Versão Agreste Central

13/04


2017

Temer, Lula e FHC em pacto por sobrevivência política

Nelson Jobim e Gilmar Mendes principais emissários nas conversas

Folha de S.Paulo – Marina Dias

Foi em novembro do ano passado, quando a Lava Jato mostrou poder para atingir novos setores políticos e econômicos, que emissários começaram a costurar um acordo entre dois ex-presidentes e o atual chefe da República.

O objetivo era que Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (PMDB) liderassem um pacto para a classe política, fragilizada pelo avanço das investigações.

Apartamentos de autoridades e restaurantes sofisticados serviram para que aliados dos líderes políticos discutissem medidas para limitar a operação e impedir que o grupo formado por PSDB, PT e PMDB seja, nas palavras de articuladores desse acordo, exterminado até 2018.

Nas últimas semanas, a Folha ouviu pessoas relacionadas às três partes e a avaliação foi unânime: a Lava Jato, segundo elas, quer eliminar a classe política e abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado, por exemplo, por aqueles que comandam a investigação.

O bom trânsito com os dois ex-presidentes e com Temer credenciou o ex-ministro do STF Nelson Jobim e o atual ministro da corte Gilmar Mendes como dois dos principais emissários nessas conversas.

Jobim tem falado com todos. Já almoçou com Temer e FHC e marcou de encontrar com Lula nos próximos dias. Gilmar, por sua vez, hoje é próximo ao presidente, que participa de negociações para articular um acordo para a reforma política, diante do debate sobre a criminalização das doações eleitorais.

Este é o ponto que atinge os principais expoentes da política brasileira, inclusive Temer, Lula e FHC, os três citados nas delações de executivos da Odebrecht por recebimento de dinheiro de forma indevida, por exemplo.

As acusações contra Lula e FHC foram encaminhadas a instâncias inferiores pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, visto que ambos não têm foro privilegiado. Temer, por sua vez, apesar de citado em dois inquéritos, não é investigado por sua "imunidade temporária" como presidente.

A convergência entre os três é: se não houver entendimento para assegurar um processo eleitoral "tranquilo" em 2018, aparecerá um "outsider" ou "aventureiro".

O acordo de bastidores passaria pela manutenção de Temer até 2018 e a realização de eleições diretas, em outubro do ano que vem, com a participação de Lula.

A tese de quem está à frente das negociações é que não há tempo para uma condenação em segunda instância do petista até 2018, o que o deixaria inelegível. E, caso exista, garantem, haveria recursos em instâncias superiores.

As conversas, por ora, estão divididas entre as articulações de cúpula, que costuram o pacto para a classe política, e as do Congresso, que buscam medidas práticas para eliminar o que consideram abusos da Lava Jato e fazer uma reforma política.

VOTAÇÕES

Entre o que esses grupos avaliam ser possível votar no Congresso para 2018 estão a aprovação da cláusula de barreira para partidos e o fim das coligações proporcionais.

Isso fortaleceria as siglas do establishment e enfraqueceria nanicos e aventureiros.

Projetos como a anistia ao caixa dois, um novo modelo para o financiamento de campanha eleitoral e até o relaxamento de prisões preventivas, que mantêm encarcerados potenciais delatores para a força-tarefa, também entrariam na lista de medidas.

FHC, Temer e Lula se falaram pessoalmente sobre o assunto em fevereiro, quando os dois primeiros visitaram o petista no hospital onde sua mulher estava internada.

A partir dali, emissários se movimentaram com mais frequência, mas, por ora, não há expectativa de que os três se encontrem novamente.

Mas em público, os agentes têm falado. FHC afirmou que é preciso "serenar os ânimos" e "aceitar o outro". Já havia dito que era preciso fazer "distinções" entre quem recebeu recursos de caixa dois e quem obteve dinheiro para enriquecer. Gilmar Mendes e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo (PT) acompanharam o tucano.

No Congresso, o discurso é ainda mais direto. Parlamentares repetem que é preciso "separar o joio do trigo" e "salvar a política".


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Comentários

Nehemias

Eles sabem que, Lula é uma lágrima de Cristo.

sonia

Esses pacto de sobrevivência não é um acordo de gente séria.. \"Quem tem a Lei acima de si próprio não é digno\" INTERVENÇÃO MILITAR JÁ !!!


