Versão Sertão Central


21/05


2018

The Gaulle:o Brazil tá doidão!

MONTANHAS DA AL-JAQUEIRA – O cientista político The Gaulle aflorou no recinto. Ele é autor da big tese de que o Brazil é um país muito sério. Ao dar um rolé nas montanhas da Al-Jaqueira, eu perguntei: Como tá tu, The Gaulle? Ele falou: Tô ligado. E o Brazil? Está degradado em todos os cantos onde canta o carcará e onde cantava o sabiá. Tá doidão, bicho, o Brazil tá doidão!

Ele fez a crônica do Brazil delirando e levado numa camisa de força para ser atendido num posto de saúde do SUS. Sem olhar para a cara dos gemedores do Brazil, sua excelência o doutor da Medicina fez o diagnóstico coletivo: todos estão com a peste bubônica da virose. The Gaulle disse que ficou invocado. Os médicos estudam 10 anos nas faculdades e aprendem que todos os pacientes do SUS padecem de virose e fazem consultas-relâmpagos de dois minutos. doenças devem ser revogadas. Assim caminha a saúde pública no Brazil. É a medicina fake, ou fucker.

A saúde pública no Brazil é uma virose crônica, uma tortura. Aflige mais que alivia as dores. A saúde na rede privada depende do bolso do freguês. Faz parte da ditadura dos planos de saúde.

Quem irá sarar as feridas e fazer a remissão do Brazil? A depender das nossas lideranças de meia tigela, não haverá remissão. Estamos órfãos de grandes líderes e de estadistas. 

O guru da seita vermelha está preso e o mundo não acabou. O principal ideólogo do cordão encarnado também entrou em cana. Um cara com mais de 70 anos, de formação revolucionária ortodoxa, 30 anos de cadeia no lombo e sem perspectivas de liberdade, o que irá transmitir aos seus devotos? Ficar resignado não faz parte da natureza dos combatentes fanáticos.

Os doutores da Medicina formam uma casta neste País. Desfilam com reizinhos na região abdominal. A casta impede ou dificulta a abertura de novas faculdades para manter a reserva de mercado. Filhinhos de papais e mamães formados em universidade públicas nas costas dos contribuintes, tripudiam sobre os desvalidos que sustentam seus privilégios. São eles mesmos que criticam os governantes e os privilégios alheios. Os bons profissionais com espírito humanitário e senso de ética são minoritários nessa casta.

The Gaulle assistiu à entrevista da sinhazinha de nariz de Pinóquio à TV Al-Jazeera para o mundo árabe, vasto mundo habitado por espíritos da paz e harmonia e também moinhos de guerra. Qual a mira do nariz de Pinóquio? De guerras bastam nossas tragédias do dia a dia.

Morrendo de amores pelo guru da seita vermelha, a sinhá propôs  cortar o pescoço da vereadora Marília Arraes para levar o apoio do cordão encarnado à reeleição de Paulo Câmara em Pernambuco, sob a condição de o governador trabalhar em favor do indulto para o chefe da camarilha atualmente preso em Curitiba. Liderança política em ascensão, Marília já beijou as barbas vermelhas e hoje seu pescoço está sendo usado como moeda de troca.


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Versão Sertão do Pajeú


14/05


2018

O Ministério dos Goelas

MONTANHAS DA AL-JAQUEIRA – Completamente nu, sorridente e feliz, o ministro dos Goelas da República concedeu uma entrevista na Esplanada dos Monastérios para falar sobre o preço da gasolina. Na vera, também podem chamar Ministério Pornô dos Juros e dos Impostos do Reino Parasitário dos Banqueiros.  

Vamos à entrevista. O ministro Pornô dos Juros e dos Impostos fez a seguinte delação, impunemente: 45 % do preço dos combustíveis no Brazil são feitos de impostos federais. Isto foi dito em plena luz do dia, diante de senhoras e crianças inocentes.

Sua excelência falou: Em vista do déficit fiscal, nós da República Parasitária dos Banqueiros não cogitamos nenhuma possibilidade de redução de impostos, proclamou, nuzinho da silva. Todos as príncipes do poder, os caboclos mamadores e parasitas desfilam nuzinhos, dos piolhos da cabeça até o dedão do pé, nas suas carruagens em Brasília et Orbi.

O momento mais emocionante da entrevista aconteceu quando o ministro do Reino dos Banqueiros, em meio às gargalhadas, anunciou a previsão do déficit fiscal do Brazil, de 159 bilhõezinhos de reais, ou um pouquinho menos, de 136 bilhõezinhos. Os fogueteiros do Ministério dos Juros lançaram rojões e fogos de artifício, enquanto o ministro recebia dezenas de buquês de flores enviadas pelas lobas e lobos do sistema financeiro.

A carga tributária no Brazil é pornô. O objetivo do sexo explícito tributário é esfolar os contribuintes e as empresas, para não usar outra palavra, ou um palavrão. Ilustração aproximada: quanto custa, exemplo, um automóvel tipo classe média nos Estados Unidos: digamos, 40 mil dólares; no Brazil, no mínimo, 80 mil dólares.

Qual a explicação? Carga tributária, encargos e custos trabalhistas. Encargos e custos não são salários, vão para a goela do Governo.Para onde vão os impostos? Para os goelas da República. O exemplo aplica-se a qualquer outro item, de calçados, têxtil, mecânico, elétrico ou eletrônico. O nome disso é extorsão tributária, herança nefasta do “quinto dos infernos”, queiram ou não queiram os doutores.  

O Copom – Comitê de Política Monetária é fantasia. O Copom fixou a taxa Selic do Banco Central em 6,5 % ao ano. E daí? Os juros do cheque especial e dos cartões de crédito aos consumidores vão além de 300 % ao ano. A agiotagem e as arapucas financeiras mandam mais que o governo, ou governam mais que o governo. 

A lenda do banqueiro de olho de vidro não é lenda, é real. O olho de vidro tem mais calor humano. O olho de vidro nomeia e demite ministros nesta República de Banqueiros. Faz parte do show da ditadura do sistema financeiro parasitário. 

