Prefeitura do Ipojuca

13/04


2017

Temer, Lula e FHC em pacto por sobrevivência política

Nelson Jobim e Gilmar Mendes principais emissários nas conversas

Folha de S.Paulo – Marina Dias

Foi em novembro do ano passado, quando a Lava Jato mostrou poder para atingir novos setores políticos e econômicos, que emissários começaram a costurar um acordo entre dois ex-presidentes e o atual chefe da República.

O objetivo era que Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (PMDB) liderassem um pacto para a classe política, fragilizada pelo avanço das investigações.

Apartamentos de autoridades e restaurantes sofisticados serviram para que aliados dos líderes políticos discutissem medidas para limitar a operação e impedir que o grupo formado por PSDB, PT e PMDB seja, nas palavras de articuladores desse acordo, exterminado até 2018.

Nas últimas semanas, a Folha ouviu pessoas relacionadas às três partes e a avaliação foi unânime: a Lava Jato, segundo elas, quer eliminar a classe política e abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado, por exemplo, por aqueles que comandam a investigação.

O bom trânsito com os dois ex-presidentes e com Temer credenciou o ex-ministro do STF Nelson Jobim e o atual ministro da corte Gilmar Mendes como dois dos principais emissários nessas conversas.

Jobim tem falado com todos. Já almoçou com Temer e FHC e marcou de encontrar com Lula nos próximos dias. Gilmar, por sua vez, hoje é próximo ao presidente, que participa de negociações para articular um acordo para a reforma política, diante do debate sobre a criminalização das doações eleitorais.

Este é o ponto que atinge os principais expoentes da política brasileira, inclusive Temer, Lula e FHC, os três citados nas delações de executivos da Odebrecht por recebimento de dinheiro de forma indevida, por exemplo.

As acusações contra Lula e FHC foram encaminhadas a instâncias inferiores pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, visto que ambos não têm foro privilegiado. Temer, por sua vez, apesar de citado em dois inquéritos, não é investigado por sua "imunidade temporária" como presidente.

A convergência entre os três é: se não houver entendimento para assegurar um processo eleitoral "tranquilo" em 2018, aparecerá um "outsider" ou "aventureiro".

O acordo de bastidores passaria pela manutenção de Temer até 2018 e a realização de eleições diretas, em outubro do ano que vem, com a participação de Lula.

A tese de quem está à frente das negociações é que não há tempo para uma condenação em segunda instância do petista até 2018, o que o deixaria inelegível. E, caso exista, garantem, haveria recursos em instâncias superiores.

As conversas, por ora, estão divididas entre as articulações de cúpula, que costuram o pacto para a classe política, e as do Congresso, que buscam medidas práticas para eliminar o que consideram abusos da Lava Jato e fazer uma reforma política.

VOTAÇÕES

Entre o que esses grupos avaliam ser possível votar no Congresso para 2018 estão a aprovação da cláusula de barreira para partidos e o fim das coligações proporcionais.

Isso fortaleceria as siglas do establishment e enfraqueceria nanicos e aventureiros.

Projetos como a anistia ao caixa dois, um novo modelo para o financiamento de campanha eleitoral e até o relaxamento de prisões preventivas, que mantêm encarcerados potenciais delatores para a força-tarefa, também entrariam na lista de medidas.

FHC, Temer e Lula se falaram pessoalmente sobre o assunto em fevereiro, quando os dois primeiros visitaram o petista no hospital onde sua mulher estava internada.

A partir dali, emissários se movimentaram com mais frequência, mas, por ora, não há expectativa de que os três se encontrem novamente.

Mas em público, os agentes têm falado. FHC afirmou que é preciso "serenar os ânimos" e "aceitar o outro". Já havia dito que era preciso fazer "distinções" entre quem recebeu recursos de caixa dois e quem obteve dinheiro para enriquecer. Gilmar Mendes e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo (PT) acompanharam o tucano.

No Congresso, o discurso é ainda mais direto. Parlamentares repetem que é preciso "separar o joio do trigo" e "salvar a política".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Nehemias

Eles sabem que, Lula é uma lágrima de Cristo.

sonia

Esses pacto de sobrevivência não é um acordo de gente séria.. \"Quem tem a Lei acima de si próprio não é digno\" INTERVENÇÃO MILITAR JÁ !!!


Prefeitura Camaragibe

Confira os últimos posts

23/04


2018

Temer recebe Maia e Padilha: privatização da Eletrobrás

Temer recebe Maia e Padilha: privatização da Eletrobrás

Por Guilherme Mazui, G1, Brasília

O presidente Michel Temer recebeu neste domingo (22), no Palácio do Jaburu, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, Temer discutiu com Maia a pauta na Câmara. Segundo Maia, a reunião abordou projetos de interesse do governo com impacto na economia.

Após o encontro com o presidente da Câmara, Temer recebeu no Jaburu o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco. Padilha permaneceu na residência oficial.

Temer, ministros e deputados aliados têm trabalhado nas últimas semanas para tentar destravar a votação de projetos, como o da privatização da Eletrobras.

Na quinta (19) passada, Temer assinou o decreto que incluiu a empresa no Plano Nacional de Desestatização (PND). No entanto, o negócio depende da aprovação pelos parlamentares do projeto que estabelece as regras da privatização.

Também estão na pauta do Planalto a aprovação do projeto que altera as regras para o cadastro positivo, uma espécie de “selo de bom pagador”, e do projeto que dispõe sobre a emissão da duplicata eletrônica.

As três propostas estão em um pacote de 15 projetos que o governo decidiu dar prioridade em fevereiro, depois de engavetar a reforma da Previdência, ao decretar a intervenção federal no estado do Rio de Janeiro.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Gravatá

23/04


2018

Conservador Mario Benítez vence eleição no Paraguai

Liberal Efrain Alegre ficou em segundo lugar; 65% dos 4,2 milhões de eleitores foram às urnas neste domingo (22).

G1

O candidato direitista Mario Abdo Benítez venceu a eleição presidencial no Paraguai neste domingo (22). Com 96% das urnas apuradas, ele recebeu 46,49% dos votos, informou o presidente do Tribunal Eleitoral do país, Jaime Bestard.

Seu principal oponente, o liberal Efrain Alegre, de uma coalizão de centro esquerda, recebeu 42,72% da preferência dos eleitores. Benítez sucederá em agosto o presidente Horacio Cartes, um empresário da indústria do tabaco que, nestas eleições, candidatou-se ao Senado. Participaram da eleição cerca de 65% dos 4,2 milhões de eleitores.

Outros oito candidatos competiram pela presidência, mas sem chances reais de vencer. Nas eleições, de um só turno, também esteve em jogo a composição do Congresso (Senadores e Deputados) e os governos dos 17 departamentos, além das cadeiras no Parlasur (Parlamento do Mercosul).

Em conjunto, foram apresentadas mais de 15 mil candidaturas desde as fileiras de 23 partidos, 17 alianças, outros tantos movimentos e quatro combinações.

Foram desdobrados cerca de 300 observadores internacionais em todo o país de organismos como a União Europeia (UE), a Organização de Estados Americanos (OEA) e a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore).


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Supranor 1

22/04


2018

Gilmar: MP e juízes ameaçam a democracia

Do Conjur

"A maior ameaça à democracia no Brasil não vem das Forças Armadas, e sim de corporações, como a polícia, o Ministério Público e agrupamentos de juízes", afirmou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A declaração foi dada no programa Frente a Frente, da Rede Vida. O ministro disse que "não foi positivo" o efeito das declarações do comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e de outros generais na véspera do julgamento pelo STF do pedido de Habeas Corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na ocasião, militares criticaram a impunidade, em manifestações que foram interpretadas como uma ameaça aos ministros. Porém, Gilmar Mendes apontou que as falas não significam que as Forças Armadas têm desapreço pela democracia. A seu ver, elas contribuíram para a construção na nova república, após a Constituição de 1988. A ameaça agora são "grupamentos de corporações", avaliou o magistrado.

"O Estado Democrático de Direito tem uma fórmula muito simples: todos estão submetidos à lei. Quando se começa a transformar a lei para o 'eu acho que', para se traduzir o sentimento social, a gente rompe com esses critérios. Em alguns momentos, a ameaça à democracia pode vir do Ministério Público", exemplificou.

Moro em todo canto

Segundo Gilmar, práticas abusivas da operação "lava jato", como prisões provisórias alongadas sem justificativa ou detenções para forçar delações premiadas criam um efeito negativo no sistema.

"Isso passa a ter um efeito lá embaixo, em todos os locais. Tanto é que agora você tem o 'Moro do Rio de Janeiro', o 'Moro do Pantanal', o 'Moro do não sei o diabo'. Vai ter Moro assim, né?", destacou, referindo ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Além disso, o ministro questionou o discurso moralista daqueles que atuam na "lava jato". Ele citou que o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, e sua mulher recebem dois auxílios-moradia, mesmo morando juntos e tendo imóvel próprio — o que torna o benefício ilegal. E ressaltou que o episódio de Marcelo Miller, ex-procurador da República que é acusado de ter defendido a JBS enquanto ainda estava no Ministério Público Federal, mostra que há corrupção na operação.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


22/04


2018

Renan critica candidatura de Janot no MPF

Jornal do Brasil

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) publicou um vídeo neste domingo (22) no Twitter com críticas à decisão do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot de se candidatar a uma vaga no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Para Renan, Janot quer, com isso, ser "sentinela à porta de Raquel Dodge", atual chefe do Ministério Público. "Onde chegamos? Triste Brasil", diz Renan no vídeo.

"O Ministério Público Federal - que, na constituinte e depois, como presidente do Congresso Nacional, ajudamos a tirar do papel - não pode continuar sendo medido pela régua imunda do Janot e dos doidivanas Eduardo Pelella, Deltan Dallagnol, Anselmo Barros, Marcelo Miller, que foram pegos com a mão na botija da JBS", ataca Renan.

Na semana passada, Janot utilizou a rede interna de comunicação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para informar aos colegas que irá concorrer a uma vaga no CSMPF.

O CSMPF é o órgão máximo de deliberação do Ministério Público Federal e tem como atribuições institucionais elaborar e aprovar as normas para o concurso de ingresso na carreira de membro do MPF, determinar a realização de correições e sindicâncias, além de elaborar e aprovar os critérios para distribuição de inquéritos entre procuradores.

Integram o CSMPF quatro subprocuradores-gerais da República, eleitos pelo colégio de procuradores, e mais quatro subprocuradores-gerais da República eleitos pelos membros do próprio conselho.

Na mensagem, Janot afirma ainda que o momento que o País vive exige que todos contribuam para a virada na história brasileira. "Nenhum de nós pode se omitir. Enquanto estiver no MPF, também eu não tenho tal direito."


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ArcoVerde

22/04


2018

Recife: morre aos 75 anos ex-deputado Gilson Machado

Gilson lutava contra um câncer e morreu neste domingo (22), em Boa Viagem, na Zona Sul, na casa onde morava.

G1 PE

O ex-deputado federal constituinte Gilson Machado morreu aos 75 anos na tarde deste domingo (22). Lutando há alguns meses contra um câncer, ele faleceu na casa onde morava, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. O velório de Gilson Machado ocorre na segunda-feira (23), no Cemitério Morada da Paz, no município de Paulista, no Grande Recife. A cremação está prevista para as 19h do mesmo dia.

Empresário do setor canavieiro, Gilson Machado tomou posse como deputado em fevereiro de 1987, sendo reeleito no pleito de outubro de 1990. Permaneceu no cargo até janeiro de 1995, após decidir não disputar nova reeleição nas votações de 1994.

Biografia

Gilson Machado Guimarães Filho nasceu em 14 de maio de 1942, no Recife, filho de Gílson Machado Guimarães e de Cordélia Lopes Machado Guimarães. Integrante da diretoria do Sindicato da Indústria do Açúcar no estado, ele deixou o curso de Direito na Universidade Católica de Pernambuco. Em 1981, fez parte da comitiva do presidente general João Figueiredo a Washington, nos Estados Unidos, e ao México, em 1982 e 1983, respectivamente.

O ex-deputado presidiu a Cooperativa dos Usineiros do Açúcar e do Álcool de Pernambuco.. Em 1992, foi um dos 38 parlamentares contrários ao impeachment de Fernando Collor de Melo, que respondeu no Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção, peculato e falsidade ideológica.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

bm4 Marketing 3

22/04


2018

Arthur Virgílio sugere trocar Alckmin por Tasso

Josias de Souza

Num instante em que a candidatura presidencial de Geraldo Alckmin desperta na cúpula do PSDB o entusiasmo de um velório, Arthur Virgílio, o prefeito tucano de Manaus, inaugurou no partido um movimento em favor da troca do candidato. Passou a defender que o tucanato escolha para representá-lo na sucessão de 2018 não o ex-governador de São Paulo, mas o senador cearense Tasso Jereissati.

“Tasso talvez não ganhe a eleição. Mas conduzirá a refundação do partido”, disse Virgílio ao blog na noite deste sábado. “E não está descartada a hipótese de o Tasso surpreender aos que esperam do PSDB um Alckmin comportadinho e derrotadinho.”

Leia matéria na íntegra clicando ai ao lado: Arthur Virgílio sugere trocar Alckmin por Tasso 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Asfaltos

22/04


2018

Humberto: kits para conselhos tutelares no Sertão

Humberto anuncia quatro kits para conselhos tutelares do Sertão pernambucano

Os kits são automóvel, geladeira, computadores, impressora e mobiliário.

Em giro pelo Sertão, neste final de semana, o senador Humberto Costa (PT-PE), líder da Oposição no Senado, anunciou emendas para aquisição de kits de equipagem aos conselhos tutelares das cidades de Granito, Serrita, Salgueiro e Bodocó. Os kits são compostos por um automóvel, geladeira, computadores, impressora e mobiliário. Ao todo, o senador já entregou mais de 30 kits para entidades de todo o Estado. 

O anúncio foi feito durante encontro com conselheiros tutelares do Sertão Central e do Sertão do Araripe, que aconteceu na cidade de Parnamirim. Participaram representantes de 13 cidades.

Humberto também falou sobre outras ações que podem ser adotadas em prol dos conselhos. Uma delas é a importância de estabelecer um piso salarial para a categoria de conselheiro.

Sobre Lula

Durante a visita ao Sertão, Humberto passou também por Serra Talhada, Salgueiro, Granito e Petrolina. O parlamentar teve encontro com lideranças políticas dessas cidades para falar sobre as ações em defesa de Lula e sobre como foi a visita que fez ao ex-presidente, na última terça-feira, juntamente com outros senadores da Comissão de Direitos Humanos do Senado. 

"As mobilizações têm que ser constantes para continuarmos denunciando essa absurda e injusta condenação de Lula. Vamos mostrar cada vez mais que o povo está com Lula e quer vê-lo novamente como presidente do Brasil" , destacou o senador. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Versão Agreste Central

22/04


2018

Tadeu: obras em Ouricuri e efeitos das chuvas em Bodocó

Tadeu Alencar visita famílias atingidas pelas chuvas em Bodocó e participa de inauguração em Ouricuri

O deputado federal Tadeu Alencar, líder do PSB na Câmara a partir de junho, cumpriu uma extensa agenda este fim de semana nas cidades de Bodocó e Ouricuri, no Sertão do Araripe. Ele visitou, neste sábado (21), famílias de Bodocó atingidas pelas enchentes do último final de semana, além de verificar as ações de apoio à cidade.

Ao lado do ex-prefeito Danilo Rodrigues e de seu grupo político e do deputado estadual Rodrigo Novaes, Tadeu Alencar visitou casas próximas à comunidade do Amparo, a área mais atingida pelas chuvas, com famílias desalojadas e que perderam móveis e utensílios.

Desde as enchentes do final de semana que governo do Estado vem atuando, com a realização de vacinação contra tétano, hepatites e difteria, ações da defesa civil e a retomada das aulas nas unidades de ensino estaduais. "O governo se fez presente com ações emergenciais importantes", frisou o parlamentar. Outra ação destacada por moradores, a recuperação da ponte na PE-545, que liga Bodocó a Ouricuri.

ILUMINAÇÃO – Na sexta-feira, em Ouricuri, Tadeu Alencar participou da inauguração da iluminação pública do assentamento Nova Conquista, na zona rural do município, acompanhado do secretário de Administração, Romildo Ramos; de vereadores do município - Aldelúcia Cléa, Alex Bar, Galeguinho Dantas, Galego e Nanias de Santa Rita - e de lideranças da comunidade. Na ocasião, Tadeu destacou o dinamismo da gestão do prefeito Ricardo Ramos, que vem fazendo inaugurações de obras e ações da prefeitura todas as sextas-feiras.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

PropellerAds

22/04


2018

Alagoinha: perfuração de poços artesianos no município

O deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Diogo Moraes, esteve na tarde do último sábado (21), na cidade de Alagoinha, no agr    este pernambucano, para acompanhar a perfuração de poços artesianos nas comunidades do município. 

Na avaliação de Diogo Moraes, a perfuração dos novos poços vai proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores da região. “A maioria dos poços perfurados hoje trouxeram água para a superfície. Isso é motivo de muita alegria, já que vai amenizar a seca e falta d’água que atinge há muitos anos essa região”, destacou o parlamentar. 

No total, foram perfurados 16 poços nas comunidades de Socorro, Laje do Carrapicho, Sítio Corredor, Canga, Sítio Pé de Serra, Carrapichinho, Sítio Salambaia, Boa Esperança, Alverni e Alagoinha. O vereador Flávio Inácio e o vice-prefeito da cidade, Ciba, acompanharam a iniciativa.

O vice-prefeito de Alagoinha, Ciba, destacou a importância da ação para o município. “Tivemos agora uma estiagem de quase 7 anos e o deputado Diogo está chegando agora para amenizar a situação do abastecimento de água. Cavamos 16 poços artesianos na nossa região, isso mostra que vai aliviar muito o sofrimento do nosso povo. Nós conseguimos ver no rosto das pessoas a alegria de ter o seu poço no fornecimento de água”, pontuou Ciba.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


22/04


2018

Arcoverde: obras para minimizar efeitos das chuvas

Após chuva forte, que caiu, em Arcoverde, no sábado, em pouco espaço de tempo, a prefeitura da cidade, por meio da Secretaria de Serviços Públicos levou uma força tarefa nas ruas do centro da cidade em pleno domingo.

São 30 pessoas das equipes de capinação e varrição, que estão lavando as calçadas da Avenida Antonio Japiassu e retirando o acúmulo de areia na Avenida Zeferino Galvão, em frente ao receptivo.

“A prefeita Madalena determinou, desde ontem à noite, que colocássemos a equipe na rua hoje. E mesmo com o tempo ainda fechado, estamos trabalhando para que a cidade possa estar limpa e organizada tanto para receber os visitantes nesta segunda, quanto para minimizar os transtornos a nossa população”, ressaltou o secretário de Serviços Públicos, Freed Gomes.

O trabalho continua durante o decorrer da semana nas demais localidades do município. A limpeza e manutenção é um dever da Prefeitura, que conta com o apoio e conscientização do povo, para que não jogue lixo nas vias e canaletas e dessa maneira se possa evitar alagamentos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


22/04


2018

Lula e Hopkins

Elio Gaspari - Folha de S.Paulo

As repórteres Daniela Lima e Marina Dias revelaram que em 2012, quando penava a quimioterapia de um câncer na laringe, Lula teve na cabeceira o livro “Roosevelt e Hopkins - Uma História da Segunda Guerra Mundial”. Trata-se de um grande livro que narra a amizade e a confiança mútua de duas grandes figuras.

Tudo o que faltou a Lula no Planalto foi um Harry Hopkins. Ele era um assistente social de origem humilde.

Juntou-se ao aristocrático Franklin Roosevelt e foi a alma dos programas sociais que tiraram a economia americana da Depressão. Entre a hora em que Hopkins expôs a Roosevelt uma iniciativa para dar emprego a 4 milhões de pessoas e o momento em que o dinheiro (US$ 4 bilhões de hoje) foi colocado à sua disposição, passaram-se apenas 40 dias.

Ele gastou muito mais que isso, porém empregou 8,5 milhões de pessoas. Hopkins morava na Casa Branca e mandou como poucos. Quando morreu, em 1946, seu patrimônio líquido equivalia a US$ 13 mil de hoje.

(Hopkins foi o principal articulador da aliança de Stalin com Roosevelt e teve a graça de visitar o bunker de Hitler pouco depois de seu suicídio. Levou consigo alguns livros do Führer.)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


22/04


2018

Perderão foro privilegiado se não se reelegerem

Os 48 políticos investigados na Lava Jato

Lista inclui presidente Michel Temer, três governadores, dez senadores e 34 deputados federais

BBC Brasil 

Quarenta e oito políticos com foro privilegiado que estão sendo investigados ou foram denunciados na operação Lava Jato correm o risco de ter seus casos enviados à primeira instância caso não consigam se reeleger em outubro.

A BBC Brasil listou os políticos que estão na mira da força-tarefa mas que, por terem foro privilegiado, respondem em cortes superiores, onde o andamento dos processos costuma ser mais lento. Boa parte do grupo deverá tentar a reeleição, o que garantiria a manutenção do foro privilegiado.

A lista inclui o presidente Michel Temer, três governadores, dez senadores e 34 deputados federais. 

Não estão na lista políticos citados em delações da Lava Jato, mas que tiveram os processos arquivados ou desvinculados da operação, nos casos em que a Justiça avaliou que as denúncias não tinham relação com o desvio de recursos da Petrobras.

Caso os políticos não se reelejam e percam o foro, seus casos podem ser enviados a juízos de primeira instância, entre as quais a 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, onde atua o juiz Sérgio Moro, responsável por grande parte das condenações na Lava Jato.

Os casos de personagens sem foro privilegiado estão indo a julgamento mais rápido – políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) já tiveram, inclusive, suas condenações confirmadas em segunda instância.

Eles poderão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao próprio STF, mas, de acordo com o atual entendimento dos ministros do Supremo, a confirmação da sentença na segunda instância já é suficiente para que o condenado seja preso. Foi por isso que Lula, por exemplo, acabou preso neste mês.

Por enquanto, nenhum caso da Lava Jato foi julgado pelo STF, que tem uma longa fila de processos para julgar. Defensores do foro afirmam, porém, que ser ter o caso analisado diretamente pela mais alta corte do país acaba não sendo necessariamente um privilégio, já que, uma vez condenado, o réu só pode recorrer dentro da própria corte.

ENTRE O STJ E O STF

O presidente da República, o vice-presidente, deputados federais, senadores e ministros só podem ser julgados pela última instância, o STF, e não por cortes inferiores enquanto estiverem nos cargos. Governadores respondem na segunda corte mais alta, o STJ.

A lista elaborada pela BBC Brasil não contempla quatro governadores envolvidos na operação que já perderam o foro ao renunciar para concorrer a outros cargos em outubro: Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Beto Richa (PSDB-PR), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Raimundo Colombo (PSD-SC). Todos negam ilegalidades.

No caso do ex-governador paulista, seu caso foi retirado do escopo da Lava Jato e enviado para o Tribunal Regional Eleitoral do Estado, enquanto os demais aguardam uma definição. Condenações por crimes eleitorais costumam gerar penas menores que as da Justiça convencional.

Prefeitos, governadores e presidente da República que queiram concorrer a cargos diferentes dos que ocupam devem renunciar até seis meses antes da eleição. É o caso de Alckmin, que pretende se candidatar à Presidência, e de Richa, Perillo e Colombo, que devem concorrer ao Senado.

A legislação também requer que renunciem até seis meses da eleição candidatos que sejam servidores ou tenham cargos de confiança em órgãos públicos, como ministros e secretários.

Quatro ministros do governo Michel Temer investigados na Lava Jato não renunciaram a tempo de se candidatar em outubro e só não perderão o foro privilegiado caso continuem em cargos de confiança no próximo governo: Eliseu Padilha (MDB-RS), da Casa Civil, Gilberto Kassab (PSD-SP), da Ciência e Comunicações, Helder Barbalho (MDB-PA), da Integração Nacional, e Moreira Franco (MDB -RJ), da Secretaria-Geral da Presidência.

Confira a lista dos políticos envolvidos na operação que podem perder o foro privilegiado se não se elegerem em outubro:

PRESIDENTE

Michel Temer (MDB-SP)

GOVERNADORES

Renan Filho (MDB-AL)

Robinson Faria (PSD-RN)

Fernando Pimentel (PT-MG)

SENADORES

Aécio Neves (PSDB-MG)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Edison Lobão (MDB-MA)

Eunício Oliveira (MDB-CE)

Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Humberto Costa (PT-PE)

Ivo Cassol (PP-RO)

Renan Calheiros (MDB-AL)

Romero Jucá (MDB-RR)

Valdir Raupp (MDB-RO)

DEPUTADOS FEDERAIS

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)*

Alfredo Nascimento (PR-AM)

Anibal Ferreira Gomes (MDB-CE)

Antônio Brito (PSD-BA)

Andres Sanchez (PT-SP)

Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Arthur Maia (PPS-BA)

Beto Mansur (PRB-SP)

Cacá Leão (PP-BA)

Carlos Zarattini (PT-SP)

Celso Russomanno (PRB-SP)

Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)

Fábio Faria (PSD-RN)

Heráclito Fortes (PSB-PI)

José Carlos Aleluia (DEM-BA)

José Mentor (PT-SP)

José Otávio Germano (PP-RS)

Lázaro Botelho Martins (PP-TO)

Lúcio Vieira Lima (MDB-BA)

Luiz Fernando Faria (PP-MG)

Marco Maia (PT-RS)

Maria do Rosário (PT-RS)

Mário Negromonte Jr. (PP-BA)*

Milton Monti (PR-SP)

Missionário José Olímpio (DEM-SP)

Ônyx Lorenzoni (DEM-RJ)

Roberto Balestra (PP-GO)*

Rodrigo Garcia (DEM-RJ)

Rodrigo Maia (DEM-RJ)

Sandes Júnior (PP-GO)

Vander Loubet (PT-SP)

Vicentinho (PT-SP)

Yeda Crusius (PSDB-RS)

Waldir Maranhão (PSDB-MA)*

*A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu o arquivamento das investigações sobre os deputados, mas o pleito ainda não foi analisado pelo STF.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

marcos

Cadeia em todos esses Bandidos!



22/04


2018

Aecinho, neto de Tancredo, tinha futuro

O senador-réu destruiu a chance de cumprir o final da história que seu avô Tancredo Neves iniciou

Ascânio Seleme – O Globo

A hospitalização e a morte de Tancredo Neves abriram um buraco no chão por onde seu neto Aecinho escorregou. Secretário particular do avô recém-eleito presidente do Brasil, era, aos 25 anos, um dos homens mais poderosos da Nova República que se montava ao fim da ditadura militar, em 1985. Com a morte do avô, o neto ganhou como prêmio de consolação do vice empossado José Sarney a diretoria de loterias da Caixa Econômica Federal.

Conseguiu superar o trauma da perda do avô e de seu próprio status político. Elegeu-se deputado federal por diversos mandatos, foi presidente da Câmara, governador de Minas e senador, como Tancredo, e candidato a presidente da República. Perdeu para Dilma por pouco mais de 3 milhões de votos, mas saiu forte daquela eleição e tinha tudo para ser um candidato ainda mais forte na eleição deste ano. Tinha.

Muitos anos antes, ele teve também a confiança do avô ilustre. “Aecinho tem futuro”, dizia Tancredo, quando o levou para a campanha a governador de Minas, depois para ser seu secretário privado no governo do estado e na candidatura presidencial. Mas o Aecinho jogou tudo fora. Algumas razões são objetivas. A principal é que Aécio resolveu frequentar a banda podre da política e passou a usar os cargos que ocupava para angariar benefícios próprios de maneira ilícita.

Aécio responde a nove inquéritos. Dois pelo caso JBS, três por caixa 2, um por desvios em Furnas, outro por fraude na licitação da cidade administrativa de Minas, um por maquiar dados do Banco Rural na CPI dos Correios, e finalmente mais um por propinas no setor de energia. Em um deles, no da JBS em que Joesley Batista gravou um pedido de propina e a PF filmou a entrega de três malas de dinheiro a um primo do senador, o tucano foi flagrado, denunciado e agora é réu por corrupção em processo aberto no Supremo. Seu futuro, que já era débil diante de tantos inquéritos, desapareceu ao virar réu na terça-feira, 17 de abril.

A história de Aécio, apesar da boa carreira, jamais se comparou com a do seu avô. Primeiro, pelas falcatruas em que se viu envolvido. Claro que Tancredo também usou caixa 2 nas suas campanhas. Na biografia “Tancredo Neves, o príncipe civil” (Objetiva), escrita pelo jornalista Plínio Fraga, constata-se que mesmo a campanha do Colégio Eleitoral foi financiada por dinheiro não declarado. Mas para por aí. Há um oceano separando as ações de avô e neto.

Esta distância oceânica entre Tancredo e Aécio se dá também em razão do déficit intelectual do segundo. Aécio jamais conseguiu, e acho que nunca tentou, fazer as formulações políticas que Tancredo fazia. O avô, além de ser um político excepcional, um habilíssimo conciliador e um extraordinário articulador, era um homem de inteligência acima da média. Bem acima da média de seu neto Aecinho. Tancredo leu todos os clássicos e os citava sempre que podia. Não se conhece um título que Aécio tenha lido ou citado.

O senador-réu trocou a literatura pelos livros de caixa. O político que em 2014 mereceu a confiança de 51 milhões de brasileiros hoje é uma mancha na história de Tancredo Neves. Ao invés de seguir a trilha do avô, Aécio Neves preferiu fazer o caminho por onde andaram Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Pedro Corrêa, Paulo Maluf, Delúbio Soares, Antonio Palocci, José Dirceu e Luiz Inácio Lula da Silva. Resta saber se vai terminar no mesmo lugar para onde todos convergiram.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

marcos

Aécio é bandido e tem que ir para a cadeia, agora Aecim comparado com Lula é um batedor de carteira!

P Guerra

Tentam colocar o Lula no mesmo chiqueiro que esses bandidos e não conseguem. Se soltar o cara ele vira presidente. Já perderam 4 eleições seguidas. Para não perder a quinta, deram o golpe.



22/04


2018

Mendonça na vice

Da coluna de Elio Gaspari

O PSDB tem o nome do deputado Mendonça Filho (DEM-PE) na prateleira de temperos para a vice de Geraldo Alckmin.

É nordestino e passou incólume pelo Ministério da Educação de Temer. Depende apenas da desistência do sonho presidencial de Rodrigo Maia.

Enquanto isso, seria divertido ver Dilma Rousseff na audiência do julgamento de Aécio Neves no Supremo Tribunal Federal.

A senhora foi deposta, mas sua honorabilidade está intacta.

Por sua vez, ladrões roubaram pastas e objetos que estavam no carro de um assessor de Lula, em Curitiba. No meio dos papéis estava o seu passaporte.

É verdade que ele não é mais um “ser humano”, mas os outros bípedes deixam o passaporte em casa ou no escritório e só o tiram da gaveta quando decidem viajar ao exterior.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


22/04


2018

PT da cela: sinal verde para tocar alianças nos estados

De dentro da PF, Lula mandou recado para que a sigla comece a definir alianças nos estados.

Enquanto isso, entidades que representam advogados e defensores públicos interessados nas ações que pedem para o Supremo rever o entendimento da prisão após condenação em segunda instância querem reforçar a ofensiva pela mudança. Decidiram pedir para ingressar como “amicus curiae” na nova solicitação feita à corte, desta vez pelo PC do B. . A sigla se envolveu na causa após a prisão do ex-presidente Lula.

O PC do B argumenta que só dois integrantes do Supremo defendem a execução automática da pena após condenação em segunda instância. Os demais, ressaltam, veem a antecipação da prisão como possibilidade.Sob esse argumento, a sigla quer que a corte declare inconstitucional a súmula do TRF-4 que foi usada para viabilizar a prisão de Lula. (Painel – Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


22/04


2018

PSB: humor de Barbosa é que faz a diferença

Dirigentes do PSB lembram que o receio de algumas alas do partido a Joaquim Barbosa reside na personalidade do ex-presidente do STF.

Esses pessebistas afirmam que a campanha é um vestibular para eventual mandato e que ele não deveria esperar ser ungido pelo partido, mas sim correr atrás de apoios.

Já os defensores da candidatura de Barbosa tentam estimulá-lo com a avaliação de que, se ele se consolidar nas pesquisas e se tornar um nome forte em SP, o governador do estado, Márcio França, ex-vice de Alckmin, seria compelido pela realidade a apoiá-lo.  (Painel- FSP)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Coluna do Blog
TV - Blog do Magno
Programa Frente a Frente

Aplicativo

Destaques

Publicidade

Opinião

Publicidade

Parceiros
Publicidade
Apoiadores