ArcoVerde


03/02


2015

As lições que não se aprendem

Carlos Alberto Fernandes*

Em tempo de céu cinzento e mar encrespado ninguém se entende. Ameaças. Retaliações. Lista de culpas e de culpados.  Com todos contra todos. Eis que surgem os preocupados, agora, com sobrevivência visando que mais personagem sejam expostos. Afinal, são figuras do mundo privado que estão presas.    

Agora, cabe evitar novos sangramentos e novas vísceras expostas, nesse escândalo privado da vida pública. A soma da corrupção, da incompetência e da ingerência está  fragilizando o potencial da Petrobras. A disposição de resistir e aguentar todo tipo de pressão em nome de uma causa revela bravura. Mas nada nos diz sobre a causa em jogo do ponto de vista ético.

Quantas vezes já vimos autoridades, conduzindo quilos de documentos sob as axilas, com mãos trêmulas e rosto crispado declarando-se “absolutamente tranquilos”, afirmarem o “nego com veemência”. Logo em seguida, depois confessarem aos prantos as suas verdades para autoridades, para os amigos e para a sua família.

Numa das instituições mais importantes da República é visível a  perplexidade com sua imagem, posto que naturalmente, superestimamos as excelências de caráter de seus integrantes. A defesa veemente, fruto da expressão forte das palavras, raras vezes tem a capacidade de transformar verdades suas mentiras.

Mas isso não a torna critério de verdade. As mentiras que contamos para nós mesmos não trazem estampadas na testa suas credenciais. A análise fria de nossas decisões fruto das paixões quanto de sofrimento nós causamos aos outros e a nós mesmos. Isso, leva a transformação de promessas sinceras em traições obscenas na vida privada e a alquimia de certezas plenas de equívocos gritantes na vida pública.

Enquanto o ambiente apresenta sinais de uma vitória serena, os aliados e os amigos são solidários. Todavia, como diria Maquiavel, quando os tempos ficam difíceis, poucos são os encontrados, pois dos homens pode-se dizer que estão dispostos a se sacrificar quando a ameaça é remota. Todavia, quando ela se aproxima, todos se afastam.

A circunstância de progressivo distanciamento em que se encontra o  Conselho de Administrador da Petrobras   não é única nem será a primeira, pois os homens são feitos do mesmo barro e não há nada de novo embaixo do sol. Nas relações políticas e de poder, abandonar e ser abandonado é condição máxima de sobrevivência.

E, no mundo da informação e do conhecimento democratizados,  a sociedade assiste a tudo e a todos como se fosse expectadora de novela. É testemunhada engenhosidade humana no uso sem pudor da demagogia, do cinismo e da hipocrisia, como saída e justificativa para erros e omissões humanas.

Numa sociedade emergente procurando  impor num mundo globalizado, faz se mister também que executivos de empreiteiras aprendam com as lições. Pois, a realidade política do Brasil joga por terras essas premissas e se reúne na sarjeta com todas realizadas em nomes pragmatismo de uma cultura política cínica onde as palavras não têm nada a ver com as com ações.    

*Economista e professor da UFRPE


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Asfaltos


02/02


2015

Sapos vermelhos tremem nas bases

José Adalberto Ribeiro
[email protected]

A eleição do peemedebista Eduardo Cunha para presidente da Câmara dos Deputados sinaliza a derrota e a fragilidade do PT no Congresso Nacional. Cada momento histórico tem suas coordenadas, naturalmente, mas vale lembrar algumas linhas paralelas.
O impeachment de Collor só aconteceu em 1992 porque o presidente da Câmara, Ibsen Pinheiro, deixou rolar.
O episódio deste ano faz lembrar, por tabela, a parelha Lula-Severino Cavalcanti em 2005. O caso eu conto como foi o caso do Impeachment que não houve.

No correr de 2005, no auge do Mensalão, o Governo de Lula chegou a mergulhar próximo ao fundo do poço, com credibilidade zero, sinais de desagregação e instabilidade. Sabe quem deu uma mãozinha e certamente evitou o Impeachment do sapo vermelho? Um camarada chamado Severino José Cavalcanti Ferreira, o popular Severino Cavalcanti, também conhecido nas rodas de capoeira, como Biu Miracapillo. Isto não é lenda. É de vera.