O crime perfeito existe: a dívida pública na casa dos 3,55 trilhões de reais, igual a 3.550 gigas denários. O Brazil deve aos banqueiros e os banqueiros devem ao Brazil. Os brasileiros devem a si mesmos, pois o dinheiro dos banqueiros sai do bolso de todos nós. É um nó nas tripas. 

Ao passear na Esplanada dos Monastérios e presenciar as cenas de nudismo no Ministério Pornô dos Juros e da Fazenda dos Banqueiros, um gurizinho gritou: “Os goelas da República estão nus”.

Os goelas mandaram capar o gurizinho, multá-lo, esfolá-lo e enquadra-lo nos crimes de lesão tributária.


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Versão Mata Norte


07/05


2018

Coração do Brazil é um vulcão

MONTANHAS DA AL-JAQUEIRA – Saudades do ministro da Guerra, Raul Jungmann! Onde tá tu, Raul? Tá no Rio de Janeiro? Tá no Planalto? Tá na planície? Tá nas fronteiras do Brazil? O presidente Michel Temer é um cara malvado. Jogou uma bomba atômica na caixa dos peitos de RJ. Missão heróica: apascentar o coração do Brazil. 

O coração do Brazil hoje é um vulcão.

A guerra no Brazil é subterrânea, nas cavernas, nas emboscadas, nas moitas, nos abismos. O Rio de Janeiro, ministro RJ, é um vulcão em erupção, é ingovernável. Nem o norte-coreano Kim Jong-um, nem o Papa é capaz de pacificar as guerras aos pés do Cristo Redentor.

Os 15.735 quilômetros de fronteiras terrestres do Brazil, da Guiana Francesa ao Uruguai, são ingovernáveis. Quando eu crescer e for nomeado ministro da Guerra pelo futuro presidente Michel Temer Bisneto, eu vou decretar intervenção federal nas fronteiras do Brazil. 

Barbarizaram, esculacharam, degradaram, esfolaram nosso Brazil. Faz lembrar o personagem Santiago Nasar ao final do romance “Crônica de uma morte anunciada”. “Empapado de sangue, levando nas mãos o cacho de suas entranhas, deixando no ar o horrível cheiro de merda, Santiago falou para a tia Wenefrida: “Me mataram, querida Wene!” Ainda hoje estão esfolando as tripas do Brazil.  

A corrupção, o mandonismo, o autoritarismo, o parasitismo do Estado brasileiro, a extorsão tributária, a opressão contra os mais humildes, a violência e os traços culturais da escravatura fazem parte das nossas honoráveis tradições desde os tempos coloniais.

Os impostos hoje são o dobro do “quinto dos infernos” (20 por cento) dos tempos coloniais. O sistema tributário funciona como uma extorsão legalizada para esfolar os contribuintes, asfixiar as empresas e extorquir os consumidores. Exemplo: um automóvel top de linha em nosso País custa em média o dobro do valor vigente nos Estados Unidos, por conta dos impostos extorsivos que alimentam os governos corruptos e incompetentes e as castas de servidores.

As leis trabalhistas – CLT foram implantadas durante Estado Novo de Vargas, em 1943, sob inspiração da “Carta Del Lavoro da ditadura fascista de Benito Mussoline na Itália (de 1925 a 1939). 

Em Pernambuco o famoso “Acordo do Campo” foi celebrado pelo Governo Arraes, idos de 1963, com os bárbaros usineiros e fornecedores de cana. Até então, imperava a “lei do cambão”. Carteira de trabalho assinada e salário mínimo nem pensar. Os usineiros não foram pródigos nem para si mesmos, pois não construíram riquezas, a maioria deles faliu, existe um legado de indigências na Zona da Mata.    

No paralelo, a legislação trabalhista paternalista criou uma categoria de parasitas, os pelegos sindicais. Eles não fiam nem tecem, são sanguessugas que defendem seus próprios privilégios em nome dos trabalhadores e desqualificam as relações trabalhistas.  

Os vermelhos que hoje, de modo leviano, chamam de fascistas os defensores das mudanças na CLT fingem ignorar este fato histórico (ou são mesmo ignorantes). A caterva vermelha de hoje tem saudades do fascismo de ontem.

A realidade virou pelo avesso. Os micros, pequenos e médios empresários, que movem a economia, têm medo de contratar trabalhadores por causa da cultura de conflito social, do custo do emprego, dos encargos sociais e dos impostos. E assim caminha o retrocesso social, cultural e institucional.


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Versão Agreste Setentrional


01/05


2018

Juízes fazem mensagem de apoio a Lava Jato

Frederico Vasconcelos - Folha de S.Paulo

O Grupo Palavra de Juiz, formado por mais de 2.000 magistrados que discutem em rede temas sobre o Judiciário, distribuiu moção de apoio aos juízes federais que atuam no julgamento de crimes do colarinho branco, em especial nas ações da Operação Lava Jato.

Segundo o texto, a iniciativa é dirigida principalmente aos juízes Carolina Moura Lebbos, Marcelo da Costa Bretas e Sergio Fernando Moro, como manifestação de “profundo repúdio à série de acontecimentos envolvendo pressões indevidas sobre as atividades de membros do Poder Judiciário, atitudes que não disfarçam a incitação à desobediência civil”.

“Vislumbramos que este episódio, aliado a tantos outros, evidenciam à população uma franca tentativa de amordaçar o Poder Judiciário, perseguindo os seus membros com expedientes vis de ameaças, xingamentos e toda sorte de atos truculentos próprios de quem não sabe conviver em um Estado Democrático de Direito”.

O grupo afirma que os atos decisórios sob a responsabilidade dos três magistrados “foram submetidos ao devido processo legal e ao sistema recursal em sua plenitude”.

“Essa manifestação [a moção] não decorre de voluntarismo ou arroubo de mágoa partidária, mas de obediência ao que ordena o artigo 6º do Código de Ética da Magistratura, ao dispor que ‘é dever do magistrado denunciar qualquer interferência que vise a limitar sua independência'”.

