Versão Agreste Setentrional

22/04


2017

Aliados de Lula: sua situação piorou, mas sem prisão

Aliados do ex-presidente Lula reconhecem que sua situação se agravou muito com o depoimento de Léo Pinheiro, sócio da OAS, a Sergio Moro.

Juridicamente, dizem, não há base para decretação de prisão neste momento, mas admitem que o clima político azedou.

Petistas também se debruçaram sobre o depoimento de Antonio Palocci.

Acham que ele deixou claro que pode levar a Lava Jato a outro patamar, mas têm esperanças de que o ex-ministro esteja tentando negociar delação que não implique ainda mais a cúpula do partido.

Líderes de movimentos sociais de esquerda andam irritados com o PT. O partido marcou o debate sobre sua disputa interna para o mesmo horário no qual serão discutidos detalhes finais dos atos marcados para o dia 28, quando há previsão de greve geral. (Painel - Folha de S.Paulo)


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Nehemias

Luiz Maia e outros imbecis iguais a ele é que deveriam estar presos. Esses canalhas não merecem um bom dia de nenhum homem de bem. Esse elemento traduz o eleitorado da OCRIM. Uma parte é formada por alienados e idiotas, a outra, por bandidos e ladrões da pátria.

LUIZ MAIA

Nehemias e outros imbecis iguais a ele é que deveriam estar presos. Esses canalhas não merecem um bom dia de nenhum homem de bem. Esse elemento traduz o eleitorado da OCRIM. Uma parte é formada por alienados e idiotas, a outra, por bandidos e ladrões da pátria. Viva o Exército brasileiro !!

Nehemias

Lula tá disparado nas pesquisas, não azedou nada.


Versão Sertão do Pajeú

22/04


2017

A hora e a vez dos bancos

Ruy Fabiano

Eis que a Lava Jato não será tão veloz como o seu nome sugere. Se for aceita a oferta do ex-ministro Antonio Palocci, ao juiz Sérgio Moro – e tudo indica que sim -, de abrir nova vertente de denúncias, focada no sistema financeiro, mais um ano de investigações e escândalos se descortina. É o que Palocci avalia.

Todo o alvoroço até aqui provocado na vida pública brasileira envolveu basicamente agentes públicos (parlamentares, prefeitos, governadores, presidente e ex-presidentes da República, juízes) e empresas do setor de infraestrutura. Roubalheira monstruosa, cuja devassa equivale a uma revolução desarmada.

Mas há mais, muito mais.

O que se depreende da Era PT (que inclui seus parceiros do PMDB e PP - e, em graus variados, todo o espectro partidário) é que, em síntese, nenhum cofre público restou ileso. Fundos de pensão, imposto sindical, bolsa família, verbas da cultura, reforma agrária, Receita Federal, merenda escolar, presídios – nada escapou.

O secretário de Saúde de Sérgio Cabral, por exemplo, contrabandeava prótese e material cirúrgico; no mesmo segmento, descobriu-se contrabando de sangue em Pernambuco, ao tempo em que o Ministério da Saúde estava sob o comando do hoje senador petista Humberto Costa. O ex-senador Gim Argelo lavava dinheiro de propina com doações a uma igreja em Brasília; idem o ex-deputado Eduardo Cunha, ambos reconhecidamente homens de fé.

Paulo Bernardo, quando ministro do Planejamento de Dilma, cobrava um adicional dos empréstimos consignados aos aposentados. A roubalheira, com apoio logístico do PT, rendeu R$ 100 milhões.

Mas tudo isso é varejo. Nada se compara em extensão e profundidade ao que ocorria na área das empreiteiras, onde reinou um cartel, em que pontificava a Odebrecht. Destroçou, entre muitas outras, a Petrobras, a Eletrobras, o Dnit, os Correios e respectivos fundos de pensão. Ali, a roubalheira era na escala dos bilhões.

Mas o mundo das finanças, em que Palocci, ex-ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma, circulou com total desenvoltura – e que conhece como poucos -, ainda carece de devassa. O que se sabe não passa de vislumbres.

Há dias, por exemplo, o Ministério Público denunciou falcatrua na aquisição pela Caixa Econômica de ações do Banco Panamericano (cerca de R$ 800 milhões), em 2011 – governo Dilma.

A Caixa Econômica está quebrada, idem o Banco do Brasil. O TCU examina contratos irregulares do BNDES, a maior parte em obras no exterior, que somam R$ 1,3 trilhão. O governo Temer acenou com o saneamento da máquina estatal, mas o máximo que conseguiu – se é que conseguiu – foi estancar a sangria.

Nada revelou sobre o que houve, de como se chegou a esse resultado. As caixas pretas continuam lacradas. O que se sabe veio das delações premiadas e das investigações da Lava Jato.

É compreensível. O governo Temer é o segundo escalão do PT. E a lei permite que o réu se poupe de fornecer informações que o comprometam. Os esclarecimentos estão vindo pela via judicial. Os petistas roubavam em nome da causa revolucionária, que, mesmo não se consumando, oferecia-lhes pretexto moral; os peemedebistas prescindiam de causa e pretexto; bastava-lhes o produto.

Enquanto os interesses convergiram, manteve-se a aliança, que não recusava auxílio eventual aos adversários, o que explica a ausência de oposição ao longo de todo esse período.

