FMO

13/04


2017

Temer, Lula e FHC em pacto por sobrevivência política

Nelson Jobim e Gilmar Mendes principais emissários nas conversas

Folha de S.Paulo – Marina Dias

Foi em novembro do ano passado, quando a Lava Jato mostrou poder para atingir novos setores políticos e econômicos, que emissários começaram a costurar um acordo entre dois ex-presidentes e o atual chefe da República.

O objetivo era que Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (PMDB) liderassem um pacto para a classe política, fragilizada pelo avanço das investigações.

Apartamentos de autoridades e restaurantes sofisticados serviram para que aliados dos líderes políticos discutissem medidas para limitar a operação e impedir que o grupo formado por PSDB, PT e PMDB seja, nas palavras de articuladores desse acordo, exterminado até 2018.

Nas últimas semanas, a Folha ouviu pessoas relacionadas às três partes e a avaliação foi unânime: a Lava Jato, segundo elas, quer eliminar a classe política e abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado, por exemplo, por aqueles que comandam a investigação.

O bom trânsito com os dois ex-presidentes e com Temer credenciou o ex-ministro do STF Nelson Jobim e o atual ministro da corte Gilmar Mendes como dois dos principais emissários nessas conversas.

Jobim tem falado com todos. Já almoçou com Temer e FHC e marcou de encontrar com Lula nos próximos dias. Gilmar, por sua vez, hoje é próximo ao presidente, que participa de negociações para articular um acordo para a reforma política, diante do debate sobre a criminalização das doações eleitorais.

Este é o ponto que atinge os principais expoentes da política brasileira, inclusive Temer, Lula e FHC, os três citados nas delações de executivos da Odebrecht por recebimento de dinheiro de forma indevida, por exemplo.

As acusações contra Lula e FHC foram encaminhadas a instâncias inferiores pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, visto que ambos não têm foro privilegiado. Temer, por sua vez, apesar de citado em dois inquéritos, não é investigado por sua "imunidade temporária" como presidente.

A convergência entre os três é: se não houver entendimento para assegurar um processo eleitoral "tranquilo" em 2018, aparecerá um "outsider" ou "aventureiro".

O acordo de bastidores passaria pela manutenção de Temer até 2018 e a realização de eleições diretas, em outubro do ano que vem, com a participação de Lula.

A tese de quem está à frente das negociações é que não há tempo para uma condenação em segunda instância do petista até 2018, o que o deixaria inelegível. E, caso exista, garantem, haveria recursos em instâncias superiores.

As conversas, por ora, estão divididas entre as articulações de cúpula, que costuram o pacto para a classe política, e as do Congresso, que buscam medidas práticas para eliminar o que consideram abusos da Lava Jato e fazer uma reforma política.

VOTAÇÕES

Entre o que esses grupos avaliam ser possível votar no Congresso para 2018 estão a aprovação da cláusula de barreira para partidos e o fim das coligações proporcionais.

Isso fortaleceria as siglas do establishment e enfraqueceria nanicos e aventureiros.

Projetos como a anistia ao caixa dois, um novo modelo para o financiamento de campanha eleitoral e até o relaxamento de prisões preventivas, que mantêm encarcerados potenciais delatores para a força-tarefa, também entrariam na lista de medidas.

FHC, Temer e Lula se falaram pessoalmente sobre o assunto em fevereiro, quando os dois primeiros visitaram o petista no hospital onde sua mulher estava internada.

A partir dali, emissários se movimentaram com mais frequência, mas, por ora, não há expectativa de que os três se encontrem novamente.

Mas em público, os agentes têm falado. FHC afirmou que é preciso "serenar os ânimos" e "aceitar o outro". Já havia dito que era preciso fazer "distinções" entre quem recebeu recursos de caixa dois e quem obteve dinheiro para enriquecer. Gilmar Mendes e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo (PT) acompanharam o tucano.

No Congresso, o discurso é ainda mais direto. Parlamentares repetem que é preciso "separar o joio do trigo" e "salvar a política".


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Nehemias

Eles sabem que, Lula é uma lágrima de Cristo.

sonia

Esses pacto de sobrevivência não é um acordo de gente séria.. \"Quem tem a Lei acima de si próprio não é digno\" INTERVENÇÃO MILITAR JÁ !!!


Versão Agreste Setentrional

Confira os últimos posts

25/05


2017

Fernando entra com recurso contra expulsão do PSB


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N. Power

Deveria dar garças a deus porque o lugar dele deveria ser outro.


Versão Sertão Central

25/05


2017

Ministério é evacuado após ameaça de bomba

O prédio do Ministério do Trabalho e Emprego foi evacuado por agentes da Polícia Federal na manhã esta quinta-feira (25), em Brasília, por causa de uma ameaça de bomba. O esquadrão antibombas está no local. A informação foi confirmada pela SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Distrito Federal.


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sonia

Olha ai Michel Temer o \"TEM QUE MANTER ISSO, VIU?\"? fazendo falta.


Versão Agreste Central

25/05


2017

Michel Temer recua e revoga decreto da GLO

Após críticas da oposição, da base aliada e de integrantes do Judiciário, o presidente da República, Michel Temer (PMDB), recuou e decidiu revogar nesta quinta-feira (25) o decreto de ontem que autorizava a presença de tropas das Forças Armadas para fazer a segurança de prédios públicos na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A decisão foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União e já está em vigor.

A revogação foi anunciada menos de 12 horas depois de o decreto da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) ter sido instituído. A decisão foi tomada em reunião de Temer com Jungmann e os ministros Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria­Geral da Presidência) no início da manhã no Palácio do Planalto.

Após prédios de ministérios serem incendiados, depredados e evacuados durante a manifestação de ontem na capital federal, o governo decretou o reforço na segurança por meio das Forças Armadas. O ato teria validade até 31 de maio e poderia ser prorrogado. Em nota, o ministério da Defesa informou que 1.500 homens foram mobilizados, sendo 1.300 militares do Exército e 200 fuzileiros navais. Após críticas da oposição, da base aliada e de integrantes do Judiciário, o presidente da República, Michel Temer (PMDB), recuou e decidiu revogar nesta quinta­feira (25) o decreto de ontem que autorizava a presença de tropas das Forças Armadas para fazer a segurança de prédios públicos na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A decisão foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União e já está em vigor.

A revogação foi anunciada menos de 12 horas depois de o decreto da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) ter sido instituído. A decisão foi tomada em reunião de Temer com Jungmann e os ministros Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria­Geral da Presidência) no início da manhã no Palácio do Planalto.

Após prédios de ministérios serem incendiados, depredados e evacuados durante a manifestação de ontem na capital federal, o governo decretou o reforço na segurança por meio das Forças Armadas. O ato teria validade até 31 de maio e poderia ser prorrogado. Em nota, o ministério da Defesa informou que 1.500 homens foram mobilizados, sendo 1.300 militares do Exército e 200 fuzileiros navais.


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LUIZ MAIA

Só os militares salvam este país.... Antes eu ficava indignado com os canalhas que nos governam, os cretinos que os sustentam e nos obrigam a suporta-los e os pilantras que a eles se acumpliciam por rabo preso, covardia ou preguiça. Agora sinto apenas nojo, muito nojo por todos eles. Cada vez mais nojo. Ainda é tempo de virar este jogo. Mas as pessoas precisam sair às ruas empunhando a bandeira brasileira pedindo a imediata intervenção para punir os maus brasileiros. A sociedade espera uma atitude que venha tirar o povo do caos e da podridão na qual foi jogada. A organização criminosa destruiu sonhos, vidas, valores, vergonha, democracia e desmoralizaram de vez o País.

Wellington Antunes

O próprio Comando Militar reconheceu que era desnecessaria a presença das Forças Armadas nas manifestações de ontem em Brasília, mascos rola bostas de plantão aqui no Blog acham que não. Vão catar bloquinhos pobres diabos.

Wellington Antunes

Aprendiz de ditador, não sabia que os tempos são outros. Rola Bostas e coxinhas de plantao aqui no Blog insistem que os tempos não são outros. Analfabetos sem visão que vivem a implorarxa intervenção das Forças Armadas. Pobres Diabos, dá pena ver.

sonia

Oxente Cadê o \"TEM QUE MANTER ISSO, VIU?\"?

sonia

Com medinho ???



25/05


2017

Presidente sanciona com vetos Lei de Migração

O presidente Michel Temer sancionou, com vetos, a Lei de Migração, que vai regular a entrada e estada no Brasil dos migrantes e visitantes, e estabelecer diretrizes para as políticas públicas voltadas para esse público. A sanção foi publicada na edição desta quinta-feira (25) do "Diário Oficial da União". A proposta substitui o Estatuto do Estrangeiro, de 1980.

Entre os principais vetos está a previsão de anistia para quem entrou no Brasil até julho de 2016. O projeto aprovado pelo Senado em abril previa que esse grupo receberia autorização de residência independentemente de sua situação migratória prévia. O governo argumentou que a medida poderia esvaziar o poder do Estado e também que não há como precisar a data efetiva de entrada de migrantes no país, permitindo que um imigrante que entre no Brasil durante o prazo legal para que a lei entre em vigor peça regularização com base no dispositivo.

Também foi vetado a ao imigrante a possibilidade de "exercer cargo, emprego e função pública, conforme definido em edital, excetuados aqueles reservados para brasileiro nato, nos termos da Constituição" e a concessão automática de residência no país a aprovados em concursos públicos. Outro trecho vetado previa que não seria exigido "prova documental impossível ou descabida que dificulte ou impeça o exercício de seus direitos, inclusive o acesso a cargo, emprego ou função pública". Segundo o veto, o dispositivo possibilitaria o exercício do cargo por estrangeiro não residente, em afronta à Constituição.

A livre circulação de povos indígenas e populações tradicionais em terras ocupadas por seus ancestrais foi vetada. Segundo a Casa Civil, a medida afronta os artigos da Constituição que impõem a defesa do território nacional como elemento de soberania, pela via da atuação das instituições brasileiras nos pontos de fronteira, no controle da entrada e saída de índios e não índios e a competência da União de demarcar as terras tradicionalmente ocupadas, proteger e fazer respeitar os bens dos índios brasileiros.

Outro veto foi a para o parágrafo que previa a concessão de visto ou autorização de residência para fins de reunião familiar, que poderia ser estendida para outras hipóteses de parentesco, dependência afetiva e fatores de sociabilidade. De acordo com o veto, a medida poderia possibilitar a entrada de crianças sem visto e facilitar ou pemitir situações propícias ao sequestro internacional de menores.

Também foi vetada a dispensa do serviço militar de brasileiros por opção ou naturalizados que já tenham cumprimdo suas obrigações militares no país de origem. O artigo que previa a revogação da expulsões decretadas antes de 5 de outubro de 1998 foi vetado.

O trecho que previa que imigrantes que morassem no Brasil por mais de quatro anos e que cometessem crimes não poderiam expulsos também foi vetado.

A proposta, apresentada pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), atual ministro das Relações Exteriores, já havia sido aprovada pelo Senado, mas, ao ser analisada na Câmara, foi modificada pelos deputados, fazendo, assim, com que os senadores tivessem de votá-la novamente. O texto foi aprovado pelo Senado em abril.


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sonia

O Brasil procurando problemas está arrumando sarna para se coçar. Pronto, lá vem merda. “quem pariu Mateus que o embale”.

sonia

Lá vem merd@


Versão Sertão do Moxotó

25/05


2017

Temer quer prolongar ação de cassação no TSE

Andréia Sadi, do G1

O presidente Michel Temer se reuniu hoje com os seus principais assessores e advogados para discutir o agravamento da crise política após a delação da JBS.Como o chefe do Execucutivo federal descarta a renúncia e não acredita no processo de impeachment via Câmara, a preocupação do governo é a ação ajuizada no TSE pelo PSDB que pede a cassação da chapa Dilma-Temer. O julgamento será retomado em 6 de junho.

O governo já trabalha com a possibilidade de um placar contrário para Temer no TSE. Mas, mesmo assim, está "disposto a enfrentar" para "prolongar" o resultado. Isto é, vai trabalhar por um julgamento longo, apostando em um pedido de vista (mais tempo para analisar o caso), sem desfecho em junho.

A estratégia discutida- que estava descartada antes da delação da JBS- é um pedido de vista por algum ministro. Desta forma, o governo ganha tempo no tribunal já que o julgamento seria, mais uma vez, interrompido por um ministro para que ele tivesse mais tempo para analisar o processo.

Antes da delação da JBS, Temer queria finalizar o processo no TSE agora em junho. O Planalto tinha segurança do resultado favorável ao governo e queria eliminar focos de pressão exatamente por temer o avanço das investigações da Lava Jato envolvendo peemedebistas e quadros importantes do governo.

Mas o cenário mudou. Como o blog antecipou nesta semana, no entanto, o governo já conta com três votos contrários a Temer. Está em dúvida em relação ao quarto voto. São sete ministros ao total na corte.

Na dúvida, Temer prefere, segundo seus auxiliares, aposta em um cenário de crise prolongada.


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Flamac - 1

25/05


2017

Governo revoga hoje ato que jogou Exército nas ruas

O governo federal deve decidir ainda na manhã de hoje se revoga ou não o decreto assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB) que autoriza o uso das Forças Armadas para fazer a segurança de prédios públicos em Brasília até a semana que vem. Ontem, manifestantes invadiram e depredaram prédios de ministérios após confronto com a Polícia Militar.

A violência dos atos deixou 49 feridos e acabou com a detenção de ao menos oito pessoas. "Hoje, teremos uma reunião com o presidente e a decisão [sobre revogar o decreto] será tomada", disse o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), em entrevista à rádio CBN.

Leia a íntegra do decreto Participam da reunião quatro ministros: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria­Geral) e Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo), e o general Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional). Jungmann, que mencionou o encontro na entrevista, não aparece na lista de participantes.

Nessa reunião, pode haver a decisão política de revogar a medida, mas existem senões. O governo explica que há ministérios vulneráveis, por causa das depredações. Por isso não se revogou o decreto na quarta.

Muitos prédios ficaram abertos, sem segurança, e o governo temia saques. Portanto, as Forças precisavam ficar protegendo os prédios à noite, na avaliação do Planalto.

Para Jungmann, que considerou o uso das Forças Armadas como "um grande acerto", se o Exército informar que "não há nenhuma possibilidade de retornar aquele clima anterior", será dada a Temer a sugestão para revogar o decreto. O ministro ressaltou que a decisão final caberá ao presidente. "Mas isso depende de uma avaliação que a gente precisa ter da situação em toda a Esplanada dos Ministérios", comentou o ministro. Temer havia considerado que os protestos acabaram transformando­se em "baderna".

O ministério da Defesa anunciou, na noite de ontem, que 1.500 homens foram mobilizados, sendo 1.300 militares do Exército e 200 fuzileiros navais. A medida é exclusiva para os prédios públicos, segundo a pasta. Jungmann disse que, como a polícia do Distrito Federal "não estava conseguindo conter os atos de vandalismo e quebra­quebra", o governo federal não viu outra alternativa a não ser a utilização das Forças Armadas. "Algo inevitável", avaliou.


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sonia

General Villas Bôas descarta intervenção militar, mas a possibilidade existe. Tribuna da Internete.

sonia

Um amigo me falou há dias que no tempo da ditadura ele vivia com medo, eu não. Quem tem medo hoje sou eu, medo da violência que este estado \"esquerdista\", com sua política de direitos humanos, que defende toda sorte de bandidos nos fez engolir. Trinta anos de democracia na mão desses pulhas só poderia ter dado nisso. Temos que fazer uma nova constituição, retirar direitos e incluir um monte de deveres para esta população mal acostumada. Ordem e Progresso. INTERVENÇÃO MILITAR URGENTE

azevedo

A baderna pode ter tambem origem antipetista. Lembra a bomba do Riocentro

sonia

\"NÃO É MANIFESTAÇÃO PACÍFICA ! SÃO ATOS DE VANDALISMO PLANEJADOS PARA IMPEDIR O FIM DO IMPOSTO SINDICAL OBRIGATÓRIO\"

sonia

Em um futuro breve as FFAA está vindo espontaneamente para as ruas sem necessitar de um chamado de nenhuma autoridade. INTERVENÇÃO MILITAR URGENTE.


Mobi Brasil 4

25/05


2017

Dória será ouvido pela cúpula nacional do PSDB

O presidente nacional do PSDB, Tasso Jereissati, segue, daqui a pouco, para São Paulo. Quer ouvir a opinião do governador Geraldo Alckmin e do prefeito João Dória, ambos tucanos, sobre a grave crise nacional. Oficialmente, o partido ainda não se posicionou sobre a permanência na base de sustentação do Governo Temer, que tenta uma sobrevida no apoio dado pelos partidos da base. É a primeira vez que Dória ganha as atenções da cúpula nacional, que o excluiu do último programa de televisão em rede nacional. 


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Banner - Hapvida

25/05


2017

Araripina: prefeito diz que oposição se apropria de obras

  Caro Magno,

Cabe-me, na condição de prefeito de Araripina, esclarecer a você e aos seus leitores sobre as obras de recapeamento asfáltico iniciadas esta semana em um trecho de 4 km e que vai melhorar a mobilidade e o trânsito de vias importantes, como a Av. Antônio de Barros Muniz, Rua José de Souza Sombra e Rua Santana, esta última no Alto da Boa Vista – bairro com maior população da cidade e há anos esquecido pelo governo anterior.

Em menos de cinco meses da nossa administração conseguimos iniciar as obras com os recursos do FEM, que desde 2014 estavam travados por falta de prestação de contas pela gestão anterior e, por isso, não tinha como executar nenhuma obra. Além disto, a gestão anterior não gozava de credibilidade com a empresa vencedora da licitação que, após comprovar a seriedade e organização da nossa administração, voltou a executar o recapeamento de 22 mil metros de asfalto em três importantes vias da cidade.

Fico especialmente feliz ao ver o sorriso e a aprovação da população de Araripina na última terça-feira quando fui vistoriar o início das obras. Este gesto é a prova de que o trabalho da Prefeitura de Araripina vai de encontro aos anseios populares. Aos que querem se apropriar da "paternidade" da obra, quero lembrar que tiveram oportunidade de fazer e não fizeram e resta-me juntar às vozes de milhares de araripinenses que foram até as redes sociais para afirmar com muita serenidade e compromisso com o trabalho: Araripina agora tem prefeito!


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Asfaltos

25/05


2017

Pesquisa do Governo: Temer, de 5% a 1% no Nordeste

Pesquisas e sondagens feitas pelo governo federal na internet mostram que a situação de Temer nas redes piora a cada dia. Os antigos defensores do governo entre os chamados formadores de opinião sumiram, salvo raras exceções. A informação é de Mônica Bergamo, hoje na Folha de S.Paulo.

Diz a colunista que pesquisas que chegaram ao governo mostram que Temer tem hoje cerca de 5% de avaliação positiva. Em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país, segundo outras sondagens, ele despencou para 1%.

Sondagens feitas com formadores de opinião, como empresários e executivos, também revelam descrença cada vez maior na continuidade do governo. 


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Supranor 1

25/05


2017

Aliados: cassação de Temer pelo TSE é a melhor solução

Integrantes da equipe de Michel Temer consideram que a cassação dele pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pode se transformar em saída honrosa para o presidente. A cassação seria por abuso de poder político e econômico nas eleições, e não por corrupção.

Com isso, Temer manteria o discurso de inocência em relação a acusações de corrupção e não sofreria bombardeio da atual oposição –já que Dilma Rousseff também deve ser punida no mesmo julgamento.

Uma das dificuldades das negociações em torno da sucessão de Temer é encontrar uma saída para ele do ponto de vista jurídico. Para isso seria preciso envolver o Judiciário nas conversas, algo considerado mais complexo.  (Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo)


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ArcoVerde

25/05


2017

FHC, Lula e Sarney já articulam o pós-Temer

Folha de S.Paulo - Bruno Boghossian e Marina Dias

As articulações para a substituição do presidente Michel Temer evoluíram nas três principais forças políticas do país –PMDB, PSDB e PT– e agora envolvem diretamente três ex-presidentes da República: Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e José Sarney.

Desde a última quinta (18), quando foram divulgados os detalhes da delação da JBS que envolvem Temer, eles têm liderado conversas suprapartidárias em busca de um consenso para a formação de um novo governo, caso o peemedebista seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Os três caciques, pontos de contato nos diálogos que acontecem reservadamente em Brasília e São Paulo, cuidam para que os debates não ganhem caráter partidário.

As conversas estão pulverizadas, uma vez que, por ora, cada sigla traça caminhos diferentes para o desfecho da crise.

Do lado do PSDB, fiel da balança do governo, FHC se tornou referência e, segundo relatos de tucanos, já abriu contato com parlamentares do PT. Além disso, é o mais importante interlocutor do presidente do TSE, Gilmar Mendes, considerado "peça-chave" para viabilizar a saída institucional de Temer.

"O Brasil exige o que temos de melhor e não o que temos de pior", disse à Folha o senador Jorge Viana (PT-AC), um dos emissários petistas nas conversas com integrantes do PSDB e do PMDB.

Nesta semana, Viana esteve em dois jantares na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para discutir soluções com aliados do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder peemedebista no Senado e opositor de Temer.

Na terça-feira (23), o senador petista se encontrou com Lula. O ex-presidente disse que o partido precisa insistir na defesa das eleições diretas. Até aqui, Lula não acredita que um perfil "de centro" será incluído pela base de Temer no processo de eleições indiretas e diz que a ventilação do nome do ex-ministro Nelson Jobim, que tem sua simpatia, tem o objetivo de "adoçar a boca do PT".

Apesar da determinação dada à cúpula petista, Lula se mantém disposto a conversar com as lideranças políticas que trabalham exclusivamente com a alternativa de eleições indiretas para escolher o sucessor ao Planalto.

Na avaliação de aliados de Temer, a escalada da crise, com os primeiros protestos violentos contra o governo, nesta quarta-feira (24), precipita uma concertação que envolve o trio de ex-presidentes.

Eles acreditam que a articulação suprapartidária pode reduzir a tensão do ambiente político e permitir uma transição suave a partir do julgamento do TSE, que começa no dia 6 de junho e pode tirar Temer do poder.

Nesse cenário, Lula tem sido estimulado a procurar FHC em busca de entendimento. Aliados de Temer consideram essa conversa fundamental porque o petista tem pontes com movimentos sindicais e sociais à frente dos protestos, e o tucano é o principal conselheiro do pilar de sustentação de Temer.

O ex-presidente José Sarney, por sua vez, esteve com Temer na segunda (22) e, no dia seguinte, recebeu parlamentares do PMDB e dirigentes tucanos. 


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25/05


2017

Jaburu: apesar de proteção, suspense e temor

BRASILIA , DF , 24.05.2017 , BRASIL , Manifestante depreda predio durante protesto contra o presidente Michel Temer em Brasília Foto: Assessoria do Ministério da Agricultura ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

Manifestante depreda prédio durante protesto contra o presidente Michel Temer em Brasí­lia

Janio de Freitas – Folha de S.Paulo

A elevação do modo de protesto popular violento em Brasília, do vandalismo para o ataque típico de revolta civil, não foi um aviso.

Os avisos estão dados desde o colar de incidentes começados ainda no governo Dilma. Os ataques aos ministérios foram já o primeiro ato.

Quem até aqui não quis ver –nos governos e no Congresso, na imprensa/TV, no empresariado que influi na política– está confrontado pelos fatos: a situação interna do país mudou.

Iniciou-se um processo que, embora não irreversível, é propenso a avançar, sob o incentivo ignorante das classes privilegiadas, aqui sempre empedernidas e vorazes.

Só esses predicados podem levar à crença de que é possível impor, a um só tempo e impunemente, desemprego, ostentação de roubalheiras premiadas do dinheiro público, salários atrasados, cassação de direitos trabalhistas, redução dos miseráveis recursos e serviços da saúde, ainda piores condições de aposentadoria para quem de fato trabalha ou trabalhou, corte dos investimentos públicos e, pairando sobre ou sob esse conjunto idealizado pela classe dominante, uma composição imoral de governo.

As ações diretas do povo não seguem regras. Obedecem à lógica das suas contingências.

Nessa lógica está, hoje em dia, o alto grau de indignação e de violência –praticada e potencial– nas cidades difusamente armadas e mais suscetíveis a próximos capítulos da nova etapa de escalada. Caso notório de Rio e São Paulo, mas não só.

Brasília é mais vulnerável a ocorrências ditas de praça pública, na arrogância dos seus prédios e no convite das suas vidraças, não porém em armas à mão. São Paulo, território primordial para a comercialização de droga em dimensões nacionais, e Rio, território com enclaves bandidos, exemplificam melhor o risco que a Capital projeta sobre o país.

Michel Temer e seus parlamentares pretenderam mais uma atitude indecente. Na calada, não da noite, mas da bagunça mental que se generalizou, quiseram fazer na Câmara e no Senado aprovações que levariam o empresariado influente e imprensa/TV a ampará-los, em retribuição e por querer mais.

Em consequência, o Palácio do Jaburu, apesar de proteção especial, passa a ter horas, talvez noites e dias, de suspense e temor. A Câmara e o Senado deixam de saber quando poderão funcionar não ou, como ontem.

Forças Armadas são postas a reprimir, não bandidos, mas a gente comum. Alguma dúvida de que tirar Michel Temer é a única hipótese das chefias políticas e seu empresariado para atenuar as tensões do país? Mas no povo a ideia também única, que se constata por toda parte, é de que o país está entregue a ladrões. E ele em pessoa é uma vítima de todos os ladrões.

É apenas lógica e induzida a elevação do modo de enfrentamento popular.


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BM4 Marketing

25/05


2017

Brasília em chamas

Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

A crise que emparedou o governo atingiu um novo patamar nesta quarta. O primeiro grande protesto pela saída de Michel Temer se transformou em batalha campal na Esplanada. Com Brasília em chamas, o presidente fez uma aposta arriscada e pôs o Exército na rua. A medida acirrou os ânimos no Congresso, onde voltou a haver tumulto e gritaria por renúncia ou impeachment.

O confronto entre manifestantes e a PM se estendeu por quase quatro horas. Militantes depredaram prédios públicos, e policiais atiraram com armas letais, em flagrante de uso desproporcional da força.

A tensão transbordou para o Congresso, onde a ordem do Planalto era manter "clima de normalidade". Sob pressão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, suspendeu as votações e pediu reforço na segurança externa. Essa foi a senha para a tentativa de contra-ataque do governo.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, discursou contra a "baderna" e disse ter convocado o Exército a pedido de Maia. O plenário voltou a ferver, e o deputado desmentiu o ministro: só havia solicitado a presença da Força Nacional de Segurança.

O apelo aos militares criou novas arestas para Temer. Além de irritar seu principal aliado no Congresso, a medida motivou protestos da oposição, do governador de Brasília e de um ministro do STF, que criticou a ideia em plena sessão de julgamento.

Até senadores que votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff engrossaram o coro. "O presidente Temer está cometendo uma insensatez", lamentou Cristovam Buarque. Para outros políticos, o Exército na Esplanada evocou memórias da ditadura, como a repressão ao povo durante a votação das Diretas, em 1984.

Ao recorrer aos militares, Temer pode recuperar algum apoio entre setores de ultradireita que sonham com uma saída autoritária. Ao mesmo tempo, ele demonstra sua fragilidade. "Não serão as Forças Armadas que vão sustentar este governo", debochou o ex-aliado Renan Calheiros.


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25/05


2017

TSE: clima hoje é pela cassação de Temer

O abalo sísmico que rachou a base do presidente Michel Temer também fez tremer o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que julga a partir de 6 de junho processo que pode levar à cassação do peemedebista. No Congresso, partidos que ainda dão sustentação a Temer contam com uma decisão da corte para abandonar de vez o barco. Pressionados, ministros admitem que, se há duas semanas a sensação era de que o presidente teria uma vitória, hoje a balança dos votos pende para a cassação

Na última quinta-feira (18), dia em que foi deflagrada operação da PF com base na delação da JBS, ministros do TSE discutiram nos bastidores da corte.

Um integrante do tribunal questionou os colegas se aquele seria “o melhor momento” para julgamento de tal repercussão. Foi repreendido por um ministro que disse que quem tivesse dúvida deveria pedir vista.

Os ministros também afirmam que a sensação de imprevisibilidade do resultado se agravou diante do silêncio de Gilmar Mendes. O presidente da corte eleitoral não tem conversado sobre a ação nem com colegas.(Painel - Folha de S.Paulo)


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25/05


2017

Lula e Cia., deveriam segurar seus radicaias

Josias de Souza

Lula e as forças políticas, sindicais e sociais que gravitam ao seu redor dançam algo muito parecido com a coreografia da insensatez. Nesta quarta-feira um elenco de arruaceiros marchou sobre a Esplanada à procura de encrenca. Exigiam a queda de um presidente que já está no chão. E guerreavam contra reformas que flertam com o arquivo. Perderam o nexo. Para não perder também a viagem, brigaram com a polícia e destruíram o patrimônio público.

Foi como se os devotos de Lula enxergassem a Esplanada dos Ministérios como uma loja de louças hipertrofiada. Marcharam em direção ao Congresso Nacional como uma manada de elefantes. A isto foram reduzidos os apologistas de Lula: elefantes itinerantes. Ora estão em Curitiba, ora na Avenida Paulista, ora em Brasília. Falta-lhes, porém, um rajá, isto é, um líder que os monte, apontando-lhes a direção e contendo-lhes os modos. Lula ainda não se deu conta, mas a hora é de moderação.

A Lava Jato tranformou a briga entre o petismo e seus rivais numa gincana de sujos contra mal lavados. Lula roça as grades de Curitiba. Aécio Neves assiste ao funeral de sua carreira política em rede nacional. Temer virou caso para estudo: o primeiro político da história a se tornar ex-presidente ainda na Presidência. Num ambiente assim, quebra-quebra disfarçado de protesto, além de ser um crime, é um erro.

Lula faria um favor a si mesmo e ao país se segurasse seus radicais. Permitir que militantes dancem desgovernados é o mesmo que cutucar a sociedade com o pé para ver se ele morde. O brasileiro já parou de abanar o rabo para os políticos faz tempo. Não demora e começa a morder.


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25/05


2017

Medo de invasões em série: Temer recorre a militares

Blog do kennedy

O presidente Michel Temer até resistiu a pedir o uso das Forças Armadas para lidar com os manifestantes hoje em Brasília. No entanto, no meio da tarde, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o alertou sobre risco de invasão do Congresso ou do Palácio do Planalto.

Temer ficou com receio de que uma invasão em série de prédios públicos tivesse um efeito político ainda pior para a sua imagem, já desgastada pela delação de Joesley Batista. Avaliou que isso pudesse dar gás aos que desejam tirá-lo do poder. Daí ter recorrido às Forças Armadas, medida extrema e que rendeu crítica da oposição e de aliados.

Para piorar a situação do governo: o presidente da Câmara desmentiu o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Maia divulgou o ofício no qual sugeriu o uso da Força Nacional de Segurança e não das Forças Armadas, contrariando uma afirmação de Jungmann.


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25/05


2017

Protestos: Dilma também recorreu ao militares em 2013

Folha de S.Paulo

A exemplo do que faz agora o governo de Michel Temer, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) recorreu aos militares em 2013 para proteger o Palácio do Planalto e ministérios, em meio à onda de de manifestações que tomou o país. A segurança foi reforçada após violentos protestos na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em 20 de junho daquele ano.

Em 19 de dezembro de 2013, o então ministro da Defesa, Celso Amorim, assinou a portaria 3.461, que regulamenta o dispositivo de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que trata do emprego das Forças Armadas em situações de manutenção da segurança pública.

Desde então, a GLO já foi evocada em operações no Rio de Janeiro e durante a fase aguda das crises no Rio Grande Norte e no Espírito Santo. Segundo o Ministério da Defesa, isso acontece "devido ao esgotamento dos meios de segurança pública, para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio".

A GLO também foi usada em grandes eventos, como a Copa do Mundo (2014) e a Olimpíada de 2016. 


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24/05


2017

Paulinho da Força: fora Temer e fim às reformas

A solução para a pacificação do povo brasileiro, com a consequente retomada da economia, está, outra vez, com o próprio governo e com o Congresso Nacional. Não há a mínima condição de estas reformas prosseguirem. Têm de ser retiradas e refeitas, repactuadas com toda a sociedade e, especialmente, com o movimento sindical. Não há mais como não ver esta realidade. O País precisa de uma saída constitucional e pactuada para superar este momento de profunda crise", diz o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), que foi um dos articuladores do golpe de 2016, mas hoje ajudou a organizar o #OcupaBrasília

Leia, abaixo, nota da Força Sindical sobre o #OcupaBrasília:

Sob a coordenação das centrais sindicais, mais de 100 mil trabalhadores de todo o Brasil realizaram, nesta quarta-feira, 24, em Brasília, a maior marcha de protesto já vista contra as propostas de reformas para as legislações trabalhista e previdenciária elaboradas pelo governo. 

Foi uma manifestação pacífica e organizada, mas forte o suficiente para atrair a atenção de toda a mídia brasileira e boa parte da atenção internacional.

Mais do que lamentar, nós, da Força Sindical, rechaçamos a infiltração de black blocs neste ato grandioso e significativo. Não temos nada a ver com esses baderneiros.

E igualmente atribuímos ao despreparo da Polícia Militar de Brasília grande parte da responsabilidade pelas cenas lamentáveis de depredação do patrimônio público. Em lugar de prender bandidos comuns e qualificados, de máscara ou de colarinho branco, infelizmente essa polícia se especializa em atacar trabalhadores e trabalhadoras.

No balanço desta marcha de protesto que se seguiu ao Dia Nacional de Lutas, em 14 de março, e a greve geral nacional de 28 de abril, o certo é que, mais uma vez, o povo deixou um recado muito claro: que não aceitamos as reformas nos termos apresentados pelo governo.

A solução para a pacificação do povo brasileiro, com a consequente retomada da economia, está, outra vez, com o próprio governo e com o Congresso Nacional. Não há a mínima condição de estas reformas prosseguirem. Têm de ser retiradas e refeitas, repactuadas com toda a sociedade e, especialmente, com o movimento sindical. Não há mais como não ver esta realidade. 

O País precisa de uma saída constitucional e pactuada para superar este momento de profunda crise. Saídas combinadas apenas pela elite brasileira, no andar de cima, sem a participação efetiva dos trabalhadores, não funcionam e são inaceitáveis. O diálogo nacional, para ser efetivo, tem de incluir os trabalhadores. 

Paulo Pereira da Silva - Paulinho da Força
Presidente da Força Sindical


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24/05


2017

Aécio entrega passaporte e é notificado sobre prisão

Folha de S.Paulo

Os advogados do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) entregaram nesta quarta (24) o passaporte do tucano ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Aécio também foi notificado para se manifestar em até 15 dias sobre o pedido de prisão feito pela PGR (Procuradoria Geral da República). Ele é investigado junto com o presidente Michel Temer e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) em inquérito aberto no STF a partir da delação da JBS.

Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, negou pedido de prisão de Aécio e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Ao negar o pedido de prisão, Fachin impôs medidas cautelares ao senador e ao deputado, como suspensão das funções parlamentares "ou de qualquer outra função pública", proibição de contatar outro investigado e de sair do país, e mandou que entregassem seus passaportes.

Na segunda (22), Janot recorreu da decisão. Ele pediu a reconsideração e, em caso de negativa, solicitou que o recurso seja levado com urgência ao plenário do STF.

Aécio recorreu da decisão de Fachin de afastá-lo das funções de senador.

Segundo Janot, as gravações ambientais e grampos telefônicos decorrentes da delação premiada de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, demonstraram que os parlamentares "vêm adotando, constante e reiteradamente, estratégias de obstrução de investigações da Operação Lava Jato". 


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Comentários

Nehemias

O mineirinho tá na bimba do boi.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Lugar de bandido, não interessa se é petralha ou tucano, é na cadeia.


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