Os manifestantes expressam “profunda preocupação com as ofensas, ameaças diretas aos órgãos do Poder Judiciário perpetradas por diversos políticos –em especial pelo deputado federal Wadih Damous– pois tendem a fragmentar a independência dos Poderes e reduzir o Estado Democrático e Direito”.

Segundo informam os coordenadores, participam do Grupo Palavra de Juiz magistrados estaduais de primeiro grau (ligeira maioria) e de segundo grau, juízes da Justiça Federal, Trabalhista e Militar de todos os Estados, além de alguns ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Superior Tribunal Militar.

A moção será encaminhada aos juízes Moro, Bretas e Lebbos e distribuída entre os membros do grupo, do qual também fazem parte mais de 100 magistrados de Portugal e de países africanos de língua portuguesa


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30/04


2018

Político, teje preso!

MONTANHAS DA JAQUEIRA –  O Brazil está em guerra. Zero novidade. Degradaram. Esculacharam. Barbarizaram o nosso País. A camarilha vermelha dilapidou, esfolou e mamou nos cofres públicos e privados do nosso País. Contestar, quem há de? A corrupção continua no seio, nas coxas e no tutano dos novos inquilinos e síndicos da República. Também não sou doido para negar. O batidão da corrupção é punk, é funk, é da pesada.

Uma senhorinha de narizinho de Pinóquio falou na TV Al Jazeera, para gregos e troianos e transmontanos que o guru da seita vermelha é um preso político. Análise sintática: o guru da seita é o sujeito da oração, substantivo. “Político” é o predicado, ou predicativo. A oração da seita está invertida. A oração correta é a seguinte: o guru é um político preso. Vocativo: Teje preso, político!

Que tal o substantivo próprio Sergio Cabral, aquele do olhar carinhoso de que falava o guru da seita vermelha e que arrombou os cofres do Rio de Janeiro, que tal se ele invocar para si o predicado de preso político?! E a Dona Maricota, a costela dele, substantivo próprio feminino cuja mão pesada roubava até diamantes e hoje cumpre prisão domiciliar para ensinar as criancinhas a roubar desde a infância?!

O substantivo próprio da seita vermelha está na cadeia há três semanas e até hoje o mundo não acabou. O exército vermelho do MST não comandou uma revolução contra as Forças Armadas. Movidos a mortadela, fizeram arruaças e queimaram pneus nas rodovias, mas não incendiaram Curitiba à moda do Imperador Nero na Antiguidade em Roma, enquanto tocava sua harpa. Os carbonários da mundiça vermelha não tocam harpa, só tocam a buzina de uma nota só: fon-fon-fon-golpe-golpe-golpe. É a cantiga do mau agouro do acauã. 

O maledetto Nicolas Maduro, com licença da palavra, não invadiu o Brazil para impor uma ditadura bolivariana. Esfomeados e massacrados pela ditadura comunista falida, os venezuelanos é que estão invadindo nossas fronteiras para saciar a fome e fugir do terrorismo vermelho. Um parêntese: o general Simon Bolívar foi um grande patriota e libertador das Américas nos tempos coloniais. Seu nome está sendo vilipendiado pelos facínoras comunistas nos tempos presentes em nome das tiranias totalitárias.

Falar em prisões políticas é insultar o Judiciário, o Ministério Público, a Polícia Federal, significa insultar a própria democracia.

Comício em Ipatinga (MG), 24.10.2017: o guru da seita vermelha disse que está com um corpinho de quase 72 anos e uma tesão de 20 anos para governar o Brazil. Eis o perigo. Um país se governa com neurônios, com massa cinzenta, não com tesão. Testosterona de 20 anos serve para outras finalidades, não para governar o Brazil. Governar com testosterona é querer xumbregar nosso Brazil.  

Agora está reclamando de solidão e a mundiça vermelha quer fazer comícios e piqueniques na carceragem da PF em Curitiba. 

Testosterona serve para degustar as parceiras em suas visitas íntimas, não para governar o Brazil.

Crimes políticos são crimes de opinião. Não existem no gibi da democracia no Brazil.


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Ipojuca


23/04


2018

Sílvio Neves desvenda os véus de Eça de Queiroz

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Cesse tudo que a antiga musa canta, que outro valor mais alto se alevanta”, proclamou Camões ao despedir-se das navegações de gregos e troianos e saudar as conquistas lusitanas dos “mares nunca dantes navegados”. “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal!”. “Políticos e fraldas devem ser mudados frequentemente, e pelos mesmos motivos”, assim o mordaz Eça de Queiroz destila sua ironia sobre os costumes mundanos e políticos de Portugal nos meados do século 19.

Camões, o épico; Fernando Pessoa, o existencialista; Eça de Queiroz, o crítico mordaz. Eles formam a tríade mais luminosa na galeria dos escritores portugueses.

Na idade das fraldas, Eça de Queiroz foi rejeitado pela mãe biológica, Carolina Augusta Pereira D’Eça. Seria uma mãe desnaturada? Mistérios da natureza humana, ou da natureza desumana. Mistérios de muitos véus. Certidão de batismo: “José Maria (ainda não era um Eça de Queiroz) – filho natural de José Maria d’Almeida Teixeira de Queiroz e de mãe incógnita”.    

A bordo de seu telescópio X9, com lentes do Direito de Família e sensores literários, o escritor e advogado Sílvio Neves Baptista navegou no tempo das fraldas, nos jardins da infância e da maturidade para escrever o livro “Eça de Queiroz: um caso de abandono materno e de filiação socioafetiva” e desvendar os véus natalícios do magistral autor. Fez o batistério literário de Eça.        

O pai, Dr. José Maria de Almeida, brasileiro de nascença, mandou trazer de Pernambuco a criada Ana Joaquina Leal de Barros, costureira, casada de papel passado com o alfaiate Antonio José Fernandes do Carmo, para amamentar o infante. A ama forneceu a José Maria o leite da ternura humana.

Carolina Augusta Pereira casou com José Maria d’Almeida Teixeira de Queiroz quando Eça já tinha quatro anos. Mesmo assim não assumiu a maternidade. Há especulações de que ela não seria a mãe biológica de Eça, sendo ele filho de uma mulher casada que não poderia assumir a maternidade.