Tudo iria bem se o país, a certa altura, não tivesse falido, na reta final do primeiro governo Dilma. A Lava Jato já estava em ação, mas poucos a percebiam, o que permitiu a reeleição de Dilma.

Deve-se à Força Tarefa e ao juiz Sérgio Moro a reviravolta que se operou na política brasileira, colocando em cena a população, em megamanifestações sem precedentes na história.

O PT foi apeado do governo pela pressão das ruas, não de seus adversários políticos. O impeachment veio apesar deles. PSDB e PT se uniram para evitá-lo. FHC, por exemplo, avalizou a honestidade de Dilma com uma veemência superior à dela própria.

O desmentido veio pelas delações dos parceiros: empreiteiros, parlamentares e ex-ministros. O estrago da Odebrecht ainda está sendo assimilado e o STF anuncia que terá de pedir auxílio a outros magistrados para lidar com a montanha de inquéritos que dali resulta. Mas há ainda as delações da Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão, UTC, Delta etc. O país oficial está no banco dos réus.

Em meio a isso, Palocci entra em cena – e com ele os bancos.


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Versão Mata Sul

22/04


2017

Coluna do sabadão

       “Rachas” na Via Mangue

Quando cai a noite e o movimento diminui nas vias do Recife, a Via Mangue, em Boa Viagem, mais parece uma pista de corrida. Na rodovia, que é expressa, a velocidade máxima permitida é de 60 quilômetros por hora, mas, sempre por volta das 23h das quartas e quintas-feiras, motoqueiros realizam competições e chegam até a andar na contramão, pondo em risco as próprias vidas e as de quem circula corretamente pelo local.

Um dos “rachas”, que são disputas ilegais de velocidade, foi flagrado pela TV Globo, em que foram contadas ao menos 11 motos envolvidas, todas em velocidades acima da permitida na Via Mangue. A pista é monitorada por várias câmeras de segurança e, ao longo do percurso, existem vários radares, que parecem não intimidar quem anda fora da lei.

Para praticar os rachas, eles fazem uma volta de reconhecimento da pista, para ter a certeza de que ninguém vai incomodar. A TV Globo acompanhou um grupo com sete motociclistas, que, antes de entrar na Via Mangue, exibem as altas cilindradas das motos. O grupo de infratores circula livremente na via, sem ser parado por ninguém.

Existe uma Lei Federal que proíbe a prática de rachas, com penas que variam entre seis meses e dois anos de prisão. Segundo o gerente de fiscalização do Detran, Paulo Paz, a infração é passível de multa gravíssima, com suspensão do direito de dirigir e remoção do veículo.

"Geralmente, são grupos bem articulados, que marcam os encontros pela internet. O Detran trabalha com carros e motos descaracterizados, em conjunto com batedores da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), para buscar os motociclistas. Também vamos intensificar as fiscalizações junto à Polícia Militar”, prometeu.

Técnico em eletrotécnica, Bruno Cordeiro também precisa passar pela Via Mangue para chegar a qualquer lugar da cidade, e se preocupa, além dos acidentes, com a insegurança no local. “Você vê muita gente na pista. Os caras pulam na frente da gente. A pista está sem os alambrados e qualquer um pode passar de um lado para o outro, tentar assaltar e voltar para a comunidade. Não tem como se proteger”, disse.

Segundo a Polícia Militar, o 18º Batalhão faz rondas na Via Mangue, além do vide monitoramento, mas não há registros de ocorrências de rachas ou denúncias em nenhum dos canais de comunicação com a corporação. Robson Graciniano, um dos motoristas que precisa passar pela Via Mangue, diz que é muito esquisito e a iluminação é muito baixa. “É bem arriscado, passo por aqui todos os dias e nunca vi polícia passar. Passo com muito medo”, afirmou.

VAI SOBRAR ALGUÉM?– Com a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou abertura de 76 inquéritos para investigar pessoas citadas nas delações da Odebrecht, subiu para 195 o número de investigados na Corte a partir da Operação Lava Jato. Antes das decisões, 109 parlamentares, ministros e outros envolvidos eram investigados no STF. Entre os parlamentares que serão processados no Supremo Tribunal Federal estão 16 nomes do PT, 14 do PMDB e 11 do PSDB. Todos foram citados nos depoimentos de delação premiada de ex-diretores da empreiteira, uma das maiores doadoras para campanhas políticas no País.

Esvaziamento e saia justaA agenda da caravana da oposição em Garanhuns foi recheada de visitas a obras do Governo, mas a plenária na Câmara de Vereadores, último compromisso da quarta-feira, não contou com os prefeitos da região integrantes do campo da oposição ao governador, como Armando Souto, de Caetés e Luis Aroldo, de Águas Belas. A estrela solitária foi Felipe Porto (PSD), de Canhotinho. Os sete deputados – Teresa Leitão (PT), Álvaro Porto (PSD), Augusto César (PTB), Edilson Silva (Psol), Júlio Cavalcante (PTB), Socorro Pimentel (PSL) e Priscila Krause (DEM) – ainda passaram por uma saia justa. A vereadora Afra Betânia Monteiro (PTB), da base do prefeito Izaias Régis (PTB), os constrangeu com uma pergunta: se tinham apresentado um único projeto na Assembleia em favor de Garanhuns.