O inquisidor do Padre Miracapillo havia sido eleito presidente da Câmara numa eleição zebrada com o petista Luiz Eduardo Greenhalgh, aquele sujeito do bigode stalinista que atuava na indústria milionária da anistia aos ex-presos políticos. Severino tornou-se o representante do chamado “baixo clero”, a mundiça do Congresso Nacional. Greenhalgh era da elite, amigo do peito do sapo vermelho e dos bichos do mensalão. Severino prometia aumentar o salário dos deputados, mordomias, comilanças em geral.

A eleição foi decidida em segundo turno, Severino recebeu 300 dos 498 votos presentes, Greenhalg levou fumo com 195 votinhos.
Severino reinou nos tapetes da fama como presidente da Câmara dos Deputados até ser flagrado naquela esparrela do “Mensalinho” e renunciar ao cargo em setembro de 2005. Ser presidente da Câmara é reinar no paraíso como o terceiro nome na linha da sucessão presidencial, depois do presidente e do vice-presidente da República.

Naqueles tempos do Mensalão havia tempestades, raios e trovoadas em Brasília. Assim choveram nas mãos de Severino vários pedidos de Impeachment contra o sapo vermelho. Foram pedidos de várias entidades, entre elas da OAB, num total de sete.
Enquanto comia amendoim e tomava xarope de catuaba, Severino olhou a papelada e pensou o seguinte: eu não vou deixar rolar esses pedidos de Impeachment porque se o bicho pegar meu amigo Lula pode se lascar, vai ficar arretado comigo e eu vou perder uma boquinha no Planalto. Entonces, engavetou os pedidos. É vero e dou fé.

Assim foi salva historicamente a república dos sapos barbados.Ainda hoje o sapo vermelho é grato a Severino, admitindo-se que o bicho vermelho tenha sentimento de gratidão por alguém.

Encontrei naquela época com o então ex-ministro e presidente da Fundaj, Fernando Lyra, no Aeroporto dos Guararapes, e perguntei a ele: “Como vai o governo em Brasília”. Ele respondeu: “Que governo?! O mundo desabou em Brasília”. Foram estas mais ou menos as palavras dele, que bem conhecia os meandros do poder. Aproveito para dar meu testemunho: Fernando Lyra tinha bom coração e bons sentimentos. Reverencio a sua memória. 

A leniência das oposições, a frouxidão, para ser mais claro, também contribuiu para evitar a desagregação total e o Impeachment do presidente Lula. Alguns líderes oposicionistas consideravam temerário aprofundar a crise, para não haver ruptura institucional.
Atualmente, as tempestades de corrupção, as sangrias na economia e nas contas públicas conspiram contra o governo.

Os passaralhos de Brasília contam que o dep Eduardo Cunha é cobra criada e não vai dar trelas ao Palácio do Planalto. 
O dep Eduardo Cunha pode ter outros defeitos, mas com não é um pau mandato do cordão encarnado. Os sapos vermelhos tremem de medo de um pedido de Impeachment nas mãos dele.   

* Jornalista      


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Nehemias Fernandes Jaques

Toma, tucanalhas! A ex-primeira-dama de Pernambuco Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos, pode ser vice do ex-presidente Lula (PT) em sua candidatura para tentar voltar ao Palácio do Planalto em 2018. Ao menos é o que diz a coluna de Cláudio Humberto do Jornal do Commercio desta quinta-feira (12).

Nehemias Fernandes Jaques

Deputados com mandato citados na Lava Jato Eduardo Cunha (PMDB-RJ) Vander Loubet (PT-MS) José Otávio Germano (PP-RS) Luiz Fernando Faria (PP-MG) Nelson Meurer (PP-PR) Simão Sessim (PP-RJ) Senadores com mandato citados na Lava Jato Delcídio Amaral (PT-MS) Gleisi Hoffman (PT-PR) Humberto Costa (PT-PE) Lindbergh Farias (PT-RJ) Renan Calheiros (PMDB-AL) Romero Jucá (PMDB-RR) Valdir Raupp (PMDB-RO) Benedito de Lira (PP-AL) Ciro Nogueira (PP-PI) Antônio Anastasia (PSDB-MG) Fernando Collor (PTB-AL)

