FMO

21/04


2017

Alvos Lula, Dilma e principais empresários do país

Palocci, que conhece segredos do capital, sugere delação

Blog do Kennedy

Em depoimento ao juiz federal Sergio Moro, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci Filho fez clara sugestão de eventual delação premiada. Palocci foi muito poderoso nos governos Lula e Dilma e teve relações com os principais empresários do país.

Uma eventual delação dele poderia criar mais dificuldades para os ex-presidentes Lula e Dilma, para o PT e para antigos aliados políticos. Mas também poderia causar danos a grandes empresas, em especial ao sistema financeiro. O ex-ministro conhece os segredos do capital.

O Ministério Público Federal do Paraná e o juiz Sérgio Moro tinham a expectativa de que o depoimento de Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, trouxesse provas e evidências contra o ex-presidente Lula. Pinheiro falou hoje perante Moro.

Somado à delação de Emílio Odebrecht, o depoimento de Pinheiro gera complicadores políticos e jurídicos para Lula, que rebateu as acusações.

Pinheiro e outros executivos da OAS também fazem negociação de delação premiada com a Procuradoria Geral da República em Brasília, onde há expectativa de que falem de propina na construção da nova sede administrativa de Minas, obra realizada no governo do tucano Aécio Neves. Assim como a Odebrecht, executivos da OAS tendem a fazer uma delação ampla em termos partidários.


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Nehemias

Antes embriagada do que iludida.

sonia

Fala logo, vai. desembucha, vai... para não ficar cagando no boi, entrega a quadrilha senão vai morrer atrás das grades. SAFADO.


Versão Agreste Meridional

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20/11


2017

Itapetim inaugura obra de abastecimento de água

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), inaugurou, no último sábado, o Sistema de Abastecimento de Água do Sítio Santo Antônio de Lima. A ação beneficia mais de 70 famílias e todas as casas já estão com água encanada. A obra foi realizada através de uma parceria entre os Governos Municipal e Estadual.

“É uma alegria poder inaugurar esta obra com a crise financeira que a nossa cidade e o Brasil estão enfrentando. Vamos atravessar esta dificuldade juntos. Irei para Brasília na próxima semana, junto com outros prefeitos, lutar e pressionar a Presidência da República por mais recursos para os municípios”, afirmou Adelmo.

“Quero aproveitar a ocasião para agradecer ao governador Paulo Câmara e ao deputado estadual e secretário da Casa Civil, Nilton Mota, pelo empenho e ajuda na realização desta grande obra para a nossa população”, concluiu.


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Versão Sertão do São Francisco

20/11


2017

Eleitor pode fazer consultas no TSE via Twitter

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou, hoje, um serviço de atendimento ao eleitor por meio da conta do tribunal no Twitter.

Ao clicar na opção de enviar mensagem direta para o TSE, as opções de serviços surgirão na tela. O cidadão poderá, por exemplo, consultar locais de votação, imprimir o documento de quitação eleitoral, tirar dúvidas com o TSE e acessar a página de perguntas e respostas mais frequentes sobre eleições. Para isso, é necessário ter uma conta no Twitter

De acordo com o tribunal, a ferramenta segue a tendência da Justiça Eleitoral de informatizar o processo ligado às eleições e dar mais agilidade no atendimento ao cidadão.

Ainda segundo o TSE, novas funções de atendimento via Twitter vão ser disponibilizadas a partir do início de 2018.


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Versão Mata Norte

20/11


2017

Lula enaltece serviços prestados por João Doria

Radar Online

Lula tem ironizado João Doria em conversas com aliados.

O ex-presidente diz que o prefeito presta um enorme serviço ao PT todas as vezes em que trabalha para minar a candidatura de Geraldo Alckmin ao Palácio do Planalto.

Em se tratando de Lula, é perfeitamente possível que ele ache justamente o contrário. Pelo menos até outro dia, as pesquisas apontam que ele terá muito mais dificuldades para vencer Doria do que Alckmin.


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20/11


2017

Moro nega transferência de Cunha para Brasília ou Rio

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, negou mais uma vez, hoje, o pedido do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha para ser transferido para Brasília ou para o Rio de Janeiro.