Versão Sertão do Araripe

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18/09


2017

No túnel do tempo

O ex-vereador de Cabrobó e ex-deputado estadual, Valdemar Ramos, recepcionando, no Alvorada Clube, em 1982, os então deputados federais Mansueto de Lavor, Jarbas Vasconcelos e Miguel Arraes, este retornando do exilio. Também o senador Marcos Freire, o advogado Edgar Moury Fernandes e o então prefeito de Caruaru, José Queiroz. A foto foi enviada pelo leitor Ed Cavalcante, de Cabrobó.

Em 1986, Valdemar Ramos se candidatou a deputado estadual e ficou na 4ª suplência, assumindo em 1988, onde passou dois anos no cargo. Este ano (2017), são completados nove anos da morte do ex-deputado e 30 anos de falecimento do ex-senador Marcos Freire. Se você tem uma foto histórica nos envie agora pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp: 9.8222-4888


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Versão Mata Sul

18/09


2017

Dodge toma posse como procuradora-geral da República

Do G1

Há mais de três décadas no Ministério Público Federal (MPF), Raquel Dodge tomou posse, na manhã de hoje, no cargo de procuradora-geral da República, na cadeira que foi ocupada nos últimos quatro anos por Rodrigo Janot.

Em sua fala de oito minutos na cerimônia de posse, a nova chefe do Ministério Público prometeu defender a democracia, zelar pelo bem comum e meio ambiente e garantir que ninguém esteja "acima da lei".

A cerimônia de posse contou com a presença de familiares de Raquel Dodge, integrantes do Ministério Público, magistrados e políticos. Prestigiaram a solenidade os chefes dos Três Poderes: o presidente da República, Michel Temer, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Antecessor da nova procuradora-geral, Janot não participou da solenidade alegando "motivos protocolares". Em uma carta enviada no domingo (17) aos integrantes do MPF, o agora ex-procurador-geral desejou à sucessora "sorte e sobretudo energia para os anos que virão".

Após a execução do Hino Nacional, Michel Temer assinou o termo de posse de Raquel Dodge. Na sequência, ela assinou o livro e fez seu primeiro discurso como procuradora-geral da República. “Estou ciente da enorme e tarefa que está diante de nós e da legítima expectativa a que seja cumprida com firmeza, equilíbrio e coragem”.

Primeira mulher a assumir o comando do Ministério Público, Raquel Dodge chefiará a PGR pelos próximos dois anos.

Desde 1987 no Ministério Público Federal, ela foi indicada para o comando da PGR por Temer, em junho. Raquel Dodge ficou em segundo na eleição da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), atrás de Nicolao Dino, candidato apoiado por Janot. A indicada por Temer foi aprovada pelo Senado em julho.

À frente do MPF, Raquel tem a missão de garantir a continuidade da Operação Lava Jato, que investigou mais de cem políticos de diferentes partidos durante a gestão de Janot, que se tornou o primeiro procurador-geral a denunciar um presidente da República.

A solenidade ocorreu no início da manhã, a pedido do Palácio do Planalto, para que Temer conseguisse embarcar a tempo para Nova York, nos Estados Unidos, para participar, nesta noite, de um jantar que será oferecido pelo presidente norte-americano Donald Trump. Nesta terça (19), o chefe de Estado brasileiro fará o tradicional discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

'Abuso de autoridade'

Ao final da primeira manifestação de Raquel Dodge como procuradora-geral, Michel Temer fez um rápido discurso de improviso.

Em meio à fala, o presidente da República voltou a alfinetar Rodrigo Janot, que se tornou um dos principais desafetos do peemedebista.

"Foi com prazer imenso ouvi-la dando aula em seu discurso. Uma aula referente aos grandes princípios regentes do nosso país, todos eles encartados na Constituição Federal de 88. Foi com o prazer extraordinário que eu ouvi dizer que autoridade suprema não está nas autoridades constituídas, mas está na lei. Ou seja, toda vez que há ultrapasse dos limites da Constituição Federal ou dos limites da lei, verifica-se o abuso de autoridade", afirmou Temer em meio ao discurso.

"Porque a lei é a maior autoridade do nosso sistema. Não é sem razão que a constituição estabelece que o poder não é nosso, mas é do povo. Não é sem razão a ouvi dizer da harmonia entre os poderes", complementou.