Pernambuco em ação– Em razão de três feriadões seguidos, o Governo deu um timing na agenda dos seminários “Pernambuco em ação”, que começou por Afogados da Ingazeira e já passou por Petrolândia, Arcoverde, Garanhuns e Santa Cruz do Capibaribe. No início do próximo mês, deve ser retomado pela cidade de Palmares, contemplando os municípios da Mata Sul. Em seguida, o governador Paulo Câmara e sua comitiva voltam para o Sertão. Faltam ainda o Sertão Central (Salgueiro), do Araripe (Araripina) e do São Francisco (Petrolina).

O bicho vai pegar - Nas conversas com o Ministério Público Federal, Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, prometeu ainda mais informações do que aquelas apresentadas em depoimento ao juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância. O centro das tratativas do acordo diz respeito ao Lula, como já ficou demonstrado quando Léo Pinheiro disse na última quinta-feira que o ex-presidente o orientou a destruir provas. Mas também perpassa pela relação da companhia com o PT e seus tesoureiros.

Voto contra O deputado Zeca Cavalcanti (PTB) votou contra ao pedido de urgência da proposta de reforma trabalhista derrotado no plenário da Câmara dos Deputados por 230 a 163 votos e uma abstenção. O parlamentar trabalhista já tinha se pronunciado contra a reforma trabalhista enviada pelo Governo durante entrevista em uma rádio de Arcoverde. O requerimento encurtaria os prazos para votação em plenário, possibilitando sua análise na próxima quarta-feira. Agora, o projeto precisa seguir os prazos regimentais na comissão que analisa o tema.

CURTAS

TEATRO– O vereador Marcelo Gomes, da bancada do PSB na Câmara de Caruaru, aprovou na Casa proposta de sua autoria para municipalizar o teatro João Lyra Filho, pertencente à Fundação Assistencial, Cultural e Educacional – Facec. “Mesmo com o esforço heroico do pessoal da Associação dos Artistas de Caruaru, que hoje comanda o Teatro, a falta de investimentos limita as possibilidades de promoção de seminários, oficinas, cursos, festivais e outras exibições musicais, de teatro e artes cênicas”, alega.

EXPOSIÇÃO – O secretário de Agricultura, Nilton Mota, abriu a 40ª Exposição de Animais de Carpina, no Parque Senador Paulo Guerra, ao lado do prefeito Manoel Botafogo, do deputado estadual Vinicius Labanca, do presidente da Associação dos Criadores da Mata Norte, João Borba, e do presidente da Sociedade Nordestina dos Criadores (SNC), Emanuel Rocha. O evento atrai criadores e empresas do segmento agropecuário e deve comercializar mais três mil animais.

Perguntar não ofende: Palloci está disposto mesmo a entregar o amigão Lula?  


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Nehemias

Luiz Maia e outros imbecis iguais a ele é que deveriam estar presos. Esses canalhas não merecem um bom dia de nenhum homem de bem. Esse elemento traduz o eleitorado da OCRIM. Uma parte é formada por alienados e idiotas, a outra, por bandidos e ladrões da pátria.

Nehemias

Peço a Deus pela recuperação de José Serra, em coma no Sírio Libanês.

Nehemias

Não perca hoje no JN: Lula, Lula, Lula, Lula, tríplex, Lula Lula Lula, sítio, OAS, Lula, Lula, Lula, o ex-presidente Lula...Tem alguém com tanto brilho?

Nehemias

Aécio evita aeroportos públicos desde delações e só anda em jatinhos particulares.

Nehemias

Ex Ministro José Serra entrou em estado de coma! O Melhor disso tudo que não vi ninguém da esquerda mandá-lo ir para o SUS


Versão Agreste Central

22/04


2017

Pimentel condecora citados na lista de Fachin

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), na cerimônia de homenagem à Inconfidência Mineira, em Ouro Preto (MG). (Manoel Marques/Imprensa MG/Divulgação)

Ex-presidente Lula seria o grande homenageado da cerimônia, mas desistiu de ir

Veja Online

Denunciado na Operação Acrônimo e citado nas delações da Odebrecht, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), aproveitou nesta sexta-feira a cerimônia em homenagem à Inconfidência Mineira, em Ouro Preto (MG), para dizer que, atualmente, a Justiça brasileira está sendo, conforme as suas palavras, “solapada por uma teia de acusações que lembram as alcovas da Conjuração Mineira”. Sem citar nominalmente a Lava Jato ou a Acrônimo, ele fez uma crítica velada às operações, lembrando que Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, que foi enforcado em praça pública por defender a independência do país, também foi “protagonista involuntário de um espetáculo e não de um processo justo”.

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria o grande homenageado do evento, mas desistiu de aparecer. Em 2003, Lula já havia recebido o Grande Colar, a honraria máxima concedida pelo Estado de Minas, das mãos do então governador Aécio Neves (PSDB).

