Gravatá IPTU 2019

23/03


2019

Presidente foi chamado de "Dilma de calças"

Atrito com Maia faz mercado criticar Bolsonaro

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Para operadores do mercado financeiro, Bolsonaro tem tropeçado nos próprios pés de maneira sistemática, mas agora colocou em risco a votação da reforma da Previdência. A incapacidade do presidente de estabelecer diálogo com o Parlamento fez com que ele fosse chamado por investidores nesta sexta (22) de “Dilma de calças”.

estiramento da relação do governo Jair Bolsonaro com o Congresso explicitou as fragilidades da atual gestão para setores que antes apoiavam o governo incondicionalmente. Pela primeira vez, o presidente foi amplamente criticado por atores importantes do mercado que se posicionaram ao lado do comandante da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na queda de braço entre os Poderes. Governadores e parlamentares planejam um ultimato aos militares, vistos como tutores do Planalto.


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marcos

Temer livre


Paulista Conectada

23/03


2019

Defesa recua na reforma da previdência dos militares

Ministério da Defesa reuca e vai alterar reforma da previdência dos militares. Mudança é em mecanismo que incentiva militares a entrarem para a política

O presidente Jair Bolsonaro durante reunião sobre a proposta da Previdência dos militares Foto: Divulgação/PR

Época - Por Guilherme Amado

 

O Ministério da Defesa vai alterar o texto da reforma da Previdência dos militares enviado ao Congresso na quarta-feira. A pasta não vai mais propor um mecanismo que incentiva militares a entrarem para a política.

O projeto de lei protocolado pelo governo Bolsonaro no Congresso previa a revogação de duas exigências atuais para os fardados com cargos eletivos, na lei 6.880, de 1980.

Essa lei diz que o militar com menos de cinco anos de serviço e que concorresse a uma eleição seria "excluído do serviço ativo mediante demissão ou licenciamento de ofício".

Já o militar com mais de cinco anos de serviço que se candidatasse seria "afastado, temporariamente, do serviço". Se eleito, seria "transferido para a reserva remunerada".

Trocando em miúdos: o texto enviado ao Congresso dizia que era possível se candidatar e seguir na ativa ao mesmo tempo.
Questionado pela coluna, o Ministério da Defesa alegou "erro material", e afirmou que o dispositivo "não será revogado".

Batizado de “reestruturação do Sistema de Proteção Social das Forças Armadas”— os militares defendem que eles não têm previdência, mas sim um mecanismo de proteção social” — o texto enviado esta semana ao Congresso prevê privilégios que os civis não têm, a exemplo da manutenção da integralidade e da paridade dos benefícios.

Dessa maneira, os militares inativos receberão o mesmo soldo dos militares na ativa, incluindo eventuais reajustes.

A proposta apresentada unifica a contribuição de todos os beneficiários da previdência militar, que passa a 10,5% sobre o valor integral do rendimento bruto, a partir de 2022.


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Asfaltos

23/03


2019

Sem Maia como articulador, Previdência subiu no telhado

Esta é a notícia mais importante da política brasileira desta semana, acima da prisão de Michel Temer (MDB) e Moreira Franco (MDB)

Sérgio Praça - EXAME

A notícia mais importante da política brasileira desta semana não é a prisão de Michel Temer (MDB) e Moreira Franco (MDB), líderes inequívocos de esquemas de corrupção nos últimos trinta anos. É a recusa de Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, de continuar sendo o articulador isolado da Reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Seu colega de partido, Onyx Lorenzoni, não tem sido suficientemente respeitado para isso pelos deputados federais, apesar de ser chefe da Casa Civil.

Maia tem toda razão em desistir. Conforme notou o cientista político Manoel Galdino em seu perfil no twitter, Bolsonaro estava pegando carona no esforço (desgastante) do presidente da Câmara. Assim, conseguia fazer avançar a negociação da Reforma da Previdência ao mesmo tempo em que mantinha o ingênuo discurso de cruzadista contra a “velha política” corrupta.

Provavelmente por conta de sua repentina diminuição de popularidade, Bolsonaro resolveu apostar no confronto com políticos para se travestir de bom moço contra corruptos – que, no entanto, têm a prerrogativa exclusiva de votar o novo sistema de previdência. Por natureza, não é algo fácil de ser aprovado em tempos normais. Sem bons articuladores políticos no Executivo, as chances diminuem. Com Rodrigo Maia fora do jogo, a Reforma da Previdência sobe no telhado. Resta saber por quanto tempo ela senta nas telhas antes de se suicidar.


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ArcoVerde

23/03


2019

MEC a perigo

Folha de S.Paulo – EDITORIAL

Sequência de fiascos protagonizada por Vélez parece interminável

Em algumas escolas, alunos incapazes de sair-se bem em avaliações durante o período letivo regular ganham nova chance na chamada recuperação, com revisão da matéria dada e nova avaliação. Por essa praxe, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, já estaria ameaçado de reprovação.

