FMO

19/11


2017

O PSDB arrisca ficar com o mico Temer

Élio Gaspari - Folha de S.Paulo

Quando o senador Renan Calheiros empossou Michel Temer na Presidência da República, disse-lhe baixinho: "Estamos juntos". Durou pouco, pois Renan foi o primeiro cacique do PMDB a pular do barco da impopularidade de Temer. Aproximou-se do PT, protegendo sua base de poder em Alagoas, Estado governado por seu filho.

Quem foi para a rua ou bateu panela contra o PT em 2016 está hoje diante de uma amarga realidade. O PMDB que deu os votos para a deposição de Dilma Rousseff está namorando o PT e vice-versa.

Lula e Dilma falam em "perdoar" quem defendeu o impeachment.

É uma manobra oportunista, pois a dupla é que deveria pedir perdão por ter jogado o país numa de suas piores crises econômicas.

O PT e PMDB costuram seus acordos nas bases municipais e estaduais. Isso começou em Alagoas e hoje já está no Ceará de Eunício Oliveira e no Pará de Jader Barbalho. No Paraná de Roberto Requião, a aliança é mais velha.

Com isso, o grande mico do jogo vai para o tucanato, ainda incapaz de desistir de um governo que o PMDB está abandonando pela beira.

Renan Calheiros mostrou-se um sábio, mas ele simboliza também o produto da esperteza da oligarquia política nacional. Sua base eleitoral irradiou-se a partir do município de Murici, com cerca de 40 mil habitantes. Em 2010, 30% de sua população com mais de 15 anos era analfabeta. Boa parte dela está no Bolsa Família.


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Versão Agreste Meridional

19/11


2017

Delação da JBS: seis meses com efeito limitado

Folha de S.Paulo - Felipe Bachtold

A delação da JBS ficou conhecida por mencionar 1.829 políticos, mas completou seis meses de divulgação nesta sexta (17) com poucos desdobramentos nos tribunais superiores fora dos núcleos Michel Temer e Aécio Neves.

Acusações de delatores contra nomes importantes do governo e do Congresso, como os ministros Gilberto Kassab (Comunicações e Ciência) e Marcos Pereira (Indústria e Comércio), ainda não viraram inquéritos formais.

Desta vez, a estratégia da PGR (Procuradoria-Geral da República) não foi a de lançar uma nova "lista de Janot", como as feitas em 2015 e logo após a delação da Odebrecht, em abril passado.

Naqueles dois casos, o então procurador-geral Rodrigo Janot pediu em bloco a abertura de inquéritos contra dezenas de políticos, que também foram autorizados em uma mesma leva.

Agora, as citações a políticos com foro estão em procedimentos que foram redistribuídos entre vários ministros do Supremo Tribunal Federal.

Dois casos enviados à ministra Rosa Weber, envolvendo o senador tucano José Serra (SP) e a família do deputado Fábio Faria (PSD-RN), já tiveram investigações abertas.

PRAZO

Em outras situações, foi a própria PGR que pediu mais prazo antes da abertura da investigação, já que os delatores apresentaram novos conjuntos de prova em agosto.

Isso aconteceu, por exemplo, nos casos de Kassab, de Pereira e da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP).

Também está sob avaliação o caso do deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA), citado por supostos pagamentos indevidos.

Esses procedimentos antecedem a abertura de uma investigação formal, que, no caso de congressistas e ministros, precisa ter aval do STF.

O empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, disse que entregou propina até este ano a Pereira como contrapartida por um empréstimo da Caixa.

No caso de Marta, a acusação foi de pagamentos em espécie a Márcio Toledo, marido da senadora. Os políticos vêm negando as acusações.

Além disso, alguns depoimentos e provas dos delatores foram incluídos em investigações correlatas já em andamento, em vez de gerar a abertura de novas apurações.

Um depoimento que citava o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), foi remetido a um outro inquérito que já estava aberto.

Situações que não envolvem autoridades com foro foram enviadas à Justiça Federal de primeira instância em Estados de todas as regiões do país, incluindo a vara do juiz Sergio Moro, no Paraná, onde começou a Lava Jato.

A delação do grupo foi um dos pilares para a prisão, na semana passada, do ex-governador de Mato Grosso do Sul André Puccinelli (PMDB), suspeito de vender incentivos a empresas. Ele já foi solto.

DENÚNCIAS

Foram quatro as denúncias de peso apresentadas por Janot com base na delação da JBS. Duas oferecidas contra o presidente Temer acabaram barradas pela Câmara dos Deputados.

Aécio foi denunciado sob suspeita de corrupção e obstrução de Justiça em junho, mas o Supremo Tribunal Federal ainda vai analisar se abre ação penal.

Além disso, o procurador da República Angelo Goulart Villela foi denunciado sob suspeita de repassar informações privilegiadas ao grupo. Todos negam as acusações.

Trechos dos depoimentos dos delatores viraram ainda uma espécie de capítulo da denúncia oferecida contra a cúpula do PT, finalizada nos dias finais do mandato de Janot, em setembro.

A JBS apresentou extensas listas de pagamentos da campanha eleitoral de 2014, que envolviam a maioria dos partidos políticos do país.

Mesmo doações oficiais foram rotuladas pelos delatores de "propina", já que envolviam "ato de ofício ou promessa", nas palavras do delator Ricardo Saud.

Foi Saud quem apresentou os números de 1.829 políticos beneficiados e falou que 167 deputados federais eleitos foram favorecidos pelo grupo.

Entre os métodos descritos, estavam a entrega de dinheiro vivo em supermercados com os quais o frigorífico tinha negócios e contratos fraudulentos com escritórios de advocacia firmados para lavar recursos.

A credibilidade da delação, porém, foi abalada nas vésperas do fim do mandato de Janot, quando foram revelados áudios de conversas em que Joesley Batista fala, por exemplo, em ser a "tampa do caixão" de acusações sobre corrupção no país.

Os benefícios de imunidade foram retirados e três delatores –Joesley, Saud e Wesley Batista– estão presos. A decisão, porém, foi de manter a validade das provas apresentadas.

CASO KASSAB

O procedimento derivado da delação da JBS que envolve o ministro das Comunicações, Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (PSD), foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal.

