ArcoVerde

18/01


2019

Maia em busca da bandeira branca

Candidato à reeleição à presidência da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) está tentando promover um armistício com Arthur Lira. Por meio de aliados, os dois falaram sobre um acordo, mas não chegaram a bater o martelo. O deputado do PP segue firme na campanha.

Ideólogo do bloco que tem dado dor de cabeça à articulação para reeleger Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado Arthur Lira (PP-AL) esteve nesta quarta (16) com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Disse que só há uma diferença entre a pauta econômica defendida por ele e a encampada pelo democrata: “Eu tenho firmeza no que pauto”.

Lira também fez uma rodada de conversas com representantes de investidores estrangeiros. Quer passar o recado de que não se furtará a ajudar na tramitação de reformas e projetos importantes.  (FSP)


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Asfaltos

18/01


2019

Doeram as pancadas dadas pelo guru do capitão

A rumorosa viagem de parlamentares do PSL à China foi organizada por Vinicius Aquino, um assessor de Alexandre Frota. É de Aquino a proposta de instalar um projeto piloto de reconhecimento facial no Rio, em parceria com empresa daquele país. As críticas do guru Olavo de Carvalho à comitiva –e a consequente reação de filhos e assessores de Bolsonaro nas redes– alarmaram parte dos deputados que topou a viagem e desconhecia a agenda de Aquino. Carla Zambelli (PSL-SP) nominalmente atacada, recolheu-se no hotel para fazer lives.

No grupo de deputados eleitos pelo PSL houve troca de farpas e questionamentos. Além dos que abertamente criticaram a viagem, houve quem perguntasse qual foi o critério seletivo para destacar os nomes que foram de graça à China.  (FSP – Painel)


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18/01


2019

STF: de olho no dinheiro para a primeira-dama

Há espaço ainda para o relator Marco Aurelio  pedir parecer da Procuradoria-Geral. Daí o risco de o cheque enviado pelo ex-motorista à primeira-dama Michelle Bolsonaro entrar na mira do STF. O presidente já disse que o destinatário do dinheiro era ele. Ministros do STF se espantaram com o tamanho da trapalhada. “O enredo não é bom e o motorista apareceu cedo demais”, disse um integrante da corte, em referência ao funcionário que teve papel central na queda de Fernando Collor.

Quem pariu Mateus Marco Aurélio avisou que não vai examinar o caso nas férias. “Não há pressa nem urgência.” Indicou, porém, que, em tese, o próprio Fux pode reverter a trava que impôs à apuração. Se houver recurso, explicou, o colega tem a opção de derrubar a liminar que concedeu.

A ação de Flávio para se blindar recorrendo ao foro especial no STF também trincou discursos de juízes e ex-juízes que simpatizam com os Bolsonaro. Sergio Moro, abril de 2018, tratou o foro como “um escudo” para corruptos. Um mês antes, Marcelo Bretas disse que a prerrogativa era o que “segurava a corrupção”.  (Daniela Lima – Folha)


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18/01


2019

STF em cima do filho de Bolsonaro

Para juízes e advogados, potencial de dano da ação no STF é inestimável e pode prejudicar Flávio Bolsonaro

Daniela Lima - Painel - Folha de S.Paulo

Que cavastes com teus pés -  Ainda é inestimável o estrago que a açãomovida pelo 01, Flávio, –e abraçada por Luiz Fux, do STF– poderá causar ao clã Bolsonaro. O primogênito do presidente alçou seu caso à corte de maior ressonância do país, abriu brecha para ofensiva da PGR sobre o pai e, ainda, ceifou parte das alternativas que, à frente, poderiam beneficiá-lo. Se devolver o caso à primeira instância, o relator, Marco Aurélio Mello, colocará uma pedra sobre a chance de a defesa, adiante, alegar nulidades na investigação.

Criminalistas com larga atuação no STF explicam que, ao levar a apuração sobre a movimentação na conta de Fabrício Queiroz, o ex-motorista, à última instância, a defesa de Flávio deu chance para que, com sua decisão, Marco Aurélio Mello valide todos os atos do Ministério Público do Rio até aqui.

Não são poucas as investigações rumorosas que caíram em cortes superiores por falhas formais de procedimento da acusação. A Castelo de Areia talvez seja uma das mais famosas.


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Fernandes

Fux é o juiz… O juiz é pai da Mariana… era sócia no escritório de Gustavo… Gustavo é presidente do PSL… PSL é partido do bozo… bozo é pai de Flávio… Flávio é patrão de Queiroz… Queiroz é investigado bingo!



18/01


2019

“Não sou guru dessa porcaria”, diz guru de Bolsonaro a aliados

"E eu sou guru dessa porcaria? Eu não sou guru de merda nenhuma!"

Olavo de Carvalho ataca deputados do PSL: 'Semianalfabetos.

A viagem de deputados eleitos pelo PSL para conhecer tecnologia de segurança na China, paga pelo governo local, está custando caro para os correligionários do presidente Jair Bolsonaro. Os parlamentares estão sendo alvo de uma onda de ataques até mesmo de eleitores bolsonaristas nas redes sociais.

A maré começou a mudar para os deputados do PSL depois que o filósofo Olavo de Carvalho atacou a viagem. Ele criticou a ideia de comprar tecnoclogia de reconhecimento facial para aeroportos do governo chinês. Em vídeo, chamou os integrantes da viagem de "semianalfabetos" e "idiotas". 

Foi além: "E eu sou guru dessa porcaria? Eu não sou guru de merda nenhuma!"