O antecessor de Raquel Dodge apresentou duas denúncias contra Temer, a última na quinta-feira (14), pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa. Para que o Supremo possa analisar a acusação, é preciso a autorização da Câmara dos Deputados.

Na primeira denúncia, apresentada em junho por corrupção passiva, a maioria dos deputados decidiu barrar a acusação. Com isso, a denúncia de corrupção só poderá ser analisada pelo Judiciário ao final do mandato de Temer.


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Versão Sertão do Moxotó

18/09


2017

Governador e prefeita de Caruaru, renunciem!

Por Leandro Magalhães*

Andar pelo Estado de Pernambuco é um passeio similar a andar pelas ruas da Síria, onde há uma duradoura guerra civil vista com indiferença pelos governantes. A diferença é que em Pernambuco não há armas químicas, nem mísseis tomahawks.

A semelhança é que o poder público, em Pernambuco, é o grande responsável pela violência, que vem matando pernambucanos e quem visita o Estado. Isso pela incompetência administrativa e pela omissão de ações.

Há dúvidas, governador? Ande sozinho pelo centro do Recife, Vila Velha, em Itamaracá, Sítio Histórico de Olinda, Cajueiro Seco, em Jaboatão. No mínimo será roubado como eu fui enquanto caminhava às 9h da manhã na praia de Boa Viagem quando visitei pela última vez o meu Estado.

Até agosto, quase 4.000 pessoas já foram assassinadas, um aumento de mais de 80% em comparação a 2013. Quase o dobro dos assassinatos. Dados da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, nos quais eu não confio. O número deve ser muito superior a isso, porque passamos a conviver com a violência envolvendo amigos, familiares e pessoas próximas a nós.

É o caso do amigo jornalista Alexandre Farias que foi atingido na cabeça por uma bala perdida no sábado (16), no Alto do Moura, em Caruaru, após sair do trabalho.

Quem são os responsáveis por isso? Há pelo menos duas pessoas: a prefeita de Caruaru e o governador de Pernambuco. O que vimos no final de semana foi um dos vários exemplos de insegurança no Estado, que revela uma má administração dos gestores. Essa ingerência recai, sim, no colo do governador e de qualquer prefeito. Esse é o ônus do cargo que exercem.

E o que os dois imperitos e desazados administradores disseram? A prefeita, ela divulgou uma infeliz nota em que questiona: "Até quando vamos sair de casa sem saber se vamos voltar?"

Ora, a maior autoridade administrativa de Caruaru não sabe o que fazer? A senhora foi eleita para solucionar problemas na sua cidade e não questioná-los. Resolva! Crie ações paralelas! Não tem verba? Corte cabides de emprego e invista em câmeras de segurança, iluminação. Seria o primeiro grande passo. A população não tem condições, como a senhora tem, de ter carro blindado.

E o governador? O que fez? Nada. Omitiu-se. Típico de um gestor que passa horas em excessivas reuniões vazias de resultados, trancado no gabinete, no Palácio do Campo das Princesas, em vez de andar pelo Estado para ver a guerra em que a sociedade está mergulhada. O que lhe interessa é tão somente a reeleição em 2018.

Administrar não significa criar cabides de emprego e fazer de conta que investe em segurança, senhores! Governar significa, entre outras coisas, dar segurança plena à população que lhe paga caro por isso, governador!

Em nada surte efeito aumentar o número de policiais que trabalham com colete vencido, sem infraestrutura, nem comprar novas viaturas ou criar postos de segurança que só servem de enfeite, como os que já existem. Qual o policial que se arrisca perder a vida, na rua, por um salário de pouco mais de dois mil reais?

Já passou da hora de fazer uma revolução na segurança pública de Pernambuco, fazer um estudo de caso, assim como ocorreu em Nova Iorque e em Bogotá. Os bons exemplos estão aí. A prioridade é que falta. Aí é quando surge o velho discurso de jogar a culpa no outro. Vocês, gestores, são os responsáveis!

Aos futuros gestores ao governo do Estado, vai uma dica: estudem e saibam administrar! Precisamos de líderes à altura do nosso Estado. Aos atuais gestores que não sabem como acabar com a violência em Pernambuco, por favor, renunciem!

A permanência dos senhores causa um dano irreparável e uma dor incomensurável no peito de centenas de pernambucanos que perdem, diariamente, amigos, parentes, colegas de trabalho.

