FMO

13/09


2017

Contra nova denúncia: médium dá outro passe em Temer

O presidente Michel Temer recebeu novo passe de João de Deus uma semana antes de Janot anunciar o revés na delação de Joesley.

Aliados atribuem o infortúnio do dono da J&F à “mão boa” do médium, que já havia dado socorro a Temer na votação da primeira denúncia.

Temer fará pronunciamento no Planalto quando Rodrigo Janot apresentar nova denúncia contra ele. O foco do discurso será o ex-procurador Marcello Miller.

O preidente dirá que a tese de perseguição está materializada na conduta do ex-auxiliar da PGR.  (Painel)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Agreste Central

Confira os últimos posts

19/11


2017

Pré-candidato, Dias diz que políticos precisam mudar

Discursando contra os partidos políticos —que definiu como atores de um "quadro deteriorado", que "mergulhou pais num oceano de dificuldades"—, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) divulgou, neste domingo (19), a sua pré-candidatura à Presidência em 2018.

Dias participou de um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo, promovido pela juventude de seu partido. Elogiou as ações de combate à corrupção do Ministério Público, da Justiça e da Polícia Federal. Citou dois "ícones da Justiça": os juízes da lava Jato Sergio Moro e Marcelo Bretas).

"Ou [os políticos] mudamos, ou seremos atropelados por esse sentimento irresistível", afirmou.

"Organizações criminosas", "lavanderias do dinheiro público", "filhos do Petrolão" e "sanguessugas" foram alguns dos termos que o senador usou para se referir à classe política.

À Folha ele afirmou discordar de "muitos analistas" que veem, neste momento, uma possibilidade de polarização eleitoral entre o ex-presidente Lula (PT), à esquerda, e o deputado federal (Jair Bolsonaro), à direita.

O senador registrou 4% das intenções de voto na última pesquisa Datafolha, em outubro. Lula tem 36% e Bolsonaro, 16%. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Sertão Central

19/11


2017

Luislinda Valois ganhou repercussão internacional

O Estado de S. Paulo
Coluna do Estadão

A revelação do pedido da ministra Luislinda Valois, que requereu ao governo receber R$ 61,4 mil sob alegação de trabalho escravo, ganhou repercussão internacional. O caso revelado com exclusividade pela Coluna do Estadão estampou as principais páginas dos jornais e sites em países do mundo inteiro.

O espanhol El Diário mostrou que que “Polémica en Brasil tras pedido de ministra de DDHH para acumular sus salarios” (A polêmica no Brasil com o pedido da ministra de Direitos Humanos para acumular seus salários). O texto retrata que o governo brasileiro se envolveu em nova situação embaraçosa com o requerimento de Luislinda.

O argentino La Nacion diz que “Una ministra brasileña se queja de que la “esclavizan” (Uma ministra brasileira se queixa de sua ‘escravidão'”. O repórter destaca que a ministra, beneficiária de uma série de privilégios, reclama de não receber as remunerações integrais.

Luislinda Valois tem uma aposentadoria como desembargadora de R$ 30,4 mil. Como ministra, teria mais um salário de R$ 30 mil, mas devido ao teto constitucional não pode receber mais de R$ 33,7 mil. No entanto, em um pedido de páginas, Luislinda tentou receber R$ 61,4 mil sob alegação de “trabalho escravo”.

O francês Invertália destaca que Brasil enfrenta “novela controversa” e traz o  título: Controverse au Brésil après la demande du ministre des Droits de l’Homme d’accumuler leurs salaires (Controvérsia no Brasil com demanda da ministra dos Diireitos Humanos para acumular seus salários). 

Já em Portugal, o Publico repercutiu a entrevista que a ministra Luislinda Valois deu à Coluna do Estadão. O título  Ministra pede salário de mais de 16 mil euros. Porquê? “Trabalho de escravo”. No texto, a reportagem mostrou que a Luislinda pediu para acumular pensão de juíza com o salário de ministra porque “como governante, tem de se apresentar “trajada dignamente”: “É cabelo, é maquilhagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação””, retratou o jornal português.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Mata Norte

19/11


2017

CPI faz devassa em contratos do BNDES

 

R$ 55 bilhões foram usados para bancar 140 obras no exterior

Blog Diario do Poder

 

A CPI do BNDES retoma os trabalhos na quarta-feira (22) disposta a promover uma devassa na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, para desvendar o financiamento suspeito de obras nos estados do Brasil. Auditoria do Tribunal de Contas da União já apontou R$50,5 bilhões do BNDES usados para bancar 140 obras em outros países, quase todas da Odebrecht e muitas delas com a participação do ex-presidente Lula. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O próprio presidente da CPI, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) defende uma devassa no BNDES, inclusive nos contratos com estados.