Moraes, que assumiu o cargo no início do ano, foi subordinado de Kassab na Prefeitura de São Paulo, onde era considerado o "supersecretário" da gestão –ocupou pastas de Transportes e Serviços.

A passagem pela prefeitura deu projeção ao hoje juiz do Supremo, que anos depois se tornou secretário da Segurança do Estado e a seguir ministro da Justiça de Michel Temer.

A Procuradoria-Geral da República entendeu que parte das acusações dos delatores da JBS não guarda conexão com o núcleo da Operação Lava Jato e as encaminhou para livre distribuição a ministros do Supremo.

Em seu acordo, homologado em maio, o empresário Wesley Batista afirmou que pagou quase R$ 30 milhões em contratos superfaturados de aluguel de caminhões a partir de 2010 com uma empresa ligada a Kassab.

O ministro das Comunicações vem negando ter recebido recursos pessoais do grupo e sustenta que possui participação societária em uma firma que opera legalmente.


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Versão Sertão do Araripe

19/11


2017

Acordo de marqueteiro expõe "loteria" no Supremo

Folha de S.Paulo – Letícia Casado

A decisão do ministro Ricardo Lewandowski de devolver o acordo de delação de Renato Pereira para a PGR (Procuradoria-Geral da República) expôs o caráter de loteria que pode se transformar o instituto da colaboração no Supremo Tribunal Federal.

Nos bastidores, advogados, ministros e procuradores afirmam que, diante desse episódio, o futuro de uma pessoa interessada em delatar pode variar de acordo com o juiz do caso.

E que a postura de Lewandowski pode inibir, temporariamente, o avanço de negociações em andamento. Isso porque diferentes decisões num mesmo colegiado causariam insegurança jurídica.

Os ministros Teori Zavascki (morto em janeiro), Edson Fachin e Cármen Lúcia homologaram acordos da Lava Jato que incluíam penas combinadas entre Ministério Público e colaborador, enquanto Lewandowski questionou a legalidade do mesmo ponto.

Quem teve a delação homologada ficou seguro, com a validação das penas acordadas. Agora, dois criminalistas disseram à Folha, sob reserva, já ter avisado os clientes que não é o momento de negociar acordo.

O plenário do Supremo discutiu aspectos da delação premiada em dois momentos –em agosto de 2015 (no caso do doleiro Alberto Youssef) e junho de 2017 (caso JBS)–, mas não debateu a possibilidade de o Ministério Público discutir sentenças.

Esse ponto ainda deve ser debatido pelo colegiado, mas sem previsão de data.

A lei que baliza a colaboração premiada determina que o juiz poderá, a pedido de uma das partes (acusação ou defesa), conceder o perdão judicial, reduzir em até dois terços a pena privativa de liberdade ou substituí-la por restrição de direitos.

Em acordos já fechados de delatores com o Ministério Público, a redução de pena tem ido além desses limites. No caso de condenados a muitos anos de prisão, por exemplo, a negociação teria de contemplar um benefício maior.

Segundo envolvidos nessas colaborações, uma proposta de redução da pena em apenas dois terços inviabilizaria delações como as de Léo Pinheiro, da OAS, Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e a do ex-ministro petista Antonio Palocci.

Por outro lado, advogados de políticos delatados afirmam que seus clientes podem ser beneficiados por questionamentos sobre a legalidade dos acordos. Publicamente, preferem ficar em silêncio à espera do desenrolar do tema na corte.

DEVOLUÇÃO

Para Lewandowski, o acordo proposto pela PGR ao marqueteiro Renato Pereira, que acusa o PMDB do Rio em sua delação, fere a legalidade.

Segundo o ministro, o Ministério Público estaria atuando como juiz ao definir a sentença, que incluía regime fechado, recolhimento domiciliar noturno e prestação de serviços à comunidade, além da possibilidade de viajar.

 

Lewandowski determinou que a Procuradoria reanalisasse os termos definidos.

Cabe à procuradora-geral, Raquel Dodge, recorrer da decisão e insistir no contrato, ou alterar as cláusulas.

Ela já recorreu da decisão que tirou o sigilo do conteúdo, mas não se manifestou sobre os aspectos da sentença, "pois serão abordados em momento distinto e oportuno, por meio do recurso adequado", escreveu Dodge.

"Quem define benefícios é o Judiciário", disse o ministro Marco Aurélio Mello à Folha, tratando sobre colaboração premiada, mas sem abordar caso específico.

"Nenhum órgão é acusador e julgador", afirmou.

O Supremo homologou ao menos 120 delações da Lava Jato, a maior parte com regime diferenciado de pena.

Essa diferenciação permitiu a procuradores fechar acordos com réus que teriam que passar décadas na cadeia.

O ex-procurador-geral Rodrigo Janot entende que a negociação da pena estimula o colaborador. Os acordos com Pereira e os da Lava Jato foram assinados em sua gestão.

Magistrados dizem que a delação é instrumento recente –a lei é de 2013. Portanto, afirmam, questionamentos são naturais. 


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Versão Agreste Central

19/11


2017

Semipresidencialismo defendido por Temer e Gilmar

Entenda o que é o semipresidencialismo, sistema defendido por Temer e Gilmar

Neste sistema, presidente é escolhido em eleições, e primeiro-ministro é indicado pelo presidente eleito

Do site Semana On

Semipresidencialismo

Sistema de governo utilizado em países como França, Portugal e Finlândia, o semipresidencialismo une elementos do presidencialismo com o parlamentarismo

O semipresidencialismo é um meio-termo entre o parlamentarismo e o presidencialismo. Neste sistema de governo, a figura do presidente da República fica mantida como nos moldes atuais – escolhido em eleições diretas –, mas introduz no cenário político o primeiro-ministro, que é indicado pelo presidente eleito.

No presidencialismo – que é o sistema de governo em vigor no Brasil – o presidente da República acumula a função de chefe de Estado com chefe de governo.

Como chefe de Estado, o presidente, por exemplo, representa o país no exterior, comanda as Forças Armadas, define políticas externas e até pode dissolver o Congresso Nacional. Já como chefe de governo ele é o responsável por governar o país.