Os senhores não estão aptos a exercer essa função. Enquanto estiverem nos seus cargos, alheios aos interesses da população, estarão prestando um desserviço à sociedade, que clama e almeja por segurança, além de contribuírem para o surgimento de outros Alexandres, que revelam ao País a ingerência da segurança pública no Estado, que machuca e fere de forma cruel cada um de nós (pernambucanos), sobreviventes – por enquanto – nesta guerra em Pernambuco.

* Repórter do Jornal da Cultura (TV Cultura), de São Paulo


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tadeu melo

Concordo com tudo!!!



18/09


2017

Os municípios pagam a conta da crise

Por José Fortunati*

Ao analisar o IFGF (Índice Firjan de Gestão Fiscal), constatamos que em 2016, devido à grave crise econômica que vive o País, nada menos do que 86% das prefeituras brasileiras apresentaram uma situação fiscal considerada difícil ou crítica, "beirando a insolvência", e que o nível de investimentos feitos atingiu o menor patamar em 10 anos. São os municípios que estão pagando a conta da crise econômica, já que devem atender o cidadão em suas demandas básicas tais como saúde, educação, assistência social, limpeza urbana etc.

O IFGF, baseado em dados oficiais coletados junto à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) concluiu que apenas 13 cidades (0,3% do total) de pequeno porte conseguiram uma gestão de excelência, com nota "A". E 13% do total das cidades foram avaliadas com o conceito "B", ou seja, como "boa gestão", situação em que se encontra Porto Alegre (a Capital de todos os gaúchos repetiu a mesma avaliação de 2015). O mais preocupante é o fato de que das 4.544 cidades avaliadas, 86% foram consideradas com uma situação fiscal absolutamente preocupante (com notas "C" ou "D").

Atualmente, 57% de tudo que é arrecadado no País em termos de tributos fica nas mãos da União; 25% é distribuído para os 26 estados e o Distrito Federal e, absurdamente, os 5.570 municípios brasileiros repartem as migalhas de apenas 18% do montante total que é arrecadado do bolso do contribuinte.

Por isso, torna-se necessária, de forma urgente, a discussão sobre uma nova reforma tributária e um novo Pacto Federativo, encontrando uma forma de equalizar a pesada carga tributária que onera o contribuinte e um modo de tornar mais justa a distribuição destes recursos para os municípios que devem atender às legítimas demandas dos cidadãos.

*Ex-prefeito de Porto Alegre/RS


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fenelivro 2017

18/09


2017

A charge do dia


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Nehemias

O Brasil é o único País em que os RATOS conseguem botar a culpa no queijo.

sonia

kkkkkkkkkkkkkkkk


Flamac - 2

18/09


2017

A vida é um sutiã, meta os peitos!

Os zumbis vermelhos disseminam a “ideologia de gênero” tipo uma seita de fanáticos para insultar a sociedade, subverter as leis da ciência e promover a desordem moral. Esta é a ira do Profeta Adalbertovsky: “Os zumbis reverenciam como guru espiritual o Sapo Safadão, aliás, Sapo Sapiens. Um dos lances mais ousados, ou cínicos, dos zumbis vermelhos é a chamada ideologia de gênero. Eles querem revogar os cromossomos genéticos que definem machos e fêmeas.

“Todíssimas as criaturas possuem um sexo de nascença. Assim são fabricados os ovários, a próstata, as glândulas mamárias, as genitálias côncavas e convexas. São as leis da natureza. Os “revolucionários” da ideologia de gênero dizem que as criaturas nascem assexuadas, feito os vegetais, e só depois de taludos poderão decidir se desejam ser um marmanjo do sexo masculino, ou do sexo feminino, fêmea masculina, flex, duplex ou triplex.

“Deus pôs alma nos cedros, nos junquilhos”, disse o bem-aventurado poeta Augusto dos Anjos, dos pecadores e das árvores da Serra da Borborema. O sábio francês Blaise Pascal ensinou: “O homem é um caniço pensante”. Se fosse um sertanejo diria: “O homem é um mandacaru pensante”, ou “um alto coqueiro pensante”. Não diria que é um pé-de-cana de açúcar pensante porque este é um vegetal reacionário a serviço dos usineiros da Zona da Mata.