A sequência de fiascos protagonizada por Vélez parece interminável. Prometeu uma certa Lava Jato da educação da qual ninguém sabe —ninguém viu. Meteu os pés pelas mãos com uma carta sobre hinos e vídeos em escolas e quase caiu.

Após indispor-se com um ideólogo influente na família que ocupa o Planalto, Olavo de Carvalho, seu suposto mentor, deu início a uma dança das cadeiras em que todos tropeçam e ninguém se fixa nos assentos do segundo escalão.

O primeiro a se estabacar foi Luiz Antonio Tozi, secretário-executivo. Vélez tentou então nomear o assessor Rubens Barreto; fracassou. Em seguida, indicou Iolene Lima, que defendeu, num vídeo muito reproduzido, ministrar todas as disciplinas —da geografia à história e à matemática— com base na palavra de Deus.

A professora não teve tempo de começar a pôr em prática essa doutrina retrógrada, pois não chegou a ser empossada. Em manifestação nas redes sociais, anunciou que, após uma semana de espera, recebeu a informação de que não fazia mais parte do grupo do MEC.

O ministro que não consegue nem remontar sua equipe segue em frente com outras iniciativas temerárias na pasta. Dando curso à cruzada conservadora do governo Jair Bolsonaro (PSL), instituiu comissão para fazer “leitura transversal” das provas do Enem.

O temor entre educadores, que já levou o Ministério Público Federal a pedir explicações, é que sua verdadeira atribuição seja expurgar da prova questões sobre a mal denominada ideologia de gênero ou sobre a interpretação histórica da ditadura militar (1964-1985).

Não bastassem tais confusões, Vélez ora enfrenta ainda a suspeita de ter fraudado dados sobre produção bibliográfica em seu currículo acadêmico. É muita algazarra, sem falar da perda de tempo, para alguém com a tarefa urgente de tirar a educação do fosso de mediocridade em que se encontra.


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23/03


2019

Eleitores populares de Bolsonaro começam a pular do barco

Queda em avaliação é mais acentuada entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos

André Singer - Folha de S.Paulo

Aspecto pouco notado na queda de aprovação do governo, registrada pelo Ibope nesta semana, é a sua distribuição pela renda. Foram os eleitores populares que começaram a pular do barco bolsonariano. Possivelmente os mesmos que, no final do primeiro turno de 2018, sobretudo no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, produziram a incrível onda de extrema direita que varreu o país.

A perda de 15 pontos percentuais na avaliação positiva de Bolsonaro foi mais acentuada entre os eleitores que ganham de 2 a 5 salários mínimos (SM) de renda familiar mensal, chegando ali a um recuo de 18 pontos. Hoje apenas 35% desse segmento apoia o mandato em curso, índice que cai para 29% daqueles cujo ingresso familiar restringe-se a um SM.

Já quando a família recebe acima de cinco salários mínimos, 49% dos entrevistados gostam da administração do capitão reformado. Aqui a perda foi de apenas oito pontos em relação à posse (tinha 57% de ótimo e bom em janeiro). 

Na mesma linha, o instituto de pesquisa nota o aumento da rejeição entre os moradores “que residem nas cidades das periferias brasileiras”. Nesse segmento o índice dos que consideram ruim ou péssimo o desempenho presidencial subiu nada menos que 21 pontos no período. O Nordeste, por sua vez, abriga apenas 31% que se mostram satisfeitos.

A persistência de melhor humor no Sul, onde 41% ainda apreciam o mandato em curso, ilustra a divisão social que permeia a conjuntura, pois a região concentra os menores indicadores de pobreza.

Se a economia comandar os rumos do eleitorado, como parece provável, uma recuperação no curto prazo é difícil. Vale lembrar que o primeiro governo Lula, por exemplo, em que pese ter demorado para produzir aquecimento do PIB, conseguiu estancar de imediato o ciclo inflacionário que herdara da etapa anterior. 

Bolsonaro já pegou o leme com inflação irrelevante. Se não conseguir criar postos de trabalho e oferecer renda, continuará em baixa. Tal contexto daria à oposição a chance de apresentar alternativas ao modelo ultraneoliberal. As eleições de 2020, sobretudo nas capitais, seriam o teste de tal embate. 

Olhando o assunto do ângulo político, a prisão de Michel Temer ainda é uma incógnita. 

Foi a Lava Jato que o levou ao poder, uma vez que decisiva para o impeachment de Dilma Rousseff. Depois, com a gravação de Joesley, afundou o regime emedebista e ajudou a ascensão de Bolsonaro. 

Agora, com a detenção do ex-presidente, atrapalha a reforma previdenciária de Paulo Guedes e aprofunda a divisão das hostes bolsonaristas. Terá fôlego para empurrar Sergio Moro rampa acima?