Os governos do PT aportaram R$ 440,8 bilhões do Tesouro Nacional para bancar financiamentos do BNDES no Brasil e mundo afora.

O Ministério Público Federal investiga o papel do ex-presidente Lula em esquema de tráfico de influência pela Odebrecht, em obras no exterior.

A CPI pretende recolher no BNDES novas informações técnicas e documentos que esclareçam suas operações sob suspeita.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/11


2017

PT avalia que candidatura Lula será impugnada

Josias de Souza

Embora não admita publicamente, a cúpula do PT avalia que dificilmente Lula conseguirá disputar a Presidência da República em 2018. A despeito disso, dirigentes do partido informaram a aliados que a candidatura do ex-presidente será mantida até as últimas consequências.

Dá-se de barato no petismo que o TRF da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, confirmará a sentença do juiz Sergio Moro que condenou Lula a 9 anos e meio de cadeia. Nessa hipótese, a Lei da Ficha Limpa o impediria de disputar eleições. O PT se equipa para guerrear na Justiça.

O partido não cogita substituir o candidato senão em último caso, depois que a Justiça Eleitoral impugnar o registro da candidatura. A estratégia afungenta até aliados tradicionais. O PCdoB, por exemplo, já lançou a candidatura presidencial da deputada estadual gaúcha Manuela D’ávila. O PSB, depois de se reunir com a presidente petista Gleisi Hoffmann, também tomou distância.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Sertão do Pajeú

19/11


2017

Luciano Huck tem mais tempo para pensar

Candidatura à presidência e amizade com Aécio

Caldeirão do Huck | TV Globo

O Globo 
Por Lauro Jardim

Aos interlocutores mais próximos Luciano Huck tem negado que dezembro seja o prazo final para decidir se será candidato à Presidência da República.

O tempo seria mais elástico. Se tivesse que se definir hoje, porém, não entraria na corrida eleitoral.

Sobre sua amizade com Aécio Neves, que seria cobrada de forma rigorosa numa campanha eleitoral para à Presidência, Luciano Huck já tem uma resposta na ponta da língua:

— Quem não tem pelo menos uns dez amigos com quem já se decepcionou ao longo de uma vida?

Sobre sua amizade com Aécio Neves, que seria cobrada de forma rigorosa numa campanha eleitoral para à Presidência, Luciano Huck já tem uma resposta na ponta da língua:

— Quem não tem pelo menos uns dez amigos com quem já se decepcionou ao longo de uma vida?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura do Ipojuca

19/11


2017

Filha de Lula é nomeada assessora na Assembleia-RJ

Lurian Cordeiro Lula da Silva é assessora parlamentar da deputada estadual Rosângela Zeidan (PT). O presidente do partido no Estado, Washington Quaquá (PT), afirmou que não influi nem questiona os critérios da deputada ao nomear seus assessores. “Quem nomeia assessor é a deputada. Ela escolhe sua equipe, como a família Mesquita (proprietária do Grupo Estado) escolhe seus jornalistas. 

O Estado de S.Paulo - Roberta Pennafort 

 

Lurian Cordeiro Lula da Silva é assessora parlamentar da deputada estadual Rosângela Zeidan (PT). O presidente do partido no Estado, Washington Quaquá (PT), afirmou que não influi nem questiona os critérios da deputada ao nomear seus assessores. “Quem nomeia assessor é a deputada. Ela escolhe sua equipe, como a família Mesquita (proprietária do Grupo Estado) escolhe seus jornalistas. 

O Estado de S.Paulo - Roberta Pennafort 

Filha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lurian Cordeiro Lula da Silva foi nomeada neste mês assessora parlamentar da deputada estadual Rosângela Zeidan (PT) na Assembleia Legislativa do Rio. A deputada é casada com Washington Quaquá (PT), presidente do partido no Estado.

A nomeação foi publicada no Diário Oficial de 6 de novembro. O salário de Lurian como “assessora parlamentar IV” no gabinete de Zeidan (como é conhecida) é de R$ 7.326,64. A assessoria de imprensa da deputada afirmou que a filha do ex-presidente já dá expediente no gabinete.

Zeidan disse que conhece Lurian há 15 anos, da militância do PT. “As escolhas do meu mandato, quem faz sou eu. É assim na maioria dos mandatos, qualquer que seja o partido. E no PT temos mulheres militantes, como eu fui e ainda sou, que são quadros qualificados para assumir essas tarefas. Resumir isso a uma relação de parentesco ou é desconhecimento ou é misoginia”, disse a deputada, em mensagem escrita.