Somente na adolescência ou juventude, ao estudar no Colégio da Lapa e ingressar na Universidade de Coimbra, quando já era conhecido como tal, o filho do Dr. José Maria de Queiroz e de Dona Carolina Augusta D’Eça assumiu a patente de Eça de Queiroz.   

Esta é apenas uma crônica singela, tipo “chá de fraldas”, na preparação para o lançamento do livro,2ª. Edição, dia 26, quinta-feira as 19 horas, na Academia Pernambucana de Letras.

Eça é autor dos clássicos “Os Maias” e “O crime do Padre Amaro”, considerado romance mais expressivo do realismo português. 

Seja ou não reflexo de sua condição de rejeitado pela mãe na infância, Eça faz referências episódicas a casos de incestos involuntários, adultérios e conflitos familiares.    

Existe vasta bibliografia sobre Eça de Queiroz, mas a abordagem do telescópio SNB-X9 é inédita. O militante político Paulo Cavalcanti, meu memorável amigo de outros tempos, escreveu “Eça de Queiroz, agitador no Brazil”. Paulo fundou a Sociedade Eça de Queiroz em Pernambuco.


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Gravatá


16/04


2018

A fúria dos novos bárbaros

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Síria, Brazil e Venezuelda choram as crueldades da guerra e do fanatismo ideológico. Desde a repressão contra a chamada Primavera Árabe em 2011 a guerra civil na Síria já produziu mais de 350 mil cadáveres e 5 milhões de refugiados, numa população de 18 milhões de habitantes. A nação está destroçada, claro.

O equilíbrio do terror, doutrina dos tempos da Guerra Fria simbolizada pelo Doutor Strangelove a bordo de uma ogiva nuclear, continua nos ares no Oriente Médio. O genocida Bashar al-Assad lança armas químicas na cabeça dos seus compatriotas. A aliança ocidental, à frente Donald Trump, arremessa mísseis nas tendas de Bashar. A indústria armamentista toca a guitarra das moedas sonantes em dólar.    

O Papa Francisco faz piedosas orações para abrandar o coração de genocidas neo-nazistas e imperialistas. Orações são o refrigério das almas, mas, o coração dos tiranos não se comove com Benditos e Ave-Marias, só se comove com ogivas nucleares na caixa dos peitos.   

A ditadura do facínora Nicolas Maduro na Venezuela, instalado no poder desde 2013 depois da tirania de Hugo Chavez iniciada em 1999, faliu a economia, disseminou a fome, resultou em mais de 1 milhão de refugiados e milhares de mortos. As esquerdas radicais Brazil e da América Latina são cúmplices e coniventes com o regime terrorista de Maduro.

Cidade fundada há quase 4 mil anos, Damasco, capital da Síria, já foi chamada de Pérola do Oriente e Esmeralda do Deserto. Pertenceu a muitos impérios desde a Antiguidade. Está destroçada.   

Nestes tempos de celebrações universais dos direitos humanos, parece um delírio o predomínio de um híbrido pós-nazista-comunista tipo Bashar el-Assad capaz de arruinar uma nação e exterminar seus compatriotas.

Repito, no Brazil são mais de 60 mil mortes matadas por ano, de susto, de bala ou vício, feito uma guerra da Síria. A corrupção é a bomba atômica  mais mortífera produzida no Brazil.

O presidente bananão Michel Temer, atolado em denúncias de corrupção, continua patinando para fazer a travessia do mar vermelho. Com menos de 5 por cento de aprovação popular, não será candidato à reeleição, nunquinha. É jogador de pôquer, está blefando. Deve cuidar apenas das vias urinárias, cujas funções hidráulicas estão comprometidas.     

Quem irá apascentar o coração do Brazil depois de lacradas as urnas? Uma Assembleia Constituinte exclusiva, com tempo determinado, seria o remédio para repactuar o Estado de Direito Democrático e reedificar a Nação, conforme preconiza o Movimento Nacional Constituinte na voz de um dos seus baluartes, o Comendador Bueno, magistrado Bartolomeu Bueno de Freitas.

Elaborar a Constituição de um País é comparável a consertar o motor de avião em pleno voo. Em 1988 havia o comandante Ulysses Guimarães. Hoje quem poderia conduzir esta Odisseia no espaço? Este é o xis da equação.


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ArcoVerde


09/04


2018

Apascentais os corações auriverdes!

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Bandeira branca, Brazil! O branco é a soma de todas as cores. Em tempos de radicalização, as criaturas estão com a faca nos dentes e os corações em chamas. Chamem os anestesistas! Os cardiologistas! Os meteorologistas! Chamem os bombeiros!  

Quem irá apascentar os nossos corações auriverdes? Quem irá apascentar as ovelhas, os carcarás e os lobos maus da floresta?

Jesus de Nazaré falou para o Apóstolo Pedro, o pastor universal do seu rebanho: “Apascentai as minhas ovelhas!” O Nazareno então chamou Pedro de Kefas, que significa pedra. As pedras rolaram na Antiguidade: Rolling Stones, I can’t get no satisfation”, a humanidade é de guerra, eis o triste legado de Caim, Abel, Herodes et caterva. 

O Comendador Bueno, magistrado Bartolomeu Bueno de Freitas, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, aflorou no recinto.  

“Desarmem-se os espíritos”, este deve ser o novo mantra, segundo o Comendador Bueno, uma das cabeças pensantes mais lúcidas do nosso Estado e persona representativa da sociedade civil.

“Conclamo a todos” – representantes dos Poderes constituídos, Entes Federativos, Ministérios Públicos, Forças Armadas e forças auxiliares, movimentos sociais, criaturas do bem, a buscarem um acordo nacional no objetivo de equacionar a crise política, econômica, social, institucional e ética, pela preservação do Estado de Direito Democrático dentro da paz e harmonia social.

E que sejam continuadas as investigações, processos e julgamentos nos conformes da Constituição e das leis, sem preconceitos e sem pré-julgamentos.