“A ideologia de gênero veio de longe. Nos anos 1960, na França, uma mulher griladíssima chamada Simone de Beauvoir um dia acordou de ovo virado e lançou uma ideia pirada: ninguém nasce mulher, a gente se faz mulher. A moda naquele tempo era queimar sutiãs. A galera feminista delirou, delirou e houve uma fogueira de sutiãs. Joaquim Francisco, o filósofo de Macaparana, costuma dizer: “A vida é um sutiã, meta os peitos!” A crônica do Profeta Adalbertovsky está postada no Menu Opinião.


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ABAIXO FALSO MORALISMO

Esse aí consegue ser ridículo toda hora viu . Se supera . Morre logo profeta . Q um câncer te pegue na esquina

Nehemias

O ostracismo avelhenta. As reclamações, avelhentam. As doenças avelhentam. A gordura avelhenta. Avelhentar-se é cruel. Cuide-se!

Mauro Guerra

Magno, para contrapor a uma ideia de outrem, é necessário ser deselegante? Tentar denigrir as pessoas que pensam diferente de vc? A ponto de não usar o próprio nome?


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18/09


2017

BNDES não aceita pai de Wesley à frente da JBS

O Globo

Banco não aceita indicação de Zé Mineiro (Foto)

O BNDES quer anular a reunião de sábado à noite do Conselho de Administração da JBS, na qual José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, fundador da empresa, foi eleito presidente, em substituição a seu filho, Wesley Batista, preso na última quarta-feira. O presidente do banco de fomento, Paulo Rabello de Castro, afirmou ao GLOBO que vai consultar a área jurídica da instituição para avaliar a possibilidade de suspender a decisão. Paulo Rabello alega que a reunião foi “convocada às pressas” e que não havia previsão para que os conselheiros deliberassem sobre o processo de sucessão. Ele diz ainda que não sabia do encontro e que a representante do banco no Conselho, Claudia Santos, “votou por conta própria”.

Conhecido como Zé Mineiro, José Batista Sobrinho, de 83 anos, foi eleito por unanimidade para cumprir o mandato em curso, que termina apenas em maio de 2019. Suas iniciais dão nome à JBS, empresa que fundou em 1953 como um pequeno açougue na cidade goiana de Anápolis. A nomeação do patriarca contraria o BNDES, maior acionista individual da JBS, com 21% do frigorífico. O banco tem defendido publicamente o afastamento da família Batista do comando da companhia e chegou a convocar uma assembleia extraordinária de acionistas para propor que seja movida uma ação judicial contra os controladores, devido aos prejuízos causados à JBS pelo envolvimento dos irmãos Batista em esquema de corrupção. A assembleia foi suspensa pela Justiça.

— O BNDES não mudou de posição. A conselheira votou por conta própria e pode ter sido pressionada. Ela votou no sufoco, é uma excelente advogada. Não tomei conhecimento da reunião antes. Foi uma reunião na calada da noite e convocada às pressas. Essa reunião pode ser invalidada por não cumprir com algumas regras de governança, como uma pauta prévia. Vou consultar o jurídico do banco para verificar a possibilidade de anular a decisão — disse Paulo Rabello. — Temos que reformular todo o Conselho de Administração, toda a diretoria e até o Conselho Fiscal. A JBS é um exemplo de má administração.

Leia a continuação da reportagem aí: Presidente do BNDES quer anular eleição de patriarca ... 


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sonia

País falido... isso é o que deu votar no 13.


ArcoVerde

18/09


2017

Raquel Dodge tem desafio: mudar sem afetar Lava Jato

Folha de S.Paulo – Reynaldo Turollo JR

A nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, 56, assume com a intenção de mudar o estilo de condução da instituição e mostrar que não vai diminuir o ritmo da Lava Jato, apesar de ter sido indicada por Michel Temer, alvo de duas denúncias do antecessor Rodrigo Janot.

Dodge toma posse nesta segunda-feira (18) em uma rápida cerimônia com a presença do presidente Temer. Ambos devem fazer um rápido pronunciamento.

Janot já avisou que não vai à cerimônia. Adversário de sua sucessora, ele alega que não foi convidado para a posse. Raquel Dodge rebate essa versão e afirma que o chamou por e-mail.

A palavra "discrição" é usada nas rodas de conversa dos assessores e procuradores mais próximos da nova chefe da Procuradoria-Geral da República para definir o estilo dela.