Quaquá afirmou que não influi nem questiona os critérios da deputada ao nomear seus assessores. “Quem nomeia assessor é a deputada. Ela escolhe sua equipe, como a família Mesquita (proprietária do Grupo Estado) escolhe seus jornalistas. São critérios da empresa de um lado e do mandato de outro. Não cabe, por exemplo, a mim questionar porque um jornalista é contratado pela família Mesquita”, afirmou Quaquá, também por escrito.

O presidente do PT fluminense foi prefeito por dois mandatos em Maricá (RJ), e fez seu sucessor, o atual prefeito, Fabiano Horta (PT). Lurian mora em Maricá e preside o PT local há cinco meses. A reportagem não conseguiu localizá-la ontem.

Há 30 anos no PT, Quaquá é ligado a Lula. Apoia o ex-presidente em sua defesa das acusações de corrupção e pediu suporte financeiro dos militantes para viabilizar as caravanas dele pelo País. Em junho, um mês antes da sentença do juiz Sergio Moro condenando Lula a nove anos e meio de prisão por corrupção, no caso do apartamento no Guarujá, ele publicou nota em que aventou “confronto popular nas ruas” para a defesa do ex-presidente.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner - Hapvida

19/11


2017

Previdência: Temer só joga se for para ganhar

Reforma

Foto: Vanessa Carvalho - Brazil Fhoto Press

O Globo 
Por Lauro Jardim

Nas contas de Michel Temer que, ninguém nega, conhece a alma da Câmara como poucos, hoje a Reforma da Previdência tem 240 votos. Com a reforma ministerial, acha que dá para subir a 280.

Temer tem dito reservadamente que, para alcançar os necessários 308 votos, “vai depender da pressão dos empresários e até dos candidatos a presidente que não querem ter que fazer eles mesmos uma reforma”.

Nas mesmas conversas, Temer explica que, se no dia da votação tiver menos de 300 votos garantidos, retira o projeto de pauta. Ou seja, não quer jogar para perder.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

19/11


2017

Recife: presidenciável do PSC leva propostas pelo país

Horas depois de ser lançado como pré-candidato do PSC à Presidência da República, em evento em Salvador, no sábado (18), o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, desembarcou no Recife e foi recebido pelo deputado estadual André Ferreira, que comanda a legenda em Pernambuco. Durante a conversa, Rabello disse estar satisfeito com a possibilidade de disputar a sucessão do presidente Michel Temer e que vai percorrer o País para apresentar as suas propostas.

Novato em disputas eleitorais, o presidente do BNDES quis saber como o partido está estruturado no Estado. Soube que, independente de coligações, o PSC está montando chapas proporcionais competitivas. Na conversa, Rebello disse ter sido informado pelo comando nacional da legenda da possibilidade da candidatura de André Ferreira ao Senado Federal e que isso seria importante para ajudar na disputa nacional.

Durante o bate-papo, os dois conversaram sobre a possibilidade de um grande evento na Região Metropolitana ainda este ano, para que Rabello seja apresentado aos pernambucanos como o presidenciável do PSC. Durante o lançamento da pré-candidatura neste sábado, Paulo Rabello, afirmou que está chegando ao fim o domínio “das elites endinheiradas do Brasil”.“O povo quer transformação. Quando a elite coloca as cartas na mesa, elas são de corrupção”, pontuou o presidenciável.

Responsável por programas do antigo PFL, ele acrescentou que o problema do Brasil não é falta de dinheiro, mas sim de gestão. Crítico da carga tributária brasileira, ele afirma que o País sofre com a burocracia.

““É preciso coragem para desafios do próximo ano e virada do Brasil para a prosperidade, que nós vamos ter”, afirmou Rabello, acrescentando que ainda não conversou com o presidente Michel Temer sobre a sua pré-candidatura.

Paulo Rabello esteve no sábado no Porto Digital. Ele visitou as obras de dois edifícios, que contaram com o financiamento R$ 9 milhões do BNDES.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Garanhuns Natal Luz

19/11


2017

Senado: Lula articula chapa com Suplicy e Haddad

Proposta foi apresentada pelo ex-presidente aos envolvidos em reuniões na sede do Instituto Lula, na semana passada.

O Estado de S.Paulo - Ricardo Galhardo

 

O PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estudam lançar uma chapa para as eleições de 2018 em São Paulo com o ex-prefeito Fernando Haddad e o vereador Eduardo Suplicy na disputa pelo Senado.

A proposta foi apresentada por Lula e pelo presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Luiz Marinho, pré-candidato a governador, em reuniões com Haddad e Suplicy na quinta e sexta-feira, respectivamente, na sede do Instituto Lula.