Sob o signo da Guerra Fria o Doutor Strangelove navegava a bordo de uma ogiva nuclear para simbolizar o equilíbrio do terror entre o Ocidente capitalista e a Cortina de Ferro comunista da União Soviética. Strangelove, o estranho amor do terror.

Nos anos 1980 o flagelo da inflação gerou uma década perdida. Nos tempos presentes, se os conflitos não forem dissolvidos serão fontes permanentes de instabilidade, descrença nas instituições, autoflagelação do País e zero prosperidade econômica.

Com sua luneta histórica de 250 gigabytes/segundo, o Comendador Bueno visualiza mais conflitos na aldeia digital de hoje que nas décadas de 1940-1950 em meio e pós a 2ª Grande Guerra transnacional. A África pós-colonização, infelicitada por fome, doenças e tiranias, e a poderosa Europa vivenciam as convulsões de conflitos migratórios. A população da Síria é massacrada pela guerra, ante a cumplicidade das superpotências e a impotência da ONU.

O Comendador Bueno também faz coro junto com as vozes que preconizam a convocação de uma Assembleia Constituinte, exclusiva, para celebrar um novo pacto de conciliação nacional.

Depois da galáxia de Gutenberg, a mídia de celulose, vivemos hoje nas nuvens de silício da Internet.   

A aldeia global virou um sanatório geral. Acabou a grande geral transnacional, mas nesta terra onde havia a lenda de que Deus é brasileiro mais de 60 mil almas vão para o além a cada ano de morte matada. Aba, Pai misericordioso, apascentai o coração do Brazil e nossos corações!


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Comentários

lino perrelli

Apascentemos, nobilíssimo montanhês Adalberto!


Prefeitura de camaragibe


02/04


2018

As tripas gaiteiras do Brazil

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Brazil está doentíssimo. Os gurus das seitas vermelhas padecem de fraturas expostas nas tripas. É sangria desatada nas tripas gaiteiras. As universidades estão infestadas de sacrilégios vermelhos, infravermelhos e ultravermelhos.

Quem irá estancar a sangria desatada nas tripas gaiteiras do Brazil? Depende do que sair das urnas, ou seja, sabe, do que sair das tripas gaiteiras. A campanha para a eleição presidencial está nas ruas, nas estradas, roda de busão, on the Road. O que diz a Justiça Eleitoral? Nada, nadinha. Liberou geral.

Que tiro foi esse no busão, Jo-Jo Danoninho? Foi um tiro fake.

Os tronos são ocupados por pessoas de maus sentimentos, “uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia. O organismo dessas criaturas destila “bílis, ódios, mal secreto, uma coisa horrível”.

O canibalismo impera na sociedade brasileira. Os brasileiros querem devorar uns aos outros. Aliás, o canibalismo sempre imperou na sociedade brasileira, desde a Escravatura no período da Colônia e nas guerras fratricidas tipo o massacre de Canudos.

Dizem que estão acontecendo mil arrastões no Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa da corrupção. Zero novidade. Os arrastões sempre foram uma honorável tradição da sociedade brasileira, da parte do governo. Abril é o mês do arrastão da Receita Federal.

Todissimos os santos dias os supercomputadores da Receita fazem arrastões em nossas choupanas. Quem reclamar será chamado de sonegador, esculachado, escrachado, multado.

O Papa Francisco disse que o fogo do inferno não existe. Ah, inocente! Francisco nunca entrou numa fila do SUS, nunca caiu na malha fina da Receita Federal, nunquinha encarou, face to face, sua excelência um auditor da Receita Federal ou da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Francisco nunca recorreu ao Eduardo, o atendente virtual da Oi, para reclamar de uma cobrança telefônica indevida.

A burocracia no Brazil é um inferno, eu juro por Zeus.

O Papa Francisco pensa que o céu é perto porque nunca se apaixonou por uma mulher ingrata para viver na sofrência.

O coração do Rii de Janeiro, como dizem os cariocas, tem catedrais imensas de corrupção. O presidente bananão Michel Temer e o ministro da Guerra, Raul Jungmann, decretaram intervenção nas bocas de fumo das favelas e dos morros. Eu acho é pouco, pouquíssimo. Quando irão decretar intervenção nas catedrais, palácios e palacetes da corrupção. Nunquinha.

Quem irá estancar a sangria desatada das tripas gaiteiras do Brazil? Imagine o presidiário, preso na segunda instância, eleito para o supremo cargo da República e comandando os destinos do País de dentro da cadeia. Este é o ponto fora da curva que está sendo traçado pelos seus discípulos do cordão encarnado.

Santa Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, São Lucas, médico de homens e de almas, rogai por nosso Brazil conflitado com fraturas expostas no coração! Orater, Frater, orai, irmãos!


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01/04


2018

Amigos de Temer presos são soltos e voltam para casa

Libertação veio após decisão do ministro Luís Barroso, do STF, que expediu alvarás de soltura

Nove presos na Operação Skala, que prendeu amigos do presidente Michel Temer, deixaram a superintendência da Polícia Federal em São Paulo às 23h50 deste sábado (31). 

O advogado José Yunes, amigo de décadas do presidente, veio à frente do grupo. Todos saíram juntos, cada um com seu advogado, e andaram em direção a carros estacionados na rua.

Agentes da PF informaram que todos os nove detidos no local deixaram a prisão. A libertação foi rápida e veio após decisão do ministro Luís Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), que expediu os alvarás de soltura.

Alguns dos presos esconderam o rosto com blusas e cobertores. Não foi possível identificar no grupo o coronel João Baptista Lima, que no dia da prisão, na quinta (29), passou mal e foi levado de cadeira de rodas para o hospital.

Folha abordou Yunes, que ficou em silêncio. O ex-ministro Wagner Rossi, outro preso libertado, foi o único a falar com os jornalistas.

Ele disse que reitera a afirmação de que não tem nada a ver com os fatos investigados. “Eu agradeço pela presteza com que o ministro Barroso liberou a todos nós”, disse Rossi.