Apontado ontem pelo empreiteiro Léo Pinheiro como beneficiário de propina na reforma de um tríplex do Guarujá, Lula não era o único alvo de investigações no rol de convidados para a cerimônia. Também foram chamados os governadores do Acre, Tião Viana (PT); da Bahia, Rui Costa (PT); do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); de Alagoas, Renan Filho (PMDB), todos citados na célebre lista do Fachin na parte das petições que foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal. Desses, apenas Renan Filho compareceu, recebendo a medalha da Inconfidência junto com outras 170 pessoas.


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22/04


2017

Segredo de polichinelo: advogado de Lula bate no Globo.

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgou uma carta aberta ao jornalista Merval Pereira, em que rebate o artigo do colunista publico no Globo desta sexta-feira, 21. 

No texto, Merval diz que era "segredo de polichinelo" que Lula seria o verdadeiro dono do triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia. "Verdadeiro 'segredo de polichinelo' é a participação ampla, direta e ilegítima das Organizações Globo na perseguição judicial imposta ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o intuito de prejudicar ou inviabilizar sua atuação política", responde Zanin. 

Segundo o advogado, os patrões de Merval ditam as acusações contra Lula e disponibiliza os seus veículos de comunicação para colocá-las em pé. "A Globo e seus aliados não se rendem à verdade. E isso pode ser bem observado ontem. O jornal Valor Econômico – hoje 100% de propriedade do grupo – publicou, 3 horas antes do depoimento de Leo Pinheiro ao Juízo de Curitiba, o script da  audiência de ontem. Antecipou a troca dos advogados que iria ocorrer, considerando retomada das negociações em busca de uma delação premiada. E deixou claro que o executivo da OAS iria acusar Lula — sem provas — como condição de ver a sua delação aceita pelo MPF. Foi o que ocorreu. Léo Pinheiro deu aos Procuradores da República a sonhada narrativa contra Lula — na contramão dos 73 depoimentos anteriormente colhidos — e com isso viu crescer a chance de sair da prisão ou obter outros benefícios", diz o advogado de Lula. 

"A propósito, se o senhor e a Globo realmente tivessem interesse na delação da Odebrecht, deveriam começar explicando a tal “sociedade secreta” que Emílio Odebrecht afirmou ter mantido com a emissora para influir em decisões de governo na era do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, no tocante à privatização da área de telefonia e petróleo. Houve apenas lobby? Tráfico de influência? Por que a Globo até hoje não se manifestou sobre esses graves fatos apontados por Emílio? Prepotência? Falta de uma versão convincente?", questiona   (BR 247)


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ALQUIMISTA

Lula ja esta preso só falta avisarem a ele, é a mesma coisa do impechemeant, todo petista disse q ia ter guerra e cade a guerra no minimo vai ter alguns imbecis se queichando acabou petebas.

LUIZ MAIA

Nehemias e outros imbecis iguais a ele é que deveriam estar presos. Esses canalhas não merecem um bom dia de nenhum homem de bem. Esse elemento traduz o eleitorado da OCRIM. Uma parte é formada por alienados e idiotas, a outra, por bandidos e ladrões da pátria. Viva o Exército brasileiro !!

Ricardo José

Nehemias se comporta exatamente como os demais membros do PT, quando se sentem em perigo, ao invés de mostrar as provas contrárias age como criança. Quando alguém fala algo sobre o lula, ao invés do PT buscar fatos que comprovem o não envolvimento de seu líder, agem atacando os demais, como se fosse a solução. Nehemias, sou contra a classe política que pratica irregularidades, vocês têm essa dificuldade de compreensão. Quem é contra o Lula, não é a favor de Aécio, Cunha, Dudu Campos, Paulo Câmara ou qualquer outro, pelo menos eu, até porque as delações mostram um leque de partidos que brigam na rua e na Odebrecht são muito próximos.

Nehemias

Vamos falar das falcatruas de Dudu Campos também.

Ricardo José

Lula não sendo o proprietário disto tudo é a mesma coisa do Marcelo Odebrecht não ter praticado nenhuma corrupção. Creio que a defesa de todos os citados e investigados deveria mudar a estratégia, vista que sempre negam os fatos claramente apresentados e muitas vezes com provas robustas, como o caso do Lula. As defesas acham mais fácil colocarem a culpa na mídia, ao invés de buscar provas contundentes e convincentes para a defesa dos acusados.


Flamac - 1

22/04


2017

Hora de mudar

Ricardo Boechat -IstoÉ

O projeto de reforma trabalhista em tramitação na Câmara dos Deputados é uma batalha que ainda está sendo travada – e Deus sabe lá quando terminará.

Michel Temer joga todas as fichas pelas mudanças na CLT, esperando colher bons frutos, tal como ocorreu com a Desvinculação das Receitas da União (permissão para que 20% da arrecadação do Tesouro Nacional sejam destinados de maneira livre e flexível pelo governo) e da Proposta de Emenda à Constituição, que impôs um teto aos gastos públicos pelos próximos 20 anos.

Especialistas têm sido unânimes em aplaudir o esforço da Presidência da República em tentar reestruturar o sistema sindical brasileiro, que data do início do século passado e preserva regras de entidades criadas para atender a um modelo defasado e autoritário. Sindicatos e centrais nunca foram órgãos do Estado e, portanto, únicos por categoria e base geográfica, mantidos por imposto. Em boa hora discutem-se mudanças nessa estrutura.