Suplicy gostou. “Ponderei que isso significaria uma força muito grande para o PT, para a candidatura de Lula em São Paulo e para o candidato a governador”, disse. Já o ex-prefeito, segundo relatos, apontou as dificuldades da proposta. 

“Falei com o Fernando Haddad hoje (sexta-feira) e ele avaliou que se a Marta (Suplicy, PMDB) for candidata as pessoas podem votar em mim e nela do mesmo jeito que muitos podem votar nele e em outro candidato e é capaz de nós dois perdermos”, afirmou Suplicy.

Encaixar os dois principais líderes do partido em São Paulo na chapa para 2018 tem sido uma das maiores dificuldades de Lula e do PT estadual. A chapa idealizada teria Marinho para governador, Haddad ou Suplicy concorrendo ao Senado e um dos dois na disputa pela Câmara. Ambos são vistos como puxadores de votos em potencial, capazes de ajudar a eleger candidatos do PT a deputado. 

Mas nem o vereador nem o ex-prefeito aceitam se candidatar à Câmara. Suplicy chegou a dizer a Lula e Marinho que se não for candidato ao Senado prefere terminar o mandato de vereador, para o qual foi eleito com mais de 500 mil votos, um recorde na cidade.

Já Haddad tem evitado o confronto. O ex-prefeito se comprometeu a apoiar a pré-candidatura de Marinho que, em troca, ofereceu a vaga ao Senado, mas Haddad respondeu que só aceita se houver acordo com Suplicy. Lideranças do PT-SP não descartam a possibilidade de Haddad entrar na disputa pelo governo caso a candidatura de Marinho não decole. 

Embora saiba que tem poucas chances de romper o domínio de 23 anos do PSDB e o forte antipetismo registrado nas eleições de 2014 e 2016, Haddad poderia usar a campanha estadual para pavimentar sua volta à Prefeitura em 2020. Além disso, ele é cotado para substituir Lula, caso o ex-presidente fique impedido pela Justiça de se candidatar. 

Uma nova reunião deve ser marcada com a presença do ex-secretário municipal de Transportes Jilmar Tatto, que também se coloca para o Senado, embora com menos chance. Por enquanto, o único consenso é que não há pressa para se tomar alguma decisão.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/11


2017

Núcleo de Prevenção à Violência é reativado no Recife

A Secretaria de Defesa Social (SDS), através da Gerência de Prevenção e Articulação Comunitária (GPAC), reativa, na manhã da próxima terça-feira (21/11), às 8h, o Núcleo de Prevenção Social à Violência (Nuprev) Capital, localizado na avenida Dom Helder Câmara, no Ibura.

Na ocasião, será realizada uma ação de cidadania e o lançamento de um ponto de arrecadação de alimentos para a Campanha Natal sem Fome.

Dentre os serviços oferecidos, emissão de carteiras de identidade, orientações da defensoria pública, do Corpo de Bombeiros e de integrantes da Academia da cidade, além da realização de testes de saúde, como glicemia, sífilis e hepatite.

Os presentes também vão poder apreciar apresentações culturais como grupos de capoeira, de hip hop e de forró.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Supranor 1

19/11


2017

Barbosa dará resposta ao PSB após viagem ao exterior

Candidatura de Joaquim Barbosa à presidência

Ruy Baron | Valor

O Globo 
Por Lauro Jardim


Mesmo elogiando o PSB em conversas com interlocutores ("Os partidos no Brasil têm donos; o PSB me parece não ter"), Joaquim Barbosa só aceitará ser o candidato a presidente da República com carta branca.

O ex-presidente do Supremo se encontrou com os chefes da legenda no dia 8, em Brasília. Disse a eles que não se interessa "em ser vice de ninguém".

Barbosa acredita que uma aliança com a Rede pode resultar numa chapa harmônica — será que com Marina Silva de sua vice?

Barbosa ainda repete a interlocutores que sua tendência é não ser candidato a nada ("preciso refletir se estou disposto a uma mudança tão radical na minha vida"), mas o fato é que nunca esteve tão aberto a discutir a possibilidade.

Ao PSB disse que fará agora uma longa viagem ao exterior. E prometeu dar uma resposta definitiva entre "final de janeiro e início de fevereiro". 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Mobi Brasil 2

19/11


2017

Deputados: viagens sem prestação eficiente

Casa autoriza 610 viagens internacionais desde 2015 – alta de 41% em relação à legislatura passada; falta clareza na apresentação dos resultados das missões oficiais.