Uma lista com os nomes dos deputados eleitos circula entre eleitores desde a noite de quarta-feira. Além de Miranda, estão na China os deputados federais eleitos Carla Zambelli, Daniel Silveira, Tio Trutis, Felício Laterça, Bibo Nunes, Charlles Evangelista, Marcelo Freitas, Sargento Gurgel e Aline Sleutjes, além da senadora eleita Soraya Thronicke, todos do PSL.


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18/01


2019

Fux e Flávio Bolsonaro podem levar caso Queiroz ao Planalto

Raquel Dodge teria de investigar presidente da República

Blog do Kennedy

É um tiro no pé a estratégia política e jurídica do ministro do STF Luiz Fux e do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Ela pode levar a Procuradoria Geral da República a investigar o presidente Jair Bolsonaro.

Ontem, Fux acatou pedido da defesa de Flávio Bolsonaro para suspender a investigação do caso Fabrício Queiroz pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro também solicitou a anulação de eventuais provas.

Os pedidos do filho do presidente da República podem federalizar a investigação e obrigar a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a se manifestar. A rigor, Flávio Bolsonaro não teria foro privilegiado no caso; e a decisão liminar de Fux seria uma manobra protelatória. A nova regra votada pelo STF é a seguinte. Deputados federais e senadores só terão foro privilegiado no Supremo por atos cometidos durante o mandato e em razão do cargo.

Nesse contexto, haveria justificativa para o caso Queiroz-Flávio Bolsonaro ser remetido ao âmbito do Supremo com todos os efeitos, inclusive sobre o presidente da República. Raquel Dodge defendeu que um presidente pode ser investigado no cargo, mesmo que não possa ser processado no exercício dessa função.


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Fernandes

Fux é o juiz… O juiz é pai da Mariana… era sócia no escritório de Gustavo… Gustavo é presidente do PSL… PSL é partido do bozo… bozo é pai de Flávio… Flávio é patrão de Queiroz… Queiroz é investigado bingo!



18/01


2019

Investigação mira Flávio Bolsonaro desde o início

Defesa em nota

Segundo os advogados, 'cabe só ao STF se pronunciar sobre se é (ou não) competente para conduzir apurações'

Fábio Fabrini e Talita Fernandes - Folha de S.Paulo

A defesa do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, em nota divulgada nesta quinta (17), ter identificado que seu cliente é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro desde a instauração de procedimento criminal sobre movimentações financeiras de um de seus ex-assessores na Assembleia Legislativa do estado, em 18 de julho de 2018.

Segundo a nota, apesar de, supostamente, a apuração mirar o futuro congressista, essa informação não foi formalizada na portaria que a instaurou. "As investigações prosseguiram mesmo após a vinda aos autos da informação da sua eleição e diplomação."

Segundo os advogados de Flávio Bolsonaro, cabe apenas ao STF [Supremo Tribunal Federal] "se pronunciar sobre se é (ou não) competente para conduzir apurações de autoridades que, prima facie [em primeira impressão], possuem foro por prerrogativa de função".

A defesa sustenta que, "além da usurpação de competência a autorizar o ajuizamento" da reclamação feita na quarta (16) ao Supremo, "constatou-se também ter havido a quebra dos sigilos fiscal e bancário" de Flávio Bolsonaro "sem prévia autorização judicial, em afronta aos mais básicos ditames constitucionais". 


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18/01


2019

Fux, finalmente, resolveu matar no peito

Helena Chagas

Com alguns anos de atraso, o ministro Luiz Fux, hoje interinamente na presidência do STF, fez aquilo que, segundo relatos, prometera aos petistas ao ser entrevistado por eles por ocasião da indicação para a vaga no Supremo: matou no peito. Na época, tratava-se do esperado julgamento do Mensalão, no qual Fux esqueceu todas as promessas e atuou pela condenação dos petistas.  De lá para cá, muita coisa mudou, inclusive, ao que parece, o próprio Fux, que nesta quinta-feira determinou a suspensão da investigação sobre as movimentações suspeitas do ex-assessor da família Bolsonaro, Fabrício Queiroz  no Ministério Público do Rio.

A suspensão é temporária, pois é muito possível, até bem provável, que o relator do caso, ministro Marco Aurélio, determine a retomada das investigações, que têm também como alvo indireto o ex-chefe de Queiroz, o senador eleito Flávio Bolsonaro, quando acabarem as férias do Judiciário.

É aí, porém, que está o pulo do gato: quando isso acontecer, a partir de fevereiro, Flávio terá assumido seu mandato no Senado e poderá abrir uma discussão sobre o alcance do foro privilegiado e pedir para ser investigado pelo próprio STF — onde, todos sabem, as coisas costumam acontecer em ritmo bem mais lento. No mínimo, a decisão de Fux  permite à família e ao governo Bolsonaro ganhar tempo, na esperança de que, até o caso voltar a andar, tenha baixado o fogo de sua repercussão na mídia.

É improvável, porém, que isso aconteça. A mídia deve continuar em cima do tema e a decisão de Fux já está provocando reações entre políticos e juristas nas redes sociais. Afinal, a suspensão de uma investigação que pode envolver o filho do presidente desconstrói o discurso de combate à corrupção e à impunidade com o qual Bolsonaro se elegeu.


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Fernandes

Fux é o juiz… O juiz é pai da Mariana… era sócia no escritório de Gustavo… Gustavo é presidente do PSL… PSL é partido do bozo… bozo é pai de Flávio… Flávio é patrão de Queiroz… Queiroz é investigado bingo!

Fernandes

STF manda suspender investigação de Queiroz. Mais uma bofetada na cara do povo.


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