Que continuem a existir entidades livres nas quais os trabalhadores se associem voluntariamente e com reconhecida capacidade de negociação. Um levantamento do IBGE apontou que metade dos sindicatos atuais nunca participou de um dissídio coletivo – mas são ávidos em colher a contribuição sindical obrigatória.

O mundo hoje requer regras entre patrões e empregados que estejam em sintonia com o século XXI. As reformas para melhorar essa relação são bem-vindas e devem contar com a participação da sociedade.

Dos políticos espera-se que votem em sintonia com os novos tempos e não aceitando o toma-lá-dá-cá que muitas vezes caracteriza as votações no Legislativo brasileiro.


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FMO

22/04


2017

Odebrecht nega propina ao PT por contrato de sondas

O Globo - Gabriel Cariello e Marien Couto

O ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht afirmou em depoimento que se recusou a pagar propina ao PT por um contrato de construção de seis sondas para a exploração do pré-sal. O empresário narrou um encontro com o ex-ministro Antonio Palocci após a vitória do consórcio formado pela Odebrecht, UTC e OAS em licitação organizada pela Sete Brasil em 2011. Na reunião, Marcelo disse a Palocci que não pagaria o valor referente a 1% do contrato, que segundo outro delator, o executivo Rogério Araújo, poderia chegar a R$ 5,6 bilhões.

O empresário não informou quando ocorreu a reunião com Palocci, mas disse aos investigadores que ele próprio procurou o ex-ministro após o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso pela Lava-Jato, cobrar o executivo Márcio Faria, que também assinou acordo de colaboração com o Ministério Público Federal. Segundo Marcelo, Vaccari teria pressionado pelo pagamento ao partido. No entanto, o ex-presidente disse a Palocci que a Odebrecht não havia sido favorecida na licitação e, por isso, o pagamento não seria realizado.

Leia mais: Marcelo Odebrecht diz ter negado propina ao PT por contrato de sondas


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Mobi Brasil 5

22/04


2017

Palocci deixa claro que sabe mais e quer falar

G1

Ex-ministro contatou advogados especialistas em delação premiada.

Ele poderia revelar esquemas de corrupção fora da área das empreiteiras.

Um dia depois do depoimento do ex-ministro Antonio Palocci à Justiça Federal em Curitiba, a defesa dele disse que o cliente tem vontade própria, ao comentar sobre um possível acordo de delação premiada. No depoimento ao juiz Sergio Moro, Palocci afirmou que teria muito a contar. Foi uma declaração que movimentou os bastidores da Lava Jato:

“Eu encerro aqui e fico à sua disposição hoje e em outros momentos, porque todos os nomes e situações que eu optei por não falar aqui por sensibilidade da informação estão à sua disposição no dia que o senhor quiser. Se o senhor estiver com a agenda muito ocupada, a pessoa que o senhor determinar eu imediatamente apresento todos esses fatos, com nomes, endereços, operações realizadas, coisas que vão ser certamente do interesse da Lava Jato, que realiza uma investigação de importância e acredito que posso dar um caminho talvez que vá lhe dar mais um ano de trabalho, mas é um trabalho que faz bem ao Brasil”.

A declaração do ex-ministro Antonio Palocci está sendo interpretada por quem segue a Lava Jato de perto como um aceno para conseguir um acordo de delação premiada.

O Jornal Nacional apurou que o ex-ministro manteve contatos com advogados especialistas em delação premiada, que já fecharam acordos com outros réus da Lava Jato. Uma possibilidade que pode complicar a vida de suspeitos de envolvimento no maior escândalo de corrupção do país.

Para ser um delator, o primeiro passo é manifestar oficialmente o interesse em fazer o acordo. Depois, na presença de advogados e procuradores, o réu revela o que tem para delatar. Se avançar, as partes assinam um termo de confidencialidade para evitar vazamentos.

Só depois que a delação for homologada pela Justiça é que as informações poderão ser usadas nas investigações. Junto com os depoimentos, o delator tem que apresentar provas e documentos. Em troca, recebe uma pena mais leve.

A força-tarefa diz que não comenta supostas negociações. A defesa de Antonio Palocci afirma que não tem conhecimento sobre um possível acordo, mas que o cliente é lúcido e tem opinião e vontade próprias sobre todas as coisas.

O que se comenta nos bastidores é que o ex-ministro pode revelar esquemas de corrupção fora do mundo das empreiteiras.

Ex-ministro nos governos Lula e Dilma, Palocci conhece a fundo as engrenagens do partido e os corredores do poder em Brasília. Sem cargo nem mandato, virou alvo da Lava Jato na Justiça Federal do Paraná.

De acordo com as investigações, Palocci gerenciou uma conta corrente de propina da Odebrecht com o Partido dos Trabalhadores. Em troca, atuou para beneficiar o grupo junto ao governo sendo conhecido no departamento de propina como “Italiano”.

Palocci nega as acusações. O Partido dos Trabalhadores não quis se manifestar.


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22/04


2017

A vocês uma aula (1ª lição) do que é baleia azul

Blog do Renato Riella

Há tempos ele participa de grupos semelhantes. Até já ficou escondido aqui em Brasília, quatro anos atrás, temendo que “companheiros” de diversos países viessem “buscá-lo” em casa, como ameaçaram (e isso foi antes desta Baleia).