Paulo Ubiratan Vieira da Silva

Vermelhos????? Esse tipo de argumento deveria estar superado, o que pesa na verdade é concepção de estado, (vide Grécia, Espanha, e a troika ) argumentos do pessoal da quartelada tupiniquim ainda sendo colocados é de uma natureza asisina. A direita nesse país realmente não se assume. Estimular o golpe no país, nos dias de heoje é umdeserviço, desses golpistas de plantão. Não seguem nem o seu guru Marco Maciel, que pelo menos dizia da boca prá fora, que crise na democracia só se combate com mais democracia

Nehemias Fernandes Jaques

Michel Zaidan critica José Adalberto Ribeiro, assessor de Inocêncio PUBLICADO EM 02/05/2013 ÀS 13:24 POR JAMILDO EM NOTÍCIAS Quem sobreviver, há de lembrar…. Por Michel Zaidan Quando o atual líder do Partido Republicano (PR) em Pernambuco, o deputado Inocêncio de Oliveira se bandou para o lado do governador e do governo Lula, incumbiu ao seu assessor de imprensa, um antigo colunista do Diario de Pernambuco, de contactar os intelecutais e analistas políticos da cidade, para uma reunião social num restaurante do Paço da Alfândega. O assessor, depois de ter perseguido pela sua coluna vários dos convidados, se viu na contingência de ter que convidá-los para o convescote, onde o ilustre deputado de Serra Talhada, iria anunciar as razões de sua mudança de orientação política. Depois de se dizer um homem realizado na vida e na política, afirmou que agora ia se dedicar a fazer bem a humanidade, e começaria a nova carreira como aliado de Eduardo Campos e do presidente Lula. Naturalmente, que os presentes ouviram, comeram mas não se convenceram da súbita conversão do depu tado ao evangelho social . E não foi por puro preconceito pelo aspecto de coronel bem sucedido que o parlamentar sempre teve (e de que se queixou, na reunião). Mas essa introdução foi feita para contextualizar o reaparecimento do citado assessor de Inocêncio de Oliveira. Eis que discutindo a ambivalência tributária e fiscal (para não dizer federativa) do governador de Pernambuco, o camarada aparece para defender o governandor e me atacar, como sempre fêz, quando era jornalista. Eduardo e Dilma, adversários cordiais Não tenho nada contra quem é simpatizante, seguidor, admirador, eleitor ou fâ do atual mandatário pernambucano. Outra coisa bem diferente é ser criticado, só pelo fato de não concordar com as atitudes e as palavras sofísticas do dirigente político, em plena campanha eleitoral para presidencia da República. Ao que eu saiba não está proibida a liberdade de opinião em nosso estado, embora outros governadores já tenham querido cassá-la. E estranho muito esse método de áulicos, comissionados ou favorecidos tomarem a defesa desabrida do chefe, as vezes com ataque pessoal á hon ra dos críticos da política do Imperador. Se fôsse em outros tempos, diria que se trata de uma prática fascista essa, com o beneplácito dos donos do poder. Mas vamos aos fatos. Fui injustamente acusado de \"desconstruir o governo de Eduardo Campos\" e de não concordar com a renúncia fiscal praticada, pelo dirigente político, como política de desenvolvimento regional e industrial. E que, como devo ganhar muito dinheiro, deva estar satisfeito com a política tributária brasileira, me preparando para pagar as minhas dívidas fiscais ao Leão. Aviso aos navegantes que sou usário do SUS, servidor público e ando de transporte público. Logo, sou o maior interessado que os agentes públicos respeitem os chamados \"direitos republicanos\", entre os quais está a combrança devido dos impostos, sem os quais não há como financiar os serviços públicos. Naturalmente, a classe média brasileira (onde se inclui o citado jornalista) não usa o SUS, não anda de ônibus ou metrô nem valoriza o serviço público, que deve confundir com uma mera \"prebenda\" ou um \"cargo\" ou \" emprego\". Nunca escondi que sou a favor de uma reforma tributária, de caráter progressivo, que poupe os assalariados, a cesta básica, a produção e que grave mais pesadamente os que ganhem mais, os que especulam, que vivem parasitariamente da renda da terra, as grandes heranças etc. E que se faça uma regionalização do orçamento para se corrigir as disparidades regionais. Em suma, sou contrário a iníqua e injusta política tributária brasileira: regressiva, indireta e ineficaz. Mas confundir reforma tributária como \"guerra fiscal\", \"renúncia fiscal\" unilateral é uma modalidade de hobinhoodismo\" de cabeça para baixo. Tira de quem não tem para dar a quem tem muito. E que nem precisa dessa cortesia, com chapéu alheio. Essa política já mereceu um estudo do tribunal de contas da União e chegou a conclusão que o custo do emprego gerado com renúncia fiscal é tao alto, que seria melhor dar o dinheiro direto ao s trabalhadores. Além de prejudicar os entes subnacionais e a sociedade como um todo. É um jogo de soma zero, como dizem os politicólogos americanos. Pior: essa política é praticada por quem defendem nacionalmente um novo pacto federativo e uma reforma tributária. Afinal, como quem está a razão? Como um simples servidor público que nem possui carro, casa e plano de saúde (o milagre distributivo do PT) pode desconstruir a obra faraônica da \"Arena de Pernambuco\", os fabulosos corredores da mobilidade, a educação tecnológica e internacional dos nossos secundaristas? – Deve haver algo de podre no reino da Dinamarca, para uma simples crítica de um blog ameaçar uma gestão tão extraordinária assim!




