno de um candidato comum à Presidência, o nome apoiado por Michel Temer terá um importante trunfo em 2018, a maior fatia da propaganda eleitoral na TV e rádio.

A dez meses das eleições, Temer tem o governo reprovado por 71% da população, segundo o Datafolha, mas tenta construir uma candidatura que defenda a sua gestão.

O mais cotado para a missão, por ora, é seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), embora ele tenha conseguido apenas 2% das intenções de voto na pesquisa, em seu melhor cenário. 


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Hapvida - Mais saúde para você e sua família

12/12


2017

DEM engorda bancada e desidrata o PSB

Folha de S.Paulo – Daniel Carvalho, Talita Fernandes e Gustavo Uribe

O DEM deu início ao movimento de engorda de sua bancada na Câmara dos Deputados e consequente desidratação doPSB.

O primeiro a anunciar filiação foi o deputado federal Danilo Forte (CE), que já havia rompido com o PSB e estava sem partido.

Assim como ele, outros seis a oito deputados devem se filiar ao DEM até quinta-feira (14), quando o partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), e do ministro da Educação, Mendonça Filho (PE), realiza convenção.

Nesta primeira onda migratória devem entrar no DEM os deputados Tereza Cristina (MS), Fabio Garcia (MT) e Adilton Sachetti (MT) -que já deixaram o PSB-, José Reinaldo (MA), Heráclito Fortes (PI) e Marinaldo Rosendo (PE), que ainda integram a bancada da sigla.

Eles vão trocar de partido antes de março, mês da "janela" em que políticos poderão mudar de legenda sem risco, e por isso, há possibilidade de perda do mandato por infidelidade partidária.

O DEM também negocia a migração do ministro Fernando Bezerra Filho (Minas e Energia), mas a questão ainda não está resolvida.  A previsão era que o ministro seguisse os passos do pai, o senador Fernando Bezerra Coelho (PE), que deixou o PSB para ingressar no PMDB.

No entanto, aliados do senador dizem que a situação do PMDB pernambucano não está tranquila por causa da disputa por espaços e, assim, Bezerra Filho retomou o diálogo com o DEM. 


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ArcoVerde

12/12


2017

Muito além da mala

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) chega em Guarulhos, após ter o nome citado na delação da JBS

 

Bernardo Mello Franco – Folha de S.Paulo

Um homem sai apressado de uma pizzaria nos Jardins. Está escuro, mas é possível ver que ele arrasta uma mala de rodinhas pela calçada. O homem some por um instante e reaparece correndo na direção de um táxi. Ele deposita a mala do bagageiro, dá uma olhada para trás e bate a porta, sem perceber que está sendo filmado.

A cena dura apenas 25 segundos. Seu protagonista é Rodrigo Rocha Loures, então assessor especial da Presidência da República. Ele devolveu à Polícia Federal o conteúdo da mala: R$ 500 mil em espécie. Depois foi preso, sob suspeita de receber propina da JBS em nome do chefe.

Nesta segunda-feira, um juiz federal de Brasília transformou Rocha Loures em réu. Em prisão domiciliar e monitorado por uma tornozeleira eletrônica, ele passará a responder processo por corrupção passiva.

A Procuradoria-Geral da República concluiu que o peemedebista atuava como "longa manus" de Michel Temer. O presidente também foi denunciado, mas não terá que se explicar ao juiz. Ele está imune ao alcance da lei até deixar o cargo, em 2019.

O caso reforça a utilidade do foro privilegiado para políticos sob suspeita. Rocha Loures só virou réu porque deixou de ser deputado. Era suplente de Osmar Serraglio, que reassumiu o mandato em junho. O presidente ainda conta com uma proteção extra: só pode ser processado com o aval de dois terços dos deputados.

Temer foi salvo pela Câmara, mas voltará a enfrentar o fantasma do homem da mala. Pressionado, ele pode tornar a pensar num acordo de delação. A decisão desta segunda também deve ter contrariado o novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia. Ao tomar posse, ele disse que "uma única mala" não era suficiente para acusar o chefe de corrupção.