Das dez pessoas presas na operação, uma foi detida no Rio. Ela também foi beneficiada pela decisão de Barroso e ganhou o direito de ser liberada, mas ainda não há confirmação sobre sua soltura.

A imprensa foi avisada por agentes na portaria da PF que o grupo sairia de uma só vez e, pouco depois, os presos começaram a sair. 

Minutos antes de o grupo sair por uma das portarias do edifício, houve uma movimentação de carros em outra saída, onde não havia jornalistas de plantão. O local poderia ser usado para que alguém passasse sem ser notado pela imprensa. Vigias do entorno, entretanto, disseram não ter visto nenhum preso saindo pelo portão.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu a soltura dos presos porque considerou que a prisão deles já tinha cumprido seu objetivo. Eles foram interrogados desde quinta-feira.

Neste sábado, novos depoimentos foram tomados por solicitação da PGR, já que nem todas as sessões tinham contado com acompanhamento de procuradores, o que se buscou corrigir.

As prisões da Operação Skala, temporárias, expirariam na próxima segunda-feira (2). Com a decisão do STF, os investigados poderão passar o domingo de Páscoa em casa.


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26/03


2018

As jabuticabas vermelhas

MONTANHAS DA JAQUEIRA – As jabuticabas vermelhas transmitem o vírus da cólera e da mentira no coração do Brazil. O líder da seita do cordão encarnado jurou que é um bicho tão ingênuo, tão inocente que tem medo de andar nas ruas para não ser atropelado pelos carrinhos de pipoca. As pipocas são primas das jabuticabas na virtude da honestidade. 

Aconteceu o supremo encontro das jabuticabas encarnadas. Ungido por seus discípulos, o Jim Jones da seita tropicalista foi proclamado como o exemplar mais imaculado da fauna auriverde, da face da terra e do Facebook, tão inocente quanto os passarinhos, mandiocas vermelhas e caboclos mamadores escarlates.

As jabuticabas vermelhas esculacharam até o Estatuto da Gafieira, uma das mais honoráveis instituições do reino tropicalista. Abusaram da umbigada. Beberam demais sem querer pagar. Dançaram de pernas pro ar, de maneira folgazã. Se enxeriram para as donzelas do salão. Transformaram a roda de samba num baile funk pornô, politicamente correto. Deram o maior vexame.

O líder da Seita foi eleito o Supra Sumo Patífice do Cordão Encarnado. E proclamou: não existe pecado no coração da fauna e da fauna vermelha, todos são inocentes até a nonagésima instância. Doutores na ciência da embromation, decretaram a inocência dos réus do Cordão Encarnado até que sejam desencarnados e julgados no Dia do Juízo Final. A cambada dos meliantes delirou, delirou.   

Liberou geral – LIBELU, liberdade e luta! Revoguem-se os Mandamentos da Tábua de Moisés. O 7º. Mandamento, ditado pela burguesia do Império Romano, será proscrito no dia em que o Sumo Patífice for canonizado ou ocupar o trono do Vaticano.    

Mas, no meio do caminho havia uma jabuticaba azul da cor do oxigênio.  O que seria do encarnado da cor de brasa se não fosse o azul da cor do oxigênio?! Nada disso, o encarnado é a mais honesta de todas as cores, disseram os sapos com barbas da cor do fogo.

E assim serão perdoadas todas as patifarias praticadas na Petrobrás, no BNDES, nos fundos de previdência das estatais e na casa da mãe de pantanha. 

Para quem servem os Códigos de Ética e o Código Penal? São invenções da burguesia reacionária. Entonces, que sejam deletados.

Qual o sexo das jabuticabas? As jabuticabas têm sexo, assim também as criaturas humanas não são machos nem fêmeas de nascença, segundo a ideologia de gênero. Ao longo da vida fazem-se marmanjos do sexo masculino ou do sexo feminino, fêmeas do sexo masculino, do sexo flex ou do sexo masculino, do sexo duplex ou do sexo triplex, quem manda é o freguês. Ovários, próstatas, úteros, genitálias côncavas ou convexas são invenções de cientistas golpistas e reacionários, dizem os ativistas politicamente corretos.

Jabuticabas vermelhas são frutos pecaminosos. Aba, pai misericordioso, afastai este cálice dos nossos corações auriverdes!


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SVSG

Interessante a maneira metafórica do autor se referir aos PTistas e ao chefe supremo.


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19/03


2018

A cantiga do carcará: bicho tô doidão!

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Brazil perdeu o juízo e anda à procura de si mesmo. “Tô doidão, tô doidão, bicho tô doidão”, canta o carcará onde cantava o sabiá. As pedras rolaram e o carcará agora é punk, é funk. O batidão da corrupção é da pesada. O que fizeram com nosso Brazil? Degradaram, esfolaram, estraçalharam nosso País.

Assustador é imaginar que uma sociedade está ficando refém de facções criminosas, em confronto com os padrões civilizatórios e institucionais. Faz lembrar a tragédia da Colômbia nos tempos do apogeu do mega traficante Escobar. Ali havia um inimigo de peito aberto a combater. No Brazil de hoje e amanhã o inimigo é a corrupção disseminada na sociedade.

O Rii de Janeiro, como dizem os cariocas, é ingovernável e continuará sendo ingovernável. O governo federal decretou uma intervenção de meia boca na área de segurança pública. Os palácios e palacetes continuam sendo antros de corrupção.

O Ministério da Guerra, criado por Temer e entregue nas mãos de Raul Jungmann, produzirá efeitos pirotécnicos até as eleições ou até o final do ano. O Xis da questão são 34 mil quilômetros de fronteiras terrestres como portas escancaradas para a importação de drogas e armas em quantidades industriais. O Ministério da Guerra e as autoridades da área exercitam o nobre ofício de enxugar gelo.  

Na economia, não se trata apenas de regular os parafusos dos juros e botar um pouco de fermento no PIB. As reformas estruturais são o Xis da equação.

Este povinho do Brazil está precisando de um líder de rochedo, não apenas de gerentes, gestores, ou lideres de meias tigelas. Liderança não se improvisa. Entonces, a bagaceira vai continuar.