29/01


2015

Delirar é preciso

RIBEIROLÂNDIA – Alô-alô Câmbio! Ribeirolândia na linha!  Magnolândia: Positivo operante! Azul da cor do céu de anil! Eu tive um estalo, feito o “Estalo da Vieira”. Foi o “Estalo da Ribeirolândia”. Ribeirolândia et Orbi! I had a dream! Eu tive um sonho! Vamos economizar água e energia e acabar com a corrupção no Brasil. Eis a utopia socialista do “assalto aos céus”. Ribeirolândia et Orbi. Para começar, desliguem todos os aparelhos de televisão, apaguem as emissoras de rádio e fechem os jornais.

O guia genial dos povos barbudos e dos sapos barbados mandou dizer que o Petrolão nunca existiu. O assalto aos trens pagadores da Petra foi um pesadelo da macacada. A goleada de 7 a 1 foi uma invenção da mídia golpista. O Brasil continua sendo campeão mundial de corrupção, aliás, continua sendo campeão mundial de futebol. Revogam-se as denúncias em contrário. O que os olhos não veem, o coração verde-amarelo não sente.

Delirar é preciso. Irei apresentar ao presidente Jânio Quadros meu projeto do Marco Regulatório da Mídia para que sejam proibidos os programas de suruba tipo o Big Bacanal Brasil. Eu não assisto a essa programa nojento, nem que a vaca tussa no Altiplano Central.
Vamos exterminar o PIG – Partido da Mídia Golpista, e criar o PI.Ig – Partido da Imprensa Ignóbil, para babar o governo. Também poderá ser chamado carinhosamente de PdB – Partido dos Babões. Os vermelhos vão adorar.

Na Ribeirolândia as transmissões de emissoras de televisão serão reduzidas no máximo a duas horas por dia, para economizar energia mental. Em minha choupana o aparelho de televisão já está criado teias de aranha e o papaizinho não sente a menor falta das narrações de Cid Moreira no Jornal Nacional do SBT.

Também há muito tempo não assisto ao programa de Chacrinha nem vejo a Jovem Guarda de Roberto Carlos na televisão do bispo Marcelo Rossi. Soube que na semana passada o Repórter Esso informou sobre o assalto de centenas de bilhões de dólares ao trem pagador da Petrobrás.

Televisão no Brasil serve apenas para desperdiçar energia de elétrons e energias mentais. Proponho o “Dia de Jejum” ou a “Semana de Jejum” de TV. Haveria uma economia fantástica.

Com o apoio do arcebispo emérito Anibal Bruno, pretendo implantar o programa “Mais Juízes” para importar magistrados da Indonésia no objetivo de fuzilar traficantes de drogas e ladrões de petróleo. Tenho certeza que a Madre Superiora irá aplaudir os fuzilamentos e será aplaudida pelas multidões, assim como aconteceu nos estádios da Copa do Mundo de Futebol, quando nossa gloriosa seleção goleou a seleção da Prússia por 7 a 1, com gols de Garrincha, Pelé e Gerson peito de aço.

