ArcoVerde

19/01


2019

Cobrança: WhatsApp do PSL ficou inativo

Após a revelação no Jornal Nacional de que o filho mais velho do presidente recebeu quase 50 depósitos em dinheiro vivo em um mês, imperou o silêncio no grupo de WhatsApp do PSL. Deputados da sigla perceberam uma guinada nas redes sociais. Nos últimos dias, houve aumento da cobrança sobre a investigação.

A assiduidade de Flávio no Twitter diminuiu depois que o caso de Fabrício Queiroz veio à tona, em 6 de dezembro do ano passado. A chamada “comunicação direta” com o eleitor sempre foi alardeada como um grande diferencial do clã.

Nos 35 dias que antecederam a revelação do relatório do Coafsobre as movimentações atípicas de seu ex-assessor, o senador eleito fez cerca de 60 publicações na rede social e só não falou aos seus seguidores em 9 dias.

Quando o caso foi revelado, Flavio fez um post para se explicar. Nos 35 dias que sucederam a descoberta de Queiroz, postou 13 publicações e passou ao todo 26 dias em silêncio.  (Painel – Folha de S.Paulo)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Asfaltos

19/01


2019

Filho de Fux processa chargista: crítica a Bolsonaro e Netanyahu

Bernardo Mello Franco – O Globo

O advogado Rodrigo Fux, filho do ministro do STF Luiz Fux, pediu nesta terça a abertura de um processo criminal contra o chargista Aroeira. O motivo é uma charge crítica ao presidente Jair Bolsonaro e ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Fux é diretor jurídico da Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj). Ele assinou a "notícia de crime" contra o chargista junto com o vice-presidente da entidade, Arnon Velmovitsky, e com a advogada Rachel Glatt.

Na charge de Aroeira, Bolsonaro e Netanyahu formam uma suástica com os braços. O premiê israelense tem se aproximado de outros líderes de ultradireita, como o premiê húngaro Viktor Orban, e veio ao Brasil para a posse de Bolsonaro.

A representação de Fux alega que a charge teria carga antissemita, o que foi contestado por Aroeira nas redes sociais. O chargista é um dos mais conhecidos do país. Atualmente, trabalha no jornal "O Dia".


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/01


2019

Brasileira debate fenômeno Bolsonaro nos EUA

Antropóloga brasileira é convidada a debater fenômeno Bolsonaro em 18 universidades dos EUA

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

A viagem foi financiada por uma rede de centros e departamentos acadêmicos dos EUA

A antropóloga Rosana Pinheiro-Machado foi convidada para fazer palestras em 18 universidades dos Estados Unidos para debater ofenômeno Jair Bolsonaro.

Pinheiro-Machado usará dados de sua pesquisa de dez anos realizada em uma comunidade de 50 mil pessoas de Porto Alegre. Ela vai falar sobre a queda do lulismo, a ascensão do bolsonarismo e as suas possíveis semelhanças com o governo de Donald Trump e a onda de extrema direita global.

O convite foi feito pela San Diego State University, que promove o tour que começa dia 26 de janeiro. Columbia, Brown University, Penn, Cornell University e University of California-Los Angeles, também estão entre as instituições de ensino que integram a turnê. 

A viagem foi financiada por uma rede de centros e departamentos acadêmicos dos EUA, especialmente das áreas de ciências sociais e de América Latina.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/01


2019

Ataque do filho de Bolsonaro a MP e Coaf dá reação

 Ministério Público e Coaf irrita e estimula reação nos órgãos

Daniela Lima – Painel - Folha de S.Paulo

Quem fala o que quer -  Os argumentos usados pela defesa de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para travar a investigação sobre a conta suspeita de Fabrício Queiroz irritaram técnicos do Coaf e integrantes do Ministério Público. Internamente, procuradores e promotores repudiaram o ataque ao trabalho dos colegas do Rio. No Coaf, hoje sob a guarda de Sergio Moro (Justiça), houve protesto à alegação de que dados foram repassados de forma ilegal. A estratégia do filho do presidente acionou o espírito de corpo dos órgãos.

Membros do Ministério Público e do Coaf rebateram a alegação de que o conselho não poderia ter repassado informações aos promotores sem ordem judicial.

Procuradores dizem que a lei que trata do crime de lavagem de dinheiro exige que instituições financeiras informem movimentação atípica ao Coaf e que o órgão, por sua vez, relate os casos ao Ministério Público.

Ao optar por atacar os investigadores, Flávio acabou cometendo novo erro estratégico. Os defensores do clã Bolsonaro no Ministério Público se calaram nas redes internas. Os críticos entoaram um sonoro “eu avisei”.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/01


2019

Filho de Bolsonaro pegou R$ 96 mil em dinheiro vivo

Em um mês, Flávio Bolsonaro recebeu R$ 96 mil em depósitos fracionados em dinheiro vivo, aponta Coaf

Conta do senador eleito recebeu 48 repasses entre junho e julho de 2017

O Globo

Um novo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ) identificou , em um período de um mês,depósitos em dinheiro que somam cerca de R$ 96 mil na conta do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). A informação é da TV Globo.

O relatório encontrou 48 depósitos em espécie na conta de Flávio entre junho e julho de 2017, que somam cerca de R$ 96 mil, concentrados no terminal de autoatendimento da Assembleia Legislativa do Rio. Em diversas datas, foram identificados depósitos em valores idênticos na conta do parlamentar em intervalo de poucos minutos. Em uma das datas analisadas, por exemplo foram feitos dez depósitos de R$ 2 mil em um intervalo de cinco minutos.