Michel Temer é apenas um sublíder, quase um cacareco, uma raposa que tratava das malandragens no Porto de Santos e foi escolhido pelos vermelhos para ser leniente com as patifarias das camarilhas vermelhas. As patifarias foram além das contas e o barco virou no cais dos Santos e no cais dos pecadores.

Quem são as cabeças pensantes do Brazil atual? Um Raimundo Faoro? Um Barbosa Lima Sobrinho? Um Sobral Pinto? Zero. 

Quem são nossos economistas da elite verdadeira, de saberes magistrais? Sem ser saudosista e tão somente realista, não existe nem sombra de um Mário Henrique Simonsen, de um Otávio Gouveia de Bulhões, de um Roberto Campos. Meireles é um serviçal do sistema financeiro parasitário, nacional e internacional. Saudoso do AI-5, o gordo sinistro virou caboclo mamador de consultorias. Produzir um relatório nas coxas, chamado de consultoria, e receber 15 milhões de uma estatal, nada mal. Isto é um verdadeiro “milagre econômico”.

A audiência das emissoras de televisão é obtida na base dos programas de surubas, sensacionalismos sobre delinquência, propaganda de vadiagem e apologia das metamorfoses sexuais.

Os grandes espetáculos nacionais são as paradas gays, o carnaval dos bicheiros, a carnificina das torcidas organizadas e o Big Brother Brazil. O País afunda na barbárie e nas patifarias. Pronto. Falei.


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Asfaltos


12/03


2018

O reino de Gothan City tropical

Profeta Adalbertovsky

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Dias 7 e 28 de outubro haverá eleições gerais no reino de Gothan City tropical, em primeiro e segundo turnos. As convenções partidárias serão realizadas de 20 de julho a 5 de agosto. O ilusionismo eleitoreiro no rádio, na televisão vai de 31 de agosto a 4 outubro, igual a 35 dias de propagandas enganosas ou tais e quais.

Todos os heróis e vilões estão reunidos no reino de Gothan City: Batman e seu parceiro Robin, Macunaíma, Lanterna Verde, o Zorro, Super Homem, a Mulher Maravilha, Jeca Tatu, Napoleão Bonaparte de Hospício, Irmãos Metralhas, Judas De Kariot, Robin Hood, Mandrake, lacraias e escorpiões vermelhos, o Trovão Azul et caterva.

Este ano serão eleitos o cacique e todos os delegados de Gotham City tropical, o reino de todos os pecados e patifarias capitais.  Quem as urnas irão emprenhar? No horizonte surgem os ilusionismos de sempre, desta vez com espumas de inovação ou modernidade que se dissipam com o sopro da realidade. 

Um sofisma muito manjado, tipo filosofia de botequim, diz o seguinte: triste do País que precisa de heróis. Errado. Triste do País que não tem heróis nem estadistas, que tem apenas líderes e governantes de meias tigelas. Triste País cujo casal Pablo Vittarela e JuJu Danoninho é o espelho cultural da juventude.

O Brazil está degradado em todos os cantos onde canta o carcará e onde cantava o sabiá. Existe um lema em latim “Non Ducor Duco”, por sinal inscrito no brasão da cidade de São Paulo, cuja tradução é “Não sou conduzido, eu conduzo”. O nome disso é liderança. O Brazil precisa de um líder, de um estadista.

Getúlio Vargas pertence à galeria dos estadistas, fez a travessia do País do estágio agropastoril para a era industrial. Juscelino Kubistchek, criador de Brasília, fez o Brazil acreditar em si mesmo. Hoje vivemos a era da mesmice, da mediocridade e da degradação.

Os estadistas De Gaulle (França), Konrad Adenauer (Alemanha) e Winston Churchill (Inglaterra) soergueram seus países após a devastação da 2ª. Guerra Mundial na década de 1950. O populismo de Peron (Argentina), a incompetência e a corrupção de Chavez e Maduro (Venezuela), a farsa e a corrupção dos vermelhos degradaram e arruinaram nossa pátria desde 2002 até o Impichi da mandioca vermelha em 2016. A ditadura terrorista escraviza o povo cubano desde 1959, mesmo depois de o genocida Fidel Castro ter ido diretamente para o inferno no dia 26 novembro 2016 à 1h29min.

Nos tempos do “milagre” econômico o poderoso Delfim Neto dizia: Nós governamos para 60 milhões (população do Brazil em torno de 94 milhões de habitantes na época), o resto é com Deus. – Delfim continua no poder, no poder paralelo, em todos os governos, e a dinâmica da inércia na economia continua a mesma.

O PT não redimiu a pobreza, coisa nenhuma, degradou e empobreceu ainda mais nosso País, pois a corrupção é o maior fator de exclusão social. O cordão encarnado produziu uma legião de farsantes e trapaceiros cuja maioria está na cadeia ou a caminho dela. A diferença é que os pobres hoje navegam a bordo de celulares e também navegam no mundo punk das drogas e violência, sem água e sem esgoto.    

Esse papo de inclusão social é de araque, não pode incluir se não houver prosperidade e expansão da economia. Não existe o milagre de inclusão com corrupção. Isto é mais que ilusão de ótica.


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05/03


2018

Jungmann, ministro da Guerra

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Todíssimas as pessoas sabem que o Brazil está em guerra, em guerra consigo mesmo, guerra fratricida entre irmãos da Pátria. O ovo da serpente é a violência entranhada nos cafundós da alma dos brasileiros. As elites são corruptas, a sociedade brasileira é violenta, corrupta e corrompida.

Faltava ser criado o Ministério da Guerra. O presidente Michel Temer deu à luz o Ministério da Guerra, chamado de Ministério da Segurança Nacional, para vencer a guerra contra a violência e pacificar o País. Para os íntimos pode ser chamado “Ministério de Efeitos Pirotécnicos”. Raposão malvado, Temer jogou a bomba na caixa dos peitos de Raul Belens Jungmann Pinto. Não se faz uma malvadeza desta nem com o pior amigo.