Os pelotões de fuzilamento seriam instalados na Praça da Paz Celestial dos Três Poderes na Esplanada dos Monastérios em Brasília, tipo os “Paredons” de fuzilamento dos dissidentes políticos cubanos. Se houver um revestrés em Cuba, Fidel e raul castro serão  fuzilados para ficar como mártires da revolução. Eles merecem. Ó glória!  

Claro que nossa Madre Superiora mandaria uma mensagem de apoio ao fuzilamento dos autores do assalto ao trem pagador do petróleo. “Brasil, Pátria fuziladora de corruptos e traficantes”, este seria o nome do programa quando fossem aprovadas nossas leis islâmicas tropicais. A Indonésia será o nosso País irmão. Viva o presidente Joko Widodo!

(Aviso: este artigo contém destilações ofídicas contra os sapos vermelhos e seus aderentes. A leitura, portanto, não é recomendada à caterva dos PTralhas, discípulos e pareceiros, segundo o Parágrafo D do Marco Regulatório da Ribeirolândia)
José Adalberto Ribeiro, jornalista

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Nehemias Fernandes Jaques

Esse José Adalberto, é um tucanalha de carteirinha

Nehemias Fernandes Jaques

Atrelado a politico. Michel Zaidan critica José Adalberto Ribeiro, assessor de Inocêncio PUBLICADO EM 02/05/2013 ÀS 13:24 POR JAMILDO EM NOTÍCIAS Quem sobreviver, há de lembrar…. Por Michel Zaidan Quando o atual líder do Partido Republicano (PR) em Pernambuco, o deputado Inocêncio de Oliveira se bandou para o lado do governador e do governo Lula, incumbiu ao seu assessor de imprensa, um antigo colunista do Diario de Pernambuco, de contactar os intelecutais e analistas políticos da cidade, para uma reunião social num restaurante do Paço da Alfândega. O assessor, depois de ter perseguido pela sua coluna vários dos convidados, se viu na contingência de ter que convidá-los para o convescote, onde o ilustre deputado de Serra Talhada, iria anunciar as razões de sua mudança de orientação política.

adalberto ribeiro

Este Nehemias é um ptralha insistente e cabuloso

Nehemias Fernandes Jaques

O LADO OCULTO DA BUNDA A bunda de Paola Oliveira, que está exposta na janela, não é para você passar a mão. É só para você comer com os olhos. Já o seu lombo de gado está marcado e você ainda pensa que é feliz O assunto que tomou conta das redes sociais esta semana, foi uma cena da minissérie global “Felizes para sempre?”, onde a maravilhosa Paola Oliveira aparece de costas, exibindo generosamente a sua região lombar para a nossa alegria. Afinal, a bunda é uma paixão nacional. Existe três coisas que fazem o Brasileiro perder a cabeça: Salário mínimo, cartão de crédito e bunda. E por mais que você não consiga associá-las entre si, elas estão interligadas. Por uma boa bunda muitos perdem a cabeça e estouram o limite do cartão de crédito. Já quem ganha salário mínimo, perde a cabeça por que sabe que nunca vai conseguir ter em casa uma boa bunda. Igual a da Paola Oliveira então esquece. Isso não te pertence. A verdade é que a parte mais cobiçada da anatomia do corpo feminino, sempre foi explorada pela mídia, em diversas situações e para as mais diferentes finalidades. A música é um grande exemplo disso. A lordose acentuada revelou talentos como Gretchen, Carla Perez, Mulher melancia, Valesca Popozuda e outras que deixaram de ganhar salário mínimo e aumentaram o limite dos seus respectivos cartões de crédito apenas com uma reboladinha. Sem juízo de valor. Cada artista apresenta a sua arte da maneira e na “velocidade creu” que melhor lhe convier e até quando o hidrogel permitir. Não há como negar. Um bundão sempre dá o que falar. Seja na pele de uma linda personagem de novela ou na falta de ética de um apresentador/humorista que manda a Presidenta do seu País se f....pelo twitter. Mas no segundo caso trata-se de outro tipo de bundão e desse falamos depois. Ou ignoramos. Mas até quando a bunda e outras apelações farão parte da programação midiática e da nossa programação mental? Como bem disse Gabriel, o pensador em um dos versos da sua composição “Até quando”: “A programação existe pra manter você na frente, na frente da TV que é pra você não ver que o programado é você”. Será que somos um povo tão desprovido de raciocínio ao ponto de não conseguirmos perceber que entre o desejo que sentimos pela bunda exposta e o real motivo da sua exposição existe uma intenção, e que não é das melhores? Talvez alguns não consigam identificar essa intenção. Por isso mesmo acabam sentando na boquinha da garrafa sem perceberem e ficando com cara de bunda depois. Vocês que também fazem parte dessa massa, fiquem atentos! A bunda que está exposta na janela, não é para você passar a mão. É só para você comer com os olhos. Já o seu lombo de gado, está marcado e você ainda pensa que é feliz.

