Luciano Bivar é rochedo

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Num momento decisivo da pré-campanha eleitoral, quando muitos desdenhavam da aura vitoriosa do Capitão Marvel, o deputado Luciano Bivar ofereceu a legenda do PSL para ele ser candidato e ser eleito presidente da República. Pense num cara rochedo, o líder nacional do PSL, Luciano Bivar! 

Vocês estão lembrados de quando o guru da seita vermelha, hoje presidiário, convocou o “exército” stalinista do MST para apoiar o governo dele e fazer uma revolução no Brazil.

O novo presidente nacional do Incra é o general João Carlos Jesus Correa. Agora vejamos se os stalinistas comandantes dos chamados sem-terra terão o topete de desafiar o Exército auriverde para invadir e depredar propriedades e desestabilizar o governo. 

Aqui nesta terra dos altos coqueiros, infestada de zumbis da seita do cordão encarnado, que seja indicado um fiel escudeiro do Capitão Marvel para a direção do Incra. As infestações vermelhas continuam no ar. O deputado Luciano Bivar está na linha.    

Os desvalidos do MST são apenas massa de manobra dos vivaldinos. No jargão marxista, formam o lumpem proletariado, ou a “ninguenzada” de que falava Darcy Ribeiro, sem eira nem beira e que se presta a qualquer manobra em busca da sobrevivência. São doutrinados pela esquerda radical, e poderiam ser doutrinados em qualquer direção.    

O lumpem proletariado é carente de profissionalização, de educação, de moradia. A questão agrária depende de infraestrutura, mecanização, manejos produtivos. Distribuir uma gleba de terra em nada resolve o problema de famílias indigentes.

Os farsantes e demagogos do MST e congêneres vivem pendurados nas glândulas mamárias de ONGs e habitam moradias do melhor padrão de classe média. Acampamentos ou barracas do MST submetem os desvalidos a condições promíscuas, sem saneamento, sem instalações sanitárias.

O lema “Terra, trabalho e pão”, ou “Paz, terra e pão”, importado da revolução bolchevique da finada União Soviética no início do século passado, tem auras de romantismo ou de heroísmo, mas não funciona na realidade. Nem precisamos lembrar a tragédia humanitária sofrida por milhões de camponeses sob o terrorismo comunista.

Reforma agrária é agenda de meados do século passado. Vem dos tempos da enxada e do gemido do carro de boi. É um gemido do passado. A realidade agrária em Pernambuco é de minifúndios. Terras do semiárido, aí são outros quinhentos, demandam investimentos públicos em irrigação, mecanização e tecnologia.

Publicado em: 11/02/2019