PolĂ­tico, teje preso!

MONTANHAS DA JAQUEIRA –  O Brazil está em guerra. Zero novidade. Degradaram. Esculacharam. Barbarizaram o nosso País. A camarilha vermelha dilapidou, esfolou e mamou nos cofres públicos e privados do nosso País. Contestar, quem há de? A corrupção continua no seio, nas coxas e no tutano dos novos inquilinos e síndicos da República. Também não sou doido para negar. O batidão da corrupção é punk, é funk, é da pesada.

Uma senhorinha de narizinho de Pinóquio falou na TV Al Jazeera, para gregos e troianos e transmontanos que o guru da seita vermelha é um preso político. Análise sintática: o guru da seita é o sujeito da oração, substantivo. “Político” é o predicado, ou predicativo. A oração da seita está invertida. A oração correta é a seguinte: o guru é um político preso. Vocativo: Teje preso, político!

Que tal o substantivo próprio Sergio Cabral, aquele do olhar carinhoso de que falava o guru da seita vermelha e que arrombou os cofres do Rio de Janeiro, que tal se ele invocar para si o predicado de preso político?! E a Dona Maricota, a costela dele, substantivo próprio feminino cuja mão pesada roubava até diamantes e hoje cumpre prisão domiciliar para ensinar as criancinhas a roubar desde a infância?!

O substantivo próprio da seita vermelha está na cadeia há três semanas e até hoje o mundo não acabou. O exército vermelho do MST não comandou uma revolução contra as Forças Armadas. Movidos a mortadela, fizeram arruaças e queimaram pneus nas rodovias, mas não incendiaram Curitiba à moda do Imperador Nero na Antiguidade em Roma, enquanto tocava sua harpa. Os carbonários da mundiça vermelha não tocam harpa, só tocam a buzina de uma nota só: fon-fon-fon-golpe-golpe-golpe. É a cantiga do mau agouro do acauã. 

O maledetto Nicolas Maduro, com licença da palavra, não invadiu o Brazil para impor uma ditadura bolivariana. Esfomeados e massacrados pela ditadura comunista falida, os venezuelanos é que estão invadindo nossas fronteiras para saciar a fome e fugir do terrorismo vermelho. Um parêntese: o general Simon Bolívar foi um grande patriota e libertador das Américas nos tempos coloniais. Seu nome está sendo vilipendiado pelos facínoras comunistas nos tempos presentes em nome das tiranias totalitárias.

Falar em prisões políticas é insultar o Judiciário, o Ministério Público, a Polícia Federal, significa insultar a própria democracia.

Comício em Ipatinga (MG), 24.10.2017: o guru da seita vermelha disse que está com um corpinho de quase 72 anos e uma tesão de 20 anos para governar o Brazil. Eis o perigo. Um país se governa com neurônios, com massa cinzenta, não com tesão. Testosterona de 20 anos serve para outras finalidades, não para governar o Brazil. Governar com testosterona é querer xumbregar nosso Brazil.  

Agora está reclamando de solidão e a mundiça vermelha quer fazer comícios e piqueniques na carceragem da PF em Curitiba. 

Testosterona serve para degustar as parceiras em suas visitas íntimas, não para governar o Brazil.

Crimes políticos são crimes de opinião. Não existem no gibi da democracia no Brazil.

Publicado em: 30/04/2018