Nehemias Fernandes Jaques

Toma, caterva do psdb de Pernambuco ANASTASIA RECEBEU R$ 86 MIL DE AGÊNCIA DE PESQUISA Senador eleito por Minas, Antonio Anastasia (PSDB) foi remunerado com um valor bruto de R$ 86.169,80 do cargo de pesquisador em ciência e tecnologia da Fundação João Pinheiro (FJP), instituto de pesquisas do governo estadual; a remuneração é referente ao período entre abril e dezembro de 2014, em que o tucano renunciou ao governo estadual para concorrer a uma vaga ao Senado; as assessorias do FJP e do tucano negam irregularidades 26 DE JANEIRO DE 2015 ÀS 13:36 Minas 247 - O senador eleito por Minas, Antonio Anastasia (PSDB), foi remunerado com um valor bruto de R$ 86.169,80 do cargo de pesquisador em ciência e tecnologia da FJP (Fundação João Pinheiro), instituto de pesquisas do governo estadual. A remuneração é referente ao período entre abril e dezembro de 2014, em que o tucano renunciou ao governo estadual para concorrer a uma vaga ao Senado. O tucano assume o cargo no Senado no dia 1 de fevereiro. Foram 10 contracheques no valor de R$ 8.616,78, valor da sua remuneração bruta mensal. Além dos nove meses da fundação, Anastasia recebeu o 13º salário, segundo informações do Portal UOL. A assessoria de imprensa da FJP informou que atualmente o ex-governador está afastado da autarquia para exercer mandato eletivo. De acordo com a assessoria, os meses em que o ex-governador se manteve afastado da fundação em 2014 são previstos em leis federais e estaduais: afastamento por três meses para a campanha eleitoral e afastamento durante seis meses de férias-prêmio. A assessoria de Anastasia negou que o tucano tenha recebido vantagem ou benefício. \"Diplomado em dezembro, atualmente Anastasia está licenciado da Fundação João Pinheiro, sem remuneração, já que assumirá no próximo dia 1º de fevereiro como senador da República\", informa a assessoria do ex-governador.




27/01


2015

Um Continente Perdido

Os dias da presidente Dilma Roussef (PT) estão contados. Não dá mais para esconder a roubalheira na Petrobras (da qual ela é partícipe) e sua excelência sabe disso. A informação de que a Petrobras (Graça Foster) vendeu para o Banco BTG Pactual, os direitos de dois lucrativos poços de petróleo na Nigéria, vai completando as medidas. Essa camarilha deveria estar toda na prisão e não brincando de "governar" o país.

A venda dos poços nigerianos, estimados pelo TCU - Tribunal de Contas da União -, em US$ 3,5 bilhões de dólares, foi efetuada por US$ 1,5 bilhão de dólares. E o governo ainda providenciou o financiamento desse dinheiro. Que mamata boa! O PT arruinou o que restava deste nosso país de fancaria e continua no poder. O Continente Sul-Americano não é uma piada porque sempre termina em tragédia. Dilma está calada!

Foi à posse do terceiro mandato do índio fajuto da Bolívia, Evo Morales, que nunca perde a oportunidade de condenar o capitalismo e o imperialismo norte-americano, mas sempre a bordo de algum jato ultramoderno que cruze rapidamente os céus do planeta, usando moderníssimos notebooks, internet e tudo que comece com "i": iPod, iPad, etc. Igualzinho aos nossos comunistas de fachada, flagrados comprando até mesmo tapioca com cartão corporativo (criado na gestão FHC, 1995-2003).