O Coaf diz que não foi possível identificar quem fez os depósitos, mas afirma que o fato de terem sido feitos de forma fracionada pode significar a intenção de impedir a identificação da origem dos recursos. O novo relatório foi pedido pelo Ministério Público do Rio no dia 14 de dezembro e foi atendido no dia 17, um dia antes de Flávio Bolsonaro ser diplomado como senador. Procurado pela TV Globo, Flávio Bolsonaro não respondeu.

Por conta deste relatório, segundo a TV Globo, Flávio Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a anulação das provas da investigação. Nesta quinta-feira, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, a pedido de Flávio Bolsonaro, a investigação do Ministério Público do Rio sobre as movimentações funanceiras do ex-assessor Fabrício Queiroz. Flávio argumentou que estava sendo investigado pelos promotores do Rio e que, por ter foro privilegiado, deveria deveria ser processado no STF pelo fato de que assumirá o mandato no Senado em poucos dias.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/01


2019

Palocci diz que deu dinheiro a Lula no avião presidencial

Palocci diz que Lula não pagou por tríplex porque ‘apartamento na praia’ sujaria sua biografia

Em novos depoimentos, ex-ministro reafirma que fez entregas de dinheiro a Lula em caixas de whisky e no avião presidencial

Aguirre Talento e Robson Bonin - O Globo

Em novos depoimentos de sua delação premiada, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocciafirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não quis pagar pelo tríplex no Guarujá, no (SP) com seus próprios recursos porque um “apartamento na praia” sujaria sua biografia. Palocci disse que, durante a evolução da Operação Lava Jato, perguntou a Lula sobre o assunto:

Segundo Palocci, Lula lhe respondeu da seguinte forma:

— Um apartamento na praia não cabe em minha biografia.

O tríplex foi a razão da condenação de Lula, em segunda instância, a 12 anos e um mês de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de receber o apartamento da empreiteira OAS, como retribuição pelo esquema de corrupção da Petrobras. A defesa do ex-presidente nega que o apartamento tenha sido destinado a ele.

O ex-ministro deu novos detalhes que implicam o ex-presidente petista, afirmando que “a única preocupação de Lula era preservar sua própria imagem, afastando-se deliberadamente dos momentos de ilicitudes e sistematicamente construindo versões que o isentavam de qualquer malfeito”.

Palocci também disse que houve entregas de dinheiro em espécie para Lula, retirados por seu assessor Branislav Kontic na Odebrecht.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


19/01


2019

Bolsonaro não tem como se dissociar dos atos dos filhos

Paulo Celso Pereira – O Globo - (Politicando)

A mais óbvia consequência da decisão de Flávio Bolsonaro de escancarar seu papel de investigado no caso Queiroz é ampliar as suspeitas que já o atingiam. A segunda, aumentar significativamente o desgaste do Palácio do Planalto.

Ao longo das duas últimas décadas, Jair Bolsonaro trabalhou para consolidar seu clã político. Se isso lhe garantiu o bônus de aumentar a exposição de sua imagem, garantindo que seu sobrenome se multiplicasse em cada campanha que seus herdeiros disputavam, por outro tornou os atos dos filhos indissociáveis dos do pai. Se um Bolsonaro está em apuros, é inevitável que os outros saiam arranhados.

O presidente se elegeu garantindo que mudaria as práticas políticas. O caso Queiroz, e a suspeita de que Flávio ficava com parte dos salários de seus assessores, joga a família na vala das mais velhas práticas da política.

Ficar com parte dos salários de assessores é crime de peculato – desvio de dinheiro público – e dá cadeia. Suspeitas sobre filhos de presidentes não são exatamente uma novidade, vide o caso de Lula e seus herdeiros, mas a investigação iniciada no primeiro mês do mandato do pai pode custar muito capital político ao governo.

Sem qualquer grande articulador, Bolsonaro pretendia usar sua popularidade para forçar o Congresso a aprovar os projetos de interesse do governo, a começar pela reforma da Previdência. Além disso, via nos filhos Flávio, no Senado, e Eduardo, na Câmara, os líderes informais para tocar a agenda do Planalto.

O caso Queiroz mina, a um só tempo, o capital político do presidente e a imagem do filho que seria o principal articulador entre senadores – tradicionalmente menos adesistas que os deputados. Não é pouca coisa.

Em vez de tentar impedir a investigação, Flávio Bolsonaro ajudaria mais o governo do pai, e o país, se ajudasse a esclarecer as muitas dúvidas que pairam sobre as movimentações financeiras de seu ex-assessor. Nesta sexta-feira, o ministro Marco Aurélio Mello deixou claro que a família presidencial não deve contar com ele para interromper as apurações.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/01


2019

PF preocupada com pedidos de posse de armas

Em um memorando para delegados da Polícia Federal de todo o País, o delegado Eder Rosa de Magalhães, chefe da Divisão Nacional de Controle de Armas de Fogo, passou orientações sobre pedidos de posse de armas feitos por cidadãos. Um dos trechos do memorando determina “análise aprofundada” para casos de pessoas que queiram posse de mais de quatro armas. O delegado Rosa de Magalhães alertou para riscos de um eventual “aumento exagerado” de armas em poder da população.

O documento também afirma que a decisão final sobre conceder posse de mais de quatro armas de fogo caberá aos delegados regionais executivos das superintendências regionais da PF. O memorando ainda ressalta que, pelo decreto, as informações declaradas pela pessoa que solicita a arma serão presumidas como verdadeira, informou o G1.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

bm4 Marketing 4