"Não é conveniente a transferência definitiva do condenado para Brasília ou para o Rio de Janeiro, considerando o modus operandi da prática de crimes pelo condenado, com utilização de sua influência política para obtenção de vantagem indevida mediante corrupção", diz o despacho.

Sendo assim, Cunha deve continuar preso no Complexo Médico-Penal (CMP) em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele foi preso em outubro de 2016. Já condenado na Operação Lava Jato, o peemedebista também responde a um processo no Distrito Federal, referente à Operação Sépsis.

Por esse motivo, nesta segunda-feira, ele está no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. A transferência temporária foi para que ele prestasse depoimento no processo sobre desvio do FI-FGTS.

Em agosto deste ano, Cunha já tinha pedido para ser transferido, mas Moro não permitiu.

A defesa do deputado cassado pede a transferência por quatro motivos: para a "redução de custos com o traslado do preso"; porque os escritórios dos advogados dele ficam em Brasília; porque a ex-esposa dele mora em Brasília; e porque, antes de ser preso, ele morava no Rio de Janeiro e, assim, seria "mais fácil deslocar o núcleo familiar carioca até Brasília do que a Pinhais".

No despacho desta segunda-feira, Moro justifica a permanência de Cunha dizendo que, em Curitiba, a influência política do deputado cassado é menor do que nas outras capitais. Isso, conforme o juiz federal, pode prevenir ou dificultar a prática de novos crimes.

"Sua influência política em Curitiba é certamente menor do que em Brasília ou no Rio de Janeiro. Mantê-lo distante de seus antigos parceiros criminosos prevenirá ou dificultará a prática de novos crimes e, dessa forma, contribuirá para a apropriada execução da pena e ressocialização progressiva do condenado", acrescenta Moro.

Em março deste ano, Moro condenou Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão, pelos crimes de corrupção passiva, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.


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Versão Sertão do Pajeú

20/11


2017

Futuro ministro é primo de marqueteiro de Temer

Blog da Andréia Sadi

Escolhido para comandar o ministério das Cidades, o deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO) é primo de primeiro grau do marqueteiro do presidente Michel Temer, Elsinho Mouco.

Procurado, o deputado confirmou o parentesco com o marqueteiro. Ele disse sempre ter mantido relações distantes com Mouco, porque cresceu em Goiânia e o marqueteiro, em São Paulo.

A reportagem procurou Elsinho Mouco, que também trabalha para o PMDB.

Ele disse não ter nenhuma participação na indicação do deputado Alexandre Baldy para o ministério das Cidades. "A relação política dele é com o presidente Rodrigo Maia. Somos primos, mas os seus pais se mudaram para Goiás na década de 60", afirmou.

Mouco é um dos mais próximos assessores de Temer e braço direito do ministro Moreira Franco.

Ele ocupa uma sala no Palácio do Planalto e é contratado pela agência Isobar- que tem um contrato milionário da Secretaria de Comunicação Social.

A agência divide com a agência TV1 um contrato de R$ 44 milhões.


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Prefeitura do Ipojuca

20/11


2017

Ministros Lewandowski e Gilmar desacreditam o STF

Por Luiz Flávio Gomes*

O argumento usado pelo ministro Lewandowski para não homologar a delação premiada do marqueteiro Renato Pereira foi absurdo, malicioso, aberrante e nefasto para a imagem já bastante desgastada do STF. Foi uma decisão desconexa e totalmente fora da lei. Pior: ainda determinou o fim do sigilo da delação (trazendo imensos prejuízos para a investigação).

Desde o trágico julgamento do caso do senador Aécio Neves (que foi um desastre para a esgarçada imagem do STF) sabe-se da existência, dentro da Corte, de dois grupos: um a favor e outro contra a Lava Jato (leia-se: um a favor da continuidade da corrupção sistêmica que estrutura nossa cleptocracia e outro contra).

Lewandowski e Gilmar Mendes, como é público e notório, querem liquidar a Lava Jato o mais pronto possível para salvarem a pele de seus amigos envolvidos com a corrupção endêmica do Estado e de alguns agentes do mercado econômico e financeiro. Parte do STF passou a fazer parte da defesa sistêmica da velha corrupção. É a maior anomalia que já se viu até aqui.