A Bolívia, com essa esquerda que adora notas de dólares verdinhas e não deixa de meter a mão no dinheiro público, instalou, na cúpula da Assembleia Plurinacional, um relógio que anda para trás. Segundo o ministro das Relações Exteriores do país, David Choquehuanca, "-Estamos no Sul e, como estamos em tempo de recuperar nossa identidade, o governo boliviano está recuperando primeiro o nosso 'sarawi', que significa 'caminho' em aimará".

Ele disse ainda que, de acordo com este "caminho", ou "Nan" (em quéchua), todos os relógios do Continente Sul-Americano deveriam girar ao contrário. É torcer agora para que o PT, representado por Dilma, não aprove a ideia e passe a aplicá-la no Brasil. Andando para trás, nós já estamos desde a chegada dos portugueses, com visível aumento de passo depois da chegada do PT. Nossa presidente, como se sabe, deixou de ir a Davos para prestigiar Morales.

Mas nem todo mundo concorda com a decisão da Bolívia de colocar o relógio girando para trás. O físico Francesco Zaratti, por exemplo, foi muito criticado pelos petralhas do país da folha de coca por ter dito que o sentido horário "forma parte de convenções universais que se colocam à margem de ideologias esquerdistas". Zaratti também acrescentou que o sentido mundial adotado não tem nada de "discriminatório" como dizem os comunistas covardes de meia tigela.

"-A Terra gira em sentido horário", prega Francesco Zaratti, "e é uma estupidez monumental querer reverter tal movimento". O físico, por conta de sua vocação professoral, deve imaginar ser possível, numa preleção de alguns minutos, colocar na cachola de um paquiderme como o chanceler David Choquehuanca aquilo que vem aprendendo em pesquisas e estudos dedicados durante toda a sua vida.

Ele esquece que esses petralhas não leem, não pesquisam nem estudam e a maioria só pensa em enriquecer facilmente e com muita rapidez, assaltando os cofres públicos. Tem sido assim em toda a América do Sul. Basta ver como Lula da Silva e seus descendentes acumularam riqueza incalculável no curto espaço de 12 anos.

Com relação ao nosso país, alguém vai ter de explicar agora qual a vantagem de terem sido vendidos os poços nigerianos da Petrobras. A presidente da República vai completar dois meses em silêncio, pois se encontra prisioneira de sérias contradições e de inexplicável e interminável roubalheira. O melhor que faria seria renunciar.

* Jornalista


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13/04


2006

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Parque de Santana: O desafio da convivência social
Carlos Alberto Fernandes

