FMO

20/03


2017

Militantes dizem que PT "provavelmente" usou caixa 2

Ex-presidentes Lula e Dilma e o presidente do PT, Rui Falcão, em congresso do partido

Folha de S.Paulo - José Marques

Um artigo publicado no site do PT nacional diz que o partido "provavelmente" usou caixa dois para construir um "espaço de poder" na sociedade brasileira.

O texto é creditado a militantes da tendência mineira Articulação de Minas/CNB "que atuam na área da segurança pública e do combate à corrupção" e contribuiria "para o exercício reflexivo" da base partidária.

Procurada, a corrente petista diz que o artigo "não reflete a totalidade do pensamento" de seus militantes e nem da legenda.

Divulgada nesta segunda (20), a publicação diz que "as eleições brasileiras historicamente foram feitas mediante contribuições não contabilizadas, vulgo caixa dois".

"Enquanto as regras eleitorais não fossem modificadas –para todos–, seria quase impossível disputar em condição de obter uma vitória em qualquer nível da federação, (...) não utilizando as regras do jogo que sempre foi jogado", afirma.

"Então, o Partido dos Trabalhadores, provavelmente, se utilizou das mesmas regras que os demais usavam."

O artigo questiona: "Como o PT poderia disputar eleições sem recursos enquanto todos os partidos neoliberais o tinham de sobra e de várias fontes? Seria impossível disputar com chances de vitória sem os instrumentos necessários. É perfeitamente lógico que o Partido dos Trabalhadores, apresentando um projeto ao país, disputando um novo rumo para a nação, tenha buscado se financiar para tal."

Representante da tendência, a vice-presidente do PT Gleide Andrade, disse à Folha que o texto foi escrito por "militantes isolados" e ficou "surpresa" ao saber que a publicação menciona caixa dois.

A Articulação de Minas é ligada à CNB (Construindo um Novo Brasil), tendência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


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Versão Agreste Meridional

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20/11


2017

Segóvia assume oficialmente cargo de diretor-geral da PF

Do G1

O delegado Fernando Segóvia assumiu oficialmente, hoje, o posto de diretor-geral da Polícia Federal (PF) em uma solenidade de transmissão de cargo realizada na sede do Ministério da Justiça, em Brasília. O presidente Michel Temer, que indicou Segóvia para o comando da PF, participou da cerimônia.

Há 22 anos na PF, Fernando Segóvia foi nomeado para o cargo de diretor-geral da corporação no dia 8. Ele substitui o delegado Leandro Daiello, que comandou a Polícia Federal ao longo de 6 anos e 10 meses, período no qual foi deflagrada a Operação Lava Jato.

Daiello pediu aposentadoria da PF um dia após ser destituído da chefia da corporação. A aposentadoria dele foi publicada na edição desta segunda-feira do "Diário Oficial da União".

Antes de assumir o cargo mais alto da PF, Fernando Segóvia pertenceu a um grupamento de elite da corporação, o Comando de Operações Táticas (COT). Ele também já atuou como superintendente da PF no Maranhão, adido policial na África do Sul e coordenador, pela PF, da Campanha do Desarmamento.

Daiello

Se aposentando da carreira de delegado, Daiello falou dos sacrifícios necessários aos policiais. “A carreira de policial não é fácil, não lhe garante uma vida fácil”, disse Daiello, lembrando, por exemplo, do afastamento da família.

“Para vencer cada batalha, todos nós tivemos que abrir mão de muitas coisas das nossas vidas pessoais. O que me faz agradecer hoje não só a minha família, mas a família de cada um dos nossos colegas, pelo estimulo, pelo carinho, por tudo que fizeram para garantir que continuássemos em frente. A carreira de policial não é uma carreira fácil, não lhe garante uma vida fácil, mas é um privilégio”, discursou o agora ex-diretor-geral da PF.

Daiello é o segundo diretor-geral que mais tempo permaneceu no cargo (seis anos e dez meses, entre 2011 e 2017) – só ficou menos que Moacyr Coelho (11 anos, entre 1974 e 1985).