Em lugar de fazerem cumprir a lei e a Constituição, fazem de tudo para driblar o que está escrito nelas. Lewandowski, violando um precedente da Corte, deu mais um “salto triplo carpado” em sua carreira, devolvendo a delação do marqueteiro sem homologação. Já tinha feito isso naquele pavoroso “fatiamento” no julgamento de Dilma Rousseff.

É nítida no STF a corrosão gerada pelo processo de latinoamericanização, que significa inteira obediência aos poderes políticos, econômicos e financeiros que comandam a nação. Antigamente se dizia que compete à mídia dar a primeira palavra e ao STF a última. Isso acabou.

O STF, sobretudo sob o comando de Lewandowski e Cármen Lúcia, se curvou, se acovardou. Já não diz a última palavra quando o implicado é um político.

Em junho/17 os ministros da Corte, por maioria, decidiram que o juiz, no momento da homologação de uma delação, não pode entrar no mérito do acordo. Cabe-lhe apenas o exame da legalidade, espontaneidade e voluntariedade da negociação, sob pena de arquivar toda investigação (disse o decano Celso de Mello).

O argumento de Lewandowski de que o Ministério Público não pode fazer negociação sobre a pena nem sobre o regime prisional, ignora tudo que foi feito até aqui em todas as mais de 170 delações já homologadas. É evidente que a imposição das sanções finais é da competência do juiz. Os acordos firmados pelo Ministério Público são, no entanto, apenas compromissos que ele assume com o colaborador da Justiça. Isso é da essência do modelo de Justiça consensuada.

É chocante o desconhecimento (ou a má-fé) do ministro, que não entendeu nada do sistema de Justiça negociada que veio dos EUA e que acabou sendo contemplada na Lei 12.850/13 (lei aprovada pelo Parlamento brasileiro e sancionada pela ex-presidente Dilma).

O juiz não pode participar da negociação penal (nem no Brasil, nem nos EUA), nem de forma direta, nem indireta. Quando há algum atropelo à Constituição, compete-lhe determinar o ajuste do acordo e nada mais. Teori fez isso várias vezes.

Lewandowski diz que o Ministério Público não pode fazer o acordo.  Isso significa matar a delação premiada (assim como toda a Lava Jato). Isso significa, ademais, “legislar” contra o que está estabelecido no nosso sistema jurídico.

O STF, até aqui, vinha consolidando com razoável equilíbrio o novo sistema de Justiça criminal negociada, que é o único capaz de enfrentar a criminalidade e a corrupção dos poderosos, que somente são alcançados pela lei quando eles mesmos colocam fim na “omertà” (que é o silêncio da máfia).

Alguns ministros, no entanto, favoráveis à perpetuação da corrupção sistêmica, decidem de costas para a população e para as leis. Defendem ideias velhas dentro de uma nova realidade, que quer resgatar o Brasil esquecido, humilhado e saqueado pelas suas elites perversas.

É impressionante como as forças do atraso, de várias colorações ideológicas, continuam interferindo no funcionamento da Corte máxima do País.

O ministro Celso de Mello vem enfatizando que o Ministério Público não pode ser surpreendido por um “ato desleal” do Judiciário (disso é exemplo o ato de má-fé do ministro Lewandowski), sendo “dever indeclinável” do Estado “honrar o compromisso assumido no acordo de colaboração”, desde que o colaborador cumpra a sua parte.

A decisão de Lewandowski, ao contrariar jurisprudência recente do STF, tira a estabilidade da própria Corte, jogando mais luz na tese disseminada de que seu propósito, na verdade, é o de “estancar a sangria” da Lava Jato, para que a corrupção sistêmica se eternize, não permitindo que o Brasil saia nunca do subdesenvolvimento.

*Jurista e criador do movimento Quero Um Brasil Ético


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Banner - Hapvida

20/11


2017

Segóvia assume oficialmente cargo de diretor-geral da PF

Do G1

O delegado Fernando Segóvia assumiu oficialmente, hoje, o posto de diretor-geral da Polícia Federal (PF) em uma solenidade de transmissão de cargo realizada na sede do Ministério da Justiça, em Brasília. O presidente Michel Temer, que indicou Segóvia para o comando da PF, participou da cerimônia.

