Faculdade de Medicina de Olinda 2

04/10


2006

PV e PPS devem se fundir, prevê Fernando Gabeira

O deputado federal reeleito pelo PV-RJ, Fernando Gabeira, disse nesta terça-feira que o PV possui ''forte'' tendência de estabelecer uma fusão com o PPS. As duas legendas não conseguiram atingir o mínimo de 5% dos votos --exigido pela cláusula de barreira-- e perderam representatividade no Congresso em 2007.

Segundo Gabeira, ''o partido estuda dois caminhos: a fusão e a federação. A fusão parece mais fácil, já que só depende dos dois partidos envolvidos.''

O deputado disse ainda que ''a legenda está com uma posição forte de se fundir com o PPS''  mas, de acordo com ele, ''ainda é preciso conversar com o PSOL, o PTB e outros partidos que também não conseguiram ultrapassar a cláusula.''

Já os deputados do PSOL, João Batista Babá (estadual) e Maria José da Conceição Maninha (federal) disseram à Folha que a legenda não prevê a fusão com outros partidos.

Embora a fusão estabeleça a criação de um partido único, as instituições terão garantia da independência de seus programas de governo.

Além do PV e PPS, PC do B, PSOL, PTB, PL, PSC, Prona e PTC não ultrapassaram a cláusula e, portanto, não terão direito a recursos do Fundo Partidário, além de perder o tempo destinado a propaganda eleitoral gratuita na TV.

Segundo turno

De acordo com Gabeira, possivelmente o PV terá um posicionamento ''neutro'' em relação ao apoio, para o segundo turno, aos candidatos à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT.

''Eu sempre tive uma posição autônoma em relação a governos e farei uma oposição saudável a qualquer um deles'', afirmou. (Folha Online)


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Detran

04/10


2006

Folha: Lula começa segundo turno por Pernambuco

O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), iniciará sua campanha do segundo turno na próxima sexta-feira, em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE).

O anúncio foi feito no Recife, durante a solenidade de adesão do PT à candidatura de Eduardo Campos (PSB) ao governo do Pernambuco.

Segundo o prefeito do Recife e coordenador da campanha de Lula no Estado, João Paulo (PT), Lula participará de carreatas nas duas cidades, que são vizinhas e divididas apenas pelo rio São Francisco. Há possibilidade de o presidente realizar uma caminhada nesses locais.

Campos participará do ato em Petrolina, ao lado de Lula e dos novos aliados. Será também o primeiro evento de campanha do socialista, que disputa o segundo turno com o governador José Mendonça Filho (PFL).

O candidato derrotado do PT ao governo de Pernambuco, ex-ministro Humberto Costa, também deverá acompanhar o presidente no Estado. Foi ele quem anunciou  o apoio do partido a Eduardo Campos.

Em discurso, ele creditou sua derrota ao seu indiciamento na máfia dos vampiros. ''Não fossem os fatos ocorridos na campanha estaríamos no segundo turno'', declarou.

Costa responsabilizou o governador pelos ataques que sofreu no primeiro turno e disse que não descansará enquanto não provar sua inocência. Eduardo Campos afirmou que o PT participará da coordenação da sua campanha e também do seu eventual governo.

No primeiro turno, o socialista obteve 33,81% dos votos válidos, contra 39,32% do pefelista. O petista obteve 25,14%. O governador disse ter pesquisas que indicam que ele herdará ao menos um terço dos votos recebidos por Costa --o equivalente ao apoio de 330 mil eleitores.

''Quem votou em Humberto quer um governo melhor'', afirmou Mendonça Filho. ''Se ele acha que é o dono do eleitorado, as urnas vão dizer'', respondeu o ex-ministro da Saúde.

A aliança pefelista não acredita na transferência automática dos votos. ''Se fosse assim, ele, que é do partido de Lula, estaria no segundo turno'', declarou o senador eleito Jarbas Vasconcelos (PMDB), principal cabo eleitoral do governador.