Ao aceitar a denúncia contra Rocha Loures, o juiz Jaime Travassos Sarinho anotou que as provas vão muito além disso. Incluem "relatórios policiais, áudios, vídeos, fotos e diversos documentos".


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Garanhuns Natal Luz

12/12


2017

Virgílio a Alckmin: "Enfrente-me em campo aberto"

Arthur Virgílio sobe o tom em mensagem a Alckmin e cobra prévias

Igor Gielow – Folha  de S.Paulo

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, parece disposto a levar às últimas consequências sua luta pela realização de prévias para a escolha do candidato do PSDB à Presidência, vaga virtualmente assegurada ao governador Geraldo Alckmin (SP).

Ele enviou um duro e-mail ao paulista nesta segunda (11), cobrando publicamente o que chamou de compromissos assumidos em uma reunião na sexta (8), véspera da convenção nacional que entronizou Alckmin na presidência do partido.

"Declare, com a firmeza que o caracteriza, que elas (as prévias) acontecerão e serão amplas, irrestritas, livres e lisas", escreveu o prefeito. "Enfrente-me em campo aberto. Ou perderemos mais uma eleição e nos tornaremos cada vez mais irrelevantes na cena política brasileira."

Até a noite, Alckmin não havia respondido a Virgílio. A assessoria de Alckmin afirmou que o governador não fará comentários sobre a carta porque haverá nova reunião da Executiva do partido nesta semana, dando a possibilidade a Virgílio para fazer sua demanda pessoalmente.


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12/12


2017

Ausência vira arma anti-reforma da Previdência

Josias de Souza

O governo precisa de 308 votos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara. Pode-se evitar que o número mágico seja atingido de duas maneiras: votando contra a proposta —o que expõe o deputado ao risco de retaliação— ou simplesmente ausentado-se do plenário no dia votação. Cresce o número de deputados que tramam não dar as caras.

Utiliza-se contra Michel Temer a mesma feitiçaria usada pelo presidente para enterrar duas denúncias criminais. A continuidade das investigações contra o presidente e os ministros palacianos Moreira Franco e Eliseu Padilha exigia o aval de 342 do 513 deputados. No vale-tudo adotado para evitar que a marca fosse alcançada, o Planalto pressionou deputados que não tinham coragem de se expor à sanha das redes sociais para que sumissem do plenário na hora de a onça beber água.


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Supranor 1

12/12


2017

Ataques tucanos a Lula legitimam a sua candidatura

Blog do Kennedy

Publicamente, os tucanos não querem demonstrar que temem Lula. Daí dizerem que preferem ganhar do petista na eleição do que vê-lo retirado do páreo pela Justiça. FHC afirmou que preferia derrotar Lula nas urnas. Alckmin foi na mesma linha.

Pode ser apenas um discurso da boca pra fora, mas, com essas manifestações públicas, os tucanos vão legitimando a candidatura do ex-presidente. Na prática, FHC e Alckmin reconheceram o direito de Lula disputar a Presidência.

Se até tucanos admitem que seria melhor Lula disputar, uma eventual exclusão do petista da eleição pela Justiça tenderá a transformar o ex-presidente em vítima e poderá aumentar o potencial de transferência de voto dele para outro candidato do campo da esquerda.

Alckmin também fez um aceno para o presidente Michel Temer e partidos da atual base do governo, dizendo que a atual administração realiza reformas importantes. Esse é outro campo minado para Alckmin.

Se se aproximar demais do governo, poderá fazer uma aliança com partidos que apoiam Temer e, assim, obter mais tempo de propaganda eleitoral e formar palanques mais fortes nos Estados. Porém, poderá se contaminar com a impopularidade da atual gestão.