O presidente da República nos regimes semipresidencialistas acaba compartilhando esses poderes com o primeiro-ministro, figura política que é escolhida e fica subordinada ao Congresso Nacional.

Apesar de dividir tarefas com o primeiro-ministro, o presidente do sistema semipresidencialista exerce um papel com mais protagonismo do que no parlamentarismo.

O presidente parlamentarista fica limitado ao exercício da função de chefe de Estado. Por outro lado, no semipresidencialismo, ele pode, entre outras atribuições, indicar o primeiro-ministro, dissolver o parlamento ou Congresso, controlar a política externa do país, escolher alguns funcionários do alto escalão, solicitar referendos e propor leis.

O primeiro-ministro, no semipresidencialismo, é o chefe de governo. Neste papel, ele pode, por exemplo, escolher os ministros de Estado e criar políticas econômicas. Além disso, o premiê é o responsável pela articulação política com o Legislativo.

Entenda quem é o responsável pelas principais atividades do Estado nos diferentes sistemas de governo:

Chefe de Estado

  • Presidencialismo: presidente
  • Parlamentarismo: presidente ou monarca
  • Semipresidencialismo: presidente]

Chefe de Governo

  • Presidencialismo: presidente
  • Parlamentarismo: primeiro-ministro
  • Semipresidencialismo: primeiro-ministro

Políticas econômicas

  • Presidencialismo: presidente
  • Parlamentarismo: primeiro-ministro
  • Semipresidencialismo: primeiro-ministro

Escolha de ministros

  • Presidencialismo: presidente
  • Parlamentarismo: primeiro-ministro
  • Semipresidencialismo: primeiro-ministro

Comando das Forças Armadas

  • Presidencialismo: presidente
  • Parlamentarismo: primeiro-ministro
  • Semipresidencialismo: presidente

Relações exteriores

  • Presidencialismo: presidente
  • Parlamentarismo: presidente ou monarca
  • Semipresidencialismo: presidente


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Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.



19/11


2017

STF: ação pode abrir brecha e mudar sistema de governo

Como querem Temer e Gilmar: instalação de um regime semipresidencialista no país

A última porta para instalação de um regime semipresidencialista no país foi aberta. Na última terça (14), o ministro Alexandre de Moraes pediu a inclusão na pauta de julgamentos do Supremo de uma ação que questiona se o Congresso poderia mudar o sistema de governo mesmo após a rejeição do parlamentarismo no plebiscito de 1993. Se o tribunal entender que sim, abre-se uma brecha para a articulação que o presidente Michel Temer gesta há meses com seus aliados.

O mandado de segurança que trata do assunto está na corte desde 1997 e foi proposto por partidos que questionaram tentativa de aprovar uma emenda constitucional que instituísse o parlamentarismo depois da rejeição do regime por uma consulta popular.

Se o STF decidir que a articulação de uma emenda contraria a Constituição, qualquer iniciativa desse tipo terá que ser descartada. Temer tem consultado aliados no Congresso sobre o assunto e discutiu a mudança do sistema de governo com o ministro Gilmar Mendes.  (Painel – Folha de S.Paulo)


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Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

Nehemias

Quanto mais leio comentários desse cidadão AUCLEBYO MATIAS sobre Lula, mais fico convicto de que existe uma fossa no lugar da boca. Pobre de direita sem-vergonha. Convenhamos o cidadão com um nome desse, seguramente é frustrado, mal amado.

AUCLEBYO MATIAS

Quanto mais leio as postagens desse cidadão sobre Lula, mais fico convicto de que existe uma fossa no lugar da boca.

Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.


Versão Sertão do Moxotó

19/11


2017

Empresário abriu portas a Bolsonaro nos Estados Unidos

Folha de S.Paulo – Thais Bilenky

Depois de um café da manhã com analistas de mercado e investidores, em Nova York, um e-mail pulou na caixa de entrada de Gerald Brant, cicerone de Jair Bolsonaro em recente viagem aos Estados Unidos.

A reputada especialista em América Latina Shannon O'Neil escrevia para convidar o pré-candidato a presidente do Brasil a ter uma reunião reservada na sede do Council of Foreing Relations, prestigiado "think tank" (centro de estudos) americano.

Lá foram eles, Bolsonaro e os três filhos, falar de sua visão de país no coração do "establishment" dos Estados Unidos, conduzidos (e traduzidos) por Brant.

O convite superou as expectativas da equipe. A viagem, afinal, foi considerada um passo importante para construir as bases da campanha, calcada na ideia de que o deputado federal deixou os ideais intervencionistas para trás e agora é um defensor do liberalismo econômico.

Para que Bolsonaro se sentasse frente a frente com investidores e analistas durante uma semana em outubro, foram necessários meses de articulação até que as portas das instituições fossem abertas, o que ocorreu com a ajuda de Brant.

O brasileiro-americano de 45 anos frequenta a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos e o Conselho das Américas por conta de seu trabalho. De estilo discreto, ele trabalha como diretor na empresa de investimentos Stonehaven em Manhattan, no seio do mercado financeiro. Passou por NewOak e o banco Merrill Lynch, entre outros.

A colaboração de Brant com o pré-candidato é voluntária, corre por fora do horário comercial e resulta de uma amizade de anos com o filho mais velho de Bolsonaro, Flavio. Procurado pela reportagem, Gerald Brant não quis dar entrevista.


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Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Homem de bem o Bolsonaro. Não esses vagabundos, corruptos e incompetentes do PT. Quero o Lularápio candidato para o Brasil mostrar que não tolera incompetente, mentiroso e corrupto.

Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.


Prefeitura do Ipojuca

19/11


2017

O faz de conta nos Tribunais de Contas

Frederico Vasconcelos - Folha de S.Paulo

O Superior Tribunal de Justiça deverá levar a julgamento nesta semana ações penais contra três conselheiros de Tribunais de Contas estaduais que, supostamente, têm contas a prestar. (*)

Eis um resumo dos processos, segundo informa a assessoria de imprensa do STJ:

1) Cícero Amélio da Silva, conselheiro afastado do TCE de Alagoas, é acusado de prevaricação e falsificação de documento.