Com propostas de governo parecidas com as da oposição, os governistas já definiram a estratégia para conquistar os votos que precisam: vão reforçar a comparação entre a atual administração estadual e a anterior, de Miguel Arraes, do qual Campos fez parte como secretário.

''Os eleitores devem avaliar as propostas e as experiências administrativas de cada um'', disse Mendonça. ''As minhas são exitosas'', declarou. ''Há oito anos, quando o candidato do PSB era o todo-poderoso no governo, o povo vivia se lamentando.''

Mendonça avalia que seu desempenho eleitoral foi mais fraco no agreste e sertão. Por isso, planeja priorizar a campanha em cidades maiores do interior de Pernambuco, como Petrolina, Caruaru e Garanhuns.

Hoje, a oposição voltou a desafiar o governador a anunciar publicamente seu apoio ao tucano Geraldo Alckmin. O ex-governador de São Paulo foi derrotado por Lula em Pernambuco, por 70,93 % dos votos válidos a 22,86% no primeiro turno.

Mendonça Filho disse que sempre assumiu Alckmin e o elogiou: ''Qual a dificuldade que se tem em estar ao lado de Alckmin? Para mim, nenhuma. Ele é um homem sério e de bem.''

No primeiro turno, o tucano não apareceu nem foi mencionado na propaganda eleitoral dos seus principais aliados em Pernambuco, Jarbas e Mendonça. A imagem de Lula, ao contrário, foi usada pelos três principais candidatos. (Da Agência Folha)


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13° Bolsa Familia

04/10


2006

Quatro ministros se licenciam para ajudar Lula

Quatro ministros estudam se licenciar dos cargos que ocupam para ajudar na campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), Walfrido Mares Guia (Turismo), Hélio Costa (Comunicações) e Luiz Marinho (Trabalho) teriam se disponibilizado a deixar os cargos para reforçar a campanha de Lula no segundo turno.

Segundo a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), a hipótese vem sendo cogitada e foi tema de uma reunião da coordenação da campanha do presidente hoje. A senadora ressaltou, no entanto, que a decisão ainda está sendo amadurecida.

Lula teria escalado três ministros mineiros para ajudá-lo na campanha para fazer frente ao apoio do governador reeleito Aécio Neves (PSDB) ao candidato Geraldo Alckmin (PSDB).

Os ministros Patrus Ananias (PT), Walfrido dos Mares Guia (PTB) e Hélio Costa (PMDB) são fortes lideranças no Estado. Na eleição de 2002, Patrus foi o mais votado para a Câmara dos Deputados, com mais de 500 mil votos.

O presidente Lula se reúne amanhã com os ministros petistas. A ajuda à campanha de Lula será discutido no encontro. (Folha Online)


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Prefeitura de Limoeiro

04/10


2006

Mantega nega nova reforma da Previdência

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou hoje que não há necessidade de uma reforma da Previdência em um possível segundo governo Lula. ''Estamos confortáveis com os gastos do governo e as metas de superávit primário.''

De acordo com ele, a Previdência tem um programa de gestão para reduzir os gastos e melhorar a arrecadação.

Em agosto, o déficit da Previdência Social cresceu 15,67% em relação ao mesmo mês do ano passado, para R$ 3,1 bilhões. No ano, o déficit avançou 12,8%, totalizando R$ 25,5 bilhões.

O ministro afirmou que a proposta econômica para um segundo mandato inclui a conclusão da reforma tributária e um programa para a redução de impostos, mas não especificou quando e quais setores serão beneficiados. Ele disse ainda que o governo trabalhará também para reduzir a carga tributária e os gastos correntes.

Sobre a carga tributária, que subiu de 35,88% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2004 para 37,37% no ano, ele voltou a dizer que ela não subiu, já que não houve aumento de alíquotas. ''A arrecadação subiu devido ao nível de atividade da economia.''