Adversários vão carimbar Alckmin como candidato governista, porque o PSDB apoiou o impeachment e deu suporte ao governo Temer. É uma fantasia o ex-governador Alberto Goldman, que presidiu o partido interinamente, dizer que o PSDB não entrou no governo Temer e que, na realidade, ainda estaríamos na gestão Dilma porque o atual presidente era vice da petista.

O senador Aécio Neves, que saiu vaiado da convenção pela porta dos fundos, lembrou que o PSDB condicionou o apoio ao governo Temer à adoção de uma agenda de reformas que hoje parte da bancada tucana não que votar, como as mudanças na Previdência. Logo, não será fácil para Alckmin estar colado nem descolado do governo Temer.


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Mobi Brasil 4

11/12


2017

Campanha: Gilmar insinua punição a Lula e Bolsonaro

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, fez uma ameaça às candidaturas do ex-presidente Lula e de Jair Bolsonaro nesta segunda-feira 11. 

Gilmar disse que os dois podem não ser diplomados, caso eleitos, por cometer irregularidades durante a pré-campanha e que o tema deve voltar a ser debatido pela corte em fevereiro, após o recesso, segundo reportagem do Globo.

 

"Aqui não há só essa pergunta sobre a legalidade. Há a pergunta também sobre o financiamento. Quem é que está financiando, e isso pode levar inclusive, depois, ao reconhecimento de abuso de poder econômico, que pode levar à própria cassação do diploma. É preciso ter muito cuidado com isso", afirmou o ministro, em Washington.

O presidente do TSE fazia referência a atos pré-campanha, como as caravanas:

"Há estruturas aí que já passam da linha, jatinhos, deslocamentos de caravanas, ônibus, reunião organizada de pessoas e tudo mais. Tudo isso precisa ser avaliado. Acho que esse vai ser o tema do tribunal já em fevereiro".

Gilmar foi à capital dos Estados Unidos para assinar um convênio com a Organização dos Estados Americanos (OEA) para que a entidade realize observação nas eleições gerais do Brasil em 2018.


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Asfaltos

11/12


2017

CPI: Marun vai pedir indiciamento de Janot

Jornal do Brasil

Relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da JBS na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) afirmou nesta segunda-feira (11) que pedirá o indiciamento do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e de sua equipe e a anulação dos benefícios recebidos por empresários e das provas obtidas de forma ilícita em acordos de delação premiada.

Carlos Marun disse que trabalha na finalização do relatório da CPMI, antes de assumir a Secretaria de Governo, na quinta-feira (14). O deputado disse que apresentará nesta terça-feira (12) o documento com os resultados de sua análise. Marun espera que a votação possa ser iniciada ainda nesta terça-feira, caso não haja pedido de vista, e possa ser finalizada até quinta-feira (14).

Marun disse que ainda não decidiu se vai pedir em seu relatório a prisão do ex-procurador Marcelo Miller, apontado nas investigações como o responsável pelas articulações para fechar acordo de delação premiada entre os empresários da JBS e a Procuradoria-Geral da República.


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bm4 Marketing 5

11/12


2017

Temer a ministros: emendas para apoio de deputados

Blog de Andréia Sadi

O presidente Michel Temer chamou alguns ministros nesta segunda-feira (11) ao Palácio do Planalto para cobrar a liberação de emendas parlamentares para deputados votarem a favor da reforma da Previdência. O objetivo é aprovar a proposta ainda neste ano na Câmara.

Emendas são recursos previstos no Orçamento, cuja aplicação é indicada por deputados e senadores. O dinheiro é empregado em projetos e obras nos estados e municípios.

O principal assunto tratado na reunião no Planalto foi o Orçamento de 2018. Nas projeções, o governo quer sinalizar aos deputados com mais recursos para emendas no ano que vem.

Segundo assessores do presidente, Temer pediu aos ministros Alexandre Baldy (Cidades), Helder Barbalho (Integração Nacional) e Dyogo Oliveira (Planejamento) que acelerem as pendências relacionadas às respectivas pastas para atender aos parlamentares.


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