The Gaulle: Seita vermelha é muito séria

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Olha só quem aflorou no recinto! O cientista político The Gaulle. Ele navega a bordo de um caleidoscópio para observar as cores auriverdes, encarnadas, azuis, infravermelhas e furta-cores do sanatório nacional. O sanatório geral do Brazil é muito sério, proclamou The Gaulle ao contemplar os duendes, zumbis, serpentários, os passarinhos, as espécimes da fauna e da flora que povoam os gramados e as florestas tropicais.

Surge uma nova categoria de insetos políticos: os zumbis vermelhos. Eles não tecem nem fiam, são desprovidos de massa cinzenta no cérebro, raciocinam com a massa das tripas gaiteiras na cachola. Faz parte da organização dos insetos vermelhos mamadores.

Tristíssimo é saber que subintelectuais que se arvoram de elites pensantes são arrebatados por um farsante semianalfabeto e corrupto. Aquela voz de bode rouco apaixona as multidões de zumbis. A cada frase ele pronuncia o seu mantra de sabedoria: “ou seja, sabe...”. As donzelas de grelo duro e os marmanjos do sexo frágil desmaiam de emoção.   

Aconteceu uma devastação nos gramados tropicais, mas os devotos da seita vermelha tiram onda de inocentes. Dizem que o Brazil vivia o reino da felicidade. 

A música “Les Marionettes”, do francês Christophe (1966) me evoca boas recordações de quando eu era colecionador de borboletas na Serra da Borborema. “Moi, je construis des marionnettes/ avec de la ficelle et du papier/ elles sont jolies les mignonnettes/ Elles sait bien dire papa maman je vais, je vais vous le présenter”. Eu construí as marionetes com corda e papel, elas são lindas, pequenininhas, sabem dizer papai e mamãe, eu vou apresentá-las a você”.

Nunca imaginei que um presidiário hoje seria capaz de construir uma marionete para fazer o papel de candidato a presidente da República, feito um Radad.    

As marionetes de Christophe continuam vivas no meu coração de estudante do Colégio Estadual da Prata na Serra da Borborema.

Ora, direis, o Capitão Marvel é a encarnação do mal. Eu vos direi: encarnação do mal é a camarilha vermelha que deixou um legado de 12 ou 14 milhões de desempregados nas quebradas do Brazil.

Gerar 12 a 14 milhões de desempregados é tortura coletiva.

Encarnação do mal são os devotos da seita dos zumbis vermelhos que apoiam o assassino comunista Nicolas Maduro na Venezuela. Apoiaram e financiaram a ditadura genocida com recursos de centenas de milhões de dólares do BNDES. O cara é homofóbico? Presidente da República não é fiscal da sexualidade de ninguém. Homofóbico era o psicopata Che Guevara, que matava os “maricones” na revolução comunista de Cuba e hoje é idolatrado pelos fascitoides de esquerda.

Ser fascistóide é fazer apologia ao “exército” terrorista do MST, render louvores aos ditadores assassinos da Venezuela e da Nicarágua e aplaudir o vandalismo dos novos bárbaros.     

Eles já degradaram e arruinaram a economia do nosso Brazil além dos horizontes. Seita vermelha delenda est!

Publicado em: 15/10/2018