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23/03


2019

Temer e Lula presos, veja o que pesa contra outros ex-presidentes

Collor e Dilma Rousseff são réus em desdobramentos da Operação Lava Jato

Folha de S.Paulo - Felipe Bächtold

Em cinco anos, a Operação Lava Jato contribuiu para tentativas de afastamento de dois presidentes da República, prendeu dois ex-presidentes e atingiu em diferentes graus todos os ex-mandatários vivos do país.

Além de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Michel Temer (2016-18), que estão presos, são réus em ações derivadas da operação Fernando Collor (1990-1992) e Dilma Rousseff (2011-2016).

José Sarney (1985-1990) foi denunciado acusado de receber recursos desviados da Transpetro —denúncia arquivada em fevereiro— e de integrar organização criminosa, que aguarda análise do Supremo Tribunal Federal.

O único ex-presidente que não é alvo da operação atualmente é Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Mas, após a delação da Odebrecht, em 2017, uma petição envolvendo o seu nome em um dos depoimentos do acordo foi encaminhada à Justiça Federal de São Paulo. A juíza responsável, no entanto, entendeu que, como os relatos são relacionados a campanhas eleitorais dos anos 1990, os fatos já estavam prescritos.

O cerco aos ex-presidentes começou logo no primeiro ano da operação, em 2014, com a delação do doleiro Alberto Youssef. O relato foi decisivo para a denúncia, apresentada em 2015, contra Collor, atualmente senador pelo Pros de Alagoas.

Devido ao foro especial, ele é réu no Supremo Tribunal Federal acusado de receber propina no âmbito da BR Distribuidora. O hoje senador prestou depoimento em fevereiro e sempre negou as acusações. 

A partir do fim de 2015, a equipe da Lava Jato no Paraná passou a investigar ligações de Lula com as empreiteiras OAS e Odebrecht. Primeiro, em 2016, ele sofreu buscas em seus endereços e foi obrigado a comparecer a um depoimento. Em julho de 2017, foi condenado no caso do tríplex de Guarujá (SP) e acabou preso em 7 de abril do ano passado, em decorrência do julgamento do caso em segunda instância.

Em meio à marcha do caso Lula no Judiciário, tramitou no Congresso o processo de impeachment de Dilma, no qual as revelações da Lava Jato sobre o PT e a Petrobras tiveram relevante peso político. A petista foi formalmente acusada de manipulações orçamentárias, mas dezenas de congressistas citaram em seus pronunciamentos o escândalo de corrupção como motivo para o afastamento.

Fora do cargo, Dilma foi acusada pela Procuradoria-Geral da República de integrar uma organização criminosa formada por membros do PT e virou ré na Justiça Federal do DF em novembro passado.

Outro alvo da Procuradoria-Geral durante a gestão de Rodrigo Janot à frente da instituição foi Temer, denunciado em duas ocasiões em 2017 em desdobramentos da delação da JBS. O emedebista resistiu a duas votações na Câmara que poderiam afastá-lo do cargo e conseguiu suspender o trâmite dos casos até que terminasse o mandato.

Menos de três meses após sair da Presidência, Temer foi detido nesta quinta-feira (21) por causa de outra investigação com origem na Lava Jato. Ele é suspeito de receber propina da empreiteira Engevix em obras da usina nuclear de Angra 3, caso que começou a ser investigado no Paraná e foi enviado ao Rio, em 2015, por ordem do STF.

O QUE PESA CONTRA OUTROS EX-PRESIDENTES

Dilma Rousseff
A petista foi acusada pela Procuradoria-Geral da República de integrar organização criminosa formada por membros do PT; é ré na Justiça do DF

FHC
Não é alvo da operação, mas uma petição foi encaminhada à Justiça após seu nome aparecer em depoimento da delação da Odebrecht. Para a juíza, os fatos prescreveram

José Sarney
Denunciado pela PGR em 2017, acusado de receber recursos desviados da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Em fev.19, o STF arquivou a denúncia por prescrição

Fernando Collor
O hoje senador pelo Pros de Alagoas é réu no STF (devido ao foro especial), acusado de receber propina no âmbito da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras.


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23/03


2019

A farra de Dilma com dinheiro público não conhece limites

Os aspones marajás de Dilma

ISTOÉ

A farra da ex-presidente da República com dinheiro público não conhece limites. Somente no ano passado, superou todos os antecessores ao torrar mais de meio milhão com assessores, diárias e passagens. Não basta quebrar o Brasil estando no cargo. Ela nos causa prejuízo também fora dele

Durante umas das sessões da CPI da Petrobras, em 2015, que apurou o esquema de desvios de recursos da estatal, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi enfático ao ser confrontado com o ex-engenheiro Renato Duque, ex-diretor de Serviços da companhia. “Fico impressionado com a ‘cara de pau’ do PT”. Na época, Paulinho criticava a desfaçatez do PT no assalto aos cofres da Petrobrás por meio de esquemas de desvios de recursos que até hoje desafiam os investigadores da Operação Lava Jato.