Mantega lembrou que a renúncia fiscal foi de R$ 23 bilhões no governo e irá aumentar com a aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (R$ 5 bilhões), que já foi aprovada na Câmara dos Deputados e precisa passar pelo Senado Federal.

Sobre os gastos correntes, o ministro diz que a intenção é fazer uma redução em relação ao PIB, entre 0,1 ponto e 0,2 ponto percentual.

Para ele, isso será possível devido ao crescimento da economia, a manutenção do superávit primário em 4,25% do PIB e a redução dos gastos com juros. ''Isso é suficiente para dar sustentabilidade às contas públicas.'' (Folha Online)


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04/10


2006

Lula busca voto de eleitor indeciso

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, deve buscar para o segundo turno eleitores que votaram nulo ou em branco, reconhecer e corrigir erros, além de ''desmascarar'' denúncias sobre a suposta compra de dossiê contra tucanos pelo PT. É o que descreve nota oficial do partido divulgada nesta terça-feira.

Segundo a nota, a campanha do presidente irá desmascarar de ''maneira clara e didática as mentiras que foram lançadas contra nós [o PT], especialmente nas últimas semanas.''

A nota afirma também que o segundo turno será um confronto entre duas forças. De um lado, o bloco conservador representado pelo candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin; e, de outro, ''forças comprometidas com um Brasil democrático'' contra o ''neoliberalismo'', protagonizado por Lula.

Veja íntegra da nota:

A campanha Lula dirige um profundo agradecimento aos milhões de homens e mulheres que, neste domingo, votaram a favor da reeleição do Presidente; e aos milhares de militantes que, em todo o país, trabalharam incansavelmente pela nossa campanha. Chamamos todos a, no segundo turno, reeleger o presidente da República e eleger os governadores comprometidos com nosso projeto.

O segundo turno será um confronto entre dois projetos de Nação. De um lado, as forças progressistas comprometidas com um Brasil democrático, popular e soberano. De outro lado, o bloco conservador que governou o Brasil na década de noventa e nos primeiros anos deste século.

Lula é candidato à reeleição, porque seu governo foi extremamente positivo para o Brasil: desenvolvimento econômico, redução da vulnerabilidade externa, ampliação do mercado interno, crescimento do emprego, aumento da massa salarial, redução da fome, da miséria e da desigualdade social. O segundo mandato aprofundará isto. Como diz o presidente, ''o nome do meu segundo mandato será desenvolvimento, com distribuição de renda e educação de qualidade''.

No último domingo de outubro, o povo brasileiro dirá um não ao retrocesso, ao atraso, ao neoliberalismo. Não voltaremos aos tempos de descalabro que marcaram o governo Fernando Henrique Cardoso e os 12 anos de governo tucano em São Paulo.

Para derrotar o atraso, a campanha Lula buscará, com firmeza e com humildade, ganhar a confiança e o voto dos eleitores que, no primeiro turno, se abstiveram, votaram em branco e nulo, votaram em outras candidaturas e inclusive os eleitores que optaram por nosso adversário. Apresentaremos nossos acertos, reconhecendo e corrigindo nossos erros, reafirmando o que será nosso segundo mandato e desmascarando de maneira clara e didática as mentiras que foram lançadas contra nós, especialmente nas últimas semanas.

Como no primeiro turno, a vitória dependerá principalmente do entusiasmo do povo, dos militantes, dos apoiadores de nossa candidatura: as lideranças dos movimentos sociais e dos partidos, nossos candidatos de primeiro turno, os nossos governadores, parlamentares e prefeitos, a intelectualidade democrática e a juventude. Conclamamos o povo brasileiro a ocupar a linha de frente da campanha.

A nota é assinada pela coordenação nacional da campanha do presidente.