O Estado de S.Paulo - Adriana Ferraz

 

A Câmara dos Deputados autorizou de 2015 até este ano 610 viagens internacionais em missões oficiais. Os deslocamentos representam uma alta de 41% se comparados ao mesmo período da legislatura anterior – entre 2011 e 2013 – e quase se iguala ao total de todo o mandato passado (619). O crescimento, porém, não foi acompanhado de um aprimoramento na prestação de contas dos parlamentares que não chegam nem sequer a relatar a programação cumprida fora do País.

Levantamento feito pelo Estado com base nos dados publicados pela Câmara encontrou relatórios genéricos, sem qualquer detalhamento ou apresentação dos resultados das missões. A falta de cuidado na forma como se presta – e se fiscaliza – as viagens faz com que haja documentos que só listam a agenda predeterminada para o roteiro, sem fotos dos encontros, nomes das autoridades visitadas ou a relevância das reuniões para a atividade legislativa desenvolvida no Brasil.

A assessoria da presidência da Câmara, responsável por autorizar os deslocamentos internacionais, não explicou o motivo do aumento das viagens e dos gastos com diárias ou as despesas com passagens aéreas. O órgão orientou o Estado a pedir os dados pela Lei de Acesso à Informação, o que já foi solicitado.

A Câmara liberou, ao todo, a ida a 107 cidades, em 54 países diferentes. No ranking dos destinos mais visitados estão Nova York, Genebra, Paris, Roma, Bruxelas, Londres e Washington (veja quadro nesta página). Mas há exemplos também de roteiros realizados em Nassau, nas Bahamas; Addis Abeba, na Etiópia; Praga, na República Checa; e Baku, no Azerbaijão.

Para o professor de Ética e Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano, a informação do que os parlamentares fizeram em viagens deveria ser mais bem detalhada e transparente. “Em se tratando de dinheiro público, um centavo é um tesouro. Não há o direito de não prestar contas de tudo o que você gastou. Do ponto de vista ético, é preciso prestar contas não apenas formais, ‘eu gastei tanto’ e ‘fiz aquilo’, mas trazer os resultados parciais do que foi discutido para distribuir aos seus pares e à sociedade.” 

Romano também questionou necessidade das agendas no exterior. “Graças à tecnologia, você tem condição de estar online e não presencialmente. O último recurso é a viagem física. Outro ponto: você não precisa de uma comitiva de grande porte, com dez deputados”, disse o professor da Unicamp. 

Os dados mostram, por exemplo, que a comitiva de nove deputados comandada no início do mês pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Israel, Itália, Portugal e Palestina não é uma exceção. Só neste ano, dos 513 deputados, 134 foram autorizados a deixar o Brasil. 

DESTINOS

Segundo os parlamentares que já viajaram em missões oficiais, a escolha dos destinos não é aleatória, ela tem relação com a localização de uma série de órgãos internacionais, como a sede das Nações Unidas, que fica em Nova York, ou o Parlamento Latino-Americano (Parlatino), localizado na Cidade do Panamá. 

Para autorizar uma viagem internacional, a presidência da Câmara determina que o deslocamento deve seguir a regra do interesse público: deputados podem viajar quando convidados para eventos de Parlamentos de outros países e organismos com os quais a Casa se relaciona. Nessa lista está o Parlatino, que tem como vice-presidente Heráclito Fortes (PSB-PI), o atual campeão de viagens ao exterior.

Desde junho de 2015, o deputado deixou o País em 17 datas – oito delas em 2016. Na primeira vez, esteve em Le Bourget, na região metropolitana de Paris, para participar do 51.º Salão da Aeronáutica e do Espaço. Na última, visitou Nova York e Washington, para tratar de reforma tributária. No cumprimento do atual mandato, ainda passou pela Cidade do Panamá (seis vezes), Roma (duas vezes), Cartagena e Buenos Aires.

“Não fiz turismo, são viagens de trabalho. Imagina um País como o nosso não ter uma participação no Parlatino? Temos de acabar com essa mania de cachorro vira-lata. O Brasil quer ou não ser grande?”, questionou o deputado, um dos nove parlamentares que viajaram recentemente com Maia.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Asfaltos

19/11


2017

Serra terá Delegacia de combate ao Narcotráfico

Serra Talhada

Instalação de Delegacia de Combate ao Narcotráfico em Serra Talhada foi uma sugestão do presidente do Cimpajeu, Marconi Santana. 

Imagens: Júnior Campos

O presidente do Cimpajeú – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú., Marconi Santana (PSB), tem comemorado a decisão do governador Paulo Câmara (PSB), de encaminhar para ALEPE- Assembleia Legislativa de Pernambuco, o PL – Projeto de Lei para criação de novas Delegacias de Combate ao Narcotráfico, que vai contemplar o município de Serra Talhada, no sertão do Pajeú.