Jungmann é muito valente, mas com que roupa ele irá combater o ovo de serpente? As fronteiras do Brazil continuam ingovernáveis e o governo exerce o ofício de enxugar gelo. Os territórios narcotraficantes produzem e exportam as matérias-primas da delinquência em quantidades industriais. O governo brasileiro tira onda de inocente para preservar a “soberania” dos vizinhos delinquentes.

São mais de 60 mil mortes violentas por ano, “de susto, de bala ou vício”. A Síria é aqui. A herança nefasta dos senhores da guerra, desde a escravidão na Colônia, infestou a sociedade brasileira. Olhai os lírios nos campos de futebol, olhai as torcidas organizadas se estraçalhando nas ruas, olhai e ouvi os noticiários policiais!

Desde o Império até a República no governo do general-presidente Costa e Silva, havia o Ministério da Guerra no Brazil. Mudou o nome para Ministério do Exército e no Governo de Fernando Henrique Cardoso foi criado o Ministério da Defesa para comandar as Forças Armadas.

Dezenas ou centenas de bandoleiros da raia miúda serão exterminados. Prendam, arrebentem, fechem todas as bocas de fumo da cidade rotulada como sendo maravilhosa. E daí?

A marginalidade é farta, centenas e milhares de outros bandoleiros ressurgem das cavernas para realimentar a delinquência.

No princípio, foi a intervenção no Rio de Janeiro, como dizem os cariocas, onde a a guerra é ainda mais feroz. O Governo decretou intervenção federal na área de segurança, ou seja, nos morros, nas favelas, nos bailes punks, nas gafieiras, nas bocas de fumo. Todos os maconheiros cariocas serão cadastrados como soldados da guerra e irão usar tornozeleiras eletrônicas. Isto é que é modernidade!

Oficialmente, houve intervenção nas Secretarias de Segurança, de Assuntos Penitenciários, de Administração e no Corpo de Bombeiros. Curioso! O Rio de Janeiro não tem plantation de cocaína nem de Maria Joana. Não existem indústrias de armas, não produz explosivos, nem granadas, nem armas químicas.

Os palácios, os palacetes, as mansões funcionam como moderníssimas indústrias de corrupção. São fábricas, são escolas, são templos, são universidades, laboratórios de roubalheiras e patifarias.

O ministro da Guerra, Raul Jungmann, tem a missão de vencer a guerra da violência e pacificar o Brazil. Esta não é uma missão difícil, é simplesmente uma missão impossível. Mais fácil seria se fosse nomeado pela ONU para resolver os conflitos entre judeus e palestinos.


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26/02


2018

Alice no País das mundiças

Profeta Adalbertovsky

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, é um livro encantador, publicado na Inglaterra nos séculos vitorianos. Alice era uma donzela do sexo feminino que vivia numa floresta encantada. Um belo dia, ao navegar nos sites de namoro da Internet, Alice ela conheceu um Coelho Branco que a convidou para que a convidou para fazer um test-drive na sua choupana.

O Coelho era amigo da Rainha Branca e da Borboleta Azul, que viviam em guerra com o Chapeleiro Maluco e a Rainha Vermelha, criaturas muito malvadas. Aí começou o fuzuê.

Sem pré-conceitos cromáticos, seja dito: existem as mundiças de todas as cores: encarnadas, azuis, coloridas, escarlates, violetas.

A Borboleta Azul contou para Alice que o Chapeleiro Maluco e a Rainha Vermelha viviam conspirando nas cavernas para tocar fogo na Floresta Encantada. O ex compositor Chiquinho, tiozinho das meninas e dos meninos do Cordão Encarnado, fez uma parceria com o Chapeleiro Maluco e cantou uma cantiga: “Ah está floresta ainda vai cumprir seu ideal, ainda vai tornar-se uma imensa Venezuela”. A mundiça vermelha delirou, delirou.   

Os discípulos do Chapeleiro Maluco e da Rainha Vermelha eram do punk, do funk, baderneiros, caloteiros, desordeiros e maloqueiros. Viviam nos abismos da perdição. Eles haviam degradado, devastado, barbarizado a Floresta Encantada. As ratazanas esfolaram e quase mataram a galinha dos ovários de ouro do BNDES e o galináceo dos ovos de petróleo da Petrobrás.

O Valete de Copas, general da Rainha Vermelha e a besta de fogo, o Capturanden, eram inimigos de Absolam, a Borboleta Azul, destronada pelos cavaleiros malvados do Cordão Encarnado. Os viventes e os semoventes da fauna e da flora sussurraram uma profecia nos ouvidos de Alice, dizendo que ela tinha a missão de prender o Chapeleiro Maluco na República de Curitiba para restaurar o reinado do Cordão Azul.

Alice foi para a luta com amor febril para dar o golpe mortal no Chapeleiro Maluco. A donzela venceu a batalha, mas a guerra continua. O Chapeleiro Maluco hoje é um molambo de gente. A Rainha Vermelha destronada é candidata ao Prêmio IgNobel de Intelijumência pela descoberta dos moinhos orgânicos para estocar ventos. Mesmo assim ainda contam com uma legião de devotos, tipo os duendes fanatizados. Faz parte do show de insanidade do sanatório Brazil.

No Reino de Absolem, a Lagarta Azul, havia o Bananão Michel Temer, não é carne, não é peixe, nem é mortadela, feito a Diana do Pastoral. Dir-se-ia que o Bananão é tipo um legume sem sustança. Na moita o Bananão é um raposão, pois foi amamentado nas docas do Porto de Santos e pecadores, um criatório de vivaldinos.

E agora, o que fazer neste reino desencantado, assaltado, degradado, barbarizado, cansado nas guerras?

O domínio dos bandoleiros e das máfias – dos planos de saúde, do sistema financeiro e da delinquência – faz parte das nossas honoráveis tradições, desde os tempos coloniais, em todos os cantos onde canta o carcará e onde cantava o sabiá.


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Quentura

SOFISMA, FALÁCIA OU SILOGISMO ? Todos os políticos são ladrões. Ora, todos os nossos políticos são brasileiros. Portanto todos os brasileiros são ladrões.


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