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Versão Sertão do Araripe

20/11


2017

Os vulcões do coração do Brasil

Ao fazer uma prospecção no coração do Brasil, o geólogo Everardo Maciel disse que o futuro governo terá dificuldade para realizar as reformas necessárias e tirar o País do atoleiro. O Profeta Adalbertovsky vai além: “Concordo em altíssimo grau, com a equação de Everardo, coração de leão, um dos profetas favoritos do meu planetário. O X do problema para os futuros e futuríssimos governos será desvendar as raízes quadradas, as raízes triangulares e as raízes mal-assombradas do Brasil.

“Talvez, quem sabe, em 2058, 2062, 2072, haja um presidente raçudo, da raça dos estadistas, para fazer reformas de rochedo neste País, mais que reformas de meias tigelas. As incógnitas estão nos vulcões, nos pântanos e nas cavernas do coração do Brasil. Os vulcões verdes-amarelos estão em erupção e são mais ativos que o Vesúvio. No dicionário da filosofia, ou das religiões, existe a definição das “grandes almas”. O Brasil está carente de grandes almas.

“Um passarinho muito sábio me contou que o ovo das serpentes autoritárias está chocando, na moita, e poderá eclodir nas estações eleitorais. São serpentes de todas as naturezas, neo-nazistóides, neo-stalinistas, neopopulistas. O ovo deletério pode eclodir nas estações eleitorais. Triste de um país em que Macunaíma, o herói de caráter zero, é eleito o paladino da República.

 “A radicalização é um vulcão no coração verde-amarelo. Para desativar esses vulcões e exterminar o ovo da serpente autoritária, o Brasil precisa de um líder raçudo, da raça dos estadistas”. A crônica do Profeta Adalbertovsky, direto das montanhas das Jaqueira, está postada no Menu Opinião.


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Versão Mata Sul

20/11


2017

A charge do dia


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20/11


2017

Temer fortalece Maia em trocas no primeiro escalão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O presidente Michel Temer se reúne com Rodrigo Maia na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados Foto: Jorge William/ Agência O Globo

 

Além de emplacar aliado no Ministério das Cidades, presidente da Câmara deve dar aval para mudança no comando do BNDES, cujo titular está sob pressão da base

O Estado de S.Paulo - Igor Gadelha

As mudanças no primeiro escalão que o presidente Michel Temer vai anunciar nos próximos dias irão fortalecer o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Além de decidir entregar o Ministério das Cidades a um aliado de Maia, o governo já prepara a troca do comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – defendida pelo presidente da Câmara.

Temer quer manter uma boa relação com Maia em razão da posição estratégica do deputado. Como presidente da Câmara, ele é responsável pelo cronograma de votação do plenário, o que inclui a reforma da Previdência e as medidas fiscais já enviadas pelo governo. O governo também precisa de Maia para votar os ajustes na reforma trabalhista, na medida provisória enviada pelo Planalto, o que contrariou o deputado, que defendia as mudanças por projeto de lei.

Neste domingo, Temer foi à casa de Maia para um almoço do qual participou o deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO). Um dos principais aliados de Maia, Baldy foi convidado oficialmente para substituir Bruno Araújo (PSDB-PE) nas Cidades e aceitou. Parlamentares da base aliada e integrantes do núcleo político do governo também participaram do encontro, que se estendeu por toda a tarde.

Segundo um ministro próximo de Temer, o presidente deve indicar um nome que tenha aval de Maia para comandar o BNDES, maior fonte de financiamento hoje no País. 


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Comentários

marcos

Lula (PT) Torra R$ 440,8 Bilhões via BNDES. Aí você pergunta, quem quebrou o Brasil. Quem foi o presidente Mais Ladrão, Qual presidente já deveria estar Preso. Lula o maior Cabra Safado do Brasil.

marcos

Lula, o encantador de Burros.

Nehemias

Lula é indiciado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK


Versão Sertão de Itaparica

20/11


2017

Reino Unido teria feito lobby no Brasil por Shell e BP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Shell teria sido uma das beneficiadas pelo lobby do ministro de comércio britânico, segundo o jornal The Guardian

 

Folha de S.Paulo

O ministro de comércio do Reino Unido teria feito lobby com o governo brasileiro para defender os interesses das petroleiras britânicas BP, Shell e Premier Oil nos campos de tributação e regulação ambiental, indica um telegrama diplomático obtido pela ONG Greenpeace.

A informação foi publicada pelo jornal "The Guardian" neste domingo (19).

Em março, o ministro de comércio britânico, Greg Hands, viajou ao Rio de Janeiro, a Belo Horizonte e a São Paulo. De acordo com o jornal, ele teria se encontrado com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, para discutir os interesses das empresas britânicas no Brasil.

Em resposta, Pedrosa teria dito que estava pressionando o governo brasileiro para atender às demandas das companhias, de acordo com o telegrama diplomático.

O governo britânico nega que tenha atuado em prol das companhias.

Procurado pela Folha, Pedrosa confirmou que houve o encontro com o ministro do Reino Unido, mas disse que "foi uma discussão normal entre representantes de dois países".

"A palavra lobby é usada pelo jornal como se houvesse segundas intenções —e não foi assim", completou o secretário-executivo.

Uma das prioridades de Hands, segundo o telegrama, seria o afrouxamento das exigências de uso de conteúdo nacional na indústria do petróleo porque isso beneficiaria diretamente a BP, a Shell e a Premier Oil.


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Prefeitura do Ipojuca

20/11


2017

Violência no Rio é destaque no New York Times

Aumento da violência na capital fluminense é tema de reportagem do mais prestigioso jornal dos EUA

VEJA

O jornal americano The New York Times destacou a violência no Rio de Janeiro em matéria de capa de seu caderno internacional deste domingo.

Com o título, na versão impressa, de “After Lull in Rio de Janeiro, a Merciless Return to Violence” (Após calmaria no Rio de Janeiro, um retorno cruel à violência, em tradução livre), a matéria assinada pelo correspondente do diário no Brasil, Ernesto Londoño, vem acompanhada de uma série de fotos que mostram cenas da violência cotidiana na capital fluminense.

O jornalista destaca que, após a Olimpíada de 2016, a cidade passa agora por um aumento na criminalidade reminiscente de “seus períodos mais sombrios nos anos 1980 e 1990”, com o crescimento da violência em todo o Brasil tendo sido exacerbado devido à recessão, à corrupção e à intensa competição entre traficantes de drogas.

Clique aí ao lado e veja matéria completa: Violência no Rio é destaque no New York Times 


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Banner - Hapvida

20/11


2017

Tucanos: escolha de presidente via tiro ao alvo

‌Tucanos brincam que, se o desentendimento no partido persistir, seu próximo presidente acabará escolhido como na série “Designated Survivor”, em que um político inexpressivo chega à Casa Branca depois que o presidente e todos na linha sucessória são mortos num atentado terrorista. As informações são de  Daniela Lima, na coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira. 

Diz mais a colunista: Sem acordo entre o senador Tasso Jereissati (CE) e o governador Marconi Perillo (GO), e com a hesitação de Geraldo Alckmin (SP) em assumir o comando do PSDB, surgem nomes novos na disputa pela presidência do partido. José Serra (SP) anda interessado no assunto.

Apesar da ovação que recebeu na recente convenção do PSDB paulista, Alckmin tem sido alvo de críticas de aliados na Assembleia Legislativa. Os descontentes lembram que Serra não descartou pretensões de se candidatar à Presidência de novo, o que poderia atrapalhar os planos de Alckmin.


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Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK


ArcoVerde

20/11


2017

Além do PSB, DEM "belisca" PMDB; quer mais deputados

O DEM vai concluir a primeira fase de seu plano de expansão em dezembro, com a incorporação de sete deputados que deixaram o PSB. A sigla buscará novas adesões até março, quando haverá janela para troca de legenda antes das eleições. Hoje com 29 deputados, o DEM quer chegar a 45.

Entre os nomes cobiçados pelo DEM está o do deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG). Ele quer concorrer ao governo mineiro e espera ter a simpatia do senador e ex-governador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Líderes do DEM tentam fortalecer a ideia de que devem ter candidato próprio a presidente em 2018. Com o tumulto no PSDB, que a sigla apoiou em anos anteriores, veem uma chance de inverter papeis.(Folha de .Paulo - Coluna Painel)


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Garanhuns Natal Luz

20/11


2017

Lula empatado com Bolsonaro no Rio, PT quer radicalizar

A duas semanas de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciar uma caravana no Rio, o PT recebeu uma pesquisa em que ele aparece empatado com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) na disputa pelos votos do Estado na corrida presidencial. Com os números em mãos, lideranças petistas passaram a sugerir que o ex-presidente polarize com Bolsonaro no giro fluminense, ignorando outros potenciais adversários. Lula resiste. Acha que poderia atrair ainda mais atenção para o rival.

Para convencer Lula, aliados dizem que só ele seria capaz de combater o discurso de criminalização da política que tem sido usado fartamente por Bolsonaro. Se não partir para o enfrentamento ideológico, afirmam, o PT deixará uma porta aberta para a direita mais radical.  (Painel - Folha de S.Paulo)

A pesquisa usada para justificar uma ofensiva mostra Lula com 23% das intenções de voto para presidente no Estado do Rio e Bolsonaro com 21%. Marina Silva (Rede) tem 7%, Ciro Gomes (PDT), 4%, e Geraldo Alckmin (PSDB), 3%.


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Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A imprensa faz tudo para levantar a credibilidade das pesquisas. Pesquisas sempre tendenciosa e com indicação de serem compradas. Bolsonaro, mesmo com toda mídia contra, sem divulgação das suas caminhadas pelo Brasil, continua sendo o candidato com mais potencial. A população não aguenta mais essas minorias e a imprensa defender bandidos. Só bandido tem direito. O cidadão de bem e a polícia não pode fazer enfrentamento pois, o marginal sendo baleado, são logo acusados de usar \"força indevida\" contra esses meninos bonzinhos e chamados de coitadinhos. É ridículo essa de ressocialização. Cadeia foi feita para o criminoso pagar pelo seu crime e não para \"ressocializar\". O que o PT fez foi desarmar o cidadão de bem e deixar os bandidos armados. Mudança já. Mudança para voltarmos a ter o lema que antes do PT e de seu FHC era: \"Direito tem quem direito anda.\"



20/11


2017

Lula diz que “não vai ser difícil” ganhar em 2018

VEJA

Em discurso no Congresso do PCdoB, Lula também afirmou que o governo Michel Temer é "fraco" e, por isso, se submete "aos interesses do mercado".

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “não vai ser difícil” ganhar as eleições presidenciais de 2018, mas defendeu uma mudança de estratégia dos partidos de esquerda para barrar as propostas do governo Michel Temer no Congresso. Durante o Congresso do PCdoB, Lula avaliou que a oposição está fragilizada e lamentou que não tenha conseguido barrar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e propostas que, na sua avaliação, representam um retrocesso com relação aos avanços das gestões petistas, como a reforma trabalhista.

“Éramos contra reforma trabalhista, e ela aconteceu. Éramos contra a Previdência, e se não tomarmos cuidado, vai acontecer”, disse o petista em seu discurso. Lula afirmou que o governo Michel Temer é “fraco” e, por isso, se submete “aos interesses do mercado”. “Nenhum presidente fraco é respeitado.” “Os congressistas que estão votando pelo desmonte não têm compromisso conosco. Nunca vi tanto deputado reacionário, tanto troglodita, e se não tomarmos cuidado vai piorar na próxima eleição”, disse.

Leia reportagem na íntegra clicando aí ao lado: Lula afirma que “não vai ser difícil” ganhar as eleições de 2018 


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Nehemias

Lula é indiciado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.

Nehemias

Lula o melhor presidente do Brasil, com 55 honoris causa de universidades pelo mundo. O MITO


Supranor 1

20/11


2017

Bolsonaro: "Se não houver fraude vou ao 2º turno"

Folha de S.Paulo

Em entrevista ao programa "Canal Livre", da Band, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse que, se não houver fraude nas eleições de 2018, com certeza chegará ao segundo turno da disputa.

"Sou diferente de todos os presidenciáveis que estão aí. Quem declara voto em mim dificilmente mudará. Não havendo fraude, com certeza estarei no segundo turno", afirmou.

O pré-candidato diz contar com a simpatia de grupos específicos, como os evangélicos, os que querem ter arma em casa e setores do agronegócio.

Acredita, no entanto, que as eleições em urnas eletrônicas no Brasil não são limpas, e por isso defende a impressão do voto.

Bolsonaro participou de uma série do programa "Canal Livre" com os presidenciáveis. Foi entrevistado pelos jornalistas Fabio Pannunzio, Fernando Mitre, Julia Duailibi, Sérgio Amaral e Mônica Bergamo, colunista da Folha.

Por quase uma hora, tratou de temas como economia, segurança pública e a relação entre Executivo e o Congresso.