Quando presidiu a corte, em 2014, teria atuado de forma a beneficiar um ex-prefeito de município alagoano com documento falso sobre a existência de recurso incabível.

Silva também teria retardado em cinco meses o envio de recurso ao conselheiro relator.

2) Maria Angelica Guimarães Marinho, conselheira do TCE de Sergipe, foi denunciada por falsidade ideológica e peculato.

A ação diz respeito a supostas fraudes na destinação de quotas de subvenções na Assembleia Legislativa de Sergipe.

3) Manoel Dantas Dias, conselheiro do TCE de Roraima, foi denunciado sob acusação de favorecer, por meio de decisões e arquivamento de processos, o atual governo do estado, em troca da nomeação de familiares em cargos comissionados.


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Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

Nehemias

REINALDO AZEVEDO CHAMA ELEITORES DE BOLSONARO DE IGNORANTES E MANDA ELES ESTUDAREM. Ôxente! São analfas, é? KKKK

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Simplesmente cabide de emprego. Não serve pra nada.

Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.


Banner - Hapvida

19/11


2017

Coisa de preto

Bernardo Mello Franco - Folha de S.Paulo

Na segunda-feira, será comemorado o Dia da Consciência Negra. A data foi criada para lembrar a luta contra a escravidão e a desigualdade que ainda separa brancos e negros no Brasil. Quem pensa que este debate é desnecessário deveria dedicar alguns minutos do feriado à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo IBGE.

A nova versão do levantamento informa que pretos e pardos somam 63,7% dos desempregados. Isso equivale a um exército de 8,3 milhões entre os 13 milhões de brasileiros que procuram trabalho. Apesar da leve melhora da economia, a taxa de desemprego de pretos e pardos ainda alcança 14,6%. É um índice muito superior ao registrado entre trabalhadores brancos: 9,9%. A média nacional está em 12,4%.

As diferenças também persistem entre a população ocupada. De acordo com os números da PNAD Contínua, pretos e pardos ganham menos, ocupam vagas piores e têm menos estabilidade no emprego.

O rendimento médio desses brasileiros é de R$ 1.531, enquanto o dos brancos chega a R$ 2.757. Pretos e pardos somam 66% dos trabalhadores domésticos e 66,7% dos vendedores ambulantes, mas representam apenas 33% dos empregadores.

Em setembro, a Oxfam Brasil informou que o país ainda levaria sete décadas para equiparar o rendimento dos negros ao dos brancos. Segundo o estudo, os dois grupos só devem se igualar em 2089 -mais de dois séculos depois da Lei Áurea. Agora a projeção parece ter sido muito otimista. De acordo com a PNAD, a desigualdade voltou a crescer nos últimos 12 meses.

Na semana passada, o Brasil debateu o caso do apresentador de TV que foi afastado após se referir a um buzinaço como "coisa de preto". O episódio mostrou que discutir o racismo ainda é importante e necessário. A pesquisa do IBGE nos lembra que também precisamos cobrar políticas públicas para combater a discriminação e tornar o país menos desigual. 


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ArcoVerde

19/11


2017

Dinheiro vai, dinheiro vem

Carlos Bickmann

O Ministério Público Federal em Brasília pediu ao juiz Vallisney de Oliveira que bloqueie R$ 21,4 milhões das contas do ex-presidente Lula e de um de seus filhos, Luís Cláudio. No processo a que se refere esse bloqueio, Lula é acusado de tráfico de influência na compra, pelo Brasil, dos caças supersônicos Grippen, da empresa sueca Saab.

Detalhe curioso, que pode ter várias interpretações: na negociação com o Brasil, cada caça saiu por US$ 150 milhões. Alguns anos depois, a Suíça rejeitou a compra, por julgar excessivo o preço de US$ 140 milhões por caça. Diferenças nos modelos podem explicar a diferença de US$ 10 milhões por caça; ou não. Considerando-se o bloqueio de R$ 10 milhões já determinado pelo juiz Sérgio Moro, nos últimos meses Lula teve suspenso o acesso a mais de R$ 30 milhões de seus bens. Considerando-se os salários que recebeu nos seus anos de serviço, seus cachês de conferencista devem ter sido excelentes.

A defesa de Lula diz que ele e o filho não interferiram no negócio, feito integralmente de acordo com os pareceres técnicos da Aeronáutica.


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AUCLEBYO MATIAS

O FRUSTRADO AQUI DEVE SER O ACÉFALO Nehemias, PRIMEIRO SÓ REBATE COMENTÁRIOS COPIANDO OS COMENTÁRIOS, ALÉM DISSO ACRESCENTA FRUSTRAÇÃO KKK...

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

Nehemias

Quanto mais leio comentários desse cidadão AUCLEBYO MATIAS sobre Lula, mais fico convicto de que existe uma fossa no lugar da boca. Pobre de direita sem-vergonha. Convenhamos o cidadão com um nome desse, seguramente é frustrado, mal amado.

AUCLEBYO MATIAS

Tal pai, tal filho.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Família de corruptos


Garanhuns Natal Luz

19/11


2017

Um olhar sobre as pesquisas

Marcelo Tognozzi - Blog Os Divergentes

Uma análise mais detalhada da mais recente pesquisa Datafolha, publicada em outubro, mostra que continua viva a máxima do velho craque Didi: treino é treino e jogo é jogo. Estamos ainda na fase do treino, como mostram informações desta pesquisa. A primeira e mais importante: 66% dos brasileiros não sabem em quem votar ou estão decididos votar em branco ou anular, enquanto 34% declararam ter candidato. Estes dados estão logo no início da pesquisa, quando os pesquisadores mediram a intenção de voto espontânea indagando aos 2.772 entrevistados em quem pretendiam votar para presidente no ano que vem.

Faltando um ano para a eleição, a grande maioria dos brasileiros não está pensando no assunto e isto é normal. Por isso, a pesquisa espontânea, de acordo com especialistas, costuma refletir melhor a realidade das escolhas, certezas e incertezas. Lula tem 18% das menções e Bolsonaro 9%. Isso é bom ou ruim? Muito ou pouco? Para um candidato que disputou cinco eleições, venceu duas, governou o país por oito anos e nunca saiu da mídia, os 18% de Lula não representam tanto. Já os 9% de Bolsonaro representam muito, porque ele sempre foi deputado, não tem a simpatia da grande mídia e tem feito campanha pelas redes sociais e com grupos de voluntários. Ambos representam ainda os extremos desta disputa.

Na parte das perguntas estimuladas, onde Lula aparece com 35% das intenções de voto e os que não votariam ou não sabem são 18%, algumas coisas chamam atenção. A primeira: o Datafolha trabalhou com oito cenários diferentes quando pediu aos eleitores que indicassem em quem votariam. Do universo pesquisado, 70% são brasileiros das classes C, D e E com menor nível de escolaridade e de renda. Isso exige dos pesquisadores muito treino para impedir que o entrevistado comece a responder “no automático”. A segunda: foram feitas 19 perguntas para os eleitores, tornando o questionário longo e cansativo para grande parte dos entrevistados, mas 12 delas não foram divulgadas no relatório final.

A pergunta 19 da pesquisa Datafolha é sobre quais são os aspectos mais importantes que o eleitor leva em conta hora de escolher um candidato. O perfil surgido desta pergunta mostra que os brasileiros querem alguém que nunca tenha se envolvido em casos de corrupção (87%), tenha experiência administrativa (79%) e tenha um passado político conhecido (65%). Estes são os três mais relevantes. Indicam que o eleitorado cansou do mesmo e pretende escolher – ou neste momento sonha escolher – alguém que não tenha relação com a velha política. Querem algo novo, “descontaminado” e o candidato que conseguir encarnar isso vencerá, como aconteceu com Collor em 1989.

Há ainda outro aspecto que não foi captado pela pesquisa Datafolha. O peso das redes sociais na política e sua influência na escolha dos candidatos. O melhor exemplo deste fenômeno é justamente Bolsonaro, que consegue arrancar 9% de intenções espontâneas trabalhando basicamente com as redes sociais. Não se sabe o efeito negativo ou positivo das redes sociais em outras candidaturas como a do próprio Lula. Quem mergulha nos números da pesquisa Datafolha a concluiu que o jogo ainda não começou. Só agora, no último minuto, o Congresso definiu as regras da eleição de 2018 e como as campanhas serão financiadas. Portanto, que ninguém se impressione com os resultados das pesquisas até aqui,, porque revelam mais incertezas do que certezas.


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S. C. B. M.

OS DEFENSORES DE LULA E DE DILMA DESAPARECERAM,PROVA QUE ERA PESSOAS DA CARGO DELES OU PAGAS.

S. C. B. M.

Afinal de conta este canalha ainda tem direito de concorrer a eleição de 2018 com tantos processos e ainda é considerado ficha limpa condenado a mais de 9 anos.

Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O desespero da imprensa e dos pseudos comunistas,aqueles que querem continuar mamando no governo, está chegando ao fim. Esses vagabundos vão ter de trabalhar.

Alberto Costa Santos

Os coxinhas procuram alento até nessas postagens sem pé nem cabeça. Haja desespero!.



19/11


2017

Casas legislativas viraram tribunais de exceção

Josias de Souza

Ao livrar da cadeia três parlamanteres soterrados por evidências de corrupção, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro consolida um fenômeno ruinoso. Está entendido que o Congresso Nacional e os legislativos estaduais tornaram-se tribunais de exceção.

Ampliar

Elaborada nas pegadas da queda da ditadura militar, a Constituição de 88 cercou os parlamentares de imunidades que pretegiam o exercício do mandato. Os autores do texto constitucional não poderiam supor que o antídoto da imunidade viraria no futuro o veneno da impunidade. O Supremo Tribunal Federal poderia colocar ordem na gafieira. Mas preferiu atravessar o samba ao omitir-se no caso de Aécio Neves. Uma maioria de cúmplices e de compadres devolveu ao senador tucano o mandato e a liberdade noturna que a 1ª Turma da Suprema Corte havia cerceado.

Estabeleceu-se a partir de Brasília uma atmosfera de vale-tudo que anula o movimento benfazejo inaugurado pela Lava Jato. Tinha-se a impressão de que o Brasil ingressara numa nova fase —uma etapa em que todos estariam submetidos às leis. Devagarinho, o país foi retomando a rotina de desfaçatez. Brasileiros com mandato continuam se comportando como se não devessem nada a ninguém, muito menos explicações.

Congelaram-se as investigações contra Michel Temer. Enfiaram-se no freezer também as denúncias contra os ministros palacianos Moreira Franco e Eliseu Padilha. Enquanto Curitiba e Rio de Janeiro produzem condenações em escala industrial, a Suprema Corte não sentenciou um mísero réu da Lava Jato. Em vez disso, preferiu servir refresco a Aécio Neves, instalando nas Assembleias Legislativas um clima de liberou-geral que resulta em absurdos como o que se verifica no Rio.

Transformados em tribunais de exceção, os legislativos conspurcam a democracia. Neles, políticos desonestos livram-se de imputações criminais não pelo peso dos seus argumentos, mas pela força do corporativismo. Simultaneamente, a sociedade é condenada ao convívio perpétuo com a desonestidade impune. Fica-se com a impressão de que a turma do estancamento da sangria está muito perto de prevalecer.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Josias, e a propina da Globo? Vai te catar jornalista de meia tijela. Querer prender ou cassar sem o devido processo legal é ridículo. Do jeito que esses jornalistas querem, basta não gostar do vizinho e ele tem de ser preso. Esses políticos, na sua maioria, tem suspeitas de corrupção mas, para serem condenados e perderem os mandatos, tem de serem julgados e condenados. Respeito a Constituição e as Leis é bom e eu gosto. Esses jornalistas metidos a justiceiros vivem condenando o Golpe Militar e defendendo a \"democracia\" deles. Entretanto querem impor a ditadura dos jornalistas.


Supranor 1

18/11


2017

Fifagate: Globo citada 14 vezes por delator

Emissora supostamente pagou US$ 15 milhões em propinas

Jornal do Brasil

Em depoimento sobre o escândalo de corrupção envolvendo a FIFA, Alejandro Burzaco, ex-homem forte da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias SA, menciona 14 vezes a Rede Globo, perante a juíza Pamela Chen, que comanda o caso no Tribunal do Brooklyn, em Nova York. As informações são do portal R7. De acordo com ele, a emissora foi uma das seis empresas que teriam pago propina para ganhar a concorrência dos direitos de transmissão de torneios internacionais.

Segundo Burzaco, a Globo teria pago US$ 15 milhões em propinas (cerca de R$ 50 milhões) para adquirir exclusividade na transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030.

De acordo com o portal, os valores da propina teriam sido enviados por meio do ex-diretor Marcelo Campos Pinto para a T&T, braço na Holanda da empresa de Burzaco em associação com a brasileira Traffic, de J. Hawilla, e posteriormente repassado para uma conta na Suíça de Julio Gronoda, ex-presidente da Associação de Futebol Argentino e ex-vice-presidente da Fifa responsável por cuidar dos direitos de transmissão para a América Latina. O dirigente morreu em 2014.

Burzaco também revelou que o ex-presidente da CBF José Maria Marin, um dos réus do caso, teria recebido US$ 2,7 milhões (R$ 8,95 milhões). O delator ainda relatou um encontro em 2013, durante reunião do Comitê Executivo da Fifa, com Marco Polo Del Nero, Marin e J. Hawilla. Os dirigentes brasileiros teriam reclamado do atraso do pagamento de propinas relacionadas à venda dos direitos de transmissão da Libertadores e da Copa Sul-Americana, na época.

O delator apontou o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Marco Polo del Nero, como chefe do esquema de corrupção, mesmo na época em que a entidade era presidida por José Maria Marin.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Onde andam os Josias, Camarottis e demais \"jornalistas\" da Globo. Quando é para acreditar em delações absurdas contra os políticos eles acusam, julgam e condenam. Agora todos escondidos. São uns canalhas.

azevedo

sera que a justiça americana vai arriar as calças para a Rede Globo?


Mobi Brasil 1

18/11


2017

Geddel destruíu provas, aponta delator

Braço direito de Michel Temer e pivô da maior apreensão de dinheiro sujo da história do Brasil, quando foram encontrados R$ 51 milhões em seu bunker, o ex-ministro Geddel Vieira Lima também determinou a destruição de provas.

Quem afirma é o assessor parlamentar Job Vieira Brandão, homem de confiança de Geddel e de seu irmão Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), que só não foi preso no episódio do bunker por ter foro privilegiado.

Segundo Job, que negocia acordo de delação premiada, foram destruídas anotações e agendas que poderiam incriminar ainda mais os dois irmãos do PMDB baiano, assim como os beneficiários dos recursos.

A nova denúncia deve fazer com que Geddel perca qualquer esperança de deixar a Papuda e pode levá-lo a também delatar seu chefe, Michel Temer.

As informações da delação de Job Brandão são dos jornalistas Aguirre Talento e Débora Bergamasco, e foram publicadas em Época.

Leia, abaixo, um trecho:

O assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão, funcionário de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima e de seu irmão Lúcio, deputado federal, foi convocado para uma missão delicada. Graças a um habeas corpus, Geddel, um líder do PMDB, ex-ministro do governo Temer e integrante do círculo de amigos mais próximos do presidente Michel Temer, havia deixado a penitenciária da Papuda, em Brasília, na noite de 13 de julho. De volta a Salvador para cumprir prisão domiciliar, Geddel tinha pressa. Preocupado com a possibilidade de as investigações da Operação Lava Jato o devolverem ao cárcere, Geddel incumbiu Job de destruir documentos, agendas e anotações. Assim fez Job. Papéis foram picotados e jogados na privada; outros documentos foram colocados em sacos de lixo e descartados. Estava limpo o terreno caso houvesse uma nova batida da Polícia Federal.

Mas memória não vai para o lixo. A operação secreta foi revelada por Job, em um depoimento inédito ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, e constitui um grave relato de interferência nas investigações, capaz de agravar a situação de Geddel. Job contou um pouco do que sabe ao delegado Marlon Cajado na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador, na terça-feira, dia 14, como uma mostra de boa vontade e disposição para firmar um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A memória de Job é perigosa para Geddel e seu irmão Lúcio. Em prisão domiciliar desde setembro, o ex-­assessor pretende tornar públicas suas lembranças para se livrar da pena.


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Asfaltos

18/11


2017

Não desista do Brasil, roga líder da Lava Jato

Josias de Souza

“Não desista do Brasil”, escreveu o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa de Curitiba, em reação à decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que tirou da cadeia três caciques da facção parlamentar do PMDB fluminense. Diante do mutismo do asfalto, o procurador acrescentou: “Nós não podemos nos anestesiar, mas sim dar vazão à nossa indignação, de modo pacífico e democrático, por meio da participação popular.”

Debruçado na janela do Facebook, Dellagnol afirmou: “Os deputados da Assembleia do Rio deveriam ser os primeiros a endossar a atuação da Justiça e apurar a responsabilidade de seus líderes, mas o comportamento foi o oposto.” Mergulhado nos processos da Lava Jato desde 2014, o procurador conhece a podridão por dentro. Num instante em que os parlamentares, com a lama pelo nariz, apelam à cumplicidade e ao compadrio dos colegas para obter blindagem, Dallagnol soa como se enxergasse as urnas como um atalho ao Judiciário.

“Se Você não se envolver, eles ocuparão o seu espaço. Se hoje os políticos mostraram do que são capazes, em 2018 a sociedade brasileira precisa mostrar do que é capaz, nas urnas, agindo de modo organizado para eleger apenas políticos com ficha limpa, que expressem compromisso com a democracia e que apoiem propostas anticorrupção, com palavras, votos e atitudes.”


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Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.

azevedo

o asfalto gosta de corrupção

suricato

.. o procurador de frases prontas e rebuscada que é candidato a um cargo politico.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O homem que quer ser o dono do Brasil. Não respeita a Constituição e as Leis. A Lava Jato perdeu credibilidade por ele e os que o acompanham, assim como o Janot e o Fachin que dão perdão a bandidos por delações sem provas. É aquela delação que diz: ouvir dizer que fulano me falou que sicrano disse que o Temer ou outro político qualquer recebeu propina. O pior é que a imprensa divulga como se tudo fosse verdade. Josias e a Globo deveria dá destaque a delação da propina que a Rede Globo deu para ter direito de transmissão jogos. Delação nos Estados Unidos é coisa séria. E agora Josias? E agora Camarotti? E agora os repórteres da Globo? Bando de velhacos.


Bm4 Marketing 2

18/11


2017

TV: PMDB e Temer ironizam Dilma, saudando a “mandioca”

Folha de S.Paulo – Marina Dias

Em novo filme de sua propaganda partidária, aprovado neste fim de semana pelo presidente Michel Temer, o PMDB vai ironizar a ex-presidente Dilma Rousseff em um discurso no qual a petista saúda a mandioca como "uma das maiores conquistas do Brasil".

O vídeo, ao qual a Folha teve acesso, será veiculado em rede nacional a partir de terça-feira (21). Ele é a 12ª peça da série "O Brasil segue em frente", criada pelo publicitário Elsinho Mouco.

 

Os outros filmes atacam a delação da JBS e uma suposta "trama" para "tentar derrubar" Temer, em uma referência indireta ao ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que apresentou duas denúncias contra o presidente.

Ambas, por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, foram barradas pela Câmara.

Temer estava relutante quanto ao conteúdo do filme –que relembra um discurso de Dilma que se espalhou nas redes sociais e foi muito utilizado por seus adversários como argumento para justificar uma suposta incapacidade de articulação.

Segundo aliados, porém, o presidente foi convencido por sua equipe de comunicação de que era importante mostrar as diferenças de gestões e de que não é possível "esquecer o que foi feito com o país".

"Não dá pra esquecer: 2016, com a economia em frangalhos, Dilma Rousseff anunciava a mandioca como uma das mais importantes conquistas do país", diz a apresentadora do programa.

O discurso, porém, foi feito em junho de 2015, durante a abertura dos Jogos Indígenas.

"O PT de Dilma desenterrou a mandioca e enterrou o país. Estava mesmo na hora de tirar o país do vermelho", completa a narradora em uma analogia à cor do PT, partido de Dilma.


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Nehemias

Geisel: O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.

Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Bandeira do Brasil com estrela vermelha? Nunquinha.



18/11


2017

Temer define refoma ministerioal amanhã

Blog do Valdo Cruz

G1

O presidente Michel Temer deve definir neste domingo (19) boa parte de sua reforma ministerial para tentar garantir a aprovação das mudanças na Previdência. Além de bater o martelo na indicação do deputado Alexandre Baldy (GO) – que vai se desfiliar do Podemos – para o Ministério das Cidades, o presidente vai acertar com sua equipe o novo ministro da articulação política em substituição a Antônio Imbassahy (PSDB).

Temer se reuniu neste sábado (18) com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para avaliar tanto a reforma da Previdência como as mudanças em sua equipe ministerial.

 

Ao Blog, Maia disse que “as duas próximas semanas são decisivas” para definir o futuro da votação das alterações nas regras de aposentadoria no país e afirmou acreditar na possibilidade da aprovação.

 

“Não temos um terceiro caminho. Ou aprovamos a reforma da Previdência e resolvemos o desequilíbrio das contas públicas, ou teremos a volta da inflação. Aí, os mais prejudicados serão os mais pobres, que não conseguem se defender da inflação elevada. Os deputados precisam discutir isso”, afirmou Rodrigo Maia.

 

Depois da reunião entre Temer e Maia, assessores palacianos davam como certa a escolha de Alexandre Baldy para a pasta das Cidades. Atualmente no Podemos, o deputado de Goiás vai se filiar ao PP, partido que reivindica o Ministério das Cidades para continuar votando majoritariamente com o governo.

 

O principal padrinho de Baldy, porém, é Rodrigo Maia. No encontro com o presidente, o comandante da Câmara dos Deputados disse a Temer que consultou os demais líderes da base aliada e obteve o aval de todos para a indicação do deputado goiano. Assim, ele contaria com o apoio de PP, DEM, PR e PMDB.

 

Segundo um líder, Baldy será muito mais do que um ministro do PP, mas sim de uma coligação de partidos. Com isso, a expectativa do Palácio do Planalto é agradar sua base aliada e garantir a votação e aprovação da reforma da Previdência.

 

Além do titular do Ministério das Cidades, o presidente vai definir em reunião com sua equipe o futuro ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, que cuida da articulação política.

O nome mais forte, no momento, é o do ex-ministro dos Transportes João Henrique de Almeida Sousa. Peemedebista, ele foi deputado pelo Piauí. Entraria na vaga do tucano Antônio Imbassahy, cuja saída é reivindicada pelos partidos do antigo centrão, pedido que será atendido por Temer. A expectativa é que os novos nomes sejam divulgados oficialmente até terça-feira (21).


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18/11


2017

Prestígio do novo diretor da PF está em teste

Fernando Segovia convidou todos os servidores da corporação para a cerimônia de transmissão de cargo na próxima segunda-feira (20)

Marcelo Rocha – Época

O prestígio do novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, será testado na próxima segunda-feira (20), data em que ocorrerá a cerimônia de transmissão de cargo no Ministério da Justiça. Segovia substitui Leandro Daiello. A lista de convidados dá para lotar um ginásio. Ele chamou todos os 15 mil servidores que compõem o quadro funcional da PF para que participem do evento. O presidente Michel Temer é aguardado na solenidade.

Fernando Segovia afirmou nesta terça-feira (14) que a corporação é “totalmente” imune a pressões políticas e que a continuidade do trabalho será prova disso. “O que vai nos blindar é o trabalho. Trabalho sério”, disse.

O novo diretor disse que a classe política, alvo de investigações conduzidas pela PF, e demais setores da sociedade podem esperar de sua gestão uma PF “republicana” e de respeito à Constituição Federal. Esse foi, segundo ele, assunto das conversas que manteve com o presidente Michel Temer e com o ministro da Justiça, Torquato Jardim.


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18/11


2017

Caças suecos: Lula sabia que lobista vendia influência

Provas, de acordo com procurador da República, estão em e-mails e documentos apreendidos

Época - Marcelo Rocha

Ao pedir à Justiça o bloqueio de R$ 24 milhões do ex-presidente Lula no âmbito da Operação Zelotes, o procurador da República Hebert Mesquita afirmou que o petista sabia, ao menos desde 2012, que o lobista Mauro Marcondes afirmava a representantes da sueca Saab ter prestígio em Brasília.

A Saab vendeu 36 caças para o governo brasileiro.

Mesquita afirma que as provas do tráfico de influência estão em e-mails e documentos apreendidos com os investigados.

A defesa do ex-presidente afirma que as certezas do Ministério Público sobre a influência de Lula no episódio dos caças são “delirantes”.


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Nehemias

Lula é indicado por aparecer em primeiro lugar na pesquisa Datafolha.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Sabia não. Ele não sabia nem que era presidente.



18/11


2017

Lula diz que se eleito consulta o povo sobre reformas

Folha de S.Paulo

Se eleito em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva promete fazer um referendo para consultar a população sobre reformas, como a trabalhista, aprovada por Michel Temer. A declaração foi feita em entrevista publicada pelo jornal francês "Le Monde" neste sábado (18).

"Se eu vencer as eleições, farei um referendo para perguntar a população sobre sua opinião. E o assunto será debatido no Congresso", afirmou o ex-presidente ao diário.

Questionado sobre a política de Temer, Lula diz que "isso não é política". "Ele não constrói nada. Esse governo reprisa 'O Exterminador do Futuro 1 e 2'. Ele destrói. Ele reduz o investimento em educação, aquilo que há de mais sagrado, em ciência e tecnologia, e se desfaz do patrimônio público", afirma.

O petista não confirma se sairá candidato no ano que vem. "Não é minha preocupação. A hora da verdade chegará e o PT decidirá", afirma ao jornal.

Mas criticou a preocupação do mercado financeiro com sua candidatura, vista como a de um populista na América Latina. "Essa preocupação dos mercados é ridícula e hipócrita. Os mercados não têm medo de Lula porque eles já viveram em um país governado por Lula e foi um dos melhores momentos para a economia", afirma.

"O que amedronta eles é que eu não vou deixar vender o patrimônio. Nós não vamos vender a Amazônia, não vamos vender a Petrobras, a Eletrobras ou os bancos públicos. E os mercados sabem que nós vamos privilegiar a produção à especulação", afirma o ex-presidente.

Para Lula, o Brasil não precisa de um Emmanuel Macron, presidente francês que foi eleito com discurso de mudar o sistema político. "Deixem Macron governar para ver o que acontece. É uma teoria que venceu as eleições na França. Vejamos a prática. E nos falemos novamente daqui a cinco anos."

Na entrevista, o petista diz não ser contra a Operação Lava Jato, mas sim contra os "excessos" e as "mentiras". "Toda política contra corrupção é bem-vinda. Mas o erro da operação Lava Jato foi politizar e midiatizar os debates, de se entregar à pirotecnia", afirma. 


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suricato

....este meliante mesmo pagando 30 contos para cada aloprado nas andanças que faz naõ consegue juntar 50 idiotas basta ver no youtube o que é o fiasco lula que está condenado a 9 anos e meio de cadeia.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Sabe quando o Lularápio volta a governar? Nunca. Sem ser comprovadamente corrupto e sem ter mostrado sua incompetência sempre perdeu no 1º Turno e somente foi presidente com o apoio do FHC, agora nem em outra encarnação. Tchau Lularápio, tchau PT.

Nehemias

Lula vai botar pra arrombar.

marcos

Isso é um Bosta!

Rafael C.Soares Quintas

Esse corrupto depois de ficar milionário as custas do povo que votou nele, agora quer dá uma de sério, é piada kkkkkkk



18/11


2017

A proclamação da vadiagem

Senadores, deputados e vereadores costumam enforcar o orçamento e o cidadão comum

Ruth de Aquino – ÉPOCA

Só no Brasil um feriado na quarta-feira, a Proclamação da República, enseja o enforcamento de dois dias úteis, quinta-feira e sexta-feira, numa vadiagem emendada com o feriado de segunda-feira, o Dia da Consciência Negra, e muito sol, calor, feijoada, churrasco e caipirinha, para só voltar a trabalhar na terça-feira, como se navegássemos numa economia abundante, com alta produtividade e pleno emprego.

Temos feriados para todo gosto, de nacionais a municipais, datas comemorativas, homenagens a minorias e categorias, carnavais oficiais e facultativos, revoluções, celebrações religiosas, tudo para endeusar o ócio. Neste ano, “emendamos” nove feriados. Em 2018, serão dez. A classe que mais folga é, claro, a classe política, que também desfruta os recessos. Quando não estão em férias, os senadores, deputados e vereadores costumam enforcar o orçamento, o contribuinte e o cidadão comum.

Esta última sexta-feira viu, no entanto, um movimento inédito e espontâneo de suspensão de lazer na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj. Deputados decidiram sacrificar a folga para tentar se unir e livrar da prisão o presidente da Assembleia, Jorge Picciani, e os colegas Paulo Melo, ex-presidente da Alerj, e Edson Albertassi, todos do PMDB. 

A enorme pressão popular para que a decisão da Justiça seja respeitada não sensibiliza, porém, quem já vive em águas turvas. São aliados e afilhados da turma que asfixiou o Rio sem pena nas últimas décadas. O governador Pezão é um exemplo dessa lealdade canina: fez tudo nos últimos dias para empossar Edson Albertassi no Tribunal de Contas do Estado, até demitiu seu procurador-geral, que era contra a nomeação. E agora, Pezão?   O “trio dos corruptos” foi preso na Operação Cadeia Velha.

Os valores variam e perdemos a noção da fronteira entre realidade e ficção. Por que motivo alguém faz tudo para ganhar ilegalmente, em propina, um dinheiro que jamais conseguirá gastar, nem nas próximas gerações? Eles não perdem o sono?

Continue lendo a reortagem clicando aí ao lado: A proclamação da vadiagem - ÉPOCA | Ruth de Aquino


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