General Heleno no olho do furac√£o e olho na luneta

Frederico Vasconcelos – Folha de S.Paulo

Na coluna deste sábado (22), na Folha, Demétrio Magnoli trata da subordinação dos militares ao poder civil. “Os que não têm armas cuidam da política; os que têm armas ficam proibidos de fazer política”, lembra a tradição das Forças Armadas nos Estados Unidos.

No governo Bolsonaro, “[Hamilton] Mourão, Augusto Heleno e Santos Cruz, a troika militar original, foi constituída por generais da reserva. A separação era mais formal do que efetiva, pois o ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas opera como ponte entre a troika e o atual comandante, Edson Pujol”, afirma Magnoli.

“Os três traçaram um prudente círculo de ferro discursivo, distinguindo-se da radicalização ideológica bolsonarista. O metal, porém, começa a sofrer visível corrosão”, diz. “O general que identifica Moro à pátria e clama pela condenação de Lula à prisão perpétua ainda mantém, no armário, a sua farda estrelada”, observa o colunista.

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Publicado em: 22/06/2019