Reféns da seca são reféns da morte e vida severina
José Adalberto Ribeiro

Federação já!
Aécio Neves

O aumento dos subsídios dos vereafores de Petrolina
Maurício Costa Romão

Salve-se quem puder
Aécio Neves

The Gaulle: criar Municipiozinhos é coisa séria
José Adalberto Ribeiro

God Save the Queen
Marcelo Alcoforado

Talvez Aécio Neves não tenha razão
Marcelo Alcoforado

Consenso
Aécio Neves

Rede de Sustentabilidade: a morte do nascimento
Carlos Alberto Fernandes

Marina+Dudu: um ponto fora da curva
José Adalberto Ribeiro

O Imperador da Dudulândia guenta o rojão?
José Adalberto Ribeiro

Drogas, quando tudo sai errado
Hélio Schwartsman

O Submarino Amarelo da Dudulândia
José Adalberto Ribeiro

Pedágio urbano: já não me sinto um tolo
Gilberto Dimenstein

O capitão do time
Marcelo Alcoforado

Riso sardônico
Marcelo Alcoforado

Impunidade infringente
Carlos Alberto Fernandes

A desordem geral
Carlos Alberto Fernandes

Agronegócio
Aécio Neves

Presidente preocupada
Marcelo Alcoforado

A tradutora destratada
Marcelo Alcoforado

O grande remédio
Marcelo Alcoforado

Mal na foto
Hélio Schwartsman

Totalitarismo à vista
Carlos Alberto Fernandes

Limitações dos economistas
Carlos Alberto Fernandes

Tancredi e o Brasil
Marcelo Alcoforado

Prostituição multinacional
Marcelo Alcoforado

Mitologia
Aécio Neves

Nasce um novo líder mundial
Carlos Alberto Fernandes

Na educação o que falta é gestão e governança
Carlos Alberto Fernandes

Vilões inflacionários
Marcelo Alcoforado

Os recados do congresso
Mauricio Costa Romão

Comadre Fuluzinha e a turma do reizinho na barriga
José Adalberto Ribeiro

Imobilidade urbana
Carlos Alberto Fernandes

A Temer o que é de Temer?
Eliane Cantanhêde

É a economia, estúpido
Marcelo Alcoforado

As duas faxineiras
Marcelo Alcoforado

Será que Marx tinha razão?
Carlos Alberto Fernandes

Malditos dez centavos
Carlos Alberto Fernandes

A mocidade voltou às ruas
Marcelo Alcoforado

Um agito nas ruas: é pau na moleira!
José Adalberto Ribeiro

Uma chama se acende
Carlos Alberto Fernandes

Bienvenidos médicos vermelhos de Cuba
José Adalberto Ribeiro

Mordomia corporativa
Marcelo Alcoforado

Prostitutas felizes
Hélio Schwartsman

Unindo o útil ao agradável
Eliane Cantanhêde

Esses moços, pobres moços
Carlos Alberto Fernandes

Terrorismos eleitorais
Eliane Cantanhêde

No meio do caminho do Ninja tem uma cerca vermelha
José Adalberto Ribeiro

Os impactos da tecnologia da informação na escola pública
Carlos Alberto Fernandes

Como um derrame melhorou um cérebro
Gilberto Dimenstein

Os limites do crescimento possível
Carlos Alberto Fernandes

Triângulo mineiro
Eliane Cantanhêde

Ratos e homens
Marcelo Alcoforado

A nova polarização
Eliane Cantanhêde

Chantagens à vista
Carlos Alberto Fernandes

Ultrapassando as fronteiras
Hélio Schwartsman

Os novos sonhos da Rússia
Carlos Alberto Fernandes

Eu sou um cara seminovo 6.4
José Adalberto Ribeiro

A jurema e as cerejeiras do Potomac
Carlos Alberto Fernandes

Funciona
Hélio Schwartsman

Tudo de tudo
Eliane Cantanhêde

Boicota SP e o frango que vale R$ 75
Gilberto Dimenstein

Cantando na chuva
Marcelo Alcoforado

O joio e o trigo
Eliane Cantanhêde

O rato que ruge
Marcelo Alcoforado

Crise na distribuição de energia em Pernambuco. De quem é a culpa?
Heitor Scalambrini Costa

Primeiro de abril
Marcelo Alcoforado

Casa de ferreiros
Hélio Schwartsman

Celpe: exemplo de desrespeito à população
Heitor Scalambrini Costa

A uma liderança dissidente
Carlos Alberto Fernandes

A penúria da saúde
Hélio Schwartsman

O real significado de SUAPE
Cláudio Plácido

A era glacial chegou
Márcio Accioly

A soberba do poder
Carlos Alberto Fernandes

Abrahamluiz Lincolnácio of Silva
Marcelo Alcoforado

Em defesa do homossexualismo
Hélio Schwartsman

Vai um cafezinho aí?
Eliane Cantanhêde

Controle de pesquisas e o ''Risco Berlusconi''
Maurício Costa Romão

Bom-mocismo diáfano
Hélio Schwartsman

A Esperteza das raposas políticas
Carlos Alberto Fernandes

A hecatombe que não aconteceu
Marcelo Alcoforado

Enfim uma boa notícia de Alckmin
Gilberto Dimenstein

A divina racionalidade
Carlos Alberto Fernandes

Os animais das Organizações
Carlos Alberto Fernandes

Não confieis em reis
Marcelo Alcoforado

O som ao redor
Amin Stepple

Brincando com fogo
Eliane Cantanhêde

O novo poder no Congresso
Carlos Alberto Fernandes

A Integração das Polícias: desejos e objetivos
Carlos Alberto Fernandes

O novo poder no Congresso
Carlos Alberto Fernandes

Trunfos de Eduardo Campos
Maurílio Ferreira Lima

O novo poder no Congresso
Carlos Alberto Fernandes

Governo cria vale-imprensa
Gilberto Dimenstein

Camaradagem
Eliane Cantanhêde

O genial reinventor da educação
Gilberto Dimenstein

Um espelho para quem bebe muito
Gilberto Dimenstein

Tancredo e Chavez: Eu sou você amanhã
José Adalberto Ribeiro


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