Cara de pau parece ser mesmo um requisito que de fato sobra no perfil petista. Mesmo depois de ter sido deposta em um processo de impeachment, a ex-presidente Dilma Rousseff conseguiu a proeza de ser a campeã entre os ex-presidentes brasileiros de despesas de seus assessores com viagens, passagens aéreas e diárias. Dados obtidos com base na Lei de Acesso à Informação revelam que Dilma gastou, somente no ano passado, mais de meio milhão de reais com o pagamento de diárias e passagens, combustível e demais despesas acessórias dos servidores que a acompanham.

Conforme os dados obtidos, as despesas somaram nada menos que R$ 632 mil. Isso sem contar os salários dos aspones. Em comparação com os demais ex-presidentes, a petista gastou mais que a soma de todo os demais ex-presidentes – José Sarney, Fernando Collor, FHC e Lula – no mesmo período. Todos eles têm direito ao benefício, mas extrapolar do uso de uma verba cujo princípio é conferir o mínimo de estrutura a um ex-presidente da República é deveras imoral.

Não basta levar o Brasil à bancarrota estando no cargo de presidente. Dilma nos lesa também fora dele. De acordo com o jornal, destes mais de R$ 600 mil gastos pelo contribuinte brasileiro, R$ 586,8 mil foram utilizados no custeio de passagens e diárias; além disso, houve também o pagamento de R$ 45,4 mil com manutenção, seguro e combustível de veículos utilizados. Até quando o País sustentará mordomias injustificáveis dessa natureza? É preciso dar um basta.


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Fernandes

Petrobras anuncia 7º reajuste no mês no preço da gasolina nas refinarias.

Fernandes

Apoiadores (que restam) de Bolsonaro não acreditam em pesquisas, não creditam em vacinas, não acreditam que a terra é redonda, mas acreditam que bolsonaro arrasou nos EUA.

Fernandes

Votou no Collor, perdeu a poupança, votou no FHC perdeu a vale, votou no Aécio, perdeu a vergonha, votou Bolsonaro perdeu o país!

Fernandes

Quem é a Mãe de Bolsonaro? Ela está viva? Onde Ela nasceu...? Aonde Ela mora? Por que não está com seus Netos e a Família?

Fernandes

Violentos protestos e enfrentamentos aconteceram por causa da visita do Bolsonaro ao Chile e já se registram feridos.



23/03


2019

Apoio de Bolsonaro a Pinochet complica presidente chileno

Oposição a Piñera usa elogios de comitiva brasileira a legado de ditador para atacar governo

Estadão - Ricardo Galhardo e Daniel Weterman

 “Não vim aqui para falar do Pinochet”, foi uma das primeiras frases do presidente Jair Bolsonaro ao desembarcar em Santiago, na quinta-feira, para três dias de visita oficial ao Chile. A declaração não foi suficiente. A oposição ao presidente chileno Sebastián Piñera tem usado a visita do brasileiro ao Chile como munição contra o governo.

O principal ponto explorado pela oposição é a defesa que integrantes do governo Bolsonaro fazem do ditador Augusto Pinochet, cujo regime é acusado de ter deixado 40 mil vítimas, entre mortos, desaparecidos e torturados, entre 1973 e 1990.

 “É especialmente desconfortável para um presidente de direita democrático ter alguém mencionando Pinochet com uma conotação positiva. Para a direita chilena, tem sido difícil se afastar do fantasma de Pinochet. Ninguém à direita está feliz porque Bolsonaro está nomeando Pinochet. Isso atinge o governo. Isso faz com que ele se sinta desconfortável”, disse o cientista político chileno Patricio Navia, professor da Universidade de Nova York.


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Fernandes

Petrobras anuncia 7º reajuste no mês no preço da gasolina nas refinarias.

Fernandes

SERÁ SÓ RETARDO MENTAL OU MAU CARATISMO-CARATISMO MESMO?

Fernandes

Apoiadores (que restam) de Bolsonaro não acreditam em pesquisas, não creditam em vacinas, não acreditam que a terra é redonda, mas acreditam que bolsonaro arrasou nos EUA.

Fernandes

Votou no Collor, perdeu a poupança, votou no FHC perdeu a vale, votou no Aécio, perdeu a vergonha, votou Bolsonaro perdeu o país!

Fernandes

Quem é a Mãe de Bolsonaro? Ela está viva? Onde Ela nasceu...? Aonde Ela mora? Por que não está com seus Netos e a Família?


Bm4 Marketing 2