O rapaz esperto me disse que o sistema assassino nasceu na Rússia, “onde surgem todas as maluquices”. Hoje este meu jovem informante se mostra vacinado e até dá risada quando vê os sofrimentos das atuais vítimas.

O jogo eletrônico do momento é mais grave, porque independe do jovem acessar um endereço chamado Baleia Azul na Internet.

O rapaz ou mocinha pode ser integrado num grupo deste mundo baleioso via Facebook, Twitter ou mesmo WhatsAppp. Quando percebe, já está dentro da máfia – e fica difícil sair.

O sistema Baleia Azul tem inteligência e capacidade para mergulhar nas profundidades da informação da pessoa, cruzando dados das redes sociais e da Internet de maneira geral. Vai fundo!

Dizem que hoje a Receita Federal do Brasil tem a sua baleiinha em forma de Leão… É parecido.

Na Baleia Azul, quando o jovem vê, já é escravo de um mundo não identificado, que pode vigiá-lo, chantageá-lo e até ameaçar a vida do pobre coitado.

Há milhões de pessoas em todo o mundo, agora, alimentando esta maluquice. Trabalhando de graça contra a humanidade, de olho nas vítimas.

Pessoas muito novas, sem estrutura mental, podem entrar no jogo como desafio ou mesmo envolvidas de forma sub-reptícia. O maior barato! Quando vê, virou escravo. Pensando bem, as drogas não são assim?

Pergunta sem resposta: será que gente velha entra nisso?

A Baleia Azul pode, por exemplo, captar foto comprometedora de alguém e jogar sujo com esta informação, como trunfo para dominar o ser humano fragilizado, etc.

Há dois dias, defini a Baleia Azul como “hipnotismo digital”. Deve ser algo parecido.

Meu Deus! Pessoas normais, pessoas nossas, perdem o controle da própria vida e até a preservação do corpo, por causa de uma “brincadeira”.

No jogo, podem ser exigidas provas bizarras, como ficar sem beber água, ficar sem respirar durante mais de um minuto, cortar as pernas com gilete, suicídio em conjunto, entre outras barbaridades. Envolvido, dominado, o indivíduo aceita tudo.

Baleia Azul é isso. E é tudo o mais que a tecnologia pode gerar para invadir nossa privacidade. Muito mais do que você pode imaginar.

Por exemplo, dou uma dica para hoje: bote um pedaço de fita adesiva não transparente na câmera do seu laptop (acima da tela). Caso contrário, um baleioso esperto pode estar vendo você tirando meleca do nariz enquanto digita – ou coisa pior.

A orientação de segurança – que eu não sigo – é retirar das redes sociais todas as individualidades.

Elimine das redes sociais seu endereço, nome dos pais, se possível evite o nome completo, email individual, local de trabalho ou escola, fragilidades emocionais, relações amorosas, etc.

Diante de tudo isso, gerou-se um pânico. Certamente, o medo atual vai servir para redefinir o uso individual do Face, Twitter, WhatApp, etc.

É uma epidemia. Até que surja uma vacina, muitos “inocentes” vão morrer.

Fiquem de olhos nos seus meninos e meninas.  (RENATO RIELLA)


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Asfaltos

22/04


2017

Destruir provas dá cadeia. Moro prenderá Lula?

Josias de Souza

Em depoimento devastador, Léo Pinheiro confirmou velhas suspeitas e atravessou no caminho de Lula uma acusação nova. O ex-presidente da OAS disse a Sergio Moro que Lula lhe pediu para destruir provas das propinas que pagou ao PT por intermédio do então tesoureiro João Vaccari. Pela lei, isso dá cadeia. Que o diga Marcelo Odebrecht. A pergunta do momento é: o juiz da Lava Jato terá disposição para colocar Lula preventivamente atrás das grades antes de uma condenação confirmada na segunda instância do Judiciário?

De toda a turma do canteiro de obras, lugar de movimentos pesados e muita lama, Léo Pinheiro era o que tinha mais intimidade com Lula. Gostavam de jogar conversa fora juntos. Num dos encontros, contou o empreiteiro a Moro, Lula “textualmente me fez a seguinte pergunta: 'Léo, o senhor fez algum pagamento a João Vaccari no exterior?'. Eu disse: ‘Não, presidente, nunca fiz pagamento a essas contas que nós temos com Vaccari no exterior’.”

Segundo Léo, Lula engatou outra pergunta: “Como você está procedendo os pagamentos para o PT?”. E ele: “Através do João Vaccari. Estou fazendo os pagamentos através de orientações do Vaccari, de caixa dois, de doações diversas que nós fizemos a diretórios e tal.” Sobreveio, então, a ordem do morubixaba do PT: “Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari…? Se tiver, destrua”.

Prevista no terceiro capítulo do Código de Processo Penal, a prisão preventiva pode ser decretada em qualquer fase do processo —durante o inquérito policial ou no curso da ação penal. Diz o artigo 312: “A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.”

No caso específico, a prisão de Lula se justificaria, em tese, “por conveniência da instrução criminal” e “para assegurar a aplicação da lei”. Um réu que encomenda a destruição de provas não está senão criando obstáculos para impedir que a lei se cumpra. Se quisesse, Moro poderia invocar o artigo 312 do Código de Processo Penal contra Lula, aprisionando-o por tempo indeterminado.