(Folha Online)


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Magno coloca pimenta folha

04/10


2006

Dossiê: Ex-assessor de Mercadante é o maior suspeito

A Polícia Federal conseguiu um depoimento que derruba a versão do ex-coordenador de campanha do senador Aloízio Mercadante, Hamilton Lacerda, para a sacola que levou ao hotel Ibis, onde foram presos Gedimar Passos, integrante do núcleo de inteligência do PT na campanha do presidente Lula, e Valdebran Padilha, ligado ao diretório do PT no Mato Grosso, com R$ 1,75 milhão destinado à compra de um dossiê contra a administração tucana no Ministério da Saúde.

Confrontado com as imagens colhidas pelo circuito interno do hotel, Valdebran Padilha reconheceu a mala que Lacerda levava como a mesma que Gedimar Passos lhe mostrou depois, cheia de dinheiro. A declaração foi dada ao delegado Diógenes Curado Filho e ao procurador Mário Lúcio de Avelar, em seu terceiro depoimento, dado na noite desta terça-feira em Cuiabá (MT).

Segundo o advogado de Padilha,Luiz Antônio Lourenço, seu cliente afirmou ainda que Gedimar preferia levar a mala com ele sempre que saía do quarto, ''para não deixar aquela quantidade toda de dinheiro sem fiscalização''. Com as declarações de Padilha, fica confirmado que Hamilton Lacerda é mesmo ''o homem da mala'' na negociação do dossiê.

As imagens colhidas pela Polícia Federal no Hotel Ibis mostram que no mesmo dia 13 em que Lacerda foi flagrado pelas câmeras entregando uma mala a Gedimar Passos, a dupla Gedimar e Valdebran foi filmada no rol do hotel com exatamente a mesma mala em mãos. Na imagem, é Gedimar quem segura a mala. No depoimento à PF na última sexta-feira, Lacerda declarou que dentro da mala havia apenas material de campanha e roupas, afirmou desconhecer qualquer negociação em dinheiro em torno do dossiê e responsabilizou o comitê de campanha de Lula pela negociação em torno da divulgação das informações, que poderiam ser usadas inclusive na campanha do presidente.

Ainda conforme o advogado, Padilha informou que ao ser preso, Gedimar usou a mala levada por Hamilton para colocar suas roupas e objetos pessoais.

Prisão

Embora seja considerada um avanço, a confirmação de Padilha ainda não é suficiente para embasar um novo pedido de prisão contra os principais envolvidos no caso, como deseja a PF. De acordo com uma autoridade que acompanha as investigações, a avaliação é de que presos e sob pressão, os envolvidos, entre eles Lacerda, passariam a colaborar. Mas, para que o pedido de prisão tenha chances de vingar na Justiça, é preciso antes descobrir a origem dos R$ 1,7 milhão, o principal nó da investigtação até o momento.

A imagem da dupla no rol do Ibis foi o ponto central explorado pelo delegado Diógenes Curado Filho, responsável pela apuração do caso, no terceiro interrogatório a Valdebran Padilha. Em seu primeiro depoimento, dado em 15 de setembro, logo após a prisão, Padilha afirmou apenas que recebera o dinheiro de Passos. No segundo, dando no dia 19, se calou quando perguntado sobre a origem do R$ 1 milhão que guardava, argumentando que só responderia em Juízo.(Agência Estado)


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04/10


2006

PSDB vai entrar com ação no TSE contra uso da máquina

O coordenador do programa de governo do candidato tucano à Presidência da República, João Carlos de Souza Meirelles, adiantou que a coligação PSDB-PFL vai entrar com uma ação na Justiça Eleitoral por uso da máquina pública, questionando a atitude do ministro da Fazenda.

Na tarde desta terça-feira, Guido Mantega, concedeu entrevista coletiva na portaria do Ministério da Fazenda em que cobrou o programa econômico do candidato tucano. ''Lamento profundamente um debate desta natureza, no qual um ministro da República se reveste de cabo eleitoral'', criticou Meirelles.

Ele afirmou que Mantega está ''mal informado'' e que uma cópia do programa econômico de Alckmin havia sido entregue a Marco Aurélio Garcia, coordenador da campanha de Lula.

Meirelles afirmou que, de acordo com a legislação eleitoral, Guido Mantega não poderia fazer esse tipo de declaração, pois é ministro da Fazenda do governo Lula e concedeu a entrevista no próprio ministério, utilizando a máquina pública. ''Imagino que o ministro Mantega não está mais ministro, ele deve ter se licenciado (do cargo)'', ironizou. E continuou: ''como ministro, ele não poderia ter feito isso. Podemos concluir que este é mais um desmando do governo Lula.''

Legislação eleitoral

Especialistas em direito eleitoral afirmaram que, se ficar comprovado o uso da máquina administrativa pela campanha petista, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode punir os responsáveis. As penas vão desde a aplicação de multa até a cassação do registro da candidatura de Lula. No entanto, essa última hipótese (cassação do registro) é considerada improvável.

A legislação eleitoral lista uma série de condutas vedadas aos administradores durante o período eleitoral. Entre elas está ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou o empregado estiver licenciado.

Resposta do Ministério

A assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda transmitiu, nesta terça, comunicado por telefone negando que tenha convocado entrevista coletiva nesta tarde.

O comunicado diz o seguinte: ''A assessoria de comunicação do Ministério da Fazenda esclarece que não convocou entrevista coletiva do ministro da Fazenda na tarde desta terça-feira. A assessoria de comunicação social comunicou aos jornalistas do comitê de imprensa que o ministro iria ao Palácio do Planalto e estaria à disposição dos jornalistas para responder a entrevistas que lhe fossem formuladas, como é habitual''.

Na tarde desta terça, a assessora de comunicação do Ministério desceu ao comitê de imprensa para dizer: ''O ministro vai falar''. Os jornalistas questionaram o tema e a assessora respondeu que não conhecia o assunto.

Os jornalistas protestaram em relação ao fato de que o ministro falaria na portaria do Ministério, e não na sala de entrevista.

Quando chegou à entrevista, o ministro foi novamente interpelado pelos jornalistas, que lhe pediram que desse entrevistas como essa, na sala do comitê, e não na portaria, como de hábito. Mantega respondeu que na próxima quinta-feira, quando saírem os indicadores industriais, fará como pediram os repórteres.


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04/10


2006

Heráclito Fortes quer criar a CPI das ONGs

O senador Heráclito Fortes anunciou na terça-feira que já tem 35 assinaturas para requerer a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, oito a mais do que as 27 necessárias. Mas só vai apresentar o requerimento depois do segundo turno da eleição. ''Por enquanto, nossa prioridade é vencer a eleição'', disse Heráclito.

O objetivo de Heráclito Fortes não é investigar o dossiê Vedoin, que os petistas utilizariam para prejudicar candidatos tucanos. ''Isso é um problema da Polícia Federal. Quero saber é do repasse do dinheiro para as ONGs'', disse o senador.

Para Heráclito, o mais importante é pegar petistas que montam ONGs e recebem dinheiro do Governo Federal. Jorge Lorenzetti, que era o chefe do núcleo de inteligência da campanha petista e que assumiu a idéia de compra do dossiê Vedoin, é ligado à ONG Unitrabalho, que recebeu R$ 18 milhões dos cofres federais e mais R$ 4 milhões da Fundação Banco do Brasil. Ele também é fundador, junto com Lula, Ricardo Berzoini, presidente do PT, e Aloizio Mercadante (PT-SP), da RCT (Rede de Comunicação dos Trabalhadores).

Ele afirmou não ter receio de que por pressão do governo senadores comecem a retirar as assinaturas. ''Se tirarem uma, ponho outro. Tenho estoque'', afirmou o senador, que também integra o conselho político do candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin.

Heráclito contou que entre os que requerem a CPI há três de petistas: Serys Slhessarenko (MT), Saturnino Braga (RJ) e Paulo Paim. Serys está sendo investigada no Conselho de Ética do Senado por suspeita de ligação com a máfia dos sanguessugas.(Agência Estado)


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