Há 22 anos na PF, Fernando Segóvia foi nomeado para o cargo de diretor-geral da corporação no dia 8. Ele substitui o delegado Leandro Daiello, que comandou a Polícia Federal ao longo de 6 anos e 10 meses, período no qual foi deflagrada a Operação Lava Jato.

Daiello pediu aposentadoria da PF um dia após ser destituído da chefia da corporação. A aposentadoria dele foi publicada na edição desta segunda-feira do "Diário Oficial da União".

Antes de assumir o cargo mais alto da PF, Fernando Segóvia pertenceu a um grupamento de elite da corporação, o Comando de Operações Táticas (COT). Ele também já atuou como superintendente da PF no Maranhão, adido policial na África do Sul e coordenador, pela PF, da Campanha do Desarmamento.

Daiello

Se aposentando da carreira de delegado, Daiello falou dos sacrifícios necessários aos policiais. “A carreira de policial não é fácil, não lhe garante uma vida fácil”, disse Daiello, lembrando, por exemplo, do afastamento da família.

“Para vencer cada batalha, todos nós tivemos que abrir mão de muitas coisas das nossas vidas pessoais. O que me faz agradecer hoje não só a minha família, mas a família de cada um dos nossos colegas, pelo estimulo, pelo carinho, por tudo que fizeram para garantir que continuássemos em frente. A carreira de policial não é uma carreira fácil, não lhe garante uma vida fácil, mas é um privilégio”, discursou o agora ex-diretor-geral da PF.

Daiello é o segundo diretor-geral que mais tempo permaneceu no cargo (seis anos e dez meses, entre 2011 e 2017) – só ficou menos que Moacyr Coelho (11 anos, entre 1974 e 1985).


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ArcoVerde

20/11


2017

Os vulcões do coração do Brasil

Ao fazer uma prospecção no coração do Brasil, o geólogo Everardo Maciel disse que o futuro governo terá dificuldade para realizar as reformas necessárias e tirar o País do atoleiro. O Profeta Adalbertovsky vai além: “Concordo em altíssimo grau, com a equação de Everardo, coração de leão, um dos profetas favoritos do meu planetário. O X do problema para os futuros e futuríssimos governos será desvendar as raízes quadradas, as raízes triangulares e as raízes mal-assombradas do Brasil.

“Talvez, quem sabe, em 2058, 2062, 2072, haja um presidente raçudo, da raça dos estadistas, para fazer reformas de rochedo neste País, mais que reformas de meias tigelas. As incógnitas estão nos vulcões, nos pântanos e nas cavernas do coração do Brasil. Os vulcões verdes-amarelos estão em erupção e são mais ativos que o Vesúvio. No dicionário da filosofia, ou das religiões, existe a definição das “grandes almas”. O Brasil está carente de grandes almas.

“Um passarinho muito sábio me contou que o ovo das serpentes autoritárias está chocando, na moita, e poderá eclodir nas estações eleitorais. São serpentes de todas as naturezas, neo-nazistóides, neo-stalinistas, neopopulistas. O ovo deletério pode eclodir nas estações eleitorais. Triste de um país em que Macunaíma, o herói de caráter zero, é eleito o paladino da República.

 “A radicalização é um vulcão no coração verde-amarelo. Para desativar esses vulcões e exterminar o ovo da serpente autoritária, o Brasil precisa de um líder raçudo, da raça dos estadistas”. A crônica do Profeta Adalbertovsky, direto das montanhas das Jaqueira, está postada no Menu Opinião.


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Garanhuns Natal Luz

20/11


2017

A charge do dia


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20/11


2017

Temer fortalece Maia em trocas no primeiro escalão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O presidente Michel Temer se reúne com Rodrigo Maia na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados Foto: Jorge William/ Agência O Globo

 

Além de emplacar aliado no Ministério das Cidades, presidente da Câmara deve dar aval para mudança no comando do BNDES, cujo titular está sob pressão da base

O Estado de S.Paulo - Igor Gadelha

As mudanças no primeiro escalão que o presidente Michel Temer vai anunciar nos próximos dias irão fortalecer o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Além de decidir entregar o Ministério das Cidades a um aliado de Maia, o governo já prepara a troca do comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – defendida pelo presidente da Câmara.