Entretanto, se estiver com os miolos no lugar, Moro perceberá que há um limite depois do qual o rigor deixa de ser uma virtude na rotina de um magistrado. No momento, é desnecessária e arriscada a detenção de Lula. É desnecessária porque, se há um esforço para atrapalhar a produção de provas, não está funcionando. É arriscada porque a ordem pode ser revogada por um tribunal superior mediante recurso. Melhor reunir as evidências e produzir uma sentença sólida.


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Supranor 1

22/04


2017

O país passado a limpo?

Carlos Chagas

A ebulição permanente das delações dos funcionários da Odebrecht vem ofuscando a decisão a ser adotada pelo Tribunal Superior Eleitoral diante da possibilidade de cassação da chapa Dilma-Temer, em 2014. Porque está de pé a hipótese da cassação dos vitoriosos daquele ano nas eleições presidenciais. Seria uma desarrumação completa do cenário político nacional. Dilma Rousseff já foi alvejada com o impeachment, mas Michel Temer ocupa a presidência da República. Se vier a ser cassado, não terá outra alternativa senão deixar o palácio do Planalto, ainda que possa recorrer da sentença ao Supremo Tribunal Federal. Discute-se se esse recurso terá ou não efeito suspensivo, quer dizer, o atual presidente recorrerá no exercício de suas prerrogativas ou manterá o cargo até a decisão da mais alta corte nacional de justiça. De qualquer forma, seu equilíbrio ficará instável.

No atual período de crise política, será péssimo para as instituições já combalidas.

Diante de sua cassação, Michel Temer já declarou que disposições de Judiciário não se discutem. Cumprem-se. Nesse caso, quem ocuparia seu lugar, na ausência de um vice-presidente?

Assumiria o presidente da Câmara dos  Deputados, Rodrigo Maia. Até quando? Pela lógica, até que o Congresso elegesse um sucessor para terminar o atual mandato, até 31 de dezembro de 2018. Seria o quarto personagem a ocupar a chefia do governo, imaginando-se vantagem para Rodrigo Maia, mas certeza, ninguém tem. Deputados e senadores disporiam da prerrogativa de indicar quem quisessem.

Por tudo isso, admite-se que o bom senso venha a prevalecer, ou seja, que o Tribunal Superior Eleitoral não sacrifique uma chapa já desgastada, preservando Michel Temer. Só que garantir, ninguém pode.

Registra-se uma outra opção: que diante do sacrifício de Temer, o Congresso aprove emenda constitucional estabelecendo eleições gerais no país, logo depois da  cassação da dupla Dilma-Temer. Até mesmo com mandatos de quatro ou cinco anos para o novo presidente, deputados, senadores e, de tabela, porque não governadores e parlamentares estaduais. Uma limpeza  geral, forma de o país as instituições serem passados a limpo. A rodada encontra-se em aberto. Quem quiser que arrisque um palpite.


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ArcoVerde

21/04


2017

Palocci cita banqueiros e empresários mirando o STF

Helena Chagas - Blog Os Divergentes

Na tranquilidade do feriado, os quatro vídeos – de meia hora cada – do depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sérgio Moro foram acessados por milhares de pessoas no YouTube. No primeiro escalão do PT, que andou assustado, a impressão é de que o ex-ministro tem como alvo principal grandes empresários, inclusive do setor bancário. Sua intenção não seria chegar a uma delação premiada, mas acenar com essa ameaça esses possíveis  e poderosos alvos, esperando que de alguma forma eles se mobilizem para ajudá-lo a obter um habeas corpus no STF – a última esperança de Palocci.

Quem conhece o ex-ministro, e vem acompanhando as delações da Lava Jato, saiu com a impressão de que o Palocci que ali estava não se encontra a um passo de delatar Lula e outros petistas, embora em alguns trechos não tenha poupado Joao Vaccari e tenha admitido que o partido, “como todos”, fez caixa 2. Em vez de ficar calado, atitude normal para quem está negociando delação, preferiu falar, e muito. Defendeu-se de todas as acusações e, sobretudo, deu um aperitivo do que poderá oferecer se resolver abrir a boca de verdade.

O cardápio de Palocci pode não ser do agrado de Moro e da força-tarefa, que querem elementos contra Lula, que o ex-ministro não ofereceu. O juiz chegou a interrompê-lo algumas vezes com a interpelação de que ele só deveria falar sobre a relação com a Odebrecht. Mas Palocci, que parecia ter planejado tudo, insistiu em contar histórias como a de que foi procurado por um “banqueiro’, a pedido de “um integrante de primeiro escalão do governo” , para tratar da provisão de recursos para a campanha de Dilma de 2010.

Como quem não quer nada, mencionou também ajuda a empresas: “o governo muitas vezes salva empresas”. Citou a Sadia, a Votorantim, e, de form geral, empresas do setor de comunicação. E prometeu dar os nomes, as datas e os detalhes das ‘operações” em outra oportunidade.

Ao mesmo tempo, percebendo esse jogo, os petistas se tranquilizaram com o depoimento de Brani Kontic, ex-assessor de Palocci, negando todas as acusações, inclusive a de que transportaria recursos da conta Amigo destinados ao ex-presidente Lula.