O motivo da comemoração do gestor do consórcio, também prefeito de Flores, é por ter, apresentando ao Secretário Executivo da SDS – Secretaria de Defesa Social, Humberto Texeira, no dia 24 de outubro, em reunião da Dinter II – Diretoria Integrada do Interior, como sugestão, a instalação de uma delegacia especializada no combate ao tráfico de drogas em Serra Talhada, para atender toda região.

“Na ocasião, Marconi discursou dizendo que: “O que mais acentuou a criminalidade na nossa região foi à questão da droga. Se tem morte, não é porque existe confusão de bar e sim por droga, é pelo ponto do tráfico de droga. A instalação da delegacia da mulher é importante? Claro que é! Mas, no meu entendimento eu vejo que a prioridade, não só para Serra Talhada e região é a instalação de uma delegacia de narcotráfico” - defendeu o presidente do Cimpajeú.

Marconi ainda criticou neste mesmo dia, a postura do bloco de oposição na ALEPE – Assembleia de Legislativa de Pernambuco, que na visão do gestor, tem se preocupado apenas em politizar a discussão.

"Nosso governador tem feito um excelente trabalho, buscando efetivar ações no combate a criminalidade, colocando mais policiais nas ruas...mas isso não é uma questão só de Pernambuco e sim do Brasil. Mas, infelizmente estão usando este levando a discussão para o campo político, o que é ruim para todos nós"; Disse Marconi.

As delegacias contra narcotráfico têm inauguração prevista em fevereiro de 2018 em nove municípios: Cabo de Santo Agostinho, Goiana, Vitória, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Serra Talhada, Ouricuri e  Petrolina. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

Digo BRs 232 e 116

arnaldo luciano da luz alencar ferreira

Pela posição geográfica Salgueiro é que era para ser escolhido, pois aqui é que fica a encruzilhada do Nordeste, onde as BRs 232 e 126 se cruzam, o que falta em Salgueiro são políticos fortes, pois tudo Salgueiro está perdendo para Serra Talhada, mais é melhor assim pois se Salgueiro fosse escolhido a ovra não terminava nunca, pois o Governo do Estado nunca terminou uma obra aqui em Salgueiro , são exemplos disso o IML, O Asfalto de Conceição das Crioulas, várias quadras cobertas entres outras, O Governo Paulo nunca terminou uma obra em Salgueiro.


Bm4 Marketing 9

19/11


2017

Gilmar Mendes e a síndrome de Estocolmo invertida

O que acontece com o magistrado do Supremo Tribunal Federal? A pergunta é feita por pessoas nas ruas

El País - Juan Arias

O que acontece com o magistrado do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes? A pergunta é feita por pessoas nas ruas, psicanalistas, bem como por mais de um de seus colegas de toga. Ao saber, por exemplo, que sou jornalista, enquanto esperava um ônibus, um senhor de meia-idade que nem se lembrava muito bem do nome do magistrado me perguntou, sem muita sutileza, o que eu pensava “desse juiz que solta os corruptos importantes, é contra a Lava Jato e defende o trabalho escravo".

Diante de algumas das atitudes do juiz em relação a seus próprios colegas, ou contra a Procuradoria-Geral, ou diante da superioridade que mostra na hora de opinar, há quem pense que poderia estar sofrendo da síndrome de Hubris, descrita pelo britânico David Owen, que pode afligir aqueles que exercem o poder. Trata-se de "um comportamento irresponsável, próximo à grandiosidade e ao narcisismo", escreve o psiquiatra espanhol Manuel Franco. Na Grécia Antiga, a deusa Nêmesis era a responsável por punir "os excessos daqueles que sofriam, dentro do poder, de uma complacência pessoal exagerada".

Não acredito, no entanto, que Gilmar Mendes esteja acometido pela síndrome de Hubris, uma vez que esta normalmente afeta personagens bastante medíocres, que precisam se revestir até mesmo dos atributos divinos para compensar sua pequenez. O magistrado goza de uma boa biografia profissional e de um conhecimento jurídico inquestionável, a tal ponto que alguns de seus colegas do Supremo o consideravam -- ainda hoje? -- seu mestre. O que talvez aflija Gilmar Mendes, segundo um psicanalista brasileiro que me pede anonimato, poderia ser a síndrome de Estocolmo, mas invertida. É a síndrome em que geralmente há uma estranha identificação do sequestrado com o sequestrador, da vítima com o verdugo. Só que, no caso do magistrado, essa síndrome ocorre ao contrário. Na metáfora, Gilmar Mendes, que deveria ser o juiz que condena, é quem se sente, por sua vez, identificado e grato aos condenados. Sente pena deles. Sofre em vê-los na prisão.

Mas com uma particularidade: Gilmar Mendes, neste caso, não parece se identificar com todas as vítimas igualmente, e sim apenas com políticos ou empresários importantes, por quem sente tanta compaixão que prefere não os ver sofrer na prisão. Somente no Rio, o juiz libertou oito presos importantes. E sente uma espécie de desassossego sempre que a Procuradoria pede, por exemplo, a prisão de um político. Esta semana, voltou a criticar as delações premiadas, tão temidas pelos corruptos.

O que talvez mais incomode a opinião pública é que Gilmar Mendes não parece sentir essa possível síndrome de Estocolmo invertida em relação aos milhares de presos comuns, os sem história e sem poder, muitos dos quais não só ainda não foram condenados, mas também nem sequer julgados ou interrogados, e que continuam amontoados e esquecidos nas cadeias. Prisões tão violentas e desumanas que José Eduardo Cardozo, então ministro da Justiça de Dilma Rousseff, disse a repórteres que preferia a pena de morte a estar preso em uma delas. Com esses presos comuns, a estranha síndrome de compaixão de Gilmar Mendes parece não funcionar.

Em uma entrevista recente a este jornal, o escritor britânico Salman Rushdie, autor dos famosos e polêmicos Versos Satânicos, afirmou que "somos governados pelo grotesco" e acrescentou que "quando chegamos ao poder, tudo se torna uma caricatura". Estava se referindo à tendência atual em quase todo o mundo de rejeição à antiga forma de governar. Também seria o caso do Brasil?

Nas ruas, começa a surgir o alerta de que também poderíamos estar vivendo no Brasil esse estado em que se destacam o grotesco e a caricatura. A pergunta é feita por todos aqueles que, vendo como o desconcertante magistrado atua, suspeitam, como o fiel Marcelo na tragédia de Hamlet, a famosa obra de Shakespeare, de que "há algo de podre no Reino da Dinamarca". Neste caso, onde parece não cheirar rosas seria em Brasília, não só na ágora gritante do Congresso, mas até no templo sagrado dos supremos de toga.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/11


2017

O PSDB arrisca ficar com o mico Temer

Élio Gaspari - Folha de S.Paulo

Quando o senador Renan Calheiros empossou Michel Temer na Presidência da República, disse-lhe baixinho: "Estamos juntos". Durou pouco, pois Renan foi o primeiro cacique do PMDB a pular do barco da impopularidade de Temer. Aproximou-se do PT, protegendo sua base de poder em Alagoas, Estado governado por seu filho.

Quem foi para a rua ou bateu panela contra o PT em 2016 está hoje diante de uma amarga realidade. O PMDB que deu os votos para a deposição de Dilma Rousseff está namorando o PT e vice-versa.

Lula e Dilma falam em "perdoar" quem defendeu o impeachment.

É uma manobra oportunista, pois a dupla é que deveria pedir perdão por ter jogado o país numa de suas piores crises econômicas.

O PT e PMDB costuram seus acordos nas bases municipais e estaduais. Isso começou em Alagoas e hoje já está no Ceará de Eunício Oliveira e no Pará de Jader Barbalho. No Paraná de Roberto Requião, a aliança é mais velha.

Com isso, o grande mico do jogo vai para o tucanato, ainda incapaz de desistir de um governo que o PMDB está abandonando pela beira.

Renan Calheiros mostrou-se um sábio, mas ele simboliza também o produto da esperteza da oligarquia política nacional. Sua base eleitoral irradiou-se a partir do município de Murici, com cerca de 40 mil habitantes. Em 2010, 30% de sua população com mais de 15 anos era analfabeta. Boa parte dela está no Bolsa Família.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/11


2017

Delação da JBS: seis meses com efeito limitado

Folha de S.Paulo - Felipe Bachtold

A delação da JBS ficou conhecida por mencionar 1.829 políticos, mas completou seis meses de divulgação nesta sexta (17) com poucos desdobramentos nos tribunais superiores fora dos núcleos Michel Temer e Aécio Neves.

Acusações de delatores contra nomes importantes do governo e do Congresso, como os ministros Gilberto Kassab (Comunicações e Ciência) e Marcos Pereira (Indústria e Comércio), ainda não viraram inquéritos formais.

Desta vez, a estratégia da PGR (Procuradoria-Geral da República) não foi a de lançar uma nova "lista de Janot", como as feitas em 2015 e logo após a delação da Odebrecht, em abril passado.

Naqueles dois casos, o então procurador-geral Rodrigo Janot pediu em bloco a abertura de inquéritos contra dezenas de políticos, que também foram autorizados em uma mesma leva.

Agora, as citações a políticos com foro estão em procedimentos que foram redistribuídos entre vários ministros do Supremo Tribunal Federal.

Dois casos enviados à ministra Rosa Weber, envolvendo o senador tucano José Serra (SP) e a família do deputado Fábio Faria (PSD-RN), já tiveram investigações abertas.

PRAZO

Em outras situações, foi a própria PGR que pediu mais prazo antes da abertura da investigação, já que os delatores apresentaram novos conjuntos de prova em agosto.

Isso aconteceu, por exemplo, nos casos de Kassab, de Pereira e da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).

Também está sob avaliação o caso do deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA), citado por supostos pagamentos indevidos.

Esses procedimentos antecedem a abertura de uma investigação formal, que, no caso de congressistas e ministros, precisa ter aval do STF.

O empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, disse que entregou propina até este ano a Pereira como contrapartida por um empréstimo da Caixa.

No caso de Marta, a acusação foi de pagamentos em espécie a Márcio Toledo, marido da senadora. Os políticos vêm negando as acusações.

Além disso, alguns depoimentos e provas dos delatores foram incluídos em investigações correlatas já em andamento, em vez de gerar a abertura de novas apurações.

Um depoimento que citava o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), foi remetido a um outro inquérito que já estava aberto.

Situações que não envolvem autoridades com foro foram enviadas à Justiça Federal de primeira instância em Estados de todas as regiões do país, incluindo a vara do juiz Sergio Moro, no Paraná, onde começou a Lava Jato.

A delação do grupo foi um dos pilares para a prisão, na semana passada, do ex-governador de Mato Grosso do Sul André Puccinelli (PMDB), suspeito de vender incentivos a empresas. Ele já foi solto.

DENÚNCIAS

Foram quatro as denúncias de peso apresentadas por Janot com base na delação da JBS. Duas oferecidas contra o presidente Temer acabaram barradas pela Câmara dos Deputados.

Aécio foi denunciado sob suspeita de corrupção e obstrução de Justiça em junho, mas o Supremo Tribunal Federal ainda vai analisar se abre ação penal.

Além disso, o procurador da República Angelo Goulart Villela foi denunciado sob suspeita de repassar informações privilegiadas ao grupo. Todos negam as acusações.

Trechos dos depoimentos dos delatores viraram ainda uma espécie de capítulo da denúncia oferecida contra a cúpula do PT, finalizada nos dias finais do mandato de Janot, em setembro.

A JBS apresentou extensas listas de pagamentos da campanha eleitoral de 2014, que envolviam a maioria dos partidos políticos do país.

Mesmo doações oficiais foram rotuladas pelos delatores de "propina", já que envolviam "ato de ofício ou promessa", nas palavras do delator Ricardo Saud.

Foi Saud quem apresentou os números de 1.829 políticos beneficiados e falou que 167 deputados federais eleitos foram favorecidos pelo grupo.

Entre os métodos descritos, estavam a entrega de dinheiro vivo em supermercados com os quais o frigorífico tinha negócios e contratos fraudulentos com escritórios de advocacia firmados para lavar recursos.

A credibilidade da delação, porém, foi abalada nas vésperas do fim do mandato de Janot, quando foram revelados áudios de conversas em que Joesley Batista fala, por exemplo, em ser a "tampa do caixão" de acusações sobre corrupção no país.

Os benefícios de imunidade foram retirados e três delatores –Joesley, Saud e Wesley Batista– estão presos. A decisão, porém, foi de manter a validade das provas apresentadas.

CASO KASSAB

O procedimento derivado da delação da JBS que envolve o ministro das Comunicações, Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal.

Moraes, que assumiu o cargo no início do ano, foi subordinado de Kassab na Prefeitura de São Paulo, onde era considerado o "supersecretário" da gestão –ocupou pastas de Transportes e Serviços.

A passagem pela prefeitura deu projeção ao hoje juiz do Supremo, que anos depois se tornou secretário da Segurança do Estado e a seguir ministro da Justiça de Michel Temer.

A Procuradoria-Geral da República entendeu que parte das acusações dos delatores da JBS não guarda conexão com o núcleo da Operação Lava Jato e as encaminhou para livre distribuição a ministros do Supremo.

Em seu acordo, homologado em maio, o empresário Wesley Batista afirmou que pagou quase R$ 30 milhões em contratos superfaturados de aluguel de caminhões a partir de 2010 com uma empresa ligada a Kassab.

O ministro das Comunicações vem negando ter recebido recursos pessoais do grupo e sustenta que possui participação societária em uma firma que opera legalmente.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores