Versão Sertão do Moxotó

12/01


2017

AM: presos iam fazer atentados a bomba após massacre

G1

Uma das facções criminosas que atuam nos presídios de Manaus pretendia cometer atentados a bomba contra autoridades do Amazonas. O plano de integrantes da facção foi descoberto pelo setor de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP-AM) e obtido com exclusividade pela GloboNews. Desde o dia 1º de janeiro, o sistema prisional do estado registrou fuga de mais de cem presos, rebeliões e um massacre que resultou em mais de 50 mortes. A SSP e o MP-AM não quiseram comentar o assunto.

Segundo a GloboNews, o grupo pretendia cometer atentados contra promotores e o Secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes. A reportagem teve acesso ao relatório da Inteligência da secretaria comandada por Fontes.

O documento mostra que os agentes haviam descoberto que a rebelião que terminou com a morte de 56 presos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) era o primeiro passo de um plano muito maior do grupo.

Leia mais: Presos do AM pretendiam cometer atentados a bomba após massacre


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Versão Sertão Central

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22/01


2018

A charge do dia


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Versão Mata Sul

22/01


2018

Julgamento de Lula: Brasil vai parar para ver

Decisão será importante em duas esferas: a criminal, que poderá resultar na prisão do petista, e a eleitoral, que terá impacto na sua candidatura

O mundo político, econômico e jurídico vai parar para acompanhar a sentença dos três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região em relação ao caso do tríplex do Guarujá (SP) que seria do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o juiz Sérgio Moro, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, Lula é dono do imóvel, recebido em troca de benefícios concedidos à empreiteira OAS durante os anos em que foi presidente da República. Por conta disso, foi condenado a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro.

Pela primeira vez na história da Corte, um julgamento criminal será transmitido ao vivo pelo canal do tribunal no YouTube. O réu mais importante da Lava-Jato ainda terá uma série de recursos a seu dispor caso a sentença seja negativa. Assim, a novela Lula não terá um desfecho nesta quarta. O que não tira a importância do capítulo que será escrito na capital gaúcha. Após o resultado ser proclamado, ainda cabem apelações ao próprio tribunal, tanto por parte da defesa do ex-presidente quanto pelo Ministério Público.
De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), a prisão só ocorre após a possibilidade de recursos na segunda instância ser esgotada. Esse entendimento foi explicitado em uma nota da assessoria de comunicação do tribunal, para tentar amainar os ânimos da militância petista.

A sessão será aberta pelo desembargador Leandro Paulsen, presidente da 8ª Turma Criminal, que analisa o caso do ex-presidente.  Após a abertura da sessão, o relatório do processo será lido pelo desembargador João Pedro Gebran Neto, relator do caso envolvendo o petista. Em cerca de 30 minutos, Gebran Neto vai fazer um resumo de todo o processo. Em seguida, o Ministério Público Federal se manifesta. Antes de definirem um resultado, os juízes precisam ouvir a defesa.

Se a Corte decidir pela condenação de forma unânime, a situação do ex-presidente se agrava. Neste caso, é possível entrar com embargos de declaração. Esse tipo de recurso pede explicações sobre a decisão e por este meio é possível pedir a redução e até exclusão da condenação. Se a condenação ocorrer por maioria, ou seja, dois juízes a favor e um votar contra, ou optar por uma pena menor, as possibilidades para recorrer aumentam. Neste caso, além do recurso já citado, é possível apelar por meio de embargos infringentes.  (Do Correio Braziliense)


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Versão Agreste Central

22/01


2018

Políticos anti-Lula blefam querem mesmo enfrentá-lo

Leandro Colon – Folha de S.Paulo

Afinal, quem tem medo do ex-presidente Lula nas urnas? Sua presença como candidato à Presidência ameaça os adversários?

É curiosa a reação da elite política anti-Lula ao falar do futuro do petista após o julgamento do TRF-4, na quarta-feira (24), que vai delinear o enredo dos próximos capítulos da disputa pelo Palácio do Planalto.

Em entrevista à Folha, o presidente Michel Temer declarou que prefere uma derrota política de Lula ao risco de vê-lo ser transformado em vítima por um possível revés na Justiça.

"Se o Lula participar (da eleição), vai ser uma coisa democrática, o povo vai dizer se quer ou não", afirmou. "A vitimização não é boa para o país e um ex-presidente", disse.

O mesmo tom foi adotado por outras figuras de alto calibre e que terão relevância no xadrez eleitoral.

No discurso de posse na presidência do PSDB, em dezembro, o governador Geraldo Alckmin afirmou querer "derrotar Lula nas urnas". O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse recentemente à Folha: "Para o Brasil, é melhor Lula perder nas urnas".

Duas leituras naturais podem ser extraídas do palavreado acima:

1. Estão todos blefando. No fundo no fundo, morrem de medo de encarar o líder de intenção de voto nas pesquisas e adotam a retórica na base do "vamos ganhar dele nas urnas" para evitar a acusação de que estimularam o Judiciário a tirá-lo da corrida presidencial.

2. Ou, supostamente destemidos, preferem de fato enfrentar o petista cara a cara a lidar com a provável força que teria um fantasma de Lula rondando a campanha sob o discurso (populista e irreal) de vítima de um complô da elite para afastá-lo.

Mesmo com a condenação do ex-presidente, o PT promete ir até o fim na batalha jurídica por sua candidatura. O placar em Porto Alegre pode significar derrota importante para Lula, mas não vai impedi-lo de discursar por aí como candidato, nem que seja na condição de fantasma.


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marcos

Tic Tac Tic Tac. Condenado.

marcos

Lula vai denunciar o TRF-4 à ONU, depois ao Papa, depois a Padim Siço, depois a Frei Damião e até a São Severino do Ramo.

marcos

Lula é um Bosta e será confirmada sua condenação quarta feira.

Comicozinho

Por que esse medo do Lula? Lula realmente é um fenômeno como diz a imprensa americana.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Meu Deus, Esse Leandro, assim como os \"articulistas\" que tem espaço na mídia para falar de política, tem bola de cristal. Dizer que todos estão blefando? Quem é ele para entrar nas mentes dos políticos para fazer essa afirmação. É por esta e outras que a imprensa fica mais desmoralizada a cada dia. Não tem nem a honestidade intelectual de dizer o \"eu acho\".



22/01


2018

Vai e vem: suspensa posse de Cristiane Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posse estava marcada para as 9h desta segunda-feira, com portas fechadas

Folha de S.Paulo – Camilla Mattoso e Gustavo Uribe

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, suspendeu a posse marcada para esta segunda-feira (22) da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) para o comando do Ministério do Trabalho.

Em despacho na madrugada, durante o plantão judiciário, ela acolheu "parcialmente" reclamação apresentada pelo Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes (Mati).

O pedido era para derrubar decisão do vice-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Humberto Martins, que suspendeu os efeitos de liminar concedida pelo juiz Leonardo da Costa Couceiro, da 4ª Vara Federal de Niterói, que impedia a posse.

Nas redes sociais, o grupo de advogados, que já havia ingressado com uma ação popular no Rio, chamou de "grande imoralidade" a nomeação.

De acordo com a nota envidada pela assessoria de imprensa do Supremo, Cármen Lúcia "suspendeu temporariamente a posse da deputada Cristiane Brasil até que venha ao processo o inteiro teor da decisão do STJ (proferida no sábado). Se for o caso, e com todas as informações, a liminar poderá ser reexaminada".

A equipe do presidente Michel Temer avalia agora se irá recorrer da decisão da ministra ou se pedirá ao PTB que indique um novo nome para o cargo.

Após a liminar do STJ, o Palácio do Planalto chegou a marcar a posse da ministra para as 9h desta segunda, exatamente para evitar a possibilidade de uma nova decisão barrando a cerimônia durante a segunda-feira (22).

O evento seria para poucas pessoas, na sala de audiências, local onde não é permitida a entrada da imprensa, de forma atípica.

Antes de ingressar com recurso no STJ, assessores do presidente chegaram a consultar a equipe da presidente do STF e tiveram o aceno de que ela manteria a posse suspensa caso o episódio chegasse a ela.

Faz duas semanas que a parlamentar tenta assumir o cargo, mas tem sido impedida pelo Poder Judiciário. A causa são condenações contra ela na Justiça do Trabalho.

A deputada foi condenada a pagar R$ 60 mil a um de seus motoristas. Em outro caso, fez acordo com um profissional, pagando R$ 14 mil, para evitar outra sentença.

Cristiane Brasil é filha do ex-deputado Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, que denunciou o esquema do mensalão à Folha, em 2005.

O partido faz parte da base de apoio do presidente Michel Temer e não abre mão da indicação ao Ministério do Trabalho.

O ministro Carlos Marun (Secretaria do Governo) chegou a comemorar a decisão do STJ neste sábado com um vídeo publicado nas redes sociais.

"O governo está contente pois poderemos contar com o trabalho da ministra nessa árdua luta de continuar fazendo com que o Brasil cresça para o bem de todos nós brasileiros", disse.

CONFLITO

A decisão de Cármen Lúcia é mais um capítulo de um embate entre o Executivo e o Judiciário na questão da nomeação de ministros.

Em fevereiro do ano passado, a nomeação do ministro Moreira Franco para a Secretaria-Geral da Presidência chegou a ser suspensa por juízes federais.

Os pedidos acolhidos argumentavam que a escolha de Temer tinha o objetivo de proteger Moreira, que passaria a ter foro privilegiado. Ele foi citado por executivos da Odebrecht que fecharam delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) A AGU, porém, conseguiu reverter as decisões.

Dilma Rousseff (PT) também teve o mesmo obstáculo quando tentou nomear o ex-presidente Lula para ser ministro da Casa Civil, em março de 2016, pouco antes da votação do impeachment.

A escolha chegou a ser publicada no Diário Oficial, mas não foi em frente. Além de decisões da Justiça Federal, o ministro Gilmar Mendes, do STF, também impediu a posse do petista, dizendo entender que havia um desvio de finalidade na nomeação.

À época, o ministro ainda determinou que as investigações da Operação Lava Jato sobre o Lula ficassem sob a condução do juiz Sergio Moro, responsável pelas apurações do esquema de corrupção da Petrobras no Paraná. 


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marcos

Quem votou na Jumenta elegeu Temer. Fora Temer Lula na Cadeia.

Comicozinho

Ôxente! Temer, tá tão bonzinho, pra que afastá-lo ?

Comicozinho

Muito bem, ministra, aplausos, parabéns!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Estamos vivendo a Ditadura do Judiciário. O Supremo deveria afastar o Temer, fechar o Congresso e administrar o País.



22/01


2018

Serra fora

Caarlos Brickmann

José Serra decidiu manter-se no Senado, “cuidando dos projetos que elaborou”, e desistindo de vez de sair para o Governo ou a Presidência.

Que é que Serra quer, que o leva a desistir de tentar realizar o sonho para o qual se preparou, de ser presidente da República?

Não, não são seus projetos, pois várias vezes já deixou mandatos pela metade para tentar novos cargos.

O que Serra quer, agora, é um pouco de anonimato, longe da máquina de moer carne que é uma campanha. Acusado por delatores, o que quer é paz.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Serra, o eterno candidato a Presidência. Sem carisma, sem voto e cara de pau. Não é a toa que é um comunista de gravata. Não vai ganhar nunca.

Comicozinho

Por que esse medo do Lula? Lula realmente é um fenômeno como diz a imprensa americana.

sonia

Advogado da Petrobras aponta provas diretas e indiretas contra Lula. O advogado da Petrobras, René Ariel Dotti, que vai defender no TRF-4 o aumento da pena de Lula, falou ao Estadão sobre as abundantes provas contra o condenado. O Antagonista.


Prefeitura de Camaragibe

22/01


2018

Eletrobras: “Não será vendida uma única ação da União”

Para reduzir resistências, auxiliares de Michel Temer afirmam que o governo está trabalhando pela “capitalização” da Eletrobras, e não por sua “privatização”. “Não será vendida uma única ação da União”, diz Eliseu Padilha (Casa Civil).

Henrique Meirelles (Fazenda) pretende repetir no BNDES a fórmula aplicada para reduzir o peso dos políticos na Caixa. O ministro quer ter influência direta na escolha do comando do banco quando o presidente Paulo Rabello de Castro deixar o posto, em abril.

Após o rebaixamento do Brasil pela S&P, a equipe econômica prevê um efeito cascata nas agências Moody’s e Fitch.

A ordem de Meirelles é martelar que a inflação baixa, os juros “em níveis históricos” e a reserva cambial sob controle blindam a economia e não permitem vislumbrar uma crise.


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marcos

Lula é um Bosta. Mas é um Bosta Ladrão.

Comicozinho

Por que esse medo do Lula? Lula realmente é um fenômeno como diz a imprensa americana.

sonia

Marcha solitária. MST e PT participam neste momento de uma melancólica marcha em Porto Alegre. Os apoiadores de Lula ainda estão dormindo. O Antagonista. Mico total! Sabem que ele é culpado! O condenado não tem mais o apoio espontâneo dos brasileiros. A C A B O U

sonia

Também essa porcaria não vale nada, como a Petrobras, Correios, BNDES, Caixa e por ai vai... Essa catástrofe foi desde a publicação da Medida Provisória 579 em setembro de 2012 que determinava a redução das tarifas e a renovação das concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Dilma, quebrou o setor elétrico quando estava no poder.


Hapivida 2018

22/01


2018

Marqueteiros de Trump recusam assessorar Bolsonaro

Coluna do Estadão – Andrezza Matais

Em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tentou, em vão, contratar a agência americana Cambridge Analytica, responsável pela campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Sondada por emissários do presidenciável brasileiro, a empresa pediu um tempo para analisar o comportamento de Bolsonaro nas redes sociais. Passados três meses, mandou avisá-lo que optou por recusar qualquer proposta para assessorá-lo na corrida ao Planalto. Avaliaram se tratar de um candidato com imagem “ruim”.

Questionado, o deputado desconversou sobre a abordagem. “Se alguém procurou esta agência, foi sem minha autorização. Não tenho dinheiro para contratar uma empresa dessas”, afirmou.

Se migrar para o PSL, como anunciado, Bolsonaro terá R$ 3 milhões para usar na campanha. O valor refere-se a 30% dos R$ 9 milhões do fundo que a legenda deve receber.


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22/01


2018

Alckmin lança a campanha: conversas e busca de aliados

Pré-candidato ao Planalto e presidente do PSDB, Geraldo Alckmin viajará uma vez por semana a Brasília até abril, quando deixa o governo paulista para entrar em campanha. As passagens pela capital serão usadas para alavancar conversas políticas e atrair aliados.

Para os tucanos, Alckmin deve usar os meses de janeiro a março para crescer nas pesquisas em São Paulo. Segundo as contas da direção do PSDB, se o governador subir 10 pontos em seu Estado, ele ganha quase 2,5 nacionalmente.

Alckmin deixará o vice Márcio França (PSB) encerrar a reunião que fará nesta segunda (22) com a equipe de secretariado. Será, provavelmente, o último desses encontros sob a batuta do tucano. A partir de abril, França tocará o barco.  (Painel - Folha de S.Paulo)


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ArcoVerde

22/01


2018

Guerra conjugal

O governador paraibano Ricardo Coutinho, do PSB, foi notificado pelo STJ em ação movida por sua ex-esposa Pâmela Bório, com base na Lei Maria da Penha. O processo corre em segredo de Justiça. Mas alguns fatos são conhecidos:

Pâmela Bório responsabiliza o ex-marido por hackear seu celular, no qual, segundo se comenta, haveria fotos do casal em momentos íntimos.

O relator do processo no STJ é o ministro Francisco Falcão.

O processo tende a esquentar por dois motivos: primeiro, o hackeamento das fotos da bela primeira-dama; segundo, a posição política de Coutinho.

Distante da linha partidária, que oscila entre candidato próprio e o apoio a Geraldo Alckmin ou a Marina Silva (Rede), o governador fecha com Lula.  (Painel - Folha de S,Paulo)


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22/01


2018

Mais um: Temer terá Ministério da Segurança Pública

Gustavo Uribe - Folha de S.Paulo

O presidente Michel Temer planeja criar o Ministério da Segurança Pública, retirando as atribuições da área do Ministério da Justiça. A ideia é anunciar a pasta em abril, quando será feita uma reforma ministerial com a saída dos auxiliares que serão candidatos.

A medida é um esforço para imprimir uma marca em seu último ano de mandato. Ele também se antecipa ao presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). O governador de São Paulo já disse que, se eleito, pretende criar a pasta.

Em entrevista à Folha, concedida na quinta (18), o presidente confirmou que avalia montar a nova estrutura e defendeu a necessidade de uma presença mais forte do governo federal na coordenação da segurança no país.

"Está na minha cabeça, mas não está decidido. Nessa busca de tentar atender a uma realidade fática, nós temos de atentar para isso", disse. 


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Comicozinho

Por que esse medo do Lula? Lula realmente é um fenômeno como diz a imprensa americana.

sonia

Pra que ??? Pra nada. É mais cargos para membros da quadrilha. Pra o Brasil só a uma solução: INTERVENÇÃO MILITAR URGENTE.



22/01


2018

Temer muda rotina e noticiário: medo do efeito Sarney

Marina Dias – Folha  de S.Paulo

Virou costume. Quase um ritual. Quando televisores e jornais dentro do Palácio do Planalto começam a priorizar notícias negativas para o governo, o presidente da República decide criticá-los ou, até mesmo, abandoná-los de vez.

Foi assim com Fernando Collor, que às vésperas da votação de seu impeachment disse que a televisão servia apenas para "poluir sua cabeça", com Fernando Henrique Cardoso, que classificava os jornais como "desastrosos", e com Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

A petista deixou de acompanhar tudo que lia sobre o Brasil —de colunas de opinião a revistas estrangeira— depois da Copa do Mundo de 2014, quando a crise de seu governo começou a recrudescer.

Não foi diferente com Michel Temer. Antes audiência assídua da maior parte dos jornais e revistas do país, o presidente tem diminuído a leitura que fazia dos principais veículos de imprensa e se informado com o resumo de relatórios elaborados por sua equipe de comunicação.

Com reportagens e análises adversas para o governo desde maio do ano passado, quando a delação da JBS veio a público implicando-o diretamente, Temer diminuiu o tempo dedicado às notícias diárias e se aprofundou nas articulações para que não seja alvo do que auxiliares têm chamado de "efeito Sarney".

O presidente, porém, não quer parecer alienado e instalou alertas em seu smartphone que o avisam das notícias de última hora. No mais, prefere conversas com ministros, senadores e deputados, geralmente com a TV de seu gabinete desligada.

Os baixíssimos índices de popularidade e as poucas chances de aprovar sua principal bandeira, a reforma da Previdência, fizeram com que assessores passassem a temer que o presidente não tenha poder político suficiente para chegar ao fim do mandato com alguma influência eleitoral. O presidente tem se movimentado para tentar mostrar que ainda é capaz de liderar um bloco de centro-direita.


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Supranor 1

22/01


2018

Cinco ultrarricos têm riqueza igual à metade do Brasil

Fernanda Mena – Folha de S.Paulo

O país ganhou 12 novos bilionários em 2017. Cinco deles têm riqueza igual à da metade da população brasileira.

Se a alta recorde das principais bolsas do mundo parece ter empurrado boa parte dos novos bilionários de 2017 para o topo do topo da pirâmide socioeconômica global, no Brasil outros fatores tendem a influenciar mais nossa desigualdade de riqueza.

O país ganhou 12 novos bilionários em 2017. Hoje, eles somam 43 ultrarricos. Cinco deles têm riqueza igual à da metade da população brasileira. O país foi apontado por diversos estudos como um dos mais desiguais do mundo.

O relatório global da Oxfam aponta que cerca de um terço das fortunas dos bilionários do mundo provém de heranças ou de relações clientelistas entre empresários e governos.

Os dois fatores parecem operar por aqui. No Brasil, as alíquotas de imposto sobre herança chegam no máximo a 8%, quando no Reino Unido, por exemplo, podem atingir 40%.

No quesito clientelismo, basta ver a lista de doadores de campanhas e os empresários investigados ou presos pela Operação Lava Jato para perceber que parte da classe política tem se deixado capturar por interesses pouco republicanos.

Peça-chave na promoção da desigualdade é o sistema tributário regressivo, que penaliza o consumo, portanto, os mais pobres, mas isenta lucros e dividendos e artigos de luxo, como jatos, iates e helicópteros.

Com isso, os 10% mais pobres do país gastam 32% de sua renda em tributos, a maior parte deles indiretos (sobre bens e serviços), e os 10% mais ricos gastam 21%.

Para o economista Sérgio Firpo, professor do Insper, o debate sobre os bilionários tem outro contorno no Brasil."Nossa desigualdade é mais ligada a problemas estruturais, como falta de educação pública de qualidade e o fato de os servidores públicos, ativos e inativos, ganharem muito mais que o restante da população", diz. "Além disso, gênero, cor de pele e região do país mudam o acesso a oportunidades."


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Mobi Brasil 1

22/01


2018

Caso Lula entra em semana decisiva

Entenda como será o julgamento:

Ana Luiza Albuquerque – Folha de S.Paulo

"Eu estava quieto no meu canto. Estava na expectativa que vocês escolhessem alguém para disputar 2018. Cutucaram o cão com vara curta."

A declaração, feita por Luiz Inácio Lula da Silva após sua condução coercitiva ordenada pelo juiz Sergio Moro, em março de 2016, integra o rol de acenos do petista em direção a uma nova candidatura à Presidência.

Quase dois anos depois, o ex-presidente fala mais abertamente como presidenciável, sob o coro de aliados de que "eleição sem Lula é fraude". Na semana passada, ele participou de dois atos de apoio, onde recebeu afagos de artistas e criticou o Judiciário.

O petista é esperado novamente no palco nesta semana em protestos para pressionar a Justiça, que tomará a decisão que pode comprometer a principal aposta do PT para voltar ao Planalto.

O futuro político do ex-presidente estará nas mãos de três juízes em uma sala do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, nesta quarta (24), a partir de 8h30.

O trio, formado por Leandro Paulsen, João Pedro Gebran Neto e Victor Laus, julgará se Lula é culpado da acusação de receber propina da empreiteira OAS por meio de um tríplex em Guarujá (SP).

   

SENTENÇA

 

A sentença original é de Moro, que condenou o petista a nove anos e meio de prisão. Não foi só Lula que recorreu ao TRF-4. O Ministério Público quer um aumento de pena.

Caso tenha a condenação confirmada pelo tribunal, Lula poderá ser preso após os esgotamentos dos recursos na corte. Do ponto de vista eleitoral, enquadra-se na Lei da Ficha Limpa.

Mas como o petista terá direito a recorrer aos tribunais superiores pelo direito de disputar a Presidência, os próximos meses serão de incógnita sobre qual foto representará o PT nas urnas em caso de derrota de Lula nesta quarta.


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Comicozinho

Por que esse medo do Lula. Realmente a imprensa americana diz que Lula é um fenômeno, o mundo inteiro reverência Lula.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Bandido bom é bandido preso.


Asfaltos

22/01


2018

Maia, Temer e Doria em Davos: ansiedade eleitoreira

Mathias Alencastro – Folha de S.Paulo

Diante do ocaso das instituições multilaterais, que perderam proeminência desde o apagão diplomático dos EUA, o Fórum Econômico Mundial de Davos, até pouco tempo atrás tido como um mero salão de negócios, vem se tornando um evento eminentemente político.

Na edição do ano passado, Xi Jinping elevou a China ao status de defensora do livre mercado. Agora, Emmanuel Macron pretende posicionar a União Europeia, fortalecida pelo recuo da direita ultranacionalista, como principal liderança do chamado mundo livre.

O Brasil estará representado por três potenciais candidatos à presidência oriundos de três partidos do centro. A julgar pelas encrencas subjacentes às pretensões de Michel Temer, Henrique Meirelles e João Doria, a passagem dos três na estação de inverno suíça tem tudo para terminar num belo espetáculo de cacofonia institucional.

A presença de João Doria na comitiva gera perplexidade. Durante o seu primeiro ano de mandato, o prefeito de São Paulo viu o seu enorme capital eleitoral derreter em razão de uma série de viagens irrelevantes para os interesses da cidade. Ao se lançar na primeira oportunidade do outro lado do Atlântico para participar de um evento no qual as questões urbanas são relegadas a segundo ou terceiro plano, Doria demonstra incapacidade de aprender com os erros do passado.

Temer vai, mais uma vez, constatar seu isolamento diplomático. O governo Macron, por exemplo, orientou os diplomatas a manterem as relações com o presidente no mínimo protocolar. Quem deve ficar nos holofotes é Meirelles, que vai penar para emplacar a narrativa de retomada econômica. A obsessão do governo com os rateios da economia doméstica vai reforçar a impressão entre os interlocutores que a décima economia do mundo abandonou qualquer pretensão de pesar nos principais debates globais.

Num momento em que as ambições eleitorais tendem a contaminar cada vez mais o discurso oficial, a comitiva terá a difícil missão de evitar novos embaraços. Outro pré-candidato do centro, o Presidente da Câmara Rodrigo Maia, ousou uma analogia grotesca entre escravidão e Bolsa Família em Washington, na semana em que os americanos celebram Martin Luther King. Um absurdo se considerarmos que a Índia do governo ultraliberal de Narendra Modi, uma das estrelas de Davos pela sua pujança econômica, está prestes a anunciar um programa de renda mínima abertamente inspirado na política pública brasileira.

Pelo seu histórico, o Bolsa Família é muito mais de que o legado de um governo contestado; é um patrimônio de Estado. Ao denegri-lo para agradar o seu eleitorado mais reacionário, Maia comprometeu a imagem de um poderoso instrumento de soft-power.

Depois de assumir o poder em condições polêmicas, ver-se envolvido em inúmeros escândalos e flertar com o ridículo nos deslocamentos internacionais, o centro corre o risco de arranhar ainda mais a imagem brasileira por causa da sua ansiedade eleitoreira. E confirmar o que muitos pensam: o Brasil nunca esteve tão desprestigiado no mundo desde a era Collor.


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bm4 Marketing 3

22/01


2018

O gato de Alice

Carlos Brickmann

No País das Maravilhas, Alice perguntou a um gato sorridente qual o caminho a seguir para sair dali. “Depende: aonde você quer chegar?”, perguntou-lhe o gato. Alice disse que o lugar não importava muito. O gato respondeu: “Então não importa o caminho que você vai seguir”. Sábio gato: mesmo aqui, no País das Armadilhas, como saber para onde as pessoas vão se não sabemos aonde querem chegar?

A resposta é simples: querem ir aonde for melhor para eles. Mas o que é melhor para eles? Gleisi Narizinho Hoffmann, presidente do PT, diz que para Lula ser preso muita gente vai morrer – como se multidões fossem lutar para manter solto o Grande Líder. Lindbergh Faria, Lindinho, senador petista pelo Rio, diz que a esquerda precisa estar “mais preparada para o enfrentamento, para as lutas de rua”. Nenhum dos dois concordará com uma sentença contra Lula: a Justiça só existe, acreditam, se Lula for absolvido. E que acontece caso nenhum dos dois concorde com a sentença? Pois é: absolutamente nada.

Eles sabem disso. Mas aonde querem chegar? À intimidação da Justiça. Gleisi enfrenta dez processos; Lindbergh, sete. Podem ser absolvidos em todos, mas ambos parecem não acreditar nessa possibilidade. Preferem a tática da ameaça disfarçada em advertência; agem em benefício próprio, mas disfarçado em luta pela liberdade de um companheiro. Aceita a pressão, Lula será beneficiado, mas quem ganha são Narizinho e Lindinho.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Quadrilha chefiada pelo maior ladrão, mentiroso, covarde e canalha o Lularápio.


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