O depoimento desta quinta-feira foi a última cartada de Palocci na tentativa de sair da cadeia. Se não obtiver clemência no STF, certamente jogará a bomba. Mas o certo é que hoje Antônio Palocci ainda não é um delator.


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Garanhuns

21/04


2017

Alckmin “muito constrangido” com delação, diz Doria

Folha de S.Paulo – Bruno Boghossian e Paulo Gama

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) está "muito constrangido" com a acusação feita por um delator da Odebrecht de que negociou caixa dois para sua campanha eleitoral de 2010.

"[Ele está] muito constrangido. O governador é um homem de bem, correto, honesto, polido, tem uma vida limpa. São 40 anos de vida pública. É evidente que alguém que tem uma vida limpa, construída com modéstia, como ele tem, fica constrangido diante dessas circunstâncias", declarou o prefeito.

Doria defendeu o governador, que é seu aliado e apadrinhou sua candidatura à prefeitura paulistana em 2016. "Como ele [Alckmin] mesmo diz, ele fará a sua defesa com a convicção de que nada deve e sairá absolutamente ileso dessa situação, embora diante de todo esse constrangimento."

Nas fileiras do PSDB, ambos são citados como potenciais candidatos à Presidência da República em 2018. Doria, segundo alguns tucanos, levaria vantagem nessa disputa interna depois das revelações feitas nas delações contra Alckmin.

O prefeito paulistano participou do fórum empresarial organizado anualmente pelo grupo que leva seu sobrenome e presidiu até 2016. Ele reiterou, mais uma vez, que não será candidato em 2018 e que cumprirá os quatro anos de mandato na capital. Também defendeu novamente a candidatura de Alckmin ao Palácio do Planalto.

"Meu candidato à Presidência da República é Geraldo Alckmin. Temos bastante tempo ainda. Não quero antecipar o processo eleitoral, porque é importante que essa transição seja feita de forma equilibrada e tranquila pelo presidente Michel Temer."

Doria afirmou que "é cedo para dizer quem estará dentro ou fora" do cenário político devido ás revelações de corrupção feitas pela Lava Jato. "Até o ano que vem isso se consolida, se cristaliza."


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Comentários

Nehemias

Duas almas sebosas.


Naipes

21/04


2017

Exército sondado para estado de defesa, diz general

Segundo o general Eduardo Villas Bôas, politicos de esquerda fizeram a consulta nos dias que antecederam o impeachment de Dilma Rousseff

VEJA -  Thaís Oyama e Robson Bonin

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, revela em entrevista a VEJA que a instituição foi sondada e rechaçou a hipótese de apoiar a decretação de estado de defesa nos dias tensos que antecederam o impeachment de Dilma.

Villas Bôas não diz quais foram os políticos que fizeram a consulta, mas reconhece que as Forças Armadas ficaram “alarmadas” com a perspectiva de serem empregadas para “conter as manifestações que ocorriam contra o governo”.

“Nós temos uma assessoria parlamentar no Congresso que defende nossos interesses, nossos projetos. Esse nosso pessoal foi sondado por políticos de esquerda sobre como nós receberíamos uma decretação do estado de defesa”, afirmou Villas Bôas.

Na entrevista a VEJA, o comandante do Exército também manifesta também preocupação com o “perigo” de surgir no país líderes populistas com discursos “politicamente incorretíssimos, mas que correspondem ao inconformismo das pessoas”.


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BM4 Marketing

21/04


2017

STJ nega pedido de liminar da mulher de Cabral

Ministra recusa pedido de Adriana Ancelmo para suspender Calicute

O Globo - Coluna de Lauro Jardim

 Por Guilherme Amado

 

Maria Thereza de Assis Moura, do STJ, negou ontem o pedido liminar da defesa de Adriana Ancelmo para que o processo fosse suspenso enquanto a Sexta Turma do tribunal não julga se a operação deve ou não ser redistribuída e tirada das mãos do juiz Marcelo Bretas.

A defesa de Adriana quer que a turma vote se há ou não conexão entre as operações Saqueador, que investiga Carlinhos Cachoeira e Fernando Cavendish, e a Calicute, que prendeu Sérgio Cabral, Adriana e cia.


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21/04


2017

Maia no bloco dos insatisfeitos

O Globo - Coluna Poder em Jogo
                  Por Amanda Almeida

 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), engrossa o time dos descontentes com a pressão das centrais sindicais contra as reformas trabalhista e da Previdência. Esta semana, reclamou a colegas de ataques disparados pelo presidente da UGT, Ricardo Patah, a ele.

O incômodo dos deputados é maior pelas ações das centrais e dos sindicatos em seus estados. Além de protestos em eventos públicos, eles estão distribuindo panfletos com nome e foto de parlamentares que apoiam as reformas. Em algumas cidades, há também outdoors.

Como o Poder em Jogo mostrou hoje, a avaliação de deputados ligados a movimentos sindicais é que o clima ajuda a derrubar a contribuição sindical obrigatória, o que está previsto no relatório da reforma trabalhista. Por isso, eles articulam uma emenda para tentar suavizar o rombo em suas contas pela possível perda da arrecadação com o imposto. Querem que haja uma regra de transição.


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