Temer quer manter uma boa relação com Maia em razão da posição estratégica do deputado. Como presidente da Câmara, ele é responsável pelo cronograma de votação do plenário, o que inclui a reforma da Previdência e as medidas fiscais já enviadas pelo governo. O governo também precisa de Maia para votar os ajustes na reforma trabalhista, na medida provisória enviada pelo Planalto, o que contrariou o deputado, que defendia as mudanças por projeto de lei.

Neste domingo, Temer foi à casa de Maia para um almoço do qual participou o deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO). Um dos principais aliados de Maia, Baldy foi convidado oficialmente para substituir Bruno Araújo (PSDB-PE) nas Cidades e aceitou. Parlamentares da base aliada e integrantes do núcleo político do governo também participaram do encontro, que se estendeu por toda a tarde.

Segundo um ministro próximo de Temer, o presidente deve indicar um nome que tenha aval de Maia para comandar o BNDES, maior fonte de financiamento hoje no País. 


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Nehemias

Perguntar não ofende...Uma pergunta pra você que vive dizendo. Quem votou na Dilma votou no Temer. Tu escolheu a sogra ou ela veio junta com o Mozão?

Nehemias

Zumbi dos Palmares o líder negro de todas as raças.

Nehemias

Lava-Jato descobre que Lula é dono da Globo e negociou propina com a FIFA, será?

Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO

Nehemias

Bolsonaro, o encantador de Burros e analfas.


Supranor 1

20/11


2017

Reino Unido teria feito lobby no Brasil por Shell e BP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Shell teria sido uma das beneficiadas pelo lobby do ministro de comércio britânico, segundo o jornal The Guardian

 

Folha de S.Paulo

O ministro de comércio do Reino Unido teria feito lobby com o governo brasileiro para defender os interesses das petroleiras britânicas BP, Shell e Premier Oil nos campos de tributação e regulação ambiental, indica um telegrama diplomático obtido pela ONG Greenpeace.

A informação foi publicada pelo jornal "The Guardian" neste domingo (19).

Em março, o ministro de comércio britânico, Greg Hands, viajou ao Rio de Janeiro, a Belo Horizonte e a São Paulo. De acordo com o jornal, ele teria se encontrado com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, para discutir os interesses das empresas britânicas no Brasil.

Em resposta, Pedrosa teria dito que estava pressionando o governo brasileiro para atender às demandas das companhias, de acordo com o telegrama diplomático.

O governo britânico nega que tenha atuado em prol das companhias.

Procurado pela Folha, Pedrosa confirmou que houve o encontro com o ministro do Reino Unido, mas disse que "foi uma discussão normal entre representantes de dois países".

"A palavra lobby é usada pelo jornal como se houvesse segundas intenções —e não foi assim", completou o secretário-executivo.

Uma das prioridades de Hands, segundo o telegrama, seria o afrouxamento das exigências de uso de conteúdo nacional na indústria do petróleo porque isso beneficiaria diretamente a BP, a Shell e a Premier Oil.


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Mobi Brasil 4

20/11


2017

Violência no Rio é destaque no New York Times

Aumento da violência na capital fluminense é tema de reportagem do mais prestigioso jornal dos EUA

VEJA

O jornal americano The New York Times destacou a violência no Rio de Janeiro em matéria de capa de seu caderno internacional deste domingo.

Com o título, na versão impressa, de “After Lull in Rio de Janeiro, a Merciless Return to Violence” (Após calmaria no Rio de Janeiro, um retorno cruel à violência, em tradução livre), a matéria assinada pelo correspondente do diário no Brasil, Ernesto Londoño, vem acompanhada de uma série de fotos que mostram cenas da violência cotidiana na capital fluminense.

O jornalista destaca que, após a Olimpíada de 2016, a cidade passa agora por um aumento na criminalidade reminiscente de “seus períodos mais sombrios nos anos 1980 e 1990”, com o crescimento da violência em todo o Brasil tendo sido exacerbado devido à recessão, à corrupção e à intensa competição entre traficantes de drogas.