Questionado sobre manifestações pelo país que defendem o autoritarismo, disse que nunca pregou uma intervenção militar.

"Mas se chegarmos ao caos, as Forças Armadas vão intervir para a manutenção da lei e da ordem", afirmou, ecoando comentário similar do general Antonio Hamilton Mourão em setembro deste ano.

Bolsonaro disse ser favorável à privatização de estatais, mas defendeu que cada caso específico seja analisado com cuidado. Vê com receio, por exemplo, a entrada de capital chinês no país. "A China não está comprando do Brasil, e sim o Brasil."

Bolsonaro fez críticas à Folha ao ser questionado a respeito de um levantamento de sua carreira no Congresso publicado pelo jornal. O texto revela que, a despeito do discurso liberal adotado recentemente, ele votou com o PT em temas econômicos durante o governo Lula.

"A Folha não é referência de nada. Não atendo mais a Folha. Eles deturpam tudo."

Na conversa Bolsonaro afirmou ainda ser imune à corrupção e que, em caso de vitória, não seguirá o modelo "toma lá, dá cá" para distribuir cargos.

Comporá um eventual ministério, afirmou, guiado apenas por critérios de competência, sem buscar agradar movimentos feministas, negros ou LGBTs.

Quanto a este último ponto, criticou a discussão de gênero nos colégios.

"Eu quero que todos, inclusive os gays, sejam felizes, mas que esse tipo de comportamento não seja ensinado nas escolas", argumentou. "Os pais querem ver o filho jogando futebol, não brincando de boneca por causa da escola."

Ao tratar o tema da segurança pública, um dos principais eixos de seu discurso, defendeu maior rigor e a adoção de medidas enérgicas no combate ao crime.

"Se morrerem 40 mil bandidos [por ano, por ação da polícia], temos que passar para 80 mil. Não há outro caminho. Não dá para combater violência com políticas de paz e amor", afirmou.

"Preso não deve ter direito nenhum, não é mais cidadão. O sentido da cadeia não é ressocializar, mas tirar o marginal da sociedade."

No encerramento do programa, em suas considerações finais, Bolsonaro afirmou que o Brasil "precisa de um presidente honesto que tenha Deus no coração".  


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Mobi Brasil 2

20/11


2017

Presidenciável pode cair após se lançar candidato

Agência  Estado

Partidos da base aliada do governo cobram a demissão do atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro. O argumento é de que o executivo não pode mais continuar na direção do banco de fomento, após ter sido lançado oficialmente, neste sábado (18), pré-candidato à Presidência da República pelo PSC.

“Ele deve sair para cuidar só da candidatura dele agora”, disse o líder do PR na Câmara, José Rocha (BA). “O Paulo Rabello não pode falar e fazer determinadas coisas na presidência do BNDES e continuar no governo. Por mim, ele já estaria fora”, disse o vice-líder do DEM, deputado Pauderney Avelino.

Recém-filiado ao PSC, o presidente do BNDES foi lançado pré-candidato do partido a presidente em 2018 durante convenção da legenda em Salvador (BA). Em discurso no evento, disse que vai trabalhar para “higienizar” a política.

“Vamos desintoxicar a política brasileira, passar por um processo de limpeza, de higienização, de compromisso efetivo”, declarou o executivo, defendendo que as mudanças aconteçam dentro da política. “Temos que caminhar com os políticos, mas com compromisso renovado”, afirmou.

Amigo do presidente Michel Temer, Rabello assumiu o BNDES em junho, após a saída de Maria Silvia Bastos Marques. A nomeação, porém, nunca teve a simpatia do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que ficou irritado por não ter sido consultado pelo governo sobre a escolha.

Rabello já é alvo de fogo amigo da base aliada por bater de frente com o governo em algumas situações. Entre elas, a antecipação de pagamento ao Tesouro Nacional de empréstimos feitos ao banco e a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituiu os juros subsidiados da TJLP. Procurado, o BNDES ainda não respondeu. (AE)


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Asfaltos

20/11


2017

Governo Temer lança programa Menos Médicos

Helena Chagas – Blog Os Divergentes

O governo acaba de lançar o programa “Menos Médicos”. É o que fica claro com a decisão, anunciada pelo ministro Mendonça Filho, do MEC, de suspender por cinco anos a criação de cursos de Medicina no país, a ser concretizada em decreto do presidente Michel Temer nos próximos dias.