Diferentemente de Janot, Dodge pretende evitar o protagonismo na condução da Lava Jato. Delegou a missão ao procurador José Alfredo de Paula Silva, que vai coordenar o grupo de trabalho da operação dentro da Procuradoria-Geral.

Ele atuou na investigação do mensalão e na Operação Zelotes, que investiga esquema de fraudes no Carf, conselho no qual contribuintes recorrem de multas aplicadas pela Receita Federal.

OUTROS TEMAS

Em relação às delações premiadas, Dodge deve fazer um...

Leia a continuação clicando aí: Nova procuradora-geral, Dodge tem desafio de mudar sem afetar ...


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Supranor 1

18/09


2017

Janot tinha pressa para tirar Temer e barrar Dodge

Folha de S.Paulo – Camila Mattoso

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, 36, afirma que Rodrigo Janot fez o acordo de delação com a JBS com o objetivo de derrubar o presidente Michel Temer e impedir a nomeação de Raquel Dodge para substituí-lo no comando da Procuradoria-Geral da República.

Ele contou que presenciou uma conversa em que Janot (a quem chama pelo primeiro nome, Rodrigo) afirmou: "A minha caneta pode não fazer meu sucessor, mas ainda tem tinta suficiente para que eu consiga vetar um nome". "Ele tinha pressa e precisava derrubar o presidente", diz. "O Rodrigo tinha certeza que derrubaria", afirma.

Villela concedeu à Folha no sábado (16) sua primeira entrevista após deixar a prisão, no dia 1º de agosto, onde ficou por 76 dias sob suspeita de vazar à JBS informações do Ministério Público. "A desonra dói muito mais que o cárcere", disse.

Alvo da Operação Patmos, de 18 de maio, ele foi denunciado por corrupção passiva, violação de sigilo funcional e obstrução de Justiça.

Em sua delação, Joesley Batista, a JBS, disse que Villela teria recebido uma "ajuda de custo" de R$ 50 mil por mês para vazar informações. Depois, porém, afirmou não saber se o dinheiro chegava ao procurador.

O advogado Willer Tomaz seria o intermediário. A Polícia Federal monitorou em maio um encontro de ambos com Francisco Assis e Silva, advogado e delator da empresa.

Villela integrava a força-tarefa da Operação Greenfield, que investiga um suposto esquema de uso irregular de recursos de fundos de pensão.

Na entrevista, ele nega ter recebido propina e diz que se aproximou da JBS para negociar uma delação. Relata sua amizade com Janot e afirma que o ex-procurador-geral chamava Dodge de "bruxa" em conversas reservadas.

Leia entrevista na íntegra clicando aí ao lado: Janot tinha pressa para tirar Temer e barrar Dodge, afirma procurador ...


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18/09


2017

Sem reforma, Supremo pode barrar coligações

O Globo

Os parlamentares costumam fazer críticas ao que consideram interferência do Judiciário em assuntos do Legislativo, mas a reforma política poderá ser o próximo assunto que acabará nas mãos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por falta de ação dos próprios deputados. O alerta foi feito pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, em encontros com congressistas para tratar da votação da reforma política pela Câmara. O tema que poderá migrar do Legislativo para o Judiciário é o que trata das coligações entre os partidos nas eleições proporcionais.

Essa é considerada uma das principais disfunções do sistema eleitoral brasileiro, uma vez que os eleitores escolhem para representá-los na Câmara deputados de uma linha ideológica e podem acabar elegendo outros, com bandeiras muito distintas. Em 2010, por exemplo, os eleitores de São Paulo que votaram em Tiririca (PR) para deputado acabaram ajudando a eleger Protógenes Queiroz (PCdoB). Além disso, a avaliação majoritária hoje no STF é que as coligações partidárias foram focos de irregularidades apontadas pelas próprias investigações da Lava-Jato e que não seria possível manter o atual sistema na eleição de 2018.

O caso seria discutido usando uma brecha em ação já em análise no STF, caso a Câmara não consiga avançar na votação da reforma política. O alvo é uma ação ajuizada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que trata da distribuição das vagas decididas pelo atual modelo.


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Mobi Brasil 3

18/09


2017

Posse: desafeto Janot não vai, mas Gilmar estará lá

Crítico de Janot, o ministro Gilmar Mendes participará da posse de Dodge nesta segunda (18). O presidente Michel Temer fará um discurso rápido antes de embarcar para os EUA.

Em sessão no TRF 1, o procurador José Alfredo de Paula Silva, que vai assumir a coordenação da Lava Jato em Brasília, afirmou que a atuação de Raquel Dodge, nova chefe do MPF, será marcada pela discrição. Segundo ele, o órgão “não pode querer ser um ator da agenda política”.

“Não é nosso papel. Nós já temos poder demais com o que fazemos. A nossa responsabilidade é muito grande para que queiramos amplificá-la indevidamente”, disse Paula Silva.


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Asfaltos

18/09


2017

Caravana: apesar de Palocci, Lula insiste em voltar

Apesar de Palocci, Lula segue em agenda de candidato. Nesta semana, o PT formará uma comissão para definir detalhes da caravana de Lula por Minas Gerais, em outubro.

Enquanto isso, Geraldo Alckmin tem feito uma série de conversas com economistas. A mais recente foi com Joaquim Levy, ministro da Fazenda de Dilma Rousseff e atual diretor financeiro do Banco Mundial. O governador tem encontro agendado na Casa das Garças, no Rio.

Alckmin esteve também com o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e Eduardo Giannetti da Fonseca, que assessorou a ex-senadora Marina Silva em suas campanhas pela Presidência.(Painel FSP)


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Nehemias

Palocci Não Conseguiu ‘Matar’ Lula. Lula não perdeu votos, como continua em alta nas pesquisas.

Nehemias

Ascensão de Lula desespera antipetistas. Desde que, durante as prévias das eleições de 2014, Aécio Neves preanunciou, em cadeia nacional no debate com Dilma Rousseff, que o plano era acabar com o PT, o Brasil foi dividido ao meio. Não geograficamente, mas antes apenas fosse.

Alberto Costa Santos

Magno Martins fala no texto acima, sobre a grandeza do PMDB, que Gedel não tem o que delatar, e que Lula continuará a caravana apesar de Palocci. Haja incoerência.!

Nehemias

O sofrimento da mídia com Lula. Dá para imaginar a angustia que toma conta dos barões da mídia e de seus sabujos das redações diante da ascensão de Lula Depois de liderarem a maior caçada da história a um político brasileiro, são obrigados a amargar a teimosa liderança de Lula em todas as pesquisas. E, agora, o desafio é fazer das tripas coração para diminuir o impacto do corpo a corpo de Lula com o povo nordestino. Antes mesmo de a caravana lulista começar a rasgar o sertão reeditando 1994, a mídia, com o gosto amargo do fel da inveja na boca, já desfiava um rosário de problemas a serem enfrentados por Lula.


bm4 Marketing 3

18/09


2017

Já descrentes, aliados do PT procuram substituto de Lula

No reflexo mais explícito do estrago que a ofensiva judicial fez às pretensões do ex-presidente Lula, o PC do B, parceiro histórico do PT em eleições nacionais, decidiu iniciar consulta aos seus dirigentes para buscar uma alternativa para 2018. A decisão foi tomada após uma série de reuniões ao longo da última semana. O depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sergio Moro alastrou a sensação de que o petista não conseguirá ser candidato. E a sigla quer ter o próprio plano B até novembro.

Integrantes da legenda estão divididos sobre o movimento, mas ele foi deflagrado. Não haverá gesto hostil a Lula. Se ele puder concorrer, a aliança está assegurada — o problema, dizem, é que cada vez menos gente dentro e fora do PT acredita nessa possibilidade.

O recente ataque de Ciro Gomes (PDT-CE) a Lula foi um outro sintoma do movimento de desagregação da esquerda. Em revide, o PT afirma que, ao partir para cima do petista, o pré-candidato do PDT ao Planalto minou as chances de uma aliança caso o ex-presidente não possa ser candidato. Integrantes de movimentos sociais ligados ao PT dizem que o gesto aumentou a rejeição a Ciro.  (Painel – Folha de S.Paulo)


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18/09


2017

Guerra na PGR prejudica o país e favorece os corruptos

Leandro Colon – Folha de S.Paulo

A Procuradoria-Geral da República amanhece sob novo comando. Assume Raquel Dodge, indicada pelo presidente Michel Temer, sai Rodrigo Janot, algoz do peemedebista nos últimos meses.

Janot avisou que não iria à posse porque não fora convidado. Dodge diz que o chamou por e-mail, assim como fez com todos os procuradores.

A Folha desta segunda-feira (18) mostra que o tiroteio dentro da PGR deve continuar: depois de ficar preso por 76 dias, a pedido de Janot, o procurador Ângelo Villela quebra o silêncio e, em entrevista à repórter Camila Mattoso, afirma que o colega construiu a delação da JBS para derrubar Temer com o objetivo de impedir a nomeação de Dodge, espécie de líder de grupo político antagônico.

As palavras de Villela, acusado por Janot de ter agido como um infiltrado da JBS dentro do Ministério Público, devem ser lidas com cautela, afinal é um denunciado atacando seu acusador. Porém, é uma versão de quem até pouco tempo atrás frequentava a casa de Janot. Eram amigos (o próprio Janot diz isso). Villela contou, por exemplo, que integrou um grupo reservado do gabinete da PGR para troca de mensagens onde o chefe chamava Dodge de "bruxa"

A lambança no caso JBS manchou um mandato que cometeu equívocos, mas que ao mesmo tempo deixou um legado para a Lava Jato. Se Eduardo Cunha hoje está na cadeia, deve-se ao esforço da equipe do ex-PGR. O imenso acordo de delação da Odebrecht teve uma participação fundamental de Janot. O saldo é de uma gestão turbulenta, com altos e baixos e métodos discutíveis. Uma gestão que como nunca jogou luz sobre a atuação do Ministério Público.

A entrevista de Villela é reveladora sobre as entranhas políticas de uma instituição dividida e da qual se depende tanto para combater os malfeitos com o dinheiro público. Não se espera que o grupo de Janot colabore com o de Dodge. A guerra está conflagrada na PGR. Perde o país com o racha. Bom para os corruptos.


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18/09


2017

Governo e oposição: que fará Raquel com as delações?

Tales Faria – Blog Poder 360

É grande a expectativa no Planalto e na oposição quanto ao tratamento que Raquel Dodge dará a delações premiadas ainda no forno da Lava Jato. Os dois lados não sabem como a futura procuradora-geral da República tratará do assunto.

Para os colegas, a nova chefe já criticou a forma como o atual procurador, Rodrigo Janot, vinha conduzindo as delações. Ela chegou a anunciar que montará 1 grupo para fiscalizar o cumprimento dos acordos. Mas também tem se declarado uma defensora desse instrumento de investigação.

A procuradora-geral tem dito que, assim que assumir, na 2ª feira (18.set.2017), checará algumas delações acertadas por Janot. Serão revisitados os casos da Odebrecht, do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

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DELAÇÃO DA J&F

Às vésperas de deixar o cargo, Rodrigo Janot anulou as delações de Joesley Batista, principal acionista da J&F (dono do frigorífico JBS-Friboi), e Ricardo Saud, executivo do grupo. O PGR ressaltou que a decisão não impede o uso de provas por eles apresentadas. Em tese, mesmo essa decisão poderá ser revista pela nova comandante da PGR.

DELAÇÕES NA FILA

Após o anúncio de Dodge como procuradora-geral da República, houve uma corrida de advogados para fechar delações premiadas. Há receio sobre como ela se comportará. O operador Lúcio Funaro foi 1 dos que conseguiram. Mas há outros ainda na fila:

  • Geddel Vieira Lima— preso junto com o ex-ministro, o advogado Gustavo Ferraz iniciou negociações com a Lava Jato. Já informou que pegou em São Paulo uma das malas de dinheiro encontradas no apartamento de Geddel. A PF acredita que, com sua colaboração, Geddel acabará delatando. O Planalto tem calafrios com essa hipótese;
  • Antonio Palocci— o ex-ministro da Fazenda negocia sua delação há meses. Começou disparando flechadas contra o PT e os ex-presidentes Lula e Dilma. Tem potencial para abrir fogo contra bancos e empresas ainda não arroladas na Lava Jato;
  • Ricardo Saud— o executivo da JBS é alvo da desconfiança dos donos da empresa desde que o grupo começou a perder os benefícios da delação premiada. Pode entregar todos os passos ainda desconhecidos de Joesley e Wesley Batista;
  • Eduardo Cunha— espera Raquel Dodge para voltar a negociar. É uma esfinge. Pode ajudar Michel Temer a desmontar a delação do operador Lúcio Funaro. Ou se tornar o tiro de misericórdia contra o Planalto.


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