Clique aí ao lado e veja matéria completa: Violência no Rio é destaque no New York Times 


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Asfaltos

20/11


2017

Tucanos: escolha de presidente via tiro ao alvo

‌Tucanos brincam que, se o desentendimento no partido persistir, seu próximo presidente acabará escolhido como na série “Designated Survivor”, em que um político inexpressivo chega à Casa Branca depois que o presidente e todos na linha sucessória são mortos num atentado terrorista. As informações são de  Daniela Lima, na coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira. 

Diz mais a colunista: Sem acordo entre o senador Tasso Jereissati (CE) e o governador Marconi Perillo (GO), e com a hesitação de Geraldo Alckmin (SP) em assumir o comando do PSDB, surgem nomes novos na disputa pela presidência do partido. José Serra (SP) anda interessado no assunto.

Apesar da ovação que recebeu na recente convenção do PSDB paulista, Alckmin tem sido alvo de críticas de aliados na Assembleia Legislativa. Os descontentes lembram que Serra não descartou pretensões de se candidatar à Presidência de novo, o que poderia atrapalhar os planos de Alckmin.


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Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK


bm4 Marketing 8

20/11


2017

Além do PSB, DEM "belisca" PMDB; quer mais deputados

O DEM vai concluir a primeira fase de seu plano de expansão em dezembro, com a incorporação de sete deputados que deixaram o PSB. A sigla buscará novas adesões até março, quando haverá janela para troca de legenda antes das eleições. Hoje com 29 deputados, o DEM quer chegar a 45.

Entre os nomes cobiçados pelo DEM está o do deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). Ele quer concorrer ao governo mineiro e espera ter a simpatia do senador e ex-governador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Líderes do DEM tentam fortalecer a ideia de que devem ter candidato próprio a presidente em 2018. Com o tumulto no PSDB, que a sigla apoiou em anos anteriores, veem uma chance de inverter papeis.(Folha de .Paulo - Coluna Painel)


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20/11


2017

Lula empatado com Bolsonaro no Rio, PT quer radicalizar

A duas semanas de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciar uma caravana no Rio, o PT recebeu uma pesquisa em que ele aparece empatado com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) na disputa pelos votos do Estado na corrida presidencial. Com os números em mãos, lideranças petistas passaram a sugerir que o ex-presidente polarize com Bolsonaro no giro fluminense, ignorando outros potenciais adversários. Lula resiste. Acha que poderia atrair ainda mais atenção para o rival.

Para convencer Lula, aliados dizem que só ele seria capaz de combater o discurso de criminalização da política que tem sido usado fartamente por Bolsonaro. Se não partir para o enfrentamento ideológico, afirmam, o PT deixará uma porta aberta para a direita mais radical.  (Painel - Folha de S.Paulo)

A pesquisa usada para justificar uma ofensiva mostra Lula com 23% das intenções de voto para presidente no Estado do Rio e Bolsonaro com 21%. Marina Silva (Rede) tem 7%, Ciro Gomes (PDT), 4%, e Geraldo Alckmin (PSDB), 3%.


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Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A imprensa faz tudo para levantar a credibilidade das pesquisas. Pesquisas sempre tendenciosa e com indicação de serem compradas. Bolsonaro, mesmo com toda mídia contra, sem divulgação das suas caminhadas pelo Brasil, continua sendo o candidato com mais potencial. A população não aguenta mais essas minorias e a imprensa defender bandidos. Só bandido tem direito. O cidadão de bem e a polícia não pode fazer enfrentamento pois, o marginal sendo baleado, são logo acusados de usar \"força indevida\" contra esses meninos bonzinhos e chamados de coitadinhos. É ridículo essa de ressocialização. Cadeia foi feita para o criminoso pagar pelo seu crime e não para \"ressocializar\". O que o PT fez foi desarmar o cidadão de bem e deixar os bandidos armados. Mudança já. Mudança para voltarmos a ter o lema que antes do PT e de seu FHC era: \"Direito tem quem direito anda.\"


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