Para perplexidade e estupefação geral: temos médicos demais? É claro que não. A decisão foi tomada, mais uma vez, para atender a pressão das corporações e entidades de classe do setor, que fizeram forte movimento depois do expressivo aumento das vagas de graduação em Medicina nos últimos anos – estimuladas pela lei do programa Mais Médicos.

Em julho de 2013, quando foi criado o Mais Médicos,  em meio a muita polêmica, a estimativa do Ministério da Saúde era de que tínhamos um déficit de 54 mil profissionais,  sobretudo no atendimento básico, agravado pela má- distribuição de médicos, deixando desguarnecidas principalmente as periferias das grandes cidades e os grotões do interior do país.  Faltavam médicos, e a solução encontrada foi importar os cubanos e, sim, estimular a formação de novos profissionais, principalmente em cursos no interior do país.

O Mais Médicos foi um grande programa, embora, evidentemente, não tenha resolvido o problema em quatro anos. Há hoje mais brasileiros recrutados no programa, mas ainda faltam muitos médicos no Brasil. Estudo do TCU apresentado há dias na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado mostrou, claramente, que a falta de profissionais no atendimento básico continua sendo nosso maior problema de saúde pública.

Não há, portanto, o menor sentido em limitar a criação de cursos de Medicina a esta altura do campeonato – a não ser os interesses corporativos das entidades da categoria, aquelas mesmas que, todos se lembram, tentaram impedir a implantação do Mais Médicos. A alegada falta de qualidade nos cursos e instituições deve ser corrigida de outra forma, com avaliações rigorosas dessas escolas e profissionais e outras exigências em seu recrutamento.

Impedir a criação de cursos para evitar a formação de maus médicos é tirar o sofá da sala. Quem pagará a conta serão os de sempre: a população mais vulnerável, entregue às deficiências do SUS. Do ponto de vista político, o “Menos Médicos”, em ano eleitoral, é nitroglicerina pura…


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bm4 Marketing 6

20/11


2017

O Rio de Janeiro que eu sempre hei de amar

Carlos Brickmann

Foram décadas de queixas. Bastou um grande Governo, o de Carlos Lacerda, para que o problema da água fosse resolvido (o que vale até hoje, mais de 50 anos depois). E bastou que a Eletrobras pusesse ordem na casa para que o problema da eletricidade fosse resolvido: hoje, há água e há luz.

O problema agora é a insaciável máquina de corrupção, unida ao tráfico e ao contrabando. Os narcotraficantes herdaram o poder dos bicheiros, multiplicando-o ao torná-lo mais sangrento. Agora? Isso vem de longe – o governador Brizola apôs obstáculos ao trabalho policial na década de 1980, há quase 40 anos; parte significativa da classe média, média-alta e rica se rendeu aos secos e molhados; o eleitorado perdeu oportunidades excelentes de eleger políticos corretos, como Fernando Gabeira, para escolher, veja só, Sérgio Cabral (Miro Teixeira, embora politicamente oscilante, manteve-se livre de acusações e ninguém duvidou de suas boas intenções).

Mas a vida segue. O paraense Billy Blanco, com Tom Jobim, compôs a Sinfonia do Rio de Janeiro. O Rio é a cidade, cidade mágica, que o mineiro Ruy Castro escolheu como sua. Quando o Rio vai bem, o Brasil vai bem.


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19/11


2017

Picciani: licença não tira prerrogativa parlamentar

Presidente da Alerj anunciou afastamento, mas depois acrescentou que segue com foro parlamentar

Jornal do Brasil

Após divulgar nota na manhã deste domingo (19) anunciando licença de suas atividades parlamentares, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), divulgou um "adendo" no início da tarde reforçando que, durante a licença, o deputado mantém "todas as prerrogativas estabelecidas na Constituição (art. 53, § 2°)", que fala justamente sobre as condições sobre a prisão de um parlamentar.

De acordo com o artigo 53,  § 2°, "Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão."    

No 'adendo' divulgado na tarde deste domingo, Picciani destaca que o referido artigo é "aplicável aos Deputados Estaduais por força do art. 27, § 1°, e aos Deputados Distritais tendo em vista o art. 32, § 3°